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Festival Diversicon acontece nos dias 9,10 e 11 de abril

Vem aí a primeira edição de um festival que aposta em um mundo mais acolhedor e menos normativo

Nada melhor do que ter a arte como aliada para falar de diversidade. E a primeira edição do Festival Diversicon vem para incentivar um mundo mais acolhedor e menos normativo. O evento online e gratuito será palco para artistas e falas sobre racismo estrutural, normatividade, gênero, capacitismo, imigração, branquitude, e outros assuntos.

O Diversicon acontece nos dias 9, 10 e 11 de abril e terá um tripê conceitual: raça, corpo e território. “Em um momento em que a diversidade vem tomando conta dos debates políticos e culturais de forma bastante polêmica, propomos um evento construído a partir de premissas da representatividade e dedicado a despertar empatia na sociedade. No Diversicon, a diversidade está no palco principal, junto com as responsabilidades que vêm junto com ela”, comenta Erica Arikawa, idealizadora do evento.

Sob o mote A Cultura e os Corpos em Movimento, na sexta-feira, 9 de abril, Jade Odara e a DJ CranMarry comandam as lives do dia. Às 17h, Amanda Palha, militante, travesti e educadora popular, e Ricardo Sfeir, modelo, creator e ativista,  trocam uma ideia na live Repensar a Norma: uma Conversa Sobre Acolhimento da Diversidade. Para fechar, a cantora, compositora, poetisa e rapper, Bixarte, faz uma apresentação especial.

No mesmo dia, às 20h, a live Cultura e Representatividade: Sobre Marcadores de Opressão e Privilégios recebe Leandrinha Du Art, ativista LGBTQIA+ e PCD, e Juliana Rangel, creator e apresentadora. A rapper, atriz e ativista da causa indígena, Katú Mirim, se apresenta no final.

Caminhos Possíveis é o tema do último dia, domingo, 11 de abril, com Jade Odara e DJ CranMarry comandando as lives. Para começar, Diversidade Não é Cartão Postal: Cultura, Mercado e Inclusão, às 15h, com Maira Reis, palestrante LGBTQIA+ e empreendedora, Luiz Vinicius Belizário, docente, consultor e formador de gestores especializado em diversidade, e Alberto Silva, idealizador e coordenador da Casa Florescer, centro de acolhida para travestis e mulheres transexuais. A apresentação cultural será de Kitana Dreams, drag queen, surda e maquiadora.

Para fechar com chave de ouro, às 18h, Cultura, Política, Educação e Ativismo: Resistir, Demandar e Transformar com Helena Vieira, escritora, transfeminista e assessora para a Cultura da Diversidade, Carmen Silva, liderança do Movimento Sem-Teto do Centro e Leticia Barros, do Todas Fridas. O cantor e intérprete Daniel Montelles se apresenta no final.

Além disso, o Diversicon traz dois estandes virtuais que acontecem paralelos ao evento. A inscrição é 100% gratuita, feita pelo Sympla, e comporta até 100 pessoas por sala. O primeiro é um Aconselhamento Sobre Retificação de Documentos com Alexandre de Andrade, no sábado, 10, às 13h. O segundo é um Workshop de Melhores Práticas no LinkedIn com Guilherme Giannotti, a partir das 13h, no domingo, 11.

Diversicon
9, 10 e 11 de abril
https://www.youtube.com/channel/UC_SfSr5K_TFFJ32mCYuEDEw

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