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Estado de SP retoma vacinação de gestantes

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Grávida recebe a primeira dose da vacina Pfizer. Foto: Marcos de Paula/Prefeitura do Rio

A partir desta segunda-feira (17), no estado de São Paulo, gestantes e puérperas, mulheres que deram à luz nos últimos 45 dias com comorbidades acima de 18 anos podem voltar a receber a vacina contra a Covid-19.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou a suspensão do uso da vacina Fiocruz/Oxford/Astrazeneca contra covid-19 em gestantes e puérperas. No entanto, a retomada será possível graças a chegada de mais imunizantes da Pfizer e da entrega de mais doses da Coronavac pelo Instituto Butantan. Os outros grupos podem contar com os três imunizantes disponíveis atualmente no país.

No total, 100 mill gestantes e puérperas poderão se vacinar com os imunizantes dos dois laboratórios. Para se vacinar, as grávidas, em qualquer período da gestação devem apresentar comprovante de acompanhamento e/ou pré-natal ou laudo médico. Já as puérperas podem utilizar a declaração de nascimento da criança.

Os dois grupos, grávidas e mulheres que deram à luz recentemente, precisam apresentar documentos que comprovem a comorbidade, podendo ser: exames, receitas, relatórios e também cadastros pré-existentes nas Unidades Básicas de Saúde.

Entre as comorbidades estão: doenças cardiovasculares, cardiopatias, Diabetes mellitus, anemia falciforme, obesidade mórbida e imunosuprimidos.

A imunização será realizada com as doses da Pfizer exclusivamente nos dias 17, 18 e 19 de maio nas UBS, após essas datas, a vacinação dependerá da disponibilidade da vacina, e a unidade deverá manter lista de espera para chamada das pessoas.

Vacinação no Rio de Janeiro

A prefeitura do Rio Janeiro também seguiu a orientação da Anvisa, mas a Secretaria Municipal de Saúde já retomou a vacinação das gestantes e puérperas com comorbidades no dia 12 de maio. Como em São Paulo, esse grupo poderá receber doses da Pfizer e da Coronavac.

Para receber a vacina é preciso apresentar apresentar laudo médico detalhado justificando a recomendação e avaliação da relação risco-benefício para a vacinação, além da assinatura do termo de esclarecimento disponível em coronavirus.rio/vacina

*Com informações da Agência Brasil

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