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	<title>Arquivos saúdemental - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos saúdemental - Portal Contexto</title>
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		<title>No Dia Mundial do Idoso, especialistas reforçam a importância da atividade física para a saúde física e mental </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raiane Wentz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 20:20:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça ainda um projeto que oferece exercícios de forma gratuita, no Sol Nascente e Recanto das Emas Em um mundo cada vez mais sedentário, a atividade física se torna não apenas uma questão de saúde física, mas também de saúde mental. Conforme especialistas, praticar exercícios regularmente é fundamental, principalmente na terceira idade, pois ajuda a [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_32193" aria-describedby="caption-attachment-32193" style="width: 561px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-32193" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/01/exercicios_idosos-1-1.jpg?resize=561%2C374&#038;ssl=1" alt="idosos" width="561" height="374" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/01/exercicios_idosos-1-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/01/exercicios_idosos-1-1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/01/exercicios_idosos-1-1.jpg?w=1000&amp;ssl=1 1000w" sizes="(max-width: 561px) 100vw, 561px" /><figcaption id="caption-attachment-32193" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p class="lead" style="text-align: center"><i><span style="color: #000000">Conheça ainda um projeto que oferece exercícios de forma gratuita, no Sol Nascente e Recanto das Emas</span></i></p>
<p><span style="color: #000000">Em um mundo cada vez mais sedentário, a atividade física se torna não apenas uma questão de saúde física, mas também de saúde mental. Conforme especialistas, praticar exercícios regularmente é fundamental, principalmente na terceira idade, pois ajuda a melhorar o humor, reduzir o estresse e a ansiedade, além de aumentar a qualidade do sono e promover uma sensação de bem-estar geral. Além disso, a prática estimula a produção de neurotransmissores, como endorfina e serotonina, que estão diretamente ligados à sensação de prazer e à regulação emocional.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Médica e presidente da Associação Psiquiátrica de Brasília, a APBr, Renata Figueiredo explica que o exercício físico é um forte aliado na preservação das funções cognitivas, ajudando a prevenir o declínio mental e doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer. Além de promover a independência, atividades que envolvem força e equilíbrio são essenciais para preservar a mobilidade dos idosos, reduzindo o risco de quedas e melhorando a autoestima.</span></p>
<p><span style="color: #000000">“Esses exercícios também são um excelente meio de estimular a socialização, combatendo o isolamento social, um dos maiores fatores de risco para problemas de saúde mental nesta fase da vida”, destaca Figueiredo. Ela acrescenta que a falta de atividade física pode trazer sérias consequências para a saúde do idoso. “A inatividade acelera a perda de massa muscular e força, comprometendo a mobilidade e aumentando a dependência para realizar tarefas cotidianas. Além disso, o sedentarismo eleva o risco de desenvolver doenças crônicas, como hipertensão, diabetes tipo 2, problemas cardiovasculares e obesidade”, afirma.</span></p>
<p><span style="color: #000000">No campo da saúde mental, a inatividade física está associada a um maior risco de declínio cognitivo e ao aumento de sintomas de depressão e ansiedade. A psiquiatra observa que a qualidade de vida dos idosos sedentários tende a diminuir drasticamente, resultando em perda de autonomia, isolamento social e, em última instância, uma vida mais restrita e menos saudável. Portanto, manter-se fisicamente ativo é fundamental para um envelhecimento saudável. “A prática regular de exercícios, mesmo que de intensidade moderada, ajuda a prevenir doenças, melhorar a saúde física e mental e garante uma melhor qualidade de vida para a população idosa”, conclui.</span></p>
<p><span style="color: #000000"><strong>Exemplo na prática<br />
</strong></span>O Projeto Viver Bem, coordenado pelo professor de educação física, Edivaí Barbosa Leite, tem desempenhado um papel fundamental na promoção da saúde física e mental dos idosos nas comunidades do Sol Nascente e Recanto das Emas. Por meio de atividades como funcional, yoga e artes marciais, o projeto busca melhorar a qualidade de vida dos participantes, combatendo os efeitos do envelhecimento, como a perda de força muscular, equilíbrio e flexibilidade.</p>
<p><span style="color: #000000">Ele explica que para garantir que os idosos se sintam seguros e confortáveis durante as atividades, adaptações são feitas para que os exercícios sejam inclusivos para todas as idades. “Além dos benefícios físicos, o projeto também promove a inclusão social ao fortalecer os laços comunitários entre diferentes gerações, incentivando o respeito e a solidariedade entre crianças e idosos.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Segundo Edivaí Barbosa, os participantes já relatam uma melhoria significativa na energia, disposição e autonomia, o que tem permitido que realizem suas atividades diárias com mais independência. Ele destaca que o primeiro passo para mudar de vida é iniciar atividades físicas de maneira gradual e em um ambiente acolhedor. “Com uma proposta que une saúde e socialização, o Projeto Viver Bem está comprometido em expandir suas atividades, oferecendo a mais idosos a chance de se movimentar, se conectar e viver com mais qualidade. Para os interessados, o convite está feito: conheça o projeto e dê o primeiro passo rumo a uma vida mais saudável e ativa.”</span></p>
<p><span style="color: #000000"> </span></p>
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		<title>Especialista esclarece como a criatividade pode favorecer uma educação inclusiva de qualidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raiane Wentz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Sep 2024 20:57:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_40072" aria-describedby="caption-attachment-40072" style="width: 441px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-40072" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/arte.jpg?resize=441%2C294&#038;ssl=1" alt="" width="441" height="294" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/arte-scaled.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/arte-scaled.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/arte-scaled.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/arte-scaled.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/arte-scaled.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 441px) 100vw, 441px" /><figcaption id="caption-attachment-40072" class="wp-caption-text">Freepik</figcaption></figure>
<p class="lead" style="text-align: center"><span style="color: #000000"><i>A psicóloga Ana Palmeirão destaca que esta pode ser uma ferramenta importante no aprendizado individualizado e significativo</i><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000">A criatividade é fundamental para uma educação inclusiva de qualidade, especialmente em um ambiente diverso e de desenvolvimento coletivo, onde cada estudante, seja ele neurotípico ou neurodiverso, possui uma forma única de aprender. Nesse cenário, a escola precisa estar sempre atenta às exigências contemporâneas de inovação no ensino, onde vale destacar que a criatividade vai além de uma habilidade desejável; ela é um requisito essencial para a efetividade da educação inclusiva.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Para a psicóloga do Colégio Everest Brasília, Ana Palmeirão, a descoberta das diversas vias de aprendizagem em turmas heterogêneas, compostas por estudantes com diferentes habilidades e necessidades, exige educadores que estejam dispostos a ultrapassar as práticas pedagógicas tradicionais. Ela explica que isso envolve a criação de novas abordagens, o desenvolvimento de soluções inovadoras e a implementação de práticas que realmente façam a diferença no processo de ensino-aprendizagem.</span></p>
<p><span style="color: #000000">“A presença da criatividade no cotidiano escolar é crucial, não apenas como uma ferramenta para resolver problemas, mas também para aumentar o interesse, a participação e a aprendizagem dos estudantes”, pontua. De acordo com a especialista, quando incorporada às atividades diárias, a criatividade transforma o ambiente escolar em um espaço mais dinâmico e acolhedor, onde cada aluno se sente valorizado e encorajado a participar ativamente do seu processo de aprendizado.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Palmeirão comenta que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento que orienta a elaboração dos currículos das redes de ensino no Brasil, reconhece a criatividade como uma competência socioemocional fundamental a ser desenvolvida pelos estudantes. “Isso reforça a necessidade de educadores e demais membros da comunidade escolar se engajarem na criação e inovação de estratégias pedagógicas que assegurem uma educação de qualidade e equitativa”, acrescenta a especialista em psicologia clínica e escolar.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Ao inovar no formato de ensino em sala de aula e ao envolver os estudantes no planejamento e construção dos materiais didáticos, os educadores não apenas fomentam o desenvolvimento da criatividade, mas também garantem que a educação inclusiva seja realmente eficaz e acessível para todos. “Dessa forma, a criatividade se consolida como um pilar central na busca por uma educação que reconhece e valoriza as diferenças, promovendo a aprendizagem de maneira personalizada e significativa”, explica a psicóloga do Everest. Ela conclui: “a criatividade é uma ferramenta poderosa para transformar a educação, tornando-a mais inclusiva, equitativa e capaz de atender às necessidades de todos os alunos, independentemente de suas diferenças”.</span></p>
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		<title>Setembro amarelo: especialistas destacam como a escola pode ajudar na saúde mental dos estudantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raiane Wentz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2024 22:49:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados do Ministério da Saúde apontam que entre 2016 e 2021 houve um aumento significativo nas taxas de mortalidade por suicídio de crianças e adolescentes O Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio e à promoção da saúde mental, busca a conscientização, o acolhimento e o tratamento do sofrimento mental. Independente da idade, é importante ressaltar [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_40033" aria-describedby="caption-attachment-40033" style="width: 482px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-40033" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/setembro-amarelo.jpg?resize=482%2C321&#038;ssl=1" alt="" width="482" height="321" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/setembro-amarelo.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/setembro-amarelo.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/setembro-amarelo.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w" sizes="(max-width: 482px) 100vw, 482px" /><figcaption id="caption-attachment-40033" class="wp-caption-text">Freepik</figcaption></figure>
<p class="lead" style="text-align: center"><i>Dados do Ministério da Saúde apontam que entre 2016 e 2021 houve um aumento significativo nas taxas de mortalidade por suicídio de crianças e adolescentes</i></p>
<p>O<strong> Setembro Amarelo,</strong> mês de prevenção ao suicídio e à promoção da saúde mental, busca a conscientização, o acolhimento e o tratamento do sofrimento mental. Independente da idade, é importante ressaltar que a conversa deve ser livre de julgamentos e os tabus devem dar lugar aos cuidados e busca das causas que levam os indivíduos ao adoecimento mental. Pode-se iniciar na infância. Especialistas reforçam que a atenção ao bem-estar emocional deve ser contínua, inclusive no ambiente escolar .</p>
<p>Um estudo feito pela Secretaria de Vigilância em Saúde e divulgado pelo Ministério da Saúde em setembro de 2022, mostrou que entre 2016 e 2021 houve um aumento de 49,3% nas taxas de mortalidade por suicídio de adolescentes entre 15 a 19 anos, chegando a 6,6 por 100 mil, e de 45% entre adolescentes de 10 a 14 anos, chegando a 1,33 por 100 mil.</p>
<p>Segundo especialistas, a maioria desses casos está relacionada às doenças mentais, principalmente quando não diagnosticadas ou tratadas de forma equivocada. E os cuidados devem ser constantes, independente da idade. A coordenadora pedagógica Michelle Gössling Cardoso ressalta que os comportamentos das crianças geralmente são motivados por crenças, experiências ou desejos que elas muitas vezes ainda não conseguem expressar. “Portanto, cabe aos adultos ao seu redor estarem atentos para identificar essas motivações e oferecer o suporte necessário, utilizando ferramentas que as crianças ainda não desenvolveram”, aponta.</p>
<p>Ela reforça que não se pode esperar que as crianças resolvam todos os problemas sozinhas se não lhes mostrarmos o caminho, seja por meio do exemplo e da modelagem, ou orientando-as sobre diferentes maneiras de lidar com uma determinada emoção ou situação. “Esse processo é o que chamamos de ‘autonomia assistida’, no qual fornecemos as ferramentas e continuamos oferecendo suporte enquanto a criança começa a aplicá-las em suas próprias experiências”, explica.</p>
<p>Mas como saber se há algo errado com a criança no ambiente escolar? A psicóloga Jacqueline Maimoni, do Colégio Everest Brasília, destaca que os primeiros sinais de sofrimento psicológico em alunos costumam ser emocionais e comportamentais. “Mudanças como isolamento social, ansiedade, irritabilidade, tristeza, choro persistente, alterações nos hábitos alimentares ou de sono, são indícios de que algo está errado. Também podemos observar a queda no desempenho escolar, muitas vezes devido à falta de concentração”, explica. Ela ressalta a importância da atenção dos educadores e da comunidade escolar para detectar esses sinais e encaminhar os alunos para a equipe especializada.</p>
<p>A especialista afirma que o papel da escola é fundamental na identificação do sofrimento psicológico. &#8220;É essencial que a escola ofereça espaços de fala acolhedores e receptivos, sem julgamento, para que os alunos se sintam à vontade para expressar suas preocupações&#8221;, reforça Maimoni. “É preciso trabalhar de forma integral, valorizando a observação constante e intervenções socioemocionais e psicoeducativas. A criação de vínculos de segurança é fundamental para o bem-estar dos alunos, e a escola tem o papel de reduzir o estigma em torno da saúde mental.”</p>
<p>No Colégio Everest Brasília, por exemplo, há uma estrutura dedicada ao cuidado emocional dos alunos. “Temos um departamento de psicologia preparado para acolher e ouvir tanto os alunos quanto os funcionários. Além disso, a Pastoral do colégio realiza o direcionamento espiritual dos alunos, oferecendo suporte complementar para aqueles que necessitam de uma abordagem mais ampla”, destaca a psicóloga.</p>
<p>O <strong>Setembro Amarelo</strong> é trabalhado na instituição por meio de atividades educativas, palestras e projetos que promovem a conscientização sobre a saúde mental. “Incentivamos discussões abertas sobre o tema, proporcionando um espaço seguro para que os alunos possam falar sobre suas preocupações e aprendam sobre a importância do autocuidado e do apoio mútuo. Esse é um período importante para sensibilizar todos os envolvidos sobre a relevância da saúde mental e do cuidado com o outro”, conclui Jacqueline Maimoni.</p>
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		<title>No Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, especialista enfatiza a necessidade de redobrar a atenção voltada para crianças e adolescentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raiane Wentz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 10:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados da OMS revelam que, apesar da queda mundial no número de suicídios nessa faixa etária, de 2011 a 2022 houve um aumento no Brasil O mês de setembro é o mês de prevenção ao suicídio, mas se engana quem pensa que a campanha é destinada apenas a adultos. Pesquisas recentes vêm assustando especialistas por [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_39901" aria-describedby="caption-attachment-39901" style="width: 518px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-39901" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Consulta-psiquiatra-Freepik.jpg?resize=518%2C345&#038;ssl=1" alt="" width="518" height="345" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Consulta-psiquiatra-Freepik-scaled.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Consulta-psiquiatra-Freepik-scaled.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Consulta-psiquiatra-Freepik-scaled.jpg?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Consulta-psiquiatra-Freepik-scaled.jpg?resize=1536%2C1025&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Consulta-psiquiatra-Freepik-scaled.jpg?resize=2048%2C1367&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 518px) 100vw, 518px" /><figcaption id="caption-attachment-39901" class="wp-caption-text">Consulta psiquiatra Freepik</figcaption></figure>
<p class="lead" style="text-align: center"><i>Dados da OMS revelam que, apesar da queda mundial no número de suicídios nessa faixa etária, de 2011 a 2022 houve um aumento no Brasil</i></p>
<p>O mês de setembro é o mês de prevenção ao suicídio, mas se engana quem pensa que a campanha é destinada apenas a adultos. Pesquisas recentes vêm assustando especialistas por todo o país. Um estudo da OMS, Organização Mundial da Saúde, mostrou que só em 2019 cerca 14 mil brasileiros cometeram suicídio, ou seja, em média 38 pessoas tiraram a própria vida por dia naquele ano.</p>
<p>Os dados mostram ainda, que, apesar de os casos estarem em queda em diversas partes do mundo, nos países das Américas essa tendência segue em lado oposto. Um estudo feito pela Secretaria de Vigilância em Saúde e divulgado pelo Ministério da Saúde em setembro de 2022, mostrou que entre 2016 e 2021 houve um aumento de 49,3% nas taxas de mortalidade por suicídio de adolescentes entre 15 a 19 anos, chegando a 6,6 por 100 mil, e de 45% entre adolescentes de 10 a 14 anos, chegando a 1,33 por 100 mil. A OMS também destaca o aumento de autolesões nesse período, com registro de crescimento de 29%.</p>
<p>Josianne Martins, médica psiquiatra e diretora tesoureira da Associação Psiquiátrica de Brasília, a APBr, pontua que a maioria dos casos está relacionada às doenças mentais, principalmente não diagnosticadas ou tratadas incorretamente. Isso quer dizer que grande parte desses suicídios poderiam ter sido evitados se esses pacientes tivessem acesso ao tratamento psiquiátrico e informações de qualidade. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-medium wp-image-39902 alignright" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Dra-Josianne-Martins.jpg?resize=270%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="270" height="300" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Dra-Josianne-Martins.jpg?resize=270%2C300&amp;ssl=1 270w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Dra-Josianne-Martins.jpg?w=400&amp;ssl=1 400w" sizes="(max-width: 270px) 100vw, 270px" /></p>
<p>A especialista destaca, neste 10 de setembro, Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, que esse cenário exige uma abordagem cuidadosa e multifacetada. “É essencial que adultos incentivem um diálogo aberto com os jovens sobre seus sentimentos e experiências, sem julgamentos ou minimizações. Ouvir com empatia e sem interrupções pode ser um primeiro passo crucial para acolher o sofrimento desses jovens e buscar ajuda médica&#8221;, ressalta.</p>
<p>Embora seja um tema delicado, a médica ressalta que é necessário falar de suicídio com crianças e adolescentes. &#8220;Abordar o assunto de forma adequada à faixa etária é fundamental para prevenir o suicídio&#8221;, afirma. Para isso, é importante que o tema seja tratado por especialistas que possam ensinar sobre saúde mental, identificar sinais de alerta e orientar sobre como buscar ajuda.</p>
<p>De acordo com ela, os transtornos psiquiátricos em jovens podem se manifestar de formas diferentes em comparação aos adultos, e a identificação precoce é crucial. Dra. Josianne explica que mudanças de comportamento, irritabilidade, queda no desempenho escolar e desinteresse em atividades antes prazerosas são sinais de alerta que não devem ser ignorados. Segundo ela, a intervenção precoce pode melhorar significativamente a qualidade de vida e o desenvolvimento da criança ou do adolescente.</p>
<p>A psiquiatra pontua ainda que esse acompanhamento especializado é vital para a prevenção de agravamentos e suicídios. &#8220;Quanto mais cedo o tratamento adequado é iniciado, menores são os impactos na vida do jovem, pois ele garante intervenções adequadas ao estágio de desenvolvimento, proporcionando um cuidado mais eficaz e humanizado”, destaca.</p>
<p><strong>Prevenção<br />
</strong>A prevenção do suicídio entre jovens envolve estratégias que vão desde a educação e criação de um ambiente de apoio até o acesso a cuidados de saúde mental e intervenção precoce. Martins aponta que a identificação e tratamento precoce de transtornos psiquiátricos são essenciais para a prevenção do suicídio. Além disso, a supervisão contínua e a redução do acesso a meios de autoagressão são fundamentais.</p>
<p>A psiquiatra enfatiza a importância do Setembro Amarelo, realizado anualmente pela Associação Brasileira de Psiquiatria em parceria com o Conselho Federal de Medicina. &#8220;Essa campanha visa reduzir o estigma das doenças psiquiátricas e, consequentemente, prevenir o suicídio. Falar sobre o tema é crucial para que as pessoas saibam que é possível ter ajuda&#8221;, conclui.</p>
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		<title>Especialista reforça a importância dos remédios no tratamento psiquiátrico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raiane Wentz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 23:02:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[#setembroamarelo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Em meio ao setembro amarelo, mês de prevenção ao suicídio, Renata Figueiredo ressalta a dificuldade no acesso à população de baixa renda Em meio às atividades do Setembro Amarelo, dedicado à conscientização e prevenção do suicídio, a Associação Psiquiátrica de Brasília (APBr) ressalta a importância dos medicamentos psiquiátricos para o tratamento eficaz de transtornos [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_39877" aria-describedby="caption-attachment-39877" style="width: 569px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-39877" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/jcomp-divulgacao-Freepik.jpg?resize=569%2C379&#038;ssl=1" alt="" width="569" height="379" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/jcomp-divulgacao-Freepik-scaled.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/jcomp-divulgacao-Freepik-scaled.jpg?resize=1024%2C684&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/jcomp-divulgacao-Freepik-scaled.jpg?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/jcomp-divulgacao-Freepik-scaled.jpg?resize=1536%2C1025&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/jcomp-divulgacao-Freepik-scaled.jpg?resize=2048%2C1367&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 569px) 100vw, 569px" /><figcaption id="caption-attachment-39877" class="wp-caption-text">Freepik</figcaption></figure>
<p class="lead" style="text-align: center"><span style="color: #000000"><i>Em meio ao setembro amarelo, mês de prevenção ao suicídio, Renata Figueiredo ressalta a dificuldade no acesso à população de baixa renda</i></span></p>
<p><span style="color: #000000">Em meio às atividades do Setembro Amarelo, dedicado à conscientização e prevenção do suicídio, a Associação Psiquiátrica de Brasília (APBr) ressalta a importância dos medicamentos psiquiátricos para o tratamento eficaz de transtornos mentais. Renata Figueiredo, presidente da APBr, discute o papel essencial desses medicamentos na estabilização do humor, redução de sintomas psicóticos e controle da ansiedade, reforçando sua relevância para a prevenção de crises e melhora da qualidade de vida dos pacientes.<br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000">Lembrado no último domingo, 8 de setembro, o Dia Nacional da Luta por Medicamento, reforça ainda mais a necessidade para muitos pacientes psiquiátricos, atuando como uma ferramenta indispensável para o manejo de transtornos como depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia e ansiedade. &#8220;Esses medicamentos permitem que os pacientes funcionem melhor em suas vidas diárias e se engajem em outras formas de tratamento, como a psicoterapia&#8221;, afirma Figueiredo.</span></p>
<p><span style="color: #000000">A especialista destaca que no Brasil, o acesso a medicamentos psiquiátricos enfrenta desafios significativos. &#8220;Poucos remédios estão disponíveis através do Sistema Único de Saúde (SUS), e a Farmácia Popular, que deveria facilitar esse acesso, não oferece nenhum medicamento psiquiátrico&#8221;, explica Renata. Ela pontua que a situação agrava a desigualdade no acesso, especialmente para a população de baixa renda que depende do programa para adquirir medicamentos essenciais a preços reduzidos ou gratuitamente.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Conforme a presidente da APBr, os medicamentos psiquiátricos são essenciais para:</span></p>
<p><span style="color: #000000">&#8211; Reduzir sintomas debilitantes, como humor deprimido, alucinações, delírios, pensamentos suicidas, e ansiedade extrema.</span></p>
<p><span style="color: #000000">&#8211; Prevenir recaídas em transtornos como: bipolaridade, esquizofrenia, depressão e ansiedade.</span></p>
<p><span style="color: #000000">&#8211; Melhorar a qualidade de vida, permitindo que os pacientes retomem atividades normais e construam relacionamentos saudáveis.</span></p>
<p><span style="color: #000000">&#8211; E ainda, regular desequilíbrios químicos no cérebro, influenciando positivamente o humor, comportamento e pensamentos.</span></p>
<p><span style="color: #000000"><strong>Quebra de tabus<br />
</strong></span><span style="color: #000000">Renata Figueiredo enfatiza ainda a necessidade de desmistificar o uso de medicamentos psiquiátricos. &#8220;É crucial informar o público sobre a natureza dos transtornos mentais e como os medicamentos são ferramentas científicas comprovadas que ajudam no tratamento. Compartilhar histórias de sucesso e normalizar a conversa sobre esses medicamentos são passos importantes para quebrar o tabu&#8221;, acrescenta.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Ela relata que médicos e psicólogos têm um papel vital na educação dos pacientes e suas famílias, esclarecendo preocupações e desmentindo mitos, como a falsa crença de que a maioria das medicações psiquiátricas causa dependência.</span></p>
<p><span style="color: #000000">A presidente da APBr alerta que a ausência de medicação adequada pode trazer sérios riscos para os pacientes, incluindo recaída de sintomas e agravamento do estado mental. &#8220;Sem o tratamento correto, os pacientes podem adotar comportamentos de risco, enfrentar isolamento, perder empregos e até mesmo ter pensamentos ou comportamentos suicidas, necessitando de hospitalização de emergência em casos graves&#8221;, explica.</span></p>
<p><strong><span style="color: #000000">Dia Nacional de Luta por Medicamento e Setembro Amarelo<br />
</span></strong><span style="color: #000000">Neste Setembro Amarelo, o Dia Nacional de Luta por Medicamento ganha ainda mais relevância, enfatizando a necessidade de acesso adequado e contínuo a medicamentos psiquiátricos. &#8220;Esses medicamentos são muitas vezes essenciais para estabilizar pacientes em crise e prevenir recaídas que colocam a vida em risco&#8221;, reforça Figueiredo. “A data sublinha a importância de garantir que todos os pacientes tenham acesso a tratamentos eficazes, como forma de prevenir complicações graves, incluindo o suicídio”, finaliza.</span></p>
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		<title>Setembro amarelo: especialista reforça a importância da atenção aos sinais de alerta aos que estão em sofrimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raiane Wentz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Sep 2024 10:29:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique Bem]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Renata Figueiredo, presidente da APBr, reforça que é possível prevenir o suicídio, mas que isso requer atenção redobrada e ações em diversas frentes Com a proximidade do Setembro Amarelo, mês dedicado à conscientização e prevenção do suicídio, especialistas reforçam a importância de reconhecer sinais de alerta e de promover um ambiente de apoio para aqueles [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_39830" aria-describedby="caption-attachment-39830" style="width: 489px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-39830" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/person-suffering-from-ptsd-psychologist.jpg?resize=489%2C326&#038;ssl=1" alt="" width="489" height="326" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/person-suffering-from-ptsd-psychologist-scaled.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/person-suffering-from-ptsd-psychologist-scaled.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/person-suffering-from-ptsd-psychologist-scaled.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/person-suffering-from-ptsd-psychologist-scaled.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/person-suffering-from-ptsd-psychologist-scaled.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 489px) 100vw, 489px" /><figcaption id="caption-attachment-39830" class="wp-caption-text">Freepik</figcaption></figure>
<p class="lead" style="text-align: center"><span style="color: #000000"><i>Renata Figueiredo, presidente da APBr, reforça que é possível prevenir o suicídio, mas que isso requer atenção redobrada e ações em diversas frentes</i><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000">Com a proximidade do Setembro Amarelo, mês dedicado à conscientização e prevenção do suicídio, especialistas reforçam a importância de reconhecer sinais de alerta e de promover um ambiente de apoio para aqueles que estão em sofrimento mental. Afinal, o suicídio é uma tragédia que pode ser prevenida, mas, para isso, é essencial que a sociedade esteja informada e preparada para agir.<br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000">A médica Renata Figueiredo, presidente da Associação Psiquiátrica de Brasília (APBr), destaca que é possível identificar indícios de que alguém pode estar pensando em suicídio, embora esses sinais nem sempre sejam óbvios. Ela explica que mudanças no comportamento, como isolamento social, perda de interesse por atividades antes prazerosas e alterações bruscas no humor, além de comunicações sobre morte, despedidas e comportamento autodestrutivo: como o abuso de substâncias ou atividades perigosas, podem indicar que algo não vai bem. “Em alguns casos, uma mudança repentina de humor para uma aparente calma pode indicar que a pessoa decidiu tirar a própria vida”, pontua.<br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000">De acordo com a especialista, a prevenção ao suicídio é possível e requer ações em várias frentes. “A conversa aberta e empática é crucial: perguntar diretamente sobre pensamentos suicidas não aumenta o risco e pode ser vital para salvar vidas”, afirma. Ela comenta que encaminhar a pessoa para ajuda profissional e, em casos de risco imediato, buscar ajuda de emergência são passos fundamentais. Além disso, reduzir o acesso a meios letais e oferecer suporte emocional contínuo são medidas importantes que podem fazer a diferença.<br />
</span></p>
<p><strong><span style="color: #000000">Setembro Amarelo<br />
</span></strong><span style="color: #000000">O Setembro Amarelo desempenha um papel vital na conscientização sobre a prevenção do suicídio, como explica a médica. “A campanha ajuda a aumentar a conscientização pública sobre os sinais de risco, reduz o estigma associado às doenças psiquiátricas e promove um ambiente onde as pessoas se sintam mais à vontade para falar sobre suas dificuldades emocionais e buscar ajuda”, pontua. </span></p>
<p><span style="color: #000000">Renata Figueiredo adiciona que “certos transtornos psiquiátricos estão associados a um risco mais elevado de suicídio, como a depressão, transtorno bipolar, transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), transtornos de ansiedade, esquizofrenia e transtorno de personalidade borderline”. De acordo com ela, é importante lembrar que o uso de álcool e outras substâncias pode aumentar significativamente o risco de suicídio, mesmo em indivíduos que não são dependentes químicos.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Ela ressalta que a campanha do Setembro Amarelo é fundamental na redução do estigma relacionado à essas doenças, pois ao normalizar as conversas sobre saúde mental e educar a população sobre a natureza dos transtornos mentais, a campanha promove um ambiente de empatia e apoio. “Isso é crucial para que as pessoas sintam-se à vontade para buscar ajuda sem medo de julgamento e para que a sociedade se una na promoção de um ambiente mais acolhedor para todos”, relata.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Vale destacar que prevenção ao suicídio é uma responsabilidade coletiva, envolvendo amigos, familiares, profissionais de saúde e políticas públicas, como enfatiza a Renata. “A intervenção precoce e o suporte contínuo são essenciais, e a integração dos cuidados de saúde mental nos serviços de saúde geral é um elemento-chave para uma abordagem eficaz. Afinal, promover uma cultura de aceitação e apoio é fundamental para construir uma sociedade mais saudável e empática, onde vidas possam ser salvas e o sofrimento possa ser aliviado”, conclui.</span></p>
<p><span style="color: #000000"> </span></p>
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		<title>Combate à Psicofobia: especialista reforça a importância de valorizar a saúde mental e o trabalho do psiquiatra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raiane Wentz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2024 00:07:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[#medicina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Renata Figueiredo, Presidente da Associação Psiquiátrica de Brasília ressalta também qual o papel desse médico  Na última terça-feira, 13 de agosto foi lembrado o Dia do Psiquiatra. A data vem para homenagear esse profissional tão importante e ao mesmo tempo combater o preconceito, ou a psicofobia. Você já ouviu falar desse termo? Cunhado pela Associação [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_39733" aria-describedby="caption-attachment-39733" style="width: 449px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-39733" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Freepik-1.jpg?resize=449%2C299&#038;ssl=1" alt="" width="449" height="299" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Freepik-1-scaled.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Freepik-1-scaled.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Freepik-1-scaled.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Freepik-1-scaled.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Freepik-1-scaled.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 449px) 100vw, 449px" /><figcaption id="caption-attachment-39733" class="wp-caption-text">Freepik</figcaption></figure>
<p class="lead" style="text-align: center"><span style="color: #000000"><i>Renata Figueiredo, Presidente da Associação Psiquiátrica de Brasília ressalta também qual o papel desse médico</i> </span></p>
<p><span style="color: #000000">Na última terça-feira, 13 de agosto foi lembrado o Dia do Psiquiatra. A data vem para homenagear esse profissional tão importante e ao mesmo tempo combater o preconceito, ou a psicofobia. Você já ouviu falar desse termo? Cunhado pela Associação Brasileira de Psiquiatria, a ABP, com o apoio de seu presidente, Antonio Geraldo da Silva, o termo é utilizado para descrever o preconceito, discriminação ou estigmatização contra pessoas com transtornos mentais ou aqueles que buscam atendimento psiquiátrico.<br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000">“Este neologismo visa dar nome a uma realidade preocupante e promover a conscientização sobre a importância de combater esse tipo de discriminação”, destaca Renata Figueiredo, presidente da Associação Psiquiátrica de Brasília, APBr. De acordo com a médica, o estigma associado aos transtornos mentais e à busca pelo tratamento psiquiátrico continua a ser um obstáculo significativo para que muitas pessoas recebam o cuidado de que necessitam. “O preconceito contra a psiquiatria, muitas vezes alimentado pela psicofobia, pode levar os pacientes a adiarem ou até evitarem o tratamento, o que agrava os problemas de saúde mental e aumenta o sofrimento psíquico”, pontua.<br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000">Mas então, qual o papel do psiquiatra na promoção da saúde mental? Conforme Figueiredo, o psiquiatra é um médico especializado no diagnóstico, tratamento e prevenção de transtornos mentais, emocionais e comportamentais. “Nossa atuação vai além da prescrição de medicamentos; envolve uma abordagem terapêutica integral que inclui psicoterapia e, em alguns casos, intervenções como a neuromodulação”, ressalta. “Avaliamos a saúde mental de forma holística, considerando os aspectos biológicos, psicológicos e sociais de cada paciente”, complementa.<br />
</span></p>
<figure id="attachment_39734" aria-describedby="caption-attachment-39734" style="width: 200px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-medium wp-image-39734" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Renata-Figueiredo-presidente-da-Apbr.jpeg?resize=200%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="200" height="300" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Renata-Figueiredo-presidente-da-Apbr.jpeg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Renata-Figueiredo-presidente-da-Apbr.jpeg?resize=682%2C1024&amp;ssl=1 682w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Renata-Figueiredo-presidente-da-Apbr.jpeg?resize=768%2C1152&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Renata-Figueiredo-presidente-da-Apbr.jpeg?w=853&amp;ssl=1 853w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /><figcaption id="caption-attachment-39734" class="wp-caption-text">Renata Figueiredo &#8211; presidente da Apbr</figcaption></figure>
<p><span style="color: #000000">A especialista define que a importância desse profissional na sociedade é inegável, pois ele desempenha um papel crucial na promoção do bem-estar mental, ajudando a reduzir o sofrimento psíquico, melhorar o funcionamento diário dos pacientes, prevenir suicídios e promover uma melhor qualidade de vida. Além disso, esse médico trabalha em conjunto com outros profissionais da saúde para oferecer um cuidado integral e eficaz. </span></p>
<p><span style="color: #000000"><strong>Combatendo a Desinformação e o Preconceito<br />
</strong></span><span style="color: #000000">Renata pontua que a desinformação e o estigma em torno da psiquiatria e da saúde mental são os principais desafios que dificultam o acesso ao tratamento adequado. Segundo a médica, para combater essa barreira, é fundamental investir em educação e conscientização. “Campanhas de sensibilização, como as realizadas durante o Dia do Psiquiatra, são essenciais para destacar a relevância do trabalho desse profissional e esclarecer a população sobre sua verdadeira função”, comenta.<br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000"><strong>A Importância das Políticas Públicas em Saúde Mental<br />
</strong></span><span style="color: #000000">Para que o trabalho dos psiquiatras seja eficaz, é necessário que seja apoiado por políticas públicas robustas e bem estruturadas. “A defesa e a promoção de políticas de saúde mental que garantam o acesso ao tratamento e à prevenção de transtornos mentais são aspectos fundamentais da atuação do psiquiatra e devem ser totalmente reforçados e divulgados”, afirma Renata Figueiredo. </span></p>
<p><span style="color: #000000">Ela reforça: “é essencial fortalecer a importância dessas políticas, não apenas para valorizar a profissão, mas também para combater a psicofobia e promover uma sociedade mais inclusiva e consciente sobre a saúde mental”. “Somente com o apoio de toda a sociedade, será possível superar o estigma e garantir que todos tenham acesso ao cuidado mental que merecem”, conclui.</span></p>
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		<title>Trabalho voluntário traz diversos benefícios, inclusive na saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raiane Wentz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2024 12:26:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Fique Bem]]></category>
		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
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		<category><![CDATA[saúdemental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Programa lançado de voluntariado recentemente pretende transformar a vida de jovens por todo o DF  Seja para ajudar em uma crise, como a tragédia do Rio Grande do Sul, ou mesmo fazer visitas a hospitais, creches, orfanatos, o serviço voluntário é muito importante para a sociedade, com benefícios para todas as partes envolvidas, inclusive na [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_39001" aria-describedby="caption-attachment-39001" style="width: 552px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-39001" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Everest-In-Action_Open_2024-049.jpg?resize=552%2C311&#038;ssl=1" alt="" width="552" height="311" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Everest-In-Action_Open_2024-049-scaled.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Everest-In-Action_Open_2024-049-scaled.jpg?resize=1024%2C577&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Everest-In-Action_Open_2024-049-scaled.jpg?resize=768%2C433&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Everest-In-Action_Open_2024-049-scaled.jpg?resize=1536%2C865&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Everest-In-Action_Open_2024-049-scaled.jpg?resize=2048%2C1154&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 552px) 100vw, 552px" /><figcaption id="caption-attachment-39001" class="wp-caption-text">Divulgação Everest</figcaption></figure>
<p class="lead" style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><i>Programa lançado de voluntariado recentemente pretende transformar a vida de jovens por todo o DF</i> </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Seja para ajudar em uma crise, como a tragédia do Rio Grande do Sul, ou mesmo fazer visitas a hospitais, creches, orfanatos, o serviço voluntário é muito importante para a sociedade, com benefícios para todas as partes envolvidas, inclusive na saúde mental. De acordo com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal, atualmente existem 2,2 mil voluntários no DF. Eles fazem parte de programas do governo e prestam serviço em diversas áreas da capital federal. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 7,3 milhões de pessoas realizaram trabalho voluntário no país em 2022. Houve um acréscimo de 603 mil pessoas, entre 2019 e 2022, calculou o instituto.<br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“O voluntariado é uma prática fundamental para fortalecer os laços comunitários e promover o bem-estar social. Engajar-se como voluntário é oferecer o seu tempo e habilidades de forma gratuita em prol de causas que beneficiam a sociedade”, comenta Tainah Nóbrega, diretora de admissão, comunicação e marketing do Colégio Everest Brasília, conhecido por trabalhar voluntariamente com os alunos. “Os benefícios não se restringem a quem recebe ajuda, trazendo também recompensas pessoais significativas para os voluntários. Ao se engajar nessa prática, é possível desenvolver habilidades interpessoais, ganhar uma nova perspectiva sobre a vida e sentir-se parte de algo maior do que você mesmo”.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Existem diversas maneiras de se envolver como voluntário, desde a ajuda em instituições de caridade até a participação em projetos de conservação ambiental. Cada pessoa pode encontrar uma área na qual se sinta motivada a contribuir, seja ensinando crianças carentes, auxiliando idosos em lares de apoio, ou até mesmo participando de campanhas de conscientização sobre questões sociais. O voluntariado também pode ser uma fonte de inspiração e conexão com a comunidade, fortalecendo os laços sociais e construindo uma rede de apoio sólida.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Observar os desafios enfrentados por outras pessoas aciona emoções como empatia e compaixão, como explica a neuropsicóloga Camila Ferrari. “Para além dos valores, o voluntariado cria o senso de comunidade, ao mesmo tempo em que desenvolve habilidades sociais, de comunicação e a capacidade de trabalhar em grupo. Isso gera sensação de utilidade e levanta a autoestima alimentada, com a confiança de que se pode fazer a diferença no mundo”, avalia.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Um levantamento feito pela Universidade de Harvard e publicado no American Journal of Preventive Medicine, de 2021, também comprovou esses benefícios. Conforme o estudo, há menos riscos de mortalidade e desenvolvimento de limitações físicas. E quando se trata de adolescentes e universitários, os ganhos são ainda mais eficazes. De acordo com outra pesquisa, da Universidade de Oxford, realizada em 2015, ser voluntário nessa faixa etária pode ajudar a evitar comportamentos problemáticos, como o uso de bebida alcoólica e drogas, gravidez indesejada, abandono escolar e outros.<br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Programa de voluntariado</strong>  ‏<br />
Conhecido na capital federal por campanhas e projetos sociais, como o Colégio Mão Amiga, no Paranoá, o Colégio Everest lançou recentemente um novo programa de formação humana, que busca reforçar e cultivar nos alunos valores cruciais como solidariedade, equidade social e zelo apostólico, estimulando-os a auxiliar pessoas em situação de vulnerabilidade econômica. Por meio do Everest IN ACTION, os alunos do ensino médio poderão realizar atividades alinhadas aos princípios da escola, acompanhados sob mentoria entre pais e colaboradores. Será uma oportunidade para desenvolver competências como resolução de problemas, organização, trabalho em equipe, comunicação e liderança.<br />
</span></p>
<figure id="attachment_39003" aria-describedby="caption-attachment-39003" style="width: 442px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-39003 " src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Everest-In-Action_Open_2024-126.jpg?resize=442%2C249&#038;ssl=1" alt="" width="442" height="249" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Everest-In-Action_Open_2024-126-scaled.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Everest-In-Action_Open_2024-126-scaled.jpg?resize=1024%2C577&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Everest-In-Action_Open_2024-126-scaled.jpg?resize=768%2C433&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Everest-In-Action_Open_2024-126-scaled.jpg?resize=1536%2C865&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Everest-In-Action_Open_2024-126-scaled.jpg?resize=2048%2C1154&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 442px) 100vw, 442px" /><figcaption id="caption-attachment-39003" class="wp-caption-text">Divulgação Everest</figcaption></figure>
<p><span style="color: #000000;"><strong>O lançamento</strong>  ‏<br />
Exclusivo para alunos e responsáveis, o projeto iniciou com uma sessão de boas-vindas e depoimentos de jovens empreendedores que lideram projetos de impacto social no DF. O evento, realizado no fim de maio, reuniu nomes importantes, como Shaila Mazoni, fundadora e presidente da Associação AME, dedicada à capacitação profissional e a dignificação de mulheres em situação carcerária, visando a reintegração social pós-encarceramento.<br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Outro palestrante foi Ricardo Sechis, que, com apenas 27 anos, é empreendedor e apaixonado por movimentos sociais. Iniciou seu negócio aos 17 anos, vendendo espetinhos no estacionamento da escola. Atualmente, é cofundador do Ricco Burger, uma hamburgueria brasiliense com sete filiais na cidade. No lançamento, os participantes realizaram atividades recreativas, como canoagem, piquenique e passeio de balão. Agora, os estudantes se preparam para os próximos passos do programa.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Por que balonismo? Nóbrega explica que os alunos devem entender que a ajuda ao próximo não tem limites, nem mesmo o céu. “Por que remar em canoas? Porque os alunos devem valorizar o trabalho em equipe e saberem que remando juntos, podem ir sempre mais longe”, destaca, a diretora de admissão, comunicação e marketing do Colégio Everest Brasília.<br />
</span></p>
<figure id="attachment_39000" aria-describedby="caption-attachment-39000" style="width: 470px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-39000" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Everest-In-Action_Open_2024-028.jpg?resize=470%2C265&#038;ssl=1" alt="" width="470" height="265" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Everest-In-Action_Open_2024-028-scaled.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Everest-In-Action_Open_2024-028-scaled.jpg?resize=1024%2C577&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Everest-In-Action_Open_2024-028-scaled.jpg?resize=768%2C433&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Everest-In-Action_Open_2024-028-scaled.jpg?resize=1536%2C865&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Everest-In-Action_Open_2024-028-scaled.jpg?resize=2048%2C1154&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 470px) 100vw, 470px" /><figcaption id="caption-attachment-39000" class="wp-caption-text">Divulgação Everest</figcaption></figure>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Próximos passos</strong>‏<br />
Desde o lançamento oficial, os alunos iniciaram o desenvolvimento de projetos sociais. O trabalho ocorre em etapas: formação das equipes, seleção da instituição, visita para diagnóstico das necessidades, elaboração e execução do projeto, e apresentação para a comunidade escolar. “Os alunos são incentivados a agir com responsabilidade e protagonismo para transformar as realidades que necessitam de apoio e atenção solidária em nossa cidade”, pontua Tainah Nóbrega. Ela conclui: “esta é uma oportunidade para despertar a sensibilidade em relação ao próximo e desenvolver habilidades pessoais que contribuem para sua formação integral”.</span></p>
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		<title>Síndrome de Burnout: especialistas dão dicas para amenizar esgotamento do trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Tobias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2021 20:20:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#CuidadosComaSaúde]]></category>
		<category><![CDATA[#saúde]]></category>
		<category><![CDATA[#SindromedeBurnout]]></category>
		<category><![CDATA[saúdemental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Classificar demandas do trabalho e praticar hábito de dizer &#8220;não&#8221; podem ajudar no stress do trabalho Longos períodos confinados geram consequências. O home office parece mais puxado, as atividades não param de chegar, chefe no aplicativo de mensagens em tempo integral e uma série de reuniões virtuais intermináveis. Porém, especialistas alertam para esse sentimento de cansaço [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_12919" aria-describedby="caption-attachment-12919" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-12919" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/top-view-portrait-of-woman-lying-at-desk-near-the-laptop-scaled.jpg?resize=700%2C467&#038;ssl=1" alt="Burnout" width="700" height="467" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/top-view-portrait-of-woman-lying-at-desk-near-the-laptop-scaled.jpg?w=2560&amp;ssl=1 2560w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/top-view-portrait-of-woman-lying-at-desk-near-the-laptop-scaled.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/top-view-portrait-of-woman-lying-at-desk-near-the-laptop-scaled.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/top-view-portrait-of-woman-lying-at-desk-near-the-laptop-scaled.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/top-view-portrait-of-woman-lying-at-desk-near-the-laptop-scaled.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/top-view-portrait-of-woman-lying-at-desk-near-the-laptop-scaled.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-12919" class="wp-caption-text">Créditos: PixaBay/Banco de Imagens</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em>Classificar demandas do trabalho e praticar hábito de dizer &#8220;não&#8221; podem ajudar no stress do trabalho</em></h3>
<p>Longos períodos confinados geram consequências. O <em>home </em><em>office</em> parece mais puxado, as atividades não param de chegar, chefe no aplicativo de mensagens em tempo integral e uma série de reuniões virtuais intermináveis. Porém, especialistas alertam para esse sentimento de cansaço excessivo e estresse prolongado gerado pelo trabalho. Toda essa condição tem nome, a Síndrome de Burnout, também conhecida como síndrome do esgotamento profissional, foi adicionada na nova Classificação de Doenças pela OMS (Organização Mundial de Saúde).</p>
<p>Para lidar melhor com toda essa situação, especialistas indicam o tratamento psicológico e terapêutico. É vital procurar ajuda quando perceber os primeiros sinais de esgotamento. Com a ajuda certa, as pessoas podem se tratar e procurar os melhores caminhos para contornar toda a situação. &#8221; Ter o apoio de um psicólogo é fundamental! Seja através de uma terapia breve (presencial ou online), ou mesmo por meio de uma sessão de aconselhamento psicológico pontual. Às vezes poucas horas de terapia podem poupar meses de sofrimento desnecessários&#8221; explicou a psicóloga Sabrina Amaral da Epopeia Desenvolvimento Humano.</p>
<p>Depois de depositar todos os esforços no ofício de gestora de benefícios, Patrícia Mota, acabou sendo diagnosticada com síndrome de Burnout.  A partir de então Patrícia, que se auto pressionava para ser excelente em tudo, precisou aprender a &#8220;colocar o pé no freio&#8221; e a lidar com um ritmo de vida mais vagaroso sem ficar ansiosa por resolver tudo no mesmo dia. &#8220;O ponto inicial de tudo é a aceitação. Saber que naquele momento eu estou naquela situação e não sou aquilo. Por isso a terapia é fundamental. Os remédios ajudam, mas quem realmente tira da crise é a terapia&#8221;.</p>
<p>Uma conexão consigo mesmo e busca por momentos de lazer, também podem ser boas soluções na hora de deixar o nervosismo de lado. &#8220;Atividades simples e prazerosas devem fazer parte da rotina para garantir qualidade de vida e equilíbrio. Por isso é importante cuidar da alimentação, praticar atividades físicas, meditação, ter horários estabelecidos para uma rotina saudável, diminuir o perfeccionismo e a auto cobrança, estabelecer momentos de lazer e relaxamento&#8221;, pontuou a profissional.</p>
<p>Em razão da pandemia do novo coronavírus, assuntos como saúde mental se potencializaram. Isso acontece por que &#8220;o confinamento e o isolamento social, podem potencializar adversidades que são somadas a eliminação dos limites entre vida pessoal e profissional no trabalho remoto. No dia a dia, fica muito difícil separar e se desligar das coisas&#8221;, conta a psicóloga.</p>
<h4><strong>Mommy Burnout</strong></h4>
<figure id="attachment_12922" aria-describedby="caption-attachment-12922" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-12922" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/child-5033381_1280.jpg?resize=700%2C464&#038;ssl=1" alt="Burnout" width="700" height="464" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/child-5033381_1280.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/child-5033381_1280.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/child-5033381_1280.jpg?resize=1024%2C678&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/child-5033381_1280.jpg?resize=768%2C509&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-12922" class="wp-caption-text">Créditos: FreePik/Banco de Imagens</figcaption></figure>
<p>Quanto ao stress causado pelas tarefas desempenhadas por mães e donas de casa, a síndrome de Burnout assume o caráter de &#8220;Mommy Burnout&#8221;  que está ligado ao descontrole no gerenciamento da vida pessoal e familiar. &#8220;No fim do dia é normal sentir-se cansado, mas se essa exaustão não pode virar rotina. A partir do momento que o excesso de cansaço passa a atrapalhar as atividades diárias. É preciso procurar ajuda&#8221;, alerta o psiquiatra Alisson Marques.</p>
<p dir="ltr">Segundo o médico, outra questão importante é ficar de olho nos sintomas de esgotamento, que são: irritabilidade, desmotivação, pensamentos negativos e perder o prazer de cuidar dos pequenos.</p>
<p dir="ltr">&#8220;O nível de exigência cresce ao ponto delas não aceitarem ajuda com receio das atividades não serem tão bem executadas&#8221;, afirma o especialista. Para Alisson,  é imprescindível que as mães permitam o suporte daqueles que a rodeiam para diminuir essa sobrecarga.</p>
<h4><strong>Como prevenir?</strong></h4>
<figure id="attachment_12921" aria-describedby="caption-attachment-12921" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-12921" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/laundry-day-concept-fatigue-dissatisfied-woman-touches-cheek-and-looks-away-in-unhappiness.jpg?resize=700%2C467&#038;ssl=1" alt="Burnout" width="700" height="467" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/laundry-day-concept-fatigue-dissatisfied-woman-touches-cheek-and-looks-away-in-unhappiness.jpg?w=8495&amp;ssl=1 8495w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/laundry-day-concept-fatigue-dissatisfied-woman-touches-cheek-and-looks-away-in-unhappiness.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/laundry-day-concept-fatigue-dissatisfied-woman-touches-cheek-and-looks-away-in-unhappiness.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/laundry-day-concept-fatigue-dissatisfied-woman-touches-cheek-and-looks-away-in-unhappiness.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/laundry-day-concept-fatigue-dissatisfied-woman-touches-cheek-and-looks-away-in-unhappiness.jpg?w=2040&amp;ssl=1 2040w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/laundry-day-concept-fatigue-dissatisfied-woman-touches-cheek-and-looks-away-in-unhappiness.jpg?w=3060&amp;ssl=1 3060w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-12921" class="wp-caption-text">Créditos: FreePik/Banco de Imagens</figcaption></figure>
<h4>Não existe exame para detectar a condição. O diagnóstico é feito por meio de uma avaliação clínica dos sintomas. Testes de avaliação podem ser utilizados para a pessoa que está enfrentando a doença saiba os sinais e peça ajuda, mas não substituem a avaliação profissional.</h4>
<p>A psicóloga ,Sabrina Amaral, explicou que existem algumas dicas para evitar a sensação de acumulação. Quando todas as tarefas estiverem vindo de uma vez, separe aquilo que é essencial e aquilo que é importante. Os trabalhadores não precisam realizar todas as demandas ao mesmo tempo. Priorize o inadiável.</p>
<p>Para quem sente dificuldades em dizer &#8220;não&#8221; e acha que precisa estar disponível todo o tempo, essa é a sua chance de praticar o ato de negar os pedidos. A chave para conseguir cumprir esse passo é a comunicação não-violenta. Trata-se de uma ferramenta desenvolvida pelo psicólogo americano Marshall Rosenberg, que ajuda a identificar seus sentimentos e suas necessidades, bem como os das pessoas ao redor.</p>
<p>Em razão disso, ter o apoio de um psicólogo é fundamental. Seja através de uma terapia breve (presencial ou online), ou mesmo por meio de uma sessão de aconselhamento psicológico pontual. Às vezes poucas horas de terapia podem poupar meses de sofrimento desnecessários.</p>
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		<title>Janeiro Branco: psicólogos dão dicas para conservar saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Tobias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jan 2021 20:10:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique Bem]]></category>
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		<category><![CDATA[#CuidadosComaSaúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialistas recomendam atividades físicas e boa alimentação para conservar saúde mental e qualidade de vida  A pandemia da covid-19 potencializou discussões a respeito de doenças psicológicas. Isolamento e baixo contato com entes queridos geram danos ao intelecto que podem se agravar. A campanha &#8220;Janeiro Branco&#8221; criada por um grupo de psicólogos em Uberlândia (MG) estimula [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_11649" aria-describedby="caption-attachment-11649" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-11649" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/PAPEL-DE-PAREDE-DESKTOP-COMPUTADOR-scaled.jpg?resize=700%2C394&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="394" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/PAPEL-DE-PAREDE-DESKTOP-COMPUTADOR-scaled.jpg?w=2560&amp;ssl=1 2560w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/PAPEL-DE-PAREDE-DESKTOP-COMPUTADOR-scaled.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/PAPEL-DE-PAREDE-DESKTOP-COMPUTADOR-scaled.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/PAPEL-DE-PAREDE-DESKTOP-COMPUTADOR-scaled.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/PAPEL-DE-PAREDE-DESKTOP-COMPUTADOR-scaled.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/PAPEL-DE-PAREDE-DESKTOP-COMPUTADOR-scaled.jpg?resize=2048%2C1152&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-11649" class="wp-caption-text">Créditos: Divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em>Especialistas recomendam atividades físicas e boa alimentação para conservar saúde mental e qualidade de vida </em></h3>
<p>A pandemia da covid-19 potencializou discussões a respeito de doenças psicológicas. Isolamento e baixo contato com entes queridos geram danos ao intelecto que podem se agravar. A campanha &#8220;<a href="https://janeirobranco.com.br/">Janeiro Branco</a>&#8221; criada por um grupo de psicólogos em Uberlândia (MG) estimula reflexões, atenção psicossocial e chama atenção para a importância dos cuidados com a saúde mental.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?w=1020&#038;ssl=1" />Segundo a diretora de Serviços de Saúde Mental substituta, Priscila Estrela, o Janeiro Branco é uma ação para conscientizar a população quanto à necessidade do cuidado e atenção para a saúde mental. Porém, ela destaca que essa preocupação deve ser dada durante todo o ano e não somente em janeiro.</p>
<blockquote><p>“Um fator agravante em 2020 e 2021 é que nesse período de pandemia, o isolamento social e o aumento da desigualdade são alguns dos fatores que facilitam o sofrimento psíquico”, explica.</p></blockquote>
<p>De acordo com os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o segundo país das Américas com maior número de pessoas depressivas, equivalentes a 5,8% da população, atrás dos Estados Unidos, com 5,9%. A depressão é uma doença que afeta 4,4% da população mundial. O Brasil ainda é o país com a população mais ansiosa do mundo (9,3%).</p>
<p>Para a psiquiatra Emanuella Halabi, a campanha permite um debate que ajuda no preconceito que os pacientes sofrem. “É preciso incentivar cada vez mais as pessoas a procurarem ajuda, a buscarem auxílio, porque muitas vezes, também, as pessoas que possuem algum transtorno psiquiátrico sentem muita vergonha de procurar sua saúde mental, procurar se cuidar pelo estigma que isso causa”, disse a especialista.</p>
<h4><strong>Recomendações</strong></h4>
<figure id="attachment_11835" aria-describedby="caption-attachment-11835" style="width: 315px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-11835" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/school-5711987_1920.jpg?resize=315%2C195&#038;ssl=1" alt="Janeiro Branco" width="315" height="195" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/school-5711987_1920.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/school-5711987_1920.jpg?resize=300%2C186&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/school-5711987_1920.jpg?resize=1024%2C635&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/school-5711987_1920.jpg?resize=768%2C476&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/school-5711987_1920.jpg?resize=1536%2C952&amp;ssl=1 1536w" sizes="(max-width: 315px) 100vw, 315px" /><figcaption id="caption-attachment-11835" class="wp-caption-text">Créditos: PixaBay</figcaption></figure>
<p>A especialista em saúde mental e psicóloga, Andréa Chaves, contou que os principais sintomas para perceber possíveis alterações psicológicas, vão envolver funções básicas como alimentação, distúrbio do sono e a perca de satisfação em atividades que antes davam prazer.  &#8220;É importante ressaltar que esses &#8216;sintomas&#8217; podem não envolver doenças psicológicas, mas, podem significar a ocorrência de crises, é importante consultar um especialista para captar a frequência e a temporalidade destas alterações&#8221; ressaltou.</p>
<p>Em período de pandemia, Andrea destacou que as pessoas devem pensar em política de redução de danos, que é basicamente escapar de fatores que acionam gatilhos emocionais e conservar a saúde mental da melhor forma, para isso, o contato com a família é de extremo valor, que deve ser mantido durante todo o isolamento. &#8220;Seres humanos necessitam conservar vínculos. Quem puder ligar por vídeo para um ente querido, estabelecer contato com pessoas de confiança. Procure utilizar de forma criativa das tecnologias para se aproximar das pessoas que você ama, declarou Andrea.</p>
<h4><strong>Dicas</strong></h4>
<figure id="attachment_11833" aria-describedby="caption-attachment-11833" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-11833" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/girl-3307268_1280.jpg?resize=700%2C465&#038;ssl=1" alt="Janeiro Branco" width="700" height="465" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/girl-3307268_1280.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/girl-3307268_1280.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/girl-3307268_1280.jpg?resize=1024%2C680&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/girl-3307268_1280.jpg?resize=768%2C510&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-11833" class="wp-caption-text">Créditos: PixaBay</figcaption></figure>
<p>A psicóloga Ana Lídia disponibilizou algumas dicas como a prática regular de atividades físicas e boa alimentação:</p>
<p>1 &#8211; Se observar melhor;<br />
2 &#8211; Banho de sol semanal e suplementos vitamínicos;<br />
3 &#8211; Fazer exames regulares;<br />
4 &#8211; Inserir técnicas de meditação para regular a respiração;<br />
5 &#8211; Procurar um psicólogo para fazer uma avaliação da necessidade de acompanhamento regular.</p>
<p>Para finalizar, Ana Lídia falou sobre manter a mente com a expectativa de se melhorar em todas as áreas da vida. “Uma pessoa que gera planejamentos, que tem expectativas de melhorias terá um nível de estímulo motivacional que irá dar mais sentido e resiliência à vida. Busque fazer planejamentos anuais, mensais, semanais e diários para se manter estimulados a viver!”, salienta a psicóloga.</p>
<p>*Com informações da Agência Brasília.</p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/janeiro-branco-psicologos-dao-dicas-para-conservar-saude-mental/">Janeiro Branco: psicólogos dão dicas para conservar saúde mental</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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