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	<title>Arquivos #refugiados - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos #refugiados - Portal Contexto</title>
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		<title>É vida! O dia em que vi nascer uma brasileira</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Aug 2023 10:15:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No último sábado (19) foi celebrado o Dia Mundial Humanitário, e aproveitamos para trazer essa história da trabalhadora do ACNUR Brasil, ela conta a história de quando acompanhou o parto de uma mulher refugiada do Afeganistão “É vida! É vida!”, as funcionárias do hospital gritavam para abrir caminho enquanto corríamos e empurrávamos a maca pelo [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;"><em>No último sábado (19) foi celebrado o Dia Mundial Humanitário, e aproveitamos para trazer essa história da trabalhadora do ACNUR Brasil, ela conta a história de quando acompanhou o parto de uma mulher refugiada do Afeganistão</em></h3>
<figure id="attachment_35363" aria-describedby="caption-attachment-35363" style="width: 439px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-35363" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/08/unnamed-70.jpg?resize=439%2C329&#038;ssl=1" alt="" width="439" height="329" /><figcaption id="caption-attachment-35363" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação/ACNUR</figcaption></figure>
<div>“<em>É vida! É vida!</em>”, as funcionárias do hospital gritavam para abrir caminho enquanto corríamos e empurrávamos a maca pelo corredor. Em algum momento, eu comecei a gritar isso também. Elas queriam dizer que a situação era urgente, mas não era trágica. Uma mãe estava prestes a dar à luz e era necessário chegar rápido à sala de parto.</div>
<div></div>
<div>Mas você pode se perguntar o que eu, uma trabalhadora humanitária da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), estava fazendo ali.</div>
<div></div>
<div>Eu vou explicar.</div>
<div></div>
<div>Era 27 de julho de 2023, quinta-feira, e eu havia chegado para trabalhar em um dos abrigos temporários de acolhimento a refugiados afegãos em São Paulo. Como eu atuo com proteção de base comunitária, mantenho contato próximo com as pessoas refugiadas.</div>
<div></div>
<div>Naquela semana, eu havia realizado alguns atendimentos com uma família composta por uma mulher grávida, o marido e a filha do casal, de 3 anos.</div>
<div></div>
<div>Logo que cheguei naquela manhã, fui avisada de que ela estava em trabalho de parto, e subi até o quarto para vê-la. Ela estava com muita dor e o marido estava muito nervoso, então decidimos chamar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).</div>
<div></div>
<div>Quando a ambulância chegou e os paramédicos vieram atendê-la, tivemos de intervir para que a família não se sentisse desrespeitada naquele momento tão íntimo. A equipe de socorristas era formada por homens e precisamos explicar a eles que, por uma questão de sensibilidade cultural, eles não poderiam tocar nela.</div>
<div></div>
<div>No Afeganistão, mulheres são assistidas apenas por mulheres na hora do parto. Nem o pai da criança pode acompanhar o momento.</div>
<div></div>
<div>Enquanto outros colegas ficaram para cuidar da filha mais velha e apoiar a gerência do abrigo, eu embarquei na ambulância com os dois. Naquele momento, eu me dei conta de que éramos só nós.</div>
<div></div>
<div>Os paramédicos me orientaram a deitar ela de lado, a amarrar o cinto de segurança e a proteger a barriga dela. Naquele trajeto emocionante e em alta velocidade, eu ainda precisava manusear o aplicativo de tradução do celular para responder às dúvidas da equipe, pois a família só falava persa.</div>
<div></div>
<div>Ela já havia tido outros partos? A que horas começou o trabalho de parto? Como estava a dor? Ela era alérgica a alguma medicação?</div>
<div></div>
<div>Não sei quanto tempo estivemos na ambulância, mas eu também estava preocupada com as diferenças culturais na hora do atendimento no hospital. Pedi aos paramédicos que garantissem o atendimento feito apenas por uma equipe feminina, ao que eles foram muito responsivos.</div>
<div></div>
<div>Chegamos ao hospital e ela foi para a consulta, onde foi constatado o trabalho de parto já em estágio avançado. Foi a partir daí que corremos com as funcionárias do hospital gritando “<em>é vida!</em>”.</div>
<div></div>
<div>Minha maior preocupação naquele momento era que o casal entendesse quais seriam os próximos passos daquele procedimento, que também era novo para mim. Imaginava eles naquela situação tão delicada, em um país que não conhecem, ouvindo um idioma que não entendem, e tentei sensibilizar a equipe médica para esses pontos.</div>
<div></div>
<div>Eu pensei que não teria como acompanhá-los na sala de parto, mas a equipe achou que minha presença seria positiva para todos e fui paramentada com avental, máscara e touca.</div>
<div></div>
<div>Na sala, eu estava de um lado da maca e o marido da grávida, de outro. Cada um segurava uma mão dela, e eu ainda tentava conversar com a equipe de saúde e traduzir tudo.</div>
<div></div>
<div>Fui surpreendida pela médica quando ela comentou que, em geral, quando a pessoa muda de país, é ela que deve se adaptar à cultura, e não o contrário. Mas, antes mesmo de eu intervir, ela seguiu falando: naquele caso, a mulher não teve escolha, ela é uma pessoa refugiada. Ela teve que fugir. Ela não escolheria dar à luz no Brasil, longe da sua casa, da sua família, da sua cultura.</div>
<div></div>
<div>Quando a médica verbalizou isso, houve um entendimento de toda a equipe sobre a sensibilidade do caso e de que todos trabalharíamos juntos para fazer aquele momento dar certo.</div>
<div></div>
<div>Logo, nasceu uma linda menina. Uma pequena brasileira.</div>
<div></div>
<div>O pai estava muito emocionado, porque ele, assim como eu, nunca havia testemunhado um nascimento. Eu estava muito emocionada também, e nem sabia que ainda demoraria mais uma hora para ajudar com a documentação da menina. A parte mais difícil foi registrar o nome como eles queriam, sendo que até o alfabeto deles é diferente do nosso.</div>
<div></div>
<div>Ver a acolhida do hospital também foi muito emocionante para mim. Até mesmo as refeições da família foram adaptadas pela nutricionista para que a mãe tivesse acesso a bebidas quentes e não tivesse medo de comer algo não permitido por sua cultura.</div>
<div></div>
<div>Minhas e meus colegas no Escritório do ACNUR em São Paulo relatam, assim como essa, tantas outras histórias emocionantes e duras que surgem no dia a dia do intenso trabalho de campo, particularmente no último ano e meio dedicado aos refugiados afegãos. Assim como meus colegas em Roraima, Amazonas e Pará foram peças fundamentais em várias histórias de pessoas venezuelanas nos últimos mais de cinco anos de acolhida humanitária na fronteira. Hoje é o dia de reconhecer esse trabalho.</div>
<div></div>
<div>E eu penso em tudo o que essa família – assim como tantas outras – passou para chegar até aqui. Penso na jornada desgastante e no medo do futuro, e desejo que esse nascimento represente um recomeço mais seguro, digno e feliz.</div>
<div></div>
<div>Que seja uma história de esperança.</div>
<div></div>
<div><em><strong>Julia Figueiredo é associada sênior de Proteção de Base Comunitária do ACNUR Brasil</strong></em></div>
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		<title>Deslocamento global atinge novo recorde, diz ONU</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2022 09:15:06 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_28023" aria-describedby="caption-attachment-28023" style="width: 709px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-28023" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Captura-de-Tela-2022-06-15-a-768s-21.20.50.jpg?resize=709%2C443&#038;ssl=1" alt="deslocamentos" width="709" height="443" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Captura-de-Tela-2022-06-15-a-768s-21.20.50.jpg?resize=1024%2C640&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Captura-de-Tela-2022-06-15-a-768s-21.20.50.jpg?resize=300%2C188&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Captura-de-Tela-2022-06-15-a-768s-21.20.50.jpg?resize=768%2C480&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Captura-de-Tela-2022-06-15-a-768s-21.20.50.jpg?w=1472&amp;ssl=1 1472w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /><figcaption id="caption-attachment-28023" class="wp-caption-text">Milhares de famílias foram deslocadas devido às recentes secas nas regiões somalis da Etiópia. Foto: Divulgação/ACNUR</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><i>Apesar de alguns sinais de progresso, a velocidade e a escala do deslocamento forçado estão além das soluções para pessoas refugiadas</i></h3>
<div>
<p>O número de pessoas forçadas a deixar suas casas tem crescido ano após ano durante a última década e se encontra no nível mais alto desde que começou a ser registrado, consolidando uma tendência que só pode ser revertida por um novo e combinado esforço em favor da paz, disse a <strong>Agência das Nações Unidas (ONU) para Refugiados (<a href="https://www.acnur.org/">ACNUR</a>).</strong></p>
<p>Ao final de 2021, o número de pessoas deslocadas por guerras, violência, perseguições e abusos de direitos humanos chegou a 89,3 milhões (um crescimento de 8% em relação ao ano anterior e bem mais que o dobro verificado há 10 anos), de acordo com o relatório “Tendências Globais”, uma publicação estatística anual do ACNUR.</p>
<p>Desde então, a invasão da <a href="https://portalcontexto.com.br/ucrania-mais-de-7-milhoes-de-pessoas-deixaram-o-pais/">Ucrânia pela Rússia</a> – que causou a mais veloz e uma das maiores crises de deslocamento forçado de pessoas desde a Segunda Guerra Mundial – e outras emergências humanitárias, da África ao Afeganistão e além, elevaram este número para a marca dramática de 100 milhões.</p>
<p>“Os números subiram em todos os anos da última década”, disse o Alto Comissário da ONU para Refugiados, Filippo Grandi. “Ou a comunidade internacional se une para enfrentar esta tragédia humana, resolver conflitos e encontrar soluções duráveis, ou esta tendência terrível continuará”, completou.</p>
<p>O último ano foi notável em relação ao número de conflitos que se intensificaram e outros que surgiram: 23 países, com uma população combinada de 850 milhões de pessoas, enfrentaram conflitos de intensidade média ou alta, de acordo com o Banco Mundial.</p>
<p>Enquanto isso, a escassez de comida, a inflação e a crise climática estão aumentando a privação das pessoas e exigindo uma maior resposta humanitária no momento em que as projeções de financiamento para muitas dessas situações se apresentam sombrias.</p>
<p>Em 2021, o número de pessoas refugiadas cresceu para 27,1 milhões. Chegadas aumentaram significativamente em Uganda, Chade e Sudão – entre outros países. A maioria destas pessoas, uma vez mais, é acolhida por países vizinhos com poucos recursos. O número de solicitantes do reconhecimento da condição de refugiado chegou a 4,6 milhões (um crescimento de 11%).</p>
<p>O ano anterior também verificou o 15º crescimento anual consecutivo no número de pessoas deslocadas dentro de seus próprios países, que chegou a 53,2 milhões. O aumento foi motivado por violência crescente ou conflitos em diferentes lugares, como Mianmar. O conflito em Tigray e em outras regiões da Etiópia levou a um deslocamento de milhões de pessoas dentro do país. Insurgentes no Sahel causaram novas ondas de deslocamento forçado, particularmente em Burquina Faso e no Chade.</p>
<p>A velocidade e o volume do deslocamento têm superado a disponibilidade de soluções para as pessoas deslocadas – como retorno ao país de origem, reassentamento e integração local. Ainda assim, o relatório “Tendências Globais” traz alguns sinais de esperança. O número de retornos entre pessoas refugiadas e deslocadas internamente cresceu em 2021, retornando aos níveis anteriores à pandemia de COVID-19, com a repatriação voluntária subindo 71% &#8211; embora os números totais ainda sejam modestos.</p>
<p>“Enquanto testemunhamos novas e terríveis situações de refugiados simultâneas às já existentes que permanecem ativas e sem solução, também verificamos exemplos de países e comunidades trabalhando juntos para encontrar soluções às pessoas deslocadas”, adicionou Grandi. “Isto tem acontecido em lugares específicos – como a cooperação regional para a repatriação de costa-marfinenses – e essas importantes decisões precisam se replicadas e aumentadas em todos os lugares”, completou o Alto Comissário.</p>
<p>Na região das Américas, também há exemplos de boas práticas. “De todas as pessoas refugiadas e deslocadas à força, cerca de 20% delas estão nas Américas”, disse Jose Samaniego, diretor do escritório regional do ACNUR para a região. “Os esforços dos países desta região para regularizar, oferecer proteção e integrar localmente estas pessoas são exemplos de solidariedade que requerem um maior apoio da comunidade internacional”, completou o diretor.</p>
<p>E embora o número de pessoas apátridas tenham crescido discretamente em 2021, cerca de 81.200 delas adquiriam nacionalidade ou a confirmaram, configurando a maior redução de casos de apatridia desde que o ACNUR iniciou a campanha #IBelong (#EuPertenço) em 2014.</p>
</div>
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		<title>Refugiados: Barcelona e ACNUR fecham parceria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jun 2022 21:32:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em apoio às crianças refugiadas, o gigante europeu e a fundação do clube ajudarão a financiar quatro projetos na Colômbia, Uganda, Turquia e Malásia A Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e o Barcelona FC fecharam nesta semana uma parceria com o lançamento de um novo uniforme do clube espanhol e o compromisso de [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_27956" aria-describedby="caption-attachment-27956" style="width: 744px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-27956" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Captura-de-Tela-2022-06-14-a-768s-12.44.12.jpg?resize=744%2C493&#038;ssl=1" alt="ACNUR" width="744" height="493" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Captura-de-Tela-2022-06-14-a-768s-12.44.12.jpg?w=866&amp;ssl=1 866w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Captura-de-Tela-2022-06-14-a-768s-12.44.12.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Captura-de-Tela-2022-06-14-a-768s-12.44.12.jpg?resize=768%2C509&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 744px) 100vw, 744px" /><figcaption id="caption-attachment-27956" class="wp-caption-text">O Alto Comissário da ONU para Refugiados, Filippo Grandi (D), e o Presidente do Barcelona FC, Joan Laporta (E), posam com as camisas no lançamento da parceria entre o ACNUR e o Barcelona FC em Genebra. Foto: © ACNUR/Pierre Albouy</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">Em apoio às crianças refugiadas, o gigante europeu e a fundação do clube ajudarão a financiar quatro projetos na Colômbia, Uganda, Turquia e Malásia</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A <a href="https://www.acnur.org/"><strong>Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR)</strong></a> e o <strong>Barcelona FC</strong> fecharam nesta semana uma parceria com o lançamento de um novo uniforme do clube espanhol e o compromisso de </span><span style="font-weight: 400;">apoiar iniciativas para crianças refugiadas em quatro continentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na próxima temporada, os uniformes dos times feminino e masculino do Barcelona terão a logo da ACNUR. A nova camisa é uma mensagem de solidariedade, além de dar visibilidade aos refugiados, que representam mais de 100 milhões de pessoas que são forçadas a sair de casa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A parceria foi assinada por quatro temporadas e envolve a ACNUR, sua Associação Nacional na Espanha &#8211; Comitê Espanhol da ACNUR, Barcelona FC e a Fundação Barcelona FC.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo da parceria é levar a temática das pessoas refugiadas aos torcedores de futebol ao redor do mundo, enquanto os projetos apoiados pela Fundação Barcelona FC estão voltados a fornecer às crianças refugiadas a oportunidade de desenvolverem as habilidades necessárias para que possam alcançar o seu potencial máximo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o evento de lançamento na sede da ACNUR em Genebra, o Barcelona FC, a Fundação Barcelona FC, a ACNUR e o Comitê Espanhol da ACNUR afirmaram que esperam que sua parceria global atue como um catalisador para a mudança, e para que outros na comunidade do futebol e na indústria esportiva em geral se sintam compelidos a fazer mais para ajudar a melhorar as vidas de pessoas forçadas a se deslocar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O presidente do Barça, <strong>Joan Laporta,</strong> afirmou durante o lançamento da camisa em Genebra que o acordo “faz parte das prioridades que o Barcelona FC e sua Fundação definiram para esta nova fase do clube que tenho o privilégio de presidir, focando na questão das pessoas refugiadas ao redor do mundo”. Para ele, o compromisso do clube e da sua fundação é “fazer com que os sonhos dos mais vulneráveis se tornem realidade, com base na crença de que todas as crianças e jovens têm direito às mesmas oportunidades&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A diretora da Fundação Barcelona FC, <strong>Marta Segu</strong>, disse que o  Barcelona FC tem “uma consciência social, pois entende que o futebol e o esporte, com seus valores de esforço, disciplina, sacrifício e trabalho em equipe, são ferramentas importantes para educar nossas sociedades&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Alto Comissário da ONU para Refugiados, <strong>Filippo Grandi,</strong> afirmou que “o futebol traz alegria para bilhões de torcedores em todo o mundo e também proporciona uma saída transformadora para milhões de crianças refugiadas todos os dias, pois promove um bem-estar mental e físico positivo, constrói confiança e habilidades, ajuda a manter as crianças na escola e empodera as mulheres e meninas”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O futebol também tem o poder de reunir todos aqueles que amam o esporte, seja qual for sua origem ou circunstância, incluindo as pessoas refugiadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Estou, portanto, emocionado que o Barcelona FC tenha decidido fazer uma parceria com o ACNUR para enviar uma mensagem tão forte de solidariedade às pessoas refugiadas ao redor do mundo. Seja qual for seu time favorito, o Barcelona FC e a ACNUR apoiam e estão com as mais de 100 milhões de pessoas em todo o mundo que foram forçadas a se deslocar&#8221;, completou o Alto Comissário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Fundação Barcelona FC irá contribuir com 400 mil euros por temporada para quatro projetos da ACNUR na Colômbia, Uganda, Turquia e Malásia (100 mil euros por projeto). Além disso, fará doações em espécie (avaliadas em 100 mil euros por temporada) de equipamentos esportivos do Barça, além de oferecer a experiência e o conhecimento dos especialistas esportivos da fundação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A série de projetos inclui o fortalecimento de ambientes de proteção para crianças e jovens afetados por conflitos armados na Colômbia; apoio a um programa de proteção e violência de gênero na Malásia, a um projeto de esporte pela paz e proteção em apoio aos refugiados e jovens da comunidade anfitriã nos assentamentos de refugiados de Nakivale e Oruchinga, em Uganda.</span></p>
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		<title>&#8220;Por Dentro do Refúgio&#8221; traz apresentações musicais e histórias de artistas refugiados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 May 2022 16:01:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o evento, seis artistas de cinco países diferentes para apresentar suas histórias e influências, valorizando o intercâmbio cultural. O público poderá acompanhar o evento pelo YouTube O Instituto Adus, organização sem fins lucrativos que atua pela integração de refugiados na sociedade brasileira, sob apoio do Governo do Estado de São Paulo, da Secretaria de [...]</p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/por-dentro-do-refugio-traz-apresentacoes-musicais-e-historias-de-artistas-refugiados/">&#8220;Por Dentro do Refúgio&#8221; traz apresentações musicais e histórias de artistas refugiados</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-27140 aligncenter" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ADUS-Por-dentro-do-refugio-02.jpg?resize=733%2C412&#038;ssl=1" alt="" width="733" height="412" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ADUS-Por-dentro-do-refugio-02.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ADUS-Por-dentro-do-refugio-02.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ADUS-Por-dentro-do-refugio-02.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ADUS-Por-dentro-do-refugio-02.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ADUS-Por-dentro-do-refugio-02.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="(max-width: 733px) 100vw, 733px" /></p>
<h3 style="text-align: center;"><i>Durante o evento, seis artistas de cinco países diferentes para apresentar suas histórias e influências, valorizando o intercâmbio cultural. O público poderá acompanhar o evento pelo <a href="https://www.youtube.com/user/adusbrasil">YouTube</a></i></h3>
<p>O <strong>Instituto Adus</strong>, organização sem fins lucrativos que atua pela integração de <a href="https://portalcontexto.com.br/live-como-refugiados-empreendedores-se-reinventaram-durante-a-pandemia/">refugiados</a> na sociedade brasileira, sob apoio do Governo do Estado de São Paulo, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e do ProAC, promove o ciclo de palestras <strong>“Por Dentro do Refúgio”</strong>.</p>
<p>Com seis palestras, o ciclo começa dia 23 de maio, às 20h. Os eventos seguintes acontecem às segundas-feiras, sempre no mesmo horário, até o dia 26 de junho. O Projeto tem o objetivo de quebrar paradigmas sobre a causa do refúgio e apresentar o trabalho e história de artistas refugiados ou em situação análoga ao refúgio. Para tanto, as palestras contarão com apresentações e conversa em estilo entrevista com cantores e artistas em situação de refúgio ou solicitantes de refúgio. O bate papo será conduzido pelo ator e apresentador <strong>Cazé Peçanha</strong> e possui entrada gratuita.</p>
<p>Além das palestras, os seis eventos contarão com apresentações de artistas e suas bandas de apoio. No dia 23 de maio, o artista <strong>Leonardo Matumona</strong>, músico nascido na República Democrática do Congo que vive no Brasil há 10 anos, dá o pontapé inicial no projeto. Já na semana seguinte, no dia 30 de maio, a cantora palestina <strong>Oula Al Saghir</strong> traz sua história e mostra sua voz no palco, acompanhada da banda formada por Raouf Jemni; Yousef Saif e Maurício Mouzayek.</p>
<p>No dia 6 de junho, a cantora <strong>Mahmooni</strong>, nascida no Irã, e integrante da Orquestra Mundana Refugi, comandará o evento, acompanhada da banda formada por <strong>Koosh Delshad; Marcus Simon; e Mahsima Nadim</strong>. No dia 13 de junho é a vez de <strong>Fran Castellar,</strong> vinda da Venezuela, também integrante da Orquesta Mundana Refugi, cantora e professora de espanhol trazer sua voz e performance aos palcos do Clube Barbixas, acompanhada de seu filho.</p>
<p>No dia 20 de junho, <strong>Nduduzo Siba</strong>, cantora e dançarina sul-africana de raízes Zulu conta sobre a sua trajetória no Brasil e apresenta seus novos projetos musicais. Hidras Tsueso, refugiado nascido na República Democrática do Congo, encerra o ciclo de palestras, no dia 27 de junho, junto a banda<strong> Os Escolhidos</strong> e um repertório recheado de músicas africanas.</p>
<p>Para <strong>Marcelo Haydu, diretor do Instituto Adus</strong>, “essa série de encontros busca levar conhecimento sobre a causa do refúgio e gerar um espaço de interação e integração entre diferentes povos por meio do conhecimento e da música”. Com transmissão ao vivo pelas redes sociais do Instituto Adus, buscando uma maior acessibilidade, os eventos contarão com tradução em libras e adaptações no local.</p>
<h4><strong>Programação do &#8220;Por Dentro do Refúgio&#8221;</strong></h4>
<p><strong>Por Dentro do Refúgio com Leonardo Matumona<br />
</strong><strong>Mediação: </strong>Cazé Peçanha, ator e apresentador<br />
<strong>Data: </strong>23 de maio, às 20h<br />
<strong>Local: </strong>Clube Barbixas na Rua Augusta, 1129 &#8211; São Paulo, SP<br />
<strong>Valor: </strong>Evento gratuito<br />
<strong>Transmissão ao vivo: </strong>youtube<br />
<strong>Inscrição: </strong>clique <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdj6BrPGoyoMZTknq9BgRRgAOizTQkfHejmJhx0bHQSw6_B_g/viewform" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdj6BrPGoyoMZTknq9BgRRgAOizTQkfHejmJhx0bHQSw6_B_g/viewform&amp;source=gmail&amp;ust=1652888024416000&amp;usg=AOvVaw22KtvI6PN3oVq_k89aclwb">aqui</a></p>
<p><strong>Por Dentro do Refúgio com Oula Al Saghir<br />
</strong><strong>Banda: </strong>Raouf Jemni; Yousef Saif; e Maurício Mouzayek<br />
<strong>Mediação: </strong>Cazé Peçanha, ator e apresentador<br />
<strong>Data: </strong>30 de maio, às 20h<br />
<strong>Local: </strong>Clube Barbixas na Rua Augusta, 1129 &#8211; São Paulo, SP<br />
<strong>Valor: </strong>Evento gratuito<br />
<strong>Transmissão ao vivo: </strong>youtube</p>
<p><strong>Por Dentro do Refúgio com Mahmooni<br />
</strong><strong>Banda: </strong>Koosh Delshad; Marcus Simon; e Mahsima Nadim<br />
<strong>Mediação: </strong>Cazé Peçanha, ator e apresentador<br />
<strong>Data: </strong>6 de junho, às 20h<br />
<strong>Local: </strong>Clube Barbixas na Rua Augusta, 1129 &#8211; São Paulo, SP<br />
<strong>Valor: </strong>Evento gratuito<br />
<strong>Transmissão ao vivo: </strong>youtube</p>
<p><strong>Por Dentro do Refúgio com Fran Castellar<br />
</strong><strong>Mediação: </strong>Cazé Peçanha, ator e apresentador<br />
<strong>Data:</strong> 13 de junho, às 20h<br />
<strong>Local: </strong>Clube Barbixas na Rua Augusta, 1129 &#8211; São Paulo, SP<br />
<strong>Valor: </strong>Evento gratuito<br />
<strong>Transmissão ao vivo: </strong>youtube</p>
<p><strong>Por Dentro do Refúgio com Nduduzo Siba<br />
</strong><strong>Mediação: </strong>Cazé Peçanha, ator e apresentador<br />
<strong>Data:</strong> 20 de junho, às 20h<br />
<strong>Local: </strong>Clube Barbixas na Rua Augusta, 1129 &#8211; São Paulo, SP<br />
<strong>Valor: </strong>Evento gratuito<br />
<strong>Transmissão ao vivo: </strong>facebook</p>
<p><strong>Por Dentro do Refúgio com Hidras Tsueso<br />
</strong><strong>Banda: </strong>Os Escolhidos<br />
<strong>Mediação: </strong>Cazé Peçanha, ator e apresentador<br />
<strong>Data: </strong>26 de junho, às 20h<br />
<strong>Local: </strong>Clube Barbixas na Rua Augusta, 1129 &#8211; São Paulo, SP<br />
<strong>Valor: </strong>Evento gratuito<br />
<strong>Transmissão ao vivo: </strong>youtube</p>
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		<title>Coro Internacional da UnB abre vagas para refugiados e moradores do DF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2020 10:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As inscrições são gratuitas e vão até 20 de março. As aulas serão no Setor Comercial Sul, na Casa de Cultura da América Latina Aulas de canto coral e prática de fonética articulatória é o que promete o Hamaca – Coro Internacional da UnB que está com inscrições abertas para migrantes e moradores do Distrito [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2552" aria-describedby="caption-attachment-2552" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-2552 size-full" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Coro_Internacional_da_UnB_-_Foto_Beto_Monteiro-UnB.jpg?resize=960%2C640&#038;ssl=1" alt="" width="960" height="640" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Coro_Internacional_da_UnB_-_Foto_Beto_Monteiro-UnB.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Coro_Internacional_da_UnB_-_Foto_Beto_Monteiro-UnB.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Coro_Internacional_da_UnB_-_Foto_Beto_Monteiro-UnB.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-2552" class="wp-caption-text">Coro Internacional da UnB. Foto: Beto Monteiro-UnB</figcaption></figure>
<h4 dir="auto" style="text-align: center;"><strong>As inscrições são gratuitas e vão até 20 de março. As aulas serão no Setor Comercial Sul, na Casa de Cultura da América Latina</strong></h4>
<p>Aulas de canto coral e prática de fonética articulatória é o que promete o Hamaca – Coro Internacional da UnB que está com inscrições abertas para migrantes e moradores do Distrito Federal com idade mínima de 18 anos que tenham interesse em uma convivência plurinacional.</p>
<p>As inscrições são gratuitas pelo e-mail : <a href="mailto:refugiohamaca@gmail.com">refugiohamaca@gmail.com</a>, ou presencialmente, no horário da turma escolhida, até o dia 20 de março de 2020, e as aulas serão ministradas na sala 203 da CAL/UnB a partir de 10 de março, divididos por turmas nos seguintes horários:</p>
<ul>
<li>A &#8211; terça e quinta, das 17h às 19h;</li>
<li>B &#8211; terça e quinta, das 19:30 às 21:30;</li>
<li>C &#8211; quarta e sexta, das 19:30 às 21:30.</li>
</ul>
<p>A realização é uma parceria entre a Diretoria de Difusão Cultural do Decanato de Extensão da Universidade de Brasília (DDC/DEX) e o Núcleo de Estudos sobre Cultura da Diversidade e Minorias Políticas (Cdimp/Ceam/UnB). O projeto, chamado de Hamaca está na estrada desde 2018 apresentando obras musicais de países diversos em inúmeros espaços do Distrito Federal.</p>
<p>O projeto é coordenado pelo professor do Departamento de Música da UnB, <strong>Mário Lima Brasil</strong>, e o servidor da UnB, <strong>Airan de Sousa</strong>, é o responsável pela atividade técnica.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p dir="auto"><strong>Projeto Hamaca de canto coral</strong><br />
Inscrições: até 20 de março no e-mail <a href="mailto:refugiohamaca@gmail.com">refugiohamaca@gmail.com</a> ou presencialmente.<br />
Local: Casa de Cultura da América Latina da UnB, Setor Comercial Sul, quadra 4, edifício Anápolis.<br />
Telefone: (61) 3107-7963 ou 3107-7966</p>
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