Anatel pede as operadoras ampliação de velocidade de conexão da internet.

Agência cita que com o aumento do número de casos de coronavírus, as conexões de acesso as redes se tornarão ainda mais essenciais para as pessoas em regime de trabalho remoto.

 

No último domingo (15), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), enviou para todas as prestadoras de serviços de telecomunicação do Brasil um ofício com recomendações sobre medidas promover e ampliar o acesso a serviços como banda larga e telefonia móvel 3G/4G diante da crise da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Entre as medidas a serem tomadas pelas teles, a Anatel lista as seguintes:

  • Providências para garantir o acesso gratuito, por celular, para o aplicativo desenvolvido pelo Ministério da Saúde, o Coronavírus-SUS;
  • Medidas de ampliação de acesso a não assinantes (como liberação de redes Wi-fi em determinados locais públicos);
  • Medida de ampliação de velocidade de conexão nos acessos fixos à banda larga;
  • Promoção de campanhas publicitárias para divulgação de informações referentes à COVID-19, em especial com replicação daquelas realizadas pelo Ministério da Saúde;
  • Definição de plano de ação para garantia da estabilidade técnica do sistema, no sentido de se evitar degradação de qualidade causada pelo aumento da demanda;
  • Flexibilização nos prazos de tratamento de casos de inadimplência por parte dos consumidores em áreas sob restrições de deslocamento;
  • Medidas de priorização no atendimento a solicitações de reparos em estabelecimentos de saúde e serviços de urgências.

Entre outras medidas, o documento informa ainda que o site da Anatel terá um espaço disponível para as empresas divulguem as medidas que estão tomando. Todas as decisões serão comunicadas por meio de um representante, designado por cada uma das empresas, que, em reuniões remotas com a Anatel, devem informar as medidas que irão adotar e o progresso de cada uma. A agência já tem trabalhado com operadoras pelo envio de mensagens SMS de alertas e informações elaboradas pelo Ministério da Saúde.

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