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Estudologia: como os dados podem salvar a educação pós-pandemia

Estudologia
Da esquerda para a direita: André Pires, Bruno Chagas, Diogo Campos, David Leandro e Leonardo Argolo. Foto: Raquel Paternostro

A startup brasiliense passou por uma reformulação e pretende otimizar o aprendizado de alunos por meio de dados

 

A Estudologia surgiu em 2017, mas tinha o foco da utilização dos dados pelo próprio aluno. Neste ano, Leonardo Argolo que atua há 10 anos na área de inteligência de dados entrou na empresa, depois de André Pires e de Tomás Seixas logo em seguida, Diogo Campos veio com o investimento, muita força de trabalho e propósito.

Atualmente a startup está rodando o projeto  “Open OAB 2021” com o apoio da OAB DF (Ordem dos Advogados do Brasil do Distrito Federal)  e da CAA DF ( Caixa de Assistência dos Advogados do DF). O objetivo é preparar estudantes de direito para o Exame da Ordem.

Os fundadores Bruno e David também são os desenvolvedores da Estudologia. Foto: Raquel Paternostro

Quando Argolo conheceu a Estudologia achou interessante o conceito de utilização de dados para aprendizagem, “mas entendi que tais dados precisavam entrar na tomada de decisão dos gestores, que era preciso passar os dados de aprendizado do aluno para o professor, para o coordenador, ou até para um gestor público,” esclarece. 

Foi quando os fundadores e desenvolvedores da startup, Bruno e David, se juntaram com os novos sócios e mudaram o foco para os stakeholders educacionais. Com a entrada de Diogo como investidor, a startup “pivotou” de vez. 

“Nosso grande objetivo é criar um ensino adaptativo e ativo. Utilizando os dados conseguimos mostrar para as instituições o que elas fazem com tais informações”. Explica André. 

Como funciona

O desempenho dos alunos é mensurado e processado por meio das provas e avaliações dos professores que já são aplicadas nas rotinas de ensino. Desta forma, as instituições sabem de forma imediata o que está dando certo no dia a dia da jornada de aprendizado, por meio da análise dos dados.

Para  as instituições de ensino

Hoje para uma escola saber como está o desempenho dos seus alunos comparado com os estudantes de outras instituições é preciso esperar o resultado do ENEM. Com o Estudologia aplicado em várias redes de ensino, ela vai ter um parâmetro maior, tendo acesso aos resultados apenas dos seus alunos, mas já com uma base comparativa de outras instituições.

A direção da escola e os educadores também conseguirão se planejar para oferecer conteúdos mais aprofundados para os alunos com melhor desempenho em determinada área e reforçar o estudo com os que apresentam dificuldades.

Para as famílias

Os pais não precisarão perguntar aos filhos como eles estão indo na escola. “As informações passam a estar na palma da mão por meio do nosso aplicativo, fazemos a comparação com outros alunos, mas não para punir, mas sim para que as famílias consigam ajudar e acompanhar o desenvolvimento dos estudantes. Tem uma máxima que a gente sempre fala: o que não é mensurado não pode ser melhorado”, ressalta Argolo. 

O aprendizado do aluno

Ao ter acesso as análises dos próprios dados, o aluno já terá um autoconhecimento de suas facilidades e limitações, conseguindo desta forma planejar melhor a própria jornada de aprendizado.

Para o governo

As secretarias de educação tanto nas esferas federal, estadual ou municipal por meio da análise dos dados, conseguirão planejar melhor a aplicação de seu orçamento. Fator muito relevante principalmente após o déficit causado pelo fechamento das escolas, sobretudo as públicas, durante a pandemia. Com as informações em tempo real sobre o que está acontecendo, pode-se planejar e aplicar melhor o ensino para minimizar as diferenças de acesso de conteúdo.

Fase atual 

Além de rodar o projeto  Open OAB 2021, a Estudologia está em negociações com outras entidades para novos projetos. E  procura mais parcerias. Os interessados podem entrar em contato pelo e-mail contato@estudologia.com.br

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