
O Ministério da Educação (MEC) deu início, nesta segunda-feira (15) às inscrições para o Sisu+, a nova etapa complementar do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A iniciativa inédita tem como objetivo preencher vagas que não foram ocupadas no processo seletivo regular, oferecendo uma segunda chance para os candidatos que desejam ingressar no ensino superior público ainda neste ano. As inscrições seguem abertas até a próxima sexta-feira, 19 de junho, e devem ser feitas exclusivamente pelo Portal de Acesso Único.
Segundo informações divulgadas pelo ministério, estão sendo ofertadas 9.436 vagas em 532 cursos de graduação, distribuídas por 34 instituições públicas de ensino superior de todo o país. Podem participar do Sisu+ os candidatos que tenham realizado uma ou mais edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nos últimos três anos e que tenham concorrido a vagas na etapa regular do Sisu 2026.
Para a classificação dos estudantes, o sistema utilizará automaticamente a edição do Enem que proporcionar a melhor média ponderada, considerando os critérios e pesos estabelecidos para cada curso escolhido. No ato da inscrição, o candidato poderá selecionar até duas opções de curso, indicando o turno, a instituição e o local de oferta, além de definir uma ordem de preferência entre elas.
De acordo com o cronograma oficial, a chamada regular única do Sisu+ será divulgada no dia 24 de junho. Os candidatos que desejarem manifestar interesse em participar da lista de espera poderão fazer isso entre os dias 24 e 26 de junho. As matrículas para a chamada regular começam a partir de 25 de junho, conforme o edital de cada instituição, enquanto as matrículas dos convocados pela lista de espera terão início em 1º de julho.
O MEC destacou que o Sisu+ integra um ciclo mais amplo de aperfeiçoamento do sistema de seleção para o ensino superior, que já incluiu mudanças recentes na Lei de Cotas e melhorias na plataforma de inscrição. A iniciativa busca reduzir a ociosidade de vagas, fortalecer as instituições públicas ao permitir que utilizem a estrutura já consolidada do Sisu para ofertar vagas remanescentes e evitar a necessidade de processos seletivos próprios paralelos, que muitas vezes têm regras e calendários dispersos.




















