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Projeto leva energia para mais de 1.300 pessoas na Amazônia

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Foto: Divulgação

Com a missão de levar energia elétrica a mais pessoas, a ONG Litros de Luz contou com diversos voluntários e ajuda da iniciativa privada para atingir positivamente comunidades ribeirinhas

Atualmente, somente no Estado do Amazonas, cerca 990 mil pessoas ainda vivem sem recursos básicos de energia elétrica. São comunidades que dependem da luz solar ou de fontes poluentes para terem necessidades básicas atendidas, como informação e refrigeração de alimentos.

O Projeto Litros de Luz, com patrocínio da Unicoba, uma empresa especializada em soluções de energia do Brasil, atua para mudar essa realidade. Entre agosto e dezembro de 2021, voluntários da ONG visitaram seis comunidades amazônicas afastadas e ribeirinhas para levar mais de 300 soluções energéticas, incluindo 36 luminárias de rua e 273 luminárias de mão – todas movidas a partir de luz solar.

“O projeto está em planejamento desde 2019, mas as ações com as comunidades ocorreram em agosto de 2021, quando os voluntários do projeto fizeram visitas técnicas. Em novembro, novos encontros foram realizados para compartilhar informações com os moradores e para a aplicação de treinamentos para líderes comunitários, que chamamos de embaixadores”, explica Marco Américo, CEO da Unicoba. “Entre os dias 3 e 8 de dezembro, o projeto entrou em sua fase final e mais importante, a instalação dos equipamentos”.

O projeto contou com 25 voluntários diretos, vindos das cidades de Manaus (AM), Campina Grande (PB), Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Florianópolis (SC), 300 participantes indiretos e 16 embaixadores locais – e impactou positivamente a vida de cerca de 1.300 pessoas. “As equipes embarcaram rumo aos locais de instalação no dia 2 de dezembro, trabalharam entre 7 e 20h diariamente em cada uma das comunidades e retornaram para Manaus no dia 9”, completa o CEO.

As atividades locais incluíram cursos de integração com os moradores, pintura dos painéis solares e montagem das soluções apresentadas. “Um representante de cada família foi designado para produzir sua própria luminária de mão, enquanto as luminárias de rua foram armadas por grupos de moradores”, explica Américo. Além disso, atividades como almoço comunitário, recreação para as crianças, aplicação de pesquisas e entrega de certificados também foram conduzidas pelos voluntários.

As comunidades contempladas foram Monte Sinai, Maravilha, São Tomé, Nova Esperança, Nova Canaã e São Sebastião. “Nós já tivemos um gerador, mas faz mais de dois anos que está quebrado. Agora, a nova solução funciona até às 21h e eu posso fazer minhas atividades até mais tarde, como o meu artesanato”, relata Rosinete Leite da Silva, moradora da comunidade São Tomé. “Estou muito feliz porque é a primeira vez que eu fiz um curso, e foi ótimo aprender”, comemora.

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