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	<title>Arquivos #alimentos - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos #alimentos - Portal Contexto</title>
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		<title>Mesmo com novo modelo de rotulagem de alimentos, alegações nutricionais em produtos podem confundir consumidor</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2022 19:42:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de outubro, rótulos serão um espaço de disputa: selos de nutrientes em excesso (como “alto em sódio”) devem dividir espaço com alegações de saúde (como “rico em vitaminas”) Ambos — selos e alegações — têm impactos na decisão do consumidor, mas influenciam de forma independente um do outro A presença de selos tem [...]</p>
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<div class="highlights">
<ul>
<li aria-level="1">
<h3><em>A partir de outubro, rótulos serão um espaço de disputa: selos de nutrientes em excesso (como “alto em sódio”) devem dividir espaço com alegações de saúde (como “rico em vitaminas”)</em></h3>
</li>
<li aria-level="1">
<h3><em>Ambos — selos e alegações — têm impactos na decisão do consumidor, mas influenciam de forma independente um do outro</em></h3>
</li>
<li aria-level="1">
<h3><em>A presença de selos tem efeitos positivos na escolha do consumidor, mas não cancelam o viés positivo das alegações de saúde</em></h3>
</li>
</ul>
</div>
<div class="entry-content">
<p>Importante fonte de informação para o consumidor sobre produtos alimentícios, os <a href="https://portalcontexto.com.br/novo-modelo-de-rotulagem-de-alimentos-do-brasil-que-passa-a-valer-em-outubro-pode-ser-pouco-util-para-o-consumidor/"><strong>rótulos de alimentos</strong></a> comercializados no Brasil ganharão um novo modelo a partir de outubro. Segundo determinação da Anvisa, opções que tiverem quantidades excessivas de sódio, açúcares adicionados e/ou gordura saturada terão essas informações destacadas por meio de um ícone de lupa. Apesar disso, a presença de alegações nutricionais (como “rico em vitaminas”) podem confundir o consumidor. É o que concluem pesquisadores das universidades federais de Minas Gerais e do Paraná em estudo publicado na <strong>“Frontiers in Nutrition”</strong> nesta segunda-feira (22).</p>
<p>Para avaliar a interação entre selos e alegações, os cientistas fizeram um experimento com 720 participantes, expondo-os a diferentes tipos de rótulos. A ideia era testar três tipos de selos: o octógono bem-sucedido no Chile, o modelo da lupa a ser implementado no Brasil e o modelo de triângulo proposto mas não aceito pela Anvisa, além de um grupo controle que não teve a exibição de alertas. Foram escolhidos produtos de<strong> três categorias</strong> (barras de cereal, biscoitos integrais e lanches do tipo snack), com um ou dois nutrientes em excesso e com alegações nutricionais (ora presentes, ora ausentes).</p>
<p>Após a exposição aos diferentes rótulos, os participantes deveriam responder a perguntas sobre nutrientes em excesso, sobre o grau de saudabilidade do alimento (em uma escala de 1 a 7 — de “não saudável” a “muito saudável”) e sobre sua intenção de compra do produto. Também foram feitas questões sobre o interesse de cada participante em manter uma alimentação saudável.</p>
<p>Os resultados indicaram que a presença de selos é melhor que a ausência deles: facilita a compreensão das informações nutricionais do produto pelo consumidor, além de reduzir a percepção de saudabilidade do alimento bem como a intenção de compra. “Na comparação entre os diferentes tipos de selos, os modelos de octógono e triângulo foram mais eficazes do que o modelo de lupa adotado pela Anvisa na redução da percepção de saudabilidade dos alimentos com dois nutrientes em excesso “, diz Sarah Morais, uma das autoras do estudo. “Isso pode ser explicado pelo fato de que o octógono e o triângulo são símbolos mais familiares para os consumidores e, em geral, transmitem a ideia de alerta.” Além disso, a exibição de dois alertas em um mesmo rótulo (indicando excesso em dois nutrientes) foi mais eficaz do que uma única exibição da lupa destacando as mesmas informações.</p>
<p>Apesar dos efeitos positivos dos alertas, sua presença não foi capaz de cancelar a ideia de positividade trazida pelas alegações nutricionais. A pesquisadora explica que ambos — selos e alegações — têm impacto na escolha do consumidor, mas funcionam de forma independente um do outro. “Enquanto o selo pode indicar que o alimento tem alto teor de gordura saturada, por exemplo, uma alegação pode destacar uma redução em sódio, o que poderia causar certa confusão no consumidor”, diz.</p>
<p>As alegações também tiveram efeito sobre os participantes do estudo: reduziram sua compreensão das informações nutricionais, aumentaram a percepção de saudabilidade dos alimentos e, no caso dos biscoitos e snacks, também aumentaram a intenção de compra.</p>
<p>O estudo mostra que, embora a rotulagem a ser adotada em outubro não tenha obtido os melhores resultados no estudo, a presença dos selos gera benefícios ao consumidor, principalmente em seu entendimento e julgamento sobre percepção da saudabilidade do produto e em sua intenção de compra. O tema, no entanto, deve ser investigado de forma mais detalhada para que se esclareçam as possíveis mudanças no comportamento do consumidor ao interagir com a rotulagem.</p>
</div>
<p><em>Fonte: <a href="https://abori.com.br/?utm_medium=publisherLink&amp;utm_source=publisher&amp;utm_campaign=releases&amp;utm_content=https://abori.com.br/alimentos/mesmo-com-novo-modelo-de-rotulagem-de-alimentos-no-brasil-alegacoes-nutricionais-em-produtos-podem-confundir-consumidor/">Agência Bori</a></em></p>
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		<title>Web série debate a inovação no setor de alimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2020 14:41:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda empreendedora]]></category>
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		<category><![CDATA[#agendaempreendedora]]></category>
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<h4><strong>&#8216;Perspectivas &#8211; Inovação no setor de Alimentos&#8217; é gratuita e pode ser vista no YouTube</strong></h4>
<div>
<p>A  Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) e o Grupo Croma se uniram para promover uma série de encontros com profissionais de grandes empresas do mercado para debater ‘Perspectivas – uma visão setorizada da inovação’. O episódio que acontece no dia 23 de setembro irá abordar a <em>Inovação no Setor de Alimentos</em> e contará com a participação de Cecilia Dias, Senior Marketing Director da PepsiCo e Alejandro Hernandez Lacorte, Diretor de Marketing e Inovação da Bimbo Brasil.</p>
<p>“Nesse cenário de transformações motivadas pela criação de novos protocolos de saúde e novos hábitos por parte da população, a indústria alimentícia se viu no papel de realizar diferentes adaptações e inovações para atender as exigências dessa nova realidade e do novo perfil do consumidor. A proposta do episódio é reunir dois grandes líderes do mercado para dividir com o público suas principais experiências, ideias e inovações para garantir o sucesso nas suas empresas”, comenta Sandra Martinelli, Presidente Executiva da ABA.</p>
<p>Os episódios são transmitidos semanalmente às 17h. As inscrições devem ser realizadas gratuitamente na plataforma Sympla <a href="http://bit.ly/Perspectivas_Ep15" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://bit.ly/Perspectivas_Ep15&amp;source=gmail&amp;ust=1600524782947000&amp;usg=AFQjCNG29MA2-zk7thqTnB80CPNJsgUkgQ">http://bit.ly/Perspectivas_<wbr />Ep15</a>, com transmissão via YouTube para inscritos. Os encontros, com uma hora de duração, são apresentados por Sandra Martinelli, Presidente Executiva da ABA, e a moderação é realizada por Edmar Bulla, CEO do Grupo Croma.</p>
<p>“O protagonismo da iniciativa privada frente à pandemia nos levou a propor essa abordagem setorizada. Concorrentes compartilhando perspectivas que podem influenciar o mercado, o consumo e as cadeias de produção é algo inédito. Além disso, podem influenciar outras empresas, inclusive de menor porte, com otimismo e boas práticas,” comenta Edmar Bulla.</p>
</div>
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		<title>Indústria de alimentos contratou 8 mil durante pandemia</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/industria-de-alimentos-contratou-8-mil-durante-pandemia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=industria-de-alimentos-contratou-8-mil-durante-pandemia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2020 10:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia em notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter wp-image-3548" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/mercados-locais-Foto-Tony-Winston-Ag%C3%AAncia-Bras%C3%ADlia.jpg?resize=600%2C398&#038;ssl=1" alt="mercado do bairro" width="600" height="398" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/mercados-locais-Foto-Tony-Winston-Ag%C3%AAncia-Bras%C3%ADlia.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/mercados-locais-Foto-Tony-Winston-Ag%C3%AAncia-Bras%C3%ADlia.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/mercados-locais-Foto-Tony-Winston-Ag%C3%AAncia-Bras%C3%ADlia.jpg?resize=768%2C510&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></h4>
<h4 style="text-align: center"><strong>Considerado atividade essencial, setor cresceu 10% em exportações</strong></h4>
<p>As contratações no primeiro quadrimestre cresceram 0,5% na indústria de alimentos em relação ao mesmo período de 2019. De acordo com levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), o setor foi responsável pela criação de oito mil empregos de janeiro a abril deste ano.</p>
<p>Por ser atividade essencial, a indústria de alimentos continuou a produzir durante a quarentena provocada pela pandemia da covid-19.</p>
<p>Para manter o funcionamento, as empresas implementaram medidas de segurança e prevenção nas fábricas e o isolamento social de profissionais do grupo de risco, resultando na criação de novas vagas.</p>
<p>“No início do ano, antes da pandemia, as perspectivas da indústria de alimentos e bebidas era de alta de 2,2% do PIB, de acordo com o Banco Central. Com o impacto do novo coronavírus [covid-19] o cenário mudou. Não é possível, ainda, fazer uma projeção confiável para o ano”, disse o presidente executivo da Abia, <strong>João Dornellas</strong>.</p>
<p>As exportações de alimentos industrializados, segundo a Abia, tiveram alta de 10% em relação a abril de 2019, e em volume, de 13%. O aumento das exportações para o mercado asiático, em particular a China, foi o principal fator para o resultado.</p>
<p>“A alta das exportações brasileiras de alimentos industrializados já era esperada, mesmo com a pandemia do novo coronavírus. O mercado asiático ainda sofre com a crise sanitária de Peste Suína Africana e tem importado cada vez mais carne suína e carne de frango do Brasil”. disse Dornellas.</p>
<h4><strong>Vendas reais</strong></h4>
<p>Já as vendas reais, que são o total de vendas da indústria de alimentos e bebidas para os mercados interno e internacional, apresentaram queda de 4,5% em relação a abril de 2019. A produção física [volume produzido pela indústria para atender o mercado interno e as exportações] teve o mesmo comportamento de queda de 4% em abril.</p>
<p>Para este ano, as perspectivas para a produção física eram positivas. Mas, com a implementação da quarentena em todo o Brasil, hotéis, bares, restaurantes, lanchonetes e etc, tiveram seus serviços interrompidos, enquanto padarias e outros serviços de alimentação foram parcialmente afetados.</p>
<p>Esse comportamento de queda nas vendas e na produção de todo o setor não necessariamente significa uma tendência para o ano. O volume de vendas dos supermercados e hipermercados, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresentou alta de 5,8% em abril de 2020 ante o mesmo período de 2019.</p>
<h4><strong>Solidariedade</strong></h4>
<p>De acordo com a Abia, a indústria alimentícia do Brasil reforçou suas ações de responsabilidade social, apoiando a sociedade no enfrentamento à covid-19. As indústrias de alimentos e bebidas doaram mais de 2.700 toneladas de alimentos, além de recursos financeiros para compras de equipamentos hospitalares, investimento em pesquisas e aquisição de testes rápidos de novo coronavírus, informou a Abia.</p>
<p>O setor também doou cerca de 4 milhões de máscaras de proteção, além de produtos de limpeza e higiene.</p>
<p>As doações foram distribuídas entre instituições beneficentes, hospitais e unidades de saúde, profissionais autônomos, associações de comunidades, lares de idosos, governos estaduais e prefeituras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right">*Com informações da <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Senado aprova PL de doação de alimentos não vendidos</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/senado-aprova-pl-de-doacao-de-alimentos-nao-vendidos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=senado-aprova-pl-de-doacao-de-alimentos-nao-vendidos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2020 10:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Empresas poderão doar alimentos próprios para o consumo O Senado aprovou na última segunda-feira (2) o projeto de lei (PL) que regulamenta a doação de alimentos excedentes por parte de supermercados, restaurantes e outros estabelecimentos. O texto, de autoria do senador Fernando Collor (Pros-AL), já havia passado pelo Senado, sofreu alterações na Câmara e [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-5297" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/buffet-refei%C3%A7%C3%A3o-Imagem-de-PublicDomainPictures-por-Pixabay.jpg?resize=640%2C426&#038;ssl=1" alt="" width="640" height="426" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/buffet-refei%C3%A7%C3%A3o-Imagem-de-PublicDomainPictures-por-Pixabay.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/buffet-refei%C3%A7%C3%A3o-Imagem-de-PublicDomainPictures-por-Pixabay.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<h4 style="text-align: center"><strong>Empresas poderão doar alimentos próprios para o consumo</strong></h4>
<p>O Senado aprovou na última segunda-feira (2) o projeto de lei (PL) que regulamenta a doação de alimentos excedentes por parte de supermercados, restaurantes e outros estabelecimentos. O texto, de autoria do senador <strong>Fernando Collor</strong> (Pros-AL), já havia passado pelo Senado, sofreu alterações na Câmara e voltou para nova apreciação. Agora, o projeto segue para sanção presidencial.</p>
<p>Empresas, hospitais, supermercados, cooperativas, restaurantes, lanchonetes e demais estabelecimentos que forneçam alimentos preparados prontos para o consumo poderão doar as refeições não comercializados se estiverem dentro do prazo de validade e em condições de conservação especificadas pelo fabricante, quando aplicável.</p>
<p>A doação pode ser de alimentos in natura, produtos industrializados e refeições prontas para o consumo. Pelo texto, essa doação poderá ser feita diretamente, em colaboração com o poder público, ou por meio de bancos de alimentos e outras entidades beneficentes de assistência social certificadas na forma da lei. Também poderá ser realizada por entidades religiosas.</p>
<p>O relator do PL, <strong>Jayme Campos</strong> (DEM-MT), retirou do projeto um dispositivo inserido na Câmara que incluía a doação de alimentos para cães e gatos em situação de abandono. O relator justificou sua decisão afirmando que a lei deveria abranger outros animais domésticos, mas por não ser possível tal adaptação a essa altura da tramitação, excluiu todo o artigo.</p>
<p>O relator também retirou do texto final a criação do Certificado de Boas Práticas (CBP), a ser concedido às empresas doadoras de alimentos; outro dispositivo incluído pelos deputados. Outro trecho incluído pela Câmara versava que governo federal deveria comprar alimentos prioritariamente de produtores familiares e pescadores artesanais durante a vigência da pandemia de covid-19. Inicialmente, o relator considerou o trecho sem pertinência com o projeto. Mas após acordo com o PT e a Rede, ele reinseriu os agricultores familiares no texto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right">*Com informações da <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Brasil</a></p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/senado-aprova-pl-de-doacao-de-alimentos-nao-vendidos/">Senado aprova PL de doação de alimentos não vendidos</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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