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Varanda Lagoon: quatro restaurantes e uma vista fantástica

Inaugurado no fim do ano passado, o Varanda Lagoon fica no local onde já funcionou o antigo Estádio de Remo da Lagoa Rodrigo de Freitas, e posteriormente o Lagoon Gourmet. Fechado desde 2018 por disputas judiciais, o espaço reabre agora repaginado e com quatro opções de restaurantes: Evoo Cucina Italiana, Pato com Laranja, Pata na Brasa e UM Gastronomia. A varanda com teto retrátil tem uma vista fantástica da Lagoa – uma das mais belas do Rio – e nela os clientes podem escolher, na mesma refeição, pratos de todos os cardápios. Fui conferir a novidade no último sábado e optei por provar os sabores do Pata na Brasa, de carnes e frutos do mar feitos na parrilla. Saiba o que achei na coluna Contexto Carioca! 😉

Varanda Lagoon
Ambiente requintado, boa gastronomia e uma linda vista são as atrações do Varanda Lagoon

Outro dia, dando uma volta de bike pela Lagoa, percebi como este ponto turístico do Rio está cheio de novidades. Primeiro, vi a recém-inaugurada filial do sushi bar Mandarim, ali no Parque do Cantagalo. Adiante, dei de cara com o Master Chef Nas Nuvens, que ficará montado até abril e oferece uma experiência curiosa: refeições em uma estrutura elevada a 50 metros por um guindaste! Vi também que a Amstel está terminando de construir um quiosque ali no Parque dos Patins. Outra novidade que me chamou atenção foi o Varanda Lagoon, ocupando um espaço que dava pena de ver ocioso – principalmente após o fechamento do Blue Note Rio, que era um oásis de boa música.

Varanda Lagoon
Assado de Tira, do Pata na Brasa: corte argentino de costela bovina no sentido transversal aos ossos

Fui conferir com a família no sábado passado. O espaço é muito bonito e amplo, com mesas de diferentes formatos, sofás, um grande bar no centro. Entre as opções de restaurantes, escolhi o Pata na Brasa. Afinal, já conhecia o UM Gastronomia desde a inauguração da filial Barra, na Ilha da Coroa (fiz até uma coluna no início de 2021). Também não estava a fim de comer massa (Evoo Cucina Italiana) nem sushi (Pato com Laranja). Para abrir os trabalhos, pensei no palmito pupunha com molho de ervas (R$ 48). Porém, mudei de ideia quando vi que ele podia ser o acompanhamento a que teria direito de escolher para o prato principal (além de 1 molho). Então, fui direto ao assunto: Assado de Tira (R$ 160) – costela bovina cortada no sentido transversal aos ossoscom palmito pupunha e molho chimichurri.

Varanda Lagoon
O palmito pupunha com molho de ervas é umas das opções para acompanhamento dos pratos

A combinação funcionou! A carne estava macia e extremamente saborosa, em ponto perfeito. O molho chimichurri caiu como uma luva: delicioso. O palmito pupunha estava bastante macio, apenas com pequenas partes um pouco mais fibrosas, o que considero normal quando se trata de palmito. A quantidade é ideal para servir bem uma pessoa – não aconselho dividir o prato se a fome for grande. Para bebericar, escolhi o “Sunset” (R$ 39, com Gordon’s): gin, maracujá, suco de manga, tangerina, limão siciliano, xarope de gengibre e tônica. Saboroso, refrescante e com o teor alcóolico que um bom drink deve ter. De sobremesa, bolo de aipim com sorvete (R$ 25): interessante o contraste do bolo quentinho com o sorvete de creme. Curti! 🙂

Varanda Lagoon
Bolo de aipim com doce-de-leite e sorvete de creme: contraste interessante de temperaturas

DICA CARIOCA

A dica desta semana é a apresentação da cantora Arícia Mess no Festival Levada (@festivallevada), dia 02/02 às 20h30, com transmissão ao vivo pelo YouTube. Esta é a décima edição do festival, que mantém sua missão de apresentar artistas independentes que já possuem uma carreira, e outros que estão no início de suas jornadas, mas com pouca projeção. A primeira série de shows foi realizada no palco do Teatro Rival, e agora as apresentações ocorrem no LabSonica do espaço Oi Futuro. Já se apresentaram nesta edição nomes como Jonathan Ferr, Patricia Polaine, Juliana Linhares e as bandas Maglore, Carne Doce e Foli Griô Orquestra.

Nascida em Niterói, hoje radicada em São Paulo, a cantora Arícia Mess iniciou a carreira nos palcos cariocas nos anos 90. Seu repertório antenado mistura a música negra do mundo aos ritmos afro-brasileiros. Suas apresentações ao vivo são marcadas pela teatralidade cheia de expressividade. A cantora tem 3 discos lançados: “Onde mora o segredo” (2011), “Cabeça Coração” (2015) e “Versos do Mundo” (2021). Vale a pena conferir!

OUÇA AQUI O SOM DE ARÍCIA MESS E OUTROS ARTISTAS DO FESTIVAL LEVADA NA PLAYLIST DA COLUNA DESTA SEMANA!

Conheça outras descobertas de Gabriel Versiani pelo Rio de Janeiro em outras edições da coluna Contexto Carioca aqui!

Acompanhe o colunista @gabrielversiani.rj também no Instagram!

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