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	<title>Arquivos #internet - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos #internet - Portal Contexto</title>
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		<title>O apocalipse da Internet, estaremos preparados?</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Aug 2023 18:13:33 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_35155" aria-describedby="caption-attachment-35155" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-35155" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/08/handler-modified.jpg?resize=800%2C533&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="533" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/08/handler-modified.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/08/handler-modified.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/08/handler-modified.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-35155" class="wp-caption-text">Marco Tulio Chaparro. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>Em um mundo cada vez mais digitalizado, a internet se tornou uma parte de nossa vida diária, sendo quase inimaginável viver sem ela. Seja para trabalhar, estudar, fazer compras ou socializar, nossa dependência é tão profunda e abrangente que a mera sugestão de uma interrupção soa como uma sinopse de um filme de ficção científica distópico. No entanto, por mais aterrador que pareça, a ameaça de um &#8220;apocalipse da internet&#8221;, um cenário em que a rede deixe de funcionar por completo, é uma possibilidade muito mais real e iminente do que a maioria de nós gostaria de acreditar. Isso levanta uma questão pertinente: estamos verdadeiramente preparados para as implicações devastadoras que tal cenário catastrófico poderia ter em nossas vidas cotidianas e na infraestrutura da sociedade como um todo?</p>
<p>Recentemente, a NASA, renomada agência espacial dos Estados Unidos, despertou preocupações globais ao chamar a atenção para a possibilidade real de um apocalipse da internet. Segundo eles, um fluxo de vento solar extremo, um fenômeno natural relativamente comum, poderia potencialmente afetar a integridade dos cabos submarinos que atuam como a espinha dorsal da conectividade global. Efetivamente, isso resultaria na interrupção do fornecimento de conexão à internet na fonte, algo que poderia ser comparado ao ato de desligar o suprimento de água de uma casa residencial ao danificar o cano principal que fornece água para a casa na rua. Mas qual seria o verdadeiro impacto, as ramificações de longo alcance para nós, os meros cidadãos, que dependemos tão intensamente do sistema para quase todos os aspectos de nossas vidas, desde a comunicação básica até as transações financeiras mais complexas?</p>
<p><strong>Economia</strong></p>
<p>Para compreender plenamente o impacto catastrófico que um apocalipse da internet poderia ter, é crucial começar considerando a economia. No Brasil, como em muitos outros países ao redor do mundo, a digitalização dos serviços financeiros é uma tendência em franca ascensão, impulsionada por avanços tecnológicos rápidos e pela demanda dos consumidores por conveniência e eficiência. Um exemplo claro disso é o Pix, um sistema de pagamento instantâneo pioneiro lançado pelo Banco Central do Brasil. Este sistema revolucionou completamente a forma como realizamos transações financeiras, permitindo-nos transferir dinheiro para qualquer pessoa ou empresa em questão de segundos, a qualquer hora do dia ou da noite, sete dias por semana, sem a necessidade de um banco ou outra instituição financeira como intermediário. Além disso, a utilização de cartões de crédito e débito, assim como a de plataformas de pagamento digital, tem aumentado de maneira exponencial.</p>
<p>Agora, imagine um cenário em que todos esses sistemas inovadores e convenientes fossem desligados de uma só vez. A possibilidade de fazer compras online, pagar contas, transferir dinheiro para amigos e familiares ou receber salários e outras formas de renda desapareceria instantaneamente. Empresas de todos os tamanhos, desde pequenas startups até corporações multinacionais, perderiam a capacidade de vender seus produtos ou serviços online, uma fonte crucial de receita na era digital. A economia, cada vez mais dependente de transações digitais e da infraestrutura tecnológica que a sustenta, enfrentaria um colapso catastrófico. Considerando que o uso de dinheiro físico está diminuindo em uma taxa acelerada, como poderíamos nos adaptar para continuar pagando nossas contas, fazer compras e, em última análise, manter a roda da economia girando?</p>
<p><strong>Comunicação</strong></p>
<p>No entanto, os impactos de um apocalipse da internet iriam muito além da economia. Nossas infraestruturas críticas, aquelas que sustentam a vida cotidiana como conhecemos, como o fornecimento de energia e água, também são cada vez mais gerenciadas e controladas por sistemas digitais. Uma interrupção do sistema de proporções apocalípticas poderia potencialmente deixar cidades inteiras sem energia elétrica ou água, criando um cenário de caos e crise. Estamos realmente tomando medidas adequadas para proteger essas infraestruturas vitais contra tal ameaça?</p>
<p>Além disso, é importante reconhecer que a internet se tornou uma ferramenta essencial para a liberdade de expressão e a democracia. Nós, como cidadãos, utilizamos a rede para nos informar sobre eventos atuais, expressar nossas opiniões, participar de debates políticos e sociais e, em última análise, moldar o curso da sociedade. Mas, e se o sistema fosse repentinamente desligado? Seríamos capazes de preservar nossa liberdade de expressão e manter a democracia sem a sua presença? A internet se tornou a praça pública do século XXI, permitindo uma troca de ideias e opiniões sem precedentes. Sua ausência certamente afetaria nossa capacidade de comunicação e participação democrática.</p>
<p><strong>Proteção</strong></p>
<p>A ideia de um apocalipse da internet pode parecer um pesadelo aterrador. No entanto, em vez de nos assustar ou causar pânico, devemos usar esse cenário potencial como um lembrete agudo da importância de proteger nossa rede e nos preparar para qualquer eventualidade. Afinal, ela deixou de ser apenas uma ferramenta conveniente para nossas vidas diárias e se tornou uma parte essencial e indissociável de nossa sociedade moderna. E, como tal, devemos empregar todos os esforços possíveis para protegê-la, preservando sua integridade e funcionalidade.</p>
<p>Portanto, a pergunta que precisamos fazer não é se um apocalipse da internet poderia acontecer, mas se estamos preparados para enfrentá-lo quando ocorrer. Existem planos para caso isto ocorra em âmbito governamental? Ou estamos caminhando inconscientemente para um apagão global da internet, uma situação que pode ter implicações devastadoras para a sociedade como a conhecemos? Mais importante ainda, o mundo está realmente pronto para enfrentar um apagão total da internet? E, se o dinheiro físico se tornar cada vez mais raro, como poderemos manter nossa economia funcionando sem a infraestrutura da rede para apoiá-la?</p>
<p>É fácil afirmar com segurança que a necessidade de segurança cibernética nunca foi tão vital. A infraestrutura de internet é frágil e, ao mesmo tempo, o quão intrinsecamente estamos todos ligados a ela. Precisamos nos perguntar se estamos fazendo o suficiente para proteger nossa internet, ou se estamos avançando para um apagão global sem o devido preparo. Mais importante ainda, estamos prontos para lidar com as implicações de um mundo sem internet? Agora é o momento de nos prepararmos para um mundo no qual este sistema, por mais incrível que pareça, pode não estar sempre ao nosso alcance.</p>
<p><strong>Marco Tulio Chaparro</strong> é Presidente do Sindicato das Empresas de Serviço de Informática do Distrito Federal (Sindesei/DF).</p>
<p><strong>Contexto Livre</strong> é uma coluna rotativa, de assuntos diversos escrita por pessoas bacanas que tenham algo legal e inspirador pra compartilhar.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pesquisa revela que 93% das crianças e adolescentes de 9 a 17 anos estão conectadas no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2023 18:06:40 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_32383" aria-describedby="caption-attachment-32383" style="width: 1020px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-32383" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/girl-5662435-1920.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="crianças" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/girl-5662435-1920.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/girl-5662435-1920.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/girl-5662435-1920.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/girl-5662435-1920.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/girl-5662435-1920.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-32383" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><i><span style="font-weight: 400;">Participação da família no cotidiano digital dos pequenos é essencial; é preciso aprender a respeitar limites para ter autonomia e liberdade</span></i></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A internet avança como ferramenta indispensável seja na hora do lazer, dos estudos ou do trabalho. Pesquisa realizada pelo </span><span style="font-weight: 400;">Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) revela que os mais jovens também estão super conectados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Crianças e adolescentes de 9 a 17 anos no país representam por volta de 22,3 milhões de pessoas, dessas, 93% </span><span style="font-weight: 400;">utilizam o celular para acessar a rede e 58% usam o computador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre a população adulta, 4 em cada 10 afirmam </span><span style="font-weight: 400;">que recebem notícias falsas todos os dias e 65% temem ser vítimas de informações mentirosas, as fake news, de acordo levantamento do Poynter Institute, com apoio do Google. O cenário é ainda mais temeroso levando em conta estudo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), dos Estados Unidos, A pesquisa revela que as notícias falsas circulam 70% mais rápido que as verdadeiras e alcançam muito mais gente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os jovens e crianças estão dentro deste contexto e nem sempre eles estão preparados para lidar com o excesso de conteúdo que invade as telas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para enfrentar esse grande desafio, especialistas apontam que a participação da família no cotidiano digital dos pequenos é essencial. Regras precisam ser estabelecidas, porém, mais importante do que o controle, as crianças precisam aprender a respeitar limites para ter autonomia e liberdade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Educar é fundamental para que a criança ou o jovem construa a autonomia, adquira liberdade para se relacionar com o mundo de forma responsável. É importante compreender o nível de responsabilidade de cada criança e jovem antes de dar liberdade à eles” afirma a diretora da Escola Lumiar, Graziela Miê Peres Lopes. Ela comenta que é natural o interesse pelos conteúdos online e é importante que a família se comunique com a criança, e também, esteja antenada nos conteúdos acessados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Restringir o acesso de uma vez por todas, com limites rígidos de horários, pode não ser a melhor opção, avalia o publicitário e fundador da startup De Criança Para Criança, Vítor Azambuja. “É importante estabelecer horário, mas também participar do mundo da criança. Perguntar o que ela está fazendo, o que está vendo, participar. Quando você diz não toda hora, você se exclui do mundo do seu filho e filha, e eles não entendem o motivo”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O empreendedor pondera que não adianta explicar a uma criança ou adolescente que ele está perdendo tempo com informações inadequadas ou acessando conteúdos impróprios. “Importa você se juntar e ver o que a criança está vendo, estabelecer cumplicidade para que ela se sinta segura”, diz. Ele lembra que usar a internet com essa enormidade de conteúdos e informações pode gerar grande ansiedade. “Estar do lado do filho ou da filha, sabendo o que estão fazendo, um entrando no mundo do outro, pode ser até um alívio para que entendam melhor o mundo. As crianças precisam de regras e de segurança”, alega.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Graziela explica que as famílias devem estar atentas e acompanhar de perto para conferir se os conteúdos acessos pelas crianças e adolescentes são adequados e não prejudiciais. Segundo ela, é preciso despertar o interesse dos pequenos e jovens por outras atividades e pelo uso saudável da internet. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“É importante pensar em como ampliar o repertório das crianças. Às vezes ela não tem referência de coisas que ela pode construir, pensar, brincar e jogar. É comum hoje as crianças estarem com tela na hora da refeição, sem prestar a atenção no que estão comendo. Muitas vezes é isso que ela vê no entorno dela, observando inclusive as pessoas mais velhas. Não é saudável para ninguém, criança, jovem ou adulto, permanecer tanto tempo diante de uma tela”, diz a diretora.</span></p>
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		<title>94,70% dos sites suspeitos possuem HTTPS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2023 09:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento realizado pela plataforma Site Confiável é alerta para consumidores O https significa Hyper Text Transfer Protocol Secure, que é um protocolo de transferência de hipertexto seguro, em tradução direta para o português, ou seja, ele garante por exemplo a segurança, sem interceptação de possíveis invasores, a transferência de um dado (via texto) de um [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_10220" aria-describedby="caption-attachment-10220" style="width: 1020px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-10220 size-large" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Marcello-Casal-agencia-br.jpg?resize=1020%2C611&#038;ssl=1" alt="sites, site" width="1020" height="611" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Marcello-Casal-agencia-br.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Marcello-Casal-agencia-br.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Marcello-Casal-agencia-br.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Marcello-Casal-agencia-br.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-10220" class="wp-caption-text">Foto: Marcello Casal/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><i>Levantamento realizado pela plataforma Site Confiável é alerta para consumidores</i></h3>
<div>
<p>O https significa <strong>Hyper Text Transfer Protocol Secure</strong>, que é um protocolo de transferência de hipertexto seguro, em tradução direta para o português, ou seja, ele garante por exemplo a segurança, sem interceptação de possíveis invasores, a transferência de um dado (via texto) de um ponto até outro ponto. Pode ser inclusive, os números de seu cartão de crédito preenchidos em um site de uma loja online durante uma compra, protegendo essa  informação até que chegue ao sistema que irá processar o pagamento na loja.</p>
<p>Durante muito tempo se ensinou que <a href="https://portalcontexto.com.br/internet-segura-dicas-para-navegar-com-tranquilidade/">sites</a> que começam com HTTPS ou que possuem aquele cadeado na barra de endereço do navegador, seriam sites seguros e confiáveis, o que fez parecer que a presença desse protocolo garantisse reputação, confiabilidade e até segurança total.</p>
<p>Mas um levantamento realizado pelo <a href="https://www.siteconfiavel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Site Confiável</a> mostra que 94,70% dos sites considerados suspeitos pela plataforma em 2022 possuem o HTTPS, <strong>ou seja, isso não deve ser mais um parâmetro para que as pessoas avaliem se um site é confiável ou não</strong>. A pesquisa monitorou entre os dias 01/01/2022 a 26/12/2022, 2.587.721 URL&#8217;s suspeitas e desse total 2.450.626 possuíam HTTPS.</p>
<p>É importante sim que um site possua essa proteção, mas diferente da crença popular, o HTTPS não garante que um site seja confiável. Então é fundamental que antes de acessar, se cadastrar ou comprar em qualquer site, que o usuário faça uma análise completa, buscando informações complementares como: reputação, tempo de existência, segurança e popularidade. O próprio Site Confiável ajuda consumidores a evitarem golpes e prejuízos na internet. Com apenas um clique e poucos segundos o usuário tem acesso a todas as  informações citadas anteriormente, inclusive identifica se um site é clonado ou não. Mais de 5 milhões de pessoas utilizaram a plataforma no último ano.</p>
<p>Para Alessandro Fontes do Site Confiável, há alguns anos bastava um bom antivírus atualizado para que as pessoas não caíssem em fraudes digitais, mas hoje os golpes virtuais vão muito além dos malwares e vírus. Um simples link recebido pelo WhatsApp, com uma proposta tentadora de dinheiro fácil ou até uma loja falsa encontrada em buscadores ou redes sociais pode levar essas pessoas a prejuízos. Então acreditamos muito no poder de educação do consumidor, quanto mais as pessoas entenderem como tudo realmente funciona através de uma linguagem simples, menos prejuízos elas terão.</p>
</div>
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		<title>Dicas para garantir privacidade na internet</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/dicas-para-garantir-privacidade-na-internet/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dicas-para-garantir-privacidade-na-internet</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 23:21:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[#tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba o que fazer para obter uma navegação mais segura dentro da internet A pandemia da Covid-19 criou a necessidade de nos adaptarmos a um mundo hiperconectado com a internet. Ora, como iríamos fazer as atividades do cotidiano sem aglomeração de pessoas? A resposta, em geral, foi o home office. De aulas a reuniões e [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center"><strong>Saiba o que fazer para obter uma navegação mais segura dentro da internet</strong></h3>
<p style="text-align: center"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-20110 aligncenter" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/lives-17.png?resize=1020%2C574&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="574" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/lives-17.png?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/lives-17.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/lives-17.png?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/lives-17.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/lives-17.png?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">A pandemia da Covid-19 criou a necessidade de nos adaptarmos a um mundo hiperconectado com a internet. Ora, como iríamos fazer as atividades do cotidiano sem aglomeração de pessoas? A resposta, em geral, foi o </span><i><span style="font-weight: 400">home office. </span></i><span style="font-weight: 400">De aulas a reuniões e entretenimento, a tela com toda a certeza esteve mais presente em nossas vidas do que nunca. Sendo assim, quais cuidados devemos tomar para que possamos evitar crimes virtuais e a <a href="https://portalcontexto.com.br/tecnologia/">violação da privacidade</a>?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Bom, atire a primeira pedra que nunca clicou no “li e aceito os termos de uso” sem ler um único parágrafo das políticas de segurança do site ou do aplicativo. Entretanto, esse mal hábito pode trazer consequências enormes, como vazamento de dados e fragilidades na segurança do usuário, assim como utilizar redes wi-fi abertas. Pensando nisso, listamos 8 dicas da Laura Tyrell, chefe de RP da <a href="https://nordsecurity.com/">Nord Security</a>, para solucionar estes problemas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">1 – Utilizar uma VPN </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Virtual Private Network ou Rede Privada Virtual (VPN) é uma rede virtual particular que pode ser usada por meio de uma rede pública, como a internet. Com versões pagas e gratuitas, basta baixar um programa no computador ou celular, criar um login e senha e, só depois acessar sites e aplicativos. A VPN torna a conexão mais segura, já que ela criptografa os dados, assim o IP fica disfarçado, evitando ataques de terceiros ou que programas espiões coletem dados confidenciais.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Um cuidado a mais é verificar a procedência das VPNs gratuitas, pois elas podem ser uma armadilha e fazer o oposto, ao vender informações de navegação dos usuários. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">2 – Proteger o IP com proxy </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Proxy é uma ferramenta que altera o IP do computador e/ou celular, impedindo que sua localização seja identificada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">3 – Utilizar serviços de e-mail criptografados </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A criptografia de ponta a ponta é uma proteção extra que alguns serviços de e-mail oferecem. As contas podem ser criadas de forma anônima, sem que o usuário informe dados pessoais, como números de telefone por exemplo. Outra dica é usar e-mails alternativos, ou seja, específicos para cadastros em sites e utilizar outro para assuntos de trabalho.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">4 – Navegar de forma anônima  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente todos os navegadores oferecem a opção de navegar de forma anônima. Nessa opção, alguns dos cookies de rastreamento são bloqueados, impedindo a gravação de informações no browser.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">5 – Desativar a personalização de anúncios </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao utilizar os navegadores, a localização e o histórico de sites visitados ficam armazenados no servidor. Desse modo, é comum aparecerem anúncios (incluindo as redes sociais) ofertando produtos ou serviços que estavam sendo pesquisados. Para isso, basta ir ao browser que utiliza, acesse as configurações de conta, procure por ‘dados e personalização’, e no painel ‘Personalização de anúncios’, vá em ‘Ir para as configurações de anúncios’ e clique no botão ao lado de ‘A personalização de anúncios está ATIVADA’, desabilitando a opção.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">6 – Cuidado com as contas abertas </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao utilizar as redes sociais, sites de compras, é importante fazer o logout após o uso. Por mais que os computadores e celulares sejam de uso pessoal, isso evita que outras pessoas tenham acesso ao seu perfil. Se o navegador perguntar se você deseja gravar a senha para fazer qualquer tipo de login, o mais seguro é optar sempre pelo “não”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">7 – Deixar as redes sociais em modo privado </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Expomos muito nosso cotidiano nas redes sociais. O melhor a ser feito é deixá-las no modo privado e só aceitar solicitações de amigos, além de evitar divulgar informações pessoais, postar fotos de crianças, de sua casa ou local de trabalho.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">8 – Utilizar senhas seguras </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Utilize senhas longas, com números, letras e caracteres especiais. Além disso, opte por utilizar uma senha para cada e-mail ou rede social. Atualmente existem gerenciadores de senhas para facilitar o armazenamento e a navegação segura. </span></p>
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		<title>Anatel pede as operadoras ampliação de velocidade de conexão da internet.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2020 17:15:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Etc]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agência cita que com o aumento do número de casos de coronavírus, as conexões de acesso as redes se tornarão ainda mais essenciais para as pessoas em regime de trabalho remoto. &#160; No último domingo (15), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), enviou para todas as prestadoras de serviços de telecomunicação do Brasil um ofício [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;"><strong>Agência cita que com o aumento do número de casos de coronavírus, as conexões de acesso as redes se tornarão ainda mais essenciais para as pessoas em regime de trabalho remoto.</strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>No último domingo (15), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), enviou para todas as prestadoras de serviços de telecomunicação do Brasil <a href="http://www.telesintese.com.br/wp-content/uploads/2020/03/OFICIO-ANATEL-MEDIDAS-COVID-19.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">um ofício</a> com recomendações sobre medidas promover e ampliar o acesso a serviços como banda larga e telefonia móvel 3G/4G diante da crise da pandemia do novo coronavírus (covid-19).</p>
<p>Entre as medidas a serem tomadas pelas teles, a Anatel lista as seguintes:</p>
<ul>
<li>Providências para garantir o acesso gratuito, por celular, para o aplicativo desenvolvido pelo Ministério da Saúde, o Coronavírus-SUS;</li>
<li>Medidas de ampliação de acesso a não assinantes (como liberação de redes Wi-fi em determinados locais públicos);</li>
<li>Medida de ampliação de velocidade de conexão nos acessos fixos à banda larga;</li>
<li>Promoção de campanhas publicitárias para divulgação de informações referentes à COVID-19, em especial com replicação daquelas realizadas pelo Ministério da Saúde;</li>
<li>Definição de plano de ação para garantia da estabilidade técnica do sistema, no sentido de se evitar degradação de qualidade causada pelo aumento da demanda;</li>
<li>Flexibilização nos prazos de tratamento de casos de inadimplência por parte dos consumidores em áreas sob restrições de deslocamento;</li>
<li>Medidas de priorização no atendimento a solicitações de reparos em estabelecimentos de saúde e serviços de urgências.</li>
</ul>
<p>Entre outras medidas, o documento informa ainda que o <a href="https://www.anatel.gov.br/institucional/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">site da Anatel</a> terá um espaço disponível para as empresas divulguem as medidas que estão tomando. Todas as decisões serão comunicadas por meio de um representante, designado por cada uma das empresas, que, em reuniões remotas com a Anatel, devem informar as medidas que irão adotar e o progresso de cada uma. A agência já tem trabalhado com operadoras pelo envio de mensagens SMS de alertas e informações elaboradas pelo Ministério da Saúde.</p>
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