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Gianni Infantino pede que ligas europeias liberem jogadores para as Eliminatórias

Presidente da Fifa apelou inclusive ao primeiro-ministro Boris Johnson

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Gianni Infantino, presidente da Fifa, se posicionou em relação a liberação dos jogadores que disputam ligas europeias paras as Eliminatórias – Foto: Reuters/Yves Herman

Um problema causado pela pandemia vem causando um atrito de interesses entre as ligas europeias e a Fifa, pois os clubes não querem liberar seus jogadores para a disputa das Eliminatórias da Copa do Mundo no mês que vem. O principal argumento dos clubes são a perda de jogadores importantes para jogos da Champions League e do campeonato nacional, já que países da América do Sul estão na “lista vermelha” e ao voltar de lá os atletas teriam de passar por um período de quarentena.

Nesta quarta-feira (25), o presidente da Fifa, Gianni Infantino, se pronunciou sobre o caso e afirmou que os clubes do Campeonato Inglês e Espanhol devem liberar jogadores para as eliminatórias da Copa do Mundo no próximo mês para “preservar e proteger a integridade esportiva”.

No dia anterior, as principais ligas da  Inglaterra e da Espanha se manifestaram em apoio às equipes que se recusam a liberar os jogadores para disputar Eliminatórias que ocorram em países onde eles teriam de ficar em quarentena no seu retorno, principalmente na América do Sul.

Segundo a Premier League, aproximadamente 60 jogadores estavam programados para viajar a 26 países da “lista vermelha” do Reino Unido, enquanto a La Liga disse que 25 jogadores de 13 clubes diferentes serão afetados, número que pode aumentar após a convocação das seleções do Equador e Venezuela.

“Estou pedindo uma demonstração de solidariedade de cada membro da associação, cada liga e cada clube, para fazer o que é certo e justo para o jogo mundial”, disse Infantino em comunicado. “Muitos dos melhores jogadores do mundo competem em ligas na Inglaterra e na Espanha, e acreditamos que esses países também compartilham a responsabilidade de preservar e proteger a integridade esportiva das competições em todo o mundo.”

As regras rígidas na Inglaterra exigem que os jogadores fiquem em quarentena por 10 dias após sua chegada ao país, com a Premier League afirmando que o governo não concedeu nenhuma isenção para jogadores de futebol. Sendo assim, Infantino relatou que recorreu a Boris Johnson, primeiro-ministro britânico, em busca de apoio. 

“Sugeri que uma abordagem semelhante à adotada pelo governo do Reino Unido para as fases finais da Eurocopa seja implementada para as próximas partidas internacionais”, acrescentou Infantino.

*Com informações de Agência Brasil

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