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	<title>Arquivos #petróleo - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos #petróleo - Portal Contexto</title>
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		<title>OPEP volta a ditar as regras do jogo no mercado global de petróleo</title>
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		<pubDate>Tue, 09 May 2023 09:15:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A OPEP (Organização de Países Exportadores de Petróleo) anunciou, no início de abril, uma nova redução de 1,66 milhões de barris/dia (mbd) na oferta de petróleo. Somado ao corte de 2 mbd, anunciado em outubro de 2022, isso representa cerca de 3,6% no valor total de 101,9 mbd, que é da demanda de petróleo projetada [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_31391" aria-describedby="caption-attachment-31391" style="width: 303px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-31391" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Felipe-Kury-modified.jpg?resize=303%2C360&#038;ssl=1" alt="" width="303" height="360" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Felipe-Kury-modified.jpg?w=694&amp;ssl=1 694w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Felipe-Kury-modified.jpg?resize=253%2C300&amp;ssl=1 253w" sizes="(max-width: 303px) 100vw, 303px" /><figcaption id="caption-attachment-31391" class="wp-caption-text">Felipe Kury. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p><span style="font-size: 14.4px;">A<strong> OPEP (Organização de Países Exportadores de Petróleo)</strong> anunciou, no início de abril, uma nova redução de 1,66 milhões de barris/dia (mbd) na oferta de <a href="https://portalcontexto.com.br/novo-governo-quais-os-impactos-nos-setores-de-petroleo-gas-natural-e-biocombustiveis/">petróleo</a>. Somado ao corte de 2 mbd, anunciado em outubro de 2022, isso representa cerca de 3,6% no valor total de 101,9 mbd, que é da demanda de petróleo projetada para 2023.</span></p>
<div>
<p>Segundo a instituição, este movimento faz parte de um esforço contínuo para equilibrar o mercado e estimular novos investimentos na exploração e produção de petróleo. Entretanto, o anúncio foi recebido com preocupação pelo Ocidente, pois contribui para agravar a crise energética e aumentar a pressão sobre diversas economias no combate à inflação.</p>
<p>Nos EUA, por exemplo, na segunda semana de abril, foram anunciados os dados de inflação, que se mantém resistentes e sugerem a manutenção de uma política monetária contracionista. Especialmente, considerando a tendência de alta no preço do petróleo bruto: o Brent chegou a ser negociado a cerca de US$ 87 por barril; enquanto o WTI (<em>West Texas Intermediate</em>) estava no patamar de US$ 83 – uma alta superior a 5%, se comparado com preços antes do anúncio.</p>
<p>Este último movimento da OPEP+, que inclui 23 países, dentre eles a Rússia, sinaliza com mais força que o cartel está de volta no controle do mercado mundial de petróleo, segundo muitos analistas e executivos do mercado. Dados recentes do setor, sugerem que a revolução do <em>“Shale Gas”</em> americano apresenta sinais de desaceleração. Sendo assim, com o corte na produção, o setor tem expectativa de preços mais altos no médio prazo e, isso pode complicar ainda mais as decisões dos bancos centrais, onde existe uma sinalização majoritária de um período prolongado de juros elevados para combater as pressões inflacionárias.</p>
<p>Ainda em relação ao <em>“Shale Gas”</em> americano, de acordo com relatório recente da Baker Hughes, observa-se uma pequena desaceleração no número de plataformas terrestres no início de 2023 – uma redução de 758 para 753, só entre fevereiro e março. Porém, comparando com o último trimestre de 2022, a redução foi ainda maior, de 775 para 753. Ainda é cedo para dizer que teremos um cenário mais dramático, como o ocorrido em meados de 2020, quando os produtores foram forçados a fechar poços, cortar investimentos de capital, plataformas ociosas e demitir trabalhadores.</p>
<p>Entretanto, é importante destacar que investidores têm manifestado preocupação com o aumento dos custos advindos da inflação e a capacidade do setor sustentar resultados e retornos expressivos como os de 2022. O fato é que investidores estão sendo pressionados pelos acionistas a apresentar um maior rigor e disciplina na alocação de recursos e/ou a devolver dinheiro mais rápido. Esta condição, certamente, pode prejudicar o crescimento da oferta doméstica de petróleo nos EUA.</p>
<p>Outro aspecto, não menos importante nesta análise, é a intervenção dos EUA no mercado através da utilização de suas reservas estratégicas de petróleo. O SPR (<em>Strategic Petroleum Reserve</em>) vem sendo utilizado para enfrentar limitações na oferta e garantir preços acessíveis dos derivados no mercado doméstico americano. Nos últimos dois anos, o SPR diminuiu cerca de 42%, saindo de um total de 638 milhões de barris, em janeiro de 2021, para o patamar de 371, em abril de 2023. A última vez em que o país esteve neste nível foi em 1983. Obviamente, esta estratégia gera muitas críticas internas e eleva a preocupação com a segurança energética nos EUA.</p>
<p>O movimento nas reservas estratégicas evidencia o enorme esforço do país em manter o mercado de petróleo estável e, de certa forma, manter o controle sobre os preços, enfrentando grandes adversidades macroeconômicas e geopolíticas. Além disto, evidencia, de forma clara, a escalada na disputa entre os dois grandes blocos produtores de petróleo (OPEP+ e EUA) na busca para exercer maior influência no mercado. Este cabo de força contribui para uma maior volatidade dos preços e eleva a tensão em relação à segurança energética no mundo. Estamos caminhando no fio da navalha e a situação pode se deteriorar rapidamente nos próximos 12 meses, dependendo da evolução do contexto geopolítico e macroeconômico.</p>
<p>A pressão sobre os países produtores de petróleo deve continuar avançando, especialmente, observando a recuperação da economia na China após a suspensão dos bloqueios de Covid-19. Se a economia chinesa alcançar uma recuperação mais rápida, haverá mais pressão nos preços das commodities, em especial nos preços de petróleo, em um momento desafiador em que os países buscam maior controle sobre a inflação.</p>
<p>Neste jogo, o Brasil tem uma posição de destaque e contribui com o aumento da oferta, proporcionando aumentos expressivos em sua produção. Segundo dados da Agência Nacional de Petróleo e Biocombustíveis (ANP), o país quebrou novo recorde de produção com 4,183 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), em fevereiro de 2023. A produção avançou 11,4% em relação à mesma época no ano anterior, sendo que houve uma maior contribuição da produção de gás natural, alcançando a marca de 146,54 milhões de metros cúbicos.</p>
<p>Este patamar de produção significa que o país se torna cada vez mais relevante na oferta de petróleo para o grupo de países não pertencentes à OPEP e para mundo, contribuindo, assim, para mitigar os efeitos dos movimentos unilaterais do cartel. De forma geral, entretanto, espera-se que os aumentos da oferta desses países sejam bastante moderados em 2023. De acordo com a própria OPEP, o crescimento total esperado, em média, deve ser de cerca de 1,5 milhão de barris/dia, em comparação com 1,9 milhão de barris/dia, em 2022, que devem ser impulsionados com o início de novos campos<em> offshore</em> na América Latina e no Mar do Norte.</p>
<p>Tudo indica que a produção de petróleo bruto dos EUA ainda represente a maior parte do crescimento da oferta entre os países não pertencentes à OPEP em 2023, compensando a redução de produção na Rússia e no México. Porém, como mencionado, o foco no retorno de caixa aos acionistas – bem como o impacto da inflação – interrupção da cadeia de suprimentos e os custos de produção mais altos, limitaram o ritmo da recuperação do setor de petróleo nos EUA este ano. Com isso, abrem-se oportunidades ainda mais interessantes para países como Brasil, que pode estar entre os cinco maiores produtores de petróleo já na próxima década.</p>
<p>Por outro lado, nesta disputa, o contexto sinaliza de forma objetiva que a OPEP+ está de volta para ditar as regras do jogo com maior influência no controle dos preços de petróleo para o mundo. Neste contexto, os países que melhor se adaptarem às condições, tiverem agilidade e apresentarem maior atratividade para investimentos, alcançarão maior influência neste mercado tão relevante quanto o de energia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Felipe Kury</strong> é ex-diretor da ANP – Agência Nacional de Petróleo e consultor independente.</p>
<p><strong>Contexto Livre</strong> é uma coluna rotativa, de assuntos diversos escrita por pessoas bacanas que tenham algo legal e inspirador pra compartilhar.</p>
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		<title>Dólar sobe 4,69% e alta da bolsa é de 10,25% em abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2020 11:36:23 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;"><strong>Câmbio voltou a subir depois de três dias de queda</strong></h4>
<p>Depois de três dias seguidos de trégua, o mercado financeiro voltou a enfrentar uma sessão de turbulências. O dólar voltou a fechar acima de R$ 5,40, e a bolsa de valores teve queda expressiva.</p>
<p>O dólar comercial encerrou a quinta-feira (30) vendido a R$ 5,438, com alta de R$ 0,083 (+1,55%). Ontem, a moeda tinha fechado em R$ 5,355, no menor valor desde o <a href="https://portalcontexto.com.br/dolar-ultrapassa-a-barreira-de-r-540/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">dia 20</a>. A divisa terminou abril com alta de 4,69% e acumula valorização de 35,51% em 2020.</p>
<p>A moeda norte-americana operou alta durante toda a sessão. Na máxima do dia, por volta das 13h50, chegou a ser vendida acima de R$ 5,45. O Banco Central (<a href="https://www.bcb.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">BC</a>) voltou a atuar no mercado, mas de maneira discreta. A autoridade monetária apenas rolou (renovou) contratos de swap cambial que venceriam em junho. Os swaps cambiais funcionam como venda de dólares no mercado futuro.</p>
<h4><strong>Bolsas</strong></h4>
<p>Depois de três dias de fortes altas, o índice Ibovespa, da B3 (bolsa de valores brasileira), devolveu parte dos ganhos acumulados. O indicador fechou esta quinta aos 80.506 pontos, com recuo de 3,2%. Apesar da queda de hoje, o índice terminou abril com valorização de 10,25%. Em março, o Ibovespa tinha caído 29,91%.</p>
<p>O Ibovespa seguiu os mercados externos, que caíram depois de dias seguidos de alta. Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, encerrou o dia com queda de 1,17%.</p>
<p>Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. As interrupções na atividade econômica associadas à restrição de atividades sociais travam a produção e o consumo, provocando instabilidades.</p>
<p>No Brasil, os investidores refletiram o aumento do desemprego, que terminou o primeiro trimestre em 12,2%. O último dia útil do mês também pressionou a realização de lucros, quando os aplicadores vendem parte das ações que subiram nos últimos dias para embolsarem os ganhos.</p>
<h4><strong>Petróleo</strong></h4>
<p>Os preços internacionais do petróleo voltaram a se recuperar hoje. Por volta das 18h, o barril do tipo Brent era vendido a US$ 25,27, com alta de 12,11%. Esse barril serve de referência para o mercado internacional de petróleo, sendo usado nas projeções da Petrobras.</p>
<p>O bom desempenho do mercado internacional, no entanto, não se refletiu nas ações da Petrobras, as mais negociadas na bolsa. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) desvalorizaram-se 1,84% nesta quinta. Os papéis preferenciais (com prioridade na distribuição de dividendos) tiveram perda de 0,82%.</p>
<p>A guerra de preços de petróleo começou há quase dois meses, quando Arábia Saudita e Rússia aumentaram a produção, mesmo com os preços em queda. Segundo a Petrobras, a extração do petróleo só é viável no longo prazo para cotações a partir de US$ 45. No curto prazo, a companhia pode extrair petróleo a US$ 19, no limite dos custos da empresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">*Com informações da Agência Brasil</p>
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		<title>Preço do petróleo fica negativo pela 1ª vez na história</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2020 13:06:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3882" aria-describedby="caption-attachment-3882" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-3882" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/plataforma-petr%C3%B3leo-Imagem-de-Kristina-Kasputien%C4%97-por-Pixabay.jpg?resize=600%2C399&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="399" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/plataforma-petr%C3%B3leo-Imagem-de-Kristina-Kasputien%C4%97-por-Pixabay.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/plataforma-petr%C3%B3leo-Imagem-de-Kristina-Kasputien%C4%97-por-Pixabay.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-3882" class="wp-caption-text">Plataforma de Petróleo Norte Americana. Foto: pixabay</figcaption></figure>
<h4 style="text-align: center;"><strong>O colapso dos preços ocorreu por conta da falta de armazenamento para o produto nos Estados Unidos.</strong></h4>
<p>Os contratos futuros do petróleo nos Estados Unidos foram negociados em valores negativos pela primeira vez na história nesta segunda-feira (20). Os contratos dos barris do tipo WTI (West Texas Intermediate), para maio, que vencem na terça-feira (21/04), encerraram o dia a impressionantes 37,63 dólares negativos por barril, com queda de 300% num único dia.</p>
<p>Como a economia tem desaquecido pelo avanço do coronavírus, o mercado de petróleo sofre com a baixa demanda. Está faltando espaço para armazenar o combustível, o que fez muitos investidores vender os contratos de maio a qualquer custo, pagando para outras pessoas estocarem os barris que não têm condições de armazenar.</p>
<p>O petróleo Brent, valor de referência internacional, também recuou, mas a queda não foi nem de longe tão grande quanto à do WTI, uma vez que globalmente há mais espaço disponível para armazenamento. Porém ainda não está claro se isso chegará aos consumidores, que geralmente observam os preços mais baixos sendo traduzidos em valores mais baixos da gasolina nas bombas.</p>
<p>O contrato junho do WTI, mais ativo, terminou a sessão em nível muito superior ao maio, cotado a 20,43 dólares o barril. O spread entre os dois vencimentos chegou a bater 60,76 dólares, o maior da história para dois contratos próximos.</p>
<h4><strong>Dólar</strong></h4>
<p>Em meio às incertezas no Brasil e à instabilidade no mercado de petróleo, o dólar comercial ultrapassou a barreira de R$ 5,30 e fechou no maior valor desde o <a href="https://portalcontexto.com.br/dolar-fecha-a-r-526-e-volta-a-bater-recorde-nominal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">início do mês</a>. A moeda encerrou esta segunda-feira (20) vendida a R$ 5,30, com alta de R$ 0,073 (+1,4%). Esse foi o maior valor registrado desde 3 de abril, quando a cotação tinha fechado em R$ 5,326, e o segundo maior nível nominal (sem considerar a inflação), desde a criação do real. A divisa acumula alta de 32,3% em 2020.</p>
<p>A alta poderia ter sido maior caso o Banco Central (<a href="https://www.bcb.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">BC</a>) não tivesse intervindo no mercado. A autoridade monetária vendeu US$ 500 milhões à vista das reservas internacionais e leiloou US$ 1.187 bilhão em operações compromissadas, em que o dinheiro volta para o caixa do BC depois de alguns meses.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Dólar sobe para R$ 5,25 no maior valor em dez dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2020 12:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotações]]></category>
		<category><![CDATA[Economia em notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bolsa fecha em queda pela segunda sessão consecutiva. Dólar sobe em meio às incertezas domésticas e internacionais sobre a evolução da pandemia de covid-19, o dólar comercial subiu pelo quarto dia seguido e fechou no maior valor em dez dias. A moeda encerrou esta quinta-feira (16) vendida a R$ 5,25, com alta de R$ 0,014 [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;"><strong>Bolsa fecha em queda pela segunda sessão consecutiva.</strong></h4>
<p>Dólar sobe em meio às incertezas domésticas e internacionais sobre a evolução da pandemia de covid-19, o dólar comercial subiu pelo quarto dia seguido e fechou no maior valor em dez dias. A moeda encerrou esta quinta-feira (16) vendida a R$ 5,25, com alta de R$ 0,014 (+0,27%). Esse foi o maior valor registrado desde 6 de abril, quando a cotação tinha fechado em R$<a href="https://portalcontexto.com.br/dolar-fecha-a-r-526-e-volta-a-bater-recorde-nominal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> 5,29</a>. A cotação operou em alta durante toda a sessão. Na máxima do dia, por volta das 16h, a moeda encostou em R$ 5,27. A divisa acumula alta de 30,99% em 2020.</p>
<p>O Banco Central (BC) interveio no mercado. Como nos últimos dias, a autoridade monetária rolou US$ 1 bilhão em contratos de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro. O BC também leiloou novos contratos de swap. Embora tenham sido oferecidos US$ 1 bilhão, o valor efetivamente vendido não foi divulgado no site.</p>
<h4><strong>Bolsa de valores</strong></h4>
<p>As tensões no mercado de câmbio refletiram-se na bolsa de valores. Pelo segundo dia seguido, o índice Ibovespa, da B3 (bolsa de valores brasileira), caiu e fechou o dia em 77.812 pontos, com queda de 1,29%. O indicador descolou-se das bolsas internacionais. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, encerrou esta quinta com pequena alta de 0,14%.</p>
<p>Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. As interrupções na atividade econômica associadas à restrição de atividades sociais travam a produção e o consumo, provocando instabilidades.</p>
<p>Na terça-feira (14), o Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou que a economia global terá queda de 3% em 2020. Para o Brasil, os prognósticos são piores, com o organismo internacional projetando retração de 5,3% no Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país).</p>
<p>No entanto, a perspectiva de que vários países europeus afrouxem as medidas de quarentena após a desaceleração no número de casos novos de covid-19 trouxe alívio para parte dos mercados globais. As bolsas de Londres e de Frankfurt fecharam em alta. Nos Estados Unidos, a divulgação de que 5,2 milhões de trabalhadores pediram seguro-desemprego na semana passada continua alta, mas o número não destoou das expectativas do mercado.</p>
<h4><strong>Petróleo</strong></h4>
<p>As dúvidas sobre o acordo entre os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) continuam a pressionar os mercados. No domingo (12), os países do grupo fecharam um acordo para reduzir a produção global em 10 milhões de barris por dia em maio e junho. No entanto, a preocupação com a queda mundial da demanda provocada pela pandemia e a resistência de empresas e de governos a aderir ao acordo influenciam as cotações internacionais do barril.</p>
<p>Por volta das 18h30, o Brent era vendido a US$ 28,36, com alta de 2,42%, depois de cair mais de 6% ontem. O alívio, no entanto, não se estendeu às ações da Petrobras, as mais negociadas na bolsa. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) desvalorizaram-se 2,95% nesta quinta. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) tiveram queda de 4,03%.</p>
<p>A guerra de preços de petróleo começou há um mês, quando Arábia Saudita e Rússia aumentaram a produção, mesmo com os preços em queda. No início do mês, a cotação do barril do tipo Brent chegou a operar próxima de US$ 20, no menor nível em 18 anos. Segundo a Petrobras, a extração do petróleo na camada pré-sal só é viável para cotações a partir de US$ 45.</p>
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<p style="text-align: right;">*Com informações da <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Brasil</a></p>
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