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	<title>Arquivos Economia - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Economia - Portal Contexto</title>
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		<title>Dia das Mães: 83,2% dos consumidores do DF vão às compras; especialista dá dicas para empresas faturarem ainda mais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 20:36:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Dia das Mães é uma das datas mais importantes para o varejo brasileiro, ficando atrás apenas do Natal em diversos setores. No Distrito Federal, a expectativa também é positiva. Um levantamento da Fecomércio DF aponta que 83,2% dos consumidores pretendem comprar presentes neste ano, enquanto 67% dos lojistas esperam aumento nas vendas. O período [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47651" aria-describedby="caption-attachment-47651" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-47651" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Dia-das-maes-.jpg?resize=1020%2C674&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="674" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Dia-das-maes-.jpg?resize=1024%2C677&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Dia-das-maes-.jpg?resize=300%2C198&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Dia-das-maes-.jpg?resize=768%2C508&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Dia-das-maes-.jpg?w=1290&amp;ssl=1 1290w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47651" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph">O Dia das Mães é uma das datas mais importantes para o varejo brasileiro, ficando atrás apenas do Natal em diversos setores. No Distrito Federal, a expectativa também é positiva. Um levantamento da Fecomércio DF aponta que 83,2% dos consumidores pretendem comprar presentes neste ano, enquanto 67% dos lojistas esperam aumento nas vendas.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O período é marcado por um comportamento de compra mais emocional, com consumidores buscando presentes afetivos, experiências e soluções práticas. Muitas vezes, a decisão de compra é deixada para a última hora, o que abre espaço tanto para oportunidades quanto para erros estratégicos por parte das empresas.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Para o especialista em empreendedorismo Rafic Júnior, o Dia das Mães vai além da venda imediata. Ele afirma que a data não é apenas uma oportunidade de venda, mas de conexão com o cliente. Marcas que entendem isso conseguem não só faturar mais, mas também fidelizar.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Segundo ele, um dos principais erros das empresas é a falta de planejamento. Muitos negócios deixam para agir na última hora e acabam perdendo espaço para concorrentes que se organizaram antes. Ele explica que estratégia e antecipação fazem toda a diferença nesse tipo de data.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Para aproveitar melhor o período, algumas estratégias podem fazer diferença no faturamento. Entre elas estão criar promoções e combos especiais, apostar em kits presenteáveis, investir em campanhas emocionais nas redes sociais, oferecer facilidades de pagamento, trabalhar com senso de urgência, como entrega rápida ou pronta entrega, e apostar na personalização como diferencial.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O ambiente online também é decisivo para o sucesso das vendas na data. As empresas podem utilizar Instagram e WhatsApp como canais diretos de venda, apostar em marketing de influência e garantir um atendimento rápido e eficiente.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Para Rafic Júnior, empresas que conseguem unir estratégia e emoção saem na frente. Ele destaca que o consumidor não está comprando apenas um produto, mas uma forma de demonstrar afeto, e quem entende isso consegue se destacar no mercado.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Mais do que impulsionar vendas, o Dia das Mães é uma oportunidade de fortalecer o relacionamento com o cliente. Negócios que investem em experiência e conexão tendem a gerar resultados que vão além da data e impactam a fidelização ao longo do ano.</p>
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		<title>Focus escancara a desconfiança: inflação sobe, crescimento some e juros ficam altos, enquanto o ajuste fiscal não vem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 13:02:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contexto]]></category>
		<category><![CDATA[Contexto Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No boletim Focus divulgado ontem (04)  pelo Banco Central do Brasil, os dados apenas confirmam o que já está evidente há semanas: o mercado perdeu a confiança na trajetória da inflação. A projeção para o IPCA ( inflação) de 2026 já encosta em 4,86%, acima do teto da meta. E não foi um movimento isolado, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47632" aria-describedby="caption-attachment-47632" style="width: 374px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-47632 size-full" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-04-at-17.29.18-e1777985380640.jpeg?resize=374%2C358&#038;ssl=1" alt="" width="374" height="358" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-04-at-17.29.18-e1777985380640.jpeg?w=374&amp;ssl=1 374w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-04-at-17.29.18-e1777985380640.jpeg?resize=300%2C287&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 374px) 100vw, 374px" /><figcaption id="caption-attachment-47632" class="wp-caption-text">Antônio Augusto Pinheiro</figcaption></figure>
<p>No<span style="background-color: #ffff00;"> boletim Focus</span> divulgado ontem (04)  pelo Banco Central do Brasil, os dados apenas confirmam o que já está evidente há semanas: <span style="background-color: #ffff00;">o mercado perdeu a confiança na trajetória da inflação.</span></p>
<p>A projeção para o IPCA ( inflação) de 2026 já encosta em 4,86%, acima do teto da meta. E não foi um movimento isolado, é a <span style="background-color: #ffff00;">sétima alta consecutiva</span>. Quando a expectativa sobe em sequência assim, não é ruído, é tendência.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o <span style="background-color: #ffff00;">crescimento segue anêmico</span>, com PIB na casa de 1,85%. Ou seja,<span style="background-color: #ffff00;"> o país combina inflação pressionada com atividade fraca</span>, a velha armadilha brasileira que já conhecemos bem.</p>
<p>E <span style="background-color: #ffff00;">o mercado não está comprando discurso otimista</span>. A Selic ( juros) esperada para 2026 subiu para 13%, sinal claro de que ninguém acredita em desinflação rápida. Em bom português, juros altos por mais tempo porque a política econômica não convence.</p>
<p>O quadro é simples, quase didático. I<span style="background-color: #ffff00;">nflação acima da meta, crescimento medíocre e juros persistentemente elevados.</span></p>
<p>Não existe mágica. <span style="background-color: #ffff00;">O caminho natural diante de uma inflação em elevação seria o governo contribuir com o aumento do superávit fiscal, ajudando a reancorar expectativas</span>. Mas sabemos que isso é <span style="background-color: #ffff00;">praticamente impossível</span> no cenário atual, com o país caminhando para eleições gerais em outubro, período em que a história mostra exatamente o contrário, mais gastos e menos disciplina.</p>
<p>Se alguém ainda tinha dúvida, o <span style="background-color: #ffff00;">Focus de ontem deixa claro que o mercado já entendeu o jogo</span>. Falta agora o governo entender também, ou continuar fingindo que não é com ele, como costuma acontecer em Brasília.</p>
<p><strong>Antônio Augusto Pinheiro</strong> é economista, formado pela Universidade de Brasília (UnB), com pós-graduação pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e pelo IBMEC, além de especialização no Fundo Monetário Internacional (FMI). Servidor aposentado do Banco Central do Brasil, construiu uma sólida trajetória na instituição, onde exerceu funções como Consultor da Diretoria, Chefe de Divisão e Chefe Adjunto de Departamento, atuando nas áreas econômica, de supervisão bancária e de liquidação extrajudicial. Atualmente, é colunista da Revista da ABBC (Associação Brasileira de Bancos), abordando temas relacionados à política econômica, ao Sistema Financeiro Nacional e à geopolítica.</p>
<p><strong>Contexto Livre</strong> é uma coluna rotativa, de assuntos diversos escrita por pessoas bacanas que tenham algo legal e inspirador pra compartilhar.</p>
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		<title>Mercado eleva previsão da inflação para 4,89% em 2026, aponta Banco Central</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 19:29:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Washigton Coutinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A previsão do mercado financeiro para a inflação oficial do país subiu para 4,89% em 2026, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (4) pelo Banco Central. A estimativa anterior era de 4,86%. Inflação segue acima da meta pelo oitavo aumento consecutivo Com a nova projeção, a inflação ultrapassa o teto da meta definida pelo [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47602" aria-describedby="caption-attachment-47602" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-47602" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/inflacion1.webp?resize=1020%2C611&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="611" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/inflacion1.webp?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/inflacion1.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/inflacion1.webp?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/inflacion1.webp?w=1170&amp;ssl=1 1170w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47602" class="wp-caption-text">Foto: Joédson Alves/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>A previsão do mercado financeiro para a inflação oficial do país subiu para 4,89% em 2026, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (4) pelo Banco Central. A estimativa anterior era de 4,86%.</p>
<h3>Inflação segue acima da meta pelo oitavo aumento consecutivo</h3>
<p>Com a nova projeção, a inflação ultrapassa o teto da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3%, com intervalo de tolerância entre 1,5% e 4,5%.</p>
<p>Esta é a oitava semana seguida de alta na estimativa, em um cenário influenciado, entre outros fatores, pela pressão nos preços de combustíveis e alimentos.</p>
<h3>IPCA foi impactado por transportes e alimentação</h3>
<p>Em março, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,88%, acima dos 0,7% observados em fevereiro.</p>
<p>No acumulado de 12 meses, a inflação soma 4,14%, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<h3>Projeções para os próximos anos</h3>
<p>Para os anos seguintes, o mercado manteve ou ajustou levemente as estimativas:</p>
<ul>
<li>2027: 4%</li>
<li>2028: 3,64%</li>
<li>2029: 3,5%</li>
</ul>
<h3>Selic segue como principal instrumento de controle</h3>
<p>Para conter a inflação, o Banco Central utiliza a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 14,5% ao ano, definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom).</p>
<p>Na última reunião, o colegiado reduziu a taxa em 0,25 ponto percentual, após um período em que os juros permaneceram em 15% ao ano, o maior nível em quase duas décadas.</p>
<p>O cenário externo, especialmente a guerra no Oriente Médio e seus efeitos sobre os preços de combustíveis e alimentos, é apontado como fator de pressão sobre a inflação e de incerteza para a política monetária.</p>
<h3>Expectativas para juros, PIB e dólar</h3>
<p>Segundo o Boletim Focus, a projeção para a Selic ao final de 2026 permanece em 13% ao ano. Para os anos seguintes, a expectativa é de queda gradual:</p>
<ul>
<li>2027: 11%</li>
<li>2028: 10%</li>
<li>2029: 10%</li>
</ul>
<p>Em relação à economia, a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano foi mantida em 1,85%.</p>
<p>Para 2027, houve leve revisão para baixo, de 1,8% para 1,75%. Já para 2028 e 2029, a estimativa é de crescimento de 2% em ambos os anos.</p>
<p>A projeção para o dólar é de R$ 5,25 ao final de 2026 e R$ 5,30 no fim de 2027.</p>
<p>*com informações da Agência Brasil</p>
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		<title>Celina Leão afirma que BRB tem solução técnica e garante tranquilidade a clientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raquel Paternostro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 19:08:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, afirmou nesta quinta-feira (30) que o Banco de Brasília (BRB) possui soluções técnicas em andamento para o momento atual e garantiu que os clientes podem permanecer tranquilos quanto à estabilidade da instituição. Reunião com Banco Central tratou de medidas técnicas A declaração foi feita após reunião com o [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47586" aria-describedby="caption-attachment-47586" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-47586 size-large" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/BRB-solucao-tecnica.jpg?resize=1020%2C679&#038;ssl=1" alt="BRB solução técnica" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/BRB-solucao-tecnica.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/BRB-solucao-tecnica.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/BRB-solucao-tecnica.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/BRB-solucao-tecnica.jpg?w=1181&amp;ssl=1 1181w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47586" class="wp-caption-text">Segundo a governadora, o encontro tratou de questões técnicas relacionadas ao banco, com foco na estabilidade da instituição e na continuidade dos serviços prestados à população | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília</figcaption></figure>
<p>A governadora do Distrito Federal, <strong>Celina Leão</strong>, afirmou nesta quinta-feira (30) que o Banco de Brasília (BRB) possui soluções técnicas em andamento para o momento atual e garantiu que os clientes podem permanecer tranquilos quanto à estabilidade da instituição.</p>
<h3>Reunião com Banco Central tratou de medidas técnicas</h3>
<p>A declaração foi feita após reunião com o presidente do Banco Central, <strong>Gabriel Galípolo</strong>, o secretário de Economia, <strong>Valdino Oliveira</strong>, e o presidente do BRB, <strong>Nelson Antônio de Souza</strong>.</p>
<p>Segundo a governadora, o encontro abordou questões técnicas relacionadas ao funcionamento do banco, com foco na estabilidade e na continuidade dos serviços prestados à população.</p>
<h3>Governo descarta risco de liquidação</h3>
<p>Durante a fala, Celina Leão afirmou que não há risco de liquidação da instituição e que as medidas necessárias já estão em andamento.</p>
<p>De acordo com ela, as soluções adotadas seguem critérios técnicos e estão sendo conduzidas para garantir a normalidade das operações do banco.</p>
<h3>Clientes podem manter confiança, diz governadora</h3>
<p>A governadora destacou que, apesar de se tratar de um tema sensível no mercado financeiro, o cenário é positivo. Ela reforçou que correntistas não precisam se preocupar com a situação do BRB.</p>
<h3>Banco deve superar momento atual</h3>
<p>Ao final, Celina Leão reiterou a confiança na capacidade de recuperação do banco, afirmando que a instituição segue sólida e deve superar o momento atual mantendo suas atividades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/celina-leao-afirma-que-brb-tem-solucao-tecnica-e-garante-tranquilidade-a-clientes/">Celina Leão afirma que BRB tem solução técnica e garante tranquilidade a clientes</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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		<title>Show de Shakira no Rio ganha guia prático para o público e promete impacto milionário na economia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 18:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Orla de Copacabana se prepara para receber a cantora no dia 2 de maio, com expectativa de público 25% maior e injeção de R$ 776 milhões na economia local A poucos dias de um dos eventos mais aguardados do ano, o “Todo mundo no Rio”, a orla de Copacabana já vive clima de contagem regressiva [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47519" aria-describedby="caption-attachment-47519" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-47519" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-3.jpg?resize=800%2C449&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="449" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-3.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-3.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-3.jpg?resize=768%2C431&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-47519" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<h3 class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: center;"><em>Orla de Copacabana se prepara para receber a cantora no dia 2 de maio, com expectativa de público 25% maior e injeção de R$ 776 milhões na economia local</em></h3>
<p class="ds-markdown-paragraph">A poucos dias de um dos eventos mais aguardados do ano, o “Todo mundo no Rio”, a orla de Copacabana já vive clima de contagem regressiva para o show da cantora pop Shakira, que vai parar a praia no próximo sábado, 2 de maio. Para garantir conforto e organização ao público, a Orla Rio, que administra mais de 300 quiosques, preparou um guia prático com orientações essenciais sobre a infraestrutura disponível ao longo da praia, incluindo banheiros, duchas e guarda volumes, além da programação especial que alguns quiosques farão.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O material detalha como os frequentadores poderão aproveitar melhor a experiência. Entre os destaques estão a disponibilização de banheiros, duchas e serviços de guarda volumes, fundamentais para quem pretende passar horas acompanhando o espetáculo à beira mar. A iniciativa busca evitar transtornos e oferecer mais comodidade diante da alta expectativa de público.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Além disso, a orla contará com reforço na limpeza, segurança e operação dos quiosques, que se preparam para atender a uma demanda muito acima do normal. A recomendação é que o público chegue com antecedência, utilize transporte público e siga as orientações oficiais para circulação na região. O show está marcado para as 21h45.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Impacto econômico milionário e turismo em alta</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O show da artista colombiana não deve movimentar apenas fãs, mas também a economia do Rio de Janeiro. Estimativas apontam que o evento pode injetar cerca de R$ 776 milhões na economia local, impulsionando setores como hotelaria, gastronomia, transporte e comércio.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O presidente da Orla Rio, João Marcello Barreto, afirmou que a realização de um evento dessa magnitude reforça o potencial da orla como motor econômico e turístico. Ele disse que a organização está preparada para receber o público com estrutura, qualidade de serviços e uma experiência à altura do espetáculo, que movimenta milhões e beneficia toda a cadeia produtiva da cidade.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Com a expectativa de um público cerca de 25% maior em relação ao show do ano passado, Barreto destacou que os quiosques da Orla Rio se consolidam cada vez mais como uma rede de hospitalidade urbana à beira mar. Ele afirmou que os espaços são ideais para pontos de encontro, além de consumo, apoio e permanência para cariocas e turistas em uma das semanas mais movimentadas do calendário da cidade.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A projeção reforça o potencial dos grandes eventos na orla carioca. Como referência, iniciativas anteriores, como apresentações internacionais na mesma região, já demonstraram forte impacto financeiro, com cifras que chegaram à casa dos R$ 500 milhões. A expectativa é de aumento expressivo no fluxo de turistas, tanto nacionais quanto estrangeiros, consolidando Copacabana como palco estratégico para grandes espetáculos globais. Hotéis já registram alta ocupação, e o comércio local se prepara para dias de intenso movimento, já que a expectativa de aumento de público pode chegar a 25% em comparação a outras edições do evento, que contou com as participações de artistas internacionais como Madonna e Lady Gaga.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Estrutura reforçada e experiência ampliada</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A Orla Rio vem ampliando serviços e ajustando a logística dos quiosques, além de investir em melhorias na infraestrutura. A programação especial se concentra principalmente no dia 2 de maio, com ativações também no feriado de 1º de maio, incluindo confraternizações, esquentas temáticos e reservas antecipadas ao longo de toda a orla de Copacabana. A proposta é transformar o evento não apenas em um show, mas em uma experiência completa para cariocas e turistas, com opções de gastronomia, música e hospitalidade distribuídas pela praia.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Entre os destaques, o Quiosque Palace, em frente ao palco principal, desponta como um dos pontos mais disputados para acompanhar o espetáculo com visão privilegiada. Já os quiosques Nacho e Areia MPB, entre os postos 2 e 3, realizam a Festa Waka &amp; Fiesta, com estrutura de open bar, open food, DJs nos intervalos e banheiros exclusivos, em localização estratégica próxima ao Copacabana Palace e ao metrô Cardeal Arcoverde.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">No Posto 2, o Quiosque Morena aposta em uma experiência mais reservada, com festa fechada, drinks especiais e ambiente voltado ao conforto, mediante reservas antecipadas. Ao lado, o Quiosque Samba Social Clube investe em um clima coletivo e festivo, com programação própria e telões instalados para garantir que o público acompanhe o show mesmo a uma distância maior do palco.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">No Posto 3, o Quiosque Amor oferece uma experiência all inclusive a partir das 20h30, com buffet, drinks selecionados e telão, enquanto o Quiosque Dumare se posiciona como ponto de encontro para quem busca confraternização e permanência com proximidade ao centro do evento. Já na véspera, 1º de maio, o Quiosque Wave by Othon promove um esquenta temático, das 20h à meia noite, com DJ, karaokê e quiz inspirados nos sucessos da cantora.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Durante toda a programação, os quiosques participantes contarão com banheiros subterrâneos gratuitos para clientes, reforçando a estrutura e o conforto em uma das noites mais movimentadas da cidade. A expectativa é de que a movimentação na orla cresça progressivamente até o dia 2, com reservas esgotando, encontros sendo organizados e o clima do show tomando conta da praia.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">João Marcello Barreto finalizou afirmando que, com organização reforçada, serviços ampliados e forte impacto econômico previsto, o show da Shakira promete entrar para a história, tanto pelo espetáculo quanto pela movimentação já prevista na cidade.</p>
<p>Confira o guia prático completo que a Orla Rio preparou para auxiliar no dia do show: <a href="https://www.orlario.com.br/rio/guia-pratico-para-o-show-da-shakira-descubra-banheiros-duchas-e-guarda-volumes-na-orla-de-copacabana/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.orlario.com.br/rio/guia-pratico-para-o-show-da-shakira-descubra-banheiros-duchas-e-guarda-volumes-na-orla-de-copacabana/&amp;source=gmail&amp;ust=1777484846255000&amp;usg=AOvVaw2yT1k12zK28wY8g7aV7YVt"><u>link.</u></a></p>
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		<title>Fim da escala 6&#215;1 gera divergência entre estudos sobre impactos no PIB e na inflação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 15:03:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A proposta de redução da jornada de trabalho no Brasil, com o fim da escala 6&#215;1, tem gerado divergências entre economistas sobre seus impactos na economia, com projeções distintas para o Produto Interno Bruto (PIB), inflação e emprego. Estudos apresentam cenários opostos De um lado, entidades empresariais como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47513" aria-describedby="caption-attachment-47513" style="width: 1000px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-47513" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1438.jpg?resize=1000%2C667&#038;ssl=1" alt="" width="1000" height="667" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1438.jpg?w=1000&amp;ssl=1 1000w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1438.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1438.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption id="caption-attachment-47513" class="wp-caption-text">Foto: Magnific by <a href="https://www.magnific.com/br/search?author=40795123&amp;format=author&amp;last_filter=selection&amp;last_value=1&amp;selection=1&amp;sort=recent">@tonodias</a></figcaption></figure>
<p>A proposta de redução da jornada de trabalho no Brasil, com o fim da escala 6&#215;1, tem gerado divergências entre economistas sobre seus impactos na economia, com projeções distintas para o Produto Interno Bruto (PIB), inflação e emprego.</p>
<h3>Estudos apresentam cenários opostos</h3>
<p>De um lado, entidades empresariais como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação Nacional do Comércio (CNC) projetam efeitos negativos, como queda no PIB e aumento da inflação.</p>
<p>Já análises da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indicam impactos mais limitados, com possibilidade de geração de empregos e até crescimento econômico em alguns setores.</p>
<h3>Projeções variam sobre custos e produção</h3>
<p>Segundo a CNI, a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais poderia causar perda de R$ 76 bilhões no PIB brasileiro, equivalente a uma queda de 0,7%.</p>
<p>A CNC estima aumento de 21% nos custos com folha salarial, com possível repasse ao consumidor de até 13%. Já a CNI aponta impacto médio de 6,2% nos preços.</p>
<p>Por outro lado, estudo do Ipea calcula que o custo adicional do trabalho ficaria, em média, em 7,8%, com impacto menor sobre o custo total das empresas, variando entre 1% e 6,6%, dependendo do setor.</p>
<h3>Debate envolve fatores econômicos e políticos</h3>
<p>Para especialistas, as diferenças entre os estudos estão relacionadas às premissas adotadas nas análises. Enquanto algumas projeções consideram redução da produção com menos horas trabalhadas, outras levam em conta ajustes do mercado, como aumento da produtividade e novas contratações.</p>
<p>A economista <strong>Marilane Teixeira</strong>, da Unicamp, avalia que o debate não é apenas técnico, mas também político, envolvendo interesses distintos sobre distribuição de renda e produtividade.</p>
<h3>Impacto na inflação também é incerto</h3>
<p>Entidades empresariais defendem que o aumento dos custos será repassado aos preços, pressionando a inflação.</p>
<p>Já pesquisadores do Ipea afirmam que o impacto inflacionário tende a ser limitado, podendo ser absorvido parcialmente pelas empresas.</p>
<h3>Experiência histórica é usada como referência</h3>
<p>Estudos citam a redução da jornada de trabalho prevista na Constituição de 1988, que diminuiu a carga semanal de 48 para 44 horas, sem efeitos negativos comprovados sobre o emprego.</p>
<p>No entanto, especialistas ressaltam que o cenário econômico atual é diferente, com maior abertura de mercado e mudanças estruturais na economia.</p>
<h3>Produtividade é ponto central do debate</h3>
<p>A possibilidade de aumento da produtividade é um dos principais pontos de divergência. Enquanto representantes da indústria consideram improvável uma melhora significativa, outros especialistas avaliam que jornadas menores podem contribuir para maior eficiência no trabalho.</p>
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		<title>Estudo da FGV mostra que Bolsa Família pode aumentar o trabalho formal e salvar vidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 18:43:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma nova pesquisa sobre o Bolsa Família, intitulada &#8220;Cash Transfers and Productive Inclusion: Evidence from Bolsa Familia&#8220;, realizada por Felipe Lobel (Stanford), Michael C. Best (Columbia) e Valdemar Pinho Neto (FGV EPGE), traz evidências que desafiam uma das críticas mais recorrentes aos programas de transferência de renda: a ideia de que eles desestimulam o trabalho. [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_43438" aria-describedby="caption-attachment-43438" style="width: 1000px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-43438" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/08/316ad378f6ba999d9efec3bd00a14c38.webp?resize=1000%2C666" alt="bolsa, família" width="1000" height="666" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/08/316ad378f6ba999d9efec3bd00a14c38.webp?w=1000&amp;ssl=1 1000w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/08/316ad378f6ba999d9efec3bd00a14c38.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/08/316ad378f6ba999d9efec3bd00a14c38.webp?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption id="caption-attachment-43438" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph">
Uma nova pesquisa sobre o Bolsa Família, intitulada &#8220;<em>Cash Transfers and Productive Inclusion: Evidence from Bolsa Familia</em>&#8220;, realizada por Felipe Lobel (Stanford), Michael C. Best (Columbia) e Valdemar Pinho Neto (FGV EPGE), traz evidências que desafiam uma das críticas mais recorrentes aos programas de transferência de renda: a ideia de que eles desestimulam o trabalho. Ao analisar a expansão do programa voltada à população em extrema pobreza, os pesquisadores encontraram o oposto. O aumento da transferência elevou o emprego em cerca de 5%, reduziu hospitalizações em 8% e diminuiu a mortalidade em 14%, com uma estimativa de aproximadamente mil vidas salvas.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O estudo mostra que, em contextos de pobreza extrema, a renda adicional não funciona apenas como proteção social. Ela também pode aliviar restrições muito básicas, como alimentação adequada, acesso a medicamentos e condições mínimas de saúde, que impedem as pessoas de trabalhar e produzir mais. Em outras palavras, a transferência de renda pode ampliar a capacidade produtiva dos beneficiários, em vez de afastá-los do mercado de trabalho.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A pesquisa explora a reforma de 2012 do Bolsa Família, que ampliou os benefícios para famílias abaixo da linha de extrema pobreza. Com base em uma grande base de dados administrativos do Brasil, os autores acompanharam milhões de indivíduos ao longo do tempo, cruzando informações do Cadastro Único, do mercado de trabalho formal e de registros hospitalares do SUS. Isso permitiu medir, com alto grau de precisão, os efeitos do programa não apenas sobre emprego e renda, mas também sobre saúde e sobrevivência.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Os resultados sugerem que o impacto positivo sobre o trabalho está ligado à melhora das condições de vida. O estudo identifica, por exemplo, aumento relevante nos gastos com medicamentos entre os beneficiários, além de redução mais forte em internações associadas a problemas diretamente ligados à privação, como subnutrição, doenças infecciosas e complicações digestivas. A interpretação dos autores é clara: quando famílias muito pobres conseguem atender necessidades básicas, elas ficam mais aptas a trabalhar, manter vínculos produtivos e gerar renda.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Além da relevância social, os resultados têm forte implicação para o debate sobre política pública. A pesquisa indica que parte do custo fiscal da expansão do Bolsa Família foi compensada pela redução das despesas com hospitalizações no sistema público de saúde. Isso reforça a ideia de que programas de combate à pobreza podem produzir efeitos econômicos e fiscais mais amplos do que normalmente se imagina.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Em um momento em que políticas de transferência de renda seguem no centro do debate público no Brasil e no mundo, o estudo oferece uma mensagem direta: para famílias em situação de extrema pobreza, garantir um piso mínimo de renda não significa reduzir o incentivo ao trabalho. Pode significar, ao contrário, criar as condições para que essas pessoas consigam trabalhar mais, adoecer menos e viver mais.</p>
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		<title>Bets já movimentam R$ 37 bilhões e disputam diretamente o orçamento das famílias brasileiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 21:24:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo aponta impacto estrutural sobre varejo, serviços financeiros e educação, além de riscos associados ao mercado ilegal O estudo &#8220;Análise do Mercado de Bets no Brasil&#8221;, fruto de uma parceria entre Tendências Consultoria e Peers Consulting + Technology, revela que o mercado de apostas online já se consolidou como um fenômeno econômico de grande escala [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47449" aria-describedby="caption-attachment-47449" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-47449" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pexels-ketut-subiyanto-4908604-1024x682.jpg?resize=1020%2C679" alt="" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pexels-ketut-subiyanto-4908604.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pexels-ketut-subiyanto-4908604.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pexels-ketut-subiyanto-4908604.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pexels-ketut-subiyanto-4908604.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47449" class="wp-caption-text">Foto: Pexels</figcaption></figure>
<h3 class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: center;"><em>Estudo aponta impacto estrutural sobre varejo, serviços financeiros e educação, além de riscos associados ao mercado ilegal</em></h3>
<p class="ds-markdown-paragraph">O estudo &#8220;Análise do Mercado de Bets no Brasil&#8221;, fruto de uma parceria entre Tendências Consultoria e Peers Consulting + Technology, revela que o mercado de apostas online já se consolidou como um fenômeno econômico de grande escala no país. A receita bruta estimada em 2025 alcançou R$ 37 bilhões, e mais de 25 milhões de pessoas realizaram apostas em pelo menos uma das 79 empresas autorizadas pelo governo federal.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Mais do que o surgimento de um novo setor, o avanço das bets representa uma reorganização estrutural do orçamento das famílias brasileiras, especialmente nas classes C, D e E, nas quais os valores direcionados às apostas afetam diretamente gastos essenciais, investimentos financeiros e educação.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Mercado de escala nacional e rápida expansão</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O levantamento mostra que o Brasil já é o quinto maior mercado global de apostas online e que essa atividade movimenta entre R$ 20 e R$ 30 bilhões por mês, impulsionada principalmente pela digitalização e pela popularização do Pix como meio de pagamento instantâneo.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O setor também gerou mais de 10 mil empregos diretos e 5,5 mil empregos indiretos em 2025, evidenciando sua crescente relevância econômica.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Essa expansão é impulsionada por fatores como baixa barreira de entrada, facilidade de acesso digital e forte interiorização, com crescimento acelerado fora dos grandes centros urbanos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O sócio diretor da Peers Consulting + Technology, Fernando Escobar, afirmou que os dados mostram que o setor deixou rapidamente de ser um nicho e passou a operar em escala nacional, com forte interiorização e alto grau de digitalização. Ele destacou que essa combinação de tecnologia, meios de pagamento instantâneos e baixa fricção de entrada ajuda a explicar a velocidade de crescimento. Ao mesmo tempo, segundo Escobar, essa expansão já altera a dinâmica concorrencial em diferentes segmentos da economia e impõe o desafio de integração sustentável ao ambiente regulado.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Competição direta com varejo, investimentos e educação</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O estudo destaca que o principal efeito econômico das apostas não é a substituição de um único produto, mas a disputa recorrente pela carteira do consumidor, com impactos relevantes em diferentes setores.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">No varejo, pesquisas indicam que cerca de 23% dos apostadores deixaram de comprar itens de vestuário e 19% reduziram gastos em supermercados para sustentar o hábito de apostar.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Já no setor financeiro, as bets competem diretamente com instrumentos de poupança e investimento. Em 2024, cerca de 15% da população realizou ao menos uma aposta online, percentual superior ao de uso de diversos produtos financeiros tradicionais.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Na educação superior, o estudo aponta que o crescimento das apostas representa um novo fator que pode dificultar tanto o ingresso quanto a permanência de estudantes, especialmente entre as classes de menor renda, devido à competição direta com recursos destinados ao pagamento de mensalidades.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Mercado ilegal ainda representa principal risco</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Apesar da regulamentação recente, o estudo alerta que o mercado ilegal continua sendo o principal risco sistêmico do setor. Estima-se que ele represente cerca de 85% da receita bruta total, resultando em evasão fiscal superior a R$ 7 bilhões por ano.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Além dos prejuízos fiscais, o mercado informal aumenta a vulnerabilidade dos usuários, uma vez que não oferece mecanismos de proteção ao consumidor nem monitoramento de riscos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Nesse sentido, a experiência internacional mostra que a canalização para o mercado regulado depende não apenas da legislação, mas também de fiscalização efetiva e incentivos econômicos adequados.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Mudança estrutural no comportamento econômico</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Segundo o estudo, a expansão das apostas online reflete transformações mais amplas na economia digital e no comportamento financeiro da população.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A sócia e diretora de Macroeconomia e Análise Setorial da Tendências Consultoria, Alessandra Ribeiro, afirmou que o avanço das apostas online no Brasil deve ser visto como mais do que um fenômeno conjuntural. Ela explicou que o que se observa é uma nova dinâmica de competição pelo orçamento disponível, especialmente nas faixas de menor renda, com impactos que alcançam segmentos relevantes como varejo, serviços financeiros e educação. Trata se, então, de uma mudança estrutural no padrão de consumo das famílias, e esse movimento traz desafios tanto do ponto de vista econômico quanto do ponto de vista regulatório.</p>
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		<title>Escassez de mão de obra no setor de Serviços se intensifica e pressiona retenção de profissionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:41:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Queda no tempo de permanência no emprego e avanço das contratações comprovam mercado mais aquecido, porém mais volátil, aponta estudo da FecomercioSP A escassez de mão de obra no setor de Serviços tem se agravado em meio ao aquecimento do mercado de trabalho, elevando a dificuldade de retenção de profissionais. O setor abrange 57% dos [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_7739" aria-describedby="caption-attachment-7739" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-7739" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/25marco_-Foto-Rovena-Rosa_Agencia-Brasil.jpg?resize=1020%2C765" alt="" width="1020" height="765" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/25marco_-Foto-Rovena-Rosa_Agencia-Brasil.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/25marco_-Foto-Rovena-Rosa_Agencia-Brasil.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/25marco_-Foto-Rovena-Rosa_Agencia-Brasil.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-7739" class="wp-caption-text">Foto: Rovena Rosa/Arquivo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3 class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: center;"><em>Queda no tempo de permanência no emprego e avanço das contratações comprovam mercado mais aquecido, porém mais volátil, aponta estudo da FecomercioSP</em></h3>
<p class="ds-markdown-paragraph">A escassez de mão de obra no setor de Serviços tem se agravado em meio ao aquecimento do mercado de trabalho, elevando a dificuldade de retenção de profissionais. O setor abrange 57% dos empregos formais no País e responde por cerca de 70% do Produto Interno Bruto (PIB), o que amplia os impactos da falta de trabalhadores sobre a atividade econômica. Ao mesmo tempo, indicadores revelam vínculos mais curtos e aumento da rotatividade, mesmo diante do crescimento expressivo das contratações.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Estudo do Conselho de Serviços da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) mostra que um dos principais sinais desse quadro é a queda no Tempo Médio de Permanência no emprego (TMP). Entre fevereiro de 2021 e fevereiro de 2026, o indicador recuou 6,8 meses no Brasil, uma redução de 27%, e 6,3 meses em São Paulo, queda de 27,2%. Esses números evidenciam relações de trabalho mais breves e maior dificuldade das empresas para manter seus quadros.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Apesar disso, o volume de admissões avançou cerca de 80% no período analisado, indicando um mercado aquecido, porém mais instável. Na prática, as empresas estão contratando mais, mas enfrentam maiores dificuldades para reter trabalhadores. Esse cenário eleva custos operacionais, exige investimentos contínuos em treinamento e afeta a produtividade.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Segundo o presidente do Conselho de Serviços da FecomercioSP, Marcelo Braga, o momento exige uma mudança de foco por parte dos empresários. Ele afirma que, hoje, mais do que contratar, o empresário precisa pensar em como reter, pois o mercado está mais dinâmico e o profissional circula mais.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Mais mobilidade e mudança no perfil da força laboral</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">De acordo com o estudo, no Brasil, a redução no tempo de permanência nas empresas foi generalizada entre diferentes faixas etárias, mas mais intensa entre trabalhadores de 50 a 64 anos. Esse grupo apresentou as maiores quedas em termos absolutos e relativos. O movimento reflete maior mobilidade no mercado, especialmente entre profissionais mais experientes, que encontram mais oportunidades e passam a trocar de emprego com mais frequência.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Outro aspecto observado é a mudança no perfil das contratações, com aumento da participação relativa de trabalhadores mais velhos. Esse comportamento ocorre em paralelo ao crescimento das admissões e sugere uma reconfiguração da força laboral, com maior valorização da experiência.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Setores mais pressionados pela escassez</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Na análise por atividade, alguns segmentos se destacam pelo ritmo de expansão das contratações em São Paulo. Alojamento e alimentação lideram, com alta de 159,4%, seguidos por outros serviços (112,8%) e transporte e armazenagem (81,9%). Esses setores, tradicionalmente mais intensivos em mão de obra e com maior rotatividade, tendem a sentir de forma mais acentuada os efeitos da escassez.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Segundo Braga, compreender essas dinâmicas é fundamental para decisões mais estratégicas. Ele destaca que o empresário deve considerar não apenas o número de vagas abertas, mas também fatores como rotatividade, perfil dos profissionais e características de cada segmento.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Dentre os fatores que ajudam a explicar o cenário, destacam se a normalização das atividades após a pandemia, a maior mobilidade entre trabalhadores e a recomposição dos quadros em setores presenciais. O resultado é um mercado de trabalho mais aquecido, porém mais volátil, no qual o desafio vai além da contratação e passa, cada vez mais, pela capacidade de retenção e pela estabilidade das equipes.</p>
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		<title>Da poupança à diversificação: o brasileiro reinventa sua relação com os investimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 10:45:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_5430" aria-describedby="caption-attachment-5430" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-5430" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/poupanca-foto-de-Arquivo_Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?resize=1020%2C611&#038;ssl=1" alt="poupança" width="1020" height="611" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/poupanca-foto-de-Arquivo_Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/poupanca-foto-de-Arquivo_Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/poupanca-foto-de-Arquivo_Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/poupanca-foto-de-Arquivo_Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-5430" class="wp-caption-text">Foto: Arquivo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph">Por décadas, guardar dinheiro no Brasil foi sinônimo de caderneta de poupança. O hábito, arraigado no imaginário popular por sua simplicidade e tradição, começou a ruir de forma consistente. O brasileiro passou a explorar alternativas na renda fixa e na renda variável, e os números de 2025 confirmam uma inflexão histórica. Dados do Banco Central revelam que a poupança registrou saída líquida de R$ 85,56 bilhões no ano passado, um valor cinco vezes superior ao observado em 2024.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A mudança, no entanto, não é apenas conjuntural. Ela reflete uma transformação mais ampla no perfil do investidor nacional. O Raio-X do Investidor da ANBIMA mostra que, embora a poupança ainda ocupe espaço no imaginário, suas citações espontâneas caíram seis pontos percentuais em relação à edição anterior do estudo. A perda de tração é liderada pelas novas gerações, que vêm abrindo espaço para formas mais dinâmicas e estratégicas de investir.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Rony Szuster, Head de Research do MB | Mercado Bitcoin, sintetiza o movimento. Segundo ele, ativos como ações, CDBs, renda fixa digital e criptomoedas ganham espaço não apenas pelo potencial de maior rentabilidade, mas sobretudo pela possibilidade de diversificação. O investidor contemporâneo aprendeu a combinar a previsibilidade da renda fixa com o potencial de valorização dos ativos variáveis.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A renda fixa segue como porta de entrada natural para quem começa a migrar da poupança. Os CDBs, já consolidados, e a renda fixa digital, uma evolução mais recente, funcionam sob o mesmo princípio básico: rentabilidade previsível atrelada aos juros da economia. A diferença está nos detalhes e nos retornos. Enquanto CDBs de grandes bancos costumam render entre 100% e 120% do CDI, a renda fixa digital tem chamado atenção por oferecer mais, em parte devido à redução de intermediários. Dados do Mercado Bitcoin indicam que o volume desse tipo de investimento cresceu 108% em 2025, com retorno médio de 132% do CDI e, em muitos casos, isenção de imposto de renda.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Uma simulação prática ilustra o abismo entre as opções. Com R$ 5.000 aplicados por um ano, a poupança renderia cerca de R$ 5.300. Um CDB chegaria a aproximadamente R$ 5.600. Já a renda fixa digital poderia superar R$ 5.700. A diferença, em percentuais, é ainda mais eloquente em horizontes mais longos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Quando o assunto é busca por ganhos expressivos, a renda variável entra em cena. Ações e criptomoedas vêm ganhando espaço como alternativas de maior potencial de valorização, ainda que com oscilações no curto prazo. Enquanto as ações acompanham o desempenho de empresas listadas em bolsa, as criptomoedas oferecem acesso a um mercado global que funciona 24 horas por dia, com o Bitcoin como principal referência.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O comportamento do investidor já reflete essa abertura. Levantamento do Mercado Bitcoin aponta que o número de investidores em criptomoedas cresceu 10% em 2025 em relação ao ano anterior. No mesmo período, a base de investidores em ações avançou cerca de 4%, segundo dados da B3. O Brasil consolidou-se como o quinto maior país em criptoativos, e o Bitcoin foi o ativo mais rentável da última década, com valorização superior a 170% apenas em 2024.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Szuster observa que, de longe, o universo das criptomoedas pode parecer complexo, mas o crescimento da categoria no país, em ritmo superior ao da bolsa, demonstra que o processo é mais simples do que se imagina. Com aportes regulares e carteira diversificada, é possível diluir riscos sem depender de análises técnicas aprofundadas.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O movimento em curso no Brasil indica que os investidores estão mais estratégicos e conscientes. A busca por segurança e crescimento deixou de ser um dilema e passou a ser um equilíbrio. Planejamento, diversificação e acompanhamento ativo das oportunidades do mercado tornaram-se as novas marcas registradas de um investidor que aprendeu a olhar além da caderneta.</p>
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