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	<title>Arquivos Sustentabilidade - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Sustentabilidade - Portal Contexto</title>
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		<title>Amazônia abriga mais de 2,7 mil espécies de peixes de água doce</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 14:55:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Relatório aponta que a Bacia Amazônica concentra cerca de 15% das espécies conhecidas no mundo e alerta para riscos à biodiversidade, à segurança alimentar e à economia regional A Bacia Amazônica abriga mais de 2,7 mil espécies de peixes de água doce, o equivalente a cerca de 15% de todas as espécies conhecidas no mundo. [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_49275" aria-describedby="caption-attachment-49275" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-49275" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/peixes_contaminados_trazem_riscos_a_saude_de_ribeirinhos_na_amazonia01.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/peixes_contaminados_trazem_riscos_a_saude_de_ribeirinhos_na_amazonia01.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/peixes_contaminados_trazem_riscos_a_saude_de_ribeirinhos_na_amazonia01.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-49275" class="wp-caption-text">pesca também movimenta a economia regional e impacta segurança alimentar das populações. Foto: Nayara Jinknss/Greenpeace &#8211; Nayara Jinknss/Greenpeace</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">Relatório aponta que a Bacia Amazônica concentra cerca de 15% das espécies conhecidas no mundo e alerta para riscos à biodiversidade, à segurança alimentar e à economia regional</h3>
<p>A Bacia Amazônica abriga mais de 2,7 mil espécies de peixes de água doce, o equivalente a cerca de 15% de todas as espécies conhecidas no mundo. Aproximadamente dois terços delas são encontradas exclusivamente na região.</p>
<p>Os dados fazem parte da quarta edição do relatório Peixes Esquecidos da Amazônia, liderado pela The Nature Conservancy (TNC), com informações reunidas por mais de 50 especialistas de 30 organizações.</p>
<p>Segundo os autores, a Amazônia é uma das últimas grandes bacias hidrográficas do mundo em que ainda é possível evitar uma perda de biodiversidade em larga escala e manter extensos sistemas de rios conectados.</p>
<h3>Proteção ainda pode evitar danos maiores</h3>
<p>Para a cientista da TNC e autora principal do relatório, <strong>Fernanda Silva</strong>, a região oferece uma oportunidade rara de conservação antes que os danos exijam processos de restauração mais complexos e caros.</p>
<blockquote><p>“Em todo o mundo, os esforços de conservação estão cada vez mais voltados à restauração dos ecossistemas depois que os danos já ocorreram. A Amazônia oferece uma oportunidade diferente: proteger um sistema de água doce de importância global enquanto ele ainda está em pleno funcionamento”, afirmou.</p></blockquote>
<p>O relatório combina evidências científicas com conhecimento ecológico tradicional. A abordagem mostra que os peixes estão diretamente ligados à manutenção dos ecossistemas, à segurança alimentar, às culturas, aos meios de subsistência e à economia das populações amazônicas.</p>
<h3>Peixes ajudam a manter a floresta</h3>
<p>Segundo o levantamento, os peixes são indicadores de uma Amazônia saudável e contribuem para o funcionamento da floresta.</p>
<p>Espécies como tambaquis, pacus e matrinxãs entram em áreas de floresta alagada para se alimentar de frutos e podem dispersar sementes por grandes distâncias.</p>
<p>Outras espécies transportam nutrientes e energia entre ambientes aquáticos e terrestres. A redução dessas populações pode provocar efeitos em cadeia sobre a vegetação e sobre animais que dependem dos peixes, como botos, ariranhas e aves.</p>
<h3>Conectividade dos rios é essencial</h3>
<p>A conectividade dos rios é outro ponto central do relatório. A dourada, uma das espécies analisadas, realiza a mais longa migração exclusivamente em água doce já registrada.</p>
<p>Um único indivíduo pode percorrer mais de 11 mil quilômetros durante seu ciclo de vida, conectando cabeceiras próximas aos Andes ao estuário do Amazonas.</p>
<p>Quando essas rotas são interrompidas, os impactos podem ser significativos. No rio Madeira, barragens bloquearam antigas rotas migratórias da dourada e contribuíram para a redução dos estoques de peixes e para o desaparecimento, na prática, de uma atividade pesqueira histórica na região da Cachoeira do Teotônio.</p>
<h3>Biodiversidade está sob pressão</h3>
<p>Apesar da riqueza de espécies, o estudo aponta lacunas importantes no conhecimento sobre os peixes amazônicos.</p>
<p>A Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) reúne 144 espécies ameaçadas na região, enquanto outras 334 estão classificadas como de Dados Insuficientes.</p>
<p>Segundo o relatório, a falta de monitoramento e de colaboração entre os países da bacia pode fazer com que os riscos sejam maiores do que os atualmente conhecidos.</p>
<p>As ameaças atuam de forma combinada. Hidrelétricas, desmatamento, poluição e pesca excessiva podem interromper a conectividade dos rios, fragmentar habitats, modificar os regimes naturais de vazão e deteriorar a qualidade da água.</p>
<h3>Mudanças climáticas agravam riscos</h3>
<p>As mudanças climáticas tendem a intensificar esse cenário.</p>
<p>Projeções reunidas no relatório indicam que a descarga anual dos rios pode diminuir mais de 40% em algumas regiões importantes, como as cabeceiras do Madeira.</p>
<p>Secas prolongadas podem prejudicar a reprodução e a migração dos peixes, reduzir o oxigênio disponível na água e concentrar contaminantes. Nos Andes, o aumento das temperaturas também ameaça espécies endêmicas adaptadas a águas frias.</p>
<h3>Mercúrio ameaça rios e populações</h3>
<p>O garimpo acrescenta outra pressão sobre os ecossistemas aquáticos.</p>
<p>Segundo dados reunidos no estudo, a mineração não industrial de ouro responde por 83% das emissões causadas por atividades humanas de mercúrio na América do Sul.</p>
<p>O contaminante se acumula na cadeia alimentar, e o consumo de pescado é apontado como a principal via de exposição humana ao mercúrio na Amazônia.</p>
<h3>Peixe é base da segurança alimentar</h3>
<p>A conservação dos rios tem impacto direto sobre as populações amazônicas.</p>
<p>Em algumas comunidades ribeirinhas remotas, o consumo de pescado ultrapassa 600 gramas por pessoa por dia. O peixe está entre as fontes de proteína animal mais acessíveis para famílias de baixa renda e fornece nutrientes importantes para o desenvolvimento e a saúde.</p>
<p>A pesca também movimenta a economia regional, embora parte significativa da atividade não apareça nas estatísticas oficiais por ser artesanal, de pequena escala ou voltada à subsistência.</p>
<p>Pelo menos 200 espécies são capturadas comercialmente. Já a pesca ornamental exporta dezenas de milhões de exemplares por ano e sustenta milhares de famílias.</p>
<p>O relatório também destaca a participação das mulheres em diferentes etapas da cadeia produtiva e em associações comunitárias.</p>
<h3>Conhecimento indígena é destacado no relatório</h3>
<p>O estudo ressalta a importância do conhecimento de povos indígenas e comunidades tradicionais sobre os rios.</p>
<p>Segundo a coordenadora-geral da Coordenação das Organizações Indígenas da Bacia Amazônica (COICA), <strong>Fany Kuiru Castro</strong>, práticas locais de governança ajudam a proteger os rios e a manter sua conectividade diante das pressões crescentes.</p>
<blockquote><p>“Para os povos indígenas, os peixes não são simplesmente um recurso. Eles fazem parte da nossa identidade, dos nossos sistemas alimentares, das nossas histórias e da nossa relação com os rios vivos”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Fany ressaltou que qualquer estratégia para conservar a Amazônia deve reconhecer os direitos territoriais indígenas, respeitar os conhecimentos ancestrais e fortalecer a liderança indígena na proteção das águas que conectam toda a bacia.</p>
<h3>Manejo comunitário envolve mais de 1,2 mil comunidades</h3>
<p>O relatório identificou pelo menos 155 iniciativas de manejo comunitário da pesca no Brasil, Peru, Bolívia e Colômbia.</p>
<p>Juntas, elas abrangem quase 13 milhões de hectares e envolvem mais de 1,2 mil comunidades e 21 mil pescadores.</p>
<p>Segundo o estudo, essas experiências estão associadas ao aumento da abundância de peixes e da riqueza de espécies, além de benefícios econômicos e sociais.</p>
<p>Entre as medidas apontadas estão a proteção de rios de fluxo livre, a recuperação de regimes naturais de vazão, a restauração de habitats e espécies, a melhoria da qualidade da água e a prevenção da expansão de espécies não nativas.</p>
<p>Como rios, peixes, sedimentos e nutrientes atravessam fronteiras nacionais, os autores defendem que as ações sejam articuladas em escala de toda a bacia, com participação formal de povos indígenas e comunidades locais na gestão dos rios.</p>
<p>Para a diretora administrativa regional da TNC para a América Latina, <strong>Paula Caballero</strong>, a conservação traz benefícios para diferentes setores.</p>
<blockquote><p>“O relatório deixa claro que proteger os sistemas de água doce da Amazônia não é apenas um imperativo ambiental, mas também uma necessidade econômica e social”, afirmou.</p></blockquote>
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		<title>Tampinha Legal realiza primeiro encontro de embaixadores para fortalecer rede pelo Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Aug 2026 10:16:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Representantes do Rio Grande do Sul, São Paulo e Maranhão participaram da atividade durante a Interplast, em Joinville O Tampinha Legal realizou, nesta quarta-feira (26), em Joinville (SC), o 1º Encontro de Embaixadores do programa. A atividade reuniu cinco representantes do Rio Grande do Sul, São Paulo e Maranhão e integrou a programação do Tampinha [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_49153" aria-describedby="caption-attachment-49153" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-49153" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMG-7362.jpg?resize=1020%2C574&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="574" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMG-7362.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMG-7362.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMG-7362.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMG-7362.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMG-7362.jpg?resize=2048%2C1152&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMG-7362.jpg?w=3060&amp;ssl=1 3060w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-49153" class="wp-caption-text">Foto: Bibiane Engroff/Instituto SustenPlást29. Embaixadores do Tampinha Legal participaram do 6º Congresso Brasileiro do Plástico, em Joinville</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">
Representantes do Rio Grande do Sul, São Paulo e Maranhão participaram da atividade durante a Interplast, em Joinville</h3>
<p>O Tampinha Legal realizou, nesta quarta-feira (26), em Joinville (SC), o 1º Encontro de Embaixadores do programa. A atividade reuniu cinco representantes do Rio Grande do Sul, São Paulo e Maranhão e integrou a programação do Tampinha Legal durante a Interplast.</p>
<p>Pela manhã, os embaixadores participaram do 6º Congresso Brasileiro do Plástico (6CBP), acompanhando debates sobre inovação, sustentabilidade e transformações da indústria do plástico. À tarde, o encontro promoveu integração, troca de experiências e construção coletiva de estratégias para ampliar a atuação do programa em diferentes regiões do Brasil.</p>
<h3>Embaixadores fortalecem pontos de coleta e entidades assistenciais</h3>
<p>Mais do que representar o Tampinha Legal em suas localidades, os embaixadores têm a missão de fortalecer conexões, apoiar pontos de coleta e entidades assistenciais, promover o programa e atuar como elo entre a iniciativa e as características de cada comunidade.</p>
<p>A proposta é formar uma rede de lideranças comprometidas com a mobilização e capazes de multiplicar as possibilidades de participação da sociedade.</p>
<p>A troca de experiências foi um dos principais pontos do encontro. Com trajetórias distintas dentro do programa, os participantes compartilharam aprendizados, desafios e estratégias desenvolvidas ao longo dos anos.</p>
<h3>Experiências do Rio Grande do Sul inspiram novas regiões</h3>
<p>Entre as participantes estava Cira Dutra, do Rio Grande do Sul, que atua há quase nove anos no Tampinha Legal e já trabalhou junto a diferentes entidades assistenciais.</p>
<p>Sua trajetória permitiu compartilhar aprendizados construídos a partir da mobilização direta de comunidades. Ao longo desse período, Cira contribuiu para gerar aproximadamente R$ 100 mil em recursos financeiros para entidades assistenciais da cidade onde reside, na Serra Gaúcha.</p>
<p>Também do Rio Grande do Sul, Laline Fogaça, da APAE de Sapucaia do Sul, levou ao encontro a experiência de uma rede formada por cerca de 350 pontos de coleta ligados à entidade.</p>
<p>Laline conheceu o Tampinha Legal por meio da filha, Bruna, aluna da instituição, e passou a atuar no programa em 2017.</p>
<blockquote><p>“As tampas plásticas chegam em pequenas quantidades, porém, quando somadas, representam um recurso importante e fazem a diferença para a APAE. Hoje, nós arrecadamos, em média, R$ 7 mil a cada três meses por meio da iniciativa, valor que pode ser utilizado livremente para fortalecer as nossas atividades nas áreas de assistência social, educação especializada e saúde, de acordo com as demandas do momento”, explica.</p></blockquote>
<h3>Maranhão busca ampliar mobilização</h3>
<p>No Maranhão, Lívia Ferreira atua há três anos na mobilização pelo Tampinha Legal e já conseguiu engajar diferentes segmentos da sociedade em torno da iniciativa. O estado ainda enfrenta o desafio de encontrar um reciclador para receber o material.</p>
<p>Para Lívia, a troca com embaixadores que já passaram por diferentes etapas da jornada representa uma oportunidade de encontrar novos caminhos.</p>
<blockquote><p>“Quando você enxerga além, quando consegue enxergar a tampinha além de uma tampa plástica, percebe o potencial enorme que existe nas nossas mãos. Ela representa recursos financeiros e contribui com transformações econômicas e sociais que fazem a diferença”, destaca.</p></blockquote>
<h3>São Paulo reforça trabalho de conexão</h3>
<p>Em São Paulo, Gilberto Santos Cunha, um dos fundadores do Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDECA), compartilhou sua experiência com o programa.</p>
<p>Integrante do Tampinha Legal há quatro anos, ele já contribuiu para a mobilização que possibilitou gerar aproximadamente R$ 30 mil em recursos financeiros para a entidade assistencial.</p>
<p>Ao lado de Ricardo Hirashi, representante da Revista Embanews, Gilberto integra a rede de embaixadores que atua para ampliar conexões e fortalecer a presença do Tampinha Legal no estado.</p>
<p>Para Ricardo, os resultados dependem de mobilização contínua.</p>
<blockquote><p>“É necessário fazer o trabalho de formiguinha para colher frutos maiores”, afirma.</p></blockquote>
<h3>Programa une impacto social, ambiental e econômico</h3>
<p>Segundo Simara Souza, gerente do Instituto SustenPlást, a força do Tampinha Legal está na capacidade de conectar diferentes dimensões de impacto.</p>
<blockquote><p>“O Tampinha Legal trabalha com o conceito de Triple Bottom Line, unindo as dimensões econômica, social e ambiental. Quando uma tampa plástica ganha um destino adequado, ela movimenta uma cadeia que envolve a valorização dos resíduos plásticos, a geração de recursos financeiros para entidades assistenciais e o fortalecimento de iniciativas que transformam realidades. É uma solução construída a partir da colaboração de todos”, destaca.</p></blockquote>
<p>Para Simara, a rede de embaixadores amplia as conexões do programa e aproxima pessoas, empresas, entidades e comunidades.</p>
<blockquote><p>“O Tampinha Legal é para todos, independentemente da classe social ou do nível de instrução. Somos a união de pessoas que buscam soluções e colaboração de diferentes empresas e da sociedade”, complementa.</p></blockquote>
<h3>Sobre o Tampinha Legal</h3>
<p>O Tampinha Legal é uma realização do Instituto SustenPlást, com apoio do Movimento Plástico Transforma.</p>
<p>O programa promove ações de mobilização para ampliar o esclarecimento sobre o material plástico e seu destino adequado, incentivando a economia circular na prática. Todos os segmentos da sociedade são convidados a recolher tampas plásticas e destiná-las a entidades assistenciais do terceiro setor cadastradas na iniciativa.</p>
<p>Os valores obtidos com a comercialização do material são destinados integralmente às entidades participantes, sem rateios de material ou repasses de valores. O programa não recebe comissões ou gratificações sobre o material coletado.</p>
<p>Com nove anos de atuação, o Tampinha Legal já promoveu a destinação adequada de mais de 2 mil toneladas de tampas plásticas, contribuindo para a redução de mais de 3.460 toneladas de gases de efeito estufa e para a geração de mais de R$ 5 milhões a centenas de instituições.</p>
<p>Os recursos são utilizados para manutenção de projetos sociais, aquisição de equipamentos e melhorias no atendimento à população em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>O programa atua no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, São Paulo, Alagoas, Pernambuco, Goiás, Distrito Federal e Bahia. Em Porto Alegre, conta com apoio estratégico da Fundação Gaúcha dos Bancos Sociais da FIERGS.</p>
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		<title>Delivery de reciclagem completa 1 ano e é um dos primeiros projetos do país a receber aporte da Lei de Incentivo à Reciclagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 19:39:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48841" aria-describedby="caption-attachment-48841" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-48841" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/RODA-SOLOS-TayseArgoloFotografia-279-1.jpg?resize=1020%2C679&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/RODA-SOLOS-TayseArgoloFotografia-279-1.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/RODA-SOLOS-TayseArgoloFotografia-279-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/RODA-SOLOS-TayseArgoloFotografia-279-1.jpg?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/RODA-SOLOS-TayseArgoloFotografia-279-1.jpg?w=1199&amp;ssl=1 1199w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48841" class="wp-caption-text">Foto: Tayse Argolo Fotografia</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Um ano após o lançamento, o RODA | A reciclagem na sua porta alcança um novo marco em sua trajetória. O projeto da startup SOLOS em parceria com a Prefeitura de Salvador, está entre as primeiras iniciativas do Brasil a receber recursos da Lei de Incentivo à Reciclagem (LIR). O aporte de R$ 1 milhão, viabilizado pelo Banco do Nordeste, chega no momento em que o projeto completa um ano de operação e consolida um modelo inovador de coleta seletiva porta a porta na capital baiana</span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O reconhecimento permitirá ampliar a operação do projeto, que já retirou mais de </span><span class="">84 toneladas de resíduos recicláveis</span><span class=""> das ruas de Salvador. Ao longo do primeiro ano de atividade, foram realizadas </span><span class="">6.449 coletas</span><span class="">, com </span><span class="">243 estabelecimentos</span><span class=""> e </span><span class="">131 pessoas físicas</span><span class=""> cadastrados. O projeto também será apresentado na </span><span class="">COP30</span><span class="">, em novembro, durante o painel &#8220;Gestão de Resíduos Sólidos como Estratégia Climática&#8221;, no Pavilhão Brasil</span><span class="">.</span></p>
<h4><span class="">Como funciona</span></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O RODA utiliza um sistema de </span><span class="">agendamento online</span><span class=""> aliado a um </span><span class="">veículo elétrico de emissão zero</span><span class=""> para a retirada dos resíduos recicláveis. Os materiais coletados são encaminhados à Cooperativa de Reciclagem União (CRUN), fortalecendo a geração de renda dos catadores e a cadeia da reciclagem</span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A iniciativa começou no </span><span class="">Centro Histórico de Salvador</span><span class="">, território de grande valor cultural e econômico, que concentra investimentos de requalificação urbana. A escolha da área reforça a visão de que o crescimento urbano deve caminhar lado a lado com soluções sustentáveis para a gestão de resíduos</span><span class="">.</span></p>
<h4><span class="">Impacto e próximos passos</span></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">&#8220;Ao implantar o projeto nessa área estratégica, Salvador demonstra que preservar seu patrimônio também significa investir em inovação, qualidade de vida e desenvolvimento sustentável&#8221;, afirma Ivan Euler, secretário de Sustentabilidade, Resiliência, Bem-estar e Proteção Animal (Secis).</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O aporte do Banco do Nordeste permitirá ampliar a estrutura operacional do projeto, expandir sua área de atuação e fortalecer as ações de educação ambiental e engajamento da população. Para Saville Alves, fundadora da SOLOS, &#8220;o reconhecimento na COP30 e o aporte conquistado mostram que o RODA tem potencial para ampliar seu impacto e inspirar novas soluções para outras cidades brasileiras&#8221;</span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Para os próximos anos, a expectativa é aumentar o número de bairros atendidos, ampliar o volume de resíduos recicláveis coletados e consolidar o RODA como um modelo replicável de inovação urbana.</span></p>
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		<title>Prêmio Zayed de Sustentabilidade bate recorde de inscrições para 2027 com mais de 10 mil projetos de 177 países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 21:04:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A edição de 2027 do Prêmio Zayed de Sustentabilidade encerrou seu período de inscrições com o maior volume de participação da história. Foram registradas 10.233 candidaturas provenientes de 177 países, um aumento de 32% em relação ao ciclo anterior . O dado reflete o crescente engajamento global em torno de soluções práticas e escaláveis para desafios como mudanças [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_32026" aria-describedby="caption-attachment-32026" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-32026" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/01/PZS-Winners-2023.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/01/PZS-Winners-2023-scaled.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/01/PZS-Winners-2023-scaled.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/01/PZS-Winners-2023-scaled.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/01/PZS-Winners-2023-scaled.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/01/PZS-Winners-2023-scaled.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-32026" class="wp-caption-text">Premiação em 2023. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A edição de 2027 do Prêmio Zayed de Sustentabilidade encerrou seu período de inscrições com o maior volume de participação da história. Foram registradas </span><span class="">10.233 candidaturas</span><span class=""> provenientes de 177 países, um aumento de 32% em relação ao ciclo anterior </span><span class="">. O dado reflete o crescente engajamento global em torno de soluções práticas e escaláveis para desafios como mudanças climáticas, acesso à saúde e segurança alimentar, especialmente em comunidades vulneráveis.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Em sua 18ª edição, a premiação, considerada a principal dos Emirados Árabes Unidos no campo da sustentabilidade, recebeu projetos de pequenas e médias empresas, organizações sem fins lucrativos e escolas de ensino médio </span><span class="">. As iniciativas abrangem seis categorias: </span><span class="">Saúde, Alimentação, Energia, Água, Ação Climática e Escolas de Ensino Médio Globais</span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O secretário-geral do prêmio, Sua Excelência Dr. Sultan Ahmed Al Jaber, afirmou que o nível histórico de participação demonstra a demanda global por inovações que fortaleçam a resiliência de sistemas essenciais. Ele destacou que os candidatos deste ano mostraram como inteligência artificial, adaptabilidade e liderança local podem atuar juntas em comunidades onde o acesso a serviços básicos ainda é limitado </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Destaques por categoria e perfil dos participantes</span></strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Mais de dois terços das inscrições vieram de economias em desenvolvimento e emergentes, com participação expressiva de </span><span class="">Brasil, Bangladesh, China, Quênia e Emirados Árabes Unidos</span><span class="">. Mercados desenvolvidos como Estados Unidos e Reino Unido também tiveram forte presença </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A categoria que mais recebeu projetos foi </span><span class="">Ação Climática</span><span class="">, com 2.505 inscrições, seguida por Alimentação (2.261), Saúde (1.807), Escolas de Ensino Médio Globais (1.710), Energia (994) e Água (956) </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Entre as tendências observadas em cada área, estão:</span></p>
<ul>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Saúde</span><span class="">: soluções focadas em ampliar o acesso a cuidados em regiões vulneráveis, com forte presença de diagnósticos apoiados por inteligência artificial e dispositivos médicos de baixo custo </span><span class="">.</span></p>
</li>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Alimentação</span><span class="">: tecnologias agrícolas e serviços de assistência técnica direcionados a agricultores, visando cadeias produtivas mais resilientes </span><span class="">.</span></p>
</li>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Energia</span><span class="">: ênfase em eficiência energética, armazenamento e redes inteligentes, com atenção à acessibilidade e confiabilidade </span><span class="">.</span></p>
</li>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Água</span><span class="">: inovações em monitoramento de aquíferos, reúso de água e dessalinização para comunidades afetadas pela escassez hídrica </span><span class="">.</span></p>
</li>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Escolas</span><span class="">: projetos liderados por estudantes que integram energia renovável, gestão de resíduos e produção de alimentos, demonstrando visão sistêmica sobre desafios locais</span><span class="">.</span></p>
</li>
</ul>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Premiação e próximas etapas</span></strong></p>
<p>Os vencedores serão anunciados durante a cerimônia de premiação do Prêmio Zayed de Sustentabilidade, em 12 de janeiro de 2027. Cada vencedor das categorias organizacionais receberá US$ 1 milhão, enquanto seis escolas de ensino médio — representando diferentes regiões do mundo — receberão US$ 150 mil cada para implementar ou ampliar seus projetos. Cada finalista das categorias organizacionais receberá US$ 150 mil, enquanto cada escola finalista receberá US$ 25 mil.</p>
<p>Até o momento, por meio de seus 139 vencedores, o Prêmio já impactou positivamente mais de 411 milhões de pessoas em todo o mundo, consolidando seu papel como uma das principais plataformas globais de promoção do desenvolvimento inclusivo e sustentável.</p>
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		<title>Ônibus elétricos começam a circular no DF e prometem viagens mais silenciosas e sustentáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 15:09:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeiros veículos já operam em quatro linhas que saem da Rodoviária do Plano Piloto; frota completa terá 90 ônibus e deve beneficiar cerca de 70 mil passageiros por dia Os primeiros ônibus elétricos do transporte público do Distrito Federal começaram a circular nesta quarta-feira (24). Inicialmente, 12 veículos passam a operar em quatro linhas que [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48302" aria-describedby="caption-attachment-48302" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-48302" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Eletrico-garagem.jpg?resize=1020%2C575&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="575" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Eletrico-garagem.jpg?resize=1024%2C577&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Eletrico-garagem.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Eletrico-garagem.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Eletrico-garagem.jpg?resize=1536%2C865&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Eletrico-garagem.jpg?resize=2048%2C1153&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Eletrico-garagem.jpg?w=3060&amp;ssl=1 3060w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48302" class="wp-caption-text">Os veículos são 100% elétricos, equipados com ar-condicionado, piso baixo, acessibilidade total e sistema de câmeras | Foto: Divulgação/Semob-DF</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">Primeiros veículos já operam em quatro linhas que saem da Rodoviária do Plano Piloto; frota completa terá 90 ônibus e deve beneficiar cerca de 70 mil passageiros por dia</h3>
<p>Os primeiros ônibus elétricos do transporte público do Distrito Federal começaram a circular nesta quarta-feira (24). Inicialmente, 12 veículos passam a operar em quatro linhas que partem da Rodoviária do Plano Piloto, marcando o início da transição para uma frota mais sustentável e menos poluente na capital federal.</p>
<p>A operação integra um projeto que prevê a entrada em circulação de 90 ônibus elétricos, entregues ao Governo do Distrito Federal (GDF) em maio. Os veículos foram importados da China pela empresa Piracicabana e devem atender aproximadamente 70 mil passageiros por dia quando toda a frota estiver em funcionamento.</p>
<p>Os primeiros ônibus liberados pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) já passaram pelos processos de licenciamento, vistoria, emplacamento e instalação dos equipamentos necessários para operar no Sistema de Transporte Público Coletivo do Distrito Federal.</p>
<h3>Quais linhas recebem os ônibus elétricos?</h3>
<p>Nesta primeira fase, os veículos estão circulando nas seguintes linhas:</p>
<ul>
<li>109.3 – Rodoviária do Plano Piloto / Esplanada dos Ministérios / Setor de Autarquias Sul / Pátio Brasil;</li>
<li>109.4 – Rodoviária do Plano Piloto / Esplanada dos Ministérios;</li>
<li>108.5 – Rodoviária do Plano Piloto / Rodoferroviária, passando pelo Setor Militar Urbano;</li>
<li>0.110 – Rodoviária do Plano Piloto / Universidade de Brasília (UnB).</li>
</ul>
<p>Juntas, essas linhas transportam cerca de 25 mil passageiros diariamente.</p>
<p>Segundo a secretária de Transporte e Mobilidade, <strong>Sandra Holanda</strong>, os veículos serão incorporados gradualmente à operação até que toda a frota esteja em funcionamento.</p>
<h3>Menos poluição e mais conforto</h3>
<p>Além da redução da emissão de gases poluentes, os novos ônibus oferecem mais conforto aos usuários.</p>
<p>Os veículos são equipados com ar-condicionado, piso baixo, acessibilidade para pessoas com deficiência e sistema de monitoramento por câmeras. Outra característica é a operação silenciosa, reduzindo a poluição sonora em áreas urbanas.</p>
<p>De acordo com a Semob-DF, a entrada em operação dos 90 ônibus permitirá uma redução de aproximadamente 615 toneladas de dióxido de carbono (CO₂) por mês. O impacto ambiental equivale ao plantio de mais de 120 mil árvores por ano.</p>
<h3>DF avança na mobilidade sustentável</h3>
<p>A ampliação da frota elétrica faz parte da estratégia do Governo do Distrito Federal para modernizar o transporte público e reduzir a dependência de combustíveis fósseis.</p>
<p>Segundo Sandra Holanda, a iniciativa contribui para fortalecer as políticas de sustentabilidade e governança adotadas pelo DF.</p>
<blockquote><p>“A eletrificação da frota permite que o Distrito Federal avance na agenda ambiental, social e de governança, fortalecendo o compromisso com a descarbonização, a mobilidade inclusiva e a inovação”, afirmou.</p></blockquote>
<p>A expectativa é que os demais veículos sejam liberados gradualmente nos próximos meses, ampliando a presença dos ônibus elétricos em outras regiões do Distrito Federal.</p>
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		<item>
		<title>Economia de papel de ponto em empresa brasileira equivale a duas voltas no planeta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 21:57:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A digitalização do controle de jornada de trabalho tem gerado um impacto ambiental significativo. Uma empresa brasileira especializada em gestão de ponto eletrônico, a FlitAPP, estima que deixou de utilizar cerca de 70 mil quilômetros de papel térmico por ano. Esse volume é suficiente para percorrer quase duas vezes a Linha do Equador. O cálculo [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48108" aria-describedby="caption-attachment-48108" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-48108" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pexels-ryan-carlo-mahinay-218218-694425.jpg?resize=1020%2C677&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="677" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pexels-ryan-carlo-mahinay-218218-694425.jpg?resize=1024%2C680&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pexels-ryan-carlo-mahinay-218218-694425.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pexels-ryan-carlo-mahinay-218218-694425.jpg?resize=768%2C510&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pexels-ryan-carlo-mahinay-218218-694425.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48108" class="wp-caption-text">Foto: Pexels</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class=""></p>
<p>A digitalização do controle de jornada de trabalho tem gerado um impacto ambiental significativo. Uma empresa brasileira especializada em gestão de ponto eletrônico, a FlitAPP, estima que deixou de utilizar cerca de 70 mil quilômetros de papel térmico por ano. Esse volume é suficiente para percorrer quase duas vezes a Linha do Equador.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O cálculo foi feito com base em uma operação que atende 1 milhão de trabalhadores. Cada um deles registraria o ponto quatro vezes ao dia ao longo de aproximadamente 250 dias úteis anuais. Considerando que um comprovante impresso tem, em média, sete centímetros, o total acumulado evitaria o equivalente a duas voltas completas no planeta. A redução foi possível graças à substituição dos comprovantes físicos por sistemas digitais de registro de jornada.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Para Walter Flores, CEO da FlitAPP, essa mudança reflete uma transformação mais ampla no setor de Recursos Humanos. Ele afirma que, por muito tempo, o RH foi visto apenas como uma área operacional. Hoje, no entanto, a tecnologia, a automação e a inteligência artificial transformaram o setor em uma área estratégica. Flores destaca que o ponto eletrônico faz parte dessa evolução porque reduz desperdícios, melhora a gestão de dados e simplifica processos internos.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O movimento de digitalização acompanha uma tendência crescente nas empresas brasileiras. A segunda edição do relatório AI for HR, produzido pelo Distrito, mostra que 75% das companhias no país já utilizam inteligência artificial em Recursos Humanos há pelo menos seis meses. Outros 23% afirmam usar a tecnologia há um ano ou mais.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Na avaliação de Flores, a discussão sobre sustentabilidade corporativa precisa ir além das grandes operações industriais. Ele observa que existem desperdícios silenciosos dentro das empresas, e o papel térmico utilizado diariamente em comprovantes de ponto é um exemplo claro disso. A prática de imprimir milhares de comprovantes, que têm baixa durabilidade e muitas vezes vão parar no lixo comum, pode ser evitada com a tecnologia digital.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Com o ponto eletrônico digital, as empresas reduzem a geração de resíduos, diminuem o consumo de papel térmico e tornam a rotina corporativa mais sustentável. Flores conclui que, quando uma empresa deixa de imprimir milhões de comprovantes ao longo do ano, ela não está apenas economizando papel. Está também reduzindo resíduos químicos, diminuindo o descarte desnecessário e alinhando sua operação às práticas ambientais exigidas pelo mercado.</span></p>
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		<title>Erros comuns ao descartar eletroeletrônicos e eletrodomésticos e como evitá-los</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/47036-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=47036-2</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 19:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil ocupa uma posição incômoda no ranking mundial de resíduos eletroeletrônicos. Segundo o relatório *Global E-waste Monitor 2024*, produzido pela Organização das Nações Unidas (ONU), o país gerou cerca de 2,4 milhões de toneladas desse tipo de material em 2022, um volume que coloca a nação entre os maiores geradores do planeta. O dado, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47037" aria-describedby="caption-attachment-47037" style="width: 852px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-47037" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/ABREE.jpg?resize=852%2C567" alt="" width="852" height="567" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/ABREE.jpg?w=852&amp;ssl=1 852w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/ABREE.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/ABREE.jpg?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 852px) 100vw, 852px" /><figcaption id="caption-attachment-47037" class="wp-caption-text">Foto: ABREE</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph">O Brasil ocupa uma posição incômoda no ranking mundial de resíduos eletroeletrônicos. Segundo o relatório *Global E-waste Monitor 2024*, produzido pela Organização das Nações Unidas (ONU), o país gerou cerca de 2,4 milhões de toneladas desse tipo de material em 2022, um volume que coloca a nação entre os maiores geradores do planeta. O dado, por si só, já é preocupante. Mais preocupante ainda é o fato de que uma parcela significativa desses resíduos ainda não segue o caminho correto da reciclagem.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Celulares, computadores, televisores, liquidificadores, micro-ondas, ventiladores. Esses itens fazem parte do cotidiano, mas, quando chegam ao fim da vida útil, viram um problema ambiental e também uma oportunidade perdida. É que, dentro deles, há uma riqueza de materiais recicláveis como metais, plásticos e componentes eletrônicos que poderiam voltar à cadeia produtiva, mas acabam indo parar em aterros ou em locais inadequados.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Diante desse cenário, a ABREE (Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos) tem atuado para orientar os consumidores sobre a maneira correta de descartar esses produtos. A entidade reuniu os erros mais comuns cometidos na hora do descarte e dá dicas de como evitá-los.</p>
<p>Confira os principais erros:</p>
<ol>
<li><strong>Jogar equipamentos no lixo comum</strong></li>
</ol>
<p>Um dos erros mais frequentes é descartar eletroeletrônicos e eletrodomésticos junto com o lixo doméstico para a coleta regular. Quando isso acontece, esses produtos acabam sendo encaminhados para aterros sanitários ou até mesmo para locais inadequados, o que dificulta ou impossibilita a reciclagem e o reaproveitamento de seus componentes.</p>
<p>“O descarte correto garante que os equipamentos sejam encaminhados para processos adequados de desmontagem, recuperação e reciclagem de materiais”, orienta Rodrigues.</p>
<ol start="2">
<li><strong>Guardar aparelhos antigos sem uso</strong></li>
</ol>
<p>Outro hábito bastante comum é manter celulares antigos, cabos, carregadores e outros itens guardados por anos. Muitas vezes, os consumidores acreditam que esses equipamentos ainda poderão ser utilizados no futuro.</p>
<p>Segundo Rodrigues, porém, quando o produto já não tem mais utilidade, o ideal é destiná-lo corretamente. Dessa forma, seus materiais podem ser reciclados e reaproveitados pela indústria, contribuindo para reduzir o desperdício de recursos, além de garantir mais espaço em casa.</p>
<ol start="3">
<li><strong>Doar equipamentos quebrados ou incompletos</strong></li>
</ol>
<p>A doação é uma prática positiva quando o equipamento ainda está em boas condições de uso. No entanto, doar produtos quebrados, muito antigos ou incompletos não resolve o problema do descarte; apenas transfere a responsabilidade para outra pessoa ou instituição.</p>
<p>Nesses casos, o mais indicado é procurar um ponto de recebimento adequado, onde o equipamento possa passar pelo processo correto de reciclagem.</p>
<ol start="4">
<li><strong>Abandonar equipamentos em locais irregulares</strong></li>
</ol>
<p>Deixar eletroeletrônicos e eletrodomésticos em calçadas, terrenos baldios ou junto a entulhos ainda é uma prática observada em diversas cidades. Além de contribuir para a poluição urbana, esse tipo de descarte impede que os equipamentos sejam encaminhados para reciclagem adequada e pode gerar riscos ambientais.</p>
<p>A destinação correta garante que esses resíduos sejam tratados de forma segura e ambientalmente responsável.</p>
<ol start="5">
<li><strong>Não procurar informações sobre pontos de recebimento</strong></li>
</ol>
<p>Em muitos casos, o descarte incorreto acontece simplesmente por falta de informação. Muitos consumidores não sabem que existem pontos de recebimento específicos para eletroeletrônicos e eletrodomésticos em diversas cidades do país. No entanto, os consumidores podem localizar o ponto de recebimento mais próximo no site da ABREE, informando o CEP, além de consultar a lista completa de produtos aceitos: <a href="https://abree.org.br/pontos-de-recebimento" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://abree.org.br/pontos-de-recebimento&amp;source=gmail&amp;ust=1774543698360000&amp;usg=AOvVaw3haYSj5c--DMhyfOnnUlIj">https://abree.org.br/pontos-<wbr />de-recebimento</a>.</p>
<p>“Hoje existem mais de 7 mil pontos de recebimento da ABREE disponíveis em mais de 1,5 mil municípios brasileiros. Ao procurar um local adequado para descarte, o consumidor contribui diretamente para a economia circular e para a redução de impactos ambientais”, reforça o Engenheiro.</p>
<p><strong><u>Destinação correta fortalece a economia circular</u></strong></p>
<p>A destinação adequada de eletroeletrônicos e eletrodomésticos permite recuperar metais, plásticos, vidro e diversos outros componentes que podem ser reinseridos na cadeia produtiva. Esse processo reduz a necessidade de extração de recursos naturais, diminui a quantidade de resíduos destinados a aterros e contribui para uma gestão mais sustentável dos materiais.</p>
<p>“A participação da população é essencial. Pequenas atitudes, como procurar um ponto de recebimento para descartar um equipamento que não é mais utilizado, fazem diferença para o meio ambiente e para o aproveitamento de recursos”, finaliza.</p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/47036-2/">Erros comuns ao descartar eletroeletrônicos e eletrodomésticos e como evitá-los</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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		<title>Corte de emissões em 50% até 2030 e crescimento de 61% da demanda elétrica pressionam transformação global do setor de energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 10:45:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Schneider Electric, empresa global especializada em tecnologia de energia, destaca que a necessidade de reduzir emissões de carbono, aliada ao crescimento acelerado do consumo de eletricidade, está redefinindo o setor energético em escala mundial. De acordo com o estudo &#8220;Back to 2050&#8221;, do Schneider Electric Sustainability Research Institute (SRI), as emissões globais devem cair [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_46482" aria-describedby="caption-attachment-46482" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-46482" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/pexels-alena-koval-233944-886521.jpg?resize=1020%2C655&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="655" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/pexels-alena-koval-233944-886521.jpg?resize=1024%2C658&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/pexels-alena-koval-233944-886521.jpg?resize=300%2C193&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/pexels-alena-koval-233944-886521.jpg?resize=768%2C494&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/pexels-alena-koval-233944-886521.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-46482" class="wp-caption-text">Foto: Pexels</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph">A Schneider Electric, empresa global especializada em tecnologia de energia, destaca que a necessidade de reduzir emissões de carbono, aliada ao crescimento acelerado do consumo de eletricidade, está redefinindo o setor energético em escala mundial. De acordo com o estudo &#8220;Back to 2050&#8221;, do Schneider Electric Sustainability Research Institute (SRI), as emissões globais devem cair 50% até 2030. Paralelamente, o relatório &#8220;World Energy Outlook 2024&#8221;, da Agência Internacional de Energia (IEA), projeta que a geração de eletricidade precisará crescer 61% entre 2023 e 2040. Esse cenário impõe pressão sobre os sistemas elétricos e amplia o debate sobre eficiência, resiliência e sustentabilidade.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Essas transformações ocorrem de forma simultânea e estão ancoradas em três pilares principais: a expansão das fontes renováveis, o avanço da eletrificação industrial e a digitalização dos processos produtivos. As redes elétricas precisam se tornar mais flexíveis para lidar com a complexidade crescente da oferta e da demanda.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">De acordo com a IEA, a capacidade global de geração por fontes renováveis intermitentes deve triplicar entre 2023 e 2030. Esse crescimento impõe desafios de integração aos sistemas elétricos e reforça a necessidade de infraestruturas mais inteligentes e adaptáveis.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Ao mesmo tempo, a eletrificação da indústria avança rapidamente. O Regulatory Assistance Project (RAP) estima que, até 2035, 90% do calor utilizado em processos industriais poderá ser suprido por tecnologias já em desenvolvimento, o que representa uma mudança estrutural na matriz energética e um aumento expressivo da demanda por eletricidade limpa e confiável.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A digitalização do consumo final também transforma a paisagem energética. Dados da European Distribution System Operators (E.DSO) indicam que, até 2030, 80% da energia consumida em residências será em corrente contínua, impulsionada pela adoção de equipamentos eletrônicos e sistemas descentralizados.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Para Rafael Segrera, presidente da Schneider Electric para a América do Sul, a transição energética já é uma realidade concreta. &#8220;Um estudo realizado em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) sinaliza que o Brasil pode triplicar sua capacidade de geração elétrica até 2050, com 95% dessa expansão baseada em fontes renováveis&#8221;, afirma.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Segundo ele, o país tem condições de responder ao crescimento da demanda por energia, acelerar a eletrificação e avançar na descarbonização, desde que haja planejamento, investimento em infraestrutura e capacitação profissional. &#8220;A transição energética só será bem-sucedida se combinar inovação tecnológica, sustentabilidade e impacto social positivo&#8221;, acrescenta.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O estudo<a href="https://www.se.com/br/pt/download/document/SRI_Compilation_BRA/"> &#8220;Novas perspectivas sobre os caminhos do Brasil para o crescimento industrial e a descarbonização: cenários, políticas e estratégias conjuntas impulsionadas pelo estímulo à demanda&#8221;</a> está disponível online para consulta.</p>
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		<item>
		<title>Universidades lançam pesquisa para reduzir impactos das mudanças climáticas sobre moradores de favelas e comunidades urbanas do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 10:40:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um projeto internacional liderado pela Universidade de Glasgow, no Reino Unido, reuniu quatro instituições brasileiras para avaliar como a combinação entre risco ambiental e vulnerabilidade social afeta a qualidade de vida de moradores de favelas e comunidades urbanas do Brasil . A iniciativa, chamada PACHA (Análise Participativa para Adaptação Climática e Saúde em Comunidades Urbanas Desfavorecidas [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_46488" aria-describedby="caption-attachment-46488" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-46488" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/pexels-franklin-pena-gutierrez-337911674-14000735.jpg?resize=1020%2C678&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="678" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/pexels-franklin-pena-gutierrez-337911674-14000735.jpg?resize=1024%2C681&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/pexels-franklin-pena-gutierrez-337911674-14000735.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/pexels-franklin-pena-gutierrez-337911674-14000735.jpg?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/pexels-franklin-pena-gutierrez-337911674-14000735.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-46488" class="wp-caption-text">Foto: Pexels</figcaption></figure>
<div class="ds-message _63c77b1">
<div class="ds-markdown">
<p class="ds-markdown-paragraph">Um projeto internacional liderado pela Universidade de Glasgow, no Reino Unido, reuniu quatro instituições brasileiras para avaliar como a combinação entre risco ambiental e vulnerabilidade social afeta a qualidade de vida de moradores de favelas e comunidades urbanas do Brasil . A iniciativa, chamada PACHA (Análise Participativa para Adaptação Climática e Saúde em Comunidades Urbanas Desfavorecidas no Brasil), conta com financiamento superior a R$ 14 milhões da fundação britânica Wellcome Trust .</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Dados do Censo 2022 mostram que o Brasil possui mais de 12 mil favelas, onde vivem cerca de 16,39 milhões de pessoas, o equivalente a 8,1% dos 203 milhões de habitantes do país . Essa população, que convive com moradias precárias e ausência de infraestrutura adequada, está entre as mais afetadas pelos impactos das mudanças climáticas, como chuvas intensas, deslizamentos de terra, enchentes e ondas de calor .</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Por meio de um modelo de Laboratórios Urbanos Participativos, o projeto será desenvolvido em parceria com agências governamentais e associações de moradores de favelas e comunidades urbanas nas cidades de Curitiba (PR), Natal (RN) e Niterói (RJ) . A iniciativa atuará em três frentes: a produção de dados para subsidiar políticas públicas; o engajamento das comunidades em ações de intervenção e adaptação climática; e a geração de conhecimento para fortalecer a atuação coordenada dos municípios, transformando evidências em medidas concretas de adaptação climática e promoção da saúde .</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">&#8220;O projeto tem por objetivo construir capacidades de adaptação às mudanças climáticas com um foco específico na saúde de pessoas que moram em favelas e comunidades urbanas no Brasil, integrando perspectivas de geração cidadã de dados com análise de grandes bases de dados nacionais por meio desses laboratórios. Assim, será possível desenvolver políticas públicas que considerem melhor as desigualdades sociais e ambientais&#8221;, explica Paulo Nascimento, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Gestão Urbana (PPGTU) da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) .</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Além da PUCPR, participam do projeto o Departamento de Tecnologia e Ciência de Dados da FGV EAESP, o Centro de Integração de Dados em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (CIDACS/Fiocruz) e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) . O coordenador-geral do projeto é o cientista brasileiro João Porto de Albuquerque, diretor do Urban Big Data Centre da Universidade de Glasgow .</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O estudo vai investigar como as comunidades urbanas estão lidando com os impactos climáticos e quais desafios enfrentam, dentro de uma perspectiva de criar indicadores com a participação dos moradores . A proposta é verificar quais capacidades essas comunidades já estão desenvolvendo e como os pesquisadores podem aprender com elas .</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Paulo Nascimento chama a atenção para o fato de que as favelas são vistas, em geral, pelo olhar da precariedade e da ausência . &#8220;O que a gente está tentando trazer é, através dos moradores, aprender e ver quais os problemas que eles consideram mais relevantes. Então, a ideia toda é a perspectiva de cocriação&#8221;, afirma .</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Dentro dessa abordagem, o projeto vai conceder bolsas de doutorado e pós-doutorado e também bolsas vinculadas obrigatoriamente a moradores dessas comunidades . &#8220;A gente vai ter pesquisadores comunitários, vinculados ao projeto, mas que são dessas comunidades envolvidas e que vão ser financiados por esse agente britânico, com a perspectiva de o projeto ser construído coletivamente&#8221;, explica Nascimento .</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Entre o final de janeiro e o início de fevereiro de 2026, está previsto o lançamento de edital para pesquisadores oriundos das favelas que desejem participar do projeto em Curitiba, Natal e Niterói . A proposta é que esses pesquisadores tenham capacidade de engajar as comunidades e sejam replicadores do que for produzido após o término do projeto . &#8220;O projeto vai terminar em algum momento, mas a capacidade local fica com conhecimento do contexto&#8221;, destaca o pesquisador .</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Utilizando uma abordagem transdisciplinar, as universidades irão reunir líderes comunitários urbanos, formuladores de políticas públicas, cientistas sociais, especialistas em clima e pesquisadores da área da saúde . O objetivo é integrar dados climáticos e de saúde para mapear vulnerabilidades, considerando os impactos sobre pessoas de diferentes gêneros, raças e idades, e transformar essas evidências em ações públicas e estratégias de adaptação .</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O projeto conta com a parceria da Fundação Oswaldo Cruz, por meio do Centro de Integração de Dados em Saúde (CIDACS/Fiocruz), que trabalha com a base de dados do CadÚnico com recortes de raça, renda, gênero e idade . &#8220;Isso vai permitir entender como esses diferentes grupos, dentro das comunidades urbanas, estão expostos aos diferentes tipos de riscos climáticos&#8221;, salienta Nascimento .</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Na primeira semana de dezembro de 2025, pesquisadores das universidades brasileiras se reuniram em Natal com membros da Universidade de Glasgow, representantes da Secretaria Nacional de Periferias do Ministério das Cidades, do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e representantes das comunidades potiguares envolvidas na pesquisa para o lançamento oficial do projeto . A cada seis meses, será realizado um evento em uma das três cidades participantes, envolvendo as comunidades locais, para apresentar resultados parciais .</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O resultado conclusivo do projeto deverá ser divulgado no final de 2027 .</p>
</div>
</div>
<div class="ds-theme"></div>
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</div>
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		<item>
		<title>ABREE orienta sobre descarte correto de eletroeletrônicos danificados por chuvas e raios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 14:17:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a chegada do verão e a intensificação das chuvas e descargas elétricas, cresce também o número de eletroeletrônicos e eletrodomésticos danificados em residências e estabelecimentos comerciais. Oscilações na rede elétrica, quedas de energia e raios estão entre as principais causas de queima de aparelhos nessa época do ano. Quando o descarte desses equipamentos não [...]</p>
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<p class="ds-markdown-paragraph">Com a chegada do verão e a intensificação das chuvas e descargas elétricas, cresce também o número de eletroeletrônicos e eletrodomésticos danificados em residências e estabelecimentos comerciais. Oscilações na rede elétrica, quedas de energia e raios estão entre as principais causas de queima de aparelhos nessa época do ano. Quando o descarte desses equipamentos não é feito corretamente, os impactos ao meio ambiente podem ser significativos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Brasil é o país com a maior incidência de raios do mundo, registrando mais de 78 milhões de descargas elétricas no solo por ano. Esse fenômeno aumenta a exposição das redes elétricas e dos equipamentos a picos de tensão, elevando o risco de danos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Diante desse cenário, a Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (ABREE) alerta que equipamentos danificados durante temporais não devem ser descartados no lixo comum. Esses produtos contêm componentes e substâncias que podem causar contaminação ambiental e representar riscos à saúde humana, devendo ser encaminhados ao sistema de logística reversa, conforme determina a legislação brasileira.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">&#8220;Os eventos climáticos extremos têm se tornado mais frequentes, o que pode impactar diretamente a integridade de eletroeletrônicos e eletrodomésticos. Por isso, o descarte correto pós-consumo é essencial para minimizar os danos ao meio ambiente&#8221;, destaca Fernando Rodrigues, engenheiro ambiental e gerente de Relações Institucionais da ABREE.</p>
<p><strong>Segurança em caso de equipamentos danificados</strong></p>
<p>A ABREE destaca que se um aparelho for atingido por água, raios ou apresentar sinais de curto-circuito, a orientação é:</p>
<ul>
<li>Não tente religá-lo;</li>
<li>Evite desmontar o equipamento;</li>
<li>Em caso de cheiro de queimado, faíscas ou aquecimento excessivo, afaste-se e procurar procure um profissional qualificado;</li>
<li>Armazene o produto em local seco até o descarte adequado.</li>
</ul>
<p>Já o descarte ambientalmente correto desses aparelhos segue etapas simples e seguras, ainda de acordo com a associação:</p>
<ul>
<li>Separe o equipamento danificado do lixo comum;</li>
<li>Localize um ponto de recebimento oficial da ABREE;</li>
<li>Leve o produto até o local indicado, onde será encaminhado para reciclagem adequada.</li>
</ul>
<p>Para consultar o ponto de recebimento mais próximo e conferir a lista completa de produtos aceitos, basta acessar o site: <a href="http://www.abree.org.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.abree.org.br&amp;source=gmail&amp;ust=1771508796095000&amp;usg=AOvVaw2Jf6_YCxo9UG8DDBUY3iSp">www.abree.org.br</a>.</p>
<p>“O descarte correto permite o reaproveitamento de materiais e impede que substâncias perigosas sejam liberadas no meio ambiente ou afetem a saúde das pessoas. É uma atitude simples, mas com impacto positivo significativo para a sociedade e para o meio ambiente”, finalizaRodrigues.</p>
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