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Novo aumento da Selic é considerado equivocado pela CNI

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Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

CNI entende que país já vive um momento de desaceleração da inflação

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, decidiu por uma nova elevação na taxa básica de juros, a Selic, que agora será de 13,75% ao ano. Desde março de 2021, o BC vem optando em aumentar a taxa.

A justificativa do Banco Central segue a mesma: o aumento vem na tentativa de controlar a inflação brasileira. Por outro lado, os setores produtivos reagiram, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) considera equivocado o novo aumento.

De acordo com o presidente da entidade, Robson Braga de Andrade, desde dezembro de 2021, a taxa de juros real já supera o patamar suficiente para desacelerar a inflação nos próximos meses, em razão de seus efeitos restritivos e negativos sobre a atividade econômica.

“A CNI entende que, neste momento, o novo aumento da taxa de juros é dispensável para o combate da inflação e trará custos adicionais desnecessários para a atividade econômica, com reflexos negativos sobre consumo, produção e emprego”, afirma Robson Andrade.

Ainda na avaliação da CNI, a desaceleração da inflação está sendo reforçada pelo recuo nos nos custos da energia elétrica, telecomunicação, dos combustíveis e do transporte coletivo. Assim, a entidade entende que para julho e agosto a expectativa seria de deflação.

Considerando os fatores acima, a expectativa de inflação para o fim deste ano seria de 7,15%, de acordo com a previsão do Boletim Focus do BC. Para 2023, o recuo da inflação é algo esperado e também, previsto no Boletim Focus, e deverá ser de 5,33%

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