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Taxas de ocupação de leitos covid no Brasil entra na faixa verde

taxas de ocupação
Foto: Adhy SavalaUnsplash

A cor verde indica que as taxas de ocupação estão inferiores a 60% em todos os estados e no Distrito Federal

Uma boa notícia para esta sexta-feira. A Fiocruz divulgou o Boletim do Observatório Covid-19 é mostra pela primeira vez , desde julho de 2020, que as taxas de ocupação de leitos de UTI para a Síndrome Respiratória Aguda (SRAG) e Covid-19 se encontram inferiores a 60% em todo país, com isso, o todo mapa aparece verde.

Assim, o Brasil vive um momento fora da zona de alerta, mas segundo os pesquisadores responsáveis pelo documento, ainda é preciso atenção. “É importante destacar que esta queda encontra-se acompanhada de taxas ainda significativas de [Síndrome Respiratória Aguda Grave] SRAG e incidência de mortalidade por Covid-19”.

taxas de ocupação
Imagem: Boletim do Observatório Covid-19 da Fiocuz

O resultado, de acordo com os pesquisadores, está relacionado com o sucesso na campanha de vacinação contra a covid-19. Segundo os dados atuais do Ministério da Saúde, 82% da população receberam a primeira dose, 74% a segunda e 34% já têm a dose de reforço.

Os cientistas ainda revelam preocupação com dois grupos, os extremos da pirâmide etária, e recomendam que no caso idosos, que por causa da idade são considerados grupo de risco, seja adotada a busca ativa para vacinar este grupo, pois muitos ainda não fizeram a D3, e precisarão também realizar a quarta dose, no momento, indicada para maiores de 80 anos.

Do outro lado estão as crianças de 5 a 11 anos, um grupo que ainda não aderiu de fato a campanha de vacinação. “É importante a vacinação contra a Covid-19 para crianças, assim como as demais vacinas do calendário infantil. A população em geral, também deve realizar o esquema completo de vacinação”, pontuam os cientistas.

Vários estados brasileiros e o Distrito Federal tornaram o uso de máscara facultativo, mas os cientistas seguem recomendando a proteção. “Consideramos prudente a manutenção do uso de máscaras para determinados ambientes fechados, com grandes concentrações de pessoas (a exemplo dos transportes coletivos) ou abertos em que haja aglomerações”, recomendam. 

Como referência, o Boletim indica as Recomendações sobre o uso de máscaras no atual cenário epidemiológico – Quem, quando e qual máscara utilizar, documento elaborado pela Associação Médica de Infectologia. Entre os elegíveis estão os seguintes grupos populacionais: população mais vulneráveis, imunossuprimidos, pessoas com mais de 60 anos (principalmente com doenças crônicas) e gestantes.

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