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	<title>Arquivos Economia - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Economia - Portal Contexto</title>
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		<title>Dia dos Pais deve movimentar R$ 8,52 bilhões no varejo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:28:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Dia dos Pais de 2026 promete aquecer o comércio brasileiro, com uma projeção de movimentar R$ 8,52 bilhões no varejo, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) . A estimativa representa um crescimento real de 2,9% em relação a 2025, mantendo a data como a quarta mais importante do calendário do comércio [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48890" aria-describedby="caption-attachment-48890" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-48890" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ritae-baby-2416718_1280.jpg?resize=1020%2C689&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="689" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ritae-baby-2416718_1280.jpg?resize=1024%2C692&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ritae-baby-2416718_1280.jpg?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ritae-baby-2416718_1280.jpg?resize=768%2C519&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ritae-baby-2416718_1280.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48890" class="wp-caption-text">Foto: Pixabay</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O Dia dos Pais de 2026 promete aquecer o comércio brasileiro, com uma projeção de movimentar </span><span class="">R$ 8,52 bilhões</span><span class=""> no varejo, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) </span><span class="">. A estimativa representa um crescimento real de 2,9% em relação a 2025, mantendo a data como a quarta mais importante do calendário do comércio em movimentação financeira.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O especialista em tributação Fabrício Tonegutti, da Mix Fiscal, explica que a data movimenta lojas de roupas, calçados, perfumarias, comércio eletrônico, restaurantes e supermercados. &#8220;Para este ano, a expectativa é positiva, mas sem explosão de consumo. Os juros e o endividamento devem limitar os presentes mais caros&#8221; </span><span class="">.</span></p>
<h4><strong><span class="">Como economizar: dicas do especialista para consumidores</span></strong></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Para quem vai às compras, Tonegutti dá uma orientação simples, mas fundamental: </span><span class="">defina o orçamento antes de escolher o presente e olhe o preço total, não apenas o valor da parcela</span><span class="">. Segundo ele, no ano passado, 35% dos consumidores que pretendiam presentear já tinham contas atrasadas, e 13% poderiam deixar de pagar uma conta para comprar o presente. &#8220;Parcelar o presente pode fazer sentido. Parcelar carne, carvão e sobremesa transforma o churrasco de domingo numa lembrança que aparece na fatura até o Natal&#8221;, alerta </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Outras recomendações práticas incluem:</span></p>
<ul>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Pesquisar preços</span></strong><span class=""> antes de comprar. A diferença pode ser significativa mesmo para o mesmo produto </span><span class="">.</span></p>
</li>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Verificar a política de troca</span></strong><span class=""> da loja. Lojas físicas não são obrigadas a trocar produtos sem defeito, ao contrário das compras online, que contam com o direito de arrependimento de 7 dias </span><span class="">.</span></p>
</li>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Guardar a nota fiscal</span></strong><span class="">, documento essencial para comprovar a compra e acionar a garantia </span><span class="">.</span></p>
</li>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Desconfiar de ofertas muito abaixo do mercado</span></strong><span class="">, especialmente em compras pela internet, para evitar golpes e produtos falsificados </span><span class="">.</span></p>
</li>
</ul>
<h4><strong><span class="">Oportunidades para o varejo: como o supermercado pode vender a ocasião completa</span></strong></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A data também representa uma oportunidade para o varejo alimentar, especialmente os supermercados. No ano passado, a cesta do Dia dos Pais cresceu 8,2% em faturamento, mas apenas 1,1% em quantidade vendida, o que indica que a inflação pesou mais que o volume de produtos </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Tonegutti sugere que os supermercados aproveitem a ocasião para vender a celebração completa. Ele recomenda reunir carne, linguiça, pão de alho, farofa, carvão, gelo e bebidas em combos, criar kits prontos com desconto no Pix e expor produtos relacionados no mesmo espaço. &#8220;Muita gente chega pensando apenas na carne e sai com tudo aquilo que, misteriosamente, se torna indispensável para o churrasco&#8221;, observa. Para o supermercado, é uma compra maior; para o cliente, é praticidade</span></p>
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		<title>Painel no Rio Innovation Week destaca eletrificação, inovação e múltiplas tecnologias como caminhos para o futuro da indústria automotiva brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:24:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A eletrificação da mobilidade no Brasil não será um processo linear, mas sim marcado pela convivência entre diferentes tecnologias, pelo fortalecimento da indústria nacional e pela construção de políticas públicas capazes de estimular investimentos e inovação. Essa foi a principal conclusão do painel &#8220;Eletrificação &#38; Transformação do Mercado Automotivo Brasileiro&#8221;, realizado nesta terça-feira (5) durante [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48887" aria-describedby="caption-attachment-48887" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-48887" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-16.jpg?resize=1020%2C1020&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="1020" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-16.jpg?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-16.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-16.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-16.jpg?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-16.jpg?resize=1536%2C1536&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-16.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48887" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A eletrificação da mobilidade no Brasil não será um processo linear, mas sim marcado pela convivência entre diferentes tecnologias, pelo fortalecimento da indústria nacional e pela construção de políticas públicas capazes de estimular investimentos e inovação. Essa foi a principal conclusão do painel &#8220;Eletrificação &amp; Transformação do Mercado Automotivo Brasileiro&#8221;, realizado nesta terça-feira (5) durante o Rio Innovation Week.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O debate reuniu Ricardo Bastos, presidente da ABVE; Igor Calvet, presidente da Anfavea; e Wellington Damasceno, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, com mediação de Fernando Miragaya, editor da Automotive Business. Os participantes destacaram que a transformação do setor representa uma oportunidade para impulsionar a inovação, gerar empregos qualificados e fortalecer a competitividade do Brasil no cenário global.</span></p>
<h4><strong><span class="">Complementaridade tecnológica e etanol como diferencial</span></strong></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Um dos principais consensos foi que não existe uma estratégia única para a eletrificação da frota brasileira. O país deve apostar na complementaridade entre veículos híbridos, híbridos flex, elétricos a bateria e biocombustíveis, permitindo que a descarbonização aconteça de forma gradual e alinhada à realidade nacional . O etanol foi apontado como um importante diferencial competitivo, especialmente quando combinado à eletrificação por meio dos híbridos flex.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Ricardo Bastos, presidente da ABVE, destacou que o Brasil está em um momento de grande transformação, começando a fabricar veículos elétricos e eletrificados em território nacional . Ele afirmou que a eletromobilidade contribuirá para aumentar a qualidade e elevar o patamar tecnológico dos veículos brasileiros, abrindo novas oportunidades para a indústria de recarga elétrica, setor de autopeças e formação profissional.</span></p>
<h4><strong><span class="">Fortalecimento da produção nacional e qualificação profissional</span></strong></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Os debatedores ressaltaram que o crescimento da eletrificação deve ser acompanhado pela localização da fabricação de veículos, componentes e novas tecnologias no Brasil, preservando empregos e consolidando uma cadeia produtiva competitiva . A qualificação profissional foi apontada como um dos grandes desafios, exigindo atualização dos currículos da educação técnica e ampliação de programas de capacitação para toda a cadeia automotiva.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Os participantes também defenderam que o Brasil possui condições de assumir um papel de protagonismo na transformação da mobilidade, mas precisa acelerar investimentos e avançar na construção de políticas públicas que ofereçam previsibilidade e estimulem a inovação . O sucesso da transição energética, segundo os especialistas, dependerá da atuação integrada entre governo, indústria, trabalhadores, academia e instituições de ensino, combinando diferentes tecnologias, investimentos em infraestrutura e qualificação da mão de obra para consolidar o país como protagonista da nova mobilidade.</span></p>
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		<title>Brasil lidera crescimento das viagens corporativas e movimentará US$ 35,8 bilhões em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 20:58:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil se destaca como o mercado de viagens corporativas com maior crescimento entre os 15 principais países do mundo, segundo o relatório anual da Global Business Travel Association (GBTA). A projeção é de que o país movimente US$ 35,8 bilhões (cerca de R$ 183,6 bilhões) em 2026, um avanço de 13,8% em relação a [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_24210" aria-describedby="caption-attachment-24210" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-24210" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/01/movimentacao-aeroporto-bsb_mcamgo_abr_211220211818-6.jpg?resize=1020%2C765&#038;ssl=1" alt="voos, valor, greve, comissários, pilotos" width="1020" height="765" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/01/movimentacao-aeroporto-bsb_mcamgo_abr_211220211818-6.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/01/movimentacao-aeroporto-bsb_mcamgo_abr_211220211818-6.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/01/movimentacao-aeroporto-bsb_mcamgo_abr_211220211818-6.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-24210" class="wp-caption-text">Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O Brasil se destaca como o mercado de viagens corporativas com maior crescimento entre os 15 principais países do mundo, segundo o relatório anual da Global Business Travel Association (GBTA). A projeção é de que o país movimente US$ </span><span class="katex"><span class="katex-mathml">35,8 bilhões (cerca de R$</span></span><span class=""> 183,6 bilhões) em 2026, um avanço de 13,8% em relação a 2025, mantendo-se como o 10º maior mercado global.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O crescimento brasileiro supera a média mundial, que deve movimentar US$ </span><span class="katex"><span class="katex-mathml">1,71 trilhão (aproximadamente </span><span class="katex-html" aria-hidden="true"><span class="base"><span class="mord mathnormal">R$</span></span></span></span><span class=""> 8,73 trilhões) em 2026, com expansão estimada de 7,2%. No entanto, o aumento dos gastos será significativamente superior ao crescimento de 1,3% no volume de viagens, indicando que parte relevante desse movimento está relacionada à elevação dos preços e não apenas ao aumento da atividade.</span></p>
<h4><span class="">Pressão sobre custos exige planejamento</span></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Para Pedro Góes, CEO da Paytrack, empresa especializada em gestão integrada de viagens e despesas corporativas, o descompasso entre o crescimento dos gastos e o volume de deslocamentos marca uma nova etapa para o setor. &#8220;As viagens corporativas voltaram a ocupar um espaço relevante na estratégia das empresas, apoiando a expansão dos negócios, o relacionamento com clientes e a integração das equipes. O crescimento projetado para o Brasil mostra a força desse mercado, mas também exige mais atenção à forma como os recursos são planejados e utilizados&#8221;, afirma.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Segundo Góes, o cenário é influenciado pela alta dos combustíveis, pelos custos da aviação e pelas incertezas geopolíticas . A resposta das empresas precisa passar por mais planejamento, dados e capacidade de antecipação, com ampliação do controle sobre custos e maior previsibilidade orçamentária . Na América Latina, a projeção é de 64 milhões de viagens corporativas em 2026, com crescimento de 1,5% no volume.</span></p>
<h4><span class="">Mercado global segue aquecido</span></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O levantamento da GBTA mostra que a demanda global permanece aquecida. Em 2025, 74% dos viajantes corporativos entrevistados em 66 mercados afirmaram ter viajado tanto quanto ou mais do que no ano anterior . O gasto médio por viagem chegou a US</span><span class="katex"><span class="katex-mathml">875(cercadeR</span><span class="katex-html" aria-hidden="true"><span class="base"><span class="mord">875</span><span class="mopen">(</span><span class="mord mathnormal">cerc</span><span class="mord mathnormal">a</span><span class="mord mathnormal">d</span><span class="mord mathnormal">e</span><span class="mord mathnormal">R</span></span></span></span><span class=""> 4.466), sendo que transporte aéreo e hospedagem responderam juntos por 52% das despesas, reforçando o peso desses itens na estrutura de custos das empresas.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A programação da GBTA Convention 2026, que acontece entre os dias 3 e 5 de agosto em Chicago, também tem destacado o avanço da inteligência artificial, da automação e da análise de dados como caminhos para ampliar a eficiência da gestão de viagens corporativas. Segundo a GBTA, os investimentos empresariais em tecnologia, relacionamento com clientes e desenvolvimento das cadeias de fornecimento devem continuar sustentando a demanda global, com projeção de que os gastos do setor alcancem US$ 2,06 trilhões em 2030.</span></p>
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		<title>Investimentos em 2026: como atravessar eleições, juros altos e incerteza fiscal sem perder o rumo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 19:57:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O segundo semestre de 2026 começou com um cenário desafiador para os investidores: volatilidade elevada, taxas de juros ainda em patamares restritivos e incertezas fiscais no horizonte. Para o economista Daniel Abrahão, do Grupo Fatorial, a receita para navegar esse ambiente não é surpreendente, mas exige disciplina: cautela, diversificação e foco nos fundamentos econômicos, em [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_24878" aria-describedby="caption-attachment-24878" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-24878" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0.jpg?resize=1020%2C611&#038;ssl=1" alt="selic, tributárias, americanas" width="1020" height="611" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-24878" class="wp-caption-text">Foto: Marcello Casal/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O segundo semestre de 2026 começou com um cenário desafiador para os investidores: volatilidade elevada, taxas de juros ainda em patamares restritivos e incertezas fiscais no horizonte. Para o economista Daniel Abrahão, do Grupo Fatorial, a receita para navegar esse ambiente não é surpreendente, mas exige disciplina: cautela, diversificação e foco nos fundamentos econômicos, em vez de reagir a cada movimento de curto prazo.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Embora o calendário eleitoral costume amplificar a sensibilidade dos ativos, Abrahão avalia que parte relevante desse risco já está precificada pelo mercado. &#8220;Não há surpresa gigante esperando para outubro, o cenário já está parcialmente refletido nos preços de hoje. Quando um candidato sobe nas pesquisas, a remarcação ocorre em tempo real&#8221;, afirma.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Volatilidade maior, mas dentro do esperado</span></strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Estudos citados pelo economista mostram que a volatilidade média mensal do Ibovespa sobe de 27,3% para 30,2% em anos eleitorais, um aumento de 10,6%. Apesar das oscilações adicionais, o histórico indica que esses períodos não costumam mudar tendências de longo prazo. Para a assessoria de investimentos do Grupo Fatorial, fatores estruturais como inflação, juros, atividade econômica e trajetória fiscal continuam sendo os principais direcionadores de Bolsa, câmbio e renda fixa, com impacto mais duradouro do que eventos pontuais do calendário político.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Responsabilidade fiscal no radar</span></strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O mercado, segundo Abrahão, não teme eleições em si, mas sim sinais de que a próxima administração possa ignorar a responsabilidade fiscal. Anúncios relacionados a gastos públicos, arrecadação e reformas estruturais seguem sendo monitorados de perto pelos investidores institucionais, e momentos de maior estresse costumam estar associados a dúvidas sobre a condução econômica, não apenas ao processo eleitoral.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Planejamento de longo prazo e oportunidades táticas</span></strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A recomendação é evitar mudanças bruscas de carteira motivadas por ansiedade. Estratégias construídas para o longo prazo não devem ser abandonadas em períodos de maior volatilidade. &#8220;Um investidor com planejamento sólido, carteira diversificada e horizonte adequado não precisa se preocupar com ciclos eleitorais. A estratégia fundamental não muda. Quando houver, os ajustes devem ser apenas táticos&#8221;, afirma.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O economista também lembra que movimentos de correção podem abrir espaço para oportunidades seletivas em ativos de qualidade. Ele cita o exemplo das eleições de 2002, quando o Ibovespa acumulou retorno de 295% entre 2003 e 2006, após um momento considerado de máxima tensão pelos investidores. &#8220;O histórico demonstra que investidores disciplinados, bem assessorados e com estratégia clara não são quebrados por ciclos eleitorais, mas sim fortalecidos por eles, já que aproveitam quedas para reposicionar em ativos de qualidade&#8221;, conclui.</span></p>
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		<title>BNDES e IBP firmam acordo para conectar startups do setor de energia a grandes empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 21:24:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Startup]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio de sua subsidiária BNDESPAR, e o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) celebraram um acordo de cooperação técnica para fortalecer o ecossistema de inovação no Brasil. A parceria, que integra a estratégia de ampliação das frentes do programa BNDES Garagem, tem como [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48768" aria-describedby="caption-attachment-48768" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-48768" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/GettyImages-2141587517-1.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/GettyImages-2141587517-1.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/GettyImages-2141587517-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/GettyImages-2141587517-1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/GettyImages-2141587517-1.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/GettyImages-2141587517-1.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48768" class="wp-caption-text">Foto: Getty Images</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio de sua subsidiária BNDESPAR, e o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) celebraram um acordo de cooperação técnica para fortalecer o ecossistema de inovação no Brasil. A parceria, que integra a estratégia de ampliação das frentes do programa BNDES Garagem, tem como foco conectar startups, empresas e especialistas do setor de energia para impulsionar a transição energética e a descarbonização </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A cooperação permitirá que startups apoiadas pelo BNDES Garagem tenham acesso a demandas concretas da indústria de petróleo, gás e biocombustíveis, abrindo caminho para a validação de soluções, troca com especialistas e interação com potenciais clientes. Em contrapartida, as empresas do setor energético poderão acessar inovações, novas tecnologias e modelos de negócio desenvolvidos por essas startups, contribuindo para a transformação digital e a eficiência operacional </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O acordo terá vigência inicial de 24 meses, podendo ser prorrogado por até 60 meses, e não envolve transferência de recursos financeiros entre as instituições, sendo baseado em cooperação institucional e desenvolvimento conjunto de iniciativas.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou que a iniciativa cria condições para maior interação entre startups e agentes do setor de energia, contribuindo para o desenvolvimento de soluções alinhadas aos desafios tecnológicos e ambientais do país </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Para o IBP, a parceria reforça seu papel como elo entre empresas, governo e sociedade, promovendo inovação para desafios reais do setor. O instituto, que reúne mais de 200 empresas associadas e coordena o hub de inovação iUP, tem atuação em pautas como transição energética, hidrogênio de baixo carbono e captura de carbono. O presidente do IBP, Roberto Ardenghy, afirmou que a parceria está alinhada com o papel do instituto de conectar empresas, startups, centros de pesquisa e investidores para acelerar o desenvolvimento tecnológico e apoiar a transição energética </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">BNDES Garagem: aceleração de impacto</span></strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O BNDES Garagem é o programa de aceleração de startups de impacto do Sistema BNDES, lançado em 2018, que atua como plataforma de apoio ao empreendedorismo inovador, oferecendo mentorias, capacitação e conexão com investidores </span><span class="">. Na atual edição, o programa prioriza soluções voltadas a desafios socioambientais, tendo como temáticas prioritárias a economia verde e descarbonização, além da economia azul. O BNDES Garagem também conta com mecanismos que fomentam a diversidade regional e social, incentivando a participação de empreendedores de todo o país </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A BNDESPAR, por sua vez, é a subsidiária integral do BNDES responsável por operações de capitalização e investimento em empresas, contribuindo para o fortalecimento do mercado de capitais e o desenvolvimento econômico e social </span><span class="">. Em 2025, a BNDESPAR retomou investimentos diretos com R$ 114 milhões no Grupo Santa Clara, empresa de bioinsumos, como parte de sua estratégia de apoio à economia verde e à inovação</span></p>
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		<title>Governo reduz previsão de déficit, mas precatórios continuam pressionando o equilíbrio fiscal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 21:20:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O quadro fiscal do governo federal para 2026 ficou um pouco menos apertado. A equipe econômica reduziu a previsão de déficit primário do ano, o resultado negativo das contas públicas antes do pagamento de juros da dívida, de R$60,3 bilhões para R$52 bilhões. A revisão foi puxada, principalmente, por uma queda nas despesas obrigatórias projetadas [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48765" aria-describedby="caption-attachment-48765" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-48765" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/pexels-olia-danilevich-5466798.jpg?resize=1020%2C679&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/pexels-olia-danilevich-5466798.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/pexels-olia-danilevich-5466798.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/pexels-olia-danilevich-5466798.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/pexels-olia-danilevich-5466798.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48765" class="wp-caption-text">Foto: Pexels</figcaption></figure>
<div>
O quadro fiscal do governo federal para 2026 ficou um pouco menos apertado. A equipe econômica reduziu a previsão de déficit primário do ano, o resultado negativo das contas públicas antes do pagamento de juros da dívida, de R$60,3 bilhões para R$52 bilhões. A revisão foi puxada, principalmente, por uma queda nas despesas obrigatórias projetadas para os próximos meses.</p>
<p>O número está no Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, peça que acompanha a execução orçamentária e que o Ministério da Fazenda encaminhou ao Congresso Nacional na sexta-feira (24). É esse documento que baliza decisões como bloqueios e desbloqueios de verbas ao longo do ano.</p>
<p>Para o advogado tributarista Bruno Medeiros Durão, especialista em precatórios, o número precisa ser lido com cautela: &#8220;A redução da projeção de déficit é uma notícia positiva, porque demonstra uma melhora pontual na capacidade de arrecadação e um controle maior sobre determinadas despesas obrigatórias. No entanto, é importante compreender que esse resultado não significa, por si só, que a situação fiscal do país esteja definitivamente equacionada.&#8221;</p>
<p>Embora o governo tenha reduzido a projeção de déficit, o resultado continua sendo fortemente influenciado pelo tratamento dado aos precatórios, que permanecem fora da meta fiscal em 2026.</p>
<p>Dívidas judiciais que a União é obrigada a pagar, ainda ficam de fora da meta fiscal em 2026, por força de um entendimento fechado com o Supremo Tribunal Federal em 2023, que autorizou o governo a buscar crédito para quitar esses valores sem estourar o teto de gastos. Some-se a isso um conjunto de despesas com defesa, saúde e educação que a legislação também deixa fora da meta, e o resultado é uma projeção de R$62,8 bilhões em gastos excluídos do cálculo do resultado primário, uma redução frente aos R$64,4 bilhões estimados no relatório anterior.</p>
<p>Desconsiderando os precatórios e as demais despesas excepcionalizadas pelo arcabouço fiscal, a conta muda de sinal: o governo projeta, na verdade, um superávit primário de R$10,8 bilhões, ou seja, sobraria caixa suficiente para ajudar a pagar os juros da dívida pública.</p>
<p>Sobre esse ponto, Durão pondera: &#8220;Os precatórios continuam sendo um dos principais fatores que exigem uma leitura mais cuidadosa das contas públicas. São dívidas reconhecidas pela Justiça e, portanto, obrigações constitucionais que o Estado precisa honrar. Quando esses valores ficam fora da meta fiscal, o resultado apresentado pelo governo naturalmente parece mais favorável do que seria caso todas as despesas fossem consideradas dentro do mesmo cálculo.&#8221;</p>
<p>Foi justamente essa perspectiva de superávit &#8220;por dentro da meta&#8221; que evitou um novo contingenciamento de recursos neste ciclo. Ao contrário, o relatório liberou R$5,7 bilhões que estavam retidos, uma medida técnica distinta do contingenciamento, já que serve para cumprir os limites de despesa do arcabouço fiscal, e não a meta de resultado primário propriamente dita. Com o desbloqueio, o total de verbas represadas no Orçamento de 2026 caiu de R$23,7 bilhões para R$17,9 bilhões.</p>
<p>Do lado da arrecadação, o relatório aponta uma receita líquida de R$12,3 bilhões acima do que havia sido aprovado no orçamento. O principal motor foi o Imposto de Renda, cuja arrecadação subiu na esteira da aceleração da inflação após a eclosão do conflito no Oriente Médio, fator que também pressionou o mercado a revisar para cima suas próprias projeções de preços. Segundo o Boletim Focus mais recente do Banco Central, que consolida as expectativas de mais de cem instituições financeiras, o mercado projeta o resultado primário de 2026 em déficit equivalente a 0,50% do PIB, com a dívida líquida do setor público beirando a casa dos 70% do PIB.</p>
<p>Para o Bruno Medeiros Durão, é justamente essa leitura de mercado que merece atenção: &#8220;O mercado não observa apenas o número final do déficit. Ele avalia a qualidade desse resultado. Quanto maior a dependência de despesas excluídas da meta, maior tende a ser a preocupação dos investidores em relação à sustentabilidade das contas públicas no médio e no longo prazo.&#8221;</p>
<p>Além do Imposto de Renda, o governo também revisou para cima a arrecadação de Cofins, CSLL e IPI. Descontadas as transferências constitucionais, o ganho líquido ficou em R$ 12,3 bilhões.</p>
<p>Já as receitas não administradas pela Receita Federal tiveram estimativa reduzida em R$ 4,3 bilhões, puxada sobretudo pela queda de R$ 4,1 bilhões em &#8220;outras receitas não administradas&#8221; e por royalties de exploração de recursos naturais (-R$ 400 milhões), reflexo direto da revisão para baixo do preço médio do barril de petróleo projetado, de US$ 91,25 para US$79,16.</p>
<p>No total, a equipe econômica prevê que as despesas cresçam R$4 bilhões frente ao Orçamento aprovado. Esse número resulta de dois movimentos opostos: uma queda de R$2,9 bilhões nos gastos obrigatórios e um avanço de R$6,9 bilhões nos gastos discricionários, dos quais R$5,7 bilhões correspondem justamente ao desbloqueio de verbas citado acima.</p>
<p>Entre as despesas obrigatórias, os itens que mais subiram foram os gastos com saúde sujeitos a controle de fluxo (+R$3,4 bilhões) e o abono/seguro-desemprego, puxado pelo defeso de pescadores (+R$1,6 bilhão). Na ponta contrária, houve recuo em pessoal e encargos sociais (-R$4,2 bilhões), em benefícios previdenciários (-R$3,2 bilhões) e no Benefício de Prestação Continuada, o BPC (-R$3,2 bilhões).</p>
<p>O relatório bimestral é uma fotografia que muda a cada dois meses e o próprio comportamento do petróleo e da inflação, hoje puxados pela tensão no Oriente Médio, deve seguir influenciando tanto a arrecadação quanto às expectativas do mercado registradas semanalmente no Boletim Focus.</p>
<p>Ao encerrar sua análise, o Bruno Medeiros Durão resume o desafio que fica para os próximos ciclos: &#8220;Os números deste relatório mostram um cenário fiscal menos pressionado do que o previsto anteriormente, mas também reforçam que o verdadeiro desafio continua sendo construir um equilíbrio duradouro. Melhorar o resultado de um exercício é importante, porém a sustentabilidade das contas públicas dependerá da capacidade de acomodar despesas obrigatórias, especialmente os precatórios, sem recorrer continuamente a medidas excepcionais.&#8221;</p></div>
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		<title>Comércio com a Ásia impulsiona recorde nas exportações e exige nova abordagem jurídica, alerta CAMARB</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/comercio-com-a-asia-impulsiona-recorde-nas-exportacoes-e-exige-nova-abordagem-juridica-alerta-camarb/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=comercio-com-a-asia-impulsiona-recorde-nas-exportacoes-e-exige-nova-abordagem-juridica-alerta-camarb</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 18:55:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O reposicionamento do Brasil no mapa do comércio internacional, impulsionado pela política tarifária dos Estados Unidos, está exigindo das empresas uma adaptação que vai além da geografia econômica. A crescente dependência da Ásia, especialmente da China, como principal destino das exportações brasileiras traz à tona a necessidade de uma gestão de riscos contratuais mais sofisticada, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48600" aria-describedby="caption-attachment-48600" style="width: 719px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-48600" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/pexels-pixabay-210600.jpg?resize=719%2C719&#038;ssl=1" alt="" width="719" height="719" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/pexels-pixabay-210600.jpg?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/pexels-pixabay-210600.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/pexels-pixabay-210600.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/pexels-pixabay-210600.jpg?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/pexels-pixabay-210600.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 719px) 100vw, 719px" /><figcaption id="caption-attachment-48600" class="wp-caption-text">Foto: Pixabay</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O reposicionamento do Brasil no mapa do comércio internacional, impulsionado pela política tarifária dos Estados Unidos, está exigindo das empresas uma adaptação que vai além da geografia econômica. A crescente dependência da Ásia, especialmente da China, como principal destino das exportações brasileiras traz à tona a necessidade de uma gestão de riscos contratuais mais sofisticada, que considere não apenas aspectos jurídicos e regulatórios, mas também as diferenças culturais e práticas negociais da região.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Os dados recentes confirmam essa guinada. No primeiro semestre de 2026, as exportações brasileiras atingiram um recorde de </span>US$ 184,8 bilhões, com superávit comercial de US$ 42,3 bilhões. A China consolidou sua posição como principal parceiro comercial do Brasil ao importar US$ 58,3 bilhões em produtos brasileiros, crescimento de 22% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já as exportações para os Estados Unidos recuaram 13%, totalizando US$ 17,4 bilhões, o equivalente a apenas 9,4% das vendas externas brasileiras; a menor participação da série histórica.<span class=""> A instabilidade promovida pela administração Trump, com ameaças de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, acelerou um movimento de diversificação que já vinha ocorrendo, mas também acendeu um alerta sobre os riscos da concentração em um único grande parceiro </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Para Pedro Ribeiro, vice-presidente de Assuntos Internacionais da CAMARB, o fortalecimento das relações comerciais com a China exige que as empresas brasileiras ampliem sua visão sobre gestão de riscos. &#8220;Além dos aspectos jurídicos e regulatórios, é fundamental compreender os fatores culturais e as práticas negociais que podem influenciar a execução dos contratos e a forma como eventuais divergências são tratadas pelas partes&#8221;, explica. Ele defende que a crescente complexidade das relações internacionais exige contratos com mecanismos adequados para lidar com divergências em ambientes multiculturais, como a adoção de mecanismos escalonados de resolução de controvérsias, combinando negociação, mediação e arbitragem.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Atenta a essa evolução, a CAMARB tem adaptado seus procedimentos para atender às necessidades de operações cada vez mais multiculturais. Um marco nesse processo foi a celebração de um acordo formal de cooperação com a China International Economic and Trade Arbitration Commission (CIETAC), uma das mais tradicionais e respeitadas instituições arbitrais da Ásia. A parceria visa fortalecer a cooperação institucional e facilitar a administração de disputas envolvendo empresas brasileiras e chinesas. &#8220;O aumento da complexidade e do volume das relações comerciais internacionais reforça a importância de mecanismos eficazes de prevenção e resolução de disputas que possam acomodar diferenças culturais&#8221;, conclui Ribeiro.</span></p>
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		<title>Brasileiros sacam mais do que investem na poupança no primeiro semestre de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 15:25:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados do Banco Central mostram que apenas maio registrou saldo positivo em 2026; estoque da poupança permanece acima de R$ 1 trilhão Os brasileiros retiraram mais recursos da poupança do que depositaram no primeiro semestre de 2026. Dados divulgados nesta quarta-feira (8) pelo Banco Central (BC) mostram que os saques superaram os depósitos em R$ [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_5430" aria-describedby="caption-attachment-5430" style="width: 1170px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-5430" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/poupanca-foto-de-Arquivo_Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?resize=1020%2C610&#038;ssl=1" alt="poupança" width="1020" height="610" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/poupanca-foto-de-Arquivo_Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/poupanca-foto-de-Arquivo_Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/poupanca-foto-de-Arquivo_Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/poupanca-foto-de-Arquivo_Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-5430" class="wp-caption-text">Foto: Arquivo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">Dados do Banco Central mostram que apenas maio registrou saldo positivo em 2026; estoque da poupança permanece acima de R$ 1 trilhão</h3>
<p>Os brasileiros retiraram mais recursos da poupança do que depositaram no primeiro semestre de 2026. Dados divulgados nesta quarta-feira (8) pelo Banco Central (BC) mostram que os saques superaram os depósitos em R$ 39,3 bilhões entre janeiro e junho.</p>
<p>Somente em junho, a retirada líquida foi de R$ 237,5 milhões, mantendo a tendência de saída de recursos observada ao longo do ano.</p>
<p>Apesar disso, o saldo total aplicado nas cadernetas de poupança permaneceu praticamente estável, alcançando R$ 1,020 trilhão.</p>
<h3>Apenas maio teve saldo positivo</h3>
<p>Dos seis primeiros meses de 2026, apenas maio apresentou resultado positivo para a poupança, com entrada líquida de R$ 2,6 bilhões.</p>
<p>Os maiores volumes de retirada ocorreram em:</p>
<p>Janeiro: R$ 23,5 bilhões;<br />
Março: R$ 11,1 bilhões.</p>
<p>Esses dois meses concentraram grande parte da saída de recursos registrada no semestre.</p>
<h3>Saldo permanece acima de R$ 1 trilhão</h3>
<p>Mesmo com a retirada líquida acumulada, o estoque total da poupança continua acima de R$ 1 trilhão.</p>
<p>Segundo o Banco Central, o saldo atual é de R$ 1,020 trilhão, praticamente o mesmo registrado em junho de 2025, quando as aplicações somavam R$ 1,019 trilhão.</p>
<p>Em maio deste ano, o volume chegou a atingir R$ 1,028 trilhão, mas as retiradas observadas nas semanas seguintes reduziram o saldo em mais de R$ 8 bilhões.</p>
<h3>Juros elevados reduzem atratividade da poupança</h3>
<p>Especialistas apontam que o cenário de taxa Selic elevada tem reduzido a atratividade da poupança frente a outras modalidades de investimento, como títulos públicos, CDBs e fundos de renda fixa, que oferecem rentabilidade superior em períodos de juros altos.</p>
<p>Ainda assim, a poupança continua sendo uma das aplicações financeiras mais utilizadas pelos brasileiros, principalmente por sua simplicidade, liquidez imediata e isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas.</p>
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		<title>Me Poupe! e Empoderamento Adolescente unem forças para levar educação financeira ao coração da família brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 21:21:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ecossistema de educação financeira Me Poupe!, fundado pela jornalista Nathalia Arcuri, acaba de anunciar uma iniciativa que promete ressignificar a relação dos lares brasileiros com o dinheiro. Em parceria com a Empoderamento Adolescente, especializada em desenvolvimento familiar e fortalecimento de vínculos entre pais e jovens, a empresa lançou o programa “Família que Realiza”. A [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_45603" aria-describedby="caption-attachment-45603" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-45603" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/12/real_moedadinheiro_jfcrz_abr_1701220046_1.webp?resize=1020%2C611&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="611" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/12/real_moedadinheiro_jfcrz_abr_1701220046_1.webp?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/12/real_moedadinheiro_jfcrz_abr_1701220046_1.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/12/real_moedadinheiro_jfcrz_abr_1701220046_1.webp?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/12/real_moedadinheiro_jfcrz_abr_1701220046_1.webp?w=1170&amp;ssl=1 1170w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-45603" class="wp-caption-text">Foto: José Cruz/Agência Brasil/Arquivo</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O ecossistema de educação financeira Me Poupe!, fundado pela jornalista Nathalia Arcuri, acaba de anunciar uma iniciativa que promete ressignificar a relação dos lares brasileiros com o dinheiro. Em parceria com a Empoderamento Adolescente, especializada em desenvolvimento familiar e fortalecimento de vínculos entre pais e jovens, a empresa lançou o programa “Família que Realiza”. A proposta vai além das tradicionais planilhas de gastos e propõe uma abordagem que integra planejamento financeiro, diálogo intergeracional e autonomia dos adolescentes na rotina doméstica.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O programa chega em um momento em que o dinheiro permeia decisões cotidianas como contas a pagar, compras no supermercado, transferências por Pix, mesadas e até imprevistos, mas ainda é tratado com silêncio ou tensão em muitos lares. A iniciativa parte da premissa de que a educação financeira não deve ser um monólogo dos responsáveis, mas uma construção coletiva, na qual filhos e pais aprendem juntos a lidar com escolhas, limites e responsabilidades. O objetivo é transformar o tema em pauta aberta, desmistificando tabus e substituindo cobranças por acordos possíveis.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O “Família que Realiza” foi estruturado em duas frentes complementares. A Trilha dos Pais oferece ferramentas para que os adultos façam um diagnóstico realista das finanças domésticas, revisem padrões herdados de comportamento em relação ao dinheiro, organizem o orçamento e definam metas claras. Também são propostos combinados práticos que ajudam a sustentar as mudanças no dia a dia, evitando que o planejamento fique apenas no papel. Já a Trilha Jovem foca diretamente nos adolescentes, abordando hábitos de consumo, a influência das redes sociais na decisão de compra, o uso consciente de recursos, a gestão da mesada e a importância de participar ativamente das conversas e escolhas que afetam toda a família.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A parceria reúne duas expertises que se completam. De um lado, a Me Poupe!, que em 11 anos de história já acumula a marca de 1 milhão de alunos transformados por seus conteúdos e cursos, consolidando-se como a maior referência do setor no país. De outro, a Empoderamento Adolescente, que aplica metodologias baseadas na psicologia do desenvolvimento e no diálogo familiar para fortalecer a autonomia, a escuta e a responsabilidade dos jovens. A combinação desses saberes resulta em um programa que não trata o dinheiro como um fim em si mesmo, mas como uma ferramenta para organizar a vida, planejar sonhos e aprofundar os laços afetivos dentro de casa.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Segundo Fernando Schmitt, CEO da Me Poupe!, o grande diferencial da iniciativa está em reconhecer que a educação financeira começa antes da planilha. Ela se inicia na forma como a família se comunica, como escuta as necessidades de cada membro e como constrói acordos que façam sentido para todos. O executivo ressalta que, quando o dinheiro não é tratado com a mesma naturalidade de outros assuntos cotidianos, ele tende a se tornar um ponto de atrito. O programa nasce justamente para inverter essa lógica, transformando cada pedido de Pix, cada compra por impulso, cada assinatura esquecida ou cada conversa sobre mesada em uma oportunidade de aprendizado sobre escolhas, limites e responsabilidades compartilhadas.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A proposta não exige que as famílias esperem por uma crise financeira para começar a dialogar. Pelo contrário, ela incentiva que a conversa sobre dinheiro ocorra de forma preventiva e contínua, integrada ao cotidiano. Quando todos compreendem seu papel e suas contribuições, o recurso financeiro deixa de ser apenas motivo de cobrança e passa a ser visto como um aliado na organização da rotina e na realização de projetos coletivos.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O lançamento do “Família que Realiza” já está disponível para famílias interessadas em sair do improviso e construir uma relação mais saudável, transparente e produtiva com o dinheiro. A expectativa da Me Poupe! é que o programa alcance não apenas os já familiarizados com os conceitos de educação financeira, mas também aqueles lares onde o tema ainda é cercado por receios e desencontros. Ao unir planejamento, diálogo e autonomia, a iniciativa aposta que é possível ensinar finanças de dentro para fora, começando pelas conversas à mesa de jantar e estendendo-se até a realização de sonhos que, até então, pareciam distantes.</span></p>
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		<title>Marcas brasileiras de moda praia e resort presentes na Miami Swim Week 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 20:37:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um grupo formado por 46 marcas brasileiras participou de uma série de eventos integrados à Miami Swim Week 2026, nos Estados Unidos, e obteve resultados expressivos. O volume de negócios realizados durante a ação ultrapassa US$ 1,65 milhão, e a expectativa de faturamento para os próximos 12 meses  é de aproximadamente US$ 4,7 milhões. Juntas, as [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48179" aria-describedby="caption-attachment-48179" style="width: 982px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-48179" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/8AOlpzMyM2NmVjOyJmLt92Yu8Gd4VGdu92YsFGdy9GcAF2czlmchxmO5YzM3QTO5YDOzozZlBnauc3bsdDM3ImMjNGN5ImYxYjNlNDMwUmZkNjNmZGNkV2YlZWOGJTJlZWOGJTJ3AjM4EjRyUSMxAjMx8VL1ETLf9VLwITLfpTM.jpg?resize=982%2C655&#038;ssl=1" alt="" width="982" height="655" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/8AOlpzMyM2NmVjOyJmLt92Yu8Gd4VGdu92YsFGdy9GcAF2czlmchxmO5YzM3QTO5YDOzozZlBnauc3bsdDM3ImMjNGN5ImYxYjNlNDMwUmZkNjNmZGNkV2YlZWOGJTJlZWOGJTJ3AjM4EjRyUSMxAjMx8VL1ETLf9VLwITLfpTM.jpg?w=982&amp;ssl=1 982w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/8AOlpzMyM2NmVjOyJmLt92Yu8Gd4VGdu92YsFGdy9GcAF2czlmchxmO5YzM3QTO5YDOzozZlBnauc3bsdDM3ImMjNGN5ImYxYjNlNDMwUmZkNjNmZGNkV2YlZWOGJTJlZWOGJTJ3AjM4EjRyUSMxAjMx8VL1ETLf9VLwITLfpTM.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/8AOlpzMyM2NmVjOyJmLt92Yu8Gd4VGdu92YsFGdy9GcAF2czlmchxmO5YzM3QTO5YDOzozZlBnauc3bsdDM3ImMjNGN5ImYxYjNlNDMwUmZkNjNmZGNkV2YlZWOGJTJlZWOGJTJ3AjM4EjRyUSMxAjMx8VL1ETLf9VLwITLfpTM.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 982px) 100vw, 982px" /><figcaption id="caption-attachment-48179" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Um grupo formado por 46 marcas brasileiras participou de uma série de eventos integrados à Miami Swim Week 2026, nos Estados Unidos, e obteve resultados expressivos. O volume de negócios realizados durante a ação ultrapassa US$ </span><span class="katex"><span class="katex-mathml">1,65 milhão, e a expectativa de faturamento para os próximos 12 meses  é de aproximadamente </span><span class="katex-html" aria-hidden="true"><span class="base"><span class="mord mathnormal">U</span><span class="mord mathnormal">S$</span></span></span></span><span class=""> 4,7 milhões. Juntas, as empresas realizaram mais de 1,5 mil contatos com compradores e representantes do mercado internacional.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Do total de marcas, 21 receberam apoio do Texbrasil, programa de internacionalização da indústria têxtil e de moda brasileira, fruto de uma parceria entre a Abit, Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção, e a Apex Brasil, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos. Dessas 21, 18 apresentaram suas coleções na Swim Show, feira considerada uma das mais tradicionais e relevantes do segmento de moda praia no mundo. O evento ocorreu entre 30 de maio e 1º de junho, no Miami Beach Convention Center. As marcas expositoras foram Akera, Constantinopla, Das Meninas, Falésia Carioca, Ga-Ha, Guilff, Guria Beachwear, Jungle Society, Karla Vivian, Kopsch, Lybethras, MOS Beachwear, Nidas, Planet Sea, Rio de Sol, Rygy, Silvia Schaefer e Zillê Rio.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Simultaneamente à SwimShow e no mesmo local, duas outras empresas brasileiras fizeram sua estreia na Curve Miami, também contando com o suporte do Texbrasil: Mari M e Plié. Outra ação inédita marcou a edição deste ano. Pela primeira vez, a Colombiamoda Miami abriu espaço para marcas de outros países, e o Brasil foi representado pela Borana. Esse evento aconteceu no Throw Social, entre os dias 27 e 29 de maio.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O conjunto de marcas apoiadas pelo Texbrasil registrou 467 contatos, com negócios concretizados da ordem de US</span><span class="katex"><span class="katex-mathml">426,5mileumaprojec\ca~odeUS</span><span class="katex-html" aria-hidden="true"><span class="base"><span class="mord">426</span><span class="mpunct">,</span><span class="mord">5</span><span class="mord mathnormal">mi</span><span class="mord mathnormal">l</span><span class="mord mathnormal">e</span><span class="mord mathnormal">u</span><span class="mord mathnormal">ma</span><span class="mord mathnormal">p</span><span class="mord mathnormal">ro</span><span class="mord mathnormal">j</span><span class="mord mathnormal">e</span><span class="mord accent"><span class="vlist-t vlist-t2"><span class="vlist-r"><span class="vlist"><span class="mord mathnormal">c</span><span class="accent-body"><span class="mord">\c</span></span></span><span class="vlist-s">​</span></span></span></span><span class="mord accent"><span class="vlist-t"><span class="vlist-r"><span class="vlist"><span class="mord mathnormal">a</span><span class="accent-body"><span class="mord">~</span></span></span></span></span></span><span class="mord mathnormal">o</span><span class="mord mathnormal">d</span><span class="mord mathnormal">e</span><span class="mord mathnormal">U</span><span class="mord mathnormal">S</span></span></span></span><span class=""> 2,03 milhões para os próximos 12 meses. A gerente de Promoção Comercial da Abit, Adriana D´Agostini, destacou a performance brasileira. Ela afirmou que a moda praia do Brasil teve destaque pela alta qualidade dos produtos, pela criatividade que traduz a identidade do país e por um padrão de excelência reconhecido internacionalmente. Segundo Adriana, esses atributos reforçaram a competitividade das marcas nacionais e consolidaram o Brasil como referência global no segmento.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">As outras 25 empresas da delegação brasileira em Miami estiveram na Cabana Show, apoiadas pelo Fashion Label Brasil, programa de internacionalização da moda brasileira de valor agregado. Essa iniciativa foi criada pela ABEST, Associação Brasileira de Estilistas, em parceria com a Apex Brasil. As marcas participantes foram Água de Coco, Catarina Mina, Cecília Prado, Cristina Sabatini, Despi, Dress To, Empress, Gapaz, La Sirène, Lavish, Lenny, Lis Fiaschi, Maria Pavan, Melissa, Naked, Osklen, Patbo, Serpui, Sinesia Karol, Sophia Hegg, Ventura Eyewear, Vix, Waiwai, Yukio e Zoew.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A gestora de Projetos Internacionais da ABEST, Aurea Yamashita, comentou o desempenho. Ela disse que a moda resort brasileira tem se destacado no mercado internacional pela combinação única entre criatividade, qualidade e autenticidade. Aurea acrescentou que as coleções apresentadas pelas marcas nacionais refletem não apenas o estilo de vida brasileiro, mas também um forte compromisso com a sustentabilidade, a valorização do trabalho artesanal e das técnicas handmade, elementos cada vez mais apreciados por compradores e consumidores globais.</span></p>
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