Ícone do site Portal Contexto

Viva Flor passa a ser oferecido em 13 delegacias do Distrito Federal

O aplicativo Viva Vlor é oferecido a mulheres encaminhadas pelo sistema de Justiça | Foto: Divulgação

Mulheres em situação de risco extremo ou grave ameaça podem ser incluídas no programa em caráter de urgência, sem necessidade de decisão judicial prévia

Mulheres e meninas em situação de violência doméstica e familiar podem ter acesso ao programa Viva Flor pela via administrativa em 13 delegacias do Distrito Federal. A medida permite a inclusão no serviço em caráter de urgência, após avaliação da autoridade policial, sem necessidade de aguardar previamente uma decisão judicial.

O atendimento está disponível nas duas unidades da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam I e II) e em 11 delegacias circunscricionais localizadas em diferentes regiões administrativas.

Delegacias que oferecem o Viva Flor

O serviço está disponível nas seguintes unidades:

Como funciona a inclusão pela via administrativa

A inclusão pela via administrativa pode ocorrer após o registro do boletim de ocorrência. Nas delegacias habilitadas, a mulher passa por atendimento e avaliação da situação de risco pela autoridade policial.

Caso os critérios sejam preenchidos, é feito o ingresso no programa por meio de cadastro no Sistema de Proteção à Pessoa (SPP).

Esse formato permite a adoção da medida de proteção com mais agilidade, especialmente em situações de risco extremo ou grave ameaça.

Programa também recebe encaminhamentos da Justiça

Além da via administrativa, o Viva Flor continua recebendo mulheres encaminhadas pelo sistema de Justiça. Nesse caso, o ingresso ocorre a partir de Medida Protetiva de Urgência (MPU) vigente e encaminhamento pelos juizados, por meio do Processo Judicial Eletrônico (PJe).

Aplicativo permite pedido de socorro prioritário

Após a inclusão no programa, a assistida pode utilizar o aplicativo Viva Flor, instalado diretamente em seu telefone celular.

Para mulheres que não possuem aparelho próprio ou pacote de dados, pode ser disponibilizado um dispositivo móvel de proteção, que é um smartphone adaptado para essa finalidade.

As duas ferramentas permitem solicitar socorro policial prioritário em uma situação de risco. Ao acionar o botão de emergência, a localização da mulher é enviada, por georreferenciamento, ao Centro de Operações da Polícia Militar do Distrito Federal (Copom).

O alerta chega à central de monitoramento, que verifica a situação e inicia o fluxo de atendimento. A ocorrência é gerada, e as equipes policiais são despachadas para o local, com apoio das informações de geolocalização.

A tecnologia facilita o envio da equipe mesmo em situações em que a vítima tenha dificuldade para informar onde está.

 

 

 

 

Sair da versão mobile