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PL: Com o retorno do público aos estádios, volta vantagem de jogar em casa

A última temporada da liga mais equilibrada do mundo contrariou as estatística

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Hwang Hee-chan, do Wolverhampton , comemorando gol com a torcida dos lobos – Foto: Reprodução/Twitter

Foi decretado o fim do “novo normal” na Premier League (PL). Afinal, ficou mais claro do que nunca neste período em que os estádios tiveram de ficar vazios a diferença que a torcida faz. Ou seja, a vantagem de jogar dentro de casa com a maioria da torcida gritando e apoiando a equipe mandante voltou a ser um fator desequilibrante na partida.

Devido às medidas de isolamento e restrições quanto à aglomeração causadas pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19), a grande parte dos duelos realizados na PL foram sem a presença dos fãs dos times. Sendo assim, o equilíbrio entre jogar dentro e fora dos próprios domínios se equilibrou ao ponto das vitórias no campo rival superaram as vitórias em casa. Algo inédito na elite do futebol inglês.

De acordo com os dados compilados pela Nielsen Gracenote após sete rodadas da temporada atual, os times que jogam perante a sua torcida possuem mais chances de ganhar. Das 70 partidas disputadas até o momento, 40% resultaram em vitórias em casa e 31% em vitórias no campo rival.

Em relação a mesma fase do torneio da temporada passada, há uma discrepância enorme quanto aos números apresentados acima. Na ocasião, 46% dos jogos foram vencidos por times visitantes (um padrão que se manteve até o fim, com vitórias no campo rival compondo 40% dos resultados e 38% de vitórias em casa).

Os números foram inéditos dentro das quatro divisões inglesas. Isto é, foi a primeira vez na história que que uma temporada teve mais vitórias no campo rival do que em casa. O efeito nivelador dos estádios vazios foi considerado um fator de relevância, contudo com a queda das restrições na Inglaterra foram suspensas o clima dos jogos voltou ao normal.

“Com a volta do público, os resultados voltaram a níveis pré-covid, com 40% [das partidas] vencidas por times da casa e 31% por visitantes”, explicou Simon Gleave, chefe de análises esportivas da Nielsen Gracenote, à Reuters nesta terça-feira (5).

*Com informações de Agência Brasil

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