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	<title>Arquivos Saúde - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Saúde - Portal Contexto</title>
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		<title>Asma: seu filho pode ter e você não saber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 20:18:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No mês do Mundial da Asma especialistas chamam a atenção para o impacto das estações mais frias no controle da doença. Tosse persistente, chiado no peito e cansaço durante atividades simples, como brincar, não devem ser encarados como algo comum na infância e tendem a se intensificar em períodos de queda de temperatura. Isso ocorre [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47641" aria-describedby="caption-attachment-47641" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-47641" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/6yUmOkRGN3MzM6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6cDM2cTM1kTN4IjOnVGcq5ydvxmYkdDN4ETM3MTN2UDZ1kjNyQzY5QjN1UWN5QWO1UzYwYkMlUzYwYkMlcTN1cjMGJTJ4kTNzYTM3QzMz8VL1ETLf9VLwITLfpTM.jpg?resize=800%2C533&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="533" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/6yUmOkRGN3MzM6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6cDM2cTM1kTN4IjOnVGcq5ydvxmYkdDN4ETM3MTN2UDZ1kjNyQzY5QjN1UWN5QWO1UzYwYkMlUzYwYkMlcTN1cjMGJTJ4kTNzYTM3QzMz8VL1ETLf9VLwITLfpTM.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/6yUmOkRGN3MzM6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6cDM2cTM1kTN4IjOnVGcq5ydvxmYkdDN4ETM3MTN2UDZ1kjNyQzY5QjN1UWN5QWO1UzYwYkMlUzYwYkMlcTN1cjMGJTJ4kTNzYTM3QzMz8VL1ETLf9VLwITLfpTM.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/6yUmOkRGN3MzM6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6cDM2cTM1kTN4IjOnVGcq5ydvxmYkdDN4ETM3MTN2UDZ1kjNyQzY5QjN1UWN5QWO1UzYwYkMlUzYwYkMlcTN1cjMGJTJ4kTNzYTM3QzMz8VL1ETLf9VLwITLfpTM.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-47641" class="wp-caption-text">Foto: Freepik</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph">No mês do Mundial da Asma especialistas chamam a atenção para o impacto das estações mais frias no controle da doença. Tosse persistente, chiado no peito e cansaço durante atividades simples, como brincar, não devem ser encarados como algo comum na infância e tendem a se intensificar em períodos de queda de temperatura. Isso ocorre porque o frio, o ar seco e a maior permanência em ambientes fechados favorecem o surgimento de crises e agravam quadros já existentes.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">De acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, a asma afeta cerca de 20 milhões de brasileiros, entre crianças e adultos. Desse total, aproximadamente 5% apresentam formas mais graves da doença, que exigem acompanhamento contínuo e maior atenção, especialmente durante os dias mais frios.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A pneumologista pediátrica Patrícia Barreto, do Hospital Vitória, que faz parte da Rede Américas, afirma que os sintomas costumam ser confundidos com quadros virais. Os sinais mais comuns de asma em crianças pequenas são chiado no peito, tosse persistente principalmente à noite ou ao acordar, falta de ar e cansaço ao brincar ou mamar. Um ponto chave é que a asma é recorrente e variável, com períodos de melhora e piora muitas vezes associados a gatilhos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Segundo a médica, a repetição dos sintomas é um indicativo importante. Resfriados têm duração limitada. Na asma, os sintomas voltam várias vezes ou persistem. Quando a tosse é frequente, principalmente à noite, é preciso investigar. Fatores ambientais também contribuem para o agravamento das crises. A poluição irrita as vias aéreas, enquanto o mofo e a umidade favorecem a formação de processos alérgicos. As mudanças climáticas ainda intensificam a circulação de vírus e a concentração de poluentes.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Além das mudanças climáticas, os principais gatilhos podem ser provocados por poeira, ácaros, vírus respiratórios, mofo, pelos de animais e poluição. Geralmente, é a combinação desses fatores que desencadeia as crises.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A coordenadora da Pediatria do Complexo Hospitalar de Niterói (CHN), Christine Tamar, destaca a relação direta entre asma e alergias. Ela afirma que asma e alergias estão intimamente ligadas, e muitas crianças têm asma alérgica, desencadeada por uma resposta exagerada do organismo a substâncias comuns do ambiente. Rinite alérgica, dermatite atópica e alergias alimentares podem fazer parte da chamada marcha atópica, que aumenta o risco de desenvolver asma ao longo da infância. A especialista ressalta que o controle da doença depende de medidas contínuas. A gestão ambiental, o uso correto das medicações e o acompanhamento médico regular são fundamentais para manter a asma controlada.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Sem tratamento adequado, a doença pode evoluir. A asma fora de controle pode levar a crises mais graves, idas à emergência, internações e prejuízo na qualidade de vida. Em casos extremos, há risco de vida. Apesar de não ter cura, a doença pode ser administrada. A asma pode ser muito bem controlada, permitindo que a criança leve uma vida normal. Em alguns casos, os sintomas diminuem com o crescimento, mas isso varia de acordo com cada paciente.</p>
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		<title>Estimativa aponta que 27 milhões de brasileiros convivem com enxaqueca sem diagnóstico formal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 20:21:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento inédito revela desigualdades regionais e sociais no acesso ao tratamento e mostra que a doença ainda é subestimada no país Um levantamento inédito realizado pela farmacêutica Teva Brasil, em parceria com a Associação Brasileira de Cefaleia em Salvas e Enxaqueca (ABRACES), trouxe à tona um dado preocupante. Enquanto 23 milhões de brasileiros têm diagnóstico [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47611" aria-describedby="caption-attachment-47611" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-47611" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/pexels-roberto-hund-5357194-1024x682.jpg?resize=1020%2C679" alt="enxaqueca" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/pexels-roberto-hund-5357194.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/pexels-roberto-hund-5357194.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/pexels-roberto-hund-5357194.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/pexels-roberto-hund-5357194.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47611" class="wp-caption-text">Foto: Pexels</figcaption></figure>
<h3 class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: center;"><em>Levantamento inédito revela desigualdades regionais e sociais no acesso ao tratamento e mostra que a doença ainda é subestimada no país</em></h3>
<p class="ds-markdown-paragraph">Um levantamento inédito realizado pela farmacêutica Teva Brasil, em parceria com a Associação Brasileira de Cefaleia em Salvas e Enxaqueca (ABRACES), trouxe à tona um dado preocupante. Enquanto 23 milhões de brasileiros têm diagnóstico confirmado de enxaqueca, outros 27 milhões podem apresentar os sintomas da doença sem nunca terem recebido um diagnóstico médico. A pesquisa, coordenada pela consultoria Imagem Corporativa, também avaliou o impacto da condição na vida pessoal e profissional dos afetados.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A enxaqueca é uma doença neurológica crônica que exige acompanhamento contínuo, preferencialmente com um neurologista. No entanto, a realidade da maioria da população está longe do ideal. Muitos ainda enfrentam estigmas e recorrem à automedicação como forma de alívio imediato. Segundo o estudo, em uma escala de dor de zero a dez, 35% dos diagnosticados afirmam sentir a pior dor imaginável. Entre os não diagnosticados, esse percentual é de 26%. A dor média registrada foi de 5,9, e cada crise dura, em média, 15 horas. Durante os episódios, atividades como trabalho, tarefas domésticas e estudos ficam severamente comprometidas.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Mulheres são as mais afetadas, mas homens aparecem na subnotificação</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A pesquisa confirmou que a enxaqueca atinge majoritariamente as mulheres. Elas representam 75% dos casos diagnosticados, quase o triplo da proporção masculina. Entre aqueles que apresentam sintomas mas não têm diagnóstico, as mulheres ainda são maioria, com 63%. Porém, a participação dos homens cresce de 25% para 37% nesse grupo, o que indica que a doença pode estar subdiagnosticada entre eles. Outro dado relevante é que 56% dos indivíduos sem diagnóstico têm até 39 anos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O presidente da ABRACES, doutor Mario Peres, explicou que a maior incidência entre as mulheres está relacionada a variações hormonais, especialmente as oscilações de estrogênio ao longo da vida fértil. Essas alterações influenciam diretamente a atividade cerebral e a sensibilidade vascular, tornando as crises mais intensas e frequentes. Além disso, fatores como estresse, sobrecarga mental e pouco descanso também contribuem para o aumento dos episódios.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Região Nordeste concentra maior taxa de subdiagnóstico</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A análise regional mostrou que o Nordeste lidera a falta de diagnóstico, com 35% dos casos sem confirmação clínica. O Sudeste apresenta a maior proporção de diagnosticados, 45%, ligeiramente acima da média nacional de 43%. Um dos membros da ABRACES, Otávio Franco, afirmou que esses números podem refletir dificuldades estruturais, como acesso limitado a serviços de saúde e a especialistas, o que prejudica tanto o diagnóstico quanto o registro adequado da doença.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Classe social e raça influenciam no acesso ao cuidado</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O estudo também revelou um perfil socioeconômico preocupante entre os não diagnosticados. Mais de 80% pertencem às classes C, D e E. Desses, 35% recebem até um salário mínimo e 29% vivem com até dois salários mínimos. A incapacidade causada pela enxaqueca é maior entre homens, idosos, pessoas com renda de até dois salários mínimos e pessoas negras.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O gerente geral da Teva no Brasil, Roberto Rocha, destacou que a pesquisa expõe barreiras e desigualdades profundas. Ele defendeu a ampliação de ações voltadas ao diagnóstico e ao tratamento, especialmente no Nordeste e entre populações negras, com baixa escolaridade e baixa renda, uma vez que esses grupos dependem fortemente do SUS durante as crises. Rocha também reforçou a necessidade de fortalecer políticas públicas, capacitar profissionais, ampliar exames diagnósticos e garantir acesso a tratamentos de qualidade.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Impacto no trabalho e na vida social é significativo</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Entre os diagnosticados, o levantamento mostrou que mais de 60% sentem queda frequente de produtividade no trabalho ou nos estudos e temem represálias profissionais. Homens de 30 a 39 anos compõem 64% desse grupo. Enquanto a perda de produtividade doméstica afeta mais mulheres e pessoas de 50 a 55 anos, a perda no ambiente de trabalho é mais sentida por homens na faixa dos 30 anos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Utilizando a escala MIDAS, que mede o nível de incapacitação, a pesquisa apurou que 80% dos diagnosticados se sentem menos produtivos por até cinco dias em atividades domésticas. Quase a totalidade dos entrevistados relatou impacto nas rotinas de trabalho e estudo. A grande maioria também afirmou ter faltado a compromissos familiares, sociais e de lazer, além de registrar ausências no trabalho, na escola ou na faculdade.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Para Otávio Franco, a enxaqueca ainda é tratada de forma equivocada como uma simples dor de cabeça, quando na verdade pode ser incapacitante. Ele ressaltou que os resultados mostram a presença de estigmas sociais profundos, como medo de represálias e isolamento. Esses impactos variam conforme gênero, renda e raça. Franco defendeu a realização de campanhas de conscientização voltadas ao público em geral, incluindo familiares e gestores, para que todos compreendam o potencial incapacitante da doença e conheçam os tratamentos preventivos disponíveis.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Medo de represálias e automedicação são práticas comuns</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O medo foi um dos sentimentos mais mencionados pelos pacientes. Cerca de 36% afirmaram que continuam trabalhando mesmo sentindo dor porque temem represálias. Essa foi a principal queixa relacionada ao ambiente profissional.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A pesquisa também identificou que 70% dos portadores de enxaqueca não fazem acompanhamento médico. Desses, 35% procuram o serviço público apenas durante as crises, e 11% recorrem a médicos do plano de saúde. Pessoas negras representam o maior contingente entre os que abandonam o tratamento, com mais de 30%.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Otávio Franco avaliou que o abandono do tratamento reflete desigualdades estruturais da sociedade. Ele apontou que classe social e raça evidenciam a necessidade de ampliar campanhas de conscientização, garantir acesso igualitário aos cuidados médicos e promover mais informação, inclusive entre empregadores.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Falta de informação e medo de efeitos colaterais dificultam tratamento preventivo</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Quando questionados sobre as barreiras para o tratamento preventivo, os entrevistados citaram principalmente a falta de informação e o medo de efeitos colaterais. Mais de 40% dos que têm enxaqueca fazem apenas o tratamento agudo. A ausência de acompanhamento médico fica ainda mais evidente ao se constatar que 64% dos pacientes tomam medicamentos sem receita.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A maior parte dos diagnosticados não adota dieta controlada nem rotina de exercícios específicos para lidar com a doença. Os índices de incapacitação severa são maiores entre pessoas de 50 a 55 anos, enquanto a incapacitação média predomina entre os jovens de 18 a 29 anos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O doutor Mario Peres reforçou que o estudo evidencia a necessidade urgente de disseminar informações sobre os sintomas da enxaqueca, especialmente entre homens, jovens e pessoas de baixa renda, para estimular a busca por diagnóstico e acompanhamento médico. Para os já diagnosticados, ele destacou a importância de fortalecer o acesso aos médicos e aos tratamentos preventivos, visando o controle da doença e a melhoria da qualidade de vida dos pacientes.</p>
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		<title>Pesquisa com pequi avança no tratamento de feridas e inflamações no DF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 12:11:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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<figure id="attachment_47590" aria-describedby="caption-attachment-47590" style="width: 992px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-47590 size-full" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-04-14-110018.jpg?resize=992%2C606&#038;ssl=1" alt="pequi tratamento feridas" width="992" height="606" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-04-14-110018.jpg?w=992&amp;ssl=1 992w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-04-14-110018.jpg?resize=300%2C183&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-04-14-110018.jpg?resize=768%2C469&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 992px) 100vw, 992px" /><figcaption id="caption-attachment-47590" class="wp-caption-text">O pequi é rico em substâncias bioativas, reunindo ácidos graxos, vitaminas e antioxidantes associados a efeitos anti-inflamatórios e cicatrizantes | Foto: Divulgação/Freepik</figcaption></figure>
<p>Uma pesquisa apoiada pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) estuda o uso do óleo de pequi no tratamento de feridas de difícil cicatrização e processos inflamatórios, com potencial de aplicação futura na prática clínica.</p>
<h3>Estudo combina fitoterapia e nanotecnologia</h3>
<p>Desenvolvido na Universidade de Brasília (UnB), o projeto é liderado pela pesquisadora Graziella Anselmo Joanitti e aposta na combinação entre compostos naturais e nanotecnologia para ampliar a eficácia terapêutica.</p>
<p>A proposta envolve o desenvolvimento de formulações nanofitoterápicas, que utilizam estruturas em escala nanométrica para melhorar a absorção e a atuação do ativo no organismo.</p>
<h3>Formulações incluem gel e suspensão</h3>
<p>A pesquisa prevê duas formas principais de aplicação: uma em gel, voltada ao uso tópico, e outra em suspensão, ampliando as possibilidades de uso terapêutico.</p>
<p>Segundo a coordenação do estudo, o objetivo é potencializar os efeitos do óleo de pequi e viabilizar aplicações futuras na área da saúde.</p>
<h3>Propriedades do pequi motivam pesquisa</h3>
<p>O óleo de pequi é rico em substâncias bioativas, como ácidos graxos, vitaminas e antioxidantes, associados a efeitos anti-inflamatórios e cicatrizantes.</p>
<p>Tradicionalmente utilizado por comunidades brasileiras, o composto agora é estudado com foco em ampliar seu uso terapêutico.</p>
<h3>Tecnologia amplia eficácia do tratamento</h3>
<p>A aplicação da nanotecnologia permite melhorar a absorção do ativo, aumentar sua eficácia e prolongar o tempo de ação, além de garantir maior estabilidade das formulações.</p>
<p>A base do projeto inclui pesquisas anteriores que resultaram em patente concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em 2022, voltada a aplicações biomédicas, nutracêuticas e cosméticas.</p>
<h3>Foco está em feridas de difícil cicatrização</h3>
<p>Um dos principais objetivos é o tratamento de lesões como úlceras de pé diabético, que representam desafios para a saúde pública devido ao risco de infecções e complicações graves.</p>
<h3>Projeto busca aplicação prática</h3>
<p>Atualmente, a tecnologia está em fase de validação laboratorial (nível TRL 4), com etapas futuras previstas para desenvolvimento de produto e aplicação clínica.</p>
<p>Além do impacto na saúde, a pesquisa também contribui para a valorização da biodiversidade do Cerrado e para o fortalecimento da bioeconomia.</p>
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		<title>Com mais médicos no mercado, profissionais buscam novos modelos de carreira no Brasil</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/com-mais-medicos-no-mercado-profissionais-buscam-novos-modelos-de-carreira-no-brasil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=com-mais-medicos-no-mercado-profissionais-buscam-novos-modelos-de-carreira-no-brasil</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 20:44:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>País tem mais de 635 mil médicos; expansão acelerada da profissão aumenta a competitividade e impulsiona alternativas ao consultório próprio Ao todo, 35 mil estudantes de medicina se formam por ano no Brasil, de acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM). Esses novos profissionais, logo após concluírem a graduação, enfrentam um mercado de trabalho [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_45506" aria-describedby="caption-attachment-45506" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-45506" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/12/pexels-lucas-guimaraes-bueno-258458556-12599544-1024x553.jpg?resize=1020%2C551" alt="" width="1020" height="551" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/12/pexels-lucas-guimaraes-bueno-258458556-12599544.jpg?resize=1024%2C553&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/12/pexels-lucas-guimaraes-bueno-258458556-12599544.jpg?resize=300%2C162&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/12/pexels-lucas-guimaraes-bueno-258458556-12599544.jpg?resize=768%2C415&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/12/pexels-lucas-guimaraes-bueno-258458556-12599544.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-45506" class="wp-caption-text">Foto: Pexels</figcaption></figure>
<h3 class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: center;"><em>País tem mais de 635 mil médicos; expansão acelerada da profissão aumenta a competitividade e impulsiona alternativas ao consultório próprio</em></h3>
<p class="ds-markdown-paragraph">Ao todo, 35 mil estudantes de medicina se formam por ano no Brasil, de acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM). Esses novos profissionais, logo após concluírem a graduação, enfrentam um mercado de trabalho concorrido, com mais de 635 mil médicos já atuantes, segundo a pesquisa Demografia Médica no Brasil de 2025. A solução encontrada por muitos é recorrer a modelos de atuação diversificados e optar por formas de trabalho que fogem do tradicional.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O médico e responsável técnico nacional pelo AmorSaúde, doutor Alexandre Pimenta, explica que o aumento no número de médicos amplia a concorrência, especialmente nos grandes centros urbanos. Porém, de acordo com ele, a concorrência também tem efeitos positivos e é responsável por estimular maior profissionalização, diferenciação por qualidade assistencial e a busca por modelos mais eficientes de atuação.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Desafios para recém formados</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Com 2,98 médicos para cada mil habitantes, de acordo com a pesquisa citada anteriormente, o Brasil possui atualmente a maior proporção de profissionais na área já registrada. Por isso, para recém formados, pode ser difícil competir com médicos experientes e conseguir emprego nos moldes tradicionais.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Ao tentar abrir um consultório próprio, os novos médicos também podem encontrar alguns obstáculos. O doutor Alexandre Pimenta afirma que os principais desafios são se inserir no mercado de trabalho com estabilidade financeira, a baixa previsibilidade na agenda de consultas e os gastos necessários para obter estrutura própria para atendimentos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O responsável técnico nacional pelo AmorSaúde ainda complementa afirmando que, logo após se formarem, muitos médicos podem ter pouca experiência em gestão e, por isso, ainda não sabem como precificar suas consultas e criar um posicionamento profissional. Além disso, segundo ele, muitos recém formados em medicina enfrentam dificuldade em acessar populações com demanda real de cuidado, ficando concentrados em mercados saturados nos grandes centros urbanos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Modelos alternativos de atuação</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O doutor Alexandre Pimenta explica que hoje existem diversos modelos eficientes e acessíveis para novos médicos, e que essas novas formas de trabalhar permitem maior escala de atendimentos, acesso a pacientes e aprendizado estruturado. Dentre os novos modelos de atuação citados por ele estão: atuação em redes de clínicas com estrutura pronta; modelos de atenção primária estruturada (APS); telemedicina e atendimento híbrido; parcerias com operadoras de saúde verticalizadas; e atuação em programas públicos e projetos de saúde populacional.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Ele resume que, ao optar por iniciar a carreira atendendo em uma rede de clínicas, por exemplo, o profissional tem acesso imediato a um fluxo de pacientes, à estrutura física e aos equipamentos necessários, o que reduz o risco financeiro e a necessidade de investimento inicial para começar a trabalhar.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Dentre os pontos positivos de atender em uma rede de clínicas, o ortopedista no AmorSaúde, José Anderson Labbado, cita a oportunidade de trabalhar na área em que se formou e a chance de divulgar o próprio nome e crescer. Ele afirma que os profissionais aprendem com os pacientes que atendem, e isso expande bastante o conhecimento.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O doutor Alexandre também ressalta que essa forma de trabalho permite o aprimoramento profissional, pois o médico desenvolve experiência prática em menor tempo, com segurança assistencial. Segundo o responsável técnico pelo AmorSaúde, em uma rede de clínicas, o médico também pode optar por atuar fora dos grandes centros urbanos. Do ponto de vista profissional, há maior oportunidade de protagonismo e impacto direto na comunidade ao atender fora das capitais.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O médico Hithalo Tajra, que atua no AmorSaúde, compartilha da mesma visão. Ele afirma que, nos cinco anos em que trabalha na empresa, pôde construir sua identidade em conjunto com a clínica e estabelecer uma relação com os funcionários e pacientes. Tajra enfatiza que o modelo de atuação lhe deu oportunidades de se desenvolver enquanto acompanhava a evolução dos pacientes.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O doutor Alexandre Pimenta resume que há economia significativa ao optar por modelos que não estão estruturados em consultório próprio.</p>
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		<item>
		<title>Evento gratuito e on-line aborda diagnóstico precoce e sinais de alerta de erros inatos da imunidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 19:10:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda empreendedora]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em alusão à Semana Mundial das Imunodeficiências Primárias — Erros Inatos da Imunidade, celebrada entre os dias 22 e 29 de abril, o Hospital Pequeno Príncipe promoverá, no dia 29 de abril, a aula aberta on-line &#8220;Erros inatos da imunidade: abordagem diagnóstica prática a partir das diretrizes de 2025&#8221;. A iniciativa, realizada em parceria com o Multiplica PP, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47503" aria-describedby="caption-attachment-47503" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-47503" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/0xUmO0YmY2EzN6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6cjNxEzNycDO3MjOnVGcq5ydvxGZjFDMiNjN1UGOjFDZhVDOkJ2MiVjM5AzMwkjY3EmMjZkMlEmMjZkMlgTN3QjMGJTJxMTM2QDMyUDOz8VL1ETLf9VLwITLfpTM.jpg?resize=800%2C532" alt="" width="800" height="532" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/0xUmO0YmY2EzN6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6cjNxEzNycDO3MjOnVGcq5ydvxGZjFDMiNjN1UGOjFDZhVDOkJ2MiVjM5AzMwkjY3EmMjZkMlEmMjZkMlgTN3QjMGJTJxMTM2QDMyUDOz8VL1ETLf9VLwITLfpTM.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/0xUmO0YmY2EzN6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6cjNxEzNycDO3MjOnVGcq5ydvxGZjFDMiNjN1UGOjFDZhVDOkJ2MiVjM5AzMwkjY3EmMjZkMlEmMjZkMlgTN3QjMGJTJxMTM2QDMyUDOz8VL1ETLf9VLwITLfpTM.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/0xUmO0YmY2EzN6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6cjNxEzNycDO3MjOnVGcq5ydvxGZjFDMiNjN1UGOjFDZhVDOkJ2MiVjM5AzMwkjY3EmMjZkMlEmMjZkMlgTN3QjMGJTJxMTM2QDMyUDOz8VL1ETLf9VLwITLfpTM.jpg?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-47503" class="wp-caption-text">Foto: Camila Hampf</figcaption></figure>
<p>Em alusão à Semana Mundial das Imunodeficiências Primárias — <strong>Erros Inatos da Imunidade</strong>, celebrada entre os dias 22 e 29 de abril, o Hospital Pequeno Príncipe promoverá, no dia 29 de abril, a aula aberta on-line <strong>&#8220;Erros inatos da imunidade: abordagem diagnóstica prática a partir das diretrizes de 2025&#8221;</strong>. A iniciativa, realizada em parceria com o <strong>Multiplica PP</strong>, programa de educação continuada da instituição, integra as ações de conscientização sobre essas condições genéticas e reforça a importância do diagnóstico precoce.</p>
<p>Os erros inatos da imunidade compreendem <strong>mais de 500 doenças genéticas</strong> que comprometem o funcionamento do sistema imunológico. Essas condições podem manifestar-se por meio de infecções recorrentes, doenças autoimunes, inflamações persistentes e outros quadros clínicos complexos. <strong>Estima-se que entre 70% e 90% dos pacientes ainda não tenham diagnóstico.</strong></p>
<p>Com o alerta <strong>&#8220;Não podemos esperar&#8221;</strong>, a campanha deste ano destaca que reconhecer precocemente os sinais pode transformar vidas, reduzindo complicações e ampliando as chances de tratamento adequado.</p>
<p><strong>Diretrizes</strong></p>
<p>A aula será conduzida por <strong>Carolina Prando, especialista em imunologia e genética</strong>, pesquisadora e diretora de Medicina Translacional do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe e médica responsável pelo Serviço de Imunologia Clínica do Hospital Pequeno Príncipe.</p>
<p>Durante o encontro, serão apresentados os principais pontos das diretrizes internacionais de 2025, com foco na prática clínica: quando suspeitar da doença, como organizar a investigação inicial e o papel dos exames laboratoriais e genéticos no diagnóstico.</p>
<p>O <strong>evento será gratuito, com emissão de certificado</strong>, e voltado a médicos, pediatras, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, acadêmicos e demais <strong>profissionais da saúde.</strong></p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Aula aberta: &#8220;Erros inatos da imunidade: abordagem diagnóstica prática a partir das diretrizes de 2025&#8221;</p>
<p>Data: 29 de abril de 2026</p>
<p>Horário: 20h</p>
<p>Formato: on-line, ao vivo</p>
<p>Inscrições: gratuitas, com certificado (<a href="https://cursos.multiplicapp.org.br/aula-aberta-erros-inatos-da-imunidade" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Link</a>)</p>
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		<item>
		<title>AMB lança cartilha inédita para orientar médicos sobre uso da inteligência artificial na prática clínica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 20:46:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Material didático explica resolução do CFM que estabelece regras para aplicação da IA na Medicina, com prazo de adequação até agosto de 2026 A Associação Médica Brasileira (AMB), por meio de sua Comissão de Saúde Digital (CSD), acaba de lançar uma cartilha inédita para orientar médicos e instituições de saúde sobre a aplicação da inteligência [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="ds-markdown-paragraph"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-47486 aligncenter" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Cartilha-Interligencia-Artificial-na-Medicina-2026-724x1024.jpg?resize=724%2C1024" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Cartilha-Interligencia-Artificial-na-Medicina-2026.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Cartilha-Interligencia-Artificial-na-Medicina-2026.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Cartilha-Interligencia-Artificial-na-Medicina-2026.jpg?resize=768%2C1087&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Cartilha-Interligencia-Artificial-na-Medicina-2026.jpg?resize=1085%2C1536&amp;ssl=1 1085w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Cartilha-Interligencia-Artificial-na-Medicina-2026.jpg?resize=1447%2C2048&amp;ssl=1 1447w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Cartilha-Interligencia-Artificial-na-Medicina-2026.jpg?w=1809&amp;ssl=1 1809w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<h3 class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: center;"><em>Material didático explica resolução do CFM que estabelece regras para aplicação da IA na Medicina, com prazo de adequação até agosto de 2026</em></h3>
<p class="ds-markdown-paragraph">A Associação Médica Brasileira (AMB), por meio de sua Comissão de Saúde Digital (CSD), acaba de lançar uma cartilha inédita para orientar médicos e instituições de saúde sobre a aplicação da inteligência artificial (IA) na prática clínica, com base na Resolução nº 2.454/2026 do Conselho Federal de Medicina (CFM).</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O material apresenta, de forma didática e objetiva, os principais pontos da primeira norma brasileira dedicada exclusivamente ao uso da IA no exercício da Medicina, publicada em fevereiro de 2026. A resolução estabelece prazo de 180 dias para adequação, com entrada em vigor prevista para agosto deste ano.</p>
<p><strong>IA como ferramenta de apoio, não de substituição</strong></p>
<p>Um dos pilares da resolução, destacado na cartilha, é o entendimento de que a inteligência artificial deve ser utilizada exclusivamente como ferramenta de apoio. A decisão clínica permanece sob responsabilidade do médico, que mantém autonomia técnica e ética em todas as etapas do cuidado ao paciente.</p>
<p>A publicação reforça que, embora a tecnologia amplie a capacidade diagnóstica e operacional, o julgamento humano é insubstituível e deve prevalecer em qualquer circunstância.</p>
<p>Segundo o <strong>Dr. Antonio Carlos Endrigo</strong>, coordenador da CSD, a inteligência artificial representa um avanço importante para a medicina, mas é fundamental reforçar que ela não substitui o médico. <em>“Nosso papel continua sendo central na tomada de decisão, com responsabilidade, senso crítico e compromisso com o paciente”,</em> afirma ele.</p>
<p><strong>Direitos, deveres e limites no uso da IA<br />
</strong>A cartilha detalha os direitos dos médicos, como o uso livre da IA como suporte à decisão e a possibilidade de recusar sistemas sem validação científica ou que apresentem riscos éticos. Também estabelece deveres fundamentais, incluindo a necessidade de capacitação contínua, uso crítico das ferramentas e registro obrigatório em prontuário sempre que a IA for utilizada.</p>
<p>Entre as proibições expressas estão a delegação de diagnósticos à IA, o uso de sistemas sem segurança de dados e a omissão da informação ao paciente quando a tecnologia tiver papel relevante no atendimento.</p>
<p><strong>Classificação de risco e governança<br />
</strong>Outro destaque é a classificação dos sistemas de IA por níveis de risco — baixo, médio, alto e inaceitável —, com exigências proporcionais de governança para cada categoria. Sistemas de maior impacto clínico demandam estruturas mais robustas de controle, monitoramento e validação.</p>
<p>A cartilha também enfatiza o papel do diretor técnico e das instituições de saúde na implementação de protocolos, auditoria e supervisão contínua do uso dessas tecnologias.</p>
<p><strong>Segurança jurídica e proteção de dados<br />
</strong>O documento orienta que o registro do uso da IA em prontuário é condição essencial para garantir proteção jurídica ao médico. Além disso, recomenda a adoção de Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) específico para o uso da tecnologia, assegurando transparência ao paciente.</p>
<p>A adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) também é tratada como obrigatória, uma vez que informações de saúde são consideradas dados sensíveis.</p>
<p><strong>Guia prático para implementação<br />
</strong>Com linguagem acessível, a cartilha apresenta um passo a passo para a conformidade com a resolução, incluindo inventário de sistemas, classificação de risco, validação científica, criação de protocolos internos e capacitação das equipes.</p>
<p>O material ainda traz um checklist institucional e um glossário com os principais conceitos relacionados à inteligência artificial na saúde, como IA generativa, modelos de linguagem e vieses algorítmicos.</p>
<p><strong>Apoio à prática médica segura e ética<br />
</strong>Para a AMB, a iniciativa busca apoiar os médicos brasileiros na incorporação segura e ética da inteligência artificial, promovendo inovação sem abrir mão da qualidade assistencial e da autonomia profissional.</p>
<p><em>“A cartilha foi desenvolvida para traduzir a resolução em orientações práticas, ajudando médicos e instituições a adotarem a inteligência artificial com segurança, ética e responsabilidade”,</em> completa o Dr. Endrigo.</p>
<p><a href="https://amb.org.br/wp-content/uploads/2026/04/cartilha-saude-digital_v1.pdf" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://amb.org.br/wp-content/uploads/2026/04/cartilha-saude-digital_v1.pdf&amp;source=gmail&amp;ust=1777148554412000&amp;usg=AOvVaw3HswRwJEIqcj4oCwMkfroY">A cartilha está disponível nesse link. </a></p>
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		<item>
		<title>SBD lança plataforma inédita para monitorar complicações em procedimentos estéticos invasivos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 10:40:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) deu um passo significativo na regulamentação e na segurança da medicina estética ao lançar o site www.vigiderm.org.br. A nova plataforma digital, disponibilizada neste mês de abril, mês em que se celebra o Dia Mundial da Saúde em 7 de abril, tem como objetivo central se tornar um canal oficial e [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47393" aria-describedby="caption-attachment-47393" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-47393" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pexels-alexasfotos-8865050.jpg?resize=1020%2C679&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pexels-alexasfotos-8865050.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pexels-alexasfotos-8865050.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pexels-alexasfotos-8865050.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pexels-alexasfotos-8865050.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47393" class="wp-caption-text">Foto: Pexels</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph">A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) deu um passo significativo na regulamentação e na segurança da medicina estética ao lançar o site <a href="https://www.vigiderm.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.vigiderm.org.br</a>. A nova plataforma digital, disponibilizada neste mês de abril, mês em que se celebra o Dia Mundial da Saúde em 7 de abril, tem como objetivo central se tornar um canal oficial e sistemático para o registro de complicações decorrentes de procedimentos estéticos invasivos realizados em todo o país.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A ferramenta representa um movimento estratégico da entidade para enfrentar um problema historicamente negligenciado no setor: a falta de dados confiáveis e sistematizados sobre eventos adversos. Pacientes e médicos podem agora relatar casos diretamente na plataforma, o que permitirá à SBD coletar informações inéditas e qualificadas. Entre os dados a serem mapeados estão as complicações mais frequentes, os produtos utilizados e os contextos clínicos em que essas intercorrências ocorrem.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O presidente da SBD, Dr. Carlos Barcaui, explicou a motivação por trás da iniciativa. O objetivo é subsidiar a própria Sociedade com informações concretas sobre quais complicações são mais recorrentes, quais produtos estão sendo empregados e, sobretudo, quais profissionais realizaram os procedimentos. Ele afirmou que a entidade entendeu ser o momento adequado para criar um espaço onde tanto pacientes quanto médicos possam relatar seus casos, gerando assim um fluxo de informações capaz de orientar decisões institucionais e clínicas.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Com base nos dados coletados, a SBD pretende identificar padrões de risco, orientar ações educativas e fiscalizatórias, além de contribuir para a formulação de políticas de saúde mais eficazes e ancoradas em evidências científicas. A plataforma não apenas registra ocorrências, mas também visa fortalecer a prática médica baseada em critérios técnicos rigorosos, ajudando a coibir a atuação de profissionais não habilitados, uma das maiores preocupações da entidade.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A iniciativa está alinhada ao Pacto pela Medicina Segura, acordo firmado entre a SBD e o Conselho Federal de Medicina (CFM). O lançamento do VigiDerm reforça, portanto, o compromisso da dermatologia brasileira com a qualificação profissional, a segurança do paciente e o combate ao exercício ilegal da medicina estética. Ao tornar pública essa ferramenta justamente no mês dedicado à saúde, a SBD consolida sua posição institucional em favor da transparência, da produção de conhecimento e da promoção de uma prática dermatológica mais segura e confiável para a população.</p>
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		<title>Julgamento no STJ pode redefinir remuneração de Santas Casas e hospitais filantrópicos pelo SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 10:55:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Superior Tribunal de Justiça (STJ) analisa um processo que pode provocar mudanças significativas na forma como Santas Casas e hospitais filantrópicos são remunerados pelos serviços prestados ao Sistema Único de Saúde (SUS). A discussão em curso gira em torno da metodologia de cálculo dos valores pagos pelo poder público nos convênios firmados com essas [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47371" aria-describedby="caption-attachment-47371" style="width: 943px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-47371" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/9gZkpTO1YTNhBjOyJmLt92Yu8Gd4VGdu92YsFGdy9GcAF2czlmchxmOzUjMygTO4QDNyozZuBnLjVjY3EGNiZmM2MWN4QTY2QDM0ADZ0QDN2IGO5gDZhhjRyUCZhhjRyUSOzUjNzYkMlITM0kDNyUTNx8VL1ETLf9VLwITLfpzM.jpg?resize=943%2C630&#038;ssl=1" alt="" width="943" height="630" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/9gZkpTO1YTNhBjOyJmLt92Yu8Gd4VGdu92YsFGdy9GcAF2czlmchxmOzUjMygTO4QDNyozZuBnLjVjY3EGNiZmM2MWN4QTY2QDM0ADZ0QDN2IGO5gDZhhjRyUCZhhjRyUSOzUjNzYkMlITM0kDNyUTNx8VL1ETLf9VLwITLfpzM.jpg?w=943&amp;ssl=1 943w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/9gZkpTO1YTNhBjOyJmLt92Yu8Gd4VGdu92YsFGdy9GcAF2czlmchxmOzUjMygTO4QDNyozZuBnLjVjY3EGNiZmM2MWN4QTY2QDM0ADZ0QDN2IGO5gDZhhjRyUCZhhjRyUSOzUjNzYkMlITM0kDNyUTNx8VL1ETLf9VLwITLfpzM.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/9gZkpTO1YTNhBjOyJmLt92Yu8Gd4VGdu92YsFGdy9GcAF2czlmchxmOzUjMygTO4QDNyozZuBnLjVjY3EGNiZmM2MWN4QTY2QDM0ADZ0QDN2IGO5gDZhhjRyUCZhhjRyUSOzUjNzYkMlITM0kDNyUTNx8VL1ETLf9VLwITLfpzM.jpg?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 943px) 100vw, 943px" /><figcaption id="caption-attachment-47371" class="wp-caption-text">Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph">O Superior Tribunal de Justiça (STJ) analisa um processo que pode provocar mudanças significativas na forma como Santas Casas e hospitais filantrópicos são remunerados pelos serviços prestados ao Sistema Único de Saúde (SUS). A discussão em curso gira em torno da metodologia de cálculo dos valores pagos pelo poder público nos convênios firmados com essas entidades, responsáveis por parcela expressiva do atendimento hospitalar no país.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Uma eventual decisão favorável à revisão dos critérios pode impactar diretamente o equilíbrio financeiro dessas instituições, muitas das quais já operam sob forte pressão orçamentária. O julgamento no STJ definirá se os valores da Tabela SUS podem ser equiparados aos estabelecidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que são mais altos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Setor filantrópico enfrenta déficit bilionário</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Dados do setor filantrópico de saúde apontam a existência de um subfinanciamento crônico que contribui para um déficit anual estimado entre R$ 10 bilhões e R$ 20 bilhões. Esse cenário está diretamente ligado ao fato de que a Tabela SUS cobre, em média, apenas cerca de 60% do custo real dos procedimentos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A União resiste à proposta e calcula que a alteração pode gerar um custo adicional de aproximadamente R$ 24 bilhões anuais ao orçamento do Ministério da Saúde. Um dos pontos de preocupação do governo é o chamado &#8220;efeito multiplicador&#8221;, com o uso de decisões de instâncias inferiores como precedente para pleitos judiciais que busquem assegurar valores mais elevados.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Especialista alerta para impacto financeiro e jurídico</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Segundo o advogado Rodrigo Perego, do escritório SPNC Advogados, a decisão pode representar um divisor de águas para o setor filantrópico de saúde, que enfrenta dificuldades históricas para manter a sustentabilidade.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">“A discussão no STJ é extremamente relevante, pois trata diretamente da forma como os serviços de saúde são remunerados. Uma mudança nesse entendimento pode corrigir distorções históricas e trazer mais equilíbrio para os contratos firmados com o poder público”, afirmou Perego.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O especialista ressaltou que o impacto não será apenas financeiro, mas também jurídico. “Estamos falando de uma decisão que pode gerar efeitos em cadeia, influenciando novos contratos e até revisões de acordos já existentes. É fundamental que as instituições estejam preparadas para esse novo cenário”, explicou.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Perego destacou ainda a importância de acompanhamento técnico durante o processo. “Este é um momento estratégico para Santas Casas e hospitais filantrópicos. O acompanhamento jurídico especializado é essencial para identificar oportunidades e mitigar riscos diante de uma possível mudança na jurisprudência”, completou.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Setor segue mobilizado com julgamento em andamento</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Com o julgamento ainda em curso, o setor filantrópico de saúde segue mobilizado e atento aos desdobramentos. A expectativa é de que a decisão do STJ traga maior clareza e segurança jurídica, contribuindo para a sustentabilidade das instituições que desempenham papel fundamental na assistência à saúde da população brasileira.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O caso está sob análise da corte superior sem prazo definido para conclusão. Enquanto isso, Santas Casas e hospitais filantrópicos de todo o país acompanham o desfecho que pode redefinir as regras de remuneração de serviços essenciais ao SUS.</p>
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		<title>Crescimento da quarta idade no Brasil amplia desafios para a rede de saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 15:20:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Terceira Idade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Envelhecimento populacional muda perfil da população Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base no Censo de 2022, indicam que o país tem cerca de 4,6 milhões de pessoas com mais de 80 anos. Embora a faixa entre 65 e 69 anos ainda seja a mais numerosa, o grupo da quarta idade [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47212" aria-describedby="caption-attachment-47212" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-47212" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik_elderly-man-blowing-out-an-80-candle-on-birthday-cake-garden-party-at-dusk-warm-golden-light_0001.jpg?resize=1020%2C1020&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="1020" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik_elderly-man-blowing-out-an-80-candle-on-birthday-cake-garden-party-at-dusk-warm-golden-light_0001.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik_elderly-man-blowing-out-an-80-candle-on-birthday-cake-garden-party-at-dusk-warm-golden-light_0001.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik_elderly-man-blowing-out-an-80-candle-on-birthday-cake-garden-party-at-dusk-warm-golden-light_0001.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik_elderly-man-blowing-out-an-80-candle-on-birthday-cake-garden-party-at-dusk-warm-golden-light_0001.jpg?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47212" class="wp-caption-text">Foto gerada po IA no F<a href="https://br.freepik.com/">reepik</a></figcaption></figure>
<h3>Envelhecimento populacional muda perfil da população</h3>
<p>Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base no Censo de 2022, indicam que o país tem cerca de 4,6 milhões de pessoas com mais de 80 anos. Embora a faixa entre 65 e 69 anos ainda seja a mais numerosa, o grupo da quarta idade é o que mais cresce.</p>
<p>A expectativa de vida no Brasil chegou a 77 anos, sendo maior entre mulheres (80,5 anos) do que entre homens (73,6 anos). Ao mesmo tempo, a população mais jovem vem diminuindo, refletindo a queda nas taxas de natalidade e o aumento da longevidade.</p>
<h3>Impactos já são sentidos na rede de saúde</h3>
<p>No Distrito Federal, unidades administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), como o Hospital Cidade do Sol, já registram aumento no número de pacientes com mais de 80 anos, muitos com necessidade de internação prolongada.</p>
<p>Segundo especialistas, esse novo perfil exige mudanças na organização do atendimento, com maior necessidade de acompanhamento contínuo e suporte para atividades básicas do dia a dia.</p>
<h3>Famílias também precisam se adaptar</h3>
<p>Com o aumento da longevidade, cresce a participação das famílias no cuidado com idosos, especialmente em casos que demandam atenção constante. Filhos e cônjuges passam a desempenhar papel fundamental no acompanhamento da rotina e da saúde.</p>
<h3>Cuidado integrado garante qualidade de vida</h3>
<p>Especialistas destacam que o cuidado com pessoas acima dos 80 anos deve envolver uma abordagem integrada, incluindo atenção à mobilidade, uso de medicamentos, alimentação e acompanhamento clínico regular.</p>
<p>O suporte adequado contribui para manter a autonomia e a qualidade de vida dos idosos, mesmo em situações de maior fragilidade.</p>
<h3>Tendência deve se intensificar nos próximos anos</h3>
<p>O crescimento da população idosa segue tendência global. Projeções indicam que, até 2050, o mundo poderá ter cerca de 2 bilhões de pessoas com 60 anos ou mais.</p>
<p>No Distrito Federal, o cenário reforça a necessidade de adaptação da rede de saúde e de políticas públicas voltadas ao envelhecimento, com foco não apenas na longevidade, mas também na qualidade de vida e no acesso ao cuidado adequado.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dia da Mentira &#8211; Especialista desvenda mitos sobre alimentação que podem prejudicar a saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 14:30:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste 1º de abril, médicos alertam que seguir dicas falsas de nutrição na internet pode causar fadiga e efeito sanfona No dia da mentira, as brincadeiras costumam ser inofensivas, mas no mundo da nutrição, acreditar em &#8220;fake news&#8221; pode ter consequências reais para o organismo. Com a viralização de dietas restritivas e promessas de &#8220;alimentos [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47155" aria-describedby="caption-attachment-47155" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-47155" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik_um-home-com-nariz-de-pinoquio-e-jaleco-escrito-coach-segurando-uma-bandeja-com-whey-protein-ovo-carne-frango-e-capsulas_0001.jpg?resize=1020%2C1020&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="1020" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik_um-home-com-nariz-de-pinoquio-e-jaleco-escrito-coach-segurando-uma-bandeja-com-whey-protein-ovo-carne-frango-e-capsulas_0001.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik_um-home-com-nariz-de-pinoquio-e-jaleco-escrito-coach-segurando-uma-bandeja-com-whey-protein-ovo-carne-frango-e-capsulas_0001.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik_um-home-com-nariz-de-pinoquio-e-jaleco-escrito-coach-segurando-uma-bandeja-com-whey-protein-ovo-carne-frango-e-capsulas_0001.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik_um-home-com-nariz-de-pinoquio-e-jaleco-escrito-coach-segurando-uma-bandeja-com-whey-protein-ovo-carne-frango-e-capsulas_0001.jpg?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47155" class="wp-caption-text">Imagem gerada por IA no https://br.freepik.com/</figcaption></figure>
<h3>Neste 1º de abril, médicos alertam que seguir dicas falsas de nutrição na internet pode causar fadiga e efeito sanfona</h3>
<p>No dia da mentira, as brincadeiras costumam ser inofensivas, mas no mundo da nutrição, acreditar em &#8220;fake news&#8221; pode ter consequências reais para o organismo. Com a viralização de dietas restritivas e promessas de &#8220;alimentos milagrosos&#8221;, muitos pacientes acabam adotando hábitos que, em vez de emagrecer, prejudicam o metabolismo e a saúde mental.</p>
<p>Um dos mitos mais difundidos recentemente é o de que o leite seria um vilão silencioso. Segundo a nutricionista<strong> Karine Lima</strong>, que atende no complexo clínico Órion Business, essa é uma afirmação perigosa para quem não tem restrições clínicas.</p>
<h3>Leite faz mal</h3>
<blockquote><p>“O leite só tem potencial inflamatório para pessoas que possuem diagnóstico de intolerância à lactose ou alergia à proteína do leite de vaca, que envolve o sistema imunológico e pode trazer reações respiratórias, dermatites. Para a população saudável, ele é uma excelente fonte de cálcio e proteínas. Inclusive, a retirada do alimento sem orientação pode, inclusive, abrir portas para deficiências nutricionais graves no futuro”, explica.</p></blockquote>
<h3>O perigo de cortar o combustível do corpo</h3>
<p>Outra mentira que ganha força nas redes sociais é a demonização dos carboidratos. Muitos acreditam que &#8220;zerar&#8221; o grupo alimentar é a única via para a perda de peso, ignorando que ele é a principal fonte de energia para o cérebro e para os músculos.</p>
<blockquote><p>“O carboidrato não pode ser retirado de forma drástica causa uma falsa ilusão de emagrecimento, pois o corpo perde água e massa muscular rapidamente. A longo prazo, isso gera irritabilidade, lentidão mental e aumenta muito o risco de compulsão alimentar”, acrescenta a especialista.</p></blockquote>
<p>Da mesma forma, a ideia de que passar fome é sinônimo de eficiência no emagrecimento também entra na lista das inverdades. “Ficar longos períodos sem comer, tem alguns prejuízos. Um deles é o aumento do cortisol, o hormônio do estresse, onde a pessoa tem facilidade para acumular gordura na região abdominal e também aumenta a compulsão alimentar à noite”, diz Karine Lima. Ela ainda afirma que é importante fazer as quatro refeições ao dia e que todas tenham proteína para ter saciedade e que a pessoa não fique beliscando fora dos horários das refeições.</p>
<h3>A &#8220;mágica&#8221; que não existe</h3>
<p>Até mesmo receitas populares, como a famosa água com limão em jejum, entram no radar dos mitos quando recebem propriedades que não possuem. Embora seja uma prática saudável para hidratação e aporte de vitamina C, ela não tem o poder de queimar gordura sozinha. “Nenhum alimento isolado, chá ou mistura tem a capacidade fisiológica de ‘derreter’ a gordura corporal. O emagrecimento real vem do conjunto de uma alimentação equilibrada e gasto calórico”, reforça a nutricionista.</p>
<p>Neste 1º de abril, o melhor conselho de saúde é a cautela. Antes de retirar grupos alimentares inteiros da sua rotina baseando-se em vídeos rápidos da internet, lembre-se que o equilíbrio e o acompanhamento profissional são as únicas ferramentas que não mentem para o seu corpo.</p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/dia-da-mentira-especialista-desvenda-mitos-sobre-alimentacao-que-podem-prejudicar-a-saude/">Dia da Mentira &#8211; Especialista desvenda mitos sobre alimentação que podem prejudicar a saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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