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	<title>Arquivos Jogos Paralímpicos - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Jogos Paralímpicos - Portal Contexto</title>
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		<title>Brasil termina com a melhor participação da história em Jogos Paralímpicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Sep 2021 20:42:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Brasil superou a marca de 100 medalhas de ouro em Jogos Paralímpicos e ainda bateu o recorde de medalhas de ouro estabelecido em Londres 2012 Chegou ao fim a edição de Tóquio dos Jogos Paralímpicos e os atletas brasileiros fizeram história no Japão, realizando a melhor campanha brasileira em paralimpíadas. No geral, o time Brasil [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_20720" aria-describedby="caption-attachment-20720" style="width: 602px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-20720" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/50b89e5d46574dbca52740de79f12612.jpg?resize=602%2C340&#038;ssl=1" alt="Paralímpicos" width="602" height="340" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/50b89e5d46574dbca52740de79f12612.jpg?w=1011&amp;ssl=1 1011w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/50b89e5d46574dbca52740de79f12612.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/50b89e5d46574dbca52740de79f12612.jpg?resize=768%2C434&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 602px) 100vw, 602px" /><figcaption id="caption-attachment-20720" class="wp-caption-text">Foto: Takuma Matsushita/CPB.</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">Brasil superou a marca de 100 medalhas de ouro em Jogos Paralímpicos e ainda bateu o recorde de medalhas de ouro estabelecido em Londres 2012</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Chegou ao fim a edição de Tóquio dos Jogos Paralímpicos e os atletas brasileiros fizeram história no Japão, realizando a melhor campanha brasileira em paralimpíadas. No geral, o time Brasil terminou em sétimo lugar e foram 22 medalhas de ouro, e assim, o recorde de 21 medalhas estabelecido em Londres 2012 foi batido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O país ainda superou a marca de 100 medalhas de ouro em Jogos Paralímpicos e empatou com o resultado alcançado no Rio em 2016, quando também fechou a competição com <a href="https://portalcontexto.com.br/com-prata-na-maratona-brasil-se-despede-de-toquio/">72 medalhas</a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante os dias de competição, os para-atletas brasileiros bateram recordes no Japão. A natação teve o melhor desempenho verde-amarelo na história dos Jogos, foram 23 medalhas conquistadas, 8 de ouro, 5 de prata e 10 de bronze. O atletismo também foi um destaque importante, e por 28 vezes o Brasil esteve no pódio, foram 8 de ouro, 9 de prata e 11 de prata. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;O <a href="https://www.cpb.org.br/">Comitê Paralímpico Brasileiro</a> celebra, além da maior campanha de todos os tempos, o atingimento de todas as metas, como de participação de mulheres, participação de atletas jovens, participação de atletas de classes baixas [atletas com as deficiências mais severas]. Aprendemos muitas lições que vamos colocá-las em prática nos três anos que restam até a próxima edição de Jogos Paralímpicos, em Paris 2024&#8243;, comentou Mizael Conrado, bicampeão paralímpico de futebol de 5, em Atenas 2004 e Pequim 2008, e presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A delegação brasileira foi composta por 259 atletas, incluindo os guias, calheiros, goleiros e timoneiros, além de outros membros das comissões técnica, médica e administrativa. Ao total, fizeram parte da missão Brasil em Tóquio 435 pessoas. </span></p>
<h4><b>Despedida de Daniel Dias</b></h4>
<figure id="attachment_20722" aria-describedby="caption-attachment-20722" style="width: 574px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-20722" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/51427583375_0e51ec5669_c.jpg?resize=574%2C386&#038;ssl=1" alt="Paralímpicos" width="574" height="386" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/51427583375_0e51ec5669_c.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/51427583375_0e51ec5669_c.jpg?resize=300%2C202&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/51427583375_0e51ec5669_c.jpg?resize=768%2C516&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 574px) 100vw, 574px" /><figcaption id="caption-attachment-20722" class="wp-caption-text">Daniel Dias, o porta-bandeira na Cerimônia de Encerramento dos Jogos Paralímpicos de Tóquio. Foto: Matsui Mikihito/CPB.</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O maior medalhista em Jogos Paralímpicos, o nadador Daniel Dias, se despediu das piscinas nesta edição de Tóquio, e no sábado (4), foi eleito membro do Conselho de Atletas do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês). O multimedalhista foi um dos seis escolhidos para o grupo, que representará os competidores pelos próximos três anos até os Jogos de Paris em 2024.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Daniel Dias foi o porta-bandeira do Brasil na cerimônia de encerramento. </span></p>
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		<title>Com prata na maratona, Brasil se despede de Tóquio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Sep 2021 20:30:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O último dia de competições em Tóquio foi de tirar o fôlego Como manda a tradição em Jogos Olímpicos e Paralímpicos, a maratona é a grande atração do último dia de competições. O Brasil contava com cinco atletas para tentar mais um pódio em Tóquio, Alex Douglas Silva, na classe T46; Edineusa Boaventura e Edilene [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_20717" aria-describedby="caption-attachment-20717" style="width: 613px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-20717" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/51425045466_117c4a2dbb_k.jpg?resize=613%2C382&#038;ssl=1" alt="tóquio" width="613" height="382" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/51425045466_117c4a2dbb_k.jpg?resize=1024%2C638&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/51425045466_117c4a2dbb_k.jpg?resize=300%2C187&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/51425045466_117c4a2dbb_k.jpg?resize=768%2C479&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/51425045466_117c4a2dbb_k.jpg?resize=1536%2C957&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/51425045466_117c4a2dbb_k.jpg?w=2048&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 613px) 100vw, 613px" /><figcaption id="caption-attachment-20717" class="wp-caption-text">Com direito a aviãozinho! Alex Silva comemora prata na maratona. Foto: Ale Cabral/CPB</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">O último dia de competições em Tóquio foi de tirar o fôlego</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Como manda a tradição em Jogos Olímpicos e Paralímpicos, a maratona é a grande atração do último dia de competições. O Brasil contava com cinco atletas para tentar mais um pódio em Tóquio, Alex Douglas Silva, na classe T46; Edineusa Boaventura e Edilene Teixeira, na classe T12; Vanessa de Souza, na classe T54; e Yeltsin Jacques também na T12, o vencedor da centésima medalha de ouro do Brasil em Paralímpiadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A medalha veio com Alex Silva. O maratonista terminou a prova em segundo lugar e cravou o novo recorde sul-americano, com o tempo de 2h27min. O primeiro lugar ficou com o chinês Li Chaoyan.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Perto da linha de chegada, Alex Silva aproveitou para fazer o “aviãozinho”, uma homenagem a Vanderlei Cordeiro de Lima, que quase venceu a maratona em Atenas 2004 e foi bronze naquela edição dos jogos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na classe T54, em que os atletas usam cadeiras de rodas, Vanessa de Souza, campeã da São Silvestre, terminou a prova na 12ª colocação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na classe T12 Edneusa dos Santos quase repetiu o feito na Rio 2016, quando terminou em terceiro, mas no Japão, ela ficou com o quarto lugar. Já Edliene Boaventura terminou na sétima posição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dono de duas medalhas de ouro em Tóquio, Yeltsin Jacques não conseguiu concluir a prova e abandonou a maratona no quilômetro 21. </span></p>
<h4><b>Parabadminton</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brasil ainda teve chance de medalha com o único representante do país na modalidade. De Curitiba, Vitor Tavares, na classe SH6, terminou a participação em Tóquio em quarto lugar, após ser derrotado pelo  britânico Krysten Coombs por 2 a 1. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Foi uma experiência muito boa, eu pratico o parabadminton há cinco anos e já estou aqui disputando os Jogos. Eu batalhei o máximo para trazer uma medalhar para o Brasil. Agora é pensar em Paris 2024”, disse sobre a trajetória dele em Tóquio. “Esse quarto lugar foi um resultado muito bom. Obrigado pela torcida de todos”, disse o curitibano. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brasil se despede de Tóquio com a melhor campanha em <a href="https://portalcontexto.com.br/brasil-a-uma-medalha-da-melhor-marca-em-paralimpiadas/">Jogos Paralímpico</a>s, foram 72 medalhas, como no Rio em 2016, mas o país bateu o recorde de vitórias, com 22 medalhas de ouro. </span></p>
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		<title>Brasil a uma medalha da melhor marca em Paralimpíadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Sep 2021 15:48:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O time Brasil já passou a melhor marca em medalhas de ouro e está a uma do recorde em Paralimpíadas, conquistado na edição na Rio 2016 Apenas uma medalha separa o time Brasil de igualar a marca de medalhas da melhor campanha em Jogos Paralímpicos. No Rio em 2016, a missão brasileira conquistou 72 medalhas. [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_20701" aria-describedby="caption-attachment-20701" style="width: 706px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-20701" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/51422887967_22f34fcf2f_k.jpg?resize=706%2C471&#038;ssl=1" alt="brasil" width="706" height="471" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/51422887967_22f34fcf2f_k.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/51422887967_22f34fcf2f_k.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/51422887967_22f34fcf2f_k.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/51422887967_22f34fcf2f_k.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/51422887967_22f34fcf2f_k.jpg?w=2048&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 706px) 100vw, 706px" /><figcaption id="caption-attachment-20701" class="wp-caption-text">Ouro para Fernando Rufino na VL2 200m da Canoagem Velocidade. Foto: Miriam Jeske/CPB.</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">O time Brasil já passou a melhor marca em medalhas de ouro e está a uma do recorde em Paralimpíadas, conquistado na edição na Rio 2016</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Apenas uma medalha separa o <a href="http://www.cpb.org.br">time Brasil</a> de igualar a marca de medalhas da melhor campanha em Jogos Paralímpicos. No Rio em 2016, a missão brasileira conquistou 72 medalhas. Por outro lado, os atletas brasileiros já bateram o recorde de medalhas de ouro, até agora são 22. Em Londres 2012, a delegação voltou para casa com 21 medalhas douradas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No penúltimo dia de competições no Japão, o Brasil foi ouro mais uma vez com o <a href="https://portalcontexto.com.br/futebol-de-5-brasil-e-penta-nas-paralimpiadas/">futebol de 5</a> e com o canoísta Fernando Rufino, ele venceu na prova dos 200m classe VL2. A delegação ainda foi para o pódio mais oito vezes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Este ouro eu dedico ao ano difícil de pandemia que as pessoas tiveram. Eu dedico a todos que perderam pessoas queridas, eu perdi gente que amava. Este ouro é uma forma de alegrar o povo. O brasileiro é um povo lutador e vibrou comigo”, disse Fernando Rufino na zona mista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O país foi prata com Thomaz Ruan, nos 400 metros (classe T47), Thalita Simplício, nos 200 metros (classe T11), Débora Bezerra no parataekwondo (classe K44 acima de 58kg), e Giovane Vieira, nos 200 metros (classe VL3) da canoagem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E ainda teve as medalhas de bronze de Petrúcio Ferreira, nos 400 metros (T47), Jerusa dos Santos, nos 200 metros rasos (classe T11), do vôlei sentado feminino e de Ricardo Gomes de Mendonça nos 200 metros rasos (classe T37).</span></p>
<p>Para o úlitmo dia de competições em Tóquio, o Brasil deposita a sua torcida em <a href="https://portalcontexto.com.br/time-brasil-conquista-9-novas-medalhas-em-toquio/">Yeltsin Jacques</a> na disputa da maratona. O atleta de Campo Grande já levou duas medalhas de ouro no atletismo, nos 5.000 metros e nos 1.500 metros.</p>
<h4><b>Thiago Paulino</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Favorito no arremesso de peso, classe F57, <a href="https://portalcontexto.com.br/dono-da-melhor-marca-do-mundo-thiago-paulino-quer-ouro-em-toquio/">Thiago Paulino</a>, atleta do Time <a href="http://www.ajinomoto.com.br/">Ajinomoto</a>, chegou a cravar a marca de 15,10 metros na sexta-feira, o que garantiria mais um ouro para o Brasil. Infelizmente, a marca foi invalidada pela organização dos jogos. Com a decisão, Paulino perdeu a medalha de ouro, mas voltará para casa com a medalha de bronze, com a marca validade de 14,77 metros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O atleta desabafou nas redes sociais, “como nada em minha vida nunca foi fácil, mais uma vez levei um golpe e muito forte. Não encontramos irregularidades em meus arremessos, mas de alguma forma a organização encontrou. Por isso a medalha de ouro, que considero ser nossa, do Brasil, por direito, não está em nossas mãos”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A mudança do resultado aconteceu após a reclamação do Comitê Paralímpico da China. Houve um protesto durante a prova que não foi acatado pela arbitragem. Então, os chineses foram até o foi ao júri de apelação, uma instância do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês).  E então, o brasileiro teve a marca considerada irregular. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo os chineses, o brasileiro teria se levantado da cadeira para realizar o arremesso de ouro, mas especificamente, o segundo e o terceiro arremessos. Com a marca, Paulino abriu mão de realizar o sexto e último arremesso, pois a arbitragem validou os anteriores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brasil apresentou a <a href="https://twitter.com/cpboficial/status/1434013362967519234">defesa do atleta</a>, mas o júri disse ter um outro ângulo do acontecido, mas não mostrou a imagem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a punição, o chinês Guoshan Wu ficou com o ouro (15 metros), o brasileiro Marco Aurélio Borges foi prata (14,85 metros) e Thiago Paulino fechou o pódio com 14,77 metros.</span></p>
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		<title>Futebol de 5: Brasil é penta nas Paralimpíadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Sep 2021 15:06:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Invicto, sem sofrer nenhum gol em Tóquio e com o artilheiro da competição, o time Brasil no Futebol de 5 comemora o penta em Jogos Paralímpicos Os atletas brasileiros fizeram história no penúltimo dia de competições em Tóquio. Mais uma vez, a seleção do futebol de 5 cravou mais uma conquista e pode comemorar o [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_20698" aria-describedby="caption-attachment-20698" style="width: 663px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-20698" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/51423963679_d0561a385b_k.jpg?resize=663%2C443&#038;ssl=1" alt="penta" width="663" height="443" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/51423963679_d0561a385b_k.jpg?resize=1024%2C685&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/51423963679_d0561a385b_k.jpg?resize=300%2C201&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/51423963679_d0561a385b_k.jpg?resize=768%2C514&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/51423963679_d0561a385b_k.jpg?resize=1536%2C1027&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/51423963679_d0561a385b_k.jpg?w=2047&amp;ssl=1 2047w" sizes="(max-width: 663px) 100vw, 663px" /><figcaption id="caption-attachment-20698" class="wp-caption-text">É penta!!! Foto: Ale Cabral/CPB/Fotos Públicas</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">Invicto, sem sofrer nenhum gol em Tóquio e com o artilheiro da competição, o time Brasil no Futebol de 5 comemora o penta em Jogos Paralímpicos</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os atletas brasileiros fizeram história no penúltimo dia de competições em Tóquio. Mais uma vez, a seleção do futebol de 5 cravou mais uma conquista e pode comemorar o penta. O país segue invicto na modalidade, desde que passou a fazer parte do programa paralímpico, em Atenas 2004, só dá Brasil. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A final foi contra a Argentina e pelo placar mínimo, 1 a 0, os brasileiros puderam celebrar mais um ouro em Jogos Paralímpicos e soltar o grito de pentacampeão. O gol foi marcado pelo artilheiro do Brasil na competição, Nonato fez seis gols em Tóquio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O futebol de 5 entrou para o programa paralímpico em Atenas 2004 e de lá para cá, o time brasileiro nunca perdeu. Os números impressionam, 27 partidas, 21 vitórias e seis empates. No Japão foram cinco jogos, 13 gols marcados e nenhum sofrido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Essa edição foi marcante por muitos aspectos. A dificuldade vai aumentando. O Brasil já era tetra e nós fomos pressionados para ganhar esse ouro. E não é para menos, porque as conquistas nos creditaram para isso. Mas sabemos que não é bem assim. É difícil jogar, os times são bons e lutam muito”, avaliou Ricardinho, camisa 10 do time brasileiro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Conquistar cinco medalhas de ouro em sequência, e eu faço parte da seleção nas últimas quatro, é uma coisa difícil. Às vezes não cai a ficha. Ainda sem perder nenhum jogo. Isso marca demais e são lições que a gente aprende, de manter a humildade, o respeito”, finalizou o jogador.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Drica Azevedo quer ser finalista na paracanoagem em Tóquio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 20:45:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com currículo repleto de prêmios, Drica Azevedo chega aos jogos com o objetivo de estar entre as oito melhores paracanoístas do mundo Hoje acontece as classificatórias de canoagem nas Paralimpíadas de Tóquio. Esta é a segunda vez que a modalidade marca presença nos jogos, a primeira foi na edição Rio 2016. Nesta edição, participam sete [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_20631" aria-describedby="caption-attachment-20631" style="width: 503px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-20631" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/Legenda-Drica-Azevedo-atleta-de-paracanoagem_Credito-Analu-Bittencourt-4-1.jpg?resize=503%2C336&#038;ssl=1" alt="drica" width="503" height="336" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/Legenda-Drica-Azevedo-atleta-de-paracanoagem_Credito-Analu-Bittencourt-4-1-scaled.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/Legenda-Drica-Azevedo-atleta-de-paracanoagem_Credito-Analu-Bittencourt-4-1-scaled.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/Legenda-Drica-Azevedo-atleta-de-paracanoagem_Credito-Analu-Bittencourt-4-1-scaled.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/Legenda-Drica-Azevedo-atleta-de-paracanoagem_Credito-Analu-Bittencourt-4-1-scaled.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/Legenda-Drica-Azevedo-atleta-de-paracanoagem_Credito-Analu-Bittencourt-4-1-scaled.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 503px) 100vw, 503px" /><figcaption id="caption-attachment-20631" class="wp-caption-text">Drica Azevedo, atleta de paracanoagem, rema hoje em busca da final Paralímpica. Foto:Crédito Analu Bittencourt</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><i>Com currículo repleto de prêmios, Drica Azevedo chega aos jogos com o objetivo de estar entre as oito melhores paracanoístas do mundo</i></h3>
<p>Hoje acontece as classificatórias de canoagem nas Paralimpíadas de Tóquio. Esta é a segunda vez que a modalidade marca presença nos jogos, a primeira foi na edição Rio 2016. Nesta edição, participam sete atletas na equipe brasileira, incluindo Adriana Azevedo, ou como é chamada: Drica. Em sua primeira participação, a atleta, de 43 anos, quer estar na final, ou seja, terminar entre as oito melhores pacaranoístas do mundo.</p>
<p>Natural do Rio Grande do Norte (RN) e competindo pelo Paraná (PR), Drica começou sua trajetória profissional bem cedo, ainda na natação, com apenas dois  anos de idade. A escolha aconteceu após a contaminação do vírus da poliomielite, aos onze meses de vida. Com este esporte, foi atleta dos 18 aos 38 anos, tendo se tornado bolsista apenas com 28 anos, momento em que se dividia entre o trabalho de teleatendimento pela manhã e treinos à tarde.</p>
<p>“Com a natação senti que o esporte era realmente o meu ofício, minha Arte. Quando comecei a perder rendimento na natação, devido a degeneração muscular causada pela Síndrome Pós-pólio, senti que precisava buscar outra modalidade se quisesse continuar no esporte. Foi neste momento que a paracanoagem me encontrou”, conta Azevedo.</p>
<p>Ao migrar para a paracanoagem, a atleta lidou com algumas dificuldades, principalmente em virtude da modalidade ser bem mais custosa que a natação, incluindo os próprios materiais de uso do esporte. Desde 2008, Drica é bolsista do programa Bolsa Atleta, do Governo Federal, na categoria Nacional. Segundo a atleta, o benefício ajuda mas não custeia todas as despesas geradas com o dia a dia de treinos e competições em âmbito nacional.</p>
<p>“Desde que cheguei ao Estado do Paraná fui contemplada com dois programas que visam o incentivo e o desenvolvimento do esporte. A importância dos investimentos do governo aos atletas e paratletas é de suma importância e precisam ser mantidos e constantemente atualizados. Principalmente tendo em vista que o esporte é uma importante ferramenta de inclusão, resgate, autoestima e resiliência”, pontua Drica.</p>
<p>Como atleta, esposa, dona de casa e mãe, ela equilibra os pratos até aqui com maestria, principalmente ao cuidar de seu filho mais novo, o Benício, diagnosticado com autismo. Inspirando-se sempre em histórias de perseverança e disciplina como a do jogador de basquete Michael Jordan, a Drica sentiu-se maravilhada ao ser convocada para a sua primeira Paralimpíada.</p>
<p>Com o chamado, veio a responsabilidade de se dedicar ainda mais aos treinos. Para chegar à cidade do Sol Nascente, o preparo era realizado duas vezes ao dia, de segunda à sábado. Para chegar ao local do treino, uma lagoa, ela ainda percorria um caminho de 1h de ônibus, incluindo uma boa caminhada de cadeira de rodas até seu destino final. Já em Tóquio, o preparo consiste em treino na água com maior intensidade, treino de força, treino mental e alimentação adequada.</p>
<p>Para Drica, estar participando dos Jogos Paralímpicos é uma sensação completamente distinta a tudo que viveu, pois a coloca em outro patamar e se materializa como um verdadeiro divisor de águas. “Ser atleta profissional me traz muitas alegrias, realizações e progressos, enquanto pessoa. É uma jornada intensa. É importante entender que se você ama o esporte, precisará aceitar todo o processo: perdas, ganhos, dificuldades e vitórias, que irão depender de quão resiliente e esforçado você será”, avalia a atleta.</p>
<p>Até o momento a paracanoísta tem no <strong>currículo</strong>: Campeã Brasileira de Paracanoagem no ano de 2017 e 2019 e Vice-campeã Brasileira em 2018; Campeã Copa Brasil 2017, 2018, 2019 e 2020; Campeã Paranaense 2019; Vice-campeã Sul-americana 2017, Semifinalista República Tcheca 2017, Finalista na Copa do Mundo de Paracanoagem, dentre outros.</p>
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		<title>Time Brasil e a chuva de medalhas em Tóquio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 14:21:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os atletas do time Brasil estão a 3 medalhas de ouro do melhor resultado em Paralimpíadas conquistado em Londres 2012, quando voltaram para casa com 21 medalhas douradas O time Brasil subiu ao pódio 54 vezes nos Jogos Paralímpicos de Tóquio. Os atletas já superaram o número de medalhas de ouro conquistadas na última edição [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_20604" aria-describedby="caption-attachment-20604" style="width: 638px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-20604" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/wanderrobertocpb-alessandrodasilva.jpg?resize=638%2C382&#038;ssl=1" alt="medalhas" width="638" height="382" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/wanderrobertocpb-alessandrodasilva.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/wanderrobertocpb-alessandrodasilva.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/wanderrobertocpb-alessandrodasilva.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/wanderrobertocpb-alessandrodasilva.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w" sizes="(max-width: 638px) 100vw, 638px" /><figcaption id="caption-attachment-20604" class="wp-caption-text">Alessandro da Silva é mais um medalhista e bicampeão paralímpico em Tóquio. Foto: Wander Roberto/CPB @wander_imagem</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">Os atletas do time Brasil estão a 3 medalhas de ouro do melhor resultado em Paralimpíadas conquistado em Londres 2012, quando voltaram para casa com 21 medalhas douradas</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O <a href="https://www.cpb.org.br/">time Brasil</a> subiu ao pódio 54 vezes nos <a href="https://portalcontexto.com.br/mais-seis-podios-para-o-time-brasil-nas-paralimpiadas-de-toquio/">Jogos Paralímpicos de Tóquio</a>. Os atletas já superaram o número de medalhas de ouro conquistadas na última edição dos jogos, no Rio em 2016. O país registrou a centésima medalha dourada em Paralimpíadas e faltam apenas três para igualar o recorde de Londres 2012, quando por 21 vezes o Brasil esteve no lugar mais alto do pódio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No Rio de Janeiro, o Brasil terminou os jogos em oitavo lugar com 72 medalhas. A três dias para o fim de Tóquio 2020, os para-atletas terão o desafio de estar no pódio por 18 vezes para igualar a marca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No nono dia de competições, os brasileiros levaram seis medalhas, sendo quatro douradas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nathan Torquato, na estreia do parataekwondo, se consagrou campeão paralímpico. Na natação foi a vez de Gabriel Geraldo conquistar a segunda medalha dourada em Tóquio, Talisson Glock venceu os 400 metros livres. Confirmando o favoritismo, Alessandro Silva comemorou o bicampeonato no lançamento de disco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos esportes coletivos, o Brasil está na final do futebol de 5 e a decisão será contra a Argentina, o jogo está marcado para sábado, às 5h30, horário de Brasília. No goalball, a seleção feminina irá disputar o bronze nesta madrugada (3), 1h15, horário de Brasília. No vôlei masculino sentado, a briga também será pelo bronze, na madrugada de sábado (4), 2h da manhã.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No domingo acontece o encerramento das Paralimpíadas de Tóquio e vale a torcida para que os atletas brasileiros consigam bater mais recordes e terminar esta edição com a melhor performance da história dos jogos.</span></p>
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		<title>Claudiney dos Santos é o mais novo bicampeão paralímpico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 12:22:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Tóquio 2020]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasileiro conquistou o ouro no lançamento de disco e ainda bateu o recorde paralímpico Claudiney dos Santos confirmou o favoritismo no lançamento de disco na classe F56. O brasileiro ficou com o ouro e ainda bateu o recorde paralímpico com 45,59 metros. Agora o Brasil tem 98ª medalhas de ouro na história dos Jogos Paralímpicos.  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_20488" aria-describedby="caption-attachment-20488" style="width: 1011px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-20488 size-full" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/miriamjeske_cpb_claudineydossantos.jpeg?resize=1011%2C571&#038;ssl=1" alt="claudiney" width="1011" height="571" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/miriamjeske_cpb_claudineydossantos.jpeg?w=1011&amp;ssl=1 1011w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/miriamjeske_cpb_claudineydossantos.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/miriamjeske_cpb_claudineydossantos.jpeg?resize=768%2C434&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1011px) 100vw, 1011px" /><figcaption id="caption-attachment-20488" class="wp-caption-text">O mais novo bicampeão paralímpico, Claudiney dos Santos. Foto: Miriam Jeske/CPB</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">Brasileiro conquistou o ouro no lançamento de disco e ainda bateu o recorde paralímpico</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Claudiney dos Santos confirmou o favoritismo no lançamento de disco na classe F56. O brasileiro ficou com o ouro e ainda bateu o recorde paralímpico com 45,59 metros. Agora o Brasil tem 98ª medalhas de ouro na história dos Jogos Paralímpicos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Eu me preparei muito apesar da pandemia. Eu estava muito focado e vim para ser o melhor”, disse Claudiney. &#8220;Eu sempre entro nas provas para buscar o meu melhor e sempre respeitando os adversário. Quando a gente faz o que gosta, tem tudo para dar certo. Eu entrei na prova para atingir o recorde mundial”, completou. </span></p>
<h4><b>Mais medalhas</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A delegação brasileira já garantiu 33 medalhas nesta edição dos Jogos Paralímpicos de Tóquio. A meta do <a href="https://www.cpb.org.br/">Comitê Paralímpico Brasileiro</a> era terminar a competição entre os dez primeiros no quadro de medalhas e os <a href="https://portalcontexto.com.br/mais-seis-podios-para-o-time-brasil-nas-paralimpiadas-de-toquio/">para-atletas</a> estão mantendo o objetivo. O Brasil está em sétimo, empatado em número de ouros (11) com a Austrália que está em sexto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do ouro no atletismo, o dia em Tóquio teve a medalha de prata de Bruna Alexandre. A catarinense do tênis de mesa, classe V10, foi derrotada pela chinesa naturalizada australiana Qian Yang. Essa é a segunda medalha de Bruna em Paralimpíadas, no Rio, ela ficou com o bronze.</span></p>
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		<title>Time Brasil conquista 9 novas medalhas em Tóquio</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/time-brasil-conquista-9-novas-medalhas-em-toquio/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=time-brasil-conquista-9-novas-medalhas-em-toquio</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Aug 2021 14:40:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos Paralímpicos]]></category>
		<category><![CDATA[Tóquio 2020]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No terceiro dia de competições, o time Brasil já subiu no pódio 17 vezes e está em sexto no quadro de medalhas Recordes, bicampeonatos e 9 novas medalhas para os atletas paralímpicos brasileiros em Tóquio. O terceiro dia de competições no Japão rendeu ao time Brasil o sexto lugar no quadro de medalhas, são 17 [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_20443" aria-describedby="caption-attachment-20443" style="width: 732px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-20443" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/51405936603_50e155d462_k-1.jpg?resize=732%2C469&#038;ssl=1" alt="time" width="732" height="469" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/51405936603_50e155d462_k-1.jpg?resize=1024%2C656&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/51405936603_50e155d462_k-1.jpg?resize=300%2C192&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/51405936603_50e155d462_k-1.jpg?resize=768%2C492&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/51405936603_50e155d462_k-1.jpg?resize=1536%2C983&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/51405936603_50e155d462_k-1.jpg?w=2048&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 732px) 100vw, 732px" /><figcaption id="caption-attachment-20443" class="wp-caption-text">Da Paraíba para o mundo! Petrúcio Ferreira é o atleta paralímpico mais rápido do planeta. Foto: Ale Cabral/CPB</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em>No terceiro dia de competições, o time Brasil já subiu no pódio 17 vezes e está em sexto no quadro de medalhas</em></h3>
<p>Recordes, bicampeonatos e 9 novas medalhas para os atletas paralímpicos brasileiros em Tóquio. O terceiro dia de competições no Japão rendeu ao time Brasil o sexto lugar no quadro de medalhas, são 17 no total &#8211; 6 de ouro, 4 de prata e 7 de bronze.</p>
<h4><strong>Atletismo</strong></h4>
<p>Mantendo a escrita de homem paralímpico mais rápido do mundo, <strong>Petrúcio Ferreira</strong> se consagrou bicampeão paralímpico na prova dos 100 metros rasos da classe T47. O brasileiro ainda quebrou o recorde paralímpico com o tempo de 10s53. O primeiro ouro de Petrúcio foi nos Jogos do Rio realizados em 2016.</p>
<p>A prova ainda teve outro brasileiro no pódio, <strong>Washington Júnior,</strong> de 24 anos, terminou em terceiro lugar garantindo mais uma medalha de bronze para o país.</p>
<p>No salto em distância, <strong>Silvânia Costa</strong> também levou o ouro. Favorita para a prova na classe T11, a mineira pode comemorar o bicampeonato, a primeira medalha de ouro veio em 2016.</p>
<p>Em uma disputa emocionante, <strong>Yeltsin Jacques</strong> venceu nos 5000 m da classe T11. O brasileiro foi ultrapassado na última volta e parecia que não iria conseguir, mas nos últimos metros, o atleta de Campo Grande deu o troco e cruzou em primeiro lugar.</p>
<p>Na manhã desta sexta-feira, horário de Brasília, o time Brasil ainda pode comemorar a dobradinha brasileira no arremeso de peso. <strong>Wallace Santos</strong> ficou com o ouro, na classe FS5, e de quebra se tornou o novo recordista mundial com 12,63 metros.</p>
<p>Na classe F37, também do arremeso de peso, <strong>João Victor Silva</strong> garantiu o bronze nos Jogos de Tóquio.</p>
<h4><strong>Natação</strong></h4>
<figure id="attachment_20442" aria-describedby="caption-attachment-20442" style="width: 623px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-20442" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/maria_carolina_natacao_paralimpiada_alecabral.jpg?resize=623%2C373&#038;ssl=1" alt="" width="623" height="373" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/maria_carolina_natacao_paralimpiada_alecabral.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/maria_carolina_natacao_paralimpiada_alecabral.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/maria_carolina_natacao_paralimpiada_alecabral.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/maria_carolina_natacao_paralimpiada_alecabral.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w" sizes="(max-width: 623px) 100vw, 623px" /><figcaption id="caption-attachment-20442" class="wp-caption-text">Maria Carolina Santiago leva bronze nas piscinas de Tóquio. Foto: Ale Cabral/CPB</figcaption></figure>
<p>Uma modalidade que rende muitos sorrisos e pódios para o Brasil. No terceiro dia de competições nas piscinas japonesas, os nadadores brasileiros conquistaram três medalhas. <strong>Wendell Belarmino</strong> levou o ouro na prova dos 50 metros livre S11. <strong>Gabriel Bandeira</strong> foi prata nos 200 metros livre S14 e <strong>Carol Santiago</strong> ficou com o bronze no 100 metros costa S12.</p>
<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>
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		<title>Gabriel Bandeira bate recorde paralímpico e leva ouro em Tóquio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2021 13:14:03 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_20382" aria-describedby="caption-attachment-20382" style="width: 591px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-20382" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/gabrielbandeira_miriamjeskecpb.jpeg?resize=591%2C334&#038;ssl=1" alt="tóquio" width="591" height="334" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/gabrielbandeira_miriamjeskecpb.jpeg?w=1011&amp;ssl=1 1011w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/gabrielbandeira_miriamjeskecpb.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/gabrielbandeira_miriamjeskecpb.jpeg?resize=768%2C434&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 591px) 100vw, 591px" /><figcaption id="caption-attachment-20382" class="wp-caption-text">Gabriel Bandeira é ouro em Tóquio. Foto: Miriam Jeske/CPB</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">As primeiras medalhas brasileiras em Tóquio são da natação. E Daniel Dias sobe no pódio pela vigésima quinta vez em Jogos Paralímpicos</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro ouro brasileiro nas Paralimpíadas de Tóquio veio nas piscinas e com um atleta estreante. Com 21 anos, Gabriel Bandeira venceu a prova de 100 metros borboleta da classe S14 e de quebra, ainda bateu o recorde com o tempo 54s76.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Acho que dentro do possível, [o ouro foi] mais do que o esperado. Tivemos um imprevisto. Ficamos mais tempo dentro do quarto do que o esperado. Tenho mais cinco provas. Foi bom quebrar o gelo com ouro [risos]&#8221;, disse Gabriel Bandeira em entrevista ao SporTV. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A primeira medalha do time Brasil foi a prata na classe S14 com Gabriel Geraldo Araújo, o Gabrielzinho, o atleta de 19 anos ficou atrás do chileno Alberto Abarza.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na disputa pelos 50 metros livre da classe S10, Phelipe Rodrigues garantiu o bronze.</span></p>
<p><b>25 vezes e não acabou ainda</p>
<p></b></p>
<figure id="attachment_20383" aria-describedby="caption-attachment-20383" style="width: 529px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-20383" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/alecabral_cpb.jpg?resize=529%2C394&#038;ssl=1" alt="tóquio" width="529" height="394" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/alecabral_cpb.jpg?resize=1024%2C762&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/alecabral_cpb.jpg?resize=300%2C223&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/alecabral_cpb.jpg?resize=768%2C571&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/alecabral_cpb.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 529px) 100vw, 529px" /><figcaption id="caption-attachment-20383" class="wp-caption-text">Daniel Dias, o rei das águas. Foto: Ale Cabral/CPB</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O início da aventura Paralímpica em Tóquio não foi exatamente como ele planejou. Assim que chegou ao Japão, Daniel Dias foi um dos atletas brasileiros que precisaram ficar em quarentena e o nadador começou um movimento para sensibilizar as <a href="https://portalcontexto.com.br/atletas-paralimpicos-brasileiros-sao-liberados-de-isolamento-no-japao/">autoridades japonesas</a>. </span><span style="font-weight: 400;">Deu certo e o brasileiro pode realizar a aclimatação antes do começo dos jogos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta manhã de quarta-feira, horário de Brasília, o brasileiro pode comemorar o vigésimo quinto pódio em Jogos Paralímpicos. Daniel Dias conquistou o bronze na prova de 200 metros livre na classe S5. A conquista reafirma a importância do nadador no esporte paraolímpico, ele é o maior nome da história da para-natação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pelas redes sociais, o maior das piscinas paralímpicas comemorou: </span><span style="font-weight: 400;">“Que alegria poder começar as Paralimpíadas com uma medalha! ?</span><span style="font-weight: 400;">Muito obrigado a todos pelo carinho e torcida! É um momento muito especial!”</span></p>
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		<title>Cerimônia abre os Jogos Paralímpicos de Tóquio </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Aug 2021 13:56:31 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_20329" aria-describedby="caption-attachment-20329" style="width: 1011px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-20329" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/miriamjeske_cpb.jpeg?resize=1011%2C571&#038;ssl=1" alt="cerimônia" width="1011" height="571" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/miriamjeske_cpb.jpeg?w=1011&amp;ssl=1 1011w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/miriamjeske_cpb.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/miriamjeske_cpb.jpeg?resize=768%2C434&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1011px) 100vw, 1011px" /><figcaption id="caption-attachment-20329" class="wp-caption-text">Festa brasileira na cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos de Tóquio. Foto: Miriam Jeske/CPB</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">D</span></em><em><span style="font-weight: 400;">elegação brasileira terá a missão de se manter entre os dez no ranking de medalhas</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Na manhã desta terça-feira, horário de Brasília, foi realizada a cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos de Tóquio. Sem público, a festa aconteceu no Estádio Nacional do Japão e teve como tema “Nós temos asas”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A delegação brasileira teve como porta-bandeiras Petrúcio Ferreira, do atletismo, e Evelyn Oliveira, da bocha. Participaram do desfile a técnica da classe BC4 da bocha e staff da atleta Evelyn, Ana Carolina Alves, e o diretor técnico do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Alberto Martins.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o desfile, em entrevista ao Sportv, Petrúcio Ferreira disse: &#8220;Neste momento, estou emocionado. Já chorei muito, mas foi um choro de alegria. Estar aqui, representando os atletas brasileiros, me deixa muito feliz. Gostaria que todos os outros atletas estivessem aqui, pulando e dançando, pois os brasileiros são os melhores do mundo. Obrigado, Brasil!”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Evelyn Oliveira comentou a sensação de estar na cerimônia de abertura e participar dos Jogos deste ano. </span><span style="font-weight: 400;">&#8220;Estou muito feliz por estar aqui. É uma honra poder representar o </span><span style="font-weight: 400;">esporte paralímpico e todos os atletas brasileiros. Muito obrigado, Brasil”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para esta edição, participarão 162 países, incluindo a equipe de Refugiados, e o Brasil, segundo o Comitê Paralímpico Brasileiro, tem a missão de seguir entre os dez melhores no ranking de medalhas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje à noite os brasileiros já começam a jornada por medalhas. A seleção brasileira de goaball enfrenta a Lituânia, às 21h, horário de Brasília. A natação começa nesta quarta-feira (25) e terá a participação do multimedalhista <a href="https://portalcontexto.com.br/atletas-paralimpicos-brasileiros-sao-liberados-de-isolamento-no-japao/">Daniel Dias</a>, Carol Santiago e Phelipe Rodrigues.</span></p>
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