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Anvisa autoriza uso emergencial de vacina contra a Covid. Em SP, a CoronaVac começa a ser produzida no país

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Foto: Rodrigo Maia/Câmara dos Deputados

Até então, nenhum laboratório pediu autorização para a Anvisa. Nesta quarta-feira (9), o Instituto Butantan começou a produzir as vacinas da CoronaVac 

Nesta quinta-feira (10), a Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma resolução que viabiliza a solicitação emergencial dos laboratórios para o uso emergencial de vacinas contra a Covid-19.

Segundo a agência, a decisão de hoje é apenas uma formalização do mecanismo de solicitação do uso emergencial de vacinas que já havia sido anunciado no início do mês. A Anvisa informou que, até então, nenhum laboratório havia solicitado o uso.

A agência ainda informa que “Para concessão da autorização temporária, a Anvisa analisará caso a caso e a decisão ficará a cargo da Diretoria. Serão considerados dados de estudos não clínicos e clínicos, de qualidade, boas práticas de fabricação, estratégias de monitoramento e controle, resultados provisórios de ensaios clínicos, entre outras evidências científicas. Além disso, a empresa deve apresentar informações que comprovem que a fabricação e a estabilidade são adequadas para garantir a qualidade da vacina.”

Vale destacar que a autorização de uso emergencial e temporária de uma vacina contra a Covid-19 será restrita a um público definido.

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Em coletiva realizada hoje, o governador João Doria anunciou o início da produção da CoronaVac e confirmou que serão 1 milhão de doses por dia. Foto: Governo de São Paulo/Fotos Públicas

Butantan começa a produção da CoronaVac

Segundo o governador de São Paulo, João Doria, o Instituto Butantan deu início à produção da CoronaVac nesta quarta-feira (9). A vacina produzida em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac ainda está em fase de testes.

De acordo com as informações do governador, a produção seguirá turno sucessivo, ou seja, 24 horas por dia, sete dias por semana. A meta é alcançar a produção de 1 milhão de doses fabricadas por dia. 

Até janeiro, o governo de São Paulo espera ter 40 milhões de doses prontas. 

*Com informações da Agência Brasil

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