3 passos para ter Inteligência de Negócios “BI”na sua empresa [Dados Descomplicados]

Se você tem empresa, sabe e entende a necessidade de analisar dados e a relevância deles em cada tomada de decisão dentro da sua estratégia. Antes de falar os pontos mais importantes para você implementar BI no seu negócio vale a pena explicar o que ele é.

O conceito de Inteligência de Negócios na verdade trata de um conjunto de técnicas e estratégias que possibilitam que você tenha vantagens competitivas em relação aos seus concorrentes.

Ele se baseia em técnicas de coleta, análise e padronização de dados. Seu objetivo é desenvolver estratégias de negócio para empresas através de visão histórica, atual e futura dos dados. Essas informações possibilitam analises de retorno de investimento, facilitam o crescimento da empresa e fundamentam decisões.

Como curiosidade, é interessante saber que o termo Inteligência de Negócios (do inglês “Business Intelligence”) não é algo novo. O fato é que o termo surgiu em 1865 no livro “Cyclopaedia of Commercial and Business Anecdotes” escrito por Richard Devens – vale a leitura!

Ele narra a história de Henry Firnese, banqueiro que lucrou mais que seus concorrentes ao basear suas decisões em informações coletadas e analisadas sobre o meio ambiente. Esse conceito só se popularizou nas últimas décadas por causa da evolução tecnológica que viabilizou maior armazenamento e análise de dados.

Disponível em: http://www.wordinfo.info. Acesso em: 27 abr. 2010. (Foto: Reprodução/Enem)

Agora que você já sabe um pouco mais de BI, vale a pena avaliar se consegue e como consegue implementar algumas diretrizes para analisar a gama de informações que passam pela sua empresa e que, muitas vezes, os empresários nem percebem:

 

#1 Analise o seu padrão de cliente

Antes mesmo de abrirmos uma empresa somos orientados e devemos ter nossa meta de cliente, quem é o nosso “avatar”. Entretanto, ao longo dos meses e anos, esse cliente se adapta e começamos a entrar em nichos que podemos não entender tanto.

Vale a pena começar a coletar e enquadrar esses clientes em certos padrões para que sejam traçadas novas estratégias.  Estamos na era da informação, temos tráfico de dados para todos os lados, conseguir armazená-los de forma coerente e com valor não é fácil.

Comece estruturando os principais! Um caso bem interessante de como conhecer o seu cliente ocorreu nos EUA, quando a TARGET (empresa varejista), através de estatísticas geradas em informações coletadas de compras, descobriu que uma mulher estava grávida antes mesmo que ela soubesse!

 

#2 Abandone suas planilhas em Excel. Automatize-se!

A partir do momento que você tem um processo maduro, ou seja, tem certeza que tudo que passa pela sua empresa consegue ser enquadrado nas etapas previstas, vale a pena sistematizar!

Isso significa que você consegue automatizar esses processos e armazenar suas informações em banco de dados (sistemas destinados a gravar suas informações e deixá-las sempre disponíveis) – em uma nuvem, por exemplo. Ser humano não foi feito para executar, foi feito para pensar.

Fonte desconhecida.

#3 Deixe a informação girar!

Muitas empresas são bem-sucedidas em armazenar dados, mas fracassam na hora de compartilhá-los com sabedoria. Já dizia a frase de W. Edwards Deming, traduzido como “Em Deus nós acreditamos, mas todos os outros tem que trazer dados”.

Se todos os seus colaboradores conseguissem entender bem o cenário atual da empresa e tivessem acesso aos mesmos dados, todos estariam caminhando para a mesma direção!

O mesmo no sentindo contrário, se todos fossem capazes de gerar dados, mais conteúdo a ser explorado a sua empresa teria.

Uma das vantagens de se analisar dados é conseguir quantificar o que funciona e o que não, use essas informações para revalidar e melhorar os processos já estabelecidos. “O que não é quantificado não pode ser melhorado”.

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