fbpx

Fim do P, M e G: ateliê investe na produção de roupas personalizadas

Créditos: Agência CNI de Notícias

Através do escaneamento corporal, empresa realiza modelagem e vestes únicas para um determinado tipo de corpo

Você é uma daquelas pessoas que sofre para encontrar o tamanho de roupa ideal? E aí vem aquele sentimento de que os fabricantes ainda não conseguiram compreender as medidas do seu corpo? Saiba que essa é uma frustração que pode estar com os dias contados. O ateliê 4.0, criação do especialista em moda 3D, Cairê Moreira Rosário, desenvolveu uma tecnologia que cria roupas feitas sob medida para o seu corpo. A inovação colocou o estilista entre os destaques da lista Under 30, colocação da revista Forbes no qual ranqueia os melhores empreendedores jovens.

O objetivo é dar liberdade de criação e expressão para quem irá usar as peças, sem a imposição de padrões. “As novas gerações têm um desejo pelo novo, a maioria tem problemas em chegar numa loja de varejo e a roupa não encaixa no seu tipo de corpo. Junto dessas duas informações passei a oferecer para os meus clientes opções e eles falaram que era impossível, não tinha como, então junto com a animação 3D pensei em soluções. A tecnologia e a inovação me ajudaram a mudar o conceito de fabricação de roupas”, destaca Cairê.

Como funciona?

Na plataforma produzida, sensores ajudam a reproduzir uma réplica digital do corpo do cliente. O escaneamento corporal com design tridimensional funciona como base para modelagem e corte das peças. “Para tirar medida no lugar da fita métrica eu usava um scanner 3D, onde eu digitalizava o corpo do cliente e desenvolvia a roupa no computador. A técnica da indústria 4.0, me ajudou a tirar o projeto do papel, escalável e monetizar”, ressaltou o estilista.

A ferramenta levou cinco anos de estudos e integração entre soluções em diferentes áreas como engenharia, games, animações, têxtil e confecção.

Além da tecnologia, Cairê Moreira também é o fundador da empresa Genys, pioneira no Brasil na produção de modelos digitais. Para reduzir o custo com agências e fotógrafos, a organização desenvolveu a primeira modelo virtual brasileira, Mia, que é utilizada para divulgar as peças da organização.

Moda e Tecnologia

Roupas
Créditos: Agência CNI de Notícias

Com especialização em animação 3D, Cairê Moreira começou a vida no marketing digital e tinha uma carteira de clientes de moda, em São Paulo. Para aumentar as vendas dos seus clientes, Moreira efetuou uma pesquisa e identificou o que as pessoas mais têm procurados no ramo das vestimentas. Ao final, Moreira percebeu que o público ansiava por roupas mais personalizadas. Um moletom, por exemplo, pode ganhar novos cortes e tendências e deixando de lado aquele modelo tradicional e que não encaixa no seu corpo.

“Além de inovador, esse método pode mudar nosso pensamento em relação a tamanhos padronizados pela indústria, nos quais todos temos que nos adaptar. E poderá servir tanto para a peça única como para a produção em escala”, diz Moreira, que aponta para um futuro no qual não precisaremos comprar modelos pré-fabricados.

*Com informações da Agência CNI de Notícias.

Ler esta notícia me deixou:
Open chat
Olá,
Agradecemos o seu contato! Como podemos te ajudar?