Auxílio emergencial é prorrogado por mais dois meses

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O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, e o presidente da CEF, Pedro Guimarães. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil.

Governo estuda dividir cada nova parcela de R$ 600 em dois pagamentos ao longo do mês

O presidente Jair Bolsonaro assinou na tarde desta terça-feira (30) o decreto que prorroga, por mais dois meses, o auxílio emergencial de R$ 600, destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos, desempregados e pessoas de baixa renda durante a pandemia da covid-19.

As duas parcelas extras de R$ 600 (R$ 1.200 para mães solteiras) do auxílio emergencial poderão ser desmembradas e pagas em várias vezes, anunciou o ministro da Economia, Paulo Guedes. A ideia do governo é dividir o auxílio ao longo do mês, depositando uma parte dos R$ 600 no início e o restante no fim do mês.

De acordo com o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, não será necessário um novo cadastro para receber as novas parcelas do auxílio. Todos aqueles que tiverem o benefício aprovado receberão os pagamentos normalmente.

“Temos 65 milhões de pessoas aprovadas, temos um milhão de pessoas que a Dataprev ainda está analisando, então todas essas pessoas receberão não só as três parcelas, mas agora as cinco parcelas”, afirmou Guimarães a jornalistas.

O calendário de pagamento das novas duas parcelas do programa ainda será anunciado pelo governo. “Nós estamos conversando, devemos anunciar muito em breve, com o ministro [da Cidadania] Onyx [Lorenzoni], como será esse cronograma.”, disse Guimarães.

Para quem preenche os requisitos para obter o auxílio emergencial, o prazo para novos cadastros termina nesta quinta-feira, dia 2 de julho. Até agora, mais de 124 milhões de solicitações foram realizadas e cerca 65 milhões de pessoas foram consideradas elegíveis. Outras 41,5 milhões, segundo o Ministério da Cidadania, foram apontadas como inelegíveis, por não atenderem aos critérios do programa.

 

 

*Com informações da Agência Brasil

 

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