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Associação dos Produtores de Pitayas do Brasil realiza primeira reunião presencial

Criada em abril deste ano, a APPIBRAS realizou a primeira reunião presencial na cidade de Miracatu (SP) com uma série de eventos em parceria com outras entidades

Diretoria presente na primeira reunião com o presidente do Sindicado Rural de Miracatu: Fotos Divulgação APPIBRAS

Entre os dias 13 e 15 de julho a região do Vale do Ribeira (SP) sediou o primeiro encontro presencial da diretoria da  Associação dos Produtores de Pitayas do Brasil (APPIBRAS). O evento foi realizado em parceria com o Sindicato Rural de Miracatu.

O público alvo do evento foram os produtores agricolas da região que é forte nas culturas das frutas  banana, tangerina e maracujá. E já conta com produções notáveis e bem sucedidas de pitaya.

APPIBRAS
O presidente da APPIBRAS, Afif Jawabri abriu o evento.

A entidade é formada por criadores da poderosa fruta de todo o país.  Segundo o engenheiro agrônomo Afif Jawabri, presidente da APPIBRAS, o objetivo da instituição é “agregar os produtores de todo Brasil para solucionar os gargalos do cultivo da fruta. Somos a casa dos produtores de Pitaya,  e juntos podemos trazer soluções e aproveitar as oportunidades do setor”, destaca Jawabri.

Afif ainda enfatizou que com o fortalecimento do setor, teremos mais produção e  consequentemente mais oferta da fruta,  garantindo mais nutrição e consequentemente mais saúde para a mesa dos brasileiros.

A Programação

Na terça-feira, dia 13, a diretoria se confraternizou no sítio do vice-presidente da entidade, Renato Bolsonaro. Na quarta-feira dia 14 a primeira parte da programação foi oferecida pelo Sindicato Rural de Miracatu por meio do seu presidente, Tico Bala.

Na ocasião, a Pitaya Teruya do Vale foi reconhecida  como  um material diferenciado e produtivo.  A análise foi realizada pelos diretores técnicos da APPIBRAS professor Dejalmo e Mário Cavallari.

 

De acordo com o professor Dejalmo, o nome da variedade da fruta, foi “uma homenagem ao produtor Sr Teruya, quem trouxe as mudas da pitaya do Japão para a região do Vale do Ribeira”. Destacou.

APPIBRAS
Professor Dejalmo fala para o público presente
Mário Cavallari também palestrou para o público

Também foi realizada uma palestra sobre a viabilidade econômica da Pitaya pelos diretores técnicos, Professor Dejalmo e Mário Cavallari.

Na parte da tarde, foi realizada uma visita técnica na Pitayas Yonamine na cidade de Pedro de Toledo – SP,  no SÍtio Ribeirão do Luiz dos produtores Sergio Yasushi Miyashiro e seu filho Rafael Seicho Yonamine Camargo. A propriedade dedica 30 mil m2 de área para a produção de Pitaya, tendo o total de 3200 palanques plantados sendo 600 de pitaya branca, 2550 de vermelha e 50 de pitaya amarela.

Posteriormente o grupo participou do momento técnico com plantio da pitaya Teruya do Vale, com a participação de um considerável público e da visita técnica em uma fábrica de polpas de Açaí, onde o Engenheiro Agrônomo Cristiano explicou ao público sobre o fluxo de produção das polpas.

No dia 15 foi realizada avaliação e visitação do pomar do Sr Venilton Piqueta em São Miguel Arcanjo. Trata-se de uma propriedade de alta tecnologia. O diretor técnico  professor Dejalmo é consultor desta plantação que completa  2 anos em setembro. Na primeira safra produziu 20 mil quilos por hectare.

Professor Dejalmo com o estudante de Agronomia Leonardo.

“O forte deste pomar é o sistema radicular e uma copa bem preparada . Um programa de adubação  onde foi disponibilizado, para a planta, os nutrientes certos, na hora exata da necessidade vegetal. O Leonardo, neto do Sr. Venilton  é estudante de Agronomia e é orientado por mim , com isso essa parceria é  de altos resultados”. Explica o professor.

A programação foi encerrada com  o momento técnico na propriedade do diretor da APPIBRAS Alcides Tashiro, que além de plantar, já exporta a pitaya que é classificada e embalada ainda na propriedade, no sistema packing house.

“O trabalho que o Alcides desenvolve é um exemplo a ser seguido pois ele agrega valor empacotando as frutas, os produtores precisam ir por este caminho.” Conclui Jawabri.

 

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