IBGE pesquisa impacto da pandemia nas empresas

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Pesquisa Pulso-Empresa IBGE – Divulgação

Primeiros resultados serão divulgados na próxima quinta-feira (16)

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou a realização da Pesquisa Pulso-Empresa, para avaliar o impacto da pandemia da covid-19 nas empresas nos setores da indústria, construção, comércio e serviços. A coleta das informações começou no dia 15 de junho e está sendo feita por telefone com cerca de duas mil empresas.

Os resultados serão divulgados quinzenalmente e estarão disponíveis no site: covid19.ibge.gov.br, com informações para o país e grandes regiões. A primeira divulgação trará comparações entre a primeira quinzena de junho e o período anterior ao início da pandemia, em 11 de março. As demais trarão comparações com a quinzena imediatamente anterior.

O coordenador da pesquisa, Flávio Magheli, disse que o objetivo do estudo é acompanhar e avaliar a evolução e a incidência de alguns efeitos da pandemia sobre um conjunto diversificado de empresas.

“Nós temos o interesse de ter uma pesquisa rápida, em que a gente procura investigar empresas de diferentes tamanhos e espalhadas pelo território, entramos em contato por telefone, para ter uma percepção rápida sobre determinada temática. No nosso caso a intensidade do impacto sobre alguns temas”.

O coordenador do projeto, Alessandro Pinheiro, explicou que uma pesquisa-pulso tem o objetivo de fazer uma análise imediata dos dados. “É como um termômetro, ou seja, você precisa começar a medir logo a temperatura do paciente, nesse caso as empresas brasileiras, para que ele não tenha complicações mais sérias e você poder subsidiar políticas que vão dar respostas, tanto no campo público como no privado, com estratégias empresariais, aos efeitos da pandemia.”

“Com esses dados, vamos estimar, por exemplo, o percentual de empresas que interromperam as atividades, mesmo que temporariamente. A proporção de empresas que consideraram ter dificuldade ou facilidade em atender seus clientes, em ter acesso aos seus fornecedores. Quantas adotaram trabalho domiciliar, anteciparam férias dos funcionários, entre outros”, detalha o coordenador da pesquisa, Flávio Magheli.

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