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	<title>Arquivos #anvisa - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos #anvisa - Portal Contexto</title>
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		<title>Anvisa aprova vacina contra a dengue</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jun 2023 13:15:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Vacina contra a dengue]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Casos de dengue no Brasil aumentam 22% em um ano, ultrapassando a marca de 1 milhão De acordo com a última atualização semanal do Centro de Operações de Emergências de Arboviroses (COE Arboviroses), instaurado em 2023 pelo Ministério da Saúde para monitorar o avanço das doenças no país, o Brasil registrou 1.101.270 casos prováveis de [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_34637" aria-describedby="caption-attachment-34637" style="width: 1020px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-34637" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/76046851-b33d-4702-bbea-7443ce1f66ae.jpg?resize=1020%2C516&#038;ssl=1" alt="dengue" width="1020" height="516" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/76046851-b33d-4702-bbea-7443ce1f66ae.jpg?resize=1024%2C518&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/76046851-b33d-4702-bbea-7443ce1f66ae.jpg?resize=300%2C152&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/76046851-b33d-4702-bbea-7443ce1f66ae.jpg?resize=768%2C388&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/76046851-b33d-4702-bbea-7443ce1f66ae.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-34637" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><i>Casos de dengue no Brasil aumentam 22% em um ano, ultrapassando a marca de 1 milhão</i></h3>
<div>
<div>De acordo com a última atualização semanal do Centro de Operações de Emergências de Arboviroses (COE Arboviroses), instaurado em 2023 pelo Ministério da Saúde para monitorar o avanço das doenças no país, o <strong>Brasil registrou 1.101.270 casos prováveis de dengue até maio deste ano</strong>, o que representa um aumento de 22% em relação ao mesmo período de 2022, quando foram registrados 900.008 casos. Esses números aproximam 2023 dos piores anos de incidência de dengue registrados na série histórica do ministério. Em 2022, por exemplo, foram registrados 1,45 milhão de casos em todo o ano, de acordo com o boletim epidemiológico da pasta referente ao ano. O Brasil já havia ultrapassado a marca de um milhão de casos em 2013, 2015, 2016 e 2019.</div>
<h4><strong>Aprovação da vacina contra a dengue no Brasil</strong></h4>
<div>Aprovada no Brasil a vacina QDENGA para a prevenção da dengue, causada por qualquer um dos quatro sorotipos do vírus, em indivíduos de 4 a 60 anos de idade. A vacina foi desenvolvida pela empresa Takeda e aprovada pela <strong>Agência Nacional de Vigilância Sanitária</strong> (Anvisa), com base nos resultados de 19 estudos de fases 1, 2 e 3 com mais de 28.000 crianças e adultos, incluindo um estudo de grande importância com seguimento de dados clínicos por quatro anos e meio, que mostraram eficácia sustentada e sem riscos de segurança importantes.</div>
<div></div>
<div>A médica e diretora da Salus Imunizações – Clínica de Vacinas – Dra. Marcela Rodrigues, informa que a dengue é uma doença viral transmitida por mosquitos que representa uma ameaça significativa à saúde pública em mais de 125 países, incluindo muitos na América Latina. A dengue hemorrágica tornou-se uma das principais causas de hospitalização e morte entre crianças e adultos em alguns dos países da região.</div>
<div></div>
<div>A aprovação de uma vacina segura e eficaz que não exija testes sanguíneos pré-vacinação é importante para ajudar a reduzir barreiras potencialmente críticas ao acesso e à administração da vacina em larga escala para a população brasileira. Acredita-se que QDENGA, juntamente com os métodos de controle do vetor, tenha potencial para se tornar um importante pilar do Programa Nacional de Combate à Dengue, beneficiando a população exposta elegível à vacinação e ajudando a reduzir seu ônus sobre o sistema de saúde.</div>
<div></div>
<div>A vacina QDENGA é aprovada para uso em indivíduos independentemente da exposição anterior à dengue e sem necessidade de teste pré-vacinação. A QDENGA é a única vacina contra a dengue aprovada no Brasil com essa indicação. A vacina é baseada no sorotipo 2 do vírus vivo atenuado da dengue e foi concebida para proteger contra qualquer um dos quatro sorotipos do vírus da dengue.</div>
<div></div>
<div>Os responsáveis pela vacina comentam que, assim que possível, a QDENGA à disposição do governo brasileiro e dos profissionais de saúde, com a esperança de que possa se tornar uma ferramenta importante para ajudar a combater a dengue como parte de um programa integrado de gestão da dengue, juntamente com o controle do vetor. Com base nos resultados dos estudos clínicos, espera-se que QDENGA possa ter um impacto positivo na incidência de dengue sintomática no Brasil, incluindo casos de dengue que requerem hospitalização. A aprovação da QDENGA representa um grande passo no combate à dengue no Brasil e na América Latina.</div>
</div>
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		<title>Bloqueio nas rodovias: PRF libera mais 563 pontos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2022 14:50:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#anvisa]]></category>
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		<category><![CDATA[#PRF]]></category>
		<category><![CDATA[Bloqueio nas rodovias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>PRF segue trabalhando para liberar os pontos de bloqueio nas rodovias brasileiras Na manhã desta quarta-feira (2), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) comunicou que 563 pontos de bloqueio nas estradas federais haviam sido desfeitos. Até então, 17 estados seguem com bloqueio nas rodovias. Os estados com mais interdições são: Santa Catarina, com 37, Mato Grosso, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_30688" aria-describedby="caption-attachment-30688" style="width: 1020px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-30688" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/11/PHOTO-2022-10-31-16-42-28-2.jpg?resize=1020%2C471&#038;ssl=1" alt="rodovias" width="1020" height="471" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/11/PHOTO-2022-10-31-16-42-28-2.jpg?resize=1024%2C473&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/11/PHOTO-2022-10-31-16-42-28-2.jpg?resize=300%2C139&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/11/PHOTO-2022-10-31-16-42-28-2.jpg?resize=768%2C355&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/11/PHOTO-2022-10-31-16-42-28-2.jpg?resize=1536%2C709&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/11/PHOTO-2022-10-31-16-42-28-2.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-30688" class="wp-caption-text">BR 158 em Santana do Livramento (RS). Foto: Marcelo Pinto/ A Platéia/ Fotos Públicas</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">PRF segue trabalhando para liberar os pontos de bloqueio nas rodovias brasileiras</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Na manhã desta quarta-feira (2), a <a href="https://portalcontexto.com.br/bloqueio-em-rodovias-prf-diz-que-nao-foi-omissa/"><strong>Polícia Rodoviária Federal (PRF)</strong></a> comunicou que 563 pontos de bloqueio nas estradas federais haviam sido desfeitos. Até então, 17 estados seguem com bloqueio nas rodovias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os estados com mais interdições são: Santa Catarina, com 37, Mato Grosso, com 30 e Pará com 17. Os bloqueios começaram logo após a confirmação da vitória nas urnas de <a href="https://portalcontexto.com.br/lula-e-eleito-presidente-do-brasil-pela-terceira-vez/">Luiz Inácio Lula da Silva (PT),</a> os manifestantes não concordam com o resultado e decidiram pelos protestos em todo o país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ontem </span><span style="font-weight: 400;">(1º) no Palácio da Alvorada</span><span style="font-weight: 400;">, o presidente <a href="https://portalcontexto.com.br/bolsonaro-se-pronuncia-apos-resultado-das-urnas/"><strong>Jair Bolsonaro (PL)</strong> </a>falou pela primeira vez após a derrota nas urnas, e comentou sobre os protestos, para o chefe do executivo, “os nossos métodos não podem ser os da esquerda, que sempre prejudicaram a população, como invasão de propriedades, destruição de patrimônios e cerceamento do direito de ir e vir”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nota hoje (2) que afirma que: </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“A Anvisa monitora junto ao setor regulado possíveis desabastecimentos de suprimentos de saúde, em face das notícias de bloqueios em rodovias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Paralelamente, a Agência </span><a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2022/oficioMS.pdf"><span style="font-weight: 400;">oficiou</span></a><span style="font-weight: 400;"> a organizações tais como os Ministérios da Saúde, Justiça e Casa Civil, bem como Ministério Público Federal, Supremo Tribunal Federal, Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde (CONASS) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), alertando para a importância de garantir fluxos contínuos e desimpedidos de insumos de saúde.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É uma medida que vem no escopo da missão da Agência de identificar ameaças e proteger a saúde da população.”</span></p></blockquote>
<h4><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Efeitos dos bloqueios</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o início das paralisações nas estradas, um debate segue em alta: será que o país sofrerá com um possível desabastecimento? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o presidente do Sindicato do Comércio Atacadista do Distrito Federal (Sindiatacadista/DF),<strong> Álvaro Silveira Jr,</strong> os bloqueios das rodovias podem causar graves transtornos às atividades de transporte, prejudicando o abastecimento de estabelecimentos de produção e comércio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Não é hora deste tipo de protesto. Acredito que institucionalmente os brasileiros devem respeitar o resultado das eleições, que foram limpas. Agora, mais do que nunca, precisamos nos unir para ter um país melhor. As eleições acabaram ontem, daqui três anos e meio poderemos voltar a discutir um novo candidato. Até lá, nos cabe apenas trabalhar pelo bem do Brasil e estarmos vigilantes para que as promessas de campanha sejam cumpridas&#8221;, pontua o presidente da entidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Do outro lado, c</span><span style="font-weight: 400;">orretores e seguradoras estão sendo acionados para auxiliar seus clientes a gerenciarem possíveis perdas causadas por essa crise de abastecimento, e, para contribuírem na elaboração de planos de contingência de redução de danos. </span></p>
<p><b>Marco Darhouni</b><span style="font-weight: 400;">, diretor de transportes e aviação da </span><a href="https://global.lockton.com/br/pt?utm_source=PR&amp;utm_medium=imprensa&amp;utm_campaign=mercado&amp;utm_content=Greve-caminhoneiros"><b>Lockton</b></a><span style="font-weight: 400;">, corretora de seguros privados, entende que neste momento as indiferente da cobertura securitária contratada, as mercadorias estão sujeitas a riscos que não são indenizáveis pelo seguro, tais como: atraso na entrega dos produtos ou mesmo a exposição da marca e a manipulação dos produtos de forma inapropriada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Daí a importância de definir, em comum acordo, entre as áreas de Logística e Gerenciadora de Risco um plano de ação que visa evitar as regiões de bloqueio de tráfego”, explica o Darhouni, que elencou uma lista de estratégias para ajudar as empresas a atenuarem os riscos causados por essa paralisação. Confira:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Programe as entregas</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Defina um horário de saída dos veículos de carga e crie um roteiro de embarque estabelecendo horários e rotas para tráfego diurno, prevendo o desvio de regiões bloqueadas pelo movimento.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Oriente a equipe de transporte</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Na impossibilidade de evitar a região controlada pelo eventual movimento, instrua seu time de transporte a buscar, quando possível, locais seguros (pátio de transportadores e postos homologados) para paradas e/ou pernoites. Peça que aguarde até que a situação se normalize e permita a continuidade segura da viagem.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Escolha veículos rastreáveis</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes da saída para viagem, além dos itens de segurança do caminhão, devem ser checados os sensores, atuadores e outros dispositivos que auxiliam o gerenciamento de risco. Dê preferência para veículos que possuam rastreamento por GPS. “Esses itens serão importantes caso o veículo tenha problemas na tecnologia principal por conta dos protestos”, revela o profissional.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Formalize o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Repasse as informações da viagem junto ao motorista, enfatizando a necessidade de cumprimento do PGR, inclusive, se necessário, faça com que ele ou seu responsável assine o plano de embarque com todas as regras e diretrizes do transporte. “Esse cuidado poderá fazer a diferença para proteger a mercadoria e o seu prazo de entrega”, diz Mauro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Por fim, caso tenha que lidar com algum risco, não hesite em procurar o seu corretor de seguros”, conclui Darhouni.</span></p>
<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>
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		<title>Anvisa aprova fim da obrigatoriedade de máscaras em aviões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2022 02:47:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acessório deixará de ser exigência para se tornar  passará apenas a ser recomendado nos voos As máscaras deixarão de ser exigidas nos aviões e aeroportos. Por unanimidade, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (17) o fim da obrigatoriedade do equipamento de proteção em voos no Brasil após mais de dois anos [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center"><strong>Acessório deixará de ser exigência para se tornar  passará apenas a ser recomendado nos voos</strong></h3>
<figure id="attachment_15451" aria-describedby="caption-attachment-15451" style="width: 770px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-15451" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mascara_coronavirus_galeao_abr_29022000123.jpg?resize=770%2C513&#038;ssl=1" alt="anvisa, máscara, covid-19" width="770" height="513" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mascara_coronavirus_galeao_abr_29022000123.jpg?w=770&amp;ssl=1 770w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mascara_coronavirus_galeao_abr_29022000123.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mascara_coronavirus_galeao_abr_29022000123.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 770px) 100vw, 770px" /><figcaption id="caption-attachment-15451" class="wp-caption-text">Passageiros e funcionários circulam vestindo máscaras contra o novo coronavírus (Covid-19) no Aeroporto Internacional Tom Jobim- Rio Galeão &#8211; Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400">As máscaras deixarão de ser exigidas nos aviões e aeroportos. Por unanimidade, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (<a href="http://antigo.anvisa.gov.br/">Anvisa</a>) aprovou nesta quarta-feira (17) o fim da <a href="https://portalcontexto.com.br/uso-de-mascaras-segue-em-vigor-nos-aeroportos-e-aeronaves/">obrigatoriedade</a> do equipamento de proteção em voos no Brasil após mais de dois anos com a medida preventiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mesmo com o fim da exigência, tanto as máscaras como o distanciamento social continuarão a ser recomendados como formas para evitar a possibilidade de transmissão da covid-19. A medida foi aprovada pelos cinco diretores da agência: Alex Machado Campos, que foi o relator; Daniel Pereira; Rômison Rodrigues Mota; Meiruze Sousa Freitas e Antonio Barra Torres, diretor-presidente da Anvisa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entretanto, uma série de protocolos que estão válidos desde o começo da pandemia da covid-19 foram conservados. Os aeroportos e as companhias aéreas continuarão a cumprir as seguintes medidas:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400">       disponibilização de álcool em gel</span></li>
<li><span style="font-weight: 400">       avisos sonoros com adaptações, recomendando o uso de máscaras, especialmente por pessoas vulneráveis</span></li>
<li><span style="font-weight: 400">       procedimentos de limpeza e desinfecção contínuas</span></li>
<li><span style="font-weight: 400">       sistemas de climatização</span></li>
<li><span style="font-weight: 400">       desembarque por fileiras</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">Através de documento oficial, a Anvisa inteirou que o atual cenário epidemiológico autoriza que algumas determinações feitas em 2020 sejam atualizadas, tal qual o uso obrigatório das máscaras. “Diante do atual cenário, o uso de máscaras, adotado até então como medida de saúde coletiva, é convertido em medida de proteção individual”, destacou a Anvisa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em maio, a Anvisa liberou o serviço de bordo e autorizou o uso da capacidade máxima de passageiros nos aviões, porém manteve o uso de máscaras em aviões e áreas restritas de aeroportos. A</span><span style="font-weight: 400">s medidas entram em vigor a partir do momento que forem publicadas no Diário Oficial da União.</span></p>
<h3><b>Outros países</b> <b>já estão adeptos</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A máscara nos terminais aéreos e nos aviões deixou de ser exigida em diversos países, como os Estados Unidos, a França, o Reino Unido e Portugal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">*Com informações de Agência Brasil</span></p>
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		<title>Novo modelo de rotulagem de alimentos do Brasil, que passa a valer em outubro, pode ser pouco útil para o consumidor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2022 13:51:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comer & Beber]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Nova rotulagem de alimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de outubro, produtos alimentícios ganharão novo rótulo no Brasil, com indicação de excesso de açúcares, gordura saturada e sódio O modelo escolhido pela Anvisa pode não ser tão útil quanto o modelo em vigor no México em quesitos como a tomada de decisão de comprar ou não um produto Limites nutricionais considerados pelo [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_29285" aria-describedby="caption-attachment-29285" style="width: 2048px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-29285" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/08/woman-in-supermarket-reading-nutrition-values-from-a-product-by-the-shelf-scaled-2048x1152-1.jpg?resize=1020%2C574&#038;ssl=1" alt="rotulagem" width="1020" height="574" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/08/woman-in-supermarket-reading-nutrition-values-from-a-product-by-the-shelf-scaled-2048x1152-1.jpg?w=2048&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/08/woman-in-supermarket-reading-nutrition-values-from-a-product-by-the-shelf-scaled-2048x1152-1.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/08/woman-in-supermarket-reading-nutrition-values-from-a-product-by-the-shelf-scaled-2048x1152-1.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/08/woman-in-supermarket-reading-nutrition-values-from-a-product-by-the-shelf-scaled-2048x1152-1.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/08/woman-in-supermarket-reading-nutrition-values-from-a-product-by-the-shelf-scaled-2048x1152-1.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-29285" class="wp-caption-text">Foto: Freepik</figcaption></figure>
<div class="highlights">
<ul>
<li aria-level="1">
<h3><em>A partir de outubro, produtos alimentícios ganharão novo rótulo no Brasil, com indicação de excesso de açúcares, gordura saturada e sódio</em></h3>
</li>
<li aria-level="1">
<h3><em>O modelo escolhido pela Anvisa pode não ser tão útil quanto o modelo em vigor no México em quesitos como a tomada de decisão de comprar ou não um produto</em></h3>
</li>
<li aria-level="1">
<h3><em>Limites nutricionais considerados pelo modelo brasileiro podem ser excessivamente permissivos</em></h3>
</li>
</ul>
</div>
<div class="entry-content">
<p>A partir de outubro de 2022, produtos alimentícios passam a seguir <strong>novas regras de rotulagem</strong> no Brasil. Aprovada pela Anvisa há cerca de dois anos, a norma para os rótulos traz uma série de mudanças, entre elas: a indicação de altos teores de açúcares adicionados, sódio e gordura saturada. O modelo escolhido, no entanto, pode não ser tão útil quanto outras rotulagens vigentes na América Latina. É o que concluem pesquisadores da <strong>Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)</strong> e da<strong> Universidade de Auckland (Nova Zelândia)</strong> em estudo publicado  na <a href="https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fnut.2022.898021/full">“Frontiers in Nutrition”</a>.</p>
<p>Para avaliar o desempenho da nova rotulagem, os cientistas fizeram um experimento piloto com 230 participantes selecionados para analisar rótulos de laticínios com o auxílio de um aplicativo para celular, no local de compra. Ao escanear um produto, eles eram levados aleatoriamente a uma entre três opções: a <strong>nova rotulagem</strong> do Brasil, o modelo vigente no México e a exposição apenas à tabela nutricional e à lista de ingredientes (grupo controle).</p>
<p>Fundamentalmente, os modelos brasileiro e mexicano têm duas diferenças, enquanto a opção da Anvisa mostra uma lupa com os dizeres “alto em: açúcar”, por exemplo, a versão do México exibe um octógono preto com a mensagem “excesso de açúcar”. Além disso, há diferença nos patamares de nutrientes para definir se algo está, ou não, em quantidade exagerada. O México segue uma adaptação do padrão estabelecido pela <strong>Organização Pan-Americana da Saúde (Opas)</strong>, enquanto o Brasil tem um padrão próprio, com valores mais permissivos.</p>
<p>Os resultados do experimento mostraram que ambos os modelos são mais eficazes em transmitir informações do que a ausência deles. Na comparação de cada modelo com o grupo controle em quase todos os pontos analisados a rotulagem adotada no México teve melhor performance do que a brasileira.</p>
<p>No quesito “suporte para decisão de compra ou não compra”, por exemplo, em uma escala de 1 a 5, o modelo mexicano teve pontuação 3,74 e a versão brasileira teve pontuação 3,10 (pontuação estatisticamente igual a do grupo controle, que foi de 3,28). A partir da rotulagem do México, os participantes também foram mais capazes de identificar produtos com alto teor de açúcar adicionado (82% contra 65% de acertos).</p>
<p>O<a href="https://portalcontexto.com.br/mais-clareza-e-informacao-para-o-consumidor-nos-rotulos-dos-alimentos/"> modelo da Anvisa</a> teve melhor desempenho no apoio à identificação de alimentos com alto teor de gordura saturada (93% contra 59% de acertos) — este resultado, no entanto, pode ser explicado pelo fato de que apenas um dos produtos escaneados tinha, de fato, excesso de gordura segundo o perfil brasileiro.</p>
<p>“O fato da nova rotulagem brasileira não ter auxiliado a decisão de compra tanto quanto o modelo mexicano, em relação ao controle, pode ter relação com o perfil nutricional do sistema”, diz Lucilene Rezende Anastácio, uma das autoras do estudo.</p>
<p>“Como os patamares do nosso sistema são muito permissivos, os avisos de excesso de nutrientes apareceram em apenas pouco mais de 25% das interações com os produtos.” Ela comenta ainda que outros países têm o perfil nutricional mais restritivo que o brasileiro, como o caso do Chile, do Uruguai e, em breve, da Argentina (além do México).</p>
<p>Apesar de suas limitações, o modelo da Anvisa teve uma vantagem em comparação ao sistema do México e considerando apenas produtos com excesso de nutrientes críticos, a nova rotulagem foi mais eficaz em reduzir a percepção de saudabilidade dos produtos. “Ao encontrar a lupa e os dizeres de ‘alto em’, os participantes perceberam que o produto poderia ser não tão saudável quanto o rótulo o fazia parecer”, analisa Alessandro Silva, que também assina o artigo.</p>
<p>Para os pesquisadores, o estudo é importante por trazer dados preliminares do impacto da nova rotulagem em uma situação real de compras — algo ainda inédito na literatura científica nacional. Além disso, as informações permitem aprofundar o conhecimento para aperfeiçoar a rotulagem de produtos alimentícios no Brasil.</p>
</div>
<p><em>Fonte: <a href="https://abori.com.br/?utm_medium=publisherLink&amp;utm_source=publisher&amp;utm_campaign=releases&amp;utm_content=https://abori.com.br/alimentos/novo-modelo-de-rotulagem-de-alimentos-do-brasil-que-passa-a-valer-em-outubro-pode-ser-pouco-util-para-o-consumidor/">Agência Bori</a></em></p>
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		<title>Empresa brasiliense submete testes de varíola do macaco à aprovação da Anvisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2022 16:50:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São dois testes desenvolvidos pela CPMH, o primeiro foi protocolado no fim de julho, o PCR MoneyPox e o segundo oferece a testagem rápida. Nenhum dos produtos são voltados para autotestagem A varíola do macaco é uma realidade em diversos países do mundo, a Organização Mundial de Saúde (OMS) relata que desde maio de 2022 [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_29255" aria-describedby="caption-attachment-29255" style="width: 740px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-29255" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/08/link.jpg?resize=740%2C494&#038;ssl=1" alt="testes" width="740" height="494" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/08/link.jpg?w=740&amp;ssl=1 740w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/08/link.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" /><figcaption id="caption-attachment-29255" class="wp-caption-text">Foto: Freepikte</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">São dois testes desenvolvidos pela CPMH, o primeiro foi protocolado no fim de julho, o PCR MoneyPox e o segundo oferece a testagem rápida. Nenhum dos produtos são voltados para autotestagem</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A <strong>varíola do macaco</strong> é uma realidade em diversos países do mundo, a <strong>Organização Mundial de Saúde (OMS)</strong> relata que desde maio de 2022 casos começaram a ser reportados, em locais em que a doença não é endêmica, como é o caso de países da Europa. No Brasil, com o surgimento de pessoas infectadas, a <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br"><strong>Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)</strong></a> começou a receber pedidos de registro de testes para diagnosticar a <strong>monkeypox.</strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os pedidos está o feito pela </span><span style="font-weight: 400;"><strong>CPMH Produtos Hospitalares</strong>. A empresa de Brasília enviou dois testes de detecção da varíola dos macacos à Anvisa. Os pedidos já estão em análise técnica na agência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro teste, protocolado no dia 30 de julho e com pedido formalizado no último dia 2, é do tipo <strong>PCR-Monkeypox</strong>, fabricado pela BioGerm e destinado para testagem em laboratório. Já o segundo, um <strong>teste de antígeno</strong>, fabricado pela Bioscience, oferece uma testagem rápida feita por profissionais de saúde. Este foi protocolado no dia 09 de agosto e teve o pedido oficializado no dia seguinte (10). Vale destacar que os dois produtos são de uso profissional, ou seja, não são destinados à autotestagem, e não serão comercializados diretamente para os pacientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até o momento, não existe um teste específico para detecção da doença no Brasil. Os grandes laboratórios utilizam metodologia própria para chegar à conclusão do diagnóstico. O teste antígeno apresentado pela CPMH, já utilizado na Europa, é capaz de detectar o vírus da monkeypox por meio da proteína A29L, com a coleta feita diretamente na lesão com auxílio de um swab (cotonete).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Após aprovação, a previsão da CPMH para a importação inicial é de 2 milhões de unidades do teste PCR e 3 milhões de unidades do teste antígeno. Todo o processo para reunir a documentação necessária para comprovar a segurança e eficácia dos produtos à Anvisa levou cerca de 30 dias.</span></p>
<h4><b>Anvisa</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Além dos pedidos de registro enviados pela CPMH, a agência já recebeu, pelo menos, mais outros seis pedidos para o diagnóstico de Monkeypox. Empresas da Espanha, China e do Brasil estão aguardando a análise do corpo técnico da Anvisa.</span></p>
<h4><b>Número de Casos</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O Ministério da Saúde, por conta do período de eleições, não tem dados atualizados com relação ao número de casos no país. No último levantamento de junho, consta apenas 21 casos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com relatório da OMS, de 10 de agosto, o número de casos confirmados por laboratório no mundo é de 27.814, com 11 mortes, uma delas no Brasil. Ainda segundo o documento, no país são 1.721 casos identificados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os casos avançam na Europa, com mais de 16 mil pessoas infectadas, e na região das Américas, com mais de 10 mil casos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente, não há nenhum tratamento específico para a varíola dos macacos, contudo, de acordo com a OMS, medicamentos antivirais podem ser usados para tratar a infecção. </span></p>
<h4><b>Prevenção</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas recomendações de <a href="https://portalcontexto.com.br/dra-margareth-dalcomo-e-ricardo-lewandowski-participam-de-live-sobre-a-prevencao-a-covid-19/">prevenção</a> com relação à varíola do macaco já são conhecidas, como a higiene das mãos e o uso de máscaras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das formas de contágio tem sido as relações sexuais, assim, a recomendação é o uso de preservativos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Importante que as pessoas se afastem de quem apresentem sintomas, como febre e lesões na pele.</span></p>
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		<title>Uso de máscaras segue em vigor nos aeroportos e aeronaves</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Mar 2022 02:53:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#aeroporto]]></category>
		<category><![CDATA[#anvisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Objeto é necessário em área de embarque Apesar da liberação do uso de máscaras por diversos estados e municípios, o equipamento de proteção pessoal continua obrigatório para a circulação nos aeroportos e embarque nas aeronaves, segundo determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Nas áreas aeroportuárias onde o acesso não é controlado (como o [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center"><strong>Objeto é necessário em área de embarque</strong></h3>
<figure id="attachment_15451" aria-describedby="caption-attachment-15451" style="width: 770px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-15451" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mascara_coronavirus_galeao_abr_29022000123.jpg?resize=770%2C513&#038;ssl=1" alt="" width="770" height="513" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mascara_coronavirus_galeao_abr_29022000123.jpg?w=770&amp;ssl=1 770w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mascara_coronavirus_galeao_abr_29022000123.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mascara_coronavirus_galeao_abr_29022000123.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 770px) 100vw, 770px" /><figcaption id="caption-attachment-15451" class="wp-caption-text">Passageiros e funcionários circulam vestindo máscaras contra o novo coronavírus (Covid-19) no Aeroporto Internacional Tom Jobim- Rio Galeão</figcaption></figure>
<p>Apesar da liberação do uso de máscaras por diversos estados e municípios, o equipamento de proteção pessoal continua obrigatório para a circulação nos aeroportos e embarque nas aeronaves, segundo determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (<a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br">Anvisa</a>).</p>
<p>Nas áreas aeroportuárias onde o acesso não é controlado (como o saguão dos aeroportos e estacionamentos), o uso de máscaras faciais deve seguir as recomendações das autoridades locais.</p>
<p>No entanto, nas áreas de acesso controlado dos aeroportos, o ingresso por viajantes e funcionários deve seguir a obrigatoriedade do uso de máscaras faciais.</p>
<p>De acordo com a agência reguladora, nessas áreas há grande trânsito de pessoas de diferentes origens, com diferentes perfis epidemiológicos, índices de transmissão e coberturas vacinais o que torna a máscara um item de segurança para todos.</p>
<p>A Anvisa reitera que o uso de máscaras faciais nos ambientes de acesso controlado dos aeroportos (como as áreas de embarque) e dentro das aeronaves é uma medida para diminuir o risco de transmissão da covid-19, especialmente porque são locais onde não é possível a manutenção do distanciamento físico.</p>
<p>*Com informações de Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Autoteste: Anvisa recebe nota técnica do Ministério da Saúde </title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/autoteste-anvisa-recebe-nota-tecnica-do-ministerio-da-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=autoteste-anvisa-recebe-nota-tecnica-do-ministerio-da-saude</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jan 2022 18:48:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[#saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A agência confirmou hoje (14) o recebimento da nota técnica do Ministério da Saúde sobre o autoteste de covid-19 O Ministério da Saúde encaminhou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) uma nota técnica para justificar a aprovação do autoteste para a identificação da Covid-19. De acordo com a pasta, a nova estratégia ajudaria a [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_15508" aria-describedby="caption-attachment-15508" style="width: 1020px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-15508 size-large" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/03/11-11-2020_sede_anvisa-3_0.jpg?resize=1020%2C611&#038;ssl=1" alt="autoteste" width="1020" height="611" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/03/11-11-2020_sede_anvisa-3_0.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/03/11-11-2020_sede_anvisa-3_0.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/03/11-11-2020_sede_anvisa-3_0.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/03/11-11-2020_sede_anvisa-3_0.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-15508" class="wp-caption-text">Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">A agência confirmou hoje (14) o recebimento da nota técnica do Ministério da Saúde sobre o autoteste de covid-19</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O <a href="https://www.gov.br/saude/">Ministério da Saúde</a> encaminhou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) uma nota técnica para justificar a aprovação do autoteste para a identificação da Covid-19. De acordo com a pasta, a nova estratégia ajudaria a reforçar o Plano Nacional de Expansão da Testagem (PNE-Teste).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a nota técnica:</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">2.3 O objetivo geral do PNE-Teste é expandir a ação Testa Brasil com o diagnóstico da covid-19 por meio do teste rápido de antígeno (TR-AG) para pessoas sintomáticas e assintomáticas com foco na monitorização da situação epidemiológica e direcionar os esforços na contenção da pandemia no território nacional. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">2.4. Os objetivos específicos visam identificar os casos de infecção com o vírus SARS-CoV-2 por meio dos TR-AG iniciar os cuidados, promover o isolamento, reduzir a disseminação, rastrear e testar os contatos, consoante a realização da instrumentalização da Vigilância em Saúde e da Rede de Atenção à Saúde do SUS</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">O autoteste, ainda de acordo com a nota técnica do Ministério da Saúde, é voltado para qualquer pessoa, sintomático ou assintomático, independente de estado vacinal ou idade. Ao ampliar as possibilidades de teste, a pasta busca reforçar estratégias para interromper a transmissão da covid-19.</span></p>
<h4><b>Confirmação da Anvisa</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar do Ministério da Saúde ter divulgado que encaminhou a nota nesta quinta-feira, a confirmação de recebimento pela Anvisa só aconteceu no meio do dia desta sexta. A agência já direcionou o documento para a Gerência-Geral de Tecnologia de Produtos para Saúde (GGTPS) para prosseguir com a análise.</span></p>
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		<title>Ação visa garantir vacinação de grávidas contra covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 May 2021 22:59:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ação busca garantir que mulheres grávidas e puérperas sem comorbidades voltem ao grupo prioritário do Plano Nacional de Imunização A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou a suspensão do uso da vacina Astrazeneca/Oxford/Fiocruz contra a covid-19 para mulheres grávidas e puérperas. Logo depois, no dia 14 de maio, o Ministério da Saúde publicou a [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_17388" aria-describedby="caption-attachment-17388" style="width: 751px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-17388" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/05/51186683265_8bfdf70d26_k.jpg?resize=751%2C501&#038;ssl=1" alt="ação" width="751" height="501" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/05/51186683265_8bfdf70d26_k.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/05/51186683265_8bfdf70d26_k.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/05/51186683265_8bfdf70d26_k.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/05/51186683265_8bfdf70d26_k.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/05/51186683265_8bfdf70d26_k.jpg?w=2048&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 751px) 100vw, 751px" /><figcaption id="caption-attachment-17388" class="wp-caption-text">Foto: Governo do Estado de São Paulo</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><strong>Ação busca garantir que mulheres grávidas e puérperas sem comorbidades voltem ao grupo prioritário do Plano Nacional de Imunização</strong></em></h3>
<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou a <a href="https://portalcontexto.com.br/prefeituras-de-sp-e-rj-suspendem-vacinacao-da-covid-19-em-gestantes/">suspensão do uso da vacina Astrazeneca/Oxford/Fiocruz</a> contra a covid-19 para mulheres grávidas e puérperas. Logo depois, no dia 14 de maio, o Ministério da Saúde publicou a Nota Técnica Nº 627/2021, que suspende a vacinação desse grupo que não tenha comorbidades. Segundo a pasta, a justificativa foi devido a ocorrência de um evento adverso em uma mulher gestante que recebeu o imunizante da Astrazeneca.</p>
<p>Nesta semana, o <a href="https://portalcontexto.com.br/gestantes-ministerio-da-saude-faz-nova-recomendacao-sobre-vacina-contra-covid-19/">Ministério da Saúde</a> reafirmou que mulheres gestantes e puérperas podem receber vacinas contra a covid-19 de outros laboratórios, como a Coronavac e a da Pfizer. No entanto, o grupo que pode ser vacinado precisa apresentar alguma comorbidade.</p>
<p>Por isso, nesta sexta-feira (21), o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), com suporte técnico da Anis &#8211; Instituto de Bioética, do Projeto Cravinas &#8211; Clínica de Direitos Humanos e Direitos Sexuais e Reprodutivos da Universidade de Brasília, e da Rede Feminista de Ginecologistas e Obstetras, protocolou a Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental 846 no <a href="http://portal.stf.jus.br/">Supremo Tribunal Federal</a>.</p>
<p>De acordo com a Anis, a ação afirma que a medida do Ministério atenta contra os direitos constitucionais à vida, à saúde, à dignidade, à igualdade e à maternidade, por colocar em grave risco de vida milhares de mulheres brasileiras que podem ser protegidas pela imunização.</p>
<p>A deputada Sâmia Bonfim (PSOL) pontua que “o Brasil precisa garantir a vacinação imediata de todas as gestantes e puérperas. Já estamos muito atrasados. A falta de gestão do governo Bolsonaro na pandemia tem criado uma legião de órfãos. Para as grávidas e puérperas, as alterações fisiológicas naturais desse período nos colocam em condição de vulnerabilidade absoluta. Podemos substituir as manchetes de óbitos pelas de esperança, um exemplo disso é a notícia do bebê que já nasceu com anticorpos, num processo de herança genética da sua mãe, vacinada durante a gestação.”</p>
<p>A antropóloga e professora da Universidade de Brasília Debora Diniz, que também participou da articulação para ação, conclui: “a vacinação de mulheres grávidas é sobre o direito à vida e sobre o direito das futuras gerações de serem cuidadas por uma mãe. É preciso responder a um dos capítulos mais perversos da pandemia no Brasil: somos o epicentro da morte materna mundial”. A vida e a saúde de milhares de mulheres estão ameaçadas e requerem uma resposta urgente.</p>
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		<title>Gestantes: Ministério da Saúde faz nova recomendação sobre vacina contra covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 May 2021 21:44:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>SP e RJ já voltaram a imunizar gestantes e puérperas, mas com doses da Pfizer e Butantan Depois da recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a suspender o uso vacina Astrazeneca/Oxford/Fiocruz em gestantes e puérperas, nesta quarta-feira (19), o Plano Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde traz nova recomendação com relação [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_17164" aria-describedby="caption-attachment-17164" style="width: 631px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-17164" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/05/vacina-Pfizer-1.jpeg?resize=631%2C420&#038;ssl=1" alt="gestantes" width="631" height="420" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/05/vacina-Pfizer-1.jpeg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/05/vacina-Pfizer-1.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/05/vacina-Pfizer-1.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/05/vacina-Pfizer-1.jpeg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 631px) 100vw, 631px" /><figcaption id="caption-attachment-17164" class="wp-caption-text">Grávida recebe a primeira dose da vacina Pfizer. Foto: Marcos de Paula/Prefeitura do Rio</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><strong>SP e RJ já voltaram a imunizar gestantes e puérperas, mas com doses da Pfizer e Butantan</strong></h3>
<p>Depois da recomendação da <a href="https://portalcontexto.com.br/prefeituras-de-sp-e-rj-suspendem-vacinacao-da-covid-19-em-gestantes/">Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)</a> para a suspender o uso vacina Astrazeneca/Oxford/Fiocruz em gestantes e puérperas, nesta quarta-feira (19), o Plano Nacional de Imunizações do <a href="https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/coronavirus">Ministério da Saúde</a> traz nova recomendação com relação a esse grupo.</p>
<p>De acordo com o PNI, as grávidas e puérperas, incluindo as sem fatores de risco adicionais, que tomaram a primeira dose da vacina Astrazeneca/Oxford/Fiocruz devem a aguardar o fim da gestação e o fim do período puerpério, que são 45 dias após o parto, para completar o esquema vacinal com o mesmo imunizante.</p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde, até o dia 10 de maio, mais de 15 mil grávidas foram vacinadas com a Astrazeneca/Oxford/Fiocruz no país. Foi registrado no Rio de Janeiro um evento adverso grave que possivelmente tem relação com a vacina.</p>
<p>Assim, gestantes e puérperas que receberam a vacina Astrazeneca/Oxford/Fiocruz precisam buscar atendimento médico imediato caso apresentem, nos 4 a 28 dias seguintes a vacinação, algum dos sintomas a seguir: falta de ar; dor no peito; inchaço na perna; dor abdominal persistente; sintomas neurológicos, como dor de cabeça persistente e de forte intensidade, borrada, dificuldade na fala ou sonolência; ou pequenas manchas avermelhadas na pele além do local em que foi aplicada a vacina.</p>
<p>A pasta reforça a importância da vacinação para esse grupo e a recomendação é que apenas gestantes e puérperas com comorbidades sejam vacinadas contra a covid-19. O grupo pode receber as doses da Pfyzer e do Butantan.</p>
<p>Para as mulheres que pertencem também a outros grupos, por exemplo: uma gestante que atua na saúde, elas podem ser vacinadas desde que passem por uma avaliação de risco e benefício em conjunto com o médico.</p>
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		<title>Prefeituras de SP e RJ suspendem vacinação da Covid-19 em gestantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 May 2021 17:15:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão de SP e RJ veio após recomendação da Anvisa em suspender o uso da vacina Astrazeneca para gestantes Em nota técnica, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomenda a suspensão imediata do uso da vacina Astrazeneca para gestantes. Com a orientação, a prefeitura de São Paulo (SP) e a Secretaria Municipal de [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_16998" aria-describedby="caption-attachment-16998" style="width: 670px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-16998" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/05/51171918005_38a6e8e1fb_k.jpg?resize=670%2C447&#038;ssl=1" alt="gestantes" width="670" height="447" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/05/51171918005_38a6e8e1fb_k.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/05/51171918005_38a6e8e1fb_k.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/05/51171918005_38a6e8e1fb_k.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/05/51171918005_38a6e8e1fb_k.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/05/51171918005_38a6e8e1fb_k.jpg?w=2048&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 670px) 100vw, 670px" /><figcaption id="caption-attachment-16998" class="wp-caption-text">Ontem, prefeitura de Manaus começou a vacinar grávidas e puérperas com comorbidades. Foto: João Viana/Semcom/ Fotos Públicas</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><strong>A decisão de SP e RJ veio após recomendação da Anvisa em suspender o uso da vacina Astrazeneca para gestantes</strong></em></h3>
<p>Em nota técnica, a <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br">Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)</a> recomenda a suspensão imediata do uso da vacina Astrazeneca para gestantes. Com a orientação, a prefeitura de São Paulo (SP) e a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (RJ) pausaram a vacinação de gestantes.</p>
<p>A <a href="https://portalcontexto.com.br/anvisa-autoriza-uso-definitivo-da-vacina-de-oxford-e-aprova-medicamento-contra-a-covid-19/">Anvisa</a> orienta que o Plano Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde siga a bula da vacina Astrazeneca. A recomendação da agência resulta do monitoramento de eventos adversos das vacinas contra a covid-19 que estão sendo aplicadas no país.</p>
<p>“O uso <em>off label</em> de vacinas, ou seja, em situações não previstas na bula, só deve ser feito mediante avaliação individual por um profissional de saúde que considere os riscos e benefícios da vacina para a paciente. A bula atual da vacina contra a covid-19 da AstraZeneca não recomenda o uso da vacina sem orientação médica”, ressaltou a Anvisa.</p>
<p>Com a recomendação da Anvisa, os estados e o DF devem disponibilizar as vacinas CoronaVac e Pfizer para as gestantes.</p>
<p>Na capital paulista, a prefeitura optou em suspender preventivamente a vacinação para as grávidas e a suspensão seguirá até uma nova orientação por meio do PNI. A vacinação por lá segue acontecendo e entrou em nova fase, a partir de hoje (11), novos públicos poderão receber a vacina. São eles: metroviários, ferroviários, mães de recém-nascidos com comorbidades e pessoas com deficiência permanente inscritos no Benefício de Prestação Continuada (entre 55 e 59 anos).</p>
<p>No Rio de Janeiro, a prefeitura parou a aplicação das vacinas nas gestantes e puérperas e aguarda que &#8220;a investigação do caso de evento adverso em gestante seja finalizada pelo Ministério da Saúde e o Programa Nacional de Imunizações se pronuncie&#8221;.</p>
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<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>
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