Astrologia: indica tendências, orienta escolhas e é ferramenta de autoconhecimento

Essa é a minha primeira coluna aqui no Contexto. Então resolvi iniciar explicando um pouco sobre astrologia. Sempre há muitas dúvidas, desconfianças e ceticismo deste assunto que se popularizou e já faz parte hoje do consumo de muita gente.

A astrologia é um conhecimento milenar, que nasceu na Suméria, antes de Cristo. Foi muito utilizada pelas antigas civilizações para prever assuntos sobre fenômenos naturais, e até guerras. Já foi extremamente atacada por cientistas (por não ser uma ciência) e pela religião. No século XX, floresceram as escolas de astrologia psicológica na Inglaterra e nos Estados Unidos. Carl Jung, psicanalista suíço, foi o primeiro a explorar a astrologia no tratamento de seus pacientes, aprendendo a calcular os mapas natais.

Entretanto, a astrologia começou a se popularizar na época do rádio e depois nas colunas dos jornais e revistas, que traziam diariamente ou semanalmente o horóscopo. Na década de 1960, a astrologia também se ampliou com o movimento hippie. Quando era moda ler livros astrológicos ou fazer o mapa natal com um astrólogo.

A internet foi a responsável pelo boom da astrologia, pois ela democratizou a informação e o mais importante:  deu espaço para a abordagem do assunto com mais profundidade. Saindo daquela astrologia rasa e de generalizações, se tal signo combina com outro. Toda essa popularidade ajudou, inclusive, que esse conhecimento se tornasse mais acessível financeiramente para as pessoas.

Portanto, hoje vivemos uma nova realidade e já temos até um “mercado astrológico”(atenção empreendedores!)…  São diversos serviços oferecidos (presencial ou online) de mapa natal, revolução solar, trânsitos, astrocartografia, além da astrologia empresarial, financeira, eletiva, vocacional, etc. Também já existe um comércio de produtos, têm muitas grifes que fizeram coleções inspiradas nos signos e planetas.

O crescimento da astrologia vem ainda na esteira do próprio aumento das práticas místicas. As pessoas precisam de respostas, querem entender melhor suas vidas, e para isso precisam se autoconhecer.  E a astrologia é, antes de mais nada, uma ferramenta de autoconhecimento, e o homem não vai a nenhum lugar se não se conhecer.

Poderíamos dizer que a jornada através dos planetas é na verdade uma jornada em direção a estados mais elevados da consciência. A vida é influenciada através destas energias que os astros irradiam e nos influenciam através do seu próprio movimento. O mapa natal, por exemplo, é a imagem do instante inicial, um momento fixo no tempo e no espaço. E esse mapa, embora seja fixo, muda ao longo dos anos, já que os planetas estão em constante movimento. E entender o seu mapa natal e seus movimentos, é ter uma compreensão mais profunda de si mesmo.

Portanto, esse conhecimento que hoje está muito mais acessível, deve ser usado: tanto para o autoconhecimento, como para indicar tendências, fazer previsões e orientar escolhas. Vamos juntos nesta empreitada?

Siga a autora no insta: @carlaoliveira.astrologia

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