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	<title>Arquivos Economia - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Economia - Portal Contexto</title>
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		<title>Arrecadação das bets passa a ter nova destinação pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 21:09:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A arrecadação das apostas de quota fixa no Brasil passa a ter uma nova destinação pública. Sancionada em 30 de julho, a Lei nº 15.480/2026 estabelece o direcionamento ao Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-fim da Polícia Federal (Funapol) de 1% do produto da arrecadação em 2026, após as deduções previstas na legislação, 2% [...]</p>
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<figure id="attachment_49386" aria-describedby="caption-attachment-49386" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-49386" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-2.jpg?resize=1020%2C574&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="574" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-2.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-2.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-2.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-2.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-2.jpg?w=1672&amp;ssl=1 1672w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-49386" class="wp-caption-text">Imagem: divulgação</figcaption></figure>
<p>A arrecadação das apostas de quota fixa no Brasil passa a ter uma nova destinação pública. Sancionada em 30 de julho, a Lei nº 15.480/2026 estabelece o direcionamento ao Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-fim da Polícia Federal (Funapol) de 1% do produto da arrecadação em 2026, após as deduções previstas na legislação, 2% em 2027 e 3% a partir de 2028, conforme as regras previstas na legislação.</p></div>
<div></div>
<div>A medida amplia o conjunto de finalidades públicas associadas aos recursos provenientes das apostas regulamentadas no país, que já alcançam áreas como educação, esporte e saúde. A definição sobre a distribuição e aplicação desses valores cabe ao Poder Público.</div>
<div></div>
<div>A mudança ocorre em um momento de consolidação do novo modelo brasileiro para o setor. Desde janeiro de 2025, apenas empresas autorizadas pelo Governo Federal podem explorar nacionalmente as apostas de quota fixa, dentro de uma estrutura que estabelece obrigações tributárias, regras de publicidade, mecanismos de identificação dos apostadores, políticas de prevenção à lavagem de dinheiro, integridade esportiva e medidas relacionadas ao jogo responsável.</div>
<div></div>
<div>Para o representante da Ana Gaming, a inclusão do Funapol entre os beneficiários dos recursos ajuda a evidenciar uma dimensão importante da regulamentação: além de estabelecer normas e mecanismos de controle para as empresas, a formalização permite ao Estado acompanhar a receita gerada, recolher os valores previstos em lei e determinar sua aplicação em diferentes áreas de interesse público.</div>
<div></div>
<div>“A regulamentação não se resume à criação de regras para empresas e consumidores. Ela incorpora uma atividade econômica relevante ao ambiente formal, com tributação, controle e responsabilidades claramente estabelecidas. A definição de onde os recursos serão aplicados é uma decisão do Estado, mas a capacidade de gerar receitas identificáveis e submetidas às regras públicas é um dos efeitos concretos desse novo cenário”, afirma Marco Tulio Oliveira, CEO da Ana Gaming.</div>
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		<title>Crédito é último recurso, aponta pesquisa: famílias cortam gastos e buscam renda extra antes de pedir empréstimo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 19:34:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo inédito do IBEVAR-FIA Business School, baseado em 272 semanas de dados de busca do Google Trends, derruba um mito recorrente sobre o consumidor endividado. A pesquisa mostra que o crédito não é a primeira reação ao aperto no orçamento é a última. A modelagem estatística e os testes de causalidade identificaram uma sequência [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2776" aria-describedby="caption-attachment-2776" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-2776" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/03/dinheiro-Imagem-de-Joel-santana-Joelfotos-por-Pixabay.jpg?resize=1020%2C679&#038;ssl=1" alt="dinheiro" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/03/dinheiro-Imagem-de-Joel-santana-Joelfotos-por-Pixabay.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/03/dinheiro-Imagem-de-Joel-santana-Joelfotos-por-Pixabay.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/03/dinheiro-Imagem-de-Joel-santana-Joelfotos-por-Pixabay.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/03/dinheiro-Imagem-de-Joel-santana-Joelfotos-por-Pixabay.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-2776" class="wp-caption-text">Foto: Pixabay</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Um estudo inédito do IBEVAR-FIA Business School, baseado em 272 semanas de dados de busca do Google Trends, derruba um mito recorrente sobre o consumidor endividado. A pesquisa mostra que o crédito não é a primeira reação ao aperto no orçamento é a última. A modelagem estatística e os testes de causalidade identificaram uma sequência disciplinada de enfrentamento da crise financeira doméstica: começa em casa, com o corte de gastos, e só termina, semanas depois, no pedido de empréstimo.</span></p>
<h4><span class="">A sequência do enfrentamento</span></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O estudo mapeou o comportamento de busca das famílias brasileiras em quatro frentes: crédito emergencial, corte de gastos, geração de renda extra e verbalização de aflição financeira. Ainda identificou o ponto de inflexão em que o ajuste financeiro deixa de bastar.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O primeiro movimento identificado é o cancelamento de assinaturas, planos e a busca por cupons de desconto. Esse comportamento antecede o aumento nas buscas por renda extra e trabalho informal, numa relação de quase um para um (coeficiente de 0,97) que se mantém estável por até seis semanas. É o elo mais forte identificado em toda a cadeia.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Esgotada a via do ajuste doméstico, o consumidor parte para complementar a renda. Esse movimento antecede, por sua vez, o aumento nas buscas que expressam angústia financeira de forma aberta, sinal de que é o esgotamento das alternativas informais que empurra a família para o desespero declarado.</span></p>
<h4><span class="">O dado mais contraintuitivo</span></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A busca por crédito emergencial e antecipação de FGTS não antecipa a crise financeira. Ela reage a uma crise já instalada, e o efeito cresce com o tempo. Seis semanas depois do pico de aflição financeira, a associação com as buscas por crédito é quase o dobro da relação imediata. As famílias brasileiras, mostram os dados, resistem ao endividamento até o limite.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">&#8220;Os números mostram um consumidor muito mais racional e resiliente do que o senso comum sugere. A dívida não é a primeira escolha é o último recurso, acionado só depois que as alternativas de ajuste e renda se esgotam&#8221;, afirma Claudio Felisoni, presidente do IBEVAR e professor da FIA Business School.</span></p>
<h4><span class="">O que os dados recomendam</span></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A conclusão prática é dura para o desenho de políticas de educação financeira e crédito preventivo: mirar apenas quem já busca empréstimo chega tarde. O sinal de alerta real acende semanas antes, no corte de gastos, é ali que a crise financeira das famílias brasileiras começa a aparecer, muito antes de virar estatística de inadimplência.</span></p>
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		<title>CMN facilita crédito a fertilizantes e minerais críticos no Plano Brasil Soberano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 09:49:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medida amplia acesso a capital de giro para a cadeia de fertilizantes, reduz encargos para minerais estratégicos e prorroga financiamentos até 2027 O Conselho Monetário Nacional (CMN) ampliou o acesso ao crédito do Plano Brasil Soberano para empresas da cadeia de fertilizantes e reduziu os encargos financeiros para projetos ligados a minerais críticos e estratégicos [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_49133" aria-describedby="caption-attachment-49133" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-49133" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/sigma-lithium-litio-jequitinhonh.jpeg?resize=1020%2C611&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="611" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/sigma-lithium-litio-jequitinhonh.jpeg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/sigma-lithium-litio-jequitinhonh.jpeg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/sigma-lithium-litio-jequitinhonh.jpeg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/sigma-lithium-litio-jequitinhonh.jpeg?w=1170&amp;ssl=1 1170w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-49133" class="wp-caption-text">Foto: Sigma Lithium/Divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">
Medida amplia acesso a capital de giro para a cadeia de fertilizantes, reduz encargos para minerais estratégicos e prorroga financiamentos até 2027</h3>
<p>O Conselho Monetário Nacional (CMN) ampliou o acesso ao crédito do Plano Brasil Soberano para empresas da cadeia de fertilizantes e reduziu os encargos financeiros para projetos ligados a minerais críticos e estratégicos financiados pelo programa.</p>
<p>As mudanças foram aprovadas em reunião extraordinária realizada nesta quinta-feira (27). A resolução também prorrogou por 12 meses o prazo para protocolar pedidos de financiamento no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</p>
<p>Com a alteração, as empresas poderão apresentar requerimentos até 31 de dezembro de 2027.</p>
<h3>Empresas de fertilizantes terão acesso a capital de giro</h3>
<p>Empresas que fabricam adubos e fertilizantes, produzem intermediários ou extraem minerais utilizados na fabricação desses produtos passam a ter acesso a linhas de capital de giro no âmbito do programa.</p>
<p>Antes, o financiamento estava restrito à compra de bens de capital e a investimentos.</p>
<p>Segundo o governo, a mudança busca atender à dinâmica financeira do setor, que muitas vezes precisa pagar insumos importados antes de receber pelas vendas feitas aos produtores rurais.</p>
<h3>Encargos para minerais críticos caem para 3% ao ano</h3>
<p>Para empresas industriais e tecnológicas da cadeia de minerais críticos e estratégicos, o encargo financeiro dos financiamentos para bens de capital e investimentos foi reduzido para 3% ao ano.</p>
<p>Antes da mudança, as taxas eram de 8% ao ano em determinadas operações de bens de capital e de 6,5% ao ano em determinadas operações de investimento.</p>
<p>A redução tem como objetivo estimular investimentos em etapas como beneficiamento, refino e transformação dos minerais no Brasil.</p>
<h3>Setores beneficiados são definidos por portarias</h3>
<p>As empresas elegíveis ao crédito são definidas em conjunto pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e pelo Ministério da Fazenda.</p>
<p>A lista de setores beneficiários está prevista em portarias interministeriais que regulamentam o Plano Brasil Soberano.</p>
<p>De acordo com o governo, as medidas buscam apoiar setores afetados pelo aumento das tarifas norte-americanas e pela instabilidade do comércio internacional, preservando atividade econômica, emprego e renda.</p>
<h3>CMN define diretrizes de crédito no país</h3>
<p>O Conselho Monetário Nacional é o órgão responsável por formular diretrizes das políticas monetária e de crédito do país.</p>
<p>Presidido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, o colegiado também é formado pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Brasil e EUA mantêm reunião sobre tarifaço, mas expectativa é de avanço limitado</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/brasil-e-eua-mantem-reuniao-sobre-tarifaco-mas-expectativa-e-de-avanco-limitado/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=brasil-e-eua-mantem-reuniao-sobre-tarifaco-mas-expectativa-e-de-avanco-limitado</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 09:16:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Encontro virtual entre Márcio Elias Rosa e Jamieson Greer segue marcado para segunda-feira, às 14h30; bastidores indicam que Brasil tentará abrir espaço para redução de alíquotas e ampliação de exceções Brasil e Estados Unidos mantêm para a próxima segunda-feira (31), às 14h30, no horário de Brasília, a reunião virtual para discutir as tarifas impostas pelo [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_49104" aria-describedby="caption-attachment-49104" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-49104" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/24012014-porto_do_rio_7_1.webp?resize=1020%2C611&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="611" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/24012014-porto_do_rio_7_1.webp?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/24012014-porto_do_rio_7_1.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/24012014-porto_do_rio_7_1.webp?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/24012014-porto_do_rio_7_1.webp?w=1170&amp;ssl=1 1170w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-49104" class="wp-caption-text">Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">Encontro virtual entre <strong>Márcio Elias Rosa</strong> e <strong>Jamieson Greer</strong> segue marcado para segunda-feira, às 14h30; bastidores indicam que Brasil tentará abrir espaço para redução de alíquotas e ampliação de exceções</h3>
<p>Brasil e Estados Unidos mantêm para a próxima segunda-feira (31), às 14h30, no horário de Brasília, a reunião virtual para discutir as tarifas impostas pelo governo norte-americano a produtos brasileiros. Até o momento, não há confirmação oficial de alteração na data, no horário ou no formato do encontro anunciado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).</p>
<p>A conversa será conduzida pelo ministro Márcio Elias Rosa e pelo representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, chefe do USTR, órgão responsável pela política comercial norte-americana. A reunião foi acertada depois do telefonema entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, na última sexta-feira (21), quando os dois governos decidiram reabrir o canal de negociação comercial.</p>
<p>A novidade em relação ao primeiro anúncio é o detalhamento dos bastidores da retomada. Segundo a Folha de S.Paulo, a iniciativa para organizar a reunião partiu do governo norte-americano, após Trump sinalizar que as equipes dos dois países deveriam voltar a conversar. O encontro não deve envolver diretamente os presidentes.</p>
<p>O Poder360 informou que a reunião foi remarcada para segunda-feira após ajustes de agenda, já que havia expectativa de que uma conversa ocorresse ainda nesta semana. O veículo também apontou que representantes do Ministério das Relações Exteriores e integrantes do USTR devem participar das discussões.</p>
<h3>Brasil deve buscar redução de tarifas e novas exceções</h3>
<p>A principal pauta brasileira será tentar reduzir o impacto das sobretaxas sobre exportadores nacionais. As tarifas impostas pelos Estados Unidos podem chegar a 37,5% em determinados produtos, resultado da combinação de uma tarifa adicional de 25% aplicada especificamente ao Brasil com uma sobretaxa de 12,5% relacionada a uma investigação norte-americana sobre importações associadas a trabalho forçado.</p>
<p>Nos bastidores, no entanto, a expectativa é moderada. Interlocutores do governo brasileiro ouvidos pela imprensa avaliam que a reunião pode reabrir uma via de diálogo, mas não necessariamente produzir uma reversão imediata das medidas. A negociação pode se concentrar, ao menos inicialmente, em ampliar exceções, reduzir alíquotas para setores específicos ou criar uma agenda técnica para discutir os argumentos usados pelos Estados Unidos.</p>
<p>O governo brasileiro sustenta que as alegações utilizadas pelo USTR para justificar as tarifas são infundadas. Entre os pontos citados por Washington estão comércio digital e meios eletrônicos de pagamento, incluindo o Pix, tarifas preferenciais, combate à corrupção, propriedade intelectual, etanol, desmatamento ilegal e importações de produtos associados a trabalho forçado.</p>
<h3>Tarifas atingem exportações brasileiras e elevam tensão comercial</h3>
<p>A crise comercial ganhou força em julho, quando o USTR anunciou uma tarifa de 25% sobre determinados produtos brasileiros com base na Seção 301 da legislação comercial dos Estados Unidos. O órgão afirmou que práticas brasileiras relacionadas a comércio digital, tarifas preferenciais, combate à corrupção, propriedade intelectual, etanol e desmatamento seriam prejudiciais a agricultores, trabalhadores, inovadores e exportadores norte-americanos.</p>
<p>Poucos dias depois, os Estados Unidos também aplicaram tarifas de 10% ou 12,5% a 60 economias, sob a justificativa de pressionar parceiros comerciais a adotar e fazer cumprir proibições contra a importação de bens produzidos com trabalho forçado. No caso brasileiro, a alíquota adicional aplicada foi de 12,5%.</p>
<p>Segundo levantamento do MDIC divulgado anteriormente, a tarifa acumulada de 37,5% alcança cerca de US$ 6,6 bilhões em exportações brasileiras ao mercado norte-americano. O percentual representa 16,5% das vendas brasileiras aos Estados Unidos, considerando a base analisada pelo ministério.</p>
<h3>Reação brasileira envolve OMC e Lei da Reciprocidade</h3>
<p>O Brasil já acionou o sistema de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC), argumentando que as medidas norte-americanas são incompatíveis com as regras multilaterais. Os Estados Unidos aceitaram participar das consultas no âmbito da OMC.</p>
<p>Paralelamente, o governo brasileiro iniciou procedimentos internos relacionados à Lei da Reciprocidade Econômica, que pode permitir resposta a barreiras comerciais unilaterais impostas por outros países. Apesar disso, a avaliação divulgada por veículos que acompanham as tratativas é de que uma eventual medida de reciprocidade não deve ser concluída de forma imediata.</p>
<p>A estratégia brasileira, neste momento, combina pressão institucional, tentativa de negociação bilateral e defesa pública de que a relação comercial entre os dois países não justificaria a escalada tarifária. O governo brasileiro também tem enfatizado que os Estados Unidos mantêm superávit na relação comercial com o Brasil.</p>
<h3>Reunião ocorre em ambiente político sensível</h3>
<p>A retomada das negociações acontece em um ambiente político delicado. A disputa comercial coincide com o período eleitoral no Brasil e com tensões diplomáticas recentes entre Brasília e Washington.</p>
<p>Reportagens publicadas após o telefonema entre Lula e Trump indicam que o Planalto vê a reabertura do diálogo como positiva, mas não trabalha com expectativa de retirada imediata do tarifaço antes da eleição. A avaliação é que uma revogação rápida poderia ter forte impacto político no cenário interno brasileiro.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o encontro virtual de segunda-feira é visto como teste para medir se haverá disposição concreta dos Estados Unidos para negociar exceções ou revisar parte das medidas. Sem mudança formal, as tarifas seguem em vigor.</p>
<h3>O que mudou depois do primeiro anúncio</h3>
<p>Até agora, não houve confirmação pública de cancelamento, antecipação ou alteração de horário da reunião anunciada para 31 de agosto. A principal atualização foi a ampliação das informações sobre os bastidores do encontro.</p>
<h3>As novas apurações indicam que:</h3>
<ul>
<li>a iniciativa da reunião teria partido do governo norte-americano;</li>
<li>o encontro será conduzido por Márcio Elias Rosa e Jamieson Greer, sem participação direta dos presidentes;</li>
<li>representantes do Itamaraty e integrantes do USTR devem acompanhar as tratativas;</li>
<li>havia expectativa anterior de reunião ainda nesta semana, mas o encontro foi ajustado para segunda-feira;</li>
<li>o governo brasileiro vê a retomada do diálogo como positiva, mas com baixa expectativa de alívio tarifário imediato;</li>
<li>a negociação pode começar pela busca de exceções e redução de danos a setores específicos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Guerra no Oriente Médio acelera busca por ativos estratégicos e pode favorecer investimentos no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 12:22:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo especialistas, capital global continua circulando, mas de forma mais seletiva, com foco em energia, infraestrutura, agronegócio e recursos naturais A escalada das tensões no Oriente Médio tem impacto que vai além do preço do petróleo. O cenário altera fluxos comerciais globais, amplia a percepção de risco e passa a influenciar discussões estratégicas em conselhos [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48987" aria-describedby="caption-attachment-48987" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-48987 size-full" src="https://portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/shell-employee-works-on-offshore-vessels.avif" alt="" width="640" height="361" srcset="https://portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/shell-employee-works-on-offshore-vessels.avif 640w, https://portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/shell-employee-works-on-offshore-vessels.avif 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-48987" class="wp-caption-text">Foto: Shell do Brasil</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">
Segundo especialistas, capital global continua circulando, mas de forma mais seletiva, com foco em energia, infraestrutura, agronegócio e recursos naturais</h3>
<figure id="attachment_48986" aria-describedby="caption-attachment-48986" style="width: 200px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-medium wp-image-48986" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Jefferson-Nesello-socio-fundador-diretor-Zaxo.jpg?resize=200%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="200" height="300" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Jefferson-Nesello-socio-fundador-diretor-Zaxo.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Jefferson-Nesello-socio-fundador-diretor-Zaxo.jpg?resize=683%2C1024&amp;ssl=1 683w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Jefferson-Nesello-socio-fundador-diretor-Zaxo.jpg?resize=768%2C1152&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Jefferson-Nesello-socio-fundador-diretor-Zaxo.jpg?resize=1024%2C1536&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Jefferson-Nesello-socio-fundador-diretor-Zaxo.jpg?resize=1365%2C2048&amp;ssl=1 1365w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Jefferson-Nesello-socio-fundador-diretor-Zaxo.jpg?w=2040&amp;ssl=1 2040w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Jefferson-Nesello-socio-fundador-diretor-Zaxo.jpg?w=3060&amp;ssl=1 3060w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /><figcaption id="caption-attachment-48986" class="wp-caption-text">Jefferson Nesello, sócio-fundador e diretor da Zaxo; Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p>A escalada das tensões no Oriente Médio tem impacto que vai além do preço do petróleo. O cenário altera fluxos comerciais globais, amplia a percepção de risco e passa a influenciar discussões estratégicas em conselhos de administração, fundos de investimento e operações de fusões e aquisições.</p>
<p>Apesar da incerteza geopolítica, os dados indicam que o mercado não está paralisado. O capital continua circulando, mas de forma mais seletiva, priorizando países, setores e ativos considerados resilientes em cenários de maior volatilidade.</p>
<p>No primeiro trimestre de 2026, as operações globais de fusões e aquisições somaram US$ 861 bilhões, o melhor início de ano para o mercado desde 2021.</p>
<blockquote><p>“Em momentos de tensão geopolítica, o investidor deixa de perseguir apenas crescimento e passa a buscar proteção. Mas o movimento de alocação de capital continua. Contudo, ele se reorganiza, procura ativos ligados à segurança energética, produção de alimentos, infraestrutura e recursos naturais”, afirma <strong>Jefferson Nesello</strong>, sócio-fundador e diretor da Zaxo, boutique de M&amp;A.</p></blockquote>
<h3>Brasil registra queda no número de operações, mas alta no valor movimentado</h3>
<p>Segundo relatório da Aon, elaborado em parceria com a TTR Data e a Datasite, o Brasil registrou 256 operações de fusões e aquisições no primeiro trimestre de 2026. O número representa queda de 43% em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p>Apesar da redução na quantidade de negócios, o valor agregado das transações cresceu 114%, alcançando US$ 17,7 bilhões.</p>
<blockquote><p>“O crescimento de 114% no valor das operações de M&amp;A mostra que o capital continua disposto a investir, mas de forma mais concentrada e seletiva. O investidor global está buscando ativos resilientes, capazes de atravessar ciclos de turbulência”, diz Nesello.</p></blockquote>
<h3>País pode ganhar relevância na reorganização global do capital</h3>
<p>Na avaliação do executivo, o Brasil ganha relevância nesse cenário de reacomodação dos fluxos globais de capital. O país passa a ser visto não apenas como mercado emergente, mas como alternativa estratégica em setores considerados essenciais.</p>
<blockquote><p>“Enquanto parte do mundo convive com conflitos armados, disputas comerciais e riscos crescentes de interrupção de cadeias produtivas, o país reúne atributos que se tornaram escassos: disponibilidade de recursos naturais, capacidade energética e estabilidade institucional relativa quando comparada a outras regiões”, afirma.</p></blockquote>
<p>Segundo Nesello, a combinação desses fatores tende a fortalecer o Brasil como destino de investimentos estratégicos.</p>
<blockquote><p>“Nesse contexto, setores ligados à energia, infraestrutura, agronegócio e recursos naturais passam a ocupar posição privilegiada nas decisões de alocação de capital”, destaca.</p></blockquote>
<h3>Energia é um dos setores em evidência</h3>
<p>O setor de energia aparece entre os exemplos mais evidentes dessa mudança. Em meio às preocupações globais sobre o fornecimento de petróleo, empresas internacionais têm ampliado a atenção ao Brasil.</p>
<p>Em março de 2026, a Shell afirmou enxergar uma “enorme oportunidade” para investimentos no petróleo brasileiro, em razão da estabilidade do país em comparação a outras regiões produtoras. A companhia destacou que a produção nacional ganha importância à medida que compradores globais buscam reduzir a dependência do Oriente Médio.</p>
<p>A relevância estratégica da América do Sul também aparece nos números. Em 2026, Brasil, Guiana e outros produtores da região ampliaram sua participação no abastecimento global em um momento de redução da oferta oriunda do Oriente Médio.</p>
<p>Desde 2021, as exportações brasileiras de petróleo cresceram 71%. Apenas nos cinco primeiros meses de 2026, o país embarcou mais de 361 milhões de barris.</p>
<p>Em meio às restrições de oferta provocadas pela crise no Oriente Médio, Brasil e Guiana responderam por parte relevante do aumento das exportações sul-americanas, consolidando a região como alternativa ao petróleo oriundo do Golfo Pérsico.</p>
<h3>Desafio é transformar vantagem em investimento</h3>
<p>Para Nesello, a guerra no Oriente Médio acelera uma reorganização dos fluxos globais de capital e abre uma janela de oportunidade para o Brasil.</p>
<blockquote><p>“A guerra no Oriente Médio está acelerando uma reorganização dos fluxos globais de capital. E o Brasil precisa aproveitar essa janela. O desafio agora é transformar essa vantagem potencial em atração efetiva de investimentos. Quem conseguir se posicionar melhor durante essa reconfiguração global tende a colher os resultados por muitos anos”, conclui.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Alunos de escola pública do DF aprendem educação financeira jogando com voluntários do Instituto XP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 21:51:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Brasil Solidário (IBS) realiza no dia 13 de agosto uma ação presencial de educação financeira no Centro de Ensino Médio Escola Industrial de Taguatinga (CEMEIT), com a participação de voluntários do Instituto XP. A programação é dedicada à expansão do projeto &#8220;Jogar e Aprender&#8221;, que utiliza os jogos da família PIC$ do IBS [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48926" aria-describedby="caption-attachment-48926" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-48926" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Alunos-de-escola-publica-do-DF-aprendem-a-lidar-com-dinheiro-jogando.jpg?resize=1020%2C679&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Alunos-de-escola-publica-do-DF-aprendem-a-lidar-com-dinheiro-jogando.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Alunos-de-escola-publica-do-DF-aprendem-a-lidar-com-dinheiro-jogando.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Alunos-de-escola-publica-do-DF-aprendem-a-lidar-com-dinheiro-jogando.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Alunos-de-escola-publica-do-DF-aprendem-a-lidar-com-dinheiro-jogando.jpg?resize=1536%2C1023&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Alunos-de-escola-publica-do-DF-aprendem-a-lidar-com-dinheiro-jogando.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48926" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O Instituto Brasil Solidário (IBS) realiza no dia 13 de agosto uma ação presencial de educação financeira no Centro de Ensino Médio Escola Industrial de Taguatinga (CEMEIT), com a participação de voluntários do Instituto XP. A programação é dedicada à expansão do projeto &#8220;Jogar e Aprender&#8221;, que utiliza os jogos da família PIC$ do IBS como ferramenta pedagógica para o ensino de educação financeira.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Estudantes do Ensino Médio e de Tempo Integral participarão de rodadas com os jogos Pic</span><span class="katex"><span class="katex-mathml">City,PIC</span><span class="katex-html" aria-hidden="true"><span class="base"><span class="mord mathnormal">C</span><span class="mord mathnormal">i</span><span class="mord mathnormal">t</span><span class="mord mathnormal">y</span><span class="mpunct">,</span><span class="mord mathnormal">P</span><span class="mord mathnormal">I</span><span class="mord mathnormal">C</span></span></span></span><span class=""> GO e BIO+, formando grupos mistos de aprendizagem com os voluntários da instituição. Além das partidas, a ação prevê momentos de bate-papo entre estudantes e voluntários sobre consumo, planejamento financeiro, investimentos, carreira e mercado de trabalho, aproximando o conteúdo trabalhado em sala de aula de experiências práticas do mundo profissional.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">De acordo com Luis Salvatore, presidente do IBS, ações desse tipo ampliam o alcance do trabalho de educação financeira desenvolvido nas escolas públicas. Ele destaca que falar de dinheiro ainda é um desafio em muitos contextos familiares, e quando a escola assume esse debate de forma estruturada, com metodologia e acompanhamento, contribui para formar estudantes mais preparados para fazer escolhas conscientes ao longo da vida.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A metodologia do projeto trabalha conceitos de consumo consciente, planejamento, tomada de decisão e sustentabilidade a partir da lógica dos jogos, permitindo que os estudantes experimentem cenários de escolha financeira em ambiente controlado. O tema ganha urgência diante do cenário nacional: segundo o Relatório de Cidadania Financeira 2025 do Banco Central, 87% dos brasileiros erraram uma questão básica de cálculo de juros simples, e o número de jovens endividados dobrou em oito anos, passando de 13,7 milhões em 2016 para 27,6 milhões.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A ação em Taguatinga dá continuidade ao trabalho do IBS no Distrito Federal, iniciado em 2024. Atualmente, o IBS atende quatro escolas no DF, com mais de 4 mil estudantes impactados.</span></p>
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		<item>
		<title>Dia dos Pais deve movimentar R$ 8,52 bilhões no varejo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:28:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Dia dos Pais de 2026 promete aquecer o comércio brasileiro, com uma projeção de movimentar R$ 8,52 bilhões no varejo, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) . A estimativa representa um crescimento real de 2,9% em relação a 2025, mantendo a data como a quarta mais importante do calendário do comércio [...]</p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/dia-dos-pais-deve-movimentar-r-852-bilhoes-no-varejo/">Dia dos Pais deve movimentar R$ 8,52 bilhões no varejo</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48890" aria-describedby="caption-attachment-48890" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-48890" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ritae-baby-2416718_1280.jpg?resize=1020%2C689&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="689" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ritae-baby-2416718_1280.jpg?resize=1024%2C692&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ritae-baby-2416718_1280.jpg?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ritae-baby-2416718_1280.jpg?resize=768%2C519&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ritae-baby-2416718_1280.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48890" class="wp-caption-text">Foto: Pixabay</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O Dia dos Pais de 2026 promete aquecer o comércio brasileiro, com uma projeção de movimentar </span><span class="">R$ 8,52 bilhões</span><span class=""> no varejo, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) </span><span class="">. A estimativa representa um crescimento real de 2,9% em relação a 2025, mantendo a data como a quarta mais importante do calendário do comércio em movimentação financeira.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O especialista em tributação Fabrício Tonegutti, da Mix Fiscal, explica que a data movimenta lojas de roupas, calçados, perfumarias, comércio eletrônico, restaurantes e supermercados. &#8220;Para este ano, a expectativa é positiva, mas sem explosão de consumo. Os juros e o endividamento devem limitar os presentes mais caros&#8221; </span><span class="">.</span></p>
<h4><strong><span class="">Como economizar: dicas do especialista para consumidores</span></strong></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Para quem vai às compras, Tonegutti dá uma orientação simples, mas fundamental: </span><span class="">defina o orçamento antes de escolher o presente e olhe o preço total, não apenas o valor da parcela</span><span class="">. Segundo ele, no ano passado, 35% dos consumidores que pretendiam presentear já tinham contas atrasadas, e 13% poderiam deixar de pagar uma conta para comprar o presente. &#8220;Parcelar o presente pode fazer sentido. Parcelar carne, carvão e sobremesa transforma o churrasco de domingo numa lembrança que aparece na fatura até o Natal&#8221;, alerta </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Outras recomendações práticas incluem:</span></p>
<ul>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Pesquisar preços</span></strong><span class=""> antes de comprar. A diferença pode ser significativa mesmo para o mesmo produto </span><span class="">.</span></p>
</li>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Verificar a política de troca</span></strong><span class=""> da loja. Lojas físicas não são obrigadas a trocar produtos sem defeito, ao contrário das compras online, que contam com o direito de arrependimento de 7 dias </span><span class="">.</span></p>
</li>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Guardar a nota fiscal</span></strong><span class="">, documento essencial para comprovar a compra e acionar a garantia </span><span class="">.</span></p>
</li>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Desconfiar de ofertas muito abaixo do mercado</span></strong><span class="">, especialmente em compras pela internet, para evitar golpes e produtos falsificados </span><span class="">.</span></p>
</li>
</ul>
<h4><strong><span class="">Oportunidades para o varejo: como o supermercado pode vender a ocasião completa</span></strong></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A data também representa uma oportunidade para o varejo alimentar, especialmente os supermercados. No ano passado, a cesta do Dia dos Pais cresceu 8,2% em faturamento, mas apenas 1,1% em quantidade vendida, o que indica que a inflação pesou mais que o volume de produtos </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Tonegutti sugere que os supermercados aproveitem a ocasião para vender a celebração completa. Ele recomenda reunir carne, linguiça, pão de alho, farofa, carvão, gelo e bebidas em combos, criar kits prontos com desconto no Pix e expor produtos relacionados no mesmo espaço. &#8220;Muita gente chega pensando apenas na carne e sai com tudo aquilo que, misteriosamente, se torna indispensável para o churrasco&#8221;, observa. Para o supermercado, é uma compra maior; para o cliente, é praticidade</span></p>
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		<title>Painel no Rio Innovation Week destaca eletrificação, inovação e múltiplas tecnologias como caminhos para o futuro da indústria automotiva brasileira</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/painel-no-rio-innovation-week-destaca-eletrificacao-inovacao-e-multiplas-tecnologias-como-caminhos-para-o-futuro-da-industria-automotiva-brasileira/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=painel-no-rio-innovation-week-destaca-eletrificacao-inovacao-e-multiplas-tecnologias-como-caminhos-para-o-futuro-da-industria-automotiva-brasileira</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:24:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A eletrificação da mobilidade no Brasil não será um processo linear, mas sim marcado pela convivência entre diferentes tecnologias, pelo fortalecimento da indústria nacional e pela construção de políticas públicas capazes de estimular investimentos e inovação. Essa foi a principal conclusão do painel &#8220;Eletrificação &#38; Transformação do Mercado Automotivo Brasileiro&#8221;, realizado nesta terça-feira (5) durante [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48887" aria-describedby="caption-attachment-48887" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-48887" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-16.jpg?resize=1020%2C1020&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="1020" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-16.jpg?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-16.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-16.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-16.jpg?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-16.jpg?resize=1536%2C1536&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-16.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48887" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A eletrificação da mobilidade no Brasil não será um processo linear, mas sim marcado pela convivência entre diferentes tecnologias, pelo fortalecimento da indústria nacional e pela construção de políticas públicas capazes de estimular investimentos e inovação. Essa foi a principal conclusão do painel &#8220;Eletrificação &amp; Transformação do Mercado Automotivo Brasileiro&#8221;, realizado nesta terça-feira (5) durante o Rio Innovation Week.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O debate reuniu Ricardo Bastos, presidente da ABVE; Igor Calvet, presidente da Anfavea; e Wellington Damasceno, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, com mediação de Fernando Miragaya, editor da Automotive Business. Os participantes destacaram que a transformação do setor representa uma oportunidade para impulsionar a inovação, gerar empregos qualificados e fortalecer a competitividade do Brasil no cenário global.</span></p>
<h4><strong><span class="">Complementaridade tecnológica e etanol como diferencial</span></strong></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Um dos principais consensos foi que não existe uma estratégia única para a eletrificação da frota brasileira. O país deve apostar na complementaridade entre veículos híbridos, híbridos flex, elétricos a bateria e biocombustíveis, permitindo que a descarbonização aconteça de forma gradual e alinhada à realidade nacional . O etanol foi apontado como um importante diferencial competitivo, especialmente quando combinado à eletrificação por meio dos híbridos flex.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Ricardo Bastos, presidente da ABVE, destacou que o Brasil está em um momento de grande transformação, começando a fabricar veículos elétricos e eletrificados em território nacional . Ele afirmou que a eletromobilidade contribuirá para aumentar a qualidade e elevar o patamar tecnológico dos veículos brasileiros, abrindo novas oportunidades para a indústria de recarga elétrica, setor de autopeças e formação profissional.</span></p>
<h4><strong><span class="">Fortalecimento da produção nacional e qualificação profissional</span></strong></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Os debatedores ressaltaram que o crescimento da eletrificação deve ser acompanhado pela localização da fabricação de veículos, componentes e novas tecnologias no Brasil, preservando empregos e consolidando uma cadeia produtiva competitiva . A qualificação profissional foi apontada como um dos grandes desafios, exigindo atualização dos currículos da educação técnica e ampliação de programas de capacitação para toda a cadeia automotiva.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Os participantes também defenderam que o Brasil possui condições de assumir um papel de protagonismo na transformação da mobilidade, mas precisa acelerar investimentos e avançar na construção de políticas públicas que ofereçam previsibilidade e estimulem a inovação . O sucesso da transição energética, segundo os especialistas, dependerá da atuação integrada entre governo, indústria, trabalhadores, academia e instituições de ensino, combinando diferentes tecnologias, investimentos em infraestrutura e qualificação da mão de obra para consolidar o país como protagonista da nova mobilidade.</span></p>
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		<title>Brasil lidera crescimento das viagens corporativas e movimentará US$ 35,8 bilhões em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 20:58:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil se destaca como o mercado de viagens corporativas com maior crescimento entre os 15 principais países do mundo, segundo o relatório anual da Global Business Travel Association (GBTA). A projeção é de que o país movimente US$ 35,8 bilhões (cerca de R$ 183,6 bilhões) em 2026, um avanço de 13,8% em relação a [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_24210" aria-describedby="caption-attachment-24210" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-24210" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/01/movimentacao-aeroporto-bsb_mcamgo_abr_211220211818-6.jpg?resize=1020%2C765&#038;ssl=1" alt="voos, valor, greve, comissários, pilotos" width="1020" height="765" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/01/movimentacao-aeroporto-bsb_mcamgo_abr_211220211818-6.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/01/movimentacao-aeroporto-bsb_mcamgo_abr_211220211818-6.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/01/movimentacao-aeroporto-bsb_mcamgo_abr_211220211818-6.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-24210" class="wp-caption-text">Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O Brasil se destaca como o mercado de viagens corporativas com maior crescimento entre os 15 principais países do mundo, segundo o relatório anual da Global Business Travel Association (GBTA). A projeção é de que o país movimente US$ </span><span class="katex"><span class="katex-mathml">35,8 bilhões (cerca de R$</span></span><span class=""> 183,6 bilhões) em 2026, um avanço de 13,8% em relação a 2025, mantendo-se como o 10º maior mercado global.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O crescimento brasileiro supera a média mundial, que deve movimentar US$ </span><span class="katex"><span class="katex-mathml">1,71 trilhão (aproximadamente </span><span class="katex-html" aria-hidden="true"><span class="base"><span class="mord mathnormal">R$</span></span></span></span><span class=""> 8,73 trilhões) em 2026, com expansão estimada de 7,2%. No entanto, o aumento dos gastos será significativamente superior ao crescimento de 1,3% no volume de viagens, indicando que parte relevante desse movimento está relacionada à elevação dos preços e não apenas ao aumento da atividade.</span></p>
<h4><span class="">Pressão sobre custos exige planejamento</span></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Para Pedro Góes, CEO da Paytrack, empresa especializada em gestão integrada de viagens e despesas corporativas, o descompasso entre o crescimento dos gastos e o volume de deslocamentos marca uma nova etapa para o setor. &#8220;As viagens corporativas voltaram a ocupar um espaço relevante na estratégia das empresas, apoiando a expansão dos negócios, o relacionamento com clientes e a integração das equipes. O crescimento projetado para o Brasil mostra a força desse mercado, mas também exige mais atenção à forma como os recursos são planejados e utilizados&#8221;, afirma.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Segundo Góes, o cenário é influenciado pela alta dos combustíveis, pelos custos da aviação e pelas incertezas geopolíticas . A resposta das empresas precisa passar por mais planejamento, dados e capacidade de antecipação, com ampliação do controle sobre custos e maior previsibilidade orçamentária . Na América Latina, a projeção é de 64 milhões de viagens corporativas em 2026, com crescimento de 1,5% no volume.</span></p>
<h4><span class="">Mercado global segue aquecido</span></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O levantamento da GBTA mostra que a demanda global permanece aquecida. Em 2025, 74% dos viajantes corporativos entrevistados em 66 mercados afirmaram ter viajado tanto quanto ou mais do que no ano anterior . O gasto médio por viagem chegou a US</span><span class="katex"><span class="katex-mathml">875(cercadeR</span><span class="katex-html" aria-hidden="true"><span class="base"><span class="mord">875</span><span class="mopen">(</span><span class="mord mathnormal">cerc</span><span class="mord mathnormal">a</span><span class="mord mathnormal">d</span><span class="mord mathnormal">e</span><span class="mord mathnormal">R</span></span></span></span><span class=""> 4.466), sendo que transporte aéreo e hospedagem responderam juntos por 52% das despesas, reforçando o peso desses itens na estrutura de custos das empresas.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A programação da GBTA Convention 2026, que acontece entre os dias 3 e 5 de agosto em Chicago, também tem destacado o avanço da inteligência artificial, da automação e da análise de dados como caminhos para ampliar a eficiência da gestão de viagens corporativas. Segundo a GBTA, os investimentos empresariais em tecnologia, relacionamento com clientes e desenvolvimento das cadeias de fornecimento devem continuar sustentando a demanda global, com projeção de que os gastos do setor alcancem US$ 2,06 trilhões em 2030.</span></p>
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		<title>Investimentos em 2026: como atravessar eleições, juros altos e incerteza fiscal sem perder o rumo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 19:57:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O segundo semestre de 2026 começou com um cenário desafiador para os investidores: volatilidade elevada, taxas de juros ainda em patamares restritivos e incertezas fiscais no horizonte. Para o economista Daniel Abrahão, do Grupo Fatorial, a receita para navegar esse ambiente não é surpreendente, mas exige disciplina: cautela, diversificação e foco nos fundamentos econômicos, em [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_24878" aria-describedby="caption-attachment-24878" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-24878" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0.jpg?resize=1020%2C611&#038;ssl=1" alt="selic, tributárias, americanas" width="1020" height="611" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-24878" class="wp-caption-text">Foto: Marcello Casal/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O segundo semestre de 2026 começou com um cenário desafiador para os investidores: volatilidade elevada, taxas de juros ainda em patamares restritivos e incertezas fiscais no horizonte. Para o economista Daniel Abrahão, do Grupo Fatorial, a receita para navegar esse ambiente não é surpreendente, mas exige disciplina: cautela, diversificação e foco nos fundamentos econômicos, em vez de reagir a cada movimento de curto prazo.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Embora o calendário eleitoral costume amplificar a sensibilidade dos ativos, Abrahão avalia que parte relevante desse risco já está precificada pelo mercado. &#8220;Não há surpresa gigante esperando para outubro, o cenário já está parcialmente refletido nos preços de hoje. Quando um candidato sobe nas pesquisas, a remarcação ocorre em tempo real&#8221;, afirma.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Volatilidade maior, mas dentro do esperado</span></strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Estudos citados pelo economista mostram que a volatilidade média mensal do Ibovespa sobe de 27,3% para 30,2% em anos eleitorais, um aumento de 10,6%. Apesar das oscilações adicionais, o histórico indica que esses períodos não costumam mudar tendências de longo prazo. Para a assessoria de investimentos do Grupo Fatorial, fatores estruturais como inflação, juros, atividade econômica e trajetória fiscal continuam sendo os principais direcionadores de Bolsa, câmbio e renda fixa, com impacto mais duradouro do que eventos pontuais do calendário político.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Responsabilidade fiscal no radar</span></strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O mercado, segundo Abrahão, não teme eleições em si, mas sim sinais de que a próxima administração possa ignorar a responsabilidade fiscal. Anúncios relacionados a gastos públicos, arrecadação e reformas estruturais seguem sendo monitorados de perto pelos investidores institucionais, e momentos de maior estresse costumam estar associados a dúvidas sobre a condução econômica, não apenas ao processo eleitoral.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Planejamento de longo prazo e oportunidades táticas</span></strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A recomendação é evitar mudanças bruscas de carteira motivadas por ansiedade. Estratégias construídas para o longo prazo não devem ser abandonadas em períodos de maior volatilidade. &#8220;Um investidor com planejamento sólido, carteira diversificada e horizonte adequado não precisa se preocupar com ciclos eleitorais. A estratégia fundamental não muda. Quando houver, os ajustes devem ser apenas táticos&#8221;, afirma.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O economista também lembra que movimentos de correção podem abrir espaço para oportunidades seletivas em ativos de qualidade. Ele cita o exemplo das eleições de 2002, quando o Ibovespa acumulou retorno de 295% entre 2003 e 2006, após um momento considerado de máxima tensão pelos investidores. &#8220;O histórico demonstra que investidores disciplinados, bem assessorados e com estratégia clara não são quebrados por ciclos eleitorais, mas sim fortalecidos por eles, já que aproveitam quedas para reposicionar em ativos de qualidade&#8221;, conclui.</span></p>
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