Conheça as duas primeiras bolsistas do Programa Músculo Esquelético da B-Active

Programa

A maior rede de fisioterapia do país está distribuindo bolsas para ajudar na recuperação de atletas amadores que foram infectados pela covid-19. Conheça a história das primeiras selecionadas do programa

A incerteza é uma realidade neste cenário de pandemia do novo coronavírus. Mesmo após um ano da primeira identificação, a doença ainda desafia médicos e especialistas quanto aos efeitos que o vírus pode deixar no organismo.

Sensibilizada pelo cenário atual, a B-Active, maior rede de fisioterapia do país, prevê a distribuição de 30 bolsas para atletas amadores do novo programa específico para pessoas que contraíram a covid-19. Os selecionados serão contatados e terão 30 dias para iniciar o programa na unidade indicada.

O Programa Músculo Esquelético Pós Covid-19, já está disponível em toda rede, foi pensado para proporcionar boas condições musculoesqueléticas ao esportista para que ele possa retomar seus treinamentos, de forma segura, sem riscos de lesões. 

O médico ortopedista especialista em Medicina Esportiva Benjamin Apter sócio fundador da B-Active conta que toda a equipe da rede esteve envolvida na criação do novo programa e completa, “eu percebi que deveria utilizá-lo também para ajudar as pessoas que não teriam condições de contratá-lo, e assim surgiu a ideia da campanha (das bolsas para os atletas amadores)”.

As primeiras selecionadas

Maratona contra as sequelas

Ana Lúcia é uma das selecionadas como bolsista do novo programa. Ainda vivenciando as consequências da Covid-19, a maratonista conta que não acreditou quando recebeu o diagnóstico. 

Ana Lúcia e mais uma medalha conquistada. Foto: divulgação

Casada e mãe de duas filhas, Ana Lúcia relata que a incerteza fez com que ela sentisse medo do que pudesse vir a acontecer. “Três dias depois do diagnóstico, eu tossia muito. Daí eu fui para o hospital por causa da insistência da minha filha mais velha”. 

Ela chegou a ser internada. Felizmente, o período de internação foi curto. No entanto, Ana Lúcia ainda lida com as sequelas da covid-19. Após a alta em agosto de 2020, a maratonista ainda teve pneumonia e enfrentou crises de sinusite. 

A atleta amadora conta que está sendo acompanhada pela cardiologista, que investiga o cansaço enfrentado por Ana Lúcia. Com relação a rotina de treinos, ela conta que “eu tentei voltar, mas eu não tenho fôlego, então, estou somente nas caminhadas. A cardiologista não quer que eu force por conta da fadiga e dessa falta de ar”.

Ao receber a confirmação de ter sido selecionada como bolsista do programa da B-Active, Ana Lúcia se mostrou confiante para deixar as incertezas para trás e retornar à rotina de treinos e competições.

“Espero com o programa poder voltar a ter a minha performance que eu tinha antes da covid. Eu acredito que com o acompanhamento de profissionais preparados, certamente, eles vão me ajudar a retornar de maneira segura”, disse. 

Duas provas fazem parte da meta de Ana Lúcia para 2021. Ela quer voltar a disputar a Meia Maratona de Florianópolis e a Ultramaratona de Bertioga. Para isto, “eu vou precisar de muito treino, para correr 21 KM o preparo é muito grande”. Mas a atleta amadora está pronta para o desafio e sabe qual caminho percorrer. Afinal, “não existe atalho, existe trabalho e paciência”, disse.

Pedalando para superação

Paula já faz planos para 2021 e sonha com mais medalhas. Foto: divulgação

Ela estava vivendo o melhor momento dela no esporte, até que o vírus a parou. Paula Proença, atleta amadora do ciclismo de estrada, lembra que estava no auge da perfomance. A ciclista havia batido o tempo pessoal em algumas serras e quis manter o ritmo. O que ela não sabia naquele momento é que já estava com o coronavírus. “

Logo no primeiro quilômetro, perdi o fôlego e não consegui mais controlar a respiração. Subi os 9km de serra assim, afogada. Foi então que desconfiei. E sim, estava com Covid”.

Os sintomas vivenciados pela atleta amadora foram: dor de cabeça, perda de paladar e dificuldade de concentração. A rotina de treinos foi restabelecida 15 dias depois da alta médica. Porém, algo estava diferente. A ciclista amadora passou a ter dificuldade respiratória nos treinos “de tiro e de potência” e percebeu uma queda de rendimento nos treinos longos. Após cinco meses da doença, Paula diz que “a respiração até agora não voltou ao normal”.

A atleta, no entanto, segue pedalando e conta que tentou voltar a competir, mas “tive um apagão na prova. Nunca mais fui a mesma, Dificuldade de sincronia de força e capacidade respiratória, perda grande de performance e cansaço extremo”, disse. 

O desejo da ciclista amadora é recuperar a melhor perfomance dela e claro, bater os recordes pessoais. Após ser selecionada como uma das bolsistas da B-Active, Paula faz planos para o futuro e sonha com medalhas. A próxima competição já está marcada no calendário: será a Bike Series, prevista para o fim de fevereiro, em Capuava, São Paulo.

Ainda dá tempo de participar!!!

Acesse o edital e o regulamento da ação social de bolsas para atletas aqui!

Site: www.b-active.com.br   Redes sociais: @redebactive

 

Sobre a B-Active Rede de Fisioterapia e Academia Terapêutica

Presente no mercado desde 2004, a B-Active tem como principal pilar a Medicina Esportiva e Preventiva baseada em evidências científicas com foco na saúde e bem-estar. O CEO do Grupo é o Médico Ortopedista e Especialista em Medicina Esportiva, Dr. Benjamin Apter. Atualmente a marca tem dez unidades no total. Nove estão localizadas no estado de São Paulo e uma no Distrito Federal. A Rede B-Active oferece diversos programas exclusivos e específicos de acordo com a necessidade de cada pessoa.

 

***Esta publicação faz parte da nossa iniciativa de divulgar ações solidárias de empresas no combate à Covid 19. Se você conhece alguma iniciativa parecida, entre em contato conosco pelo whatsapp, que aparece nesta página ou pelo e-mail redacao@portalcontexto.com.br.

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