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Jair Bolsonaro discursa na abertura do ano legislativo no Congresso Nacional

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Bolsonaro esteve no Câmara para a abertura do ano legislativo. Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados


O ano legislativo começou hoje com uma sessão solene no Congresso Nacional

Nesta quarta-feira (3), o plenário Ulysses Guimarães, na Câmara dos Deputados, recebeu deputados, senadores e autoridades para a sessão solene de abertura dos trabalhos da 56ª  Legislatura. De acordo com protocolo, o presidente da República e do Supremo Tribunal Federal (STF) também participam da cerimônia.

Jair Bolsonaro foi até a Câmara para ler a mensagem do Executivo para o Congresso Nacional. Antes de começar o discurso, foi possível ouvir gritos dos opositores do presidente, que lembrou que enquanto deputado, a Casa sempre teve “respeito com qualquer autoridade que estivesse presente neste momento. Nós encontramos em 22”, disse.

Durante a leitura da mensagem, Jair Bolsonaro elencou as ações do governo federal. O presidente destacou que a pandemia impactou fortemente a realidade e trouxe diversos desafios. E “salvar vidas e proteger empregos” são as prioridades do executivo. 

Bolsonaro ainda elogiou a atuação da bancada ruralista no Congresso e destacou: “o agronegócio é a locomotiva da nossa economia”. O presidente ainda alfinetou a gestão anterior ao falar dos avanços alcançados pelo governo.

O chefe do executivo ainda falou sobre a reunião realizada hoje com o presidente do Uruguai e afirmou que o país está em um “invejável patamar” em relação a outros países.

Mensagem do Judiciário

Na sequência, Luiz Fux, presidente do STF, realizou a leitura da mensagem do Poder Judiciário. Ele começou falando da pandemia do coronavírus, e a qualificou como “a passagem mais trágica da humanidade desde a 2ª Guerra Mundial e descortinou novos desafios para as nossas Instituições”.

Fux acredita que “a Constituição sairá mais fortalecida desta crise” e disse que o Judiciário “sempre trabalhará em harmonia” e buscará “soluções dialógicas para o fortalecimento da democracia constitucional”.

O presidente do STF ainda elogiou atuação de Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia, presidentes do Senado e da Câmara, respectivamente. 

Mensagem de Arthur Lira

Após a fala de Fux, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), discursou na tribuna. E ele começou dizendo que “uma nação só existe quando um povo existe, por isso precisamos estar ao lado do povo”. O deputado destacou a importância do Auxílio Emergencial, aprovado pelo legislativo no último ano. “Garantiu a sobrevivência e deu fôlego à economia”.

Lira disse que vacinar todos contra a covid-19 é desafio, mas “podemos unir esforços e fazer o que estiver ao nosso alcance para facilitar a oferta de vacinas”. O presidente da Câmara ainda disse que é o momento para deixar as mágoas para trás e trabalhar em prol dos brasileiros. Além disso, o Legislativo precisa atuar em harmonia com os outros poderes. 

Como disse no dia da eleição da presidência, Arthur Lira voltou a dizer que o Congresso precisa propor uma pauta emergencial que será definida pelos parlamentares.

Discurso de Rodrigo Pacheco

Logo depois, o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) discursou e reforçou o compromisso e a defesa com o “pluralismo de ideias”. Segundo o senador, é preciso pensar no bem-comum dos brasileiros e não atender meramente algum setor.

“Temos que estar todos juntos” e reafirmou a importância da harmonia e a independência dos poderes. Pacheco ainda citou o papel e as responsabilidades dos poderes. 

Pacheco sinalizou as prioridades do Legislativo como a reforma tributária, o fortalecimento do pacto federativo, além dos desafios da economia e da saúde, os dois setores impactados diretamente pela pandemia da covid-19.

“2020 foi um ano atípico”, disse o presidente do Senado que ainda destacou que os desafios seguiram e concordou com a fala de Lira, ou seja, o legislativo atuará para garantir a vacinação dos brasileiros.

O presidente do Senado voltou a falar em pacificação entre os poderes, entre parlamentares, tema que foi abordado no discurso durante a eleição realizada nesta segunda.  “É hora de deixar as diferenças e buscar os consensos”, disse.

 

 

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