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Com prata na maratona, Brasil se despede de Tóquio

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Com direito a aviãozinho! Alex Silva comemora prata na maratona. Foto: Ale Cabral/CPB

O último dia de competições em Tóquio foi de tirar o fôlego

Como manda a tradição em Jogos Olímpicos e Paralímpicos, a maratona é a grande atração do último dia de competições. O Brasil contava com cinco atletas para tentar mais um pódio em Tóquio, Alex Douglas Silva, na classe T46; Edineusa Boaventura e Edilene Teixeira, na classe T12; Vanessa de Souza, na classe T54; e Yeltsin Jacques também na T12, o vencedor da centésima medalha de ouro do Brasil em Paralímpiadas.

A medalha veio com Alex Silva. O maratonista terminou a prova em segundo lugar e cravou o novo recorde sul-americano, com o tempo de 2h27min. O primeiro lugar ficou com o chinês Li Chaoyan.

Perto da linha de chegada, Alex Silva aproveitou para fazer o “aviãozinho”, uma homenagem a Vanderlei Cordeiro de Lima, que quase venceu a maratona em Atenas 2004 e foi bronze naquela edição dos jogos.

Na classe T54, em que os atletas usam cadeiras de rodas, Vanessa de Souza, campeã da São Silvestre, terminou a prova na 12ª colocação.

Na classe T12 Edneusa dos Santos quase repetiu o feito na Rio 2016, quando terminou em terceiro, mas no Japão, ela ficou com o quarto lugar. Já Edliene Boaventura terminou na sétima posição. 

Dono de duas medalhas de ouro em Tóquio, Yeltsin Jacques não conseguiu concluir a prova e abandonou a maratona no quilômetro 21. 

Parabadminton

O Brasil ainda teve chance de medalha com o único representante do país na modalidade. De Curitiba, Vitor Tavares, na classe SH6, terminou a participação em Tóquio em quarto lugar, após ser derrotado pelo  britânico Krysten Coombs por 2 a 1. 

“Foi uma experiência muito boa, eu pratico o parabadminton há cinco anos e já estou aqui disputando os Jogos. Eu batalhei o máximo para trazer uma medalhar para o Brasil. Agora é pensar em Paris 2024”, disse sobre a trajetória dele em Tóquio. “Esse quarto lugar foi um resultado muito bom. Obrigado pela torcida de todos”, disse o curitibano. 

O Brasil se despede de Tóquio com a melhor campanha em Jogos Paralímpicos, foram 72 medalhas, como no Rio em 2016, mas o país bateu o recorde de vitórias, com 22 medalhas de ouro. 

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