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	<title>Arquivos #altadodolar - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos #altadodolar - Portal Contexto</title>
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		<title>Dólar fecha em R$ 5,45 um dia após saída de secretários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2020 10:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_7311" aria-describedby="caption-attachment-7311" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-7311" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/paulo_guedes_foto-Marcello-Casal-Jr-Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?resize=600%2C359&#038;ssl=1" alt="secretários da economia" width="600" height="359" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/paulo_guedes_foto-Marcello-Casal-Jr-Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/paulo_guedes_foto-Marcello-Casal-Jr-Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/paulo_guedes_foto-Marcello-Casal-Jr-Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/paulo_guedes_foto-Marcello-Casal-Jr-Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7311" class="wp-caption-text">O ministro da Economia, Paulo Guedes. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h4 style="text-align: center"><strong>BC interveio no câmbio pela primeira vez em três meses</strong></h4>
<p>No dia seguinte ao anúncio da saída de dois secretários do Ministério da Economia, o dólar subiu e a bolsa fechou praticamente estável. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (12) vendido a R$ 5,45, com alta de R$ 0,038 (+0,7%).</p>
<p>O real descolou-se de outras moedas e perdeu valor após a confirmação de que os secretários especiais de Desestatização, Desinvestimento e Mercados, <strong>Salim Mattar</strong>, e de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, <strong>Paulo Uebel</strong>, pediram demissão. o ministro da Economia <strong>Paulo Guedes</strong> classificou a saída de “debandada”.</p>
<p>Por volta das 15h, o dólar chegou a atingir R$ 5,49, mas perdeu força depois de o Banco Central (BC) intervir no mercado. A autoridade monetária leiloou US$ 1 bilhão em contratos de <em>swap</em> cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro. Ao todo foram dois leilões, um pela manhã e outro à tarde.</p>
<p>Essa foi a primeira vez desde <a href="https://portalcontexto.com.br/alivio-no-mercado-externo-faz-dolar-cair-para-r-572/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">19 de maio</a> que a autoridade monetária leiloou contratos novos de swap. Desde então, o BC vinha apenas “rolando” (renovando) os contratos de <em>swap</em> em circulação, sem injetar papéis novos no mercado.</p>
<h4><strong>Saída dos Secretários </strong></h4>
<p>Segundo Paulo Guedes, o motivo da demissão dos secretários seria a insatisfação de Mattar com o ritmo das privatizações de estatais, e no caso de Uebel, o ministro disse que o secretário deixou o cargo pela falta de andamento da reforma administrativa.</p>
<p>“Hoje houve uma debandada”, afirmou Guedes. “O que ele [Mattar] me disse é que é muito difícil privatizar, que o <em>establishment</em> não deixa haver a privatização, que é muito difícil, muito emperrado, que tem que ter apoio mais definido, mas decisivo. O secretário Uebel, a mesma coisa. A reforma administrativa está parada, então ele reclama também que a reforma administrativa parou”, afirmou o ministro.</p>
<p>As declarações do ministro foram feitas durante entrevista coletiva após uma reunião com presidente da Câmara dos Deputados, <strong>Rodrigo Maia</strong>. Guedes reafirmou que não apoia uma eventual tentativa de furar o teto de gastos do governo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right">*Com informações da Agência Brasil</p>
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		<title>Dólar fecha em queda seguindo fraqueza da moeda no exterior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2020 10:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotações]]></category>
		<category><![CDATA[Economia em notícia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4222 size-full" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/america-d%C3%B3lar-Imagem-de-pasja1000-por-Pixabay.jpg?resize=640%2C427&#038;ssl=1" alt="bolsa queda" width="640" height="427" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/america-d%C3%B3lar-Imagem-de-pasja1000-por-Pixabay.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/america-d%C3%B3lar-Imagem-de-pasja1000-por-Pixabay.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></h4>
<h4 style="text-align: center"><strong>Dólar à vista caiu 0,86% e fechou a R$ 5,2722</strong></h4>
<p>O dólar abriu a semana em baixa ante o real, seguindo o movimento da moeda no exterior em meio a otimismo com a retomada das economias, mas a divisa fechou em queda a uma distância das mínimas, em meio a receios sobre segunda onda de casos de covid-19 no mundo.</p>
<p>O dólar à vista caiu 0,86% nesta segunda-feira, e fechou a R$ 5,27 na venda. As oscilações ao longo do dia continuaram expressivas. Na máxima, a cotação caiu apenas 0,39%, a R$ 5,29, e na mínima cedeu 2,25%, para R$ 5,19.</p>
<p>Na B3 (bolsa de valores brasileira), o dólar futuro tinha queda de 1,08%, a R$ 5,2610, às 17h28.</p>
<p>O dólar registrava firmes perdas contra dólar australiano, peso mexicano e lira turca, divisas que se beneficiam de momentos de maior apetite por risco. O índice do dólar frente a uma cesta de rivais de mercados desenvolvidos caía 0,62% no fim desta tarde.</p>
<p>Outros ativos de risco também se valorizaram, assim como os mercados de ações em Nova York. Apesar do recente salto em casos de coronavírus nos EUA e algumas partes da Europa, além de China e Coreia do Sul, investidores parecem se concentrar mais em 2021 e na perspectiva de que os balanços das empresas venham melhores passado o pior momento da crise de saúde e econômica.</p>
<p>Mas, no Brasil, analistas apontam que o câmbio segue demasiadamente dependente de fatores externos para algum alívio.</p>
<p><strong>Fernando Bergallo</strong>, sócio da FB Capital, chama atenção no plano local para a constante incerteza política. &#8220;Nosso cenário político está no pior momento desde o início do governo Bolsonaro. A história do <a href="https://portalcontexto.com.br/queiroz-e-preso-em-sitio-em-atibaia-sp/">Queiroz</a> ainda pode render muito. É algo que deixa o mercado mais cauteloso&#8221;, disse.</p>
<p><strong>Fabrício Queiroz</strong>, ex-assessor do senador <strong>Flávio Bolsonaro</strong> (Republicanos-RJ), filho do presidente <strong>Jair Bolsonaro</strong>, foi preso na manhã de quinta-feira (18) em Atibaia (SP), em imóvel que pertence ao advogado <strong>Frederick Wassef</strong>, segundo o Ministério Público de São Paulo. Wassef anunciou no domingo que estava deixando a defesa do filho do presidente Bolsonaro. Ele já representou o presidente da República, é próximo da família Bolsonaro e era visto com frequência no Palácio do Planalto, em Brasília.</p>
<p>&#8220;Difícil pensar que no atual patamar o dólar está estabilizado. Estamos sem bússola. A oscilação e a queda está forte todo o dia. E com o cenário interno frágil ficamos suscetíveis a uma virada de humor lá fora&#8221;, acrescentou Bergallo.</p>
<p>O Goldman Sachs (Corretora de Títulos e Valores Mobiliários) lembra que, apesar de ter deixado os patamares perto de 6 por dólar vistos em meados de maio, o real ainda é a moeda com pior desempenho em 2020.</p>
<p>A divisa brasileira perde 23,89% no ano ante o dólar, segundo dados da Refinitiv (fornecedora global de dados e infraestrutura do mercado financeiro). Para o Goldman Sachs, muito dessa fraqueza é justificável, em meio à forte contração do PIB, contínuas dificuldades do país ao lidar com o covid-19, tensões em curso entre Executivo e Judiciário e possibilidade de novos cortes da Selic.</p>
<p>Isso tudo torna o real uma &#8220;combinação não atraente de elevados riscos domésticos e baixo retorno&#8221;, disseram os profissionais do banco norte-americano em nota.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right">*Com informações da<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Agência Brasil</a></p>
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		<title>Alívio no mercado externo faz dólar cair para R$ 5,72</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2020 09:32:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bolsa sobe 4,69% e fecha no maior nível em 20 dias O alívio no mercado externo após o anúncio de uma pesquisa com resultados promissores para o novo coronavírus, causador da covid-19, animou o mercado financeiro. O dólar caiu para a menor cotação em 12 dias, e a bolsa de valores fechou no nível mais [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;"><strong>Bolsa sobe 4,69% e fecha no maior nível em 20 dias</strong></h4>
<p>O alívio no mercado externo após o anúncio de uma pesquisa com <a href="https://portalcontexto.com.br/vacina-experimental-contra-a-covid-19-mostra-bons-resultados" target="_blank" rel="noopener noreferrer">resultados promissores</a> para o novo coronavírus, causador da covid-19, animou o mercado financeiro. O dólar caiu para a menor cotação em 12 dias, e a bolsa de valores fechou no nível mais alto em 20 dias.</p>
<p>O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (18) vendido a R$ 5,72, com recuo de R$ 0,119 (-2,03%). A moeda abriu próxima de R$ 5,80, mas caiu ainda durante a manhã após a divulgação da pesquisa sobre uma vacina para o coronavírus. A cotação fechou no menor nível desde 6 de maio (R$ 5,704).</p>
<p>O Banco Central (BC) interveio pouco no mercado. A autoridade monetária ofertou até US$ 620 milhões para rolar (renovar) contratos de swap cambial – venda de dólares no mercado futuro – que venceriam em julho. A moeda norte-americana acumula alta de 42,55% em 2020.</p>
<p>O euro comercial fechou o dia vendido a R$ 6,258, com recuo de 1,95%. A libra comercial caiu 1,54% e terminou a sessão vendida a R$ 6,979. Essa foi a primeira vez, desde 5 de maio, que a moeda britânica fechou abaixo de R$ 7.</p>
<h4><strong>Bolsa de valores</strong></h4>
<p>No mercado de ações, o dia foi marcado pela euforia. O índice Ibovespa, da B3 (bolsa de valores brasileira), fechou o dia aos 81.194 pontos, com alta de 4,69%. O indicador está no nível mais alto desde 29 de abril.</p>
<p>O Ibovespa seguiu o mercado externo. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, fechou o dia com alta de 3,85%. Além dos avanços nas pesquisas da vacina contra o coronavírus, o mercado financeiro global refletiu o relaxamento das restrições sociais em diversos países da Europa, como a Itália, que reabriu o comércio hoje (18), e a aprovação de um novo pacote de estímulos pelos deputados norte-americanos.</p>
<p>O alívio no mercado externo compensou dados negativos na economia brasileira. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas preveem queda de 5,12% na economia brasileira neste ano.</p>
<h4><strong>Petróleo</strong></h4>
<p>A cotação do petróleo, que esteve em crise nos últimos meses, também reagiu ao alívio no mercado externo. O barril do tipo Brent, que serve de referência para o mercado internacional e para a Petrobras, era vendido a US$ 35,65 por volta das 18h, com alta de 9,69%. Nos últimos dias, a cotação estava em torno de US$ 30.</p>
<p>O desempenho do barril de petróleo refletiu-se nas ações da Petrobras, as mais negociadas na bolsa. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) fechou a segunda-feira com alta de 9,72%. Os papéis preferenciais (com proridade na distribuição de dividendos) encerraram o dia com valorização de 8,1%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">*Com informações da <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Brasil</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/alivio-no-mercado-externo-faz-dolar-cair-para-r-572/">Alívio no mercado externo faz dólar cair para R$ 5,72</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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		<title>Dólar fechou acima de R$ 5,90 pela 1º vez na história</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2020 11:56:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotações]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em dia de oscilação, bolsa de valores fecha com queda de 0,13% Em meio a tensões no Brasil e no exterior, o dólar fechou acima de R$ 5,90 pela primeira vez na história. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (12) vendido a R$ 5,901, com alta de R$ 0,036 (+0,61%). Este é o maior valor [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;"><strong>Em dia de oscilação, bolsa de valores fecha com queda de 0,13%</strong></h4>
<p>Em meio a tensões no Brasil e no exterior, o dólar fechou acima de R$ 5,90 pela primeira vez na história. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (12) vendido a R$ 5,901, com alta de R$ 0,036 (+0,61%). Este é o maior valor nominal (sem considerar a inflação) desde a criação do real.</p>
<p>Apesar da alta do dólar, o euro comercial caiu levemente e fechou a R$ 6,373, com recuo de 0,23%. A libra comercial encerrou o dia vendida a R$ 7,223, com alta de 0,02%.</p>
<p>O dólar chegou a abrir em queda, mas reverteu a tendência ainda pela manhã. Na máxima do dia, por volta das 13h, encostou em R$ 5,94. A divisa acumula alta de 47,06% em 2020.</p>
<p>O Banco Central (BC) interferiu um pouco mais no mercado do que nos últimos dias. A autoridade monetária fez dois leilões de contratos novos de swap cambial – que equivalem à venda de dólares no mercado futuro. Ao todo, foi ofertado US$ 1 bilhão. O BC também comprou títulos da dívida pública externa brasileira com compromisso de devolvê-los em até três meses.</p>
<p>Nos últimos dias, os investidores têm repercutido a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de reduzir a<a href="https://portalcontexto.com.br/selic-em-queda-mas-dolar-bate-novo-recorde/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Selic</a> (taxa básica de juros) para 3% ao ano. Além de reduzir a taxa além do estimado, o BC indicou que pretende promover novo corte de até 0,75 ponto percentual em junho, o que poderia levar a Selic para 2,25% ao ano.</p>
<p>Juros mais baixos tornam menos atrativos os investimentos em países emergentes, como o Brasil, estimulando a retirada de capitais estrangeiros. As tensões políticas internas também interferiram no mercado.</p>
<p>No plano externo, a declaração de <strong>Jerome Powell</strong>, presidente do Federal Reserve (Fed), Banco Central dos Estados Unidos, pressionou os mercados em todo o planeta. Em videoconferência, ele disse que a instituição não pretende reduzir as taxas básicas de juros da maior economia do planeta para abaixo de zero. Sem o corte, diminui a diferença entre os juros básicos brasileiros e norte-americanos e a atratividade de investir capitais financeiros no Brasil.</p>
<h4><strong>Mercado de ações</strong></h4>
<p>O dia voltou a ser marcado por perdas no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3 (bolsa de valores brasileira), fechou esta quarta-feira aos 77.772 pontos, com queda de 0,13%. Esse foi o terceiro dia seguido de recuo no indicador.</p>
<p>A bolsa alternou momentos de alta e de queda ao longo do dia, mas firmou a tendência de baixa nos minutos finais de negociação. O Ibovespa fechou no menor nível desde 24 de abril.</p>
<p>O mercado de ações brasileiro seguiu o cenário externo. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, encerrou o dia com forte perda de 2,17%. Além das declarações do presidente do Fed, o índice norte-americano tem sido influenciado pelo aumento na tensão comercial e diplomática entre Estados Unidos e China e pelo ressurgimento de casos de coronavírus em países que amenizaram as restrições sociais, como a Alemanha e a Coreia do Sul.</p>
<p>Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. Nos últimos dias, os investimentos têm oscilado entre possíveis ganhos com o relaxamento de restrições em vários países da Europa e em regiões dos Estados Unidos e contratempos no combate à doença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">*Com informações da <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Selic em queda, mas dólar bate novo recorde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 13:32:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Copom anunciou redução da Selic para 3% ao ano Em meio à crise econômica decorrente da pandemia do novo coronavírus, o Banco Central (BC) diminuiu os juros básicos da economia pela sétima vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic para 3% ao ano, com corte de 0,75 ponto [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;"><strong>Copom anunciou redução da Selic para 3% ao ano</strong></h4>
<p>Em meio à crise econômica decorrente da pandemia do novo coronavírus, o Banco Central (BC) diminuiu os juros básicos da economia pela sétima vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic para 3% ao ano, com corte de 0,75 ponto percentual.</p>
<p>Em comunicado, o BC informou que o comitê considera promover um novo corte, de até 0,75 ponto percentual, na próxima reunião, em junho. A partir daí, os juros básicos não seriam mais alterados, mas a autoridade monetária admitiu que os riscos estão elevados e que espera mais informações para definir os próximos passos.</p>
<p>Com a decisão de ontem (6), a Selic está no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018, só voltando a ser reduzida em julho de 2019.</p>
<h4><strong>Inflação</strong></h4>
<p>A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Nos 12 meses terminados em março, o indicador fechou em 3,3%, o menor resultado acumulado em 12 meses desde outubro do ano passado.</p>
<p>A inflação, que tinha subido no fim do ano passado por causa da alta da carne e do dólar, agora deve cair mais que o previsto por causa das interrupções da produção e do consumo provocadas pela covid-19.</p>
<p>No Relatório de Inflação divulgado no fim de março pelo <a href="https://www.bcb.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Banco Central</a>, a autoridade monetária estimava que o IPCA fecharia o ano em 2,6%. A projeção, no entanto, ficou defasada diante da pandemia de covid-19. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 1,97%, mas as estimativas deverão continuar a cair nos próximos levantamentos.</p>
<h4><strong>Dólar</strong></h4>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-3598" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/money-d%C3%B3lar-Imagem-de-Larry-White-por-Pixabay.jpg?resize=300%2C200&#038;ssl=1" alt="um dólar" width="300" height="200" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/money-d%C3%B3lar-Imagem-de-Larry-White-por-Pixabay.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/money-d%C3%B3lar-Imagem-de-Larry-White-por-Pixabay.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Em mais um dia de nervosismo no mercado financeiro, o dólar comercial superou a barreira de R$ 5,70 e bateu recorde. A moeda encerrou esta quarta-feira (6) vendida a R$ 5,704, com alta de R$ 0,113 (+2,08%). Esse é o maior valor nominal (sem considerar a inflação) desde a criação do real.</p>
<p>O euro comercial fechou a R$ 6,171, com alta de 1,97%. A libra comercial voltou a ultrapassar a barreira de R$ 7, encerrando o dia vendida a R$ 7,054, com alta de 1,54%.</p>
<p>O dólar operou em alta durante toda a sessão até fechar próxima da máxima do dia. A divisa acumula alta de <a href="https://portalcontexto.com.br/dolar-sobe-469-e-alta-da-bolsa-e-de-1025-em-abril/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">42,14%</a> em 2020. O Banco Central (BC) interferiu pouco no mercado. A autoridade monetária apenas rolou (renovou) cerca de US$ 500 milhões de contratos antigos de swap cambial – venda de dólares no mercado futuro – que vencerão em junho e comprou títulos da dívida pública externa brasileira com o compromisso de devolvê-los daqui a alguns meses.</p>
<p>Boa parte do nervosismo do mercado se deu pelos investidores que passaram o dia na expectativa da reunião do Copom do Banco Central, sobre a redução da Selic. A decisão só saiu depois do fechamento dos negócios. Juros mais baixos tornam menos atrativos os investimentos em países emergentes, como o Brasil, estimulando a retirada de capitais por estrangeiros. As tensões políticas internas também interferiram nas negociações.</p>
<p style="text-align: right;">
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		<title>Dólar sobe 4,69% e alta da bolsa é de 10,25% em abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2020 11:36:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Câmbio voltou a subir depois de três dias de queda Depois de três dias seguidos de trégua, o mercado financeiro voltou a enfrentar uma sessão de turbulências. O dólar voltou a fechar acima de R$ 5,40, e a bolsa de valores teve queda expressiva. O dólar comercial encerrou a quinta-feira (30) vendido a R$ 5,438, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;"><strong>Câmbio voltou a subir depois de três dias de queda</strong></h4>
<p>Depois de três dias seguidos de trégua, o mercado financeiro voltou a enfrentar uma sessão de turbulências. O dólar voltou a fechar acima de R$ 5,40, e a bolsa de valores teve queda expressiva.</p>
<p>O dólar comercial encerrou a quinta-feira (30) vendido a R$ 5,438, com alta de R$ 0,083 (+1,55%). Ontem, a moeda tinha fechado em R$ 5,355, no menor valor desde o <a href="https://portalcontexto.com.br/dolar-ultrapassa-a-barreira-de-r-540/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">dia 20</a>. A divisa terminou abril com alta de 4,69% e acumula valorização de 35,51% em 2020.</p>
<p>A moeda norte-americana operou alta durante toda a sessão. Na máxima do dia, por volta das 13h50, chegou a ser vendida acima de R$ 5,45. O Banco Central (<a href="https://www.bcb.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">BC</a>) voltou a atuar no mercado, mas de maneira discreta. A autoridade monetária apenas rolou (renovou) contratos de swap cambial que venceriam em junho. Os swaps cambiais funcionam como venda de dólares no mercado futuro.</p>
<h4><strong>Bolsas</strong></h4>
<p>Depois de três dias de fortes altas, o índice Ibovespa, da B3 (bolsa de valores brasileira), devolveu parte dos ganhos acumulados. O indicador fechou esta quinta aos 80.506 pontos, com recuo de 3,2%. Apesar da queda de hoje, o índice terminou abril com valorização de 10,25%. Em março, o Ibovespa tinha caído 29,91%.</p>
<p>O Ibovespa seguiu os mercados externos, que caíram depois de dias seguidos de alta. Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, encerrou o dia com queda de 1,17%.</p>
<p>Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. As interrupções na atividade econômica associadas à restrição de atividades sociais travam a produção e o consumo, provocando instabilidades.</p>
<p>No Brasil, os investidores refletiram o aumento do desemprego, que terminou o primeiro trimestre em 12,2%. O último dia útil do mês também pressionou a realização de lucros, quando os aplicadores vendem parte das ações que subiram nos últimos dias para embolsarem os ganhos.</p>
<h4><strong>Petróleo</strong></h4>
<p>Os preços internacionais do petróleo voltaram a se recuperar hoje. Por volta das 18h, o barril do tipo Brent era vendido a US$ 25,27, com alta de 12,11%. Esse barril serve de referência para o mercado internacional de petróleo, sendo usado nas projeções da Petrobras.</p>
<p>O bom desempenho do mercado internacional, no entanto, não se refletiu nas ações da Petrobras, as mais negociadas na bolsa. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) desvalorizaram-se 1,84% nesta quinta. Os papéis preferenciais (com prioridade na distribuição de dividendos) tiveram perda de 0,82%.</p>
<p>A guerra de preços de petróleo começou há quase dois meses, quando Arábia Saudita e Rússia aumentaram a produção, mesmo com os preços em queda. Segundo a Petrobras, a extração do petróleo só é viável no longo prazo para cotações a partir de US$ 45. No curto prazo, a companhia pode extrair petróleo a US$ 19, no limite dos custos da empresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">*Com informações da Agência Brasil</p>
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		<title>Dólar ultrapassa a barreira de R$ 5,40</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2020 12:36:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É o maior valor nominal desde a criação do real Em meio a perspectivas de novos cortes de juros pelo Banco Central (BC), o dólar comercial ultrapassa a barreira de R$ 5,40 e fechou no maior valor nominal – sem considerar a inflação – desde a criação do real. A moeda encerrou esta quarta-feira (22) [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;"><strong>É o maior valor nominal desde a criação do real</strong></h4>
<p>Em meio a perspectivas de novos cortes de juros pelo Banco Central (<a href="https://www.bcb.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">BC</a>), o dólar comercial ultrapassa a barreira de R$ 5,40 e fechou no maior valor nominal – sem considerar a inflação – desde a criação do real. A moeda encerrou esta quarta-feira (22) vendida a R$ 5,409, com alta de R$ 0,10 (+1,88%).</p>
<p>A cotação ultrapassou os R$ 5,40 no início da tarde. Na máxima do dia, por volta das 16h30, o dólar superou os R$ 5,41. A divisa acumula alta de 34,8% em 2020. A alta poderia ter sido maior caso o Banco Central não tivesse intervindo no mercado. A autoridade monetária fez um leilão de contratos novos de swap – venda de dólares no mercado futuro – e rolou (renovou) contratos de swap antigos que vencerão em junho.</p>
<p>A cotação operou em alta durante toda a sessão, disparando depois de declarações do presidente do BC, Roberto Campos Neto, de que o cenário para a Selic (taxa básica de juros) mudou depois da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Ele fez a declaração em transmissão virtual promovida pelo jornal O Estado de S. Paulo.</p>
<p>Juros mais baixos tornam menos atrativos os investimentos em países emergentes, como o Brasil, estimulando a retirada de capitais por estrangeiros.</p>
<h4><strong>Bolsa de valores</strong></h4>
<p>Diferentemente do câmbio, o dia foi de recuperação na bolsa de valores. O índice Ibovespa, da B3 (bolsa de valores brasileira), fechou esta quarta aos 80.687 pontos, com alta de 2,17%. O indicador seguiu o mercado externo, influenciado pela recuperação da crise de petróleo. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, encerrou o dia com ganhos de 1,99%.</p>
<p>Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. As interrupções na atividade econômica associadas à restrição de atividades sociais travam a produção e o consumo, provocando instabilidades.</p>
<p>No entanto, a perspectiva de que vários países da Europa e regiões dos Estados Unidos relaxem as restrições após a superação do pico da pandemia anima os mercados.</p>
<h4><strong>Petróleo</strong></h4>
<p>Os preços internacionais do petróleo, que despencaram nos últimos dois dias, ensaiaram uma recuperação hoje. Os contratos futuros dos barris do tipo WTI para junho, que servem como referencial para o mercado norte-americano, encerraram o dia em US$ 14,23, com alta de 23% apenas hoje.</p>
<p>Na segunda-feira (20), os contratos do WTI para maio, que não estão mais ativos, fecharam com <a href="https://portalcontexto.com.br/preco-do-petroleo-fica-negativo-pela-1a-vez-na-historia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">preços negativos</a> pela primeira vez na história, afetados pela baixa demanda e pelos altos estoques de petróleo. As cotações do barril do tipo Brent, que servem de referencial para o mercado internacional e para a Petrobras, também se recuperaram. Por volta das 18h30, o Brent era vendido a US$ 20,95, com alta de 8,4%.</p>
<p>A alta refletiu-se nas ações da Petrobras, as mais negociadas na bolsa. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) valorizaram-se 3,63% nesta quarta. Os papéis preferenciais (com prioridade na distribuição de dividendos) tiveram ganho de 5,02%.</p>
<p>A guerra de preços de petróleo começou há um mês, quando Arábia Saudita e Rússia aumentaram a produção, mesmo com os preços em queda. Ontem (21), a cotação do barril do tipo Brent chegou a operar abaixo de US$ 20, no menor nível em 18 anos. Segundo a Petrobras, a extração do petróleo na camada pré-sal só é viável para cotações a partir de US$ 45.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">*Com informações da Agência Brasil</p>
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		<title>Preço do petróleo fica negativo pela 1ª vez na história</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2020 13:06:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3882" aria-describedby="caption-attachment-3882" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-3882" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/plataforma-petr%C3%B3leo-Imagem-de-Kristina-Kasputien%C4%97-por-Pixabay.jpg?resize=600%2C399&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="399" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/plataforma-petr%C3%B3leo-Imagem-de-Kristina-Kasputien%C4%97-por-Pixabay.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/plataforma-petr%C3%B3leo-Imagem-de-Kristina-Kasputien%C4%97-por-Pixabay.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-3882" class="wp-caption-text">Plataforma de Petróleo Norte Americana. Foto: pixabay</figcaption></figure>
<h4 style="text-align: center;"><strong>O colapso dos preços ocorreu por conta da falta de armazenamento para o produto nos Estados Unidos.</strong></h4>
<p>Os contratos futuros do petróleo nos Estados Unidos foram negociados em valores negativos pela primeira vez na história nesta segunda-feira (20). Os contratos dos barris do tipo WTI (West Texas Intermediate), para maio, que vencem na terça-feira (21/04), encerraram o dia a impressionantes 37,63 dólares negativos por barril, com queda de 300% num único dia.</p>
<p>Como a economia tem desaquecido pelo avanço do coronavírus, o mercado de petróleo sofre com a baixa demanda. Está faltando espaço para armazenar o combustível, o que fez muitos investidores vender os contratos de maio a qualquer custo, pagando para outras pessoas estocarem os barris que não têm condições de armazenar.</p>
<p>O petróleo Brent, valor de referência internacional, também recuou, mas a queda não foi nem de longe tão grande quanto à do WTI, uma vez que globalmente há mais espaço disponível para armazenamento. Porém ainda não está claro se isso chegará aos consumidores, que geralmente observam os preços mais baixos sendo traduzidos em valores mais baixos da gasolina nas bombas.</p>
<p>O contrato junho do WTI, mais ativo, terminou a sessão em nível muito superior ao maio, cotado a 20,43 dólares o barril. O spread entre os dois vencimentos chegou a bater 60,76 dólares, o maior da história para dois contratos próximos.</p>
<h4><strong>Dólar</strong></h4>
<p>Em meio às incertezas no Brasil e à instabilidade no mercado de petróleo, o dólar comercial ultrapassou a barreira de R$ 5,30 e fechou no maior valor desde o <a href="https://portalcontexto.com.br/dolar-fecha-a-r-526-e-volta-a-bater-recorde-nominal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">início do mês</a>. A moeda encerrou esta segunda-feira (20) vendida a R$ 5,30, com alta de R$ 0,073 (+1,4%). Esse foi o maior valor registrado desde 3 de abril, quando a cotação tinha fechado em R$ 5,326, e o segundo maior nível nominal (sem considerar a inflação), desde a criação do real. A divisa acumula alta de 32,3% em 2020.</p>
<p>A alta poderia ter sido maior caso o Banco Central (<a href="https://www.bcb.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">BC</a>) não tivesse intervindo no mercado. A autoridade monetária vendeu US$ 500 milhões à vista das reservas internacionais e leiloou US$ 1.187 bilhão em operações compromissadas, em que o dinheiro volta para o caixa do BC depois de alguns meses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/preco-do-petroleo-fica-negativo-pela-1a-vez-na-historia/">Preço do petróleo fica negativo pela 1ª vez na história</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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		<title>Dólar sobe para R$ 5,25 no maior valor em dez dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2020 12:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotações]]></category>
		<category><![CDATA[Economia em notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[#petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bolsa fecha em queda pela segunda sessão consecutiva. Dólar sobe em meio às incertezas domésticas e internacionais sobre a evolução da pandemia de covid-19, o dólar comercial subiu pelo quarto dia seguido e fechou no maior valor em dez dias. A moeda encerrou esta quinta-feira (16) vendida a R$ 5,25, com alta de R$ 0,014 [...]</p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/dolar-sobe-para-r-525-no-maior-valor-em-dez-dias/">Dólar sobe para R$ 5,25 no maior valor em dez dias</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;"><strong>Bolsa fecha em queda pela segunda sessão consecutiva.</strong></h4>
<p>Dólar sobe em meio às incertezas domésticas e internacionais sobre a evolução da pandemia de covid-19, o dólar comercial subiu pelo quarto dia seguido e fechou no maior valor em dez dias. A moeda encerrou esta quinta-feira (16) vendida a R$ 5,25, com alta de R$ 0,014 (+0,27%). Esse foi o maior valor registrado desde 6 de abril, quando a cotação tinha fechado em R$<a href="https://portalcontexto.com.br/dolar-fecha-a-r-526-e-volta-a-bater-recorde-nominal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> 5,29</a>. A cotação operou em alta durante toda a sessão. Na máxima do dia, por volta das 16h, a moeda encostou em R$ 5,27. A divisa acumula alta de 30,99% em 2020.</p>
<p>O Banco Central (BC) interveio no mercado. Como nos últimos dias, a autoridade monetária rolou US$ 1 bilhão em contratos de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro. O BC também leiloou novos contratos de swap. Embora tenham sido oferecidos US$ 1 bilhão, o valor efetivamente vendido não foi divulgado no site.</p>
<h4><strong>Bolsa de valores</strong></h4>
<p>As tensões no mercado de câmbio refletiram-se na bolsa de valores. Pelo segundo dia seguido, o índice Ibovespa, da B3 (bolsa de valores brasileira), caiu e fechou o dia em 77.812 pontos, com queda de 1,29%. O indicador descolou-se das bolsas internacionais. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, encerrou esta quinta com pequena alta de 0,14%.</p>
<p>Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. As interrupções na atividade econômica associadas à restrição de atividades sociais travam a produção e o consumo, provocando instabilidades.</p>
<p>Na terça-feira (14), o Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou que a economia global terá queda de 3% em 2020. Para o Brasil, os prognósticos são piores, com o organismo internacional projetando retração de 5,3% no Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país).</p>
<p>No entanto, a perspectiva de que vários países europeus afrouxem as medidas de quarentena após a desaceleração no número de casos novos de covid-19 trouxe alívio para parte dos mercados globais. As bolsas de Londres e de Frankfurt fecharam em alta. Nos Estados Unidos, a divulgação de que 5,2 milhões de trabalhadores pediram seguro-desemprego na semana passada continua alta, mas o número não destoou das expectativas do mercado.</p>
<h4><strong>Petróleo</strong></h4>
<p>As dúvidas sobre o acordo entre os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) continuam a pressionar os mercados. No domingo (12), os países do grupo fecharam um acordo para reduzir a produção global em 10 milhões de barris por dia em maio e junho. No entanto, a preocupação com a queda mundial da demanda provocada pela pandemia e a resistência de empresas e de governos a aderir ao acordo influenciam as cotações internacionais do barril.</p>
<p>Por volta das 18h30, o Brent era vendido a US$ 28,36, com alta de 2,42%, depois de cair mais de 6% ontem. O alívio, no entanto, não se estendeu às ações da Petrobras, as mais negociadas na bolsa. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) desvalorizaram-se 2,95% nesta quinta. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) tiveram queda de 4,03%.</p>
<p>A guerra de preços de petróleo começou há um mês, quando Arábia Saudita e Rússia aumentaram a produção, mesmo com os preços em queda. No início do mês, a cotação do barril do tipo Brent chegou a operar próxima de US$ 20, no menor nível em 18 anos. Segundo a Petrobras, a extração do petróleo na camada pré-sal só é viável para cotações a partir de US$ 45.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">*Com informações da <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Charge do Pater</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Mar 2020 12:00:08 +0000</pubDate>
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