Estado de SP recebe a primeira frota intermunicipal com tecnologia antiviral

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Apresentação dos ônibus de transporte público com os bancos forrados com o tecido especial contra a covid-19. Foto: Governo de São Paulo/Divulgação

O governo do Estado de São Paulo anunciou nesta quarta-feira (28) uma novidade para dar mais segurança aos usuários do transporte intermunicipal. Hoje, os 12 primeiros ônibus, de 120, com a tecnologia antiviral foram apresentados. Bancos, balaústres e catracas dos veículos foram revestidos com tecido que possui ação antibacteriana e antiviral, inclusive contra os micro-organismos envelopados, como são classificados os vírus influenza, herpes vírus e os coronavírus.

De acordo com o vice-governador do estado, Rodrigo Garcia, “a parceria do Estado com as empresas operadoras do serviço na região metropolitana dá os primeiros resultados. À medida que a população volta a circular e a utilizar o transporte público, precisamos cada vez mais de iniciativas que busquem dar mais segurança às pessoas no combate à COVID-19 e a outras doenças”.

Os primeiros ônibus que receberam o tecido antibacteriano e antiviral são da Viação Osasco, que atua na zona oeste da Região Metropolitana de São Paulo. Além disso, está em produção material para revestir outros 200 veículos.

A tecnologia Amni® Virus-Bac OFF foi certificada pelas pelas agências do governo além da Unicamp e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), que testaram a resistência física do produto e a eficiência antibacteriana e antiviral. 

“Produzidos pela ChromaLíquido com o fio Amni®️ Virus-Bac OFF, os tecidos e soluções são indicados para uso profissional, em virtude do efeito permanente da ação antiviral e antibacteriana, resistência a atritos, higienizações e lavagens constantes, como exige o transporte público”, destaca Ricardo Bastos, diretor de Relações Institucionais da ChromaLíquido.

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Ônibus com o tecido antiviral. Foto: Governo do Estado de São Paulo/Divulgação

Entre as vantagens do tecido estão: o efeito permanente, a proteção é mantida mesmo com vários ciclos de lavagem e a uniformidade e alta perfomance, a concentração do agente no fio seja distribuída por igual ao longo do tecido/malha, assegurando um produto bem homogêneo.

“Com esta tecnologia, vamos trazer mais segurança para o passageiro e ajudar a controlar a disseminação do coronavírus, diminuindo em 99,99% as chances de contaminação cruzada”, diz Alexandre Baldy, secretário dos Transportes Metropolitanos. 

A contaminação cruzada ocorre quando a pessoa infectada com o vírus coloca a mão em uma superfície e, em seguida, outra toca no mesmo local, correndo o risco de contrair a doença. Este é mais um esforço do Governo de São Paulo para frear a Covid-19, lembrando que não é permitido usar o transporte público sem máscara, e que seu uso é obrigatório desde maio, em todo o Estado de São Paulo.

 

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