Mostra Paralela On-line é prorrogada até domingo (27)

Mostra ganhou mais filmes em sua programação e agora tem 44 obras que podem ser vistas em meio digital

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O 53º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro foi encerrado e já premiou seus vencedores, mas a sétima arte segue com atividades presenciais e virtuais a todo vapor na capital federal. Os brasilienses e turistas que passarem pela estação de metrô 106 Sul poderão contemplar a exposição que está sendo feita com cartazes do Cine Brasília. Além disso, a Mostra Paralela On-line foi prorrogada até o próximo domingo (27). 

Por ocorrer virtualmente, a mostra é aberta para espectadores de todo o país. Vale ressaltar que ela adicionou mais filmes em sua programação. Se antes eram 33, agora o cardápio para os cinéfilos de plantão contém mais 11 atrações a serem degustadas. Todas as obras podem ser assistidas através de streaming, alguns protegidos por senha disponível na página da mostra.

A Mostra Paralela On-line foi produzida perante a curadoria do cineasta e produtor audiovisual Cavi Borges. De acordo com o cineclubista, o intuito do projeto é fazer um resgate histórico da memória do cinema brasileiro. Além disso, ela busca dar visibilidade para películas mais recentes da produção nacional com foco nos filmes que tiveram pouco tempo em cartaz. “A ideia é trazer ao público filmes que fizeram parte da história do festival, ou que foram censurados à época”, resume.

Há verdadeiras preciosidades disponíveis na mostra, como os filmes de Sylvio Lanna “Malandro, Termo Civilizado” (1982) e “Sagrada Família” (1970), achados do cinema de invenção marginal brasileiro. Com o acréscimo de filmes na programação, é possível assistir ainda novos trabalhos do veterano diretor, como “In Memoriam” (2019), “Forofina, Um Filme a Ser Feito” (2020) e “Nova Pasta, Novo Baú” (2020).

Da nova cepa de filmes em cartaz na mostra ainda constam clássicos, como “O Homem Que Virou Suco” (1981), de João Batista de Andrade, e duas produções pouco lembradas de Sérgio Ricardo, “Esse Mundo é Meu” (1964) e “Juliana do Amor Perdido” (1970).

*Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

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