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	<title>Arquivos contextolivre - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos contextolivre - Portal Contexto</title>
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		<title>Da minha paixão um negócio, é possível?  [Contexto Livre]</title>
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<p>Se você está pensando em transformar um talento seu em um negócio, mas está com medo de fracassar, saiba que isso pode ser uma das etapas antes de alcançar o sucesso.</p>
<p>O primeiro passo antes de tomar essa decisão e entrar para esse desafio é avaliar o seu perfil de empreendedor. Um fator que as pessoas esquecem é que quando se transforma paixão em negócio, é necessário tempo e muita dedicação para o empreendedorismo. Além disso, para ter sucesso é preciso que ocorra uma mudança de comportamento. E reconhecer que o seu hobby agora poderá gerar dinheiro e que algumas áreas de atuação exigem mais do que paixão, pois se meu segmento exigiu que eu fizesse cursos e tivesse muito empenho para ser considerada uma profissional qualificada, assim você precisará fazer e se especializar.</p>
<p>É importante que você tenha em mente que precisará administrar um negócio e, com isso, será necessário entender sobre finanças e administração. Por isso, é fundamental que você tenha um perfil empreendedor. Só a paixão não é suficiente. Pergunte a si mesmo se você está disposto a trabalhar duro e muitas vezes abdicar de coisas ou desejos que, terá de adiar neste momento.</p>
<p>Outro ponto importante, para saber se é possível transformar paixão em um negócio, você vai precisar fazer uma bela pesquisa no setor em que pretende abri-lo, porque talvez tenha que abrir mão desse sonho e investir em outro que terá maiores chances de ter resultado. Também leve em consideração a crise atual pela qual o país vem passando.</p>
<p>Empreender significa sair da zona de conforto, não tem como. Você não pode fazer tudo sozinho e com o que você acha que tem de expertise “Muitos erros que cometi, foi justamente por achar que eu estava certa e não tinha a experiência para tomar a decisão correta naquele momento” Empreender significa cair de cara no incerto, naquilo que pode expandir os horizontes de uma mente bem habilitada. Sempre fui apaixonada por esse mundo, ele me contagia, me dá energias e forças para continuar a minha jornada e sempre quis isso desde criança.</p>
<p>E por ultimo pense em todas as maneiras que você tem na sua frente para investir em sua paixão. Divida conhecimentos com pessoas que já conquistaram o sucesso, escreva e-books. Faça boas parcerias e trabalhe muito as redes sociais, produzindo conteúdo de qualidade, que agregue e transforme a vida das pessoas. Há uma infinidade de possibilidades para monetizar seu SONHO. Você só precisa parar por um momento e pensar qual delas se encaixa com o seu desafio. Empreender principalmente em momentos de crise exige muito de quem opta por esse caminho e, para manter-se nele, é preciso muita paixão, determinação e persistência em um sonho muito maior. Do contrario esse será só mais um “plano” que não deu certo.</p>
<p>Sucesso a todos vocês.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Daiany Nasteoli</strong>  é Bacharel em Administração de Empresas com habilitação em Análise de Sistemas pelo Centro Universitário de Brasília (IESB) e Pós-graduada em banco de dados e inteligência de negócios pela mesma instituição. Empresária, dedica-se ao mundo do vinho, uma paixão antiga, já comandou lojas e importadora de vinhos. Em 2017, transformou uma das lojas no primeiro Bar a Vin da Capital Federal.</p>
<p><strong>Contexto Livre</strong> é uma coluna rotativa, de assuntos diversos escrita por pessoas bacanas que tenham algo legal e inspirador pra compartilhar.</p>
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		<title>Prazer, Anvisa [Contexto Livre]</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Jun 2020 09:00:55 +0000</pubDate>
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<p>Mas, a verdade é que vivemos algo inédito com a chegada da “Sars-CoV2” ou “coronavírus”, como é popularmente conhecido. Especialmente, se levarmos em consideração o distanciamento social e a presença de “termos”, dificilmente de amplo conhecimento antes da população (na qual me incluo), tais como “<em>lockdown</em>”; “isolamento vertical e horizontal”; “OMS”; e “N-95”.</p>
<p>Outra <strong>palavra</strong> se destacou em meio a expectativa existente sobre um “medicamento” ou “vacina” para o tratamento dos sintomas e/ou cura do vírus; a importação e comercialização de “máscaras” para se evitar o contágio; e a corrida aos estabelecimentos comerciais pelo “álcool em gel”.</p>
<h4>Na verdade, uma sigla: “<strong>Anvisa</strong>”</h4>
<p>Seu “nome completo” – para quem ainda não a conhece – é <strong>Agência Nacional de Vigilância Sanitária</strong> e se trata de uma das maiores agências reguladoras da América Latina e, possivelmente, do mundo. Se considerarmos todos os produtos e serviços por ela regulados, então, se pode dizer que ela é uma <em>gigante</em>. Ou, no mínimo, que ela possui a <em>maior missão</em> de todas.</p>
<p>A título de contextualização, diferentemente dos órgãos reguladores ao redor do globo, a <strong>Anvisa</strong> pode ser considerada <strong>atípica</strong> (“<em>sui generis</em>” para os mais exigentes). Nenhum outro órgão <em>acumula</em> tantas funções e mercados. Para cada um destes costuma-se ter um agente regulador.  Não é o caso brasileiro&#8230;</p>
<p>A <strong>missão</strong> da Anvisa é (pasmem, “só”) <strong>proteger</strong> <strong>e promover a saúde da população</strong> <strong>brasileira</strong>. Para fazer isto, ela trata (“SÓ”) de agrotóxicos, alimentos, cosméticos, medicamentos, produtos para saúde, saneantes, tabaco, serviços de saúde e outros!</p>
<p>Quer dizer, desde o relógio no seu pulso que é capaz de fazer um eletrocardiograma; a escova de dentes que você utiliza; o batom que você passa; o cigarro que o seu vizinho fuma na janela; o sangue que você doa (ou deveria); o certificado de vacinação para as suas viagens; o produto importado para a pele; aquela farmácia de manipulação onde você pede aquela Vitamina D que o médico receitou; até a segurança da sua alimentação – por mais que você fuja da dieta – tem uma interferência da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.</p>
<h4>A <strong>Anvisa</strong> faz parte da sua vida. É uma <strong>guardiã</strong> da sua saúde. E ela é formada por <strong>pessoas</strong>, como eu e <em>você</em></h4>
<p>Todos os dias, seus <em>servidores</em> – <em>em número bastante reduzido, diga-se de passagem</em> – se debruçam sobre a <strong>técnica</strong>, a <strong>ciência</strong> e os <strong>dados</strong> produzidos pelos mais diferentes entes produtivos para garantir que você tenha acesso a algo <u>seguro</u>, de <u>qualidade</u> e <u>eficaz</u>. Injustamente são rotulados pela mídia ou taxados por quem não conhece o serviço que prestam como “<em>burocratas</em>”. Outros, ainda, por mero desconhecimento, defendem a “<em>extinção</em>” da própria Agência.</p>
<p>Eu não posso falar por ninguém, só por mim. Mas, como “coadjuvante” – momentâneo, por sinal – desta história de 21 anos de Anvisa, não poderia deixar de registrar meu testemunho.</p>
<p>Não poderia deixar de dizer que o <strong>esforço</strong> que tem sido realizado, principalmente neste momento de medo e incerteza decorrente da pandemia, <strong>é</strong> <strong>indescritível</strong>. Que não existe “pausa”. Que as reuniões ocorrem durante todo o dia (e noite). Que os finais de semana não interrompem os trabalhos. Que o <em>“home” </em>e o “<em>office”</em> se confundiram, mesmo. Que existe empatia e senso de urgência. Que existe uma dedicação constante em prol do bem comum. Que todos perseguem o mesmo objetivo. Que todos querem garantir o melhor para suas famílias e para as nossas. Que o mais importante é a saúde, logo, a própria vida!</p>
<p>Tenham certeza de que quando as “<em>cortinas</em>” do palco se encerram, o <em>show</em> não termina&#8230;</p>
<p>Aqui fica meu agradecimento, <em>enquanto cidadão</em>, aos servidores da Anvisa. E estendo minha gratidão a todos os profissionais, da saúde ou não, envolvidos na prevenção, no controle, no tratamento e no combate desta pandemia. <strong>Obrigado!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pablo Meneghel</strong> é Advogado, vindo do Sul do país para o Centro-Oeste, com escala na belíssima Santa Catarina &#8211; onde ainda tem morada permanente. Graduado em Direito pela Universidade do Distrito Federal (UDF). Especialista em Direito pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). Mestrando em Direito pela Universidad Europea Del Atlântico (UNEATLANTICO/ES). Trabalhou em escritório &#8220;full service&#8221;, perambulou pelos juizados, tribunais e, intensamente, pelas Cortes Superiores deste país &#8211; sem fazer qualquer distinção, para exercer o ofício que escolheu para sua vida. Defendeu os direitos de minorias e dos &#8220;maiorais&#8221;. Atualmente, exerce o cargo de assessor jurídico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Contexto Livre</strong> é uma coluna rotativa, de assuntos diversos escrita por pessoas bacanas que tenham algo legal e inspirador pra compartilhar.</p>
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		<title>O que a Felicidade tem a ver com Saúde Mental? [Contexto Livre]</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2020 19:36:09 +0000</pubDate>
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<p style="font-weight: 400;">Felicidade é um estado de contentamento e bem estar SUBJETIVO, combinado à sensação de que a própria vida tem sentido e vale a pena. Este estado vem das nossas experiências diárias e segundo a ciência, 40% da nossa FELICIDADE é fruto das intenções, ou seja, das nossas escolhas (<strong>Lyubomirky</strong>, 2008). E para que eu consiga gerar esse estado eu preciso me colocar a disposição para ver o mundo com uma mente de possibilidades e fazer escolhas mais conscientes. Eu preciso desenvolver a crença de que sou capaz de interferir na minha vida e não ser levado pelos outros.</p>
<p style="font-weight: 400;">Vale lembrar que o conceito de saúde, para Organização Mundial da Saúde – OMS é o completo estado de bem estar físico, mental e social. Elas são interdependentes e uma caba afetando a outra, como o que está ocorrendo agora. Não estamos em estado de bem estar social e isso tem afetado nosso estado mental.</p>
<p style="font-weight: 400;">Saúde mental é considerar o bem estar nos elementos cognitivos e emocionais. Bem estar é um estado de satisfação, que demanda equilíbrio, segurança, conforto e tranquilidade. Mente a <strong>um</strong> estado da consciência que possibilita a minha expressão da natureza humana. Ou seja, à medida que desenvolvo consciência do meu estado mental tenho condições de me expressar de outra forma, mais atenta ao que contempla meu significado de existência e me gera mais força diante das experiências que a vida impõe. Para que tenhamos escolhas mais conscientes, é necessária compreensão das minhas emoções, aprender a gerir elas e entender que todas as escolhas que eu fizer, geram um impacto na minha vida.</p>
<p style="font-weight: 400;">Ahhh Suliane&#8230;mas eu não escolho tudo que acontece na minha vida?</p>
<p style="font-weight: 400;">Não, mas você escolhe a forma que vai encarar o que aconteceu contigo. Escolhe o que representa pra você e o grau de importância que dará a elas. Logo, essas escolhas vão te levar pra um lugar ou ao outro. Aqui cabe bem uma frase, nada clichê, do filósofo <strong>SATRE</strong>. “Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.”</p>
<p style="font-weight: 400;">Mesmo assim, a OMS diz que Saúde mental é determinada por uma série de fatores socioeconômicos, biológicos e ambientais. Então, só terei saúde mental se tiver grana, for saudável e viver no meio de ar puro. Sabemos que não meu jovem!</p>
<p style="font-weight: 400;">Mas o que a felicidade tem a ver com saúde mental? Uma pessoa que escolhe a felicidade como um projeto de vida, tem uma disposição diferente para o mundo. Ou seja, eu opto por uma vida com mais felicidade, mais emoções positivas, fazendo escolhas conscientes, saindo da minha zona de conforto para agir frente a escolhas conscientes, que me despertem essa experiência de contentamento.</p>
<p style="font-weight: 400;">Ahh mas sair da zona de conforto é chato? O que isso tem de felicidade?</p>
<p style="font-weight: 400;">Bora lá meu jovem! Vou bater uma real. &#8211; Ninguém é FELIZ o tempo todo. Vão ter momentos desafiadores, para que você tenha mais estados de satisfação. Esse é o objetivo. Correr 1000m dói no começo, mas depois vai ficando confortável!</p>
<p style="font-weight: 400;">A busca pela felicidade, que a ciência propõe, não é busca pela euforia, fruto de prazeres e desejos atendidos. Não é uma felicidade obrigatória, que me escraviza a comportamentos.</p>
<p style="font-weight: 400;">As doenças mentais são multifatoriais. No entanto, esse excesso de distúrbios que temos presenciado, muitas vezes vem pela falta de percepção de um estado apático e infeliz, que atualmente as pessoas entendem que é normal. NÃO É NORMAL VIVER INFELIZ E SEM VONTADE DE SAIR DA CAMA. VOCÊ NÃO ESTÁ NO MUNDO PRA ISSO.</p>
<p style="font-weight: 400;">Por isso, a escolha de ser mais Feliz é um movimento para aumentar sua saúde mental. Mas não adianta apenas desenvolver o desejo de ser mais Feliz, é preciso ação.</p>
<p style="font-weight: 400;">Bora ser mais Feliz? Pra começar, para e pensa no que te faz  Feliz?</p>
<div><strong><span style="color: #000000;">Suliane Beatriz Rauber</span></strong></div>
<div>
<div><i>Quem eu sou? </i></div>
<div>
<div>
<div><span style="color: #000000;"><i>Um &#8220;Ser Humano&#8221;.</i></span></div>
<div><span style="color: #000000;"><i>Quem eu quero ser? </i></span></div>
<div><span style="color: #000000;"><i>Fator de soma na vida das pessoas.</i></span></div>
<div><span style="color: #000000;"><i> </i></span></div>
</div>
</div>
</div>
<div><strong>Contexto Livre</strong> é uma coluna rotativa, de assuntos diversos escrita por pessoas bacanas que tenham algo legal e inspirador pra compartilhar.</div>
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		<title>Cuidado! Você pode estar com sintomas [Contexto Livre]</title>
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		<pubDate>Sun, 10 May 2020 18:52:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sabe o cansaço extra que você tá sentindo? A falta de individualidade? Ter que rebolar para conciliar família, afazeres domésticos e trabalho? O stress da reunião que não dá pra ser feita direito porque sempre tem alguém te interrompendo? A sensação de “nunca ter acabado” porque você termina o trabalho de fora para começar o [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignleft wp-image-4505" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Contexto-livre-por-Beatriz-Ven%C3%A2ncio.jpg?resize=400%2C400&#038;ssl=1" alt="" width="400" height="400" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Contexto-livre-por-Beatriz-Ven%C3%A2ncio.jpg?w=1080&amp;ssl=1 1080w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Contexto-livre-por-Beatriz-Ven%C3%A2ncio.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Contexto-livre-por-Beatriz-Ven%C3%A2ncio.jpg?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Contexto-livre-por-Beatriz-Ven%C3%A2ncio.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Contexto-livre-por-Beatriz-Ven%C3%A2ncio.jpg?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" />Sabe o cansaço extra que você tá sentindo?<br />
A falta de individualidade?<br />
Ter que rebolar para conciliar família, afazeres domésticos e trabalho?<br />
O stress da reunião que não dá pra ser feita direito porque sempre tem alguém te interrompendo?<br />
A sensação de “nunca ter acabado” porque você termina o trabalho de fora para começar o de dentro?<br />
Sabe as noites que estão mal dormidas pela ansiedade?<br />
A preocupação que você tem que ter em relação à saúde de quem o cerca?<br />
Pois é, são sintomas de mãe.</p>
<p>Estamos abdicando do nosso lazer.<br />
alguns, da carreira.<br />
Quem mora em apartamento, abdica da natureza<br />
Quem mora em casa, doa seu tempo aos infinitos afazeres domésticos.<br />
Há uma pandemia no mundo, mas nunca refletimos sobre algo que já existe na humanidade há muito tempo.</p>
<h4><strong>A mãedemia.</strong></h4>
<p>A quarentena poderia ter um sinônimo, “vida de mãe”.<br />
Abdicar, pensar constantemente no próximo e a exaustão são sintomas de uma “vida de mãe”.<br />
Mas para você começar a ser uma, não basta sentir isso, você precisa ter o olhar.<br />
É impressionante como, apesar de todos esses sintomas, as mães ainda dizem constantemente:<br />
“foi a melhor coisa que já me aconteceu”.<br />
Elas conseguem ter “o olhar”.<br />
Porque, convenhamos, COMO SENTIR ISSO PODE SER A MELHOR COISA QUE NOS ACONTECEU?<br />
Mas pra elas é.<br />
Elas costumam soltar um sorriso quando nós, filhos, sorrimos.<br />
Quando nós, filhos, reconhecemos.<br />
Quando nós, filhos, olhamos de volta pra elas.</p>
<p>Talvez a epidemia esteja sendo um recado “tentem ser mais como elas”.<br />
Fiquem estressados, exaustos, cansados, chateados, mas entendam o valor ao olhar pro próximo.<br />
Eu, particularmente, ainda não consigo ter o olhar que elas têm.<br />
Tem sido uma busca constante me melhorar pra ter o olhar.<br />
Penso se isso não é mais um sintoma da mãedemia.<br />
Querer se melhorar constantemente para conseguir lidar com tudo.<br />
É.<br />
Deve ser….</p>
<p>Enquanto todos aguardam, ansiosamente, o fim da epidemia.<br />
Fico pensando se algum dia existirá o fim da “mãedemia” pra elas.<br />
Penso se elas gostariam que a mãedemia cessasse.</p>
<p>Ainda não achamos a cura pra pandemia, muito menos pra mãedemia.<br />
Mas para a mãedemia já existem remédios que fazem com que elas se revigorem.<br />
Infelizmente (ou felizmente) ainda não achamos nas farmácias.<br />
Nem online.<br />
Calma! É melhor. Não tem nenhuma chance de você pegar o Corona.<br />
Você consegue fazer em casa, “homemade” mesmo.<br />
Ou então através do celular.<br />
O freguês escolhe.<br />
É parar, parar mesmo, olhar no fundo do olho delas e dizer:<br />
“obrigado por ter aberto mão de tantas coisas por mim e por nós, mesmo! te amo muito, mãe”.</p>
<p>Uma homenagem especial à todas as mães!<br />
Especialmente à minha, Maryane.<br />
Te amo, muito, mãe.</p>
<p><strong>Beatriz Venâncio</strong>  é arquiteta e empresária. Proprietária da Tune Arquitetura, sócia da MELB, sócia local da ArchademyDF e apaixonada por palavras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Contexto Livre</strong> é uma coluna rotativa, de assuntos diversos escrita por pessoas bacanas que tenham algo legal e inspirador pra compartilhar.</p>
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		<title>O dia em que eu deixei de gostar de final de semana [Contexto Livre]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 17:53:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contexto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foram anos esperando o final de semana chegar. Quantas semanas passei contando os dias até a sexta e ficando triste no domingo! Nunca imaginei que chegaria um dia em que eu preferiria as “feiras”, mas ele chegou. Você já teve insônia? É super agoniante passar a madrugada em claro. Quem já teve sabe que raramente [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;"><strong><span style="color: #333399;">Foram anos esperando o final de semana chegar. Quantas semanas passei contando os dias até a sexta e ficando triste no domingo! Nunca imaginei que chegaria um dia em que eu preferiria as “feiras”, mas ele chegou.</span></strong></h4>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignleft wp-image-3688" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/J%C3%BAlia-Bianco-para-Contexto-Livre-1.png?resize=400%2C400&#038;ssl=1" alt="" width="400" height="400" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/J%C3%BAlia-Bianco-para-Contexto-Livre-1.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/J%C3%BAlia-Bianco-para-Contexto-Livre-1.png?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/J%C3%BAlia-Bianco-para-Contexto-Livre-1.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/J%C3%BAlia-Bianco-para-Contexto-Livre-1.png?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/J%C3%BAlia-Bianco-para-Contexto-Livre-1.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" />Você já teve insônia? É super agoniante passar a madrugada em claro. Quem já teve sabe que raramente conseguimos aproveitar uma noite de insônia fazendo algo útil ou prazeroso.</p>
<p>E por quê? Durante aquelas horas, você pouco pode fazer por aqueles problemas que estão deixando você acordado.</p>
<p>O mundo está dormindo, está parado. Você está ali sozinho, em uma casa quieta e escura, mas em uma mente agitada que não para um segundo sequer.</p>
<p>A cada final de semana desse período de isolamento social, eu percebi o quanto eu queria que chegasse a segunda-feira.</p>
<p>E por que? Porque os finais de semana passaram a ser basicamente uma grande noite de insônia que dura 48h.</p>
<p>Passamos a semana tentando fazer tudo acontecer, mas vemos que o mundo está travado. Oportunidades de negócio, de emprego, o mercado, tudo está devagar. Parece que estamos vivendo em câmera lenta; justo agora que queríamos acelerar e pular logo para o final desse caos todo.</p>
<p>Passamos todos os dias em casa. Em casa e sem ver os amigos. Em casa e sem ver a família. Em casa e sabendo que o mundo está um caos. Em casa e ansiosos, sem saber quando tudo isso vai passar. E esse é o ponto.</p>
<p>Em um momento de tanta preocupação e insegurança, a semana já é difícil, mesmo em meio a tantas tarefas e responsabilidades. Mas, no final de semana sobra mais tempo ainda para eu me perder no fluxo infinito de pensamentos ansiosos que se repetem na minha cabeça.</p>
<p>Pensar sobre todas as minhas inseguranças se torna minha atividade principal e, se já está difícil resolver algo durante a semana, imagina nesses dois dias.</p>
<p>Por isso, o final de semana para mim passou de ser esperado e se transformou nessa grande noite de insônia que dura 48h. E agora, o que eu faço?</p>
<p>Se você, como eu, tem se sentido assim, seguem três dicas do que fazer para conseguir passar por esses dias com mais tranqüilidade:</p>
<ol>
<li>
<h4><span style="color: #333399;"><strong>Faça planos:</strong></span></h4>
</li>
</ol>
<p>Como em um final de semana normal, em que costumávamos combinar de sair com os amigos, ir ao cinema ou comer algo especial, faça planos. Se programe. Marque hora, crie um cenário, prepare ou peça uma refeição gostosa e curta aquele momento.</p>
<p>Chame quem está em casa para uma sessão de cinema, faça um jantar romântico na varanda ou um piquenique no chão da sala. Use sua criatividade e marque seus próprios eventos, mesmo que seja comprando bebida e se arrumando para assistir uma <em>live</em> de um artista que você gosta.</p>
<ol start="2">
<li>
<h4><span style="color: #333399;"><strong>Mantenha uma rotina:</strong></span></h4>
</li>
</ol>
<p>Durante a semana propriamente dita, mantenha uma rotina. Tenha horários e tarefas. Tente fazer com que ela se pareça a uma semana normal para que você consiga produzir – se mantendo feliz com o seu desempenho – e, então, possa encarar o final de semana realmente como um descanso e um tempo livre.</p>
<ol start="3">
<li>
<h4><span style="color: #333399;"><strong>Aproveite seus amigos:</strong></span></h4>
</li>
</ol>
<p>Não é só porque não podemos nos encontrar fisicamente, que não podemos conversar ou nos ver. Ligue para os seus amigos, marque festinhas por vídeo chamada. Converse com os seus amigos e familiares, compartilhe o que você tem sentido e troque experiências. Você não só deixará de se sentir sozinho, como também se distrairá e descobrirá novas atividades e formas de passar o tempo.</p>
<p>A vida é feita de fases e logo essa também passará. Por enquanto, temos que cuidar da nossa saúde emocional e criar estratégias para passarmos por esse período tão difícil da melhor forma possível.</p>
<p><span style="color: #333399;"><strong>Júlia Tudella Bianco</strong></span> é Publicitária paulista vivendo no Planalto Central. “Adoro aprender mais sobre os assuntos da mente e da alma, sempre inquieta na busca por encontrar o melhor jeito de viver essa aventura que é a vida. Apaixonada por viagens, mãe de dogs e na eterna dúvida sobre largar tudo e morar na praia! Já trabalhei em diferentes agências e empresas, atualmente estou me especializando em UX research e, futuramente, em UX writing.” Sigam  a Júlia no insta: <a href="https://www.instagram.com/jubianco/"><strong>@jubianco</strong> </a></p>
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		<title>A regra não financeira dos 33%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2020 17:19:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contexto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mudanças de planos Você teve que mudar algum plano seu por conta da quarentena? Eu sim. Esse ano eu faço 27 anos no dia 27 de maio. Para alguém que já adora comemorar aniversários, nada melhor do que o coincidir da idade com a data para querer comemorar ainda mais, não é? Pois então! Eu [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignleft wp-image-3688" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/J%C3%BAlia-Bianco-para-Contexto-Livre-1.png?resize=400%2C400&#038;ssl=1" alt="" width="400" height="400" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/J%C3%BAlia-Bianco-para-Contexto-Livre-1.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/J%C3%BAlia-Bianco-para-Contexto-Livre-1.png?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/J%C3%BAlia-Bianco-para-Contexto-Livre-1.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/J%C3%BAlia-Bianco-para-Contexto-Livre-1.png?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/J%C3%BAlia-Bianco-para-Contexto-Livre-1.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><span style="color: #333399;">Mudanças de planos</span></strong></h4>
<p>Você teve que mudar algum plano seu por conta da quarentena? Eu sim.</p>
<p>Esse ano eu faço 27 anos no dia 27 de maio. Para alguém que já adora comemorar aniversários, nada melhor do que o coincidir da idade com a data para querer comemorar ainda mais, não é? Pois então! Eu tinha planejado passar a semana em Punta Cana, em um resort <em>all-inclusive</em> maravilhoso! Escolhi tudo, fechei a data, fiz as contas&#8230; até que veio a pandemia e o isolamento social. Claro que tive que cancelar todos os planos e baixar todas as expectativas. Afinal, muito provavelmente passarei meu aniversário em casa, com uma festa no máximo por vídeo-chamada.</p>
<p>Bom, mas quem dera as mudanças tivessem parado por aí. Depois de algumas semanas de pandemia, o que eu mais temia aconteceu: fui demitida com a promessa de retomar após a regularização da crise. Meu Deus, e agora? O que eu iria fazer sem dinheiro e com todos os boletos que não parariam de vir? A sorte foi que pelo menos os boletos da viagem – em dólar – não iriam chegar! Ufa.</p>
<p>O ponto é que não só eu passei por coisas do tipo. Muitas vidas estão tendo que se reformular durante essa quarentena, seja profissionalmente ou pessoalmente. Independentemente de quem você é ou de qual seja o seu contexto nesse momento, sei que você compartilha comigo a ansiedade de conseguir responder: quando isso tudo vai passar?</p>
<p>A maior lição que toda essa pandemia me ensinou – ou me relembrou – foi que eu não tenho a última palavra sobre nada nessa vida. Na verdade, nunca tive. Independentemente do quanto eu me importe, tem coisas que simplesmente não estão sob o meu controle. E isso me lembra a regra dos 33%.</p>
<h4><span style="color: #333399;"><strong>A regra dos 33%</strong></span></h4>
<p>(Antes de explicar, já inicio pedindo licença aos de exatas e dizendo que os 33% são figurativos e arredondados para soar mais bonito. Dito isso, vamos lá)</p>
<p>Certa vez, em um momento de muita incerteza da minha vida, me ensinaram essa regra que levo comigo até hoje. Em cada momento, nós temos 33% da responsabilidade sobre aquilo que nos acontece ou deixa de acontecer. Ou seja, 33% depende diretamente do seu esforço e dedicação. Outros 33% estão nas mãos de outras pessoas, que estão em contato com você e podem influenciar naquele acontecimento específico. Os últimos 33% estão nas mãos do acaso, de Deus, das energias ou do destino (fica a seu critério).</p>
<p>De qualquer maneira, o que temos que lembrar é de nos preocuparmos com os nossos 33%. O restante não está nas nossas mãos e não podemos controlar. A verdade é que é difícil entregar e confiar, “esperar para ver” não faz muito parte da nossa natureza. Mas, se até hoje conseguimos viver assim, sem controlar tudo, conseguimos continuar por um pouco mais.</p>
<p>Portanto, desafie-se nesta semana a focar naquilo que você pode fazer por você, pela sua saúde mental e física, pelos seus objetivos e por quem você ama. Se proponha desafios e metas. Respeite seu momento e seu humor, respeite seus sentimentos, mas se incentive a ficar e ser melhor – naquilo que você quiser.</p>
<p><span style="color: #333399;"><strong>Júlia Tudella Bianco</strong></span> é Publicitária paulista vivendo no Planalto Central. “Adoro aprender mais sobre os assuntos da mente e da alma, sempre inquieta na busca por encontrar o melhor jeito de viver essa aventura que é a vida. Apaixonada por viagens, mãe de dogs e na eterna dúvida sobre largar tudo e morar na praia! Já trabalhei em diferentes agências e empresas, atualmente estou me especializando em UX research e, futuramente, em UX writing.” Sigam  a Júlia no insta: <a href="https://www.instagram.com/jubianco/"><strong>@jubianco</strong> </a></p>
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		<item>
		<title>Como lavar a louça de forma eficaz  [Contexto Livre]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2020 13:12:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contexto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não sei vocês, mas nesses dias de quarentena um dos meus programas favoritos tem sido cozinhar. Todo dia, seja no almoço ou no jantar, analisamos os ingredientes disponíveis, pesquisamos inúmeras receitas na internet e voilà, um prato (ao menos) criativo surge! O negócio é que, por trás de tantas receitas, sempre tem um grande problema: [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignleft wp-image-3687" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/J%C3%BAlia-Bianco-para-Contexto-Livre.png?resize=400%2C400&#038;ssl=1" alt="" width="400" height="400" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/J%C3%BAlia-Bianco-para-Contexto-Livre.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/J%C3%BAlia-Bianco-para-Contexto-Livre.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/J%C3%BAlia-Bianco-para-Contexto-Livre.png?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/J%C3%BAlia-Bianco-para-Contexto-Livre.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/J%C3%BAlia-Bianco-para-Contexto-Livre.png?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p>
<p>Não sei vocês, mas nesses dias de quarentena um dos meus programas favoritos tem sido cozinhar. Todo dia, seja no almoço ou no jantar, analisamos os ingredientes disponíveis, pesquisamos inúmeras receitas na internet e voilà, um prato (ao menos) criativo surge! O negócio é que, por trás de tantas receitas, sempre tem um grande problema: a louça.</p>
<p>Na terceira semana em casa, eu acordei mal. A tal ansiedade tinha me pegado. O medo do vírus, o medo do futuro, o medo da crise econômica e suas consequências. No começo, achei que eu não me preocuparia.</p>
<p>Mas, de repente, tinha ficado mais difícil dormir à noite e, de dia, manter o bom humor virou um desafio. Como nessas horas é importante manter a rotina e os hábitos que nos trazem algum tipo de prazer, fui preparar o meu suco verde para o café da manhã.</p>
<p>Quando cheguei na cozinha, me deparei com a pia lotada. Era copo, colher, panela&#8230; Eu não tinha tempo de parar e arrumar tudo, precisava fazer o suco rápido e me arrumar para começar o “<em>home office</em>”.</p>
<p>Afinal, eu estava atrasada para cumprir meus objetivos do dia. Eu estava agoniada. Se você já teve ansiedade, sabe como é. Os pensamentos começam a vir cada vez mais rápido, é difícil se concentrar. Ao mesmo tempo em que percebe mil coisas que precisa fazer, não consegue saber por onde e nem como começar.</p>
<p>Na hora, pensei em como eu ficaria incomodada o dia todo se deixasse a louça ali e decidi lavar. Era tanta louça! Resolvi começar organizando. Fui separando tudo: colocando talheres de um lado, pratos grandes, pequenos e fundos em ordem, potes, panelas e copos do outro lado e, quando eu vi, era muito menos louça do que eu tinha imaginado.</p>
<p>Na verdade, quando coloquei cada coisa em “seu lugar”, vi que antes, por estar tudo empilhado de forma desorganizada, o volume pareceu muito maior do que realmente era. Uma sensação de controle me invadiu e foi então que eu percebi como a pia era uma grande metáfora da vida real.</p>
<p>No meio de tantas incertezas e problemas para resolver, muitas vezes nos perdemos. É verdade que existe muito fora do nosso controle. Mas, se organizarmos aquilo que está nas nossas mãos, sejam afazeres ou pensamentos, será possível estar no controle e estabelecer um plano de ataque eficaz.</p>
<p>Em tempos como os que vivemos agora, é natural que tenhamos medo. A incerteza e insegurança nos sufocam, ainda mais enquanto estamos tão limitados por forças maiores.</p>
<p>Entretanto, teremos uma melhor visão da situação e  resolveremos as pendências de forma mais eficaz se conhecermos e nos prepararmos para as variáveis do nosso contexto. Por isso, não desista da sua pia, mas conheça-a. Organize a louça antes de lavar e você verá que é mais fácil do que parece.</p>
<p><strong>Júlia Tudella Bianco</strong> é Publicitária paulista vivendo no Planalto Central. “Adoro aprender mais sobre os assuntos da mente e da alma, sempre inquieta na busca por encontrar o melhor jeito de viver essa aventura que é a vida. Apaixonada por viagens, mãe de dogs e na eterna dúvida sobre largar tudo e morar na praia! Já trabalhei em diferentes agências e empresas, atualmente estou no marketing de uma empresa brasiliense do ramo da tecnologia.” Sigam  a Júlia no insta: <a href="https://www.instagram.com/jubianco/"><strong>@jubianco</strong> </a></p>
<p><strong>Contexto Livre</strong> é uma coluna rotativa, de assuntos diversos escrita por pessoas bacanas que tenham algo legal e inspirador pra compartilhar.</p>
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