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	<title>Arquivos #pesquisacientifica - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos #pesquisacientifica - Portal Contexto</title>
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		<title>Criação de peixes pode abastecer pesca em reservatórios e aumentar oferta de proteína no semiárido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 15:46:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa em dois reservatórios do RN aponta que o uso de tanques-rede no semiárido pode trazer benefícios à cadeia alimentar local que sustenta a pesca Esses reservatórios possuem baixa produção natural de algas e, assim, os tanques não afetam negativamente as outras espécies e nem prejudicam a pescaria de pequena escala As duas atividades que [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="highlights">
<figure id="attachment_34394" aria-describedby="caption-attachment-34394" style="width: 1020px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-34394" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/fotopeixeunsplash.jpg?resize=1020%2C574&#038;ssl=1" alt="pesca" width="1020" height="574" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/fotopeixeunsplash.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/fotopeixeunsplash.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/fotopeixeunsplash.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/fotopeixeunsplash.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/fotopeixeunsplash.jpg?w=2047&amp;ssl=1 2047w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-34394" class="wp-caption-text">Foto: Unsplash</figcaption></figure>
<ul>
<li>
<h3><em>Pesquisa em dois reservatórios do RN aponta que o uso de tanques-rede no semiárido pode trazer benefícios à cadeia alimentar local que sustenta a pesca</em></h3>
</li>
<li>
<h3><em>Esses reservatórios possuem baixa produção natural de algas e, assim, os tanques não afetam negativamente as outras espécies e nem prejudicam a pescaria de pequena escala</em></h3>
</li>
<li>
<h3><em>As duas atividades que envolvem peixes, criação em tanques-rede e pesca, podem coexistir e aumentar a oferta de proteína animal para a população humana</em></h3>
</li>
</ul>
</div>
<div class="entry-content">
<p>Pesquisa realizada em dois reservatórios do Rio Grande do Norte revela que a <strong>piscicultura</strong> em tanques-rede, realizada num modelo familiar, tem impactos reduzidos sobre os ecossistemas aquáticos, o que não compromete a atividade pesqueira. Sendo assim, o uso simultâneo de piscicultura e pesca podem, sinergicamente, favorecer a cadeia alimentar local. A observação é de pesquisadores da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) em estudo publicado na revista “Aquaculture” na segunda (12).</p>
<p>O trabalho mostra que o uso de tanques-rede em reservatórios do semiárido pode beneficiar a cadeia alimentar local que sustenta a pesca. Isto porque, se os reservatórios têm baixa produção natural de algas, os tanques-rede podem servir como fornecedores de nutrientes para estas algas e consequentemente para a toda teia trófica, potencialmente aumentando a disponibilidade de alimento para espécies predadoras como tucunaré e traíra, as preferidas pelos pescadores.</p>
<p>A pesquisa foi desenvolvida nos reservatórios de Santa Cruz e Umari, ambos na bacia hidrográfica do Rio Apodi-Mossoró. Os autores desenvolveram um modelo matemático para cada reservatório, nos quais quantificaram as cadeias alimentares aquáticas, isto é, as relações alimentares entre as espécies de peixes e outros componentes como camarões, insetos, algas, plantas aquáticas. Eles ainda relacionaram esta cadeia alimentar com o cultivo de tilápias nos tanques-rede de 33 toneladas em Santa Cruz e 268 toneladas em Umari.</p>
<p>Os autores ressaltam que, embora as simulações demonstrem que o cultivo de peixes em tanques-rede pode proporcionar uma maior produção pesqueira, há um limiar de entrada positiva de nutrientes e matéria orgânica provenientes da atividade aquícola. “Acima do limite, a atividade pode atuar negativamente, reduzindo a qualidade da água dos reservatórios”, explica o autor principal do estudo, Sávio de Moura, pesquisador da UFMA. O trabalho é fruto de seu doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal da UFERSA.</p>
<p><strong>A relação entre piscicultura e pesca</strong></p>
<p>Muito se discute sobre o conflito entre a criação de peixes em tanques-rede em reservatórios e outras atividades como pesca e abastecimento. A concentração de muitos peixes em pouco espaço produz uma grande quantidade de fezes, além da ração não aproveitada por eles. Isto pode aumentar a decomposição, reduzir o oxigênio e causar a eutrofização, um crescimento elevado de algas e plantas aquáticas em geral, que deteriora a qualidade da água, podendo prejudicar as outras atividades do reservatório.</p>
<p>Entretanto, afirmam os autores, seja avaliando o impacto da criação observada durante o período da pesquisa, ou simulando o aumento destes tanques com o uso do modelo matemático, nestes reservatórios que possuem baixa produção natural de algas, os tanques não afetam negativamente as outras espécies e nem prejudicam a pescaria de pequena escala. Além do mais, acrescentam, a simulação mostra que o aumento dos tanques pode beneficiar as populações de peixes já existentes nos reservatórios, pois os resíduos acabam servindo como nutrientes à cadeia alimentar local. “De qualquer maneira, o estudo foi feito com poucos tanques e qualquer aumento no número de tanques deve ser monitorado, para evitar prejuízos aos outros usos do reservatório, que são abastecimento, irrigação, lazer e pesca”, ressalva Ronaldo Angelini, outro autor do trabalho.</p>
</div>
<p>Fonte: <a href="https://abori.com.br/?utm_medium=publisherLink&amp;utm_source=publisher&amp;utm_campaign=releases&amp;utm_content=https://abori.com.br/piscicultura/criacao-de-peixes-pode-abastecer-pesca-em-reservatorios-e-aumentar-oferta-de-proteina-no-semiarido/">Agência Bori</a></p>
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		<title>Antissépticos bucais antivirais contra a Covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 22:09:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pesquisa, conduzida por três universidades federais, foi reconhecida pela comunidade científica internacional. O estudo aponta que antisséptico bucal antiviral tem 96% de eficiência contra o coronavírus Um conjunto de pesquisadores brasileiros demonstraram a eficácia dos antissépticos bucais antiviral contra o coronavírus. De acordo com o estudo, o produto é capaz de na boca em [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_10826" aria-describedby="caption-attachment-10826" style="width: 755px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-10826" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Bauru-FOB-2006-Fto-Francisco-Emolo-1024x678.jpeg?resize=755%2C500&#038;ssl=1" alt="antissépticos" width="755" height="500" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Bauru-FOB-2006-Fto-Francisco-Emolo.jpeg?resize=1024%2C678&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Bauru-FOB-2006-Fto-Francisco-Emolo.jpeg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Bauru-FOB-2006-Fto-Francisco-Emolo.jpeg?resize=768%2C509&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Bauru-FOB-2006-Fto-Francisco-Emolo.jpeg?resize=1536%2C1017&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Bauru-FOB-2006-Fto-Francisco-Emolo.jpeg?resize=2048%2C1356&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 755px) 100vw, 755px" /><figcaption id="caption-attachment-10826" class="wp-caption-text">A USP é uma das instituições que participaram do estudo brasileiro. Foto: Francisco Emolo</figcaption></figure>
<h4><strong>A pesquisa, conduzida por três universidades federais, foi reconhecida pela comunidade científica internacional. O estudo aponta que antisséptico bucal antiviral tem 96% de eficiência contra o coronavírus</strong></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Um conjunto de pesquisadores brasileiros demonstraram a eficácia dos antissépticos bucais antiviral contra o coronavírus. De acordo com o estudo, o produto é capaz de </span><span style="font-weight: 400;">na boca em 96% dos casos. A pesquisa, reconhecida pela comunidade internacional, foi publicada pela </span><span style="font-weight: 400;">Acta Cientific Dental Science &#8211; </span><a href="https://actascientific.com/ASDS/pdf/ASDS-04-0991.pdf"><span style="font-weight: 400;">A Recommendation of Phtalox® Mouthwash for Preventing Infection and Progression of COVID-19</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O estudo destaca o papel da boca na transmissão do novo coronavírus. </span><span style="font-weight: 400;">Isso ocorre devido à disseminação de pequenas gotículas que torna a mucosa oral e orofaríngea alvos fáceis para o vírus ao inalar de partículas do ambiente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, os pesquisadores entenderam que o primeiro passo seria reduzir a carga viral na boca. A solução então seria a lavagem de nariz e boca para erradicar as partículas virais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que os pesquisadores já sabiam era que o uso de enxaguantes bucais podem ajudar a prevenir as infecções respiratórias no trato superior e inferior, como é mencionado no artigo publicado na </span><span style="font-weight: 400;">Acta Cientific Dental Science. Mas contra o coronavírus, apenas os produtos com a tecnologia Phtalox® se mostraram eficazes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Phtalox®, que já foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), </span><span style="font-weight: 400;">um corante funcional bioativo e capaz de </span><span style="font-weight: 400;">promover uma auto-ativação e produção contínua de oxigênio reativo na presença de oxigênio molecular. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o pesquisador e professor da USP, Fabiano Vilhena, </span><span style="font-weight: 400;">“em todas as fases de pesquisa, o antisséptico bucal PHTALOX® demonstrou atividade antimicrobiana (incluindo atividade virucida) associada à regeneração dos tecidos moles e redução do sangramento gengival”.</span></p>
<h4><b>O estudo científico</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A pesquisa envolveu 60 pesquisadores e foi liderada pelo professor Dr. Fabiano Vilhena, Cirurgião Dentista Sanitarista e Doutor em Biologia Oral pela Universidade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo (USP). Além da USP, outras duas instituições federais participaram do estudo: a Universidade Estadual de Londrina e o Instituto Federal do Paraná.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O estudo foi realizado com 107 pessoas infectadas pelo novo coronavírus e passou por seis etapas, que incluíram exames </span><span style="font-weight: 400;">laboratoriais, séries de casos e estudos clínicos randomizados triplo cego.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim que a pesquisa foi divulgada, quatro países, Canadá, Índia, Peru e Turquia, se interessaram em unir forças. O Japão, por meio de documentos oficiais, já indica o o uso dos antissépticos bucais como mais uma medida antisséptica para prevenir a Covid-19. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os estudos foram aprovados pelo Comitê de Ética em Pesquisa em Seres Humanos do Ministério da Saúde, registrados no ReBEC  – Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos e publicados na plataforma da Organização Mundial da Saúde.</span></p>
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		<title>Estudo afirma que vitamina D pode reduzir riscos em pacientes com covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Aug 2020 15:30:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais uma vez ela ganha o holofote em um estudo científico. A vitamina D, às vezes, parece um grande mistério. Seria um hormônio? Tem de fato condições de regular o sistema imunológico? A suplementação é necessária? Ela pode proteger de infecções? As perguntas estão aí e os pesquisadores da Universidade de Ciências Médicas de Teerã [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-7547 aligncenter" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/halacious-iPl3q-gEGzY-unsplash.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/halacious-iPl3q-gEGzY-unsplash.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/halacious-iPl3q-gEGzY-unsplash.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/halacious-iPl3q-gEGzY-unsplash.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/halacious-iPl3q-gEGzY-unsplash.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/halacious-iPl3q-gEGzY-unsplash.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /></p>
<p>Mais uma vez ela ganha o holofote em um estudo científico. A vitamina D, às vezes, parece um grande mistério. Seria um hormônio? Tem de fato condições de regular o sistema imunológico? A suplementação é necessária? Ela pode proteger de infecções?</p>
<p><span style="font-weight: 400;">As perguntas estão aí e os pesquisadores da </span><b>Universidade de Ciências Médicas de Teerã </b><span style="font-weight: 400;">publicaram no último mês um estudo que aponta que: a vitamina D reduziu os riscos de morte e de complicações provocadas pelo novo coronavírus.</span></p>
<h4><b>A pesquisa</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O estudo, </span><a href="https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=3616008"><span style="font-weight: 400;">Vitamin D Sufficiency Reduced Risk for Morbidity and Mortality in COVID-19 Patients</span></a><span style="font-weight: 400;">, analisou dados hospitalares de 235 pacientes positivos para a covid-19. A idade média era de 58,7 e 74% apresentavam infecção grave causada pelo SARS-CoV-2 e 32,8% tinham vitamina D suficiente, acima de 30 ng / mL. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os pesquisadores encontraram uma associação significativa entre a suficiência de vitamina D e redução na gravidade clínica, mortalidade de pacientes internados, níveis séricos de proteína C reativa (PCR) e um aumento na porcentagem de linfócitos. Pacientes com níveis inferiores a 30ng/dL apresentavam maior risco de resultados adversos da COVID-19 tais como inconsciência, hipoxemia (saturação periférica de oxigênio menor que 90%), gravidade da doença e mortalidade. </span></p>
<figure id="attachment_7543" aria-describedby="caption-attachment-7543" style="width: 765px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-7543 size-full" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/grafico.png?resize=765%2C559&#038;ssl=1" alt="vitamina" width="765" height="559" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/grafico.png?w=765&amp;ssl=1 765w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/grafico.png?resize=300%2C219&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 765px) 100vw, 765px" /><figcaption id="caption-attachment-7543" class="wp-caption-text">Gráfico relaciona o nível de vitamina D (eixo y) e a idade (eixo x), e as bolas brancas, pacientes que sobreviveram e as vermelhas, pessoas que vieram a óbito</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A proporção de indivíduos que faleceram entre aqueles com suficiência de vitamina D era menor quando os níveis eram maiores que 40ng/dL (6,3% em comparação a 9,7% com níveis entre 30 e 40 ng/dL).</span></p>
<h4><b>O que sabemos sobre a vitamina D?</b></h4>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-7539 alignleft" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-17-at-08.32.19.jpeg?resize=300%2C328&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="328" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-17-at-08.32.19.jpeg?w=936&amp;ssl=1 936w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-17-at-08.32.19.jpeg?resize=274%2C300&amp;ssl=1 274w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-17-at-08.32.19.jpeg?resize=768%2C840&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A médica e diretora Clínica Longevitá, </span><b>dra Patricya Tavares </b>(foto à esquerda)<span style="font-weight: 400;">, explica que “a vitamina D é uma vitamina de extrema importância para o nosso organismo, há muitos anos já é sabido o efeito que ela tem sobre o cálcio na formação óssea, mas nos últimos anos ela vem sendo estudada sobre os efeitos imunomoduladores”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A função de modular o sistema imune acontece por “diversas ações em células como os linfocitos T, os macrofagos, diversas citocinas e leucinas”, afirma a médica.</span></p>
<h4><b>Estamos mais deficientes em vitamina D?</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos últimos anos, ela apareceu mais em pesquisas, nas prateleiras das farmácias e nas legendas das fotos de redes sociais. Mas será que as pessoas estão mais deficientes em vitamina D?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem nos ajuda a responder esta questão é a </span><b>dra. Cristina Salaro</b><span style="font-weight: 400;">, presidente da <a href="https://www.sbd.org.br/a-sbd/regionais/sbd-regional-distrito-federal/DF">Sociedade Brasileira de Dermatologia do Distrito Federal (SBD-DF)</a>. “Isso se deve, em parte, à disseminação da dosagem de vitamina D no sangue. Com todo mundo fazendo o exame, é de se esperar que se aumentem os diagnósticos de deficiência e insuficiência dessa vitamina”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela ainda explica que “a deficiência de vitamina D pode estar associada a condições autoimunes, doenças neurológicas e alguns tipos de câncer, embora a relação de causalidade ainda não tenha sido comprovada”.</span></p>
<h4><b>Vitamina D e a Covid-19</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Em março deste ano, saiu uma </span><a href="https://portalcontexto.com.br/medico-nutrologo-esclarece-a-relacao-da-vitamina-d-no-combate-ao-coronavirus/"><span style="font-weight: 400;">pesquisa da italiana</span></a><span style="font-weight: 400;"> que relacionava a vitamina D com o coronavírus. Naquele momento, conversamos com o </span><b>dr. Walter Souza Neto</b><span style="font-weight: 400;"> que foi cauteloso e explicou: “ela também tem papel na regulação de diversos mecanismos do nosso metabolismo, incluindo mecanismos relacionados ao nosso sistema imunológico. Então, ter deficiência de vitamina D pode sim comprometer a resposta imune, mas isso não significa que níveis acima do fisiológico (níveis acima do normal) irão garantir maior proteção contra doenças infecciosas.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sobre a pesquisa da Universidade de Teerã, a </span><b>médica endocrinologista do Hospital Anchieta de Brasília, Gabriela Mendes</b><span style="font-weight: 400;">, explica que: “Entretanto, como os próprios autores afirmam ao final, esta pesquisa, assim como outras até agora, não conseguiu ainda provar causalidade e sim associação. Ou seja, a pesquisa não consegue afirmar que a suplementação de vitamina D para atingir níveis maiores que 30 ng/dL evitaria a infecção pelo SARS-CoV-2 ou nos protegeria contra formas graves da covid-19. Até porque alguns estudiosos defendem que a deficiência de vitamina D pode na verdade refletir a gravidade da doença do indivíduo e não necessariamente ser a causa dela ou piorá-la.” </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela ainda afirma “</span><span style="font-weight: 400;">até agora não conseguimos afirmar que a suplementação da vitamina D tenha algum efeito benéfico durante um processo infeccioso ou na prevenção deste, incluindo a COVID-19. Ainda precisam ser feitos mais estudos para afirmarmos isto e termos respaldo científico para esta nova indicação do uso da vitamina D. Até o momento essa recomendação não foi feita pelas sociedades médicas.” </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a </span><b>dra Patricya Tavares</b><span style="font-weight: 400;"> entende que “todos estes estudos publicados mostram que a vitamina D em níveis elevados constituem um fator protetor para infecções bacterianas e infecções virais e também uma evolução mais favorável, isto não seria diferente com a covid”.  </span></p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone wp-image-7541 size-large" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/pexels-pixabay-235496.jpg?resize=1020%2C610&#038;ssl=1" alt="vitamina d" width="1020" height="610" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/pexels-pixabay-235496.jpg?resize=1024%2C612&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/pexels-pixabay-235496.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/pexels-pixabay-235496.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/pexels-pixabay-235496.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /></p>
<h4><b>Exposição solar</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O sol é reconhecido como a principal fonte de vitamina D. “</span><span style="font-weight: 400;">Algumas sociedades médicas recomendam um tempo de exposição solar entre 15 e 30 minutos ao dia. Lembrando que o isolamento social é uma importante medida de combate ao Coronavírus, então esta exposição solar pode ser feita no jardim de casa, na varanda ou na janela desde que ela esteja aberta já que o vidro pode atenuar os raios ultravioletas.”, recomenda a </span><b>dra. Gabriela.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>dra Cristina</b><span style="font-weight: 400;"> recomenda “a exposição solar cautelosa, mesmo para quem mora em apartamento; 10 minutos ao dia nas pernas (revezando anteriormente e posteriormente) ou a suplementação supervisionada de vitamina D”. Ela ainda lembra para não expor o rosto.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Será esta ação, tomar sol, que irá “</span><span style="font-weight: 400;">transformar esta vitamina D em vitamina D ativa que realmente vai ter todos estes efeitos benéficos no nosso sistema imune”, explica a </span><b>dra Patricya.</b><span style="font-weight: 400;">  </span></p>
<h4><b>Suplementar é preciso? </b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A exposição solar e a alimentação são aliados da vitamina D. Por outro lado, houve uma mudança de comportamento, e as pessoas estão cada vez mais trancadas em casa ou nos escritórios e a suplementação surge como um caminho viável para manter as doses desta vitamina no sangue.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, as médicas ouvidas pelo Portal Contexto recomendam buscar a orientação de uma especialista, pois “</span><span style="font-weight: 400;">a suplementação de vitamina D, assim como qualquer outro tratamento médico, deve ser sempre individualizada, e claro, apresenta seus benefícios quando bem indicada”, orienta </span><b>dra Gabriella.</b></p>
<figure id="attachment_7540" aria-describedby="caption-attachment-7540" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-7540" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-14-at-16.29.21.jpeg?resize=300%2C236&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="236" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-14-at-16.29.21.jpeg?resize=300%2C236&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-14-at-16.29.21.jpeg?resize=768%2C604&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-14-at-16.29.21.jpeg?w=824&amp;ssl=1 824w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-7540" class="wp-caption-text">dra. Cristina Cristina Salaro, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia do Distrito Federal</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">“Bons níveis de vitamina D são sempre desejáveis.  Regula o crescimento, regula o sistema imunológico, cardiovascular, músculo- esquelético e o metabolismo. Se os níveis estiverem baixos, é interessante suplementar sim”, </span><b>destaca dra Cristina, presidente SBD-DF</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas pessoas podem apresentar uma deficiência na absorção da vitamina, e por isso, o acompanhamento médico se torna primordial. A <strong>dra. Cristina</strong> explica que</span><b> “</b><span style="font-weight: 400;">apesar de ser uma condição não comum, mas que pode acontecer, como no caso de pessoas com doença celíaca ou com insuficiência renal crônica, por exemplo. A vitamina D ingerida pelos alimentos e a produzida após exposição da pele ao sol estão na forma inativa. A ativação é feita inicialmente no fígado e finalizada nos rins. No caso de insuficiência renal crônica não ocorre a transformação da vitamina D na sua forma ativa e, assim, ela não cumprirá seu papel no organismo. Já no caso da doença celíaca, haverá deficiência na absorção do nutriente”, disse.</span></p>
<h4><b>Qual é o nível ideal?</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A <strong>dra. Cristina</strong> afirma que altas doses de vitamina D não são recomendadas, o ideal é que a pessoa seja avaliada por um médico, pois a suplementação tem riscos, e níveis acima de  100 ng/mL levam ao risco de hipercalcemia (quantidade de cálcio no sangue maior do que o normal) e intoxicação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, como explica a médica: </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">níveis acima de 20 ng/mL são desejáveis para população geral saudável; </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">entre 30 e 60 ng/mL é o recomendado para grupos de risco como idosos, gestantes, pacientes com osteomalácia,raquitismos, osteoporose, hiperparatireoidismo secundário, doenças inflamatórias, doenças autoimunes e renal crônica;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Entre 10 e 20 ng/mL é considerado baixo com risco de aumentar remodelação óssea e, com isso, perda de massa óssea, além do risco de osteoporose e fraturas; menor do que 10 ng/mL muito baixa e com risco de evoluir com defeito na mineralização óssea, que é a osteomalácia, e raquitismo.</span></li>
</ul>
<h4><b>Recomendações</b></h4>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Procurar um médico para checar o nível de vitamina D no sangue. A orientação é importante para afirmar se é, ou não, necessário realizar a suplementação e qual a quantidade ideal. </span><b>Não utilize suplementos sem a recomendação médica</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Tomar sol, mesmo para quem mora em apartamento. As especialistas recomendam de 10-15 minutos por dia. Entre 10h e 16h, de preferência nas pernas e nos braços. Nunca no rosto; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Ter hábitos saudáveis como a prática de atividade física;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Tenha uma dieta com bom controle nutricional.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">As recomendações com relação ao coronavírus, seguem as já conhecidas. Se for sair de casa, use máscara facial, observe o distanciamento das pessoas, evite aglomeração e lave as mãos com frequência.</span></p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/estudo-afirma-que-vitamina-d-pode-reduzir-riscos-em-pacientes-com-covid-19/">Estudo afirma que vitamina D pode reduzir riscos em pacientes com covid-19</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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		<title>Estudo de Harvard relaciona as crianças e a covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2020 20:26:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estudo mostrou que as crianças têm um potencial transmissor maior do que os adultos. Segundo os pesquisadores, a probabilidade delas terem uma versão mais grave da doença é menor, mas as crianças não estão imunes Publicado hoje no The Journal of Pediatrics, estudo, “Pediatric SARS-CoV-2: Clinical Presentation, Infectivity, and Immune Reponses,” mostra que as [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong><span style="font-weight: 400;"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-7495" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/pexels-alexander-dummer-1912868.jpg?resize=1020%2C679&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/pexels-alexander-dummer-1912868.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/pexels-alexander-dummer-1912868.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/pexels-alexander-dummer-1912868.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/pexels-alexander-dummer-1912868.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /></span></p>
<p>O estudo mostrou que as crianças têm um potencial transmissor maior do que os adultos. Segundo os pesquisadores, a probabilidade delas terem uma versão mais grave da doença é menor, mas as crianças não estão imunes</strong></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Publicado hoje no The Journal of Pediatrics, estudo,<strong> “Pediatric SARS-CoV-2: Clinical Presentation, Infectivity, and Immune Reponses,”</strong> mostra que as crianças têm um papel maior do que se imaginava na propagação do coronavírus. A pesquisa se mostra importante por conta do debate da volta às aulas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pesquisa foi feita com 192 crianças, com idades entre 0-22 anos. 49 crianças testaram positivo para a covid-19. De acordo com o Massachusetts General Hospital (MGH) afiliado à Harvard e ao Mass General Hospital for Children (MGHfC), as crianças apresentavam mais vírus nas vias aéreas do que os adultos internados em UTIs. O risco de contágio aumenta com a carga viral elevada.</span></p>
<figure id="attachment_7493" aria-describedby="caption-attachment-7493" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-7493" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/27678.jpg?resize=300%2C300&#038;ssl=1" alt="estudo" width="300" height="300" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/27678.jpg?w=460&amp;ssl=1 460w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/27678.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/27678.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-7493" class="wp-caption-text">Pediatra Lael Yonker</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">“Fiquei surpresa com os altos níveis de vírus que encontramos em crianças de todas as idades, especialmente nos primeiros dois dias de infecção”, diz <strong>Lael Yonker</strong>, diretora do MGH Cystic Fibrosis Center e principal autora do estudo, que ainda afirma: “não esperava que a carga viral fosse tão elevada. Você pensa em um hospital e em todas as precauções tomadas para tratar adultos gravemente enfermos, mas as cargas virais desses pacientes hospitalizados são significativamente mais baixas do que uma &#8216;criança saudável&#8217; que anda por aí com uma alta carga viral de SARS-CoV-2 .”</span></p>
<h4><b>Volta às aulas</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A pesquisa traz reflexões importantes no momento em que americanos e brasileiros discutem a volta às aulas. “Durante esta pandemia de COVID-19, rastreamos principalmente indivíduos sintomáticos, então chegamos à conclusão errônea de que a grande maioria das pessoas infectadas são adultos. No entanto, nossos resultados mostram que as crianças não estão protegidas contra esse vírus. Não devemos descartar as crianças como propagadores em potencial desse vírus”, afirma <strong>Alessio Fasano</strong>, diretor do Centro de Pesquisa de Biologia e Imunologia da Mucosal do MGH e autor sênior do estudo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As crianças têm uma probabilidade menor de ter uma versão mais grave da covid-19, no entanto, elas podem levar o vírus para casa ou de casa para a escola. As chances reduzidas das crianças de ter complicações pela SARS-CoV-2 se deve pelo fato delas terem menos receptores imunológicos para o coronavírus.</p>
<p></span><span style="font-weight: 400;">A volta às aulas presenciais, de acordo com Yonker e Fasano, precisam passar por etapas de implementação. A recomendação é manter as orientações de saúde: distanciamento social, lavagem das mãos, combinar aulas presenciais e remotas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Este estudo fornece fatos muito necessários para que os formuladores de políticas tomem as melhores decisões possíveis para escolas, creches e outras instituições que atendem crianças”, diz Fasano. “As crianças são uma possível fonte de disseminação do vírus e isso deve ser levado em consideração nas etapas de planejamento para a reabertura de escolas”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fasano teme que um retorno apressado à escola sem um planejamento adequado possa resultar em um aumento nos casos de infecções por covid-19. “Se as escolas fossem reabertas totalmente sem as precauções necessárias, é provável que as crianças desempenhem um papel maior nesta pandemia”, concluem os autores.</span></p>
<h4><b>SP: 64,4% das crianças que testaram positivo eram assintomáticas</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Na terça-feira (18), a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de São Paulo apresentou os resultados da resultados da </span><a href="http://www.capital.sp.gov.br/arquivos/pdf/2020/fase1_criancas.pdf"><span style="font-weight: 400;">Fase 1</span></a><span style="font-weight: 400;"> do Inquérito Sorológico realizado com crianças e adolescentes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Participaram da pesquisa 6.000 estudantes da rede municipal de ensino com idade entre 4 e 14 anos. Para uma maior precisão do teste para detecção do coronavírus, foram realizados a coleta de sangue venoso com extração do soro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O resultado mostrou que 64,4% dos alunos que testaram positivo eram assintomáticos. Por outro lado, 35,6% sentiram os sintomas. A expectativa é a inclusão de escolas particulares e estaduais para as próximas fases da pesquisa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entende-se que o governador João Doria pode adiar a volta das aulas para 2021.</span></p>
<p>Dentro deste cenário, existe uma <a href="https://portalcontexto.com.br/mudanca-no-retorno-as-aulas-pode-impactar-a-saude-de-jovens/">preocupação quanto a saúde mental dos jovens.</a> A mudança do calendário e o adiamento do retorno às aula pode levar ao desenvolvimento do Transtorno por Estresse Pós-Traumático,</p>
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		<title>Covid-19: Teste rápido com 97% de eficiência poderá ser encontrado em farmácias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2020 14:47:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desenvolvido por empresa canadense, o novo teste rápido entrega o resultado em 15 minutos e já foi aprovado pela Anvisa. O teste poderá ser encontrado nas farmácias já no próximo mês A parceria entre empresas, brasileira e canadense, traz ao país um novo teste rápido para a Covid-19. O resultado sai em até 15 minutos [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-5661 aligncenter" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/covid-19-5057462_960_720.jpg?resize=960%2C347&#038;ssl=1" alt="" width="960" height="347" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/covid-19-5057462_960_720.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/covid-19-5057462_960_720.jpg?resize=300%2C108&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/covid-19-5057462_960_720.jpg?resize=768%2C278&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p><strong>Desenvolvido por empresa canadense, o novo teste rápido entrega o resultado em 15 minutos e já foi aprovado pela Anvisa. O teste poderá ser encontrado nas farmácias já no próximo mês</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A parceria entre empresas, brasileira e canadense, traz ao país um novo teste rápido para a Covid-19. O resultado sai em até 15 minutos e o teste tem 97% de eficiência. Autorizado  pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o teste poderá ser encontrado nas farmácias a partir do próximo mês.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>Prosystem Material Médico Hospitalar</b><span style="font-weight: 400;">, empresa de Brasília, é a responsável por trazer a novidade para o país. O teste rápido, chamado de One Step Covid-19 IgG/IgM, da canadense </span><a href="http://www.artronlab.com/"><b>Artron Laboratories</b></a><span style="font-weight: 400;">, que tem expertise na pesquisa e desenvolvimento de outros testes rápidos, como para o Zika Vírus.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O novo teste traz mais eficiência no controle da pandemia do coronavírus e segurança na retomada das atividades econômicas. A expectativa é que o teste seja encontrado em</span><span style="font-weight: 400;"> hospitais e laboratórios e também, nas farmácias de todo o país. Com acesso facilitado, as empresas</span><span style="font-weight: 400;"> poderão testar os colaboradores com frequência, a cada 15 dias, por exemplo. A comercialização deve começar a partir de julho deste ano. O valor do teste será de R$ 95,00.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Nossa parceria com a Artron espera contribuir para o acesso rápido aos exames e garantir que pessoas infectadas possam obter tratamento ainda no início dos sintomas, com  mais chances de sucesso, além de evitar a transmissão’ – afirma Elton Garcia, diretor comercial da ProSystem.</span></p>
<h3><b>O teste rápido</b></h3>
<figure id="attachment_5660" aria-describedby="caption-attachment-5660" style="width: 231px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-5660 size-medium" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/artronlab.png?resize=231%2C300&#038;ssl=1" alt="Teste rápido" width="231" height="300" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/artronlab.png?resize=231%2C300&amp;ssl=1 231w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/artronlab.png?resize=788%2C1024&amp;ssl=1 788w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/artronlab.png?resize=768%2C998&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/artronlab.png?resize=1182%2C1536&amp;ssl=1 1182w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/artronlab.png?w=1305&amp;ssl=1 1305w" sizes="(max-width: 231px) 100vw, 231px" /><figcaption id="caption-attachment-5660" class="wp-caption-text">Kit do teste rápido da Artron</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A realização do teste é indicado para pessoas que apresentaram sintomas e segue o método dos exames de</span><span style="font-weight: 400;"> IgG/IgM. Sendo assim, o objetivo é detectar, no sistema imunológico, os anticorpos produzidos após o contato com o coronavírus.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O teste One Step IgG/IgM Covid-19 da Artron, segue o princípio da imunocromatografia, que é a geração de cor a partir de uma reação química entre o antígeno (substância estranha ao organismo) e anticorpo (elemento de defesa do organismo). O resultado sai em até 15 minutos, sendo o único que garante 97% de eficácia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O kit que compõe o exame contém dispositivo para o teste, tubo de ensaio, buffer e um manual para utilização</span></p>
<h3><b>Anvisa</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No site da agência reguladora é possível consultar os pedidos de registros para testes relacionadas à Covid-19. De março até o presente mês, a Anvisa já avaliou mais de 120 pedidos. A maioria deles aguarda complementação de informações por parte dos requerentes e outros estão sendo analisados com prioridade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://consultas.anvisa.gov.br/#/saude/25351387167202077/?numeroRegistro=80991380035"><span style="font-weight: 400;">One Step IgG/IgM Covid-19</span></a><span style="font-weight: 400;"> teve o pedido autorizado</span><span style="font-weight: 400;"> por ter seguido as conformidades da liberação do produto. Entre as exigências estão a Sensibilidade, a Eficiência e Boas Práticas de Fabricação.</span></p>
<h3><b>Pesquisas brasileiras</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://pt.aptah.com.br/"><span style="font-weight: 400;">Aptah BioSciences</span></a><span style="font-weight: 400;">, o </span><a href="https://www.ipt.br/"><span style="font-weight: 400;">Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT)</span></a><span style="font-weight: 400;"> e a </span><a href="https://embrapii.org.br/"><span style="font-weight: 400;">Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Emprapii)</span></a><span style="font-weight: 400;"> desenvolveram um teste rápido para identificar o novo coronavírus. O teste se encontra nas últimas etapas da pesquisa. Assim que for concluído seguirá para o registro na Anvisa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O teste desenvolvido pelos pesquisadores brasileiros identifica o <a href="https://portalcontexto.com.br/aptah-biosciences-ipt-e-embrapii-desenvolvem-teste-rapido-para-identificacao-do-coronavirus/">RNA Viral na saliva.</a> A coleta do material é feita com um swab (cotonete) que a própria pessoa pode passar no nariz ou na garganta. A espera pelo resultado é de, no máximo, uma hora. </span><span style="font-weight: 400;">A expectativa é que este teste também seja encontrado nas farmácias em todo o país.</span></p>
<p>As pesquisas científicas no país seguem evoluindo e o CT Vacinas, núcleo formado por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), também desenvolveu <a href="https://portalcontexto.com.br/ufmg-e-fiocruz-desenvolvem-teste-mais-preciso-para-covid-19/">um teste para diagnosticar a covid-19</a>, que diminui as chances de o resultado ser de falso negativo ou falso positivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/covid-19-teste-rapido-com-97-de-eficiencia-podera-ser-encontrado-em-farmacias/">Covid-19: Teste rápido com 97% de eficiência poderá ser encontrado em farmácias</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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		<title>Cientistas brasileiros desenvolvem teste rápido para a Covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 15:55:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Novo teste rápido começa a ser disponibilizado nesta terça-feira (9) em Porto Alegre (RS). Qualquer pessoa pode realizar o teste, mesmo não tendo apresentado sintomas compatíveis com o coronavírus As pesquisas científicas relacionadas ao coronavírus seguem avançando no país. A partir desta terça-feira (9), o Laboratório Mont&#8217;Serrat, de Porto Alegre/RS começa a disponibilizar um teste [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-5521" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/FK-Biotec.jpg?resize=1020%2C577&#038;ssl=1" alt="Teste rápido" width="1020" height="577" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/FK-Biotec.jpg?resize=1024%2C579&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/FK-Biotec.jpg?resize=300%2C170&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/FK-Biotec.jpg?resize=768%2C434&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/FK-Biotec.jpg?resize=1536%2C869&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/FK-Biotec.jpg?w=1584&amp;ssl=1 1584w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /></p>
<p><strong>Novo teste rápido começa a ser disponibilizado nesta terça-feira (9) em Porto Alegre (RS). Qualquer pessoa pode realizar o teste, mesmo não tendo apresentado sintomas compatíveis com o coronavírus</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As<a href="https://portalcontexto.com.br/aptah-biosciences-ipt-e-embrapii-desenvolvem-teste-rapido-para-identificacao-do-coronavirus/"> pesquisas científica</a>s relacionadas ao coronavírus seguem avançando no país. A partir desta terça-feira (9), o </span><span style="font-weight: 400;">Laboratório Mont&#8217;Serrat, de Porto Alegre/RS começa a disponibilizar um teste novo para detecção de anticorpos da Covid-19. A expectativa é a realização de mil exames por dia, a coleta de sangue pode ser realizada em domicílio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O resultado do teste sai em até 24 horas. Quem estiver em Porto Alegre e desejar, pode fazer o agendamento por telefone (51) 3222.3000 ou pelo WhatsApp (51) 992473001. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desenvolvido por um grupo de cientistas brasileiros, o teste rápido identifica e quantifica a presença de anticorpos tipo IgG, contra a proteína S, que é a responsável pela entrada do coronavírus nas células. Assim, é possível saber se a pessoa já teve contato com o vírus e também, se desenvolveu imunidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O coordenador da pesquisa e doutor em Biotecnologia, Fernando Kreutz, explica que: &#8220;sabe-se que de 80 a 85% das pessoas infectadas com a Covid-19 são assintomáticas ou manifestam apenas sintomas leves da doença. A resposta imunológica é bastante variável e complexa, podendo levar mais de quatro semanas para ocorrer. Para garantir imunidade à Covid-19, é preciso que as pessoas tenham contato com o vírus, desencadeando esta resposta, e desta forma o paciente produziria anticorpos que poderiam bloquear a infecção viral. Uma das formas de caracterizar esta resposta seria identificar estes anticorpos contra a proteína Spike (S)&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra novidade do teste: qualquer um pode ser submetido a ele. Não há necessidade de ter tido contato com pessoas infectadas, ou ainda ter tido sintomas compatíveis com o novo coronavírus. </span></p>
<h3><b>Proteína S</b></h3>
<p><b></b><span style="font-weight: 400;">A proteína S da Covid-19 é a porta de entrada do vírus nas células humanas. Essa conexão do vírus com a célula acontece por intermédio da enzima ACE2, presente na superfície das células pulmonares. A partir daí, o vírus se multipla e a doença é instalada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os estudos que estão sendo realizados apontam que parte dos anticorpos produzidos contra a proteína S, seriam anticorpos neutralizantes, ou seja, anticorpos que inibem a ligação da proteína S do vírus à enzima ACE2, </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, o teste pode ser uma ferramenta importante para auxiliar a criar o &#8220;passaporte imunológico&#8221;. Em conjunto com  informações clínicas, permitir que estas pessoas retornem às suas atividades com maior segurança, salienta Alberto Stein, médico que colaborou no desenvolvimento do teste.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os testes atuais que já estão realizados identificam anticorpos contra a proteína N, da Covid-19. Essa proteína está dentro do coronavírus e sinaliza se a pessoa teve ou não contato com o vírus. No entanto, não informa quanto a imunidade, isto acontece porque estes anticorpos contra a proteína N não são neutralizantes.</span></p>
<h3><b>Como funciona o novo teste</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O teste é realizado a partir de uma amostra de sangue. Logo depois, a amostra é analisada para determinar a presença dos anticorpos que reagem contra a proteína S e também, quantificar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Este fator é extremamente importante, visto que a maioria dos testes imunológicos disponíveis hoje no mercado não quantificam o nível de anticorpos contra a proteína S, e nem avaliam a possibilidade de imunidade contra o vírus”, destaca Kreutz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Stein explica que o teste foi realizado em familiares de pacientes positivos para o coronavírus, e alguns destes familiares apresentaram níveis elevados de anticorpos contra a proteína S. E o resultado é bastante parecido com os pacientes que tiveram a doença. A conclusão é: os familiares desenvolveram imunidade contra o vírus.</span></p>
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		<title>Aptah BioSciences, IPT e  Embrapii, desenvolvem teste rápido para identificação do coronavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2020 17:34:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Conversamos com Rafael Bottos da Aptah BioSciense, ele contou que com o novo teste rápido, as pessoas poderão fazer a testagem para o coronavírus sem sair de casa Quando esforços científicos se unem, quem ganha é a sociedade. Assim está sendo com a batalha contra o coronavírus. Juntos a Aptah BioSciences, o Instituto de Pesquisas [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-4766 aligncenter" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/photo-1581594549595-35f6edc7b762-1.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/photo-1581594549595-35f6edc7b762-1.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/photo-1581594549595-35f6edc7b762-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/photo-1581594549595-35f6edc7b762-1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/photo-1581594549595-35f6edc7b762-1.jpg?w=1350&amp;ssl=1 1350w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Conversamos com Rafael Bottos da Aptah BioSciense, ele contou que com o novo teste rápido, as pessoas poderão fazer a testagem para o coronavírus sem sair de casa</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando esforços científicos se unem, quem ganha é a sociedade. Assim está sendo com a batalha contra o coronavírus. Juntos a <a href="https://pt.aptah.com.br/"><strong>Aptah BioSciences</strong></a>, o <a href="https://www.ipt.br/"><strong>Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT)</strong></a> e a <a href="https://embrapii.org.br/"><strong>Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Emprapii)</strong></a> desenvolveram um teste rápido para identificar o Sars-CoV-2.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A solução encontrada pelos pesquisadores pode ser realizada em qualquer lugar, não exigido das pessoas o deslocamento a hospitais, por exemplo. Outra vantagem é o tempo, para conhecer o resultado, a espera é de no máximo uma hora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignleft wp-image-4758 size-medium" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/5547_maior.jpg?resize=300%2C140&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="140" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/5547_maior.jpg?resize=300%2C140&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/5547_maior.jpg?resize=768%2C358&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/5547_maior.jpg?w=950&amp;ssl=1 950w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />A testagem em massa tem sido uma estratégia utilizada para o enfrentamento da pandemia, como aconteceu na Coreia do Sul. Ao testar mais pessoas, o poder público consegue identificar quem está infectado e onde estas pessoas estão. Informações fundamentais para, por exemplo, planejar as medidas de isolamento. “Saber o diagnóstico rápido pode contribuir para o atendimento emergencial do doente, o mapeamento de possíveis infectados que não apresentam sintomas e a diminuição das taxas de infecção e mortalidade”, destaca José Luis Gordon, diretor de Planejamento e Gestão da Embrapii.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A metodologia usada mostra o avanço das pesquisas científicas no Brasil, como destaca Rafael Bottos, da Aptah BioSciences, “o exame com identificação do RNA viral é uma iniciativa inédita no País. A expectativa é que a leitura do exame seja imediata e que possa servir como triagem para o atendimento”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já o diretor-presidente do IPT, Jefferson de Oliveira Gomes, reforça importância da união dos três núcleos de pesquisa neste momento de crise de saúde pública. “Potencializamos nossas competências nesta parceria estratégica com a Embrapii e a Aptah, em uma situação emergencial em que a experiência e a qualificação de nossas equipes fará toda a diferença na busca de soluções para o enfrentamento da pandemia”, disse.</span></p>
<h4><b>Teste atual</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de falar da inovação trazida pela <strong>Aptah Bioscience</strong>, <strong>IPT</strong> e <strong>Embrapii</strong>, é preciso entender como funciona o teste rápido já disponível no país. Este identifica a presença de anticorpos, que surgem quando a pessoa já teve contato com o vírus. Por isso, a testagem precisa acontecer entre o sétimo e décimo dia do surgimento dos sintomas, para que assim, o resultado seja mais confiável. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, no formato atual, as pessoas precisam se deslocar para postos de testagem ou ambientes hospitalares, o que pode representar aumentar a chances de aglomeração e, consequentemente, a probabilidade contágio pelo novo coronavírus.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No Distrito Federal, o governo local disponibilizou dez pontos de testagem, que usam o sistema de drive-thru. A testagem é exclusiva para sintomáticos, sendo necessário o </span><a href="https://sistemas.df.gov.br/mteste/"><span style="font-weight: 400;">agendamento</span></a><span style="font-weight: 400;"> para a realização do teste.  <a href="https://portalcontexto.com.br/testagem-em-massa-no-gdf-em-18-dias-75-mil-foram-testados-para-covid-19/">Em 18 dias, 75 mil pessoas foram testadas para Covid-19.</a></span></p>
<h4><b>Teste inovador</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Conversamos com Rafael Bottos, sócio da <a href="https://pt.aptah.com.br/"><strong>Aptah BioSiences</strong></a>, para entender melhor como funciona o teste rápido desenvolvido para Aptah BioSiences, IPT e Embrapii. A intenção dos pesquisadores é prover uma solução confiável, mais barata e acessível às pessoas.</span></p>
<figure id="attachment_4762" aria-describedby="caption-attachment-4762" style="width: 267px" class="wp-caption alignright"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-4762" title="Rafael Bottos, sócio da Apta BioScience" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/WhatsApp-Image-2020-05-19-at-12.38.22.jpeg?resize=267%2C400&#038;ssl=1" alt="" width="267" height="400" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/WhatsApp-Image-2020-05-19-at-12.38.22.jpeg?resize=683%2C1024&amp;ssl=1 683w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/WhatsApp-Image-2020-05-19-at-12.38.22.jpeg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/WhatsApp-Image-2020-05-19-at-12.38.22.jpeg?resize=768%2C1151&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/WhatsApp-Image-2020-05-19-at-12.38.22.jpeg?w=854&amp;ssl=1 854w" sizes="(max-width: 267px) 100vw, 267px" /><figcaption id="caption-attachment-4762" class="wp-caption-text">Rafael Bottos, sócio da Apta BioScience. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure>
<p><b>CTXT: Como se dá a coleta de material para realização do teste?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Rafael Bottos: A coleta do material é feita com um<em> swab</em> (uma espécie de cotonete) que a própria pessoa vai poder passar no nariz ou na garganta. Tem um procedimento para fazer isto, por exemplo, um minuto em cada bochecha (por dentro da boca). Depois é colocado dentro de um frasco com um líquido, você chacoalha o líquido e depois de um tempo, você vai ver se esse líquido muda ou não de cor, e isto que vai constatar se você tem ou o RNA viral dentro do seu organismo. </span></p>
<p><b>As pessoas poderão adquirir o teste em farmácias?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Rafael Bottos: Essa coleta pode ser feita pela própria pessoa, comprando o teste dentro de hospitais,  farmácias. Se a Anvisa autorizar, poderá ser vendido pela Internet, e você poderia receber em casa.</span></p>
<p><b>A pessoa infectada necessariamente apresentará o vírus na saliva? E se a pessoa já teve contato com o vírus e está imune, como ficaria, apareceria na saliva?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Rafael Bottos: O nosso objetivo, como é um teste de triagem, é identificar resíduos virais, RNA viral, que acontece quando a pessoa está infectada e infectando outras pessoas, que é o início do processo. Quando ela é imune, ela pode até ter o vírus ou não, mas ela não vai manifestar essa doença porque ela já está imune. Nosso objetivo é fazer a análise no início do processo, se ele se confirmar, é possível fazer uma nova análise de anticorpo ou de PCR para confirmar o nosso resultado.</span></p>
<p><b>Quais são as vantagens e possíveis aplicações desta solução?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Rafael Bottos: Esse teste é um teste que estamos olhando como um teste recorrente, por ser muito mais barato, você possa fazer semanalmente e fazer com que uma empresa  compre aos milhares e possa, semanalmente, ou a cada duas semanas, fazer este teste em todos os funcionários. Isso é muito bom porque como o teste identifica o início da contaminação, é possível evitar a disseminação. </span></p>
<p><b>Como está o andamento da pesquisa? Só faltaria o registro da Anvisa para a liberação do teste?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Rafael Bottos: Nós estamos, neste momento, finalizando as últimas etapas técnicas e em paralelo, inciando o estudo clínico, em hospitais parceiros, para comprovar a eficácia e segurança e após isto vamos para o registro da Anvisa.</span></p>
<p><b>A Apta também está desenvolvendo pesquisas para o tratamento/vacina do coronavírus?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Aptah tem como base tecnológica e plataforma tecnológica o controle de moléculas que ajustam, alteram, modificam a máquina celular. Então, a nossa competência é o desenvolvimento de terapias celulares contra vários tipos de câncer e outros tipos de doença. A gente tem três abordagens diferentes para vacinas e terapias para a covid. Então, a gente tem essa capacidade, essa competência. O nosso maior problema hoje é conseguir um patrocinador para poder investir nessas iniciativas.</span></p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/aptah-biosciences-ipt-e-embrapii-desenvolvem-teste-rapido-para-identificacao-do-coronavirus/">Aptah BioSciences, IPT e  Embrapii, desenvolvem teste rápido para identificação do coronavírus</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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