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	<title>Arquivos pesquisa cientifica - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos pesquisa cientifica - Portal Contexto</title>
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		<title>Pesquisador de Brasília desembarca no Ártico</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jul 2023 18:23:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo de musgos que sobrevivem a condições extremas podem trazer resultados promissores para o agronegócio e no desenvolvimento de medicamentos antimicrobianos, antitumorais e cosméticos. O professor Marcelo Henrique Soller Ramada, de 36 anos, é um dos cinco pesquisadores que integram a primeira expedição brasileira ao Círculo Polar Ártico. À frente do Projeto Briotech da Universidade [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_34829" aria-describedby="caption-attachment-34829" style="width: 1024px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-34829 size-full" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Julho_UCB_Artico_divulgacao.jpg?resize=1020%2C574&#038;ssl=1" alt="pesquisador" width="1020" height="574" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Julho_UCB_Artico_divulgacao.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Julho_UCB_Artico_divulgacao.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Julho_UCB_Artico_divulgacao.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-34829" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em>Estudo de musgos que sobrevivem a condições extremas podem trazer resultados promissores para o agronegócio e no desenvolvimento de medicamentos antimicrobianos, antitumorais e cosméticos.</em></h3>
<p>O professor Marcelo Henrique Soller Ramada, de 36 anos, é um dos cinco pesquisadores que integram a primeira expedição brasileira ao Círculo Polar Ártico. À frente do <strong>Projeto Briotech</strong> da Universidade Católica de Brasília (UCB), dentro do Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR), Ramada coordenou três expedições à Antártica para estudar os musgos que compõem a vegetação do continente mais gelado do planeta. A Operação Ártico I teve início neste sábado (8) com destino à Longyearbyen, capital de Svalbard, na Noruega. Da parte científica, além de Ramada, participam da expedição dois pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) e dois pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).</p>
<p>A dedicação de Ramada aos estudos da biologia teve início há quase 20 anos, quando optou pelo curso de Ciências Biológicas na Universidade Federal de Goiás. Conquistou a graduação em 2007 e, na sequência, iniciou o mestrado na mesma área e instituição, finalizando em 2010. Natural de São Bernardo do Campo, em São Paulo, mudou para Brasília em 2012, quando iniciou seu doutorado em Biologia Molecular pela Universidade de Brasília, com período sanduíche na <em>Universiteit Katholieke Leuven</em>, na Bélgica, onde ficou por seis meses, concluindo o doutorado em 2016. Em 2017 entrou para o corpo docente da UCB e começou a montar seu grupo de pesquisa. Em 2020 teve a oportunidade de fazer um pós-doutorado na <em>University of Nebraska Medical Center</em>, nos Estados Unidos, concluído em 2021.</p>
<p>Foi em 2018 que o pesquisador iniciou os estudos com briófitas, analisando os musgos presentes na região do Cerrado brasileiro. Logo em seguida, enviou proposta para um edital aberto do PROANTAR, que foi selecionada. A partir de 2019, os pesquisadores do Briotech passaram a integrar todas as expedições à Antártica e coletar material para estudo. Estiveram na OPERANTAR 38 (de 2019 a 2020), na 40 (2021 a 2022) e 41 (2022 a 2023). Na OPERANTAR 39 houve consenso de todos os coordenadores de projetos brasileiros de não ir para evitar a propagação da Covid-19. Na época, a Antártica era o único local do mundo livre do vírus e ainda não havia vacina para a doença. Ramada esteve presente pessoalmente na Antártica durante a OPERANTAR 40, de novembro de 2021 a fevereiro de 2022.</p>
<p>A maior conquista das expedições até o momento foi conseguir cultivar briófitas da Antártica no Brasil. “Estamos conseguindo cultivar, sem contaminantes, nos laboratórios da UCB. Consideramos um resultado interessante para que possamos fazer o estudo dos genomas desses organismos, bem como para estudos de aplicações biotecnológicas”, conta, entusiasmado, o pesquisador.</p>
<p>Segundo Ramada, as briófitas são geralmente negligenciadas e pouco estudadas quando comparadas a outros grupos vegetais, como as fanerógamas, que são plantas que produzem flores e sementes, e que são muito mais comuns no nosso dia a dia, seja na nossa alimentação ou em parques e no meio ambiente. “As briófitas são vistas como plantinhas que crescem numa pedra, numa árvore, e parecem não ter muita relevância. Porém, elas são fundamentais para a regulação do clima ao redor do mundo porque sequestram um terço do carbono terrestre. Possuem uma complexidade e um arsenal bioquímico maior do que as plantas fanerógamas, apesar de serem bem menores e mais antigas no ciclo evolutivo. E exatamente pela simplicidade estrutural, elas precisam dessa complexidade bioquímica maior para sobreviver. São plantas extremamente resilientes ao ambiente em que estão inseridas e podem resistir a diferentes condições extremas”. É a complexidade bioquímica e a resiliência que podem gerar muitos frutos positivos na pesquisa com briófitas.</p>
<p><strong>Ártico I</strong></p>
<p>Entre os objetivos da primeira expedição ao Ártico está o interesse em comparar as mesmas espécies de musgo que ocorrem na Antártica, que são chamadas de bipolares, e seus potenciais biotecnológicos. A pesquisa de Ramada busca encontrar métodos para inserir o uso das briófitas na fabricação de medicamentos ou mesmo no cultivo de lavouras resistentes à geada, por exemplo. “Talvez haja genes que podem fazer com que plantações não sofram tantas perdas com geadas, por exemplo. O estudo de vias metabólicas que protegem as briófitas pode ser eventualmente aplicado a outras plantas.” A UCB vai participar da coleta ativa dos musgos, extração de DNA, análise de dados genômicos, cultivo das plantas, extração de metabólitos e testes para potenciais biotecnológicos, como antimicrobianos, antitumorais, entre outros.</p>
<p>Outra finalidade da viagem é buscar a colaboração com outros países na pesquisa nacional. Para realizar essa diplomacia, os pesquisadores devem visitar estações científicas e produzir relatórios que possam servir aos próximos visitantes.</p>
<p>A Primeira Expedição Científica do Brasil ao Ártico, ou Operação Ártico l, será financiada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MC-TI), via Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), pelas Universidades participantes e tem apoio institucional do Ministério das Relações Exteriores e da Secretaria Interministerial dos Recursos do Mar da Marinha do Brasil.</p>
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		<title>Descoberta de anel em uma localização não esperada sugere a revisão da teoria para a formação de anéis planetários no Sistema Solar</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2023 16:00:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa internacional, com colaboração de brasileiros, relata a descoberta de um anel ao redor do objeto transnetuniano Quaoar Descoberta reforça a existência de anéis ao redor de corpos celestes menores e não planetários do Sistema Solar Achado leva a uma revisão de uma teoria do Século 19 que norteia os estudos sobre a formação de anéis [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_32399" aria-describedby="caption-attachment-32399" style="width: 1020px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-32399" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/nasa-ScBkW9AKgcA-unsplash-2047x1152-1.jpg?resize=1020%2C574&#038;ssl=1" alt="planetários" width="1020" height="574" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/nasa-ScBkW9AKgcA-unsplash-2047x1152-1.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/nasa-ScBkW9AKgcA-unsplash-2047x1152-1.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/nasa-ScBkW9AKgcA-unsplash-2047x1152-1.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/nasa-ScBkW9AKgcA-unsplash-2047x1152-1.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/nasa-ScBkW9AKgcA-unsplash-2047x1152-1.jpg?w=2047&amp;ssl=1 2047w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-32399" class="wp-caption-text">Anel descoberto fica ao redor do objeto transnetuniano Quaoar, fora das zonas de formação de satélites naturais e anéis que orbitam ao redor dos planetas, como o Netuno. Foto: Nasa/Unsplash</figcaption></figure>
<ul>
<li>
<h3><em>Pesquisa internacional, com colaboração de brasileiros, relata a descoberta de um anel ao redor do objeto transnetuniano Quaoar</em></h3>
</li>
<li>
<h3><em>Descoberta reforça a existência de anéis ao redor de corpos celestes menores e não planetários do Sistema Solar</em></h3>
</li>
<li>
<h3><em>Achado leva a uma revisão de uma teoria do Século 19 que norteia os estudos sobre a formação de anéis planetários no Sistema Solar</em></h3>
</li>
</ul>
<p>Uma pesquisa realizada por um grupo internacional formado por 59 cientistas, vinculados a instituições de pesquisa de 14 países diferentes relata a descoberta de um <strong>anel ao redor do objeto transnetuniano Quaoar</strong> que mantém uma dinâmica orbital até então desconhecida. Em razão deste achado, o grupo sugere a revisão de uma teoria do Século 19 que norteia os estudos sobre a formação de anéis planetários no Sistema Solar. O estudo, liderado por pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e com participação de cientistas da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), está publicado na edição de quarta-feira (8) na<strong> revista “Nature”</strong>.</p>
<p>Ao descrever um anel em torno de Quaoar, o paper reforça descobertas recentes que indicam a existência de anéis ao redor de corpos celestes menores e não planetários do Sistema Solar, como aqueles já relatados no centauro Chariklo e no planeta-anão Haumea. Em Quaoar, um candidato a planeta-anão de raio estimado de 555 km, o anel circular está situado a um raio de 4.100 km do corpo central. Tal medição extrapola, e muito, os 1.780 km calculados como o Limite de Roche deste objeto transnetuniano.</p>
<p>Na astronomia, o Limite de Roche é a distância entre dois corpos que, em tese, define se um objeto secundário, que orbita em torno do outro, será um satélite natural, de estrutura íntegra como a Lua, ou um anel fragmentado em diversas partículas e distribuídas ao longo da órbita do corpo celeste principal, como os anéis de Saturno. Para calcular tal limite, a equação de Roche, um astrônomo francês do Século 19, leva em conta, de maneira resumida, as densidades e os tamanhos dos astros envolvidos e a força de maré, relacionada à força gravitacional, para determinar as zonas de formação dos satélites naturais e dos anéis que orbitam um determinado corpo celeste.</p>
<p>Pela teoria, todos os objetos dentro do Limite de Roche se fragmentam pelas interações geradas pela força de maré e se tornam anéis. Por outro lado, acreditava-se até então que todos os objetos secundários fora do Limite de Roche se apresentassem em forma de satélites naturais, de luas, o que o anel de Quaoar pôs em xeque com este estudo.</p>
<p>No artigo, os pesquisadores escrevem que os dados colhidos por meio de observações feitas a partir de locais diferentes da Terra indicam, “provavelmente”, a necessidade de revisitar parte dos conceitos vigentes na equação proposta em 1847: “de fato, a equação se aplica a um satélite fluido que é partido perto de um planeta. Mas o processo inverso, a aglutinação de partículas em um satélite, implica mecanismos não contabilizados na equação”, escrevem os cientistas no paper, que demandou uma programação minuciosa de observações e simulações numéricas de modelos dinâmicos dos objetos em estudo.</p>
<p>Até esta descoberta, todos os anéis densos conhecidos do Sistema Solar, casos dos anéis de Júpiter, Saturno, Urano, Netuno, Chariklo e Haumea, repetiam o padrão descrito no Século 19, localizados relativamente próximos ao corpo central. “No caso de Quaoar, você tem um anel que está muito fora. É a primeira vez que vimos uma violação nisso do que esperamos do Limite de Roche. Geralmente, quando estamos observando e tentando encontrar anéis, nem observamos regiões tão distantes do corpo central. Havia dados de observações que o pessoal nem pensou em procurar anéis nesta região. Fomos olhar os dados anteriores e vimos que o anel já estava lá. O pessoal não tinha processado e analisado com calma para ver que tinha um anel ali”, afirma o professor Rafael Sfair, da FEG-Unesp, um dos autores do artigo, já antevendo os próximos desafios.</p>
<p>“A questão é: descobrimos esse anel, ele existe, está lá. Temos os dados que mostram que ele está lá. Mas por que esse material está na forma de um anel? Por que não se juntou em um satélite? Essas são as próximas questões que teremos que responder”, diz o docente.</p>
<p>A existência de anéis em corpos celestes menores é algo bem recente no mundo da astronomia. Até 2013, quando foram descobertos no asteroide Chariklo, os cientistas só conheciam os anéis planetários. Os achados mais recentes, em Haumea e agora em Quaoar, estão relacionados a dois dos chamados objetos transnetunianos, ou TNO (na sigla em inglês). Como o próprio nome indica, esses corpos celestes estão localizados após a órbita de Netuno, área também conhecida como Cinturão de Kuiper.</p>
<p>Os estudos dos objetos transnetunianos, localizados na periferia do Sistema Solar, são extremamente desafiadores para os cientistas, especialmente dadas as distâncias que estão localizados. Quaoar está a 43 unidades astronômicas da Terra, ou 43 vezes mais longe do Sol do que o planeta que habitamos. Atualmente, estima-se que tenha um diâmetro de cerca de 1.100 km e seja um objeto rochoso, com uma camada de gelo por fora, perfil traçado para boa parte dos TNOs conhecidos. Quaoar tem uma lua, satélite natural chamado Weywot com diâmetro estimado de 170 km e situado a 14.500 km de distância de seu corpo, e agora o anel recém-descoberto, possivelmente de gelo e poeira, a um raio de 4.100 km.</p>
<p>Ao mesmo tempo que observar e analisar os objetos transnetunianos é uma tarefa desafiadora, é estratégica para os astrônomos, pois os TNOs podem revelar informações relacionadas ao processo de formação e evolução do Sistema Solar. “Os objetos transnetunianos são resquícios do processo de formação do Sistema Solar. Entender esses objetos ajuda a entender como foi o processo de evolução do Sistema Solar. São objetos primordiais nesse sentido”, afirma Rafael Sfair.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://abori.com.br/?utm_medium=publisherLink&amp;utm_source=publisher&amp;utm_campaign=releases&amp;utm_content=https://abori.com.br/astronomia/descoberta-de-anel-em-uma-localizacao-nao-esperada-sugere-a-revisao-da-teoria-para-a-formacao-de-aneis-planetarios-no-sistema-solar/">Agência Bori</a></em></p>
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		<title>Açaí, tucumã e buriti são os insumos da Amazônia com potencial de inovação mais estudados por pesquisadores brasileiros</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/acai-tucuma-e-buriti-sao-os-insumos-da-amazonia-com-potencial-de-inovacao-mais-estudados-por-pesquisadores-brasileiros/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=acai-tucuma-e-buriti-sao-os-insumos-da-amazonia-com-potencial-de-inovacao-mais-estudados-por-pesquisadores-brasileiros</link>
		
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2022 09:15:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Análise foi feita a partir de um levantamento de 1.070 artigos científicos da base internacional Web of Science de 2017 a 2021 Açaí, tucumã, castanha do brasil, cupuaçu e guaraná são algumas matérias-primas estudadas pelos cientistas brasileiros Insumos podem ter aplicações em áreas estratégicas como a saúde e indústria Açaí, tucumã e buriti: esses são os insumos [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_28362" aria-describedby="caption-attachment-28362" style="width: 639px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-28362" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/07/104920040m-639x360-1.jpg?resize=639%2C360&#038;ssl=1" alt="tucumã" width="639" height="360" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/07/104920040m-639x360-1.jpg?w=639&amp;ssl=1 639w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/07/104920040m-639x360-1.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 639px) 100vw, 639px" /><figcaption id="caption-attachment-28362" class="wp-caption-text">Foto: Felipe Santos da Rosa/Embrapa Amazônia Ocidental</figcaption></figure>
<ul>
<li aria-level="1">
<h3><em>Análise foi feita a partir de um levantamento de 1.070 artigos científicos da base internacional Web of Science de 2017 a 2021</em></h3>
</li>
<li aria-level="1">
<h3><em>Açaí, tucumã, castanha do brasil, cupuaçu e guaraná são algumas matérias-primas estudadas pelos cientistas brasileiros</em></h3>
</li>
<li aria-level="1">
<h3><em>Insumos podem ter aplicações em áreas estratégicas como a saúde e indústria</em></h3>
</li>
</ul>
<p><a href="https://portalcontexto.com.br/acai-pode-ajudar-no-combate-ao-novo-coronavirus/">Açaí</a>, tucumã e buriti: esses são os insumos da Amazônia que mais apareceram em pesquisas científicas publicadas entre 2017 a 2021 por instituições de pesquisa brasileiras sobre matérias-primas da região. É o que mostra a publicação<strong> “Bioeconomia amazônica: uma navegação pelas fronteiras científicas e potenciais de inovação”</strong>, realizada pela World-Transforming Technologies (WTT) com a participação da Agência Bori, divulgada na sexta-feira (8).</p>
<p>Os dados foram obtidos a partir de um mapeamento de pesquisas recentes publicadas na forma de artigos científicos na base internacional de periódicos Web of Science. O levantamento, que mapeou 1.070 artigos científicos publicados nos últimos cinco anos, revela as áreas científicas e instituições de pesquisa brasileiras que mais produziram estudos sobre inovações a partir de biocompostos produzidos por insumos da Amazônia com potencial de aplicação na bioeconomia local.</p>
<p>Ciência das plantas, Ciências ambientais, Ciência e Tecnologia de alimentos, Ecologia e Bioquímica molecular são as áreas científicas com mais artigos que estudaram os insumos da Amazônia. Dentre as instituições com mais trabalhos na área, destacam-se a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), a Universidade Federal do Amazonas (UFAM), o Museu Paraense Emílio Goeldi, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>
<p>As matérias-primas mais estudadas pelos grupos de pesquisa brasileiros são açaí, tucumã, buriti, piper, aniba, castanha do brasil, andiroba, cupuaçu, guaraná e bacaba. A aplicação desses produtos pode ser feita em diversas atividades industriais: produtos artesanais, fabricação de tecidos, artesanato, fios e redes de pesca, compósitos cimentícios para construções sustentáveis, filmes biodegradáveis.</p>
<p>Conceder mais visibilidade às pesquisas com potencial de aplicação para o desenvolvimento da região também foi um dos objetivos do trabalho. A publicação traz em destaque o resumo de sete desses estudos, selecionados a partir de critérios como potencial inovativo e relevância científica, social e econômica.</p>
<p>Os pesquisadores constataram que diversos estudos já utilizaram os insumos amazônicos para aplicação na saúde. Algums artigos tiveram como objetivo compreender como os conhecimentos tradicionais contribuem para o tratamento de algumas patologias, além de pesquisas em áreas como tratamento de câncer, desenvolvimento de novos medicamentos, alimentos funcionais etc.</p>
<p>Além dos resultados do levantamento, a publicação traz cinco artigos analíticos inéditos escritos por pesquisadores, gestores e empreendedores de renome na área: Carina Pimenta, Júlia Sekula, Mariana Barrella, Ricardo Abramovay e Tatiana Schor. Os autores escrevem sobre a relação entre bioeconomia, desenvolvimento científico e tecnológico e a preservação do meio ambiente e geração de empregos.</p>
<p>“A biodiversidade amazônica é de uma riqueza extraordinária. Se formos capazes de aplicar ciência à essa riqueza, e transformá-la em inovações – produtos e serviços que melhoram a vida das pessoas – os resultados serão fantásticos”, explica Andre Wongtschowski, Gerente de Operações da World-Transforming Technologies (WTT) e idealizador do estudo.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://abori.com.br/?utm_medium=publisherLink&amp;utm_source=publisher&amp;utm_campaign=releases&amp;utm_content=https://abori.com.br/amazonia/acai-tucuma-e-buriti-sao-os-insumos-da-amazonia-com-potencial-de-inovacao-mais-estudados-por-pesquisadores-brasileiros/">Agência Bori</a></em></p>
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		<title>Estudantes criam pomada cicatrizante a partir de árvore</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 20:05:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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		<category><![CDATA[#inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>À base de angico vermelho, a pomada tem propriedades cicatrizantes e agora, estudantes buscam parceiros para seguir desenvolvendo a pesquisa O angico vermelho é uma árvore de porte médio a grande que apresenta fácil adaptação. Presente no cerrado, na caatinga e na Mata Atlântica, a planta é tem um grande potencial medicinal. E ao ouvir [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_24430" aria-describedby="caption-attachment-24430" style="width: 558px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-24430" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/01/WhatsApp-Image-2022-01-17-at-09.20.47.jpeg?resize=558%2C359&#038;ssl=1" alt="pomada" width="558" height="359" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/01/WhatsApp-Image-2022-01-17-at-09.20.47.jpeg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/01/WhatsApp-Image-2022-01-17-at-09.20.47.jpeg?resize=300%2C193&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/01/WhatsApp-Image-2022-01-17-at-09.20.47.jpeg?resize=768%2C494&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 558px) 100vw, 558px" /><figcaption id="caption-attachment-24430" class="wp-caption-text">A professora e as alunas responsáveis pela pesquisa da pomada à base de angico vermelho. Foto: divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">À base de angico vermelho, a pomada tem propriedades cicatrizantes e agora, estudantes buscam parceiros para seguir desenvolvendo a pesquisa</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O angico vermelho é uma árvore de porte médio a grande que apresenta fácil adaptação. Presente no cerrado, na caatinga e na Mata Atlântica, a planta é tem um grande potencial medicinal. E ao ouvir as histórias da avó, um estudante convenceu as colegas a desenvolver uma pesquisa para criar uma pomada cicatrizante à base de angico vermelho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Ela (a avó) nos contou que após sofrer um acidente, no qual deixou um grave ferimento na sua perna, seus familiares utilizaram o pó da casca do angico vermelho no local do ferimento, o que fez cicatrizar rapidamente”, explica Camila Castro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A estudante do Colégio Estadual de Casa Nova da Bahia , em parceria com as colegas Emilly Franca e Anne Cardoso, e com a orientação da professora Adelange dos Santos, começaram a desenvolver a pomada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O estudo indicou que a espécie tem substâncias adstringentes e hemostáticas, que auxiliam na cicatrização de ferimentos. Camila afirma que a pomada apresenta um valor de produção baixo e alta eficácia. “A pomada cicatrizante é um produto totalmente natural, no qual agradaria o público consumidor pela sua eficiência e baixo custo, pois é produzida com ingredientes próprios do bioma caatinga”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pesquisa é uma das vencedoras da 9ª Feira de Ciências, Empreendedorismo e Inovação da Bahia (FECIBA). O estudo já faz parte do Programa Ciência na Escola, da Secretaria de Educação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As alunas agora estão em busca de recursos e parceiros para compreender todos os benefícios da pomada, e também como funcionaria o processo de fabricação e a certificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Estamos em busca de apoiadores na área científica e laboratoriais para que nos auxilie no desenvolvimento de testes para o avanço do produto”, diz Camila.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A orientadora do estudo, Adelange dos Santos, destaca a importância de incentivar e apoiar ideias dos jovens alunos. “É importante fomentar esse tipo de projeto, no sentido de possibilitar aos nossos alunos diversas possibilidades de vivência, considerando os recursos que o nosso estado oferece. Hoje, a nossa sociedade requer estudantes com múltiplas habilidades, especialmente que sejam capazes de inovar e de serem empreendedores”.</span></p>
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		<title>Pesquisa indica relação entre locais com alta incidência de Dengue e Covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Oct 2021 16:56:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#dengue]]></category>
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		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa constata relação entre as duas doenças em algumas regiões urbanas de Presidente Prudente O estado de São Paulo, infelizmente, lidera no número de casos e óbitos de Covid-19 no país e também, aparece entre os principais locais quando se fala de dengue no Brasil. Sendo assim, pesquisadores da Universidade Oeste Paulista conduziram uma pesquisa, publicada [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">Pesquisa constata relação entre as duas doenças em algumas regiões urbanas de Presidente Prudente</span></em></h3>
<figure id="attachment_21658" aria-describedby="caption-attachment-21658" style="width: 748px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-21658 " src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Release.jpg?resize=748%2C499&#038;ssl=1" alt="pesquisa" width="748" height="499" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Release-scaled.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Release-scaled.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Release-scaled.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Release-scaled.jpg?resize=1536%2C1025&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Release-scaled.jpg?resize=2048%2C1366&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 748px) 100vw, 748px" /><figcaption id="caption-attachment-21658" class="wp-caption-text">Dr. Edilson Flores, Elaine Bertacco, Charlene Troiani, Dr. Euribel e Rodrigo Ferro. Foto: Homéro Ferreira</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O estado de São Paulo, infelizmente, lidera no número de casos e óbitos de <a href="https://portalcontexto.com.br/covid-19-80-das-pessoas-acima-de-18-anos-ja-receberam-a-1a-dose/">Covid-19</a> no país e também, aparece entre os principais locais quando se fala de dengue no Brasil. </span><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, pesquisadores da Universidade Oeste Paulista conduziram uma pesquisa, publicada na </span><a href="https://www.mdpi.com/2414-6366/6/3/156/htm"><i><span style="font-weight: 400;">Tropical Medicine and Infectious Diseases</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> (Medicina Tropical e Doenças Infecciosas), que constatou que </span><span style="font-weight: 400;">os locais de maior incidência de dengue também são os da Covid-19, em algumas regiões urbanas de Presidente Prudente, São Paulo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O coordenador da pesquisa, o  médico infectologista Dr. Luiz Euribel Prestes Carneiro pontua que a coinfecção pelos vírus das duas doenças é um grave problema de saúde pública, gerador de colapso na demanda por leitos hospitalares, especialmente por usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para os pesquisadores, a constatação local é um indicativo de ocorrência da mesma situação em países endêmicos para a dengue como é o Brasil. No ano passado, de acordo com o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, o país registrou maiores ocorrências nas regiões sul, Paraná; sudeste, São Paulo; e centro-oeste, Mato Grosso do Sul; Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por ter conexões e ser uma rota para o Paraná, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, Presidente Prudente ganhou a atenção dos pesquisadores no estudo. Vale lembrar que o mosquito palha é o vetor de transmissão da dengue, sendo encontrado em regiões tropicais e subtropicais, podendo estar em espaços urbanos e semiurbanos.</span></p>
<h4><b>Desafios para a saúde pública</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A região oeste Paulista, que tem Presidente Prudente como a cidade mais populosa com mais de 230 mil habitantes, no ano passado, apresentou uma prevalência nos casos de dengue no estado de SP. Parte dos casos apareceu quando a pandemia da Covid-19 também estava surgindo na região. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“As infecções de dengue e Covid-19 muitas vezes são difíceis de serem distinguidas, por possuírem sintomas em comum, tais como febre, dor de cabeça, náusea e vômitos, diarreia, cansaço e prostração”, pontua o pesquisador vinculado à Unoeste e que envolveu na pesquisa a Unesp e a Vigilância Epidemiológica Municipal (VEM).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro desafio para a saúde pública é distinguir as doenças, como relata o pesquisador, “além disso, as duas doenças podem acontecer ao mesmo tempo como coinfecção, dificultando ainda mais o diagnóstico”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A identificação de aglomerados espaciais simultâneos de dengue e Covid-19 associados a aspectos ambientais e socioeconômicos mostram as áreas vulneráveis da cidade (Presidente Prudente) e podem orientar as autoridades de saúde pública em intervenções intensivas para melhorar o diagnóstico, vigilância epidemiológica e a gestão de ambas as doenças” afirma o Dr. Euribel.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No período analisado pela pesquisa, em Prudente foram localizadas três regiões onde um grande número de pessoas com dengue também foram infectadas com Covid-19. Há ainda outro fato, o de que duas dessas regiões já haviam apresentado surtos de dengue e aumento de leishmaniose visceral canina em anos anteriores. Todas as regiões na periferia da cidade.  “No entanto, uma região endêmica para dengue está localizada próxima ao centro, onde não havia associação com aumento de Covid-19. Por outro lado, foram encontradas regiões com grande número de indivíduos infectados por Covid-19, sem o mesmo correspondente à infecção por dengue”, conta.</span></p>
<h4><b>Bairros mais afetados</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">“Uma das observações mais importantes é que as regiões com aumento de casos de dengue estão relacionadas a fatores ambientais como fundo de vale, presença de depósitos de resíduos sólidos irregulares (lixões clandestinos), terrenos baldios e áreas não urbanizadas. As regiões em que houve associação entre dengue e Covid-19 foram os bairros da zona leste: Cambuci, Vila Aurélio, José Rota, Jardim Paraíso, Santa Mônica e Itapura II; na zona norte: Bela Vista, Santa Elisa, Cohab, São Geraldo e Jardim São Paulo; e o bairro Brasil Novo, na zona norte.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A identificação de aglomerados espaciais simultâneos de dengue e Covid-19 associados a aspectos ambientais e socioeconômicos mostram as áreas vulneráveis da cidade e podem orientar as autoridades de saúde pública em intervenções intensivas para melhorar o diagnóstico, vigilância epidemiológica e a gestão de ambas as doenças”, explica sobre o trabalho de grande importância epidemiológica por apresentar no mesmo estudo um relato de caso e a análise espacial de Covid-19 no contexto de um surto de dengue.</span></p>
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		<title>Estudo identifica coronavírus na retina </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2021 10:45:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pesquisa inédita foi conduzida por pesquisadores da Unifesp e da UFRJ Estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em parceria com a Universidade do Rio de Janeiro (UFRJ), identificou a presença de partículas do coronavírus na retina de pacientes doentes.  A pesquisa inédita foi publicada na última quinta-feira (29/7) na [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_19629" aria-describedby="caption-attachment-19629" style="width: 561px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-19629" style="font-size: 14.4px;" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/eye-6186141_1280.jpg?resize=561%2C374&#038;ssl=1" alt="retina" width="561" height="374" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/eye-6186141_1280.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/eye-6186141_1280.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/eye-6186141_1280.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/eye-6186141_1280.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 561px) 100vw, 561px" /><figcaption id="caption-attachment-19629" class="wp-caption-text">Foto: Zehra/Pixabay</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">A pesquisa inédita foi conduzida por pesquisadores da Unifesp e da UFRJ</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em parceria com a Universidade do Rio de Janeiro (UFRJ), identificou a presença de partículas do coronavírus na retina de pacientes doentes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pesquisa inédita foi publicada na última quinta-feira (29/7) na</span><a href="https://jamanetwork.com/journals/jamaophthalmology/fullarticle/2782445"><span style="font-weight: 400;"> revista científica JAMA Ophtalmology</span></a><span style="font-weight: 400;"> e o coordenador da pesquisa, o professor Rubens Belfort Jr, em conjunto com o Wanderley da Silva, da UFRJ, aponta que “a descoberta revela um biomarcador importante talvez relacionado à presença do vírus em outras partes do organismo e causador de outras doenças provocadas pelo coronavírus”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os pesquisadores, entre julho e julho de 2020, analisaram as retinas de pessoas que morreram em decorrência da covid-19 e compararam com fotos dos olhos desses pacientes quando vivos, e assim, foi possível traçar um paralelo e encontrar diferenças e formas para constatar a presença do vírus a partir da retina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os resultados do estudo podem contribuir no entendimento e no enfrentamento das <a href="https://portalcontexto.com.br/pacientes-de-covid-podem-apresentar-sindrome-pos-doenca/">sequelas</a> causadas pelo SARS-CoV-2. De acordo com os pesquisadores, a presença das partículas virais na retina reforça que o vírus pode estar relacionado a diferentes formas de doença, inclusive, neurológicas. Outro ponto é a possibilidade de se constituírem locais de persistência viral.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Agora, está claro que após a infecção inicial no sistema respiratório, o vírus pode se espalhar por todo o corpo, atingindo diferentes tecidos e órgãos. Assim, as descobertas podem ajudar a elucidar a fisiopatologia do vírus e seus mecanismos etiológicos, o que pode permitir melhor entendimento das sequelas da doença e pode direcionar alguns caminhos de pesquisas futuras”, concluíram Belfort Jr. e Wanderley de Souza.</span></p>
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		<title>Startup mineira será a primeira do mundo a criar soluções com o nióbio para fins não metálicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2021 19:08:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Startup]]></category>
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		<category><![CDATA[Nióbio]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia contra a covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[UFMG]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Nanonib prevê lançar produtos com materiais avançados e soluções inéditas com base de nióbio para saúde, beleza e agronegócio O estado de Minas Gerais é o maior produtor de nióbio do mundo. Um metal utilizado normalmente pela siderurgia, podendo ser encontrado em máquinas de ressonância magnética e também, nos aceleradores de partículas.  Mas um [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_16257" aria-describedby="caption-attachment-16257" style="width: 726px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-16257" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Alessandro-Carvalho-TamiettiPoliana-TamiettiJadson-BelchiorCinthia-OliveiraLuiz-Carlos-OliveiraJoel-Passos-Credito-Glaucia-Rodrigues.jpg?resize=726%2C483&#038;ssl=1" alt="nióbio" width="726" height="483" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Alessandro-Carvalho-TamiettiPoliana-TamiettiJadson-BelchiorCinthia-OliveiraLuiz-Carlos-OliveiraJoel-Passos-Credito-Glaucia-Rodrigues.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Alessandro-Carvalho-TamiettiPoliana-TamiettiJadson-BelchiorCinthia-OliveiraLuiz-Carlos-OliveiraJoel-Passos-Credito-Glaucia-Rodrigues.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Alessandro-Carvalho-TamiettiPoliana-TamiettiJadson-BelchiorCinthia-OliveiraLuiz-Carlos-OliveiraJoel-Passos-Credito-Glaucia-Rodrigues.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Alessandro-Carvalho-TamiettiPoliana-TamiettiJadson-BelchiorCinthia-OliveiraLuiz-Carlos-OliveiraJoel-Passos-Credito-Glaucia-Rodrigues.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 726px) 100vw, 726px" /><figcaption id="caption-attachment-16257" class="wp-caption-text">Sócios da Nanonib: Alessandro Carvalho Tamietti, Poliana Tamietti, Jadson Belchior, Cinthia Oliveira, Luiz Carlos Oliveira, Joel Passos Gláucia Rodrigues. Foto: divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><strong>A Nanonib prevê lançar produtos com materiais avançados e soluções inéditas com base de nióbio para saúde, beleza e agronegócio</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O estado de Minas Gerais é o maior produtor de nióbio do mundo. Um metal utilizado normalmente pela siderurgia, podendo ser encontrado em máquinas de ressonância magnética e também, nos aceleradores de partículas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas um grupo mineiro começou a pesquisar novas utilizações para o nióbio. Em 2019, com a parceria de investidores privados, sócios-pesquisadores e professores universitários, surgiu a <a href="https://www.linkedin.com/company/nanonib"><strong>Nanonib &#8211; Nanotecnologia e Inovação em Nióbio</strong></a>. Três anos depois, a startup se torna a primeira no mundo a desenvolver materiais com o metal para outras finalidades. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A startup desenvolveu e criou a primeira “nanoindústria” para o processamento do nanomaterial do nióbio em Belo Horizonte, </span><span style="font-weight: 400;">que demanda um baixo custo de produção. A sede em Minas Gerais também é uma vantagem, afinal, a empresa está perto da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), responsável por 80% do mercado mundial do nióbio e localizada no Estado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Luiz Carlos Oliveira, sócio e professor titular do Departamento de Química da Universidade Federal de Minas Gerais, conta que são mais de 15 anos de pesquisas e desenvolvimento de soluções envolvendo o nióbio para fins não metálicos. O resultado é a geração de produtos de grande valor agregado e com potencial econômico para o país. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A empresa possui diversas patentes e pesquisas, envolvendo a preparação, aplicação e soluções disruptivas baseadas na plataforma de nióbio.Os materiais avançados e as nanopartículas de nióbio podem ser utilizados em diferentes indústrias no Brasil e no mundo com fácil transporte e conservação”, afirma Oliveira.</span></p>
<h4><b>Novo produto contra a <a href="https://portalcontexto.com.br/tecnologia-de-nanoprata-contra-a-covid-19/">covid-19</a></b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A Nanonib desenvolveu uma solução </span><span style="font-weight: 400;">antisséptica com eficiência testada e comprovada em laboratórios independentes. A novidade é mais uma tecnologia contra o coronavírus, pois se mostrou capaz de inativar o agente causador da covid-19 e de outras doenças.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste momento, a empresa aguarda o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “O INNIB41® já está pronto para ser lançado no mercado, aguardando a aprovação do insumo pela Anvisa e será produzido também em Minas Gerais pela Yeva Cosmétiques (parceira da Nanonib) com sede em Itaúna”, informa o diretor executivo da Nanonib, Joel Passos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O produto, de acordo com o diretor executivo, apresentou eficácia elevada nos estudos laboratoriais comparativamente aos álcoois gel e líquido, apresentando efeito residual prolongado e oferece proteção a diferentes tipos de superfícies por até 24 horas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por não conter solvente, como álcool, o INNIB41®, que passou por testes clínicos, em especial, dermatológicos, não causa reações adversas e pode ser usado por pessoas de pele sensível como crianças e idosos.</span></p>
<h4><strong>Mais uma solução </strong></h4>
<p>A startup também prevê a comercialização, ainda para este ano, de um clareador para os dentes com nanomateriais de nióbio. A solução não utiliza o peróxido de hidrogênio, popularmente conhecido como água oxigenada, flúor, conservantes ou corantes.</p>
<p>Estamos inovando, criando o futuro em nióbio não metálico e desenvolvendo uma série de tecnologias e outros produtos avançados com base no nióbio que serão futuros ingrediente ativos e ou levarão soluções disruptivas a áreas como cosméticos, saúde e agrícola com resultados surpreendentes, além de não serem agressivos à saúde e ao meio ambiente”, afirma Joel Passos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Covid-19: Cientistas identificam anticorpo capaz de parar o coronavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2020 16:11:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-4305 aligncenter" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/microscope-4996904_960_720.jpg?resize=960%2C640&#038;ssl=1" alt="" width="960" height="640" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/microscope-4996904_960_720.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/microscope-4996904_960_720.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/microscope-4996904_960_720.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<h4>Estima-se que pelo mundo há mais de uma centena de equipes de investigação à procura de uma vacina contra o coronavírus. Os resultados já começam a ser divulgados, no entanto, a vacina deverá chegar no próximo ano.</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A semana começou com boas notícias sobre soluções para o enfrentamento ao novo coronavírus com a divulgaçao de um estudo em que os cientistas identificaram anticorpo capaz de parar o coronavírus. </span><span style="font-weight: 400;">Pesquisadores da Universidade de Utrecht, do Erasmus Medical Center e do Harbor BioMed divulgaram que conseguiram identificar um anticorpo que evita a infecção de células pelo SARS-CoV-2.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A descoberta, publicada nesta segunda-feira (4) na </span><a href="https://www.nature.com/articles/s41467-020-16256-y"><span style="font-weight: 400;">Nature Communications</span></a><span style="font-weight: 400;">,é um passo inicial para o desenvolvimento de um anticorpo capaz de tratar ou prevenir a Covid-19.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Berend-Jan Bosch, PhD, professor e pesquisador na Universidade de Utrechet e um dos autores do artigo publicado na Nature, conta que a pesquisa atual “baseia-se no trabalho que nossos grupos fizeram no passado em anticorpos direcionados ao SARS-CoV que surgiu em 2002/2003”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, os pesquisadores: “usando esta coleção de anticorpos SARS-CoV, identificamos um anticorpo que também neutraliza a infecção por SARS-CoV-2 em células cultivadas. Esse anticorpo neutralizante tem potencial para alterar o curso da infecção no hospedeiro infectado, apoiar a eliminação do vírus ou proteger um indivíduo não infectado que é exposto ao vírus”, explica o professor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O dr. Bosch ainda observa que o anticorpo se liga a um domínio que é encontrado tanto no vírus causador da Sars quanto o vírus do coronavírus, por isso, esse anticorpo é capaz de neutralizar os dois. “Esse recurso de neutralização cruzada do anticorpo é muito interessante e sugere que ele pode ter potencial na mitigação de doenças causadas por coronavírus relacionados a emergentes futuros&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Geralmente, os anticorpos terapêuticos convencionais são desenvolvidos primeiro em outras espécies e, depois, são submetidos a outras pesquisas para humanizá-los. A descoberta publicada nesta semana já mostra um avanço, como explica Frank Groveld, co-autor principal do estudo, professor da Academia de Biologia Celular, Centro Médico Erasmus, Roterdã e Diretor Científico Fundador da Harbor BioMed, “o anticorpo usado neste trabalho é &#8216;totalmente humano&#8217;, permitindo que o desenvolvimento prossiga mais rapidamente e reduzindo o potencial de efeitos colaterais relacionados ao sistema imunológico&#8221;.</span></p>
<h5><b>Pesquisa Israelense</b></h5>
<p><span style="font-weight: 400;">O avanço científico também foi anunciado pelo Instituto de Israel para a Investigação Biotecnológica, do Ministério da Defesa. Os pesquisadores confirmaram que identificaram um anticorpo também com a capacidade de parar o coronavírus. A expectativa é, após o pedido de patente for concluído, inicie-se a fabricação em escala comercial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, o desenvolvimento de uma vacina deve demorar cerca de 18 meses. </span></p>
<h5><b>Avanços também no Brasil</b></h5>
<p><span style="font-weight: 400;">Técnicas de biotecnologia para desenvolver uma vacina contra o covid-19 é a estratégia dos pesquisadores do Instituto Butantan em São Paulo. Com apoio do Fundo de Amparo a Pesquisa de São Paulo (Fapesp), a pesquisa vem sendo conduzida com o objetivo de induzir, no paciente, a resposta imune adequada para combate ao coronavírus.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mecanismo utilizado pelos pesquisadores seria o mesmo usado por algumas bactérias para enganar o sistema imune. Essas bactérias liberam pequenas esperas com o material das membranas delas para desviar a defesa do organismo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o desenvolvimento de uma vacina acelular, os pesquisadores propõem duas estratégias. A primeira é o uso de proteínas recombinantes de antígenos de superfície do novo coronavírus, que auxiliam na produção de anticorpos contra o coronavírus. A segunda estratégia é utilizar a membrana externa como matriz para imitar o vírus. </span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-weight: 400;"><br />
<em>*Com informações da Agência Brasil e Agência Fapesp</em></span></p>
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