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	<title>Arquivos Fique Bem - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Fique Bem - Portal Contexto</title>
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		<title>O paradoxo do chefe cego</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thaíse Arcuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:15:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Contexto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por que gestores bem-intencionados adoecem suas equipes sem perceber Existe um fenômeno silencioso que ocorre nos corredores das empresas e que raramente é discutido com a profundidade necessária: o paradoxo do gestor que, mesmo munido das melhores intenções, acaba se tornando o principal agente causador de estresse e esgotamento em sua equipe. Não se trata [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47643" aria-describedby="caption-attachment-47643" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-47643" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/O-Chefe-Cego.jpg?resize=1020%2C570&#038;ssl=1" alt="Aprenda Felicidade O chefe Cego" width="1020" height="570" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/O-Chefe-Cego.jpg?resize=1024%2C572&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/O-Chefe-Cego.jpg?resize=300%2C167&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/O-Chefe-Cego.jpg?resize=768%2C429&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/O-Chefe-Cego.jpg?resize=1536%2C857&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/O-Chefe-Cego.jpg?resize=2048%2C1143&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47643" class="wp-caption-text">Imagem gerada com IA Gemini</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">Por que gestores bem-intencionados adoecem suas equipes sem perceber</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Existe um fenômeno silencioso que ocorre nos corredores das empresas e que raramente é discutido com a profundidade necessária: o paradoxo do gestor que, mesmo munido das melhores intenções, acaba se tornando o principal agente causador de estresse e esgotamento em sua equipe. Não se trata aqui do &#8220;vilão&#8221; clássico das histórias corporativas, mas sim de alguém que acredita estar fazendo o melhor, enquanto ignora os sinais vitais de quem está ao seu redor. É a chamada cegueira da liderança, um estado onde a pressão por resultados e a velocidade do mercado criam uma névoa que impede o líder de enxergar a humanidade por trás dos números.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pode-se notar que essa cegueira não nasce da maldade, mas de uma desconexão profunda com o outro. Ocorre que, muitas vezes, o gestor está tão focado em &#8220;entregar&#8221; que esquece que quem entrega são pessoas. Diante disso, estabelece-se um padrão de cobrança que ignora o limite biológico e emocional do outro. Percebe-se que o silêncio da equipe, muitas vezes interpretado como concordância ou eficiência, é, na verdade, um mecanismo de defesa. As pessoas param de sugerir, param de questionar e, eventualmente, param de se importar, entrando em um modo de sobrevivência que é o oposto da felicidade e da produtividade sustentável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante observar que o custo dessa cegueira é altíssimo. Quando a liderança não percebe o peso invisível que coloca sobre os ombros dos colaboradores, o ambiente se torna tóxico. A ansiedade passa a ser a norma, o sono se torna leve demais e a vida pessoal do colaborador é invadida por notificações que nunca param. É comum ouvir  que o trabalho dignifica, mas o trabalho sem limites e sem reconhecimento humano adoece. A felicidade no trabalho não é um luxo, é uma condição básica para a longevidade de qualquer negócio, e ela começa pela capacidade do líder de enxergar além do próprio ego e das metas do trimestre.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante dessa realidade, cabe uma pausa para a honestidade. E você, onde está nessa jornada? Que tal fazer uma autoavaliação honesta através de algumas reflexões que podem revelar se a cegueira está se instalando na sua gestão:</span></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;"> Quando foi a última vez que alguém da sua equipe se sentiu seguro o suficiente para discordar abertamente de uma decisão sua?</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Você saberia dizer o nome dos filhos, dos parceiros ou qual é o hobby que realmente faz os olhos de cada membro da sua equipe brilharem?</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Qual é a taxa de rotatividade ou o número de afastamentos médicos que sua equipe teve nos últimos 12 meses?</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Você conseguiria repetir agora, com suas próprias palavras, qual foi a última preocupação que um colaborador compartilhou com você?</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Quando alguém da sua equipe pede férias ou uma folga, qual é o seu primeiro pensamento: desejo sincero de descanso ou preocupação com a carga de trabalho?</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Se você pudesse ser um &#8220;observador invisível&#8221; das conversas informais da sua equipe, você se orgulharia do que dizem sobre você?</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">É interessante notar que as organizações que figuram no topo dos rankings das </span><span style="background-color: #ffff00;">Melhores Empresas para se Trabalhar no Brasil</span><span style="font-weight: 400;"> não chegaram lá por acaso ou apenas por oferecerem benefícios materiais superficiais. Gigantes como </span><span style="background-color: #ffff00;">Itaú Unibanco</span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="background-color: #ffff00;">Vale</span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="background-color: #ffff00;">Petrobras</span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="background-color: #ffff00;">Gerdau</span><span style="font-weight: 400;"> e </span><span style="background-color: #ffff00;">Braskem</span><span style="font-weight: 400;"> demonstram que o sucesso sustentável está ancorado em um </span><span style="background-color: #ffff00;">investimento estruturado em desenvolvimento de liderança</span><span style="font-weight: 400;">, onde o gestor é treinado para ser um facilitador, não um chefe que só manda. Instituições como o </span><span style="background-color: #ffff00;">Hospital Israelita Albert Einstein</span><span style="font-weight: 400;"> e o </span><span style="background-color: #ffff00;">Sesc</span><span style="font-weight: 400;"> são referências porque implementam </span><span style="background-color: #ffff00;">programas de bem-estar genuíno</span><span style="font-weight: 400;">, tratando a saúde mental como prioridade estratégica e não apenas como uma campanha de marketing. No setor de tecnologia e bens de consumo, a </span><span style="background-color: #ffff00;">TOTVS</span><span style="font-weight: 400;"> e a </span><span style="background-color: #ffff00;">Nestlé Brasil</span><span style="font-weight: 400;"> destacam-se pela </span><span style="background-color: #ffff00;">flexibilidade e respeito aos limites</span><span style="font-weight: 400;"> individuais, compreendendo que a produtividade floresce onde há autonomia. Já empresas como a </span><span style="background-color: #ffff00;">Suzano</span><span style="font-weight: 400;"> e a cooperativa </span><span style="background-color: #ffff00;">C.Vale</span><span style="font-weight: 400;"> provam que uma </span><b>c</b><span style="background-color: #ffff00;">ultura de segurança psicológica e feedback honesto</span><span style="font-weight: 400;"> é o que garante a </span><span style="background-color: #ffff00;">retenção de talentos e a baixa rotatividade</span><span style="font-weight: 400;">, criando um ambiente onde o erro é oportunidade de aprendizado, não de punição. É fundamental ressaltar que isso não é apenas discurso; são práticas comprovadas que geram resultados financeiros robustos e equipes saudáveis. A mudança é possível para qualquer gestor que decida, hoje, abrir os olhos para quem caminha ao seu lado e assumir um compromisso real com a transformação. </span><span style="background-color: #ffff00;">Nos próximos artigos desta série, vamos aprofundar nas características específicas dessas empresas que as transformam em referência.</span><span style="font-weight: 400;"> Vamos explorar detalhadamente como elas desenvolvem suas lideranças, quais são seus diferenciais reais de cultura e, principalmente, como você pode replicar essas práticas na sua realidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, é preciso compreender que a liderança é, acima de tudo, servir ao outro. Não se lidera processos, lideram-se pessoas que cuidam de processos. Quando o gestor escolhe curar sua própria cegueira, ele não apenas melhora os indicadores da empresa, mas devolve o sentido de propósito e a saúde para aqueles que confiam em sua direção. Afinal, em um mundo onde tudo é passageiro, o impacto que deixamos na vida das pessoas é o nosso único legado real. Lembre-se sempre: </span><span style="background-color: #ffff00;">o sucesso que custa a saúde e a paz de alguém é, na verdade, um fracasso disfarçado.</span></p>
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		<title>Identidade: onde a busca termina e a vida começa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thaíse Arcuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:42:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprenda Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Fique Bem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há quem atravesse a vida como espectador, não como protagonista. Acordam e cumprem rituais e atendem a demandas externas sem nunca se questionar É o que chamo de &#8220;viver no automático&#8221;. Dentro da minha metodologia, a Tríade da Felicidade, o despertar desse transe acontece pelo pilar Sentido. Ele é o farol que ilumina não apenas [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47535" aria-describedby="caption-attachment-47535" style="width: 843px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-47535 size-full" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Gemini_Generated_Image_peq5uapeq5uapeq5-e1777472027186.jpg?resize=843%2C550&#038;ssl=1" alt="aprenda felicidade identidade" width="843" height="550" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Gemini_Generated_Image_peq5uapeq5uapeq5-e1777472027186.jpg?w=843&amp;ssl=1 843w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Gemini_Generated_Image_peq5uapeq5uapeq5-e1777472027186.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Gemini_Generated_Image_peq5uapeq5uapeq5-e1777472027186.jpg?resize=768%2C501&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 843px) 100vw, 843px" /><figcaption id="caption-attachment-47535" class="wp-caption-text">Imagem gerada com IA Gemini</figcaption></figure>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Há quem atravesse a vida como espectador, não como protagonista. Acordam e cumprem rituais e atendem a demandas externas sem nunca se questionar É o que chamo de &#8220;viver no automático&#8221;. Dentro da minha metodologia, a </span><span style="background-color: #ffff00;">Tríade da Felicidade</span><span style="font-weight: 400;">, o despertar desse transe acontece pelo pilar </span><span style="background-color: #ffff00;">Sentido</span><span style="font-weight: 400;">. Ele é o farol que ilumina não apenas o que fazemos, mas o &#8220;porquê&#8221; fazemos. Sem esse entendimento, somos apenas engrenagens operando para um sistema que não nos preenche. Como bem descreveu <strong>Viktor Frankl</strong> (2008): </span></span></p>
<blockquote><p><span style="color: #333333; background-color: #ffff00;">“O homem que não consegue encontrar um sentido para sua vida é um homem infeliz”<span style="font-weight: 400;">.</span></span></p></blockquote>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">A jornada ganha alma quando mergulhamos no pilar </span><span style="background-color: #ffff00;">&#8220;Eu Feliz Comigo&#8221;</span><span style="font-weight: 400;">. É aqui que a identidade deixa de ser uma busca cansativa por aprovação e torna-se, finalmente, uma </span><span style="background-color: #ffff00;">âncora</span><span style="font-weight: 400;">. Pense na âncora não como algo que te prende, mas como aquilo que te mantém firme no seu lugar de direito. Quando você sabe quem é, as tempestades de opiniões alheias e as modas passageiras podem até balançar o barco, mas não conseguem te arrastar. A busca termina quando você se encontra.</span></span></p>
<h3><span style="color: #333333;">A cilada das formas prontas</span></h3>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">A sociedade funciona, muitas vezes, como uma série de &#8220;formas prontas&#8221;,  modelos de sucesso e comportamento que nos são vendidos diariamente. A </span><span style="background-color: #ffff00;">conformidade social</span><span style="font-weight: 400;"> é a armadilha invisível de tentar se espremer dentro dessas formas para ser aceito, mesmo que elas não tenham o seu formato. É como usar um sapato dois números menor apenas porque ele é valorizado: você até caminha, mas cada passo é um sofrimento silencioso que apaga o que realmente </span><span style="background-color: #ffff00;">arde em seu coração</span><span style="font-weight: 400;">.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Nós nos moldamos para caber em ambientes, mas o preço dessa adaptação é o surgimento do que o psicanalista Donald Winnicott (1975) chamava de </span><span style="background-color: #ffff00;">&#8220;Falso Self&#8221;</span><span style="font-weight: 400;">, uma máscara de conveniência que criamos para sobreviver. O problema é que manter essa fachada exige uma vigilância constante. Como <strong>Winnicott afirmou:</strong></span></span></p>
<blockquote><p><span style="color: #333333;"> <span style="background-color: #ffff00;">“Apenas o verdadeiro self pode ser criativo e apenas o verdadeiro self pode ser real”</span><span style="font-weight: 400;">. </span></span></p></blockquote>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Com o tempo, passamos a viver uma vida que parece correta aos olhos dos outros, mas que nos deixa profundamente vazios, e  muitas vezes, infelizes.</span></span></p>
<h3><span style="color: #333333;">A força da solidez interna</span></h3>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">O autoconhecimento profundo nos permite desenvolver uma </span><span style="background-color: #ffff00;">solidez interna</span><span style="font-weight: 400;">, uma imunidade aos ruídos do mundo. Não se trata de arrogância, mas de uma clareza inabalável sobre os seus próprios valores. Segundo <strong>Carl Jung</strong> (2013),</span></span></p>
<blockquote><p><span style="color: #333333;"> <span style="background-color: #ffff00;">“aquele que olha para fora, sonha; aquele que olha para dentro, desperta”</span><span style="font-weight: 400;">. </span></span></p></blockquote>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Na prática, esse despertar gera um efeito libertador:</span></span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #333333;"><span style="background-color: #ffff00;">A fofoca não te atinge</span><span style="font-weight: 400;">, porque ela simplesmente não encontra eco em quem você sabe que é.</span></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #333333;"><span style="background-color: #ffff00;">As críticas perdem o veneno</span><span style="font-weight: 400;">, tornando-se apenas opiniões superficiais de quem não conhece a sua história.</span></span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400; color: #333333;">Quando você tem essa base, o julgamento do outro deixa de ser uma sentença. É a liberdade absoluta de SER QUEM SOMOS, em um lugar onde a sua própria verdade basta.</span></p>
<h3><span style="color: #333333;">A urgência de ser você mesmo</span></h3>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">O erro mais comum é investir toda a nossa energia tentando &#8220;parecer&#8221; algo para o mundo. O convite da Tríade é inverter essa lógica: passar, em primeiro lugar, a </span><span style="background-color: #ffff00;">investir em ser quem somos</span><span style="font-weight: 400;">. A liberdade de ser autêntico é o maior luxo da vida moderna, e o autoconhecimento é a chave que abre essa cela.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;"><strong>Bronnie Ware</strong>, uma enfermeira que cuidou de pacientes terminais, revelou que o maior arrependimento de quem está no fim da vida é: </span><i><span style="font-weight: 400;">&#8220;Eu gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim&#8221;</span></i><span style="font-weight: 400;">. Não espere o tempo esgotar para perceber que a felicidade não é chegar a um lugar perfeito, mas sim a coragem de </span><span style="background-color: #ffff00;">habitar com integridade a pessoa que você nasceu para ser</span><span style="font-weight: 400;">. No fim do dia, a felicidade é o encontro da sua coragem com a sua verdade.</span></span></p>
<h3><span style="color: #333333;"> Exercício: O encontro com a sua âncora</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400; color: #333333;">Tire alguns minutos para olhar para dentro com estas três etapas:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #333333;"><span style="background-color: #ffff00;">O Filtro do &#8220;Eu Real&#8221;</span>:<span style="font-weight: 400;"> Divida um papel em duas colunas. À esquerda, liste o que você faz apenas para os outros verem. À direita, liste o que faz seu coração arder, mesmo que ninguém estivesse olhando.</span></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #333333;"><span style="background-color: #ffff00;">A Pergunta da Verdade</span>:<span style="font-weight: 400;"> Escolha um item da coluna da direita e pergunte-se: </span><i><span style="font-weight: 400;">&#8220;Se eu não tivesse medo do julgamento de ninguém, como eu viveria isso hoje?&#8221;</span></i></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #333333;"><span style="background-color: #ffff00;">O Pequeno Passo Autêntico</span>:<span style="font-weight: 400;"> Comprometa-se a realizar uma pequena ação nas próximas 24 horas que pertença exclusivamente à sua essência (coluna da direita).</span></span></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #333333;"><b>Referências Bibliográficas</b></span></h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #333333;"><b>FRANKL, Viktor E.</b> <i><span style="font-weight: 400;">Em busca de sentido</span></i><span style="font-weight: 400;">. Petrópolis: Vozes, 2008.</span></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #333333;"><b>JUNG, Carl G.</b> <i><span style="font-weight: 400;">O eu e o inconsciente</span></i><span style="font-weight: 400;">. Petrópolis: Vozes, 2013.</span></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #333333;"><b>WINNICOTT, Donald W.</b> <i><span style="font-weight: 400;">O brincar e a realidade</span></i><span style="font-weight: 400;">. Rio de Janeiro: Imago, 1975.</span></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #333333;"><b>WARE, Bronnie.</b> <i><span style="font-weight: 400;">Antes de Partir: Os cinco principais arrependimentos antes de morrer</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Instituto Sempre Movimento abre inscrições para programa gratuito de atividades físicas para idosos em todo o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 19:02:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique Bem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto “Envelhecer Sustentável” oferece aulas online de pilates, yoga, tai chi chuan, treinamento funcional e ritmos, com foco em força, equilíbrio e potência O Instituto Sempre Movimento (ISM), organização focada no bem estar e promoção da saúde, está com inscrições abertas para o seu programa de atividades físicas online e totalmente gratuito, disponível para idosos [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47525" aria-describedby="caption-attachment-47525" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-47525" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/7ETZ6IWZ1QTMhpjci5SbvNmLvRHelRnbvNGbhRncvBHQhN3cpJXYspDM4cDNygTMxozZlBnauc3bsBTN5MWOlJzNlZGO0ATOxYmMzMTYiZGZiVTOzEmY5kzYGJTJ5kzYGJTJ1MTN2EjRyUCN5AjMx8VL1ETLf9VLwITLfpTN.jpg?resize=800%2C325&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="325" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/7ETZ6IWZ1QTMhpjci5SbvNmLvRHelRnbvNGbhRncvBHQhN3cpJXYspDM4cDNygTMxozZlBnauc3bsBTN5MWOlJzNlZGO0ATOxYmMzMTYiZGZiVTOzEmY5kzYGJTJ5kzYGJTJ1MTN2EjRyUCN5AjMx8VL1ETLf9VLwITLfpTN.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/7ETZ6IWZ1QTMhpjci5SbvNmLvRHelRnbvNGbhRncvBHQhN3cpJXYspDM4cDNygTMxozZlBnauc3bsBTN5MWOlJzNlZGO0ATOxYmMzMTYiZGZiVTOzEmY5kzYGJTJ5kzYGJTJ1MTN2EjRyUCN5AjMx8VL1ETLf9VLwITLfpTN.jpg?resize=300%2C122&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/7ETZ6IWZ1QTMhpjci5SbvNmLvRHelRnbvNGbhRncvBHQhN3cpJXYspDM4cDNygTMxozZlBnauc3bsBTN5MWOlJzNlZGO0ATOxYmMzMTYiZGZiVTOzEmY5kzYGJTJ5kzYGJTJ1MTN2EjRyUCN5AjMx8VL1ETLf9VLwITLfpTN.jpg?resize=768%2C312&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-47525" class="wp-caption-text">Imagem: divulgação</figcaption></figure>
<h3 class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: center;"><em>Projeto “Envelhecer Sustentável” oferece aulas online de pilates, yoga, tai chi chuan, treinamento funcional e ritmos, com foco em força, equilíbrio e potência</em></h3>
<p class="ds-markdown-paragraph">O Instituto Sempre Movimento (ISM), organização focada no bem estar e promoção da saúde, está com inscrições abertas para o seu programa de atividades físicas online e totalmente gratuito, disponível para idosos de todo o Brasil. O objetivo do projeto “Envelhecer Sustentável” é promover o envelhecimento ativo e combater o sedentarismo, com aulas duas vezes por semana, às terças e quintas feiras, às 14h. Os alunos têm acesso a uma grade diversificada que inclui pilates de solo, yoga, tai chi chuan, treinamento funcional e ritmos. Os interessados devem se inscrever por meio de mensagem no direct do Instagram do Instituto Sempre Movimento, pelo perfil @institutosempremovimento, ou pelo telefone (11) 98010 2446.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A coordenadora da iniciativa, Renata Barros, explica que o foco pedagógico das sessões é o desenvolvimento de três pilares fundamentais para a longevidade: força, equilíbrio e potência. Ela afirma que o trabalho tem foco total na autonomia do idoso. A partir da avaliação inicial, a equipe identifica as dores e limitações de cada um para adaptar o exercício. O objetivo, segundo Renata, é que, a cada ano, esse aluno esteja melhor, com mais força nas pernas, melhor equilíbrio e, principalmente, sentindo menos dor. Ela destaca que ver essa evolução real na qualidade de vida dos participantes é o que move a equipe todos os dias.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Mais do que transmitir uma aula, o Instituto Sempre Movimento prioriza a segurança dos praticantes. Durante as sessões ao vivo, além do professor principal, outros integrantes da equipe do ISM acompanham a transmissão para orientar os alunos em tempo real, corrigindo movimentos e garantindo que a prática seja realizada de forma segura.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Renata Barros destaca que o modelo de trabalho da instituição vai além da tela. Ela explica que a equipe quer garantir que o idoso não apenas se exercite, mas que compreenda seu corpo e evolua sua autonomia física com orientação técnica constante.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Para garantir a segurança, antes de iniciar as atividades, cada interessado passa por uma entrevista online para entender o histórico do praticante, além de testes que são realizados com o idoso.</p>
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		<title>O imperativo legal que as empresas não podem ignorar em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thaíse Arcuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 22:24:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprenda Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Contexto]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Fique Bem]]></category>
		<category><![CDATA[Thaise Arcuri]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47459" aria-describedby="caption-attachment-47459" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-47459 size-large" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Gemini_Generated_Image_fdw6xwfdw6xwfdw6.jpg?resize=1020%2C684&#038;ssl=1" alt="Aprenda Felicidade NR1 maio 2026" width="1020" height="684" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Gemini_Generated_Image_fdw6xwfdw6xwfdw6.jpg?resize=1024%2C687&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Gemini_Generated_Image_fdw6xwfdw6xwfdw6.jpg?resize=300%2C201&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Gemini_Generated_Image_fdw6xwfdw6xwfdw6.jpg?resize=768%2C515&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Gemini_Generated_Image_fdw6xwfdw6xwfdw6.jpg?resize=1536%2C1030&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Gemini_Generated_Image_fdw6xwfdw6xwfdw6.jpg?resize=2048%2C1374&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47459" class="wp-caption-text">Imagem gerada com IA Gemini</figcaption></figure>
<p>Há muito tempo, quando falamos em Norma Regulamentadora 1, a imagem que vinha à mente era a de capacetes, botas de segurança e proteção contra máquinas. A legislação trabalhista brasileira historicamente concentrou seus esforços em riscos físicos, ergonômicos e ambientais. No entanto, <span style="background-color: #ffff00;">o cenário mudou radicalmente, e as empresas que não compreenderem essa transformação podem enfrentar multas de até R$ 100 mil</span> apenas em uma única fiscalização.</p>
<p>A partir de <span style="background-color: #ffff00;">26 de maio de 2026, a Norma Regulamentadora 1 (NR1) deixa de ser apenas uma recomendação</span> de boas práticas para se tornar uma exigência legal inegociável. O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) decidiu intervir porque reconheceu algo que a ciência já comprovava: <span style="background-color: #ffff00;">o trabalho adoece a mente tanto quanto pode danificar o corpo</span>. Os números comprovam essa urgência. <span style="background-color: #ffff00;">O Brasil é o segundo país do mundo em casos de burnout</span>, ficando atrás apenas do Japão. Em 2025, registramos <span style="background-color: #ffff00;">546 mil afastamentos por saúde mental</span>, um recorde devastador. A depressão afeta <span style="background-color: #ffff00;">5,8% da população brasileira</span> (aproximadamente 11,7 milhões de pessoas), enquanto <span style="background-color: #ffff00;">30% dos trabalhadores brasileiros convivem com síndrome de burnout</span>. Houve um <span style="background-color: #ffff00;">aumento de 143% em afastamentos em apenas um ano</span>. Ansiedade, depressão e burnout crescem exponencialmente, e esses não são números abstratos—são seus colaboradores, seus gestores, seus talentos mais brilhantes descobrindo que não conseguem mais sair da cama numa segunda-feira.</p>
<p>Por isso, a legislação agora exige que as empresas incluam explicitamente os riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), aquele documento que antes focava apenas em proteção contra quedas, produtos químicos e outros perigos tangíveis. Sobrecarga de trabalho, pressão excessiva por resultados, microgerenciamento, relacionamentos tóxicos, falta de reconhecimento e assédio moral são agora reconhecidos como <span style="background-color: #ffff00;">tão prejudiciais quanto um piso escorregadio ou uma máquina destravada</span>.</p>
<h3><span style="color: #993300;">Por que o governo decidiu agir agora?</span></h3>
<p>Dados alarmantes motivaram essa mudança legislativa. A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta sobre a epidemia de transtornos mentais relacionados ao trabalho. <span style="background-color: #ffff00;">12 bilhões de dias de trabalho são perdidos anualmente no mundo</span> por ansiedade e depressão, gerando um custo estimado em <span style="background-color: #ffff00;">1 trilhão de dólares para a economia global</span>. As empresas fingiam que esses problemas eram apenas questões de &#8220;clima organizacional&#8221; ou &#8220;responsabilidade individual&#8221;. Mas a realidade é que <span style="background-color: #ffff00;">ambientes de trabalho com sobrecarga crônica, assédio moral, falta de clareza de papéis e reconhecimento deficiente são fábricas de doença mental.</span></p>
<p>O reconhecimento legal de riscos psicossociais também reflete uma compreensão mais profunda: pessoas adoecidas não produzem. Não importa quantos computadores, máquinas ou ferramentas sofisticadas uma empresa possua, se seus colaboradores estão esgotados, desmotivados ou traumatizados, o retorno será medíocre. Portanto, cuidar da saúde mental deixa de ser um benefício corporativo bonito e passa a ser uma <span style="background-color: #ffff00;">exigência estratégica</span>.</p>
<h3><span style="color: #993300;"><strong>O Cronômetro está marcado: maio de 2026</strong></span></h3>
<p>A legislação ofereceu um período educativo que vai de maio de 2025 a maio de 2026. Durante esse intervalo, os auditores fiscais visitavam empresas, orientavam e conscientizavam, sem aplicar multas punitivas. <span style="background-color: #ffff00;">Contudo, a partir de 26 de maio de 2026, a fiscalização muda de tom drasticamente</span>. Não será mais apenas orientação, será aplicação de penalidades sérias.</p>
<p>Aqui está o ponto crítico que muitas empresas ainda não compreenderam: <span style="background-color: #ffff00;">o Estado não quer apenas um plano de ação bonito guardado em pasta digital.</span> Os auditores fiscais exigirão <span style="background-color: #ffff00;">comprovação de ações concretas implementadas</span>. Isso significa documentação de reuniões, registros de ajustes nas rotinas, evidências de treinamentos realizados com lideranças, levantamentos de riscos psicossociais já coletados, planos de mitigação em andamento. A empresa que chegar em maio de 2026 apenas com um documento PDF dizendo &#8220;vamos melhorar o ambiente&#8221; será multada.</p>
<h3><span style="color: #993300;"><strong>As multas: valores que assustam</strong></span></h3>
<p>A ferramenta de cálculo segue a tabela da NR-28 (Norma Regulamentadora 28), que considera gravidade da infração, número de funcionários e reincidência. <span style="background-color: #ffff00;">O valor base por item descumprido oscila entre R$ 1.700,00 e R$ 5.200,00</span>, mas não espere pagar apenas isso. Um auditor fiscal raramente aplica uma autuação única. Quando encontra, por exemplo, falta de inventário de riscos psicossociais, descobrirá também ausência de plano de ação e despreparo das lideranças. <span style="background-color: #ffff00;">Isso significa múltiplas multas na mesma fiscalização, facilmente ultrapassando R$ 15 mil a R$ 20 mil em um estabelecimento médio.</span></p>
<p>Para empresas de grande porte com centenas ou milhares de colaboradores, o multiplicador da tabela eleva os valores exponencialmente. Uma empresa com 500 funcionários pagará proporcionalmente muito mais do que uma microempresa pela mesma infração percentual. Além disso, <span style="background-color: #ffff00;">se houver reincidência após uma primeira autuação, os valores podem ser dramaticamente aumentados</span>, sinalizando má-fé ou recusa em resolver o problema.</p>
<h3><strong><span style="color: #993300;">Mas existe uma oportunidade: o ROI da ação</span></strong></h3>
<p>Aqui está o paradoxo que poucos empresários compreenderam:<span style="background-color: #ffff00;"> investir em bem-estar não é gasto</span>.<span style="background-color: #ffff00;"> É investimento com retorno garantido.</span> Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), <span style="background-color: #ffff00;">cada dólar investido em saúde mental retorna aproximadamente 4 dólares em produtividade</span>. Harvard complementa: para cada dólar investido em programas de bem-estar, você economiza <span style="background-color: #ffff00;">3 dólares em custos médicos e 3 dólares em redução de absenteísmo</span>.</p>
<p>As evidências são claras e irrefutáveis. Empresas que implementam gestão genuína de saúde mental experimentam redução de afastamentos, diminuição de presenteísmo (pessoas presentes mas improdutivas), retenção de talentos e aumento de criatividade. <span style="background-color: #ffff00;">Colaboradores saudáveis mentalmente são 20% a 30% mais produtivos.</span> Quando empresas investem especificamente em desenvolvimento de <a href="https://portalcontexto.com.br/aprenda-felicidade-se-aprende-por-que-comecei-uma-jornada-para-transformar-pessoas-e-empresas/">lideranças positivas</a>, o retorno salta para até <span style="background-color: #ffff00;">6 dólares para cada 1 dólar investido.</span></p>
<p>Isso não é filosofia corporativa vaga. São números. São resultados mensuráveis. São empresas que passaram por essa transformação e documentaram o retorno financeiro comprovado.</p>
<h3><strong><span style="color: #993300;">O imperativo estratégico</span></strong></h3>
<p>Portanto, até maio de 2026, a escolha é binária: investir agora na transformação organizacional, documentando cada passo e contratando parceiros adequados na área, ou enfrentar autuações caras e danos reputacionais. Uma empresa que implementa gestão de riscos psicossociais de forma genuína não apenas cumpre legislação, <span style="background-color: #ffff00;">colhe frutos financeiros e humanos extraordinários que excedem qualquer previsão.</span></p>
<h3><strong><span style="color: #993300;">O impacto vai muito além da empresa</span></strong></h3>
<p>Quando as pessoas <a href="https://www.instagram.com/thaisearcuri/">florescem no trabalho</a>, a transformação transborda. Elas chegam em casa com energia, não com esgotamento. Seus filhos recebem pais presentes, não zumbis emocionais. Suas famílias experimentam paz, não conflito alimentado por frustração ocupacional. As comunidades ganham pessoas inteiras, não apenas fragmentos de quem poderiam ser.</p>
<p><span style="background-color: #ffff00;">O impacto dessa ação legislativa é muito maior do que se imagina.</span> Não é apenas sobre cumprir NR1 ou evitar multas. É sobre reconstruir o tecido social começando pelo lugar onde passamos um terço de nossas vidas: o trabalho. Quando pessoas saudáveis mentalmente voltam para casa, elas educam melhor seus filhos, tratam com mais respeito seus vizinhos, participam mais autenticamente de suas comunidades. <span style="background-color: #ffff00;">Essa ação é, na verdade, um instrumento de transformação social que reverbera em gerações futuras.</span></p>
<p>A escolha até maio de 2026 é clara: ser parte da solução ou sofrer as consequências da inação. Governança de riscos psicossociais deixa de ser opcional. <span style="background-color: #ffff00;">É lei. É estratégia. É necessidade. É futuro.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Felicidade se Aprende: Por Que Comecei uma Jornada para Transformar Pessoas e Empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thaíse Arcuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 14:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Fique Bem]]></category>
		<category><![CDATA[Thaise Arcuri]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#AprendaFelicidade #ThaiseArcuri]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há alguns anos, eu fazia a mesma pergunta que muita gente faz: o que realmente torna uma pessoa feliz? Não era apenas curiosidade. Eu observava colaboradores adoecendo silenciosamente dentro de empresas aparentemente &#8220;bem-sucedidas&#8221;. Líderes queimados. Talentos saindo. Famílias destruídas porque as pessoas chegavam em casa esgotadas, sem energia, sem esperança. E ninguém estava falando sobre [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47376" aria-describedby="caption-attachment-47376" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-47376" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Gemini_Generated_Image_e5zrvxe5zrvxe5zr.jpg?resize=800%2C537&#038;ssl=1" alt="Lançamento da Coluna Aprenda Felicidade por Thaíse Arcuri." width="800" height="537" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Gemini_Generated_Image_e5zrvxe5zrvxe5zr.jpg?resize=1024%2C687&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Gemini_Generated_Image_e5zrvxe5zrvxe5zr.jpg?resize=300%2C201&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Gemini_Generated_Image_e5zrvxe5zrvxe5zr.jpg?resize=768%2C515&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Gemini_Generated_Image_e5zrvxe5zrvxe5zr.jpg?resize=1536%2C1030&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Gemini_Generated_Image_e5zrvxe5zrvxe5zr.jpg?resize=2048%2C1374&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-47376" class="wp-caption-text">Arte: Cocriação Raquel Paternostro &amp; IA Gemini</figcaption></figure>
<p>Há alguns anos, eu fazia a mesma pergunta que muita gente faz: o que realmente torna uma pessoa feliz? Não era apenas curiosidade. Eu observava colaboradores adoecendo silenciosamente dentro de empresas aparentemente &#8220;bem-sucedidas&#8221;. Líderes queimados. Talentos saindo. Famílias destruídas porque as pessoas chegavam em casa esgotadas, sem energia, sem esperança. E ninguém estava falando sobre isso disso. Ninguém tinha uma resposta prática, mensurada, replicável.</p>
<p>Comecei a pesquisar profundamente. Mergulhei nos conhecimentos da Psicologia Positiva, neurociência, gestão e liderança, quando descobri algo revolucionário: felicidade não é um sentimento vago ou uma questão de sorte. É uma habilidade. Pode ser aprendida. Pode ser ensinada. Pode ser implementada em empresas com resultados comprovados.</p>
<p>Daí nasceu minha metodologia: a Tríade da Felicidade, que permeia conceitos que considero importantes para felicidade, juntamente com o que a ciência comprovou que são os fatores que tem mais relevância para a felicidade de uma pessoa, que o pai da psicologia, <strong>Martin Selligman</strong> denominou com PERMAV e eu chamo de SER EM DOBRO.</p>
<h3><span style="color: #800000;"><strong>Entendendo o Ser em Dobro (PERMAV)</strong></span></h3>
<p>A ciência mostra que felicidade genuína não é uma dimensão única. É você aprender a &#8220;ser em dobro&#8221;, que integra aspectos humanos que devem convergir.</p>
<h4><strong>Primeiro Ser: O Fundamento da Existência</strong></h4>
<ul>
<li><strong>Saúde:</strong> Estar fisicamente bem e mentalmente resiliente, sem transtornos que impeçam florescer</li>
<li><strong>Emoções Positivas:</strong> Vivenciar alegria, esperança, inspiração frequentemente—significativamente mais que emoções negativas</li>
<li><strong>Relacionamentos Positivos:</strong> Ter conexões humanas genuínas, livres de assédio, toxicidade e manipulação</li>
</ul>
<p>Quando esse tripé existe, você tem a base. Você não sofre. Você não está adoecendo. Seu corpo e mente estão equilibrados.</p>
<h4><strong>Segundo Ser: O Significado da Existência</strong></h4>
<ul>
<li><strong>Sentido:</strong> Compreender que sua vida, seu trabalho, importa para algo maior que você</li>
<li><strong>Engajamento:</strong> Estar totalmente absorto em atividades que desafiam seu crescimento—aquele estado de flow onde tempo desaparece</li>
<li><strong>Realizações e Metas:</strong> Alcançar objetivos significativos, ver progresso tangível, completar projetos que importam</li>
</ul>
<p>Quando esse tripé existe, você tem propósito. Você não apenas existe. Você vive.e quando os seis critérios convergem, você encontra felicidade genuína. Que não é  temporária.</p>
<h3><strong><span style="color: #800000;">A Triade da Felicidade na prática</span></strong></h3>
<p>Agora, como transformar essa compreensão científica em ação prática? Aqui é onde entra minha metodologia: a <strong>Triade da Felicidade</strong>. Três pilares operacionais que traduzem os seis critérios em prática diária.</p>
<p><strong>Pilar 1:</strong> <span style="background-color: #ffff00; color: #333333;">Eu Feliz Comigo</span> Este é o autoconhecimento profundo. Significa entender quem você é verdadeiramente, suas forças, limitações, valores. Envolve autodesenvolvimento contínuo (aprender, evoluir), autorresponsabilidade (parar de culpar circunstâncias), autoliderança (liderar sua própria vida), autoconfiança e autoestima saudáveis, identidade firmada. Quando você é feliz consigo mesmo, você não procura complementação em outras pessoas ou no trabalho. Você é completo. Aí sim, você pode relacionar-se genuinamente.</p>
<p><strong>Pilar 2:</strong> <span style="background-color: #ffff00; color: #333333;">Eu Feliz com o Outro</span> Significa compreender profundamente como as pessoas funcionam. Saber se relacionar com empatia autêntica (comunicação não-violenta, assertividade), compreensão em vez de julgamento, focar no positivo do outro, entender perfis diferentes de pessoas. Em contexto empresarial, isso significa trazer feedbacks construtivos, ações de team building que geram conexão real, linguagem de valorização, conhecimento dos diferentes estilos de liderança e trabalho. Quando você sabe relacionar-se bem, coloca as pessoas em ambientes onde florescem juntas.</p>
<p><strong>Pilar 3:</strong><span style="background-color: #ffff00; color: #333333;"> Eu Feliz com o Mundo</span> (ou com a Empresa) Este é o reconhecimento de que a realidade não é 100% do que acontece com você. A fórmula, segundo a ciência, é: 50% genético (sua predisposição natural), 10% o que realmente acontece, 40% o que você faz do que acontece. Isso significa que sua percepção, sua interpretação, seu posicionamento perante os eventos é o que mais importa. Em contexto empresarial, &#8220;Eu Feliz com a Empresa&#8221; significa trazer clareza de propósito, missão e visão que façam sentido profundo para cada colaborador. Significa colocar o colaborador certo no lugar certo (engenharia de equipes). Significa cultura organizacional forte onde todos compreendem o &#8220;por quê&#8221; do seu trabalho e de fazer o que fazem dentro da empresa.</p>
<h3><strong><span style="color: #800000;">O Case Heineken: Prova de Conceito</span></strong></h3>
<p>Quando comecei a implementar essa metodologia em empresas reais, os resultados foram além das expectativas. E foi o que aconteceu com a Heineken, uma empresa global, complexa, onde a transformação poderia parecer impossível, mas que foi transformada pela implementação da cultura de felicidade e bem-estar. Os resultados? Redução de 40% em absenteísmo. Aumento de 35% em engajamento. Retenção de talentos saltou de 68% para 92%. Produtividade aumentou 28%. E o mais importante: o clima mudou de &#8220;tenho que estar aqui&#8221; para &#8220;quero estar aqui.&#8221; Não foi magia que aconteceu, foi ciência aplicada sistematicamente.</p>
<h3><span style="color: #800000;"><strong>Por Que Isso Importa Agora</strong></span></h3>
<p>Estamos em um momento crítico. O Brasil é o segundo país em casos de burnout no mundo. A depressão afeta 5,8% da população. A ansiedade tornou-se a palavra do ano. 546 mil afastamentos por saúde mental em 2025 apenas.</p>
<p>As empresas fingiram por muito tempo que esses problemas eram individuais, questões de &#8220;capacidade pessoal.&#8221; Mas a verdade que a ciência comprova é que o ambiente de trabalho é onde mais adoecemos ou onde mais florescem.</p>
<p>Quando uma empresa implementa a Tríade genuinamente, ela não apenas cumpre obrigações legais (como a nova NR1). Ela transforma vidas. Pessoas que acordam querendo trabalhar, não precisando. Pessoas que crescem profissionalmente enquanto contribuem para algo significativo. Pessoas que chegam em casa com energia, não esgotadas.</p>
<h4>Essas pessoas levam essa transformação para suas famílias. Para suas comunidades. O impacto transborda.</h4>
<h3></h3>
<h3><strong><span style="color: #800000;">O Que Vem Agora</span></strong></h3>
<p>A partir de hoje, venho como colunista do Portal Contexto para aprofundar cada aspecto dessa jornada. Vou explorar os três pilares. Vou falar sobre como cultivar o &#8220;Eu Feliz Comigo.&#8221; Como desenvolver relacionamentos genuinamente positivos. Como criar empresas onde propósito e significado são realidades, não slogans em papel de parede.</p>
<h4>Vou trazer dados. Cases. Práticas concretas que você pode implementar hoje na sua vida e na sua empresa.</h4>
<h3></h3>
<h3><span style="color: #800000;"><strong>Quem Sou Eu</strong></span></h3>
<p>Sou <strong>Thaíse Possa Arcuri</strong>. Palestrante e especialista em Felicidade e Liderança. Co-autora do livro &#8220;<a href="https://amzn.to/4ctl78j"><span style="background-color: #ffff00;">Comece pela Felicidade</span></a>,&#8221;. Tenho formação sólida em Psicologia Positiva, Liderança Transformacional. Mas mais importante que credenciais: tenho cases reais. Tenho visto vidas transformadas. Tenho visto empresas mudarem sua cultura e seus resultados simultaneamente.</p>
<p>Venho aqui para compartilhar essa jornada com você. Para mostrar que sim, felicidade se aprende. Que sim, mudança estrutural é possível. Que sim, é hora de parar de fingir que &#8220;é assim mesmo&#8221; e começar a construir ambientes e vidas genuinamente felizes.</p>
<h4>Felicidade não é luxo. É direito humano. E pode ser construída sistemática, científica, replicavelmente.</h4>
<p>Bem-vindo a essa coluna. Bem-vindo a essa conversa que vai mudar sua vida.</p>
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		<title>Método brasileiro potencializa a memória e melhora o humor e o bem‑estar de idosos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 20:04:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique Bem]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cuidar do cérebro vai além de adotar um estilo de vida saudável. Um método brasileiro tem se destacado por potencializar a memória e melhorar o humor e o bem estar de idosos. Pesquisa da Universidade de São Paulo atestou a eficácia do método Supera, e participantes relatam que ele combate a solidão e promove rotinas [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47076" aria-describedby="caption-attachment-47076" style="width: 498px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-47076" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/link.jpg?resize=498%2C332" alt="" width="498" height="332" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/link.jpg?w=498&amp;ssl=1 498w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/link.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 498px) 100vw, 498px" /><figcaption id="caption-attachment-47076" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph">Cuidar do cérebro vai além de adotar um estilo de vida saudável. Um método brasileiro tem se destacado por potencializar a memória e melhorar o humor e o bem estar de idosos. Pesquisa da Universidade de São Paulo atestou a eficácia do método Supera, e participantes relatam que ele combate a solidão e promove rotinas cheias de propósito por meio de encontros semanais.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Quando a aposentadoria chega, muitas pessoas imaginam ter mais tempo livre, mas também se deparam com a necessidade de manter a mente ativa. É nesse ponto que o método Supera ganhou espaço na rotina de idosos em todo o Brasil. As aulas semanais oferecem exercícios lúdicos de raciocínio, memória e atenção que, mais do que treinar habilidades, criam um hábito social e prazeroso.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Um ensaio clínico conduzido por pesquisadores do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), em colaboração com o Departamento de Gerontologia da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH USP) e o Grupo de Neurologia Cognitiva e do Comportamento da Divisão de Neurologia Clínica do HCFMUSP, acompanhou 207 pessoas com 60 anos ou mais ao longo de dois anos e comprovou a eficácia do método. Os resultados observados foram maior fluência verbal e flexibilidade mental, aumento da segurança cognitiva, ganhos nas funções executivas, melhora significativa da cognição global, impacto funcional na autonomia e, principalmente, a manutenção desses ganhos por até 12 meses.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Segundo quem vive a experiência, o diferencial do Supera está nas aulas. Jogos de tabuleiro e online, cálculos com ábaco, desafios mentais e exercícios de fluência verbal compõem sessões de duas horas que misturam desafio intelectual e conversa animada. Rosangela Marcondes, participante do método, descreve as atividades como curiosas, divertidas e instigantes, afirmando que é o músculo genial que eles exercitam.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Para muitos, a transformação vai além da cognição. Os participantes relatam melhora do ânimo, redução de sintomas depressivos e uma sensação de pertencimento. O próprio estudo associou maior bem estar ao grupo que frequentou as aulas presenciais. O compromisso semanal, segundo os alunos, combate a solidão e cria rotinas cheias de propósito.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Patrícia Lessa, neuropsicopedagoga com especialização em gerontologia e diretora pedagógica do Supera, explica que os benefícios observados se aplicam a idosos saudáveis sem diagnóstico de demência. Nos casos de doenças neurodegenerativas, a estimulação cognitiva atua na preservação das funções ainda mantidas. A recomendação é clara: começar cedo, cultivar curiosidade e inserir desafios cognitivos na rotina ajuda a manter autonomia e prazer com o passar dos anos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A pesquisa e os relatos constatam que movimentos simples, como transformar aula em encontro, exercício em hábito e atividade em vínculo, podem definir o envelhecimento como um tempo ativo, social e cheio de aprendizado. Quem busca envelhecer com qualidade pode encontrar no treino cognitivo não apenas ganho mental, mas também mais ânimo para viver.</p>
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		<title>Adolescentes brasileiros estão entre os mais expostos a uso intensivo de redes sociais, aponta maior pesquisa global sobre felicidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 00:24:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique Bem]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>World Happiness Report 2026 revela que América Latina lidera ranking de uso excessivo entre jovens e que risco de depressão aumenta 13% a cada hora adicional de tela O Brasil aparece em posição de destaque, mas por um motivo preocupante, na mais recente edição do World Happiness Report 2026. O levantamento, produzido pela Universidade de [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_46908" aria-describedby="caption-attachment-46908" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-46908" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/pexels-olly-3762919.jpg?resize=1020%2C679&#038;ssl=1" alt="smile" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/pexels-olly-3762919.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/pexels-olly-3762919.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/pexels-olly-3762919.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/pexels-olly-3762919.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-46908" class="wp-caption-text">Foto: Pexels</figcaption></figure>
<h3 class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: center;"><em>World Happiness Report 2026 revela que América Latina lidera ranking de uso excessivo entre jovens e que risco de depressão aumenta 13% a cada hora adicional de tela</em></h3>
<p class="ds-markdown-paragraph">O Brasil aparece em posição de destaque, mas por um motivo preocupante, na mais recente edição do World Happiness Report 2026. O levantamento, produzido pela Universidade de Oxford com chancela das Nações Unidas e considerado a maior pesquisa global sobre bem-estar humano, dedicou-se neste ano a investigar a relação entre o uso de redes sociais e a saúde mental de adolescentes em 47 países.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Os dados colocam a América Latina no topo do ranking de exposição juvenil às plataformas digitais. A região tem o maior percentual de adolescentes que passam 7 horas ou mais por dia nas redes sociais entre todas as áreas estudadas: 12,1%, mais que o dobro da Europa Ocidental, onde o índice é de 4,9%. O Brasil integra a amostra latino-americana, que totalizou mais de 32 mil adolescentes analisados.</p>
<h4><strong>Contraste entre avanço e vulnerabilidade</strong></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph">O país tem apresentado melhora consistente no ranking global de felicidade — saltou do 49º lugar em 2023 para o 32º em 2026. No entanto, especialistas alertam que esse avanço convive com uma vulnerabilidade crescente entre os jovens, potencializada pelo uso intensivo de tecnologias digitais.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">&#8220;O Brasil sobe consistentemente no ranking global de felicidade, mas esse avanço convive com uma vulnerabilidade crescente entre os jovens. Alta exposição às redes sociais combinada com a desigualdade estrutural do país cria um cenário que exige atenção imediata&#8221;, afirma Rodrigo de Aquino, comunicólogo e especialista em felicidade e bem-estar.</p>
<h4><strong>Evidências científicas robustas</strong></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph">O relatório reúne sete linhas independentes de evidência científica, todas convergindo para a mesma conclusão: o uso intensivo de redes sociais está associado a danos significativos à saúde mental dos adolescentes.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Entre os dados mais contundentes estão:</p>
<ul>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph">Adolescentes que usam redes sociais por 5 horas ou mais por dia têm o dobro de probabilidade de atender aos critérios clínicos de depressão em comparação com aqueles que usam menos de 1 hora diária.</p>
</li>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph">O risco de depressão aumenta 13% a cada hora adicional de uso.</p>
</li>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph">Entre meninas de 15 e 16 anos em países de língua inglesa, aquelas que usam mais de 7 horas por dia têm 63% mais probabilidade de reportar baixa satisfação com a vida do que as que usam menos de 1 hora.</p>
</li>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph">Entre as meninas latino-americanas, as que não usam redes sociais são 65% mais propensas a reportar satisfação completa com a vida.</p>
</li>
</ul>
<h4><strong>Impactos na autoimagem e experimentos de redução</strong></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph">Um estudo interno da própria Meta, que incluía o Brasil na amostra, revelou que uma em cada três meninas adolescentes afirmou que o Instagram piorou seus problemas com a própria imagem corporal.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Paralelamente, uma meta-análise de 32 experimentos controlados com 5.544 participantes mostrou que reduzir o uso para 1 hora diária durante apenas três semanas produziu melhoras significativas em indicadores de depressão, ansiedade e qualidade do sono.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">&#8220;A ciência não deixa margem para ambiguidade. Estamos diante de evidências convergentes de que o uso intensivo de redes sociais causa danos reais e mensuráveis na saúde mental de adolescentes — e que reverter esse uso produz melhoras concretas em semanas. Isso já é suficiente para justificar ação&#8221;, avalia Aquino.</p>
<h4><strong>O limite do algoritmo</strong></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph">Para o especialista, o debate vai além dos números e toca em aspectos fundamentais da experiência humana. &#8220;A ciência do bem-estar confirma o que já sabemos sobre o ser humano: não existe saúde mental sustentável sem vínculo real. A juventude brasileira precisa de outras redes sociais — as que oferecem presença genuína, afetos autênticos e a experiência concreta de ser visto por outro ser humano. Nenhum algoritmo entrega isso&#8221;, conclui Aquino.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O World Happiness Report 2026 reforça, assim, a necessidade de políticas públicas e estratégias familiares voltadas ao uso consciente da tecnologia, especialmente entre crianças e adolescentes, em um momento em que o país celebra avanços no bem-estar geral, mas observa com preocupação os sinais de alerta vindos das novas gerações.</p>
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		<title>2º Congresso da Felicidade de Brasília anuncia palestrantes e amplia diálogo entre educação, gestão pública, espiritualidade e mundo corporativo  </title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/2o-congresso-da-felicidade-de-brasilia-anuncia-palestrantes-e-amplia-dialogo-entre-educacao-gestao-publica-espiritualidade-e-mundo-corporativo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=2o-congresso-da-felicidade-de-brasilia-anuncia-palestrantes-e-amplia-dialogo-entre-educacao-gestao-publica-espiritualidade-e-mundo-corporativo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 10:55:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Fique Bem]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O 2º Congresso da Felicidade de Brasília, que será realizado no dia 20 de março de 2026, no Museu Nacional da República, confirma os nomes dos palestrantes desta edição e consolida o evento como um dos principais fóruns nacionais dedicados ao debate sobre felicidade, bem-estar e desenvolvimento humano. Após o impacto da primeira edição, o [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_46670" aria-describedby="caption-attachment-46670" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-46670" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/unnamed-31.jpg?resize=800%2C602&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="602" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/unnamed-31.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/unnamed-31.jpg?resize=300%2C226&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/unnamed-31.jpg?resize=768%2C578&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-46670" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p>O 2º Congresso da Felicidade de Brasília, que será realizado no dia 20 de março de 2026, no Museu Nacional da República, confirma os nomes dos palestrantes desta edição e consolida o evento como um dos principais fóruns nacionais dedicados ao debate sobre felicidade, bem-estar e desenvolvimento humano. Após o impacto da primeira edição, o Congresso amplia sua proposta e reúne lideranças do Brasil e do Butão para discutir a felicidade como eixo estratégico de políticas públicas, cultura organizacional, formação educacional e transformação social.</p>
<p>O evento, realizado pelo IPCB – Instituto de Produção Socioeducativo e Cultural Brasileiro, com apoio do Ministério da Cultura e da Secretaria de Articulação Federativa e Comitês de Cultura, acontecerá das 9h às 18h, em celebração ao Dia Internacional da Felicidade, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU). A entrada é gratuita e as inscrições podem ser feitas através do <a href="https://felicidade.inscreva.online/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://felicidade.inscreva.online/&amp;source=gmail&amp;ust=1772500602393000&amp;usg=AOvVaw3R0aDdFkStmlV0_iGmwN0r">https://felicidade.inscreva.<wbr />online/</a>.</p>
<p>Entre os nomes confirmados está Cosete Ramos, consultora da felicidade e idealizadora do Movimento Brasília Capital da Felicidade. Com o tema “Educação para Felicidade”, Cosete abordará o papel da escola e da formação humana na construção de uma sociedade emocionalmente mais saudável e consciente. Para ela, a felicidade deve ser compreendida como valor estruturante da educação contemporânea, capaz de orientar práticas pedagógicas, fortalecer vínculos e preparar crianças e jovens para uma vida com propósito e responsabilidade social. “Ver o Congresso chegar à segunda edição com esse nível de engajamento é uma enorme satisfação. Isso mostra que a felicidade deixou de ser um discurso e passou a ser uma construção coletiva, assumida por educadores, gestores e pela sociedade”, afirma.</p>
<p>A dimensão internacional do evento será reforçada pela presença de Lhatu, diretor executivo do Centro de Felicidade Interna Bruta do Butão. Sua palestra, intitulada “A Felicidade Interna Bruta (FIB) é mais importante do que o Produto Interno Bruto (PIB)”, trará a experiência do país que se tornou referência mundial ao adotar a felicidade como indicador oficial de desenvolvimento. O modelo butanês propõe uma abordagem que integra bem-estar psicológico, sustentabilidade ambiental, cultura e boa governança, ampliando a compreensão tradicional baseada exclusivamente em indicadores econômicos.</p>
<p>O Congresso também trará a perspectiva do mundo empresarial com a participação de Lívia Azevedo, primeira diretora de Felicidade do Brasil. Em sua palestra, “Felicidade corporativa: a jornada que transforma pessoas e negócios”, Lívia compartilhará experiências práticas sobre como o bem-estar organizacional impacta produtividade, engajamento e cultura empresarial. Em um contexto em que saúde mental e clima organizacional ganham centralidade nas estratégias de negócios, sua participação amplia o diálogo entre desenvolvimento humano e performance institucional.</p>
<p>A dimensão técnica e científica da programação será representada por Manoel Clementino Barros Neto, diretor-presidente do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF). Ele apresentará os resultados da pesquisa inédita “Felicidade no Distrito Federal: fatores associados e implicações para políticas públicas”, estudo que analisa dados objetivos e subjetivos sobre qualidade de vida e percepção de bem-estar da população do DF. A apresentação marca um passo importante na consolidação da felicidade como indicador relevante para formulação de políticas públicas baseadas em evidências.</p>
<p>Completando o quadro de palestrantes, o Bispo JB Carvalho, autor de 22 livros, incluindo o best-seller <i>Metanoia</i>, teólogo e conferencista, levará ao Congresso uma reflexão que conecta espiritualidade, consciência e transformação interior. Reconhecido por sua atuação na formação de lideranças e no estímulo à renovação do pensamento como instrumento de mudança de realidades, o Bispo abordará o tema: Espiritualidade e Felicidade.</p>
<p>Para o presidente do IPCB, Jorge Luiz, a consolidação do Congresso demonstra maturidade institucional e reconhecimento público da pauta. “É uma grande satisfação ver o Congresso crescer e reunir vozes tão diversas em torno de um propósito comum. A felicidade hoje é um tema estratégico e necessário, e Brasília assume um papel de protagonismo ao abrir esse espaço qualificado de diálogo”, destaca.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>2º Congresso da Felicidade de Brasília</strong><br />
<strong>Quando:</strong> 20 de março de 2026, das 9h às 18h<br />
<strong>Onde: </strong>Museu Nacional da República &#8211; Brasília<br />
<strong>Ingressos:</strong> gratuito<br />
<strong>Inscrições:</strong> <a href="https://felicidade.inscreva.online/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://felicidade.inscreva.online/&amp;source=gmail&amp;ust=1772500602393000&amp;usg=AOvVaw3R0aDdFkStmlV0_iGmwN0r">Link</a><br />
<strong>Mais informações:</strong> @congressodafelicidadebsb</p>
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		<title>Seis sinais de burnout e estratégias para prevenir o esgotamento no trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 10:55:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique Bem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O crescimento dos casos de burnout entre líderes e profissionais tem acendido um alerta no ambiente corporativo. Dados da Associação Nacional de Medicina do Trabalho apontam aumento significativo dos diagnósticos em 2025, ano em que a síndrome passou a ser oficialmente reconhecida como doença ocupacional. A estimativa é de que cerca de 30% dos profissionais [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_46568" aria-describedby="caption-attachment-46568" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-46568" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/link-3-2-1.jpg?resize=1020%2C721&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="721" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/link-3-2-1.jpg?resize=1024%2C724&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/link-3-2-1.jpg?resize=300%2C212&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/link-3-2-1.jpg?resize=768%2C543&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/link-3-2-1.jpg?w=1199&amp;ssl=1 1199w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-46568" class="wp-caption-text">Foto: Freepik</figcaption></figure>
<p data-start="96" data-end="580">O crescimento dos casos de burnout entre líderes e profissionais tem acendido um alerta no ambiente corporativo. Dados da <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Associação Nacional de Medicina do Trabalho</span></span> apontam aumento significativo dos diagnósticos em 2025, ano em que a síndrome passou a ser oficialmente reconhecida como doença ocupacional. A estimativa é de que cerca de 30% dos profissionais brasileiros apresentem sintomas relacionados ao esgotamento, posicionando o país entre os que registram maior incidência no mundo.</p>
<p data-start="582" data-end="887">O cenário é resultado de uma combinação recorrente nas organizações: cobrança intensa por resultados, excesso de estímulos e ausência de método estruturado de trabalho. Equipes operam em regime permanente de urgência, com pouco espaço para planejamento, reflexão estratégica e recuperação física e mental.</p>
<p data-start="889" data-end="1336">Para o engenheiro e campeão mundial de karatê que atua como mentor em autogestão e difusor da filosofia japonesa <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Kaizen</span></span>, o problema está na forma como o trabalho tem sido organizado. Segundo ele, líderes e profissionais passaram a atuar constantemente em modo reativo, apagando incêndios. Qualquer sistema submetido a esforço contínuo acima do limite e sem manutenção tende a falhar, e com as pessoas ocorre o mesmo.</p>
<p data-start="1338" data-end="1857">A leitura é compartilhada pelo psiquiatra <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Guido Boabaid May</span></span>, que lidera a <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">GnTech</span></span>, referência em farmacogenética aplicada à saúde mental. De acordo com o especialista, o burnout se desenvolve de forma progressiva e compromete múltiplas dimensões da saúde. A síndrome apresenta sintomas intensos e duradouros, impacta o equilíbrio emocional no longo prazo e está associada ao aumento do uso de psicotrópicos e a maiores índices de hospitalização por transtornos mentais.</p>
<p data-start="1859" data-end="2197">Com base na prática clínica e na experiência em produtividade sustentável, os especialistas defendem mudanças estruturais na gestão do trabalho. A adoção de métodos claros, a organização de prioridades, a definição de limites e a criação de rotinas de recuperação são apontadas como medidas essenciais para reduzir o risco de esgotamento.</p>
<p data-start="2199" data-end="2441" data-is-last-node="" data-is-only-node="">O debate reforça que o enfrentamento do burnout não depende apenas de estratégias individuais, mas de uma revisão sistêmica da cultura organizacional, com foco em equilíbrio, previsibilidade e sustentabilidade do desempenho ao longo do tempo.</p>
<p>Confira, a seguir:</p>
<p><strong>1.Adote um ritmo sustentável de evolução</strong></p>
<p>O Kaizen propõe pequenos ajustes diários. &#8220;O método está diretamente ligado à saúde mental porque propõe um ritmo sustentável de evolução. Ele substitui a lógica do &#8216;tudo ou nada&#8217; por pequenos ajustes diários, possíveis e consistentes&#8221;, afirma Junior. Focar no progresso contínuo reduz a ansiedade por grandes resultados imediatos e aumenta a sensação de controle.</p>
<p><strong>2. Reconheça os sinais físicos e emocionais precoces</strong></p>
<p>Identificar os sintomas iniciais é fundamental para evitar agravamentos. &#8220;No domínio emocional, destaca-se a exaustão emocional e a perda de motivação. No domínio físico, sintomas como fadiga crônica, distúrbios do sono e queixas somáticas múltiplas são comuns&#8221;, explica o médico. Alterações cognitivas, como dificuldade de concentração, também funcionam como sinais de alerta.</p>
<p><strong>3. Planeje melhor para reduzir urgência e retrabalho</strong></p>
<p>Pequenos ajustes na rotina ajudam a devolver previsibilidade ao dia a dia. &#8220;Planejar melhor, organizar prioridades, definir limites claros e revisar processos evita retrabalho, desperdício de energia e decisões impulsivas&#8221;, diz Junior. Ele relata que, ao aplicar blocos de foco e revisões semanais, o estresse pode cair significativamente.</p>
<p><strong>4. Diferencie estresse comum de burnout em desenvolvimento</strong></p>
<p>Nem todo cansaço é burnout, mas a persistência dos sintomas é um sinal importante. &#8220;O estresse cotidiano é geralmente transitório, enquanto a síndrome de burnout resulta de exposição crônica a estressores ocupacionais, levando a exaustão persistente, distanciamento emocional e queda de desempenho profissional&#8221;, afirma Guido. Segundo o especialista, no burnout os sintomas não melhoram facilmente com férias ou pausas curtas.</p>
<p><strong>5. Investir na autogestão do líder como fator de proteção</strong></p>
<p>O comportamento da liderança influencia diretamente o clima emocional da equipe. &#8220;Um líder sem autogestão transfere ansiedade, desorganização e pressa para o time. Já um líder equilibrado cria segurança psicológica&#8221;, explica Junior. &#8220;Líderes que cuidam da própria disciplina, energia e clareza mental reduzem drasticamente o risco de burnout nas equipes&#8221;, complementa.</p>
<p><strong>6. Busque ajuda profissional ao perceber impacto funcional</strong></p>
<p>Quando os sintomas passam a afetar o funcionamento diário, o suporte especializado é essencial. &#8220;O momento certo de buscar ajuda profissional ocorre quando sinais como fadiga persistente, dificuldade de concentração, distúrbios do sono e exaustão emocional começam a impactar o funcionamento diário e o bem-estar&#8221;, orienta o psiquiatra. Ele ressalta que a diferenciação entre burnout e depressão é fundamental para a condução adequada do caso.</p>
<p>Para Junior, é importante mudar a forma como o problema é interpretado. &#8220;Burnout não é sinal de fraqueza individual, mas de sistemas mal desenhados. Empresas e profissionais precisam parar de tratar o esgotamento como um problema pessoal e começar a enxergá-lo como um problema de método&#8221;, afirma. &#8220;É possível crescer, performar e prosperar sem perder a saúde, o sentido da vida e a alegria no caminho&#8221;, conclui.</p>
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		<title>Idadismo ou Etarismo: o que podemos fazer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 10:50:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contexto]]></category>
		<category><![CDATA[Contexto Livre]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-46527 alignleft" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/13QmO0EGNkVDM6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6kDO3EjN5IDM3EjOnVGcq5ydvxGOmFjM0IjZ2YGNkJTZhhTZiNDNjFjM1MWNyEWN0EGM0YkMlEGM0YkMlAjRyUSO1EzMx8VL1ETLf9VLwITLfpTM.jpg?resize=377%2C670&#038;ssl=1" alt="" width="377" height="670" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/13QmO0EGNkVDM6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6kDO3EjN5IDM3EjOnVGcq5ydvxGOmFjM0IjZ2YGNkJTZhhTZiNDNjFjM1MWNyEWN0EGM0YkMlEGM0YkMlAjRyUSO1EzMx8VL1ETLf9VLwITLfpTM.jpg?w=377&amp;ssl=1 377w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/13QmO0EGNkVDM6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6kDO3EjN5IDM3EjOnVGcq5ydvxGOmFjM0IjZ2YGNkJTZhhTZiNDNjFjM1MWNyEWN0EGM0YkMlEGM0YkMlAjRyUSO1EzMx8VL1ETLf9VLwITLfpTM.jpg?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w" sizes="(max-width: 377px) 100vw, 377px" />Desde a infância, infelizmente, muitas pessoas são expostas a termos jocosos e depreciativos em relação à velhice, tais como: &#8220;isso é coisa de velho&#8221;, &#8220;quem gosta de coisa velha é museu&#8221;, &#8220;você parece um(a) velho(a)&#8221;, &#8220;está ficando gagá/caduco(a)&#8221;, &#8220;está fazendo hora extra&#8221;, &#8220;quem gosta de velho é reumatismo&#8221;, entre outras expressões pejorativas que humilham e alimentam o preconceito contra as pessoas de mais idade. Some-se a isso a prática de infantilizar o idoso, utilizando diminutivos como &#8220;vovozinha&#8221;, &#8220;comidinha&#8221;, &#8220;bracinho&#8221;, entre outros, que, embora pareçam carinhosos, podem reforçar estereótipos de fragilidade e incapacidade.</p>
<p>Esse preconceito pode manifestar-se inclusive no meio médico. Alguns profissionais, por desconhecimento ou visão limitada acerca do processo de envelhecimento, atribuem queixas — especialmente dores ou lapsos de memória — simplesmente à &#8220;idade&#8221;, sem a devida investigação clínica. Tal postura pode gerar insatisfação, diagnósticos imprecisos e tratamentos inadequados.</p>
<p>Generalizar que o idoso é &#8220;chato&#8221;, egoísta ou rabugento não é adequado nem justo. Tais características não decorrem exclusivamente da velhice. Se alguém apresenta determinados traços de personalidade na idade avançada, é provável que já os manifestasse desde sua juventude, podendo apenas tê-los acentuado com o passar do tempo. Há um aforismo que afirma: &#8220;Com o envelhecimento, aprimoram-se as qualidades e acentuam-se os defeitos.&#8221; Assim, cada pessoa tende a envelhecer como viveu.</p>
<p><strong>O que é o Idadismo?</strong></p>
<p>A essa forma de discriminação baseada na idade damos o nome de <strong>idadismo</strong> ou <strong>etarismo</strong>. Trata-se de um fenômeno que afeta principalmente pessoas idosas por meio de estereótipos, preconceitos e práticas excludentes. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o idadismo refere-se aos estereótipos (como pensamos), aos preconceitos (como nos sentimos) e à discriminação (como agimos) em relação aos outros com base na idade.</p>
<p>Na prática, o idadismo manifesta-se em diferentes esferas, podendo ser resumido em três pilares principais:</p>
<ol>
<li><strong>No Trabalho:</strong> Exclusão de processos seletivos e demissão de funcionários experientes por serem considerados &#8220;velhos demais&#8221;, ignorando-se sua produtividade e competência.</li>
<li><strong>Na Sociedade:</strong> Criação de imagens e estereótipos negativos que diminuem o valor e a capacidade da pessoa idosa.</li>
<li><strong>No Cotidiano:</strong> Isolamento social e exclusão de espaços comunitários frequentados majoritariamente por jovens.</li>
</ol>
<p>Não são raros os casos de profissionais no auge de sua produtividade e conhecimento que são dispensados por serem considerados &#8220;velhos&#8221; para determinadas funções — e, muitas vezes, sequer atingiram a idade legalmente classificada como idosa. Perde-se, assim, um capital humano valioso, cujo aperfeiçoamento demandou anos de dedicação.</p>
<p>Infelizmente, o envelhecimento ainda é cercado de estigmas. O termo &#8220;velho&#8221; é frequentemente empregado de forma pejorativa, associado a ideias de fraqueza, lentidão, irrelevância ou descartabilidade. Muitos evitam falar sobre a velhice — sobretudo sobre a própria — como se fosse um tabu ou como se o envelhecer não fosse um destino comum a todos.</p>
<p><strong>O Tabu do Envelhecer</strong></p>
<p>Tal cenário pode estar relacionado a uma sociedade que glorifica a juventude, associando beleza, sucesso e relevância à idade jovem. Publicidade, redes sociais e produções audiovisuais reforçam a ideia de que a juventude representa o auge da vida, enquanto o envelhecimento seria algo a ser evitado. Essa visão cria pressão para manter aparência e estilo de vida incompatíveis com o curso natural da existência.</p>
<p>Outro exemplo marcante é a diferença de julgamento social quanto à afetividade. Jovens podem expressar livremente seu afeto em público, enquanto dois idosos que namoram ou se beijam em uma praça frequentemente são alvo de críticas ou constrangimentos. Em alguns casos, há até reações desproporcionais, desrespeitando-se o direito ao amor e à sexualidade na velhice.</p>
<p>Os jovens ainda enfrentarão o desafio de envelhecer — e de fazê-lo com qualidade de vida — apesar das inúmeras orientações de saúde disponíveis atualmente. Os idosos, por sua vez, já percorreram esse caminho e superaram, bem ou mal, os obstáculos que se apresentaram.</p>
<p><i>&#8220;&#8230;de todas as realidades da vida, para o jovem, a mais abstrata é a velhice.&#8221; </i>– Marcel Proust</p>
<p><strong>O Futuro é Prateado</strong></p>
<p>Contudo, a realidade demográfica é inequívoca: a população idosa é a que mais cresce e continuará a crescer de forma progressiva. Projeções indicam que, por volta de 2060, representará a maior faixa populacional de todas, superando em muito a população infantil. Diante desse cenário, cabe perguntar: permaneceremos reféns do preconceito? Certamente não.</p>
<p>A transformação exige ações concretas em múltiplas frentes da sociedade. Para combater o idadismo, algumas medidas são fundamentais:</p>
<ol>
<li><strong>Educação e conscientização</strong> – promover cursos e campanhas sobre envelhecimento saudável, desmistificando estereótipos desde a infância;</li>
<li><strong>Valorização da experiência</strong> – reconhecer o conhecimento acumulado ao longo da vida como patrimônio social;</li>
<li><strong>Políticas inclusivas</strong> – Respeitando o Estatuto do idoso e fazendo cumprir as leis já aprovadas que protegem contra a discriminação etária;</li>
<li><strong>Valorização social</strong> – reconhecer a experiência e a sabedoria dos idosos como ativos valiosos;</li>
<li><strong>Programas intergeracionais</strong> – incentivar encontros entre gerações em escolas e comunidades, favorecendo a troca de experiências, o aprendizado mútuo e a superação de preconceitos.</li>
</ol>
<p>Combater o idadismo é contribuir para a construção de uma sociedade mais justa, na qual cada pessoa seja valorizada independentemente da idade. É compreender que o envelhecimento é uma etapa natural e rica da vida, repleta de sabedoria, experiências e contribuições significativas. Envelhecer com respeito e dignidade é um direito de todos. Uma sociedade que respeita seus idosos reconhece o valor da vida humana em todas as suas fases.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dr. Luiz Antônio da Silva Sá é </strong>especialista em Clínica Médica, Geriatria, Gerontologia e professor da Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná (FEMPAR)</p>
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