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Estudantes brasileiros participam de competição internacional

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Foto: divulgação

Estudantes de Santa Catarina representam o país na Olimpíada Internacional Quanta Índia 

Quatro estudantes do Ensino Médio do Colégio Salvatoriano Nossa Senhora de Fátima, de Florianópolis, participam de uma competição internacional neste mês.  A Olimpíada Internacional Quanta Índia, promovida pela City Montessori School, é realizada desde 1994 e neste ano terá participantes de 29 países.

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Heloísa Jonck Hammes
Créditos: divulgação

As alunas Beatriz de Quadros Schmitt e Heloísa Jonck Hammes, ambas de 17 anos, contam que conhecer novas culturas, fazer amizades e ampliar conhecimentos para além das paredes da sala de aula são alguns dos benefícios de participar de uma olimpíada internacional.

A equipe brasileira ainda conta com a coordenação do professor Weber Campos e a participação dos alunos:  Luiza de Quadros Schmitt,15, e José Antônio Becker Thomaz, 18.

Para o professor, eventos como esse têm muitas outras vantagens para os jovens. “Uma competição assim incentiva a preparação para grandes universidades e processos seletivos, desenvolve o trabalho em equipe, desperta o senso crítico, potencializa o raciocínio, a comunicação e a expressão dos estudantes, aprimora as técnicas das questões contextualizadas e valoriza a pesquisa como fonte de conhecimento”, enumera.

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Luiza de Quadros Schmitt
Créditos: divulgação

As perguntas da competição são feitas em inglês e as respostas também são em inglês. E para os estudantes, o idioma faz parte do desafio. Para Heloísa, o mais complicado é mesmo responder de forma assertiva aos questionamentos feitos pelos organizadores. “As perguntas têm um nível de dificuldade bem mais alto do que as olimpíadas nacionais. Elas apresentam formas diferentes de interpretação das disciplinas que nós já conhecemos, então saber a resposta certa, com certeza, é a parte mais desafiadora”, avalia.

Memórias de edições anteriores

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Beatriz de Quadros Schmitt
Créditos: divulgação

Experientes em olimpíadas, Heloísa e Beatriz já são veteranas também na Quanta Índia. Em 2020, elas fizeram parte da equipe que representou o colégio na competição – e guardaram lições valiosas para a edição deste ano. “O principal aprendizado é a importância de manter a calma e a confiança nas nossas próprias aptidões, porque somos plenamente capazes de competir com pessoas de todas as partes do mundo. E, acima de tudo, é fundamental se divertir durante todo o desafio”, afirma Beatriz.

Dentre os muitos momentos marcantes vivenciados no ano passado, a estudante destaca um instante que fortaleceu a união, o orgulho e a amizade. “A melhor lembrança que eu tenho foi ver uma colega participar da fase oral do teste de Matemática, demonstrando as nossas melhores qualidades para o mundo, marcando a nossa equipe como uma verdadeira força a ser reconhecida em âmbito mundial”, recorda.

Ensinar pela experiência

Parte de um projeto mais amplo do colégio, a Quanta Índia é a realização de um objetivo: ensinar por meio da vivência. “Estar em uma competição como essa dá a sensação de que o mundo é pequeno, porque encontramos estudantes do mundo inteiro. Essas vivências são fundamentais para o crescimento dos nossos alunos não apenas na carreira acadêmica, mas como seres humanos, diz Souza.

O professor explica que, depois de várias experiências em olimpíadas nacionais, ficou claro que esse tipo de iniciativa contribui de forma significativa para o aprendizado. “Participar de qualquer desafio olímpico do saber já é um ganho importante para a formação cognitiva, cidadã e empreendedora do estudante. A participação em olimpíadas internacionais, como a da Quanta, é uma conquista não só pelo prêmio e pelo reconhecimento, mas pelo amplo conhecimento científico de práticas que só enriquecem o currículo do estudante e dos professores.”

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José Antônio Becker Thomaz
Créditos: divulgação

Para incentivar a preparação dos jovens durante todo o ano, o colégio criou o Grupo de Estudos Olímpicos, com ambientes de debate, pesquisas científicas e estratégias metodológicas para cada tipo de olimpíada. No caso da Quanta, os treinamentos começaram no início do ano, trabalhando assuntos relacionados à sustentabilidade, políticas internacionais e economia global. “A equipe formada pelos quatro estudantes precisa estar conectada o ano inteiro. Eles precisam conviver entre si, porque um depende da segurança do outro. Promovemos o diálogo, a valorização da opinião de cada um, a prática do inglês e atividades relacionadas ao raciocínio lógico”, detalha Souza.

A edição de 2021 da Quanta Índia vai até o domingo (12), de forma online. Os estudantes do Colégio Salvatoriano Nossa Senhora de Fátima competem, sempre em duplas, nas seguintes modalidades: Raciocínio Lógico, Atualidades, Artes e Competição Surpresa. Todos os participantes recebem medalhas de honra ao mérito e os vencedores também participam de divulgações internacionais da competição.

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