O mundo tem mais de 1 milhão de curados da Covid-19

1 milhão
Aos 99 anos, o ex-integrante da Força Expedicionária Brasileira (FEB) Ermando Piveta recebeu alta do Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília.

São cerca de 31% do total de casos registrados, oficialmente, até o momento.

De acordo com a universidade americana Johns Hopkins, que agrega informações sobre o progresso mundial da Covid-19, mais de 1 milhão de pessoas se recuperaram da doença provocada pelo novo coronavírus. Nesta segunda-feira (04) foram registradas exatamente 1,162,563 recuperações no mundo todo. Uma boa notícia em meio a tantas outras sobre a pandemia.

Isso representa 31% dos mais de 3,2 milhões de casos registrados globalmente desde o início da pandemia. O país que lidera o ranking de recuperados é a Espanha, com 138 mil casos, seguido pelos EUA com 124 mil e Alemanha com 123 mil. O Brasil aparece em 9º na lista com cerca de 42.991 mil pessoas recuperadas.

Sem cura, e ainda sem vacina

Não existe um “remédio” especifico para tratar a Covid-19. Nos casos mais leves, onde normalmente não é necessária a internação, o tratamento consiste em deixar o organismo combater a doença por conta própria, os médicos podem prescrever alguns medicamentos comuns para aliviar sintomas como dor ou febre.

Nos casos mais graves, o paciente pode precisar de ventilação mecânica para respirar (entubação). Há ainda pacientes que tem a necessidade de tomar um coquetel com mais de 10 tipos medicamentos. Evitar os casos mais graves é a principal preocupação das autoridades de saúde, pois o número de pacientes que precisam de internação e ventilação pode facilmente exceder o número de leitos, de insumos e de equipamentos disponíveis.

Por isso, a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e das autoridades sanitárias, em todo o planeta, para conter o avanço do coronavírus é o distanciamento social. O objetivo da quarentena é fazer com que o número de infecções não dispare em um curto espaço de tempo e, assim, tratar de forma adequada os doentes, e evitar um colapso dos sistemas hospitalar e funerário.

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