
Levantamento realizado por empresa do setor de benefícios, a Pluxee, aponta que o vale-refeição (VR) cobriu, em média, 12 dias úteis dos trabalhadores do Distrito Federal (DF) em 2025.
A pesquisa ainda revelou que o valor do VR, médio pago, pelas empresas do DF foi de R$ 571,42. Assim, considerando os usuários do serviço da Pluxee, o gasto médio por transação chegou a R$ 43,99, representando um gasto mensal de R$ 598,10.
Além disso, o estudo aponta dados de comportamento significativos: no ambiente digital, as compras online registraram tíquete médio de R$ 64,55, enquanto as transações presenciais tiveram o tíquete médio no valor de R$ 41,95. Ainda com essa diferença nos gastos, o tempo médio de duração do vale-refeição permanece o mesmo, indicando que o canal de compra ainda não influencia diretamente a efetividade do benefício.
“Mais do que um apoio financeiro, o vale-refeição é um símbolo concreto de cuidado e valorização por parte das empresas. Em um contexto marcado por alta rotatividade, diferentes gerações no ambiente de trabalho e maior foco no bem-estar, garantir a efetividade desse benefício é fundamental para engajar os colaboradores de forma genuína” afirma Antônio Alberto Aguiar, conhecido como Tombé, Diretor Executivo de Estabelecimentos da Pluxee.
Duração do vale-refeição no Brasil
Quando olhamos para o recorte nacional, o vale-refeição seguiu cobrindo, em média, apenas 10 dias úteis por mês este ano — mesmo patamar registrado durante o ano de 2024. Já o valor facial médio pago pelas empresas em vale-refeição no período foi de R$ 649,00. Entre os usuários da Pluxee, o gasto médio por transação foi de R$ 42,81, totalizando um desembolso de cerca de R$ 568,52 mensais em 2025, indicando um esforço consciente para esticar o saldo mensal — seja reduzindo a frequência das refeições fora de casa ou optando por opções mais acessíveis.
A pesquisa revela ainda que cerca de 49% dos usuários utilizaram o benefício em apenas três estabelecimentos ao longo do mês, e 24% concentraram seu uso em até seis locais — comportamento que reforça o controle de gastos, fidelidade ou praticidade. Já no cenário digital, as compras online registraram tíquete médio de R$ 62,40, acima das transações presenciais (R$ 41,24).
“Os dados reforçam a necessidade de que as empresas estejam atentas ao cenário econômico, aos hábitos de consumo e às novas expectativas dos profissionais para oferecer benefícios alinhados à realidade atual e capazes de fortalecer vínculos mais sustentáveis e duradouros”, comenta Tombé.




















