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Instituto Besc vai ao Rio Grande do Sul em busca de soluções para redução do custo logístico do Estado

Rio Grande do Sul
Comitiva do Instituto Besc no Rio Grande do Sul (em zigue-zague) : Prof. Aurélio Murta, Marcelo Perrupato, Renato Simenauer, Alexandre Gazzi, Roberto Dexheimer, Jussara Ribeiro, Silvio Campos, Everton Marchioro, Júlio Nishida, José Wellington e Paulo Menzel. Foto: divulgação

Além de realizar a 34ª ASPEN, comitiva conheceu diversas empresas e instituições da região

Entre os dias 19 e 20 de agosto, conselheiros do Instituto Besc de vários estados do Brasil, liderados por sua presidente, Jussara Ribeiro estiveram no Rio Grande Sul e participaram de várias reuniões e visitas técnicas para conhecer os empreendimentos do estado, e buscar soluções para aumentar a competitividade da região por meio da redução do custo logístico.

Além da presidente, participaram da comitiva os conselheiros Ruben Bisi, Alexandre Gazzi, Júlio Nishida, Renato Simenauer, Silvio Campos, Aurélio L. S. Murta, José Wellington, Roberto Dexheimer, Marcelo PerrupatoPaulo Menzel.

As reuniões e visitas técnicas aconteceram na quinta-feira (19), e na sexta-feira (20) foi realizada a 34ª edição da ASPEN (Assembleia Permanente pela Eficiência Nacional), evento realizado mensalmente pelo Instituto Besc para contribuir com a sociedade no enfrentamento da pandemia para o desenvolvimento econômico do Brasil.

A Edição gaúcha da ASPEN teve como tema o alto custo logístico do Rio Grande do Sul, e gerou conteúdo de altíssimo nível que você pode assistir aqui. O evento teve como palestrantes Augusto Nardes, ministro de Tribunal de Contas da União; Gustavo Ene, secretário de Desenvolvimento da Infraestrutura do Ministério da Economia; Luis Carlos Heinze, senador pelo Rio Grande do Sul; Marcello da Costa Vieira, secretário Nacional de Transportes Terrestres do Ministério da Infraestrutura; Paulo Caleffi, deputado federal pelo Rio Grande do Sul; Paulo Menzel, presidente da Câmara Brasileira de Logística e Infraestrutura – CAMARALOG; Ronei Glanzmann, secretário Nacional de Aviação Civil, Ministério da Infraestrutura; Tito Silva, diretor do Departamento de Política e Planejamento Integrado do Ministério da Infraestrutura.

Jussara Ribeiro destacou no encerramento do evento, a grandiosidade do estado do Rio Grande de Sul e do seu povo ”que carrega o empreendedorismo nas veias”, e ainda recomendou que os brasileiros conheçam o estado e seus empreendimentos. Confira um pouco do que o Instituto Besc conheceu de perto durante as visitas técnicas.

Randon uma marca brasileira de presença global

A comitiva do Instituto Besc  foi recebida com almoço pelo CEO da Randon, Daniel Randon. Foto: divulgação

A comitiva do Instituto Besc foi recebida em almoço pelo CEO e presidente da Randon, Daniel Randon, depois de ter conhecido a carreta com tração elétrica e o parque produtivo da empresa. A empresa, que tem 72 anos de história, foi fundada pelos irmãos HercílioRaul Randon, a partir de uma oficina mecânica para reforma de motores de caminhões e tornou-se essa potência industrial brasileira.

O Grupo Randon possui marcas fortes e é um conglomerado de nove companhias, todas líderes em seus segmentos de atuação, com sede na cidade de Caxias do Sul. Está presente em 120 países, com 13 mil funcionários, 7 centros de distribuição, 6 joint ventures e 3 unidades técnicas industriais do setor de soluções para o transporte.

O grupo reúne fabricantes de autopeças, implementos rodoviários e veículos, além de um banco cativo para financiamento de fornecedores e clientes.

O grupo é dividido em três segmentos: montadoras (implementos, vagões ferroviários e veículos especiais), autopeças (fabricantes de lonas, pastilhas, sistemas de freio, eixo, suspensão, conjunto de articulação e acoplamento), serviços financeiros e digitais (banco, administração de consórcios e suporte às vendas). A transformação cultural veio para estimular os investimentos e a inovação e tecnologia com a Random Venture, aRTS Industry, a CTR Innovation Lab e a Aceleradora Conexo.

A empresa desenvolve soluções para o transporte apoiados na valorização das pessoas com princípios de geração de lucro com sustentabilidade.

Com investimentos maciços em tecnologia e inovação, a Randon se preocupa com a geração de empregos com qualificação profissional, dentro de uma perspectiva de mudanças completas no cenário de trabalho global, com tecnologia de ponta na produção baseado na indústria 4.0, sem abandonar os recursos da indústria 2.0.

 

Marcopolo

A comitiva do Instituto Besc foi à fábrica da Marcopolo para conhecer o Ônibus Elétrico, o veículo leve sobre trilhos (VLT) e o novo ônibus rodoviário geração 8. Na ocasião, puderam conhecer além dos produtos, o sistema produtivo da empresa e seus equipamentos.

Por serem produtos específicos, sua produção segue o método produtivo Just in Time, ou seja, a fabricação ocorre apenas sob encomenda, sem a necessidade de estocagem de produtos acabados.

A Marcopolo S.A. é uma empresa multinacional brasileira fabricante de carrocerias de ônibus, também sediada em Caxias do Sul, com produtos comercializados e personalizados em 120 países dos cinco continentes. Possui 10 fábricas espalhadas em todo mundo. As empresas que compõem o grupo são: Marcopolo, Volare, Neobus, Fundação Marcopolo, Moneo e Marcopolo Rail.

Responsável por quase metade da produção nacional, é a maior encarroçadora da América Latina e terceira maior do planeta, com produção diária média de 115 unidades por dia. Com soluções em biossegurança urbana para espaços e transportes.

Além da América do Sul conta com fábricas nos continentes americano, africano e asiático. Criada inicialmente com o nome de Nicola e Cia (1949) pelos irmãos Dorval, Nelson, João e Doracy a partir de uma oficina de chapeação e pintura de cabines, veio a se tornar Marcopolo em 1971 graças ao sucesso do primeiro ônibus monobloco montado sobre a plataforma Mercedez Benz, que recebeu o nome do grande viajante e navegador veneziano. Uma grande empresa brasileira pelas estradas do mundo.

 

Agrale – Visita à fábrica para conhecer Caminhão Elétrico FNM

Visita técnica na Agrale. Foto: divulgação

Na visita à Empresa Agrale, a presidente do Instituto Besc, Jussara Ribeiro e demais conselheiros conheceram o processo de produção e montagem de alguns dos veículos da marca.

Fundada como Agrisa – Indústria Gaúcha de Implementos Agrícolas S.A., no município de Sapucaia do Sul – RS em 1962, inicialmente montava pequenos tratores e cultivadores mecânicos, sob licença da marca alemã Bungartz. Devido à troca de controle acionário, em 1965 sua produção foi transferida para Caxias do Sul, alterando o nome para Agrale Tratores e Motores S.A..

Atualmente conta com quatro plantas fabris no Brasil, sendo três em Caxias do Sul, onde monta caminhões leves e pesados, tratores, micro-ônibus e chassis, e outra em São Mateus, no Espírito Santo, responsável pela montagem de caminhões médios.

Na Argentina mantém uma unidade na cidade de Mercedes, onde produz chassis para ônibus, caminhões e tratores, além de uma divisão administrativa em Buenos Aires.

 

Universidade de Caxias do Sul (USC) e MobiCaxias

A comitiva esteve também na Universidade de Caxias do Sul, onde teve a oportunidade de conhecer três programas de grande importância para o desenvolvimento científico e tecnológico do estado e do país.

O primeiro deles é o UCSGRAPHENE, primeira e maior planta de produção de grafeno em escala industrial da América Latina instalada por uma universidade. Está em operação desde março de 2020 e reúne o conhecimento adquirido em 15 anos de pesquisas em nano materiais, o que permite gerar grafeno de alta qualidade para a prestação de serviços tecnológicos inovadores. A origem e a inserção no universo acadêmico são diferenciais do UCSGRAPHENE, assegurados por uma equipe multidisciplinar do Parque de Ciência, Tecnologia e Inovação – TecnoUCS e também por acordos de cooperação com universidades nacionais e internacionais para a realização de pesquisas, projetos, serviços tecnológicos e capacitação técnico-científica.

O segundo programa é o MobiCaxias, formado por diversos setores da sociedade que discute e propõe soluções para uma Caxias 2040. O movimento iniciou em 2014, na época com a participação de trinta e três organizações, tendo como objetivo identificar e elencar um conjunto de ações que poderiam ampliar o desenvolvimento econômico-social de Caxias do Sul.

E o terceiro programa é o TecnoUCS (Parque de Ciência, Tecnologia e Inovação), que tem como objetivo fundamental promover a conexão entre os atores do desenvolvimento, levando para o mundo empresarial, poder público e sociedade, o conhecimento produzido na Universidade, em forma de Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), transferência de tecnologia, prestação de serviços tecnológicos e desenvolvimento de negócios inovadores de base tecnológica. O TecnoUCS opera com desenvolvimento e gestão de conhecimento, fazendo a conexão entre o “mundo da ciência e tecnologia” e o “mundo empresarial”. Não tem, portanto, finalidade de produção de bens, mas de contribuir com a transformação das empresas em prol da inovação e, consequentemente, do aumento da competitividade.

 

Sobre o Instituto Besc

O Instituto tem como propósito promover o estudo e o conhecimento de todos os núcleos do saber por meio de seminários, conferências, estudos e pesquisas que possibilitem o debate de ideias, a troca de experiências e a realização de ações para o desenvolvimento econômico e humano do brasileiro, para uma vida sustentável no Planeta.

Focado nos aspectos econômicos e humanos, o Instituto Besc reúne dirigentes, especialistas de organizações privadas, públicas e não-governamentais, estudantes e estudiosos de problemas nacionais e continentais. Juntos, eles discutem temas que beneficiam e interessam os brasileiros, buscando a integração de todas as regiões do Brasil para o bem-estar e a prosperidade de sua população.

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