
Estão abertas, até 30 de junho, as inscrições para o edital “Juventudes e Justiça Climática – Apoio a soluções lideradas por juventudes periféricas e de comunidades tradicionais”. A iniciativa do Fundo Casa Socioambiental apoia organizações de base comunitária lideradas por jovens com idades entre 18 e 29 anos, de periferias urbanas e rurais de todo o país, na realização de soluções de justiça climática a partir dos territórios.
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Linha 1 – Fortalecimento Institucional, como capacitações em gestão organizacional, governança, prestação de contas e planejamento estratégico; treinamentos que melhorem a capacidade das associações por meio de capacitações em gestão, governança, captação de recursos e advocacy; regularização de documentos institucionais e formalização de coletivos; adoção de ferramentas digitais de gestão, monitoramento e prestação de contas; entre outras.
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Linha 2 – Articulação em Rede, como fortalecimento de redes de aprendizagem e parcerias entre organizações juvenis que atuam com justiça climática; intercâmbios e encontros territoriais para troca de saberes, estratégias e experiências entre organizações de diferentes biomas e regiões; participação qualificada em espaços de governança climática (conselhos, comitês, fóruns e conferências municipais, estaduais e nacionais) e construção de agendas de incidência em planos de adaptação climática; entre outras.
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Linha 3 – Fortalecimento da Comunicação Comunitária, como capacitação em comunicação, produção de conteúdo audiovisual, jornalismo, gestão de mídia e tecnologias relevantes; campanhas de combate à desinformação ambiental e promoção de alfabetização midiática na comunidade; desenvolvimento ou fortalecimento de rádios comunitárias, jornais de bairro, podcasts ou outras formas de mídia que deem voz e visibilidade às questões de justiça climática e socioambientais específicas da comunidade; entre outras.
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Linha 4 – Educação Ambiental e Mobilização Comunitária, como formação de jovens multiplicadores em comunidades periféricas e tradicionais; desenvolvimento de metodologias de educação popular sobre justiça climática, conectando saberes tradicionais e ancestrais com conhecimento científico sobre mudanças climáticas; promoção de debates, oficinas e vivências sobre justiça climática e direitos socioambientais em escolas, espaços comunitários e iniciativas locais; campanhas de mobilização territorial para ação climática e engajamento comunitário; entre outras.




















