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	<title>Arquivos Saúde - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Saúde - Portal Contexto</title>
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		<title>Saúde bucal como espelho do corpo: inflamação na gengiva pode agravar diabetes e problemas cardíacos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 21:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que parece um problema isolado na boca pode, na verdade, ser um sinal de alerta para o resto do organismo. Estudos recentes têm reforçado a ligação entre a saúde periodontal e doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), como diabetes tipo 2 e problemas cardiovasculares. De acordo com uma pesquisa da Universidade de Birmingham, pacientes com [...]</p>
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<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O que parece um problema isolado na boca pode, na verdade, ser um sinal de alerta para o resto do organismo. Estudos recentes têm reforçado a ligação entre a saúde periodontal e doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), como diabetes tipo 2 e problemas cardiovasculares. De acordo com uma pesquisa da Universidade de Birmingham, pacientes com histórico de doença periodontal têm </span><span class="">26% mais probabilidade de desenvolver diabetes tipo 2</span><span class=""> e </span><span class="">18% mais chances de apresentar doenças cardiovasculares</span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">No Brasil, as DCNT foram responsáveis por 41,8% das mortes prematuras em 2019, segundo o Ministério da Saúde, o que coloca a prevenção como um dos maiores desafios da saúde pública. E é aí que entra a odontologia, não apenas como cuidadora dos dentes, mas como um pilar da atenção primária à saúde.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A coordenadora Técnico Comercial da Care Plus Clinic, Daniela Lopes do Vale, explica que a relação entre a boca e o corpo é de mão dupla. Infecções bucais, como gengivite e periodontite, podem atuar como focos inflamatórios que agravam doenças sistêmicas, enquanto algumas patologias já manifestam sinais odontológicos antes mesmo de outros sintomas. Por isso, o acompanhamento odontológico vai muito além da estética ou da prevenção de cáries. Ele pode funcionar como um verdadeiro termômetro da saúde geral.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A inflamação crônica na gengiva, por exemplo, libera substâncias que dificultam o controle da glicose, piorando o quadro de diabéticos. Além disso, bactérias da boca podem entrar na corrente sanguínea e contribuir para a formação de placas nas artérias, aumentando o risco de infartos e AVCs. Nesse cenário, cuidar da gengiva é tão importante quanto controlar a alimentação ou praticar exercícios.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Sinais que merecem atenção</span></strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Muitas pessoas ignoram sintomas bucais por considerá-los normais ou passageiros. Daniela desmistifica algumas percepções do senso comum e lista os principais sinais que devem acionar o alerta vermelho:</span></p>
<ul>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Sangramento ao escovar ou passar fio dental</span></strong><span class="">: não é normal e indica inflamação gengival.</span></p>
</li>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Gengiva vermelha, inchada ou que dói</span></strong><span class="">: pode ser gengivite ou periodontite.</span></p>
</li>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Mau hálito persistente</span></strong><span class="">: muitas vezes está associado a infecções bucais e acúmulo de bactérias.</span></p>
</li>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Dentes moles ou com sensação de deslocamento</span></strong><span class="">: sinal de comprometimento do osso de suporte, comum em periodontite avançada.</span></p>
</li>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Feridas ou lesões que não cicatrizam em até duas semanas</span></strong><span class="">: merecem avaliação imediata de um profissional.</span></p>
</li>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Boca seca frequente</span></strong><span class="">: além do desconforto, reduz a proteção natural contra cáries e infecções.</span></p>
</li>
</ul>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A especialista reforça que a prevenção de doenças crônicas está diretamente ligada aos hábitos adotados no dia a dia. Uma escovação adequada, o uso diário do fio dental e visitas regulares ao dentista não são apenas cuidados locais, mas atitudes que blindam o corpo como um todo.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Cuidado bucal como blindagem</span></strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A odontologia preventiva, quando integrada à rotina de cuidados com a saúde, pode identificar precocemente alterações que ainda não se manifestaram em outros órgãos. Exames como a medição da profundidade das bolsas gengivais, radiografias e avaliação da mucosa oral são ferramentas que, aliadas a um bom histórico clínico, ajudam a traçar um panorama completo do paciente.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Por isso, a recomendação é clara: não espere sentir dor para ir ao dentista. Consultas periódicas, de seis em seis meses ou anuais, dependendo do caso, são fundamentais para manter a boca saudável e, por extensão, o corpo em equilíbrio. Afinal, a boca é o espelho da saúde, e cuidar dela é um passo essencial para viver mais e com mais qualidade.</span></p>
<p>A especialista ainda desmistifica:</p>
<p><strong>“Gengiva sangrando é apenas sinal de que escovei com muita força” &#8211; </strong>embora a força possa machucar, o sangramento frequente é o corpo avisando que há uma inflamação ativa. Segundo Daniela, o sangramento indica que a barreira de defesa da boca está &#8220;rompida&#8221;, permitindo que bactérias entrem na corrente sanguínea e iniciem processos inflamatórios que impactam todo o organismo.</p>
<p><strong>“Se eu não sinto dor, é porque meus dentes e gengiva estão saudáveis” &#8211; </strong>muitas doenças periodontais graves são silenciosas e não causam dor em estágios iniciais. “Elas mantêm o organismo em um estado de inflamação constante que pode sabotar o controle da glicose em diabéticos ou elevar marcadores inflamatórios no sistema cardiovascular sem que o paciente sinta nada”, explica a especialista.</p>
<p><strong>“Estou com mau hálito porque não escovei os dentes direito” &#8211; </strong>embora a higiene seja fundamental, o mau hálito persistente é um sinal de alerta que vai muito além da escovação. De acordo com Daniela, ele pode indicar desde infecções gengivais ocultas até problemas digestivos, renais ou metabólicos. “Ignorar o hálito é ignorar um aviso de que o equilíbrio do corpo está comprometido”, afirma ela.</p>
<p><strong>“Diabetes se controla apenas com dieta e insulina” &#8211; </strong>é exatamente o contrário. Daniela explica que infecções na gengiva aumentam a resistência à insulina, dificultando o controle do açúcar no sangue. Na prática, manter a saúde bucal ajuda o organismo a responder melhor aos medicamentos, tornando o tratamento médico muito mais eficaz.</p>
<p><strong>“Perder dentes é uma consequência natural do envelhecimento” &#8211; </strong>a perda dentária é causada por doenças acumuladas e não tratadas &#8211; como a periodontite -, e não pela idade avançada. “Manter o acompanhamento preventivo preserva a função mastigatória e evita que a falta de dentes gere novos problemas de saúde, como deficiências nutricionais e anemia”, explica a especialista.</p>
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		<title>Neuromielite Óptica e mercado de trabalho: inclusão começa pelo reconhecimento das competências</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 20:29:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48318" aria-describedby="caption-attachment-48318" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-48318" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/NMO-Brasil-1024x682.jpeg?resize=1020%2C679" alt="" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/NMO-Brasil.jpeg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/NMO-Brasil.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/NMO-Brasil.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/NMO-Brasil.jpeg?resize=1536%2C1023&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/NMO-Brasil.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48318" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A convivência com uma doença rara não significa, para muitas pessoas, a interrupção da vida profissional. Para quem tem Neuromielite Óptica (NMO), o trabalho vai além do sustento financeiro, representando autonomia, independência e participação social ativa. No entanto, a trajetória de profissionais com doenças raras no mercado ainda esbarra em obstáculos significativos, alimentados principalmente pela falta de informação e pelos estigmas que cercam o diagnóstico.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A Neuromielite Óptica é uma doença autoimune rara que afeta o sistema nervoso central, com manifestações que variam amplamente entre os pacientes. Daniele Americano, presidente da NMO Brasil, advogada e paciente que convive com a doença há mais de 14 anos, aponta que um dos principais equívocos do mercado é acreditar que a condição determina automaticamente a capacidade profissional de alguém. Ela enfatiza que a NMO não define a competência de ninguém, e que muitas pessoas mantêm uma vida profissional ativa, produtiva e compatível com sua formação e experiência. O que se espera, segundo ela, é que os profissionais sejam avaliados por suas habilidades e entregas, não por seu histórico de saúde.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A desinformação, no entanto, ainda prevalece. Muitos empregadores associam o diagnóstico à incapacidade permanente, o que não corresponde à realidade da maioria dos pacientes. Esse cenário gera insegurança em processos seletivos, quando candidatos precisam decidir se revelam ou não sua condição de saúde. Daniele ressalta que a doença se manifesta de formas muito diferentes entre os pacientes. Algumas pessoas convivem com poucas limitações, enquanto outras podem precisar de adaptações específicas em determinados momentos da vida. O grande erro é acreditar que todas as pessoas com NMO terão as mesmas dificuldades ou necessidades, ignorando a experiência única de cada indivíduo.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O desconhecimento sobre a própria doença também é uma barreira. A maioria dos profissionais de recursos humanos e gestores nunca ouviu falar em Neuromielite Óptica, o que favorece interpretações equivocadas e decisões baseadas em receios infundados. Quando a sociedade foca nas deficiências e possíveis necessidades de adaptações, cria-se uma percepção distorcida sobre quem vive com NMO. Muitos pacientes têm plena capacidade laboral, formação qualificada e experiência profissional, mas acabam sendo vistos apenas pela condição de saúde </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Para Daniele, o desafio não está na falta de capacidade dos profissionais, mas na dificuldade de enxergar além do diagnóstico. Em alguns casos, medidas simples como horários flexíveis, possibilidade de trabalho remoto ou adaptações pontuais podem fazer toda a diferença para que o profissional desempenhe suas atividades com mais conforto e autonomia. Ela destaca que a inclusão não é caridade, mas respeito aos direitos das pessoas e uma oportunidade para que as empresas valorizem talentos diversos.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A atuação da NMO Brasil, associação fundada e presidida por Daniele, tem sido fundamental para ampliar o conhecimento sobre a doença e promover uma cultura de inclusão que reconheça o potencial das pessoas para além de seus diagnósticos </span><span class="">. A organização trabalha não apenas no acolhimento e informação aos pacientes, mas também na defesa de políticas públicas e na conscientização da sociedade </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A história pessoal de Daniele ilustra a gravidade da doença e a importância do diagnóstico precoce. Ela relata que o diagnóstico correto levou cerca de um ano para ser obtido, após diversos diagnósticos errados e uma alta hospitalar equivocada que a deixou tetraplégica funcional </span><span class="">. Esse atraso é crucial, pois a NMO é uma doença agressiva e cada surto pode causar sequelas graves e até ser fatal </span><span class="">. Apesar da gravidade, a NMO não é reconhecida oficialmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o que impede a criação de protocolos clínicos e dificulta o acesso ao tratamento, forçando muitos pacientes a recorrer à justiça para obter a medicação </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Apesar dos desafios, a mensagem que fica é de que o trabalho é dignidade, independência e pertencimento. Quando uma pessoa é excluída por falta de informação ou preconceito, todos perdem: o profissional, a empresa e a sociedade. Para Daniele, o foco deve estar em oferecer condições para que cada pessoa possa desenvolver seu potencial, e a inclusão começa pelo reconhecimento das competências, não pela limitação imposta por um diagnóstico.</span></p>
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		<title>Inverno exige atenção redobrada com a saúde bucal; sensibilidade e boca seca estão entre os principais riscos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 17:54:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48309" aria-describedby="caption-attachment-48309" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-48309" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pexels-towfiqu-barbhuiya-3440682-11768114-1024x683.jpg?resize=1020%2C680" alt="" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pexels-towfiqu-barbhuiya-3440682-11768114.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pexels-towfiqu-barbhuiya-3440682-11768114.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pexels-towfiqu-barbhuiya-3440682-11768114.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pexels-towfiqu-barbhuiya-3440682-11768114.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48309" class="wp-caption-text">Foto: Pexels</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Com a chegada dos dias mais frios, o cuidado com a saúde costuma se concentrar em gripes, resfriados e problemas respiratórios. Mas há um aspecto que frequentemente fica esquecido e que também sofre os efeitos da estação: a saúde da boca. O ar seco, a redução natural da ingestão de água e o uso de ambientes aquecidos criam um cenário propício para o agravamento de desconfortos como sensibilidade dentária, ressecamento das mucosas, mau hálito e até doenças gengivais.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A dentista Geisa Cantelli alerta que o inverno não é o vilão principal por trás desses problemas, mas atua como um acelerador de condições que já existem ou que podem surgir quando a prevenção é deixada de lado. O frio em si não causa cáries nem gengivite, mas as mudanças de hábito típicas da estação, como comer alimentos mais calóricos e açucarados, beber menos água e respirar pela boca em decorrência de congestão nasal, criam um ambiente favorável para o desequilíbrio da flora oral.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A sensibilidade dentária é uma das queixas mais frequentes nesse período. Muitos pacientes relatam desconforto ao tomar líquidos gelados ou mesmo ao inspirar ar frio pela boca. O problema costuma estar associado ao desgaste do esmalte, à retração gengival, a cáries ou a pequenas trincas nos dentes. A especialista reforça que esse sintoma não deve ser ignorado ou tratado como algo banal. Ele é, na maioria das vezes, um sinal de que algo não vai bem e merece avaliação profissional. Quanto mais cedo a causa for identificada, menores as chances de evolução para quadros mais graves.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Outro fator crítico no inverno é a redução da produção de saliva. O ar seco, o uso de aquecedores e a menor vontade de beber água contribuem para a chamada xerostomia, ou boca seca. A saliva tem um papel essencial na proteção da cavidade oral, pois neutraliza ácidos, lava os restos de alimentos e controla a proliferação de bactérias. Quando seu volume diminui, o risco de cáries, gengivite, periodontite e mau hálito aumenta consideravelmente. Por isso, manter a hidratação mesmo sem sentir sede é uma medida simples, mas poderosa, para preservar o equilíbrio da boca durante os meses mais frios.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">As doenças gengivais também merecem destaque. O consumo maior de carboidratos e açúcares, comum em dias frios, associado a uma eventual relaxamento na escovação e no uso do fio dental, favorece o acúmulo de placa bacteriana. Isso pode desencadear inflamações, sangramentos e, em casos mais avançados, comprometer a sustentação dos dentes. A periodontite, forma mais severa da doença gengival, tem relação direta com a saúde sistêmica e já foi associada a problemas cardíacos e diabetes, o que torna sua prevenção ainda mais relevante.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Os lábios também sofrem com o clima seco. Rachaduras, descamação e pequenas feridas são comuns e podem servir de porta de entrada para infecções. O uso de protetor labial e a manutenção da hidratação corporal ajudam a evitar esse desconforto.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A dentista ressalta ainda que alguns grupos precisam de atenção especial durante o inverno, como idosos, crianças, pacientes diabéticos, pessoas em tratamento ortodôntico e aqueles com histórico de doenças periodontais. Para esses públicos, uma visita preventiva ao dentista antes do início da estação pode fazer toda a diferença, ajustando a rotina de cuidados e evitando surpresas desagradáveis.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">No fim das contas, a mensagem é clara: o inverno não exige apenas casacos e sopas, mas também escova, fio dental e muita água. Pequenos ajustes na rotina de higiene e na alimentação são suficientes para manter o sorriso saudável e livre de desconfortos, mesmo quando o termômetro despenca.</p>
<p></span><strong>Cuidados que ajudam a proteger a saúde bucal no inverno</strong></p>
<p>Para evitar problemas durante a estação, a especialista recomenda:</p>
<ul>
<li>Manter a ingestão regular de água ao longo do dia;</li>
<li>Escovar os dentes após as refeições;</li>
<li>Utilizar fio dental diariamente;</li>
<li>Evitar o consumo excessivo de açúcar;</li>
<li>Utilizar hidratantes labiais;</li>
<li>Tratar problemas respiratórios que provoquem respiração pela boca;</li>
<li>Realizar consultas preventivas com o dentista.</li>
</ul>
<p>&#8220;O inverno não precisa ser sinônimo de desconforto bucal. Com medidas simples de prevenção e acompanhamento odontológico regular, é possível atravessar a estação mantendo a saúde da boca em dia e evitando problemas que podem se agravar ao longo do tempo&#8221;, conclui Dra. Geisa Cantelli.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class=""> </span></p>
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		<title>Comer com pressa prejudica a digestão e aumenta o consumo de alimentos; especialista ensina a desacelerar</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/comer-com-pressa-prejudica-a-digestao-e-aumenta-o-consumo-de-alimentos-especialista-ensina-a-desacelerar/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=comer-com-pressa-prejudica-a-digestao-e-aumenta-o-consumo-de-alimentos-especialista-ensina-a-desacelerar</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 20:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A rotina acelerada das grandes cidades impõe um ritmo que muitas vezes se estende à mesa. Refeições feitas em pé, em frente ao computador ou nos poucos minutos entre uma reunião e outra tornaram-se cenas comuns nos lares e escritórios brasileiros. O que pouca gente percebe, no entanto, é que essa pressa toda tem um [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48238" aria-describedby="caption-attachment-48238" style="width: 918px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-48238" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/unnamed.jpg?resize=918%2C612" alt="" width="918" height="612" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/unnamed.jpg?w=918&amp;ssl=1 918w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/unnamed.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/unnamed.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 918px) 100vw, 918px" /><figcaption id="caption-attachment-48238" class="wp-caption-text">Foto: Freepik</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A rotina acelerada das grandes cidades impõe um ritmo que muitas vezes se estende à mesa. Refeições feitas em pé, em frente ao computador ou nos poucos minutos entre uma reunião e outra tornaram-se cenas comuns nos lares e escritórios brasileiros. O que pouca gente percebe, no entanto, é que essa pressa toda tem um preço que vai além do estresse do dia a dia. Estudos e observações clínicas apontam que comer rápido demais pode prejudicar a digestão, atrapalhar a percepção de saciedade e favorecer o ganho de peso, criando um ciclo difícil de romper.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A explicação é fisiológica e surpreendentemente simples. O cérebro humano leva cerca de 15 a 20 minutos para processar os sinais enviados pelo estômago e pelo intestino indicando que o corpo já recebeu nutrientes suficientes. Quando uma pessoa termina a refeição em cinco ou dez minutos, ela ingere uma quantidade de comida bem maior do que a necessária antes mesmo de o organismo dar o sinal de basta. O resultado é um excesso calórico silencioso, que se repete dia após dia e se traduz em números na balança.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A professora de nutrição da Faculdade Anhanguera, Paula Louro, alerta que esse comportamento vai além do controle de peso. A mastigação inadequada, comum em refeições apressadas, força o estômago a trabalhar com pedaços grandes de alimento, o que demanda mais tempo e esforço para a digestão. Isso sobrecarrega o sistema digestivo como um todo e pode provocar sintomas desconfortáveis como estufamento, azia, refluxo e aquela sensação de peso que muitos atribuem ao tipo de comida, mas que na verdade tem muito a ver com a velocidade com que ela foi consumida.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Outro aspecto relevante é o caráter automático das refeições rápidas. Comer enquanto se responde a mensagens, assiste a vídeos ou navega pelas redes sociais desconecta a pessoa do ato de se alimentar. Sem prestar atenção ao sabor, à textura e à temperatura do que está no prato, o cérebro não registra a experiência de forma completa, e a saciedade demora ainda mais a chegar. Essa desconexão também alimenta a ansiedade, porque a comida deixa de ser um momento de pausa e cuidado e se transforma em mais uma tarefa a ser cumprida a toda pressa.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A boa notícia é que é possível treinar o corpo e a mente para desacelerar à mesa, e os benefícios vão muito além da digestão. Adotar uma alimentação mais consciente significa retomar o controle sobre o que se come, quando se come e, principalmente, como se come. Para ajudar nessa mudança, a especialista elenca cinco atitudes práticas que podem ser incorporadas ao dia a dia sem grandes sacrifícios.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A primeira delas é mastigar bem os alimentos, até que eles atinjam uma consistência pastosa antes de serem engolidos. Esse simples gesto não só facilita o trabalho do estômago, como também dá tempo para o cérebro começar a receber os sinais de saciedade. A segunda dica é eliminar distrações durante a refeição, desligando a televisão, o celular e qualquer outro estímulo visual que desvie a atenção do ato de comer. O foco no prato torna a experiência mais prazerosa e reduz a tendência a comer sem controle.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A terceira recomendação é fazer pausas intencionais ao longo da refeição, apoiando os talheres sobre a mesa entre uma garfada e outra. Esse intervalo de segundos permite que o cérebro processe melhor a quantidade de comida que já foi ingerida e ajuda a perceber quando o estômago começa a ficar satisfeito. A quarta dica é justamente aprender a respeitar esses sinais do corpo, parando de comer assim que a sensação de saciedade aparecer, mesmo que ainda haja comida no prato. E, por fim, a quinta orientação é reservar um tempo mínimo para cada refeição, evitando comer de pé, na correria ou em menos de vinte minutos.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Essas mudanças, embora pareçam pequenas, têm impacto direto na qualidade de vida. Quem come com calma tende a digerir melhor, a sentir menos desconfortos gastrointestinais e a desenvolver uma relação mais equilibrada com a comida, livre da culpa e do excesso. Em um mundo que valoriza a velocidade, desacelerar à mesa pode ser um ato de resistência e, acima de tudo, de cuidado com a própria saúde.</span></p>
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		<title>GDF investe R$ 32,1 milhões para realizar mais de 5 mil cirurgias e reduzir filas na saúde pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 23:03:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novos editais autorizados por Celina Leão vão ampliar atendimentos em ginecologia e otorrinolaringologia; governo também reformula programa que dá mais autonomia às unidades de saúde O Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou um novo pacote de investimentos para acelerar a realização de cirurgias eletivas e ampliar a capacidade de atendimento da rede pública de saúde. [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48217" aria-describedby="caption-attachment-48217" style="width: 799px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-48217" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/55341119548_67fcc9d35a_c.jpg?resize=799%2C533&#038;ssl=1" alt="" width="799" height="533" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/55341119548_67fcc9d35a_c.jpg?w=799&amp;ssl=1 799w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/55341119548_67fcc9d35a_c.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/55341119548_67fcc9d35a_c.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /><figcaption id="caption-attachment-48217" class="wp-caption-text">Foto: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">Novos editais autorizados por Celina Leão vão ampliar atendimentos em ginecologia e otorrinolaringologia; governo também reformula programa que dá mais autonomia às unidades de saúde</h3>
<p>O Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou um novo pacote de investimentos para acelerar a realização de cirurgias eletivas e ampliar a capacidade de atendimento da rede pública de saúde. Nesta terça-feira (17), a governadora <strong>Celina Leão</strong> autorizou a publicação de editais que somam R$ 32,1 milhões para a contratação de 5.098 procedimentos nas áreas de ginecologia e otorrinolaringologia.</p>
<p>A medida integra as ações do programa Opera DF e busca reduzir filas históricas de espera por cirurgias, garantindo mais rapidez no acesso da população aos atendimentos especializados.</p>
<p>Do total de procedimentos previstos, serão realizadas 2.081 histerectomias — cirurgia indicada para tratamento de miomas, endometriose grave, sangramentos intensos e outras doenças ginecológicas — e 3.017 cirurgias otorrinolaringológicas voltadas principalmente para pacientes com problemas respiratórios, obstruções nasais e infecções recorrentes.</p>
<blockquote><p>&#8220;Estamos lançando dois editais importantes, um de ginecologia e outro de otorrino, para que possamos atacar as filas de cirurgias que estavam nessas duas especialidades&#8221;, afirmou a governadora Celina Leão.</p></blockquote>
<p>Segundo ela, a iniciativa amplia os resultados já alcançados pelo Opera DF.</p>
<blockquote><p>&#8220;Com essas duas contratações, ultrapassamos as 20 mil cirurgias dentro do Opera DF. Dessas, a rede privada já operou cerca de 6 mil&#8221;, destacou.</p></blockquote>
<h3>Programa já contratou mais de 20 mil cirurgias</h3>
<p>Criado para ampliar a oferta de procedimentos eletivos na rede pública, o Opera DF tem utilizado hospitais conveniados da rede privada para acelerar atendimentos e reduzir o tempo de espera dos pacientes.</p>
<p>De acordo com o Governo do Distrito Federal, o programa já contratou mais de 20 mil cirurgias e contribuiu para aumentar em cerca de 50% a produção global de procedimentos cirúrgicos. O investimento acumulado supera R$ 90,7 milhões.</p>
<p>O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, afirmou que os resultados já podem ser percebidos em diversas especialidades.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nosso objetivo é reduzir o tempo de espera e estabelecer prazos factíveis para os pacientes. Nós tínhamos um tempo de espera de mais de mil dias para cirurgia de varizes. Hoje está em torno de nove dias. Tínhamos um tempo de espera que ultrapassava um ano para cirurgia de hérnia. Estamos com cerca de 50 dias agora&#8221;, ressaltou.</p></blockquote>
<h3>Mais de 2 mil cirurgias ginecológicas</h3>
<p>Na área de ginecologia, o investimento será de R$ 14,5 milhões para a realização de 2.081 procedimentos.</p>
<p>As cirurgias previstas incluem:</p>
<ul>
<li>1.581 histerectomias abdominais totais;</li>
<li>348 histerectomias vaginais;</li>
<li>127 histerectomias por videolaparoscopia;</li>
<li>25 histerectomias subtotais.</li>
</ul>
<p>Os procedimentos são indicados para pacientes diagnosticadas com doenças que comprometem a saúde e a qualidade de vida das mulheres, como miomas uterinos, endometriose avançada e sangramentos persistentes.</p>
<h3>Otorrinolaringologia receberá R$ 17,6 milhões</h3>
<p>Na especialidade de otorrinolaringologia, o investimento será de R$ 17,6 milhões para a contratação de 3.017 cirurgias.</p>
<p>Entre os procedimentos previstos estão:</p>
<ul>
<li>1.342 septoplastias reparadoras não estéticas;</li>
<li>1.129 adenoamigdalectomias;</li>
<li>293 amigdalectomias;</li>
<li>253 adenoidectomias.</li>
</ul>
<p>As cirurgias beneficiam principalmente pacientes que sofrem com dificuldades respiratórias, infecções frequentes, alterações anatômicas e problemas que afetam diretamente o sono e a qualidade de vida.</p>
<h3>Novo Pdpas dará mais autonomia às unidades de saúde</h3>
<p>Durante a cerimônia, a governadora também assinou a reformulação do Programa de Descentralização Progressiva de Ações de Saúde (Pdpas), mecanismo que transfere recursos diretamente para as unidades da rede pública.</p>
<p>A mudança amplia a autonomia dos gestores para realizar pequenos reparos, manutenções emergenciais, compra de insumos e contratação de serviços sem necessidade de processos burocráticos mais demorados.</p>
<p>A reformulação beneficiará hospitais, unidades básicas de saúde (UBSs), superintendências regionais e unidades de referência distrital.</p>
<blockquote><p>&#8220;Colocar esse recurso lá na ponta, na mão do gestor que está todos os dias cuidando daquela unidade básica de saúde, é realmente cuidar do paciente&#8221;, afirmou Celina Leão.</p></blockquote>
<p>Segundo a governadora, a medida permitirá respostas mais rápidas a demandas cotidianas das unidades de saúde, reduzindo o tempo necessário para resolver problemas estruturais simples e melhorar o atendimento à população.</p>
<h3>Saúde pública com foco na redução das filas</h3>
<p>A ampliação das cirurgias eletivas e a reformulação do Pdpas fazem parte da estratégia do Governo do Distrito Federal para aumentar a eficiência da rede pública, reduzir filas de espera e melhorar o acesso da população aos serviços de saúde.</p>
<p>Com os novos investimentos, a expectativa é acelerar atendimentos em duas das especialidades que concentram grande demanda reprimida e fortalecer a capacidade de resposta das unidades de saúde em todas as regiões administrativas do DF.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Álbum da Copa do Mundo estimula memória, atenção e interação social, explica especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 21:40:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A neurologista cooperada da Unimed Goiânia, Dra. Roussiane Gaioso, destaca que colecionar e trocar figurinhas ativa funções cognitivas em crianças e adultos, além de fortalecer vínculos sociais e proporcionar sensação de bem estar O álbum oficial da Copa do Mundo de 2026 tem mobilizado crianças, adultos e colecionadores em todo o país. Somente em maio, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47920" aria-describedby="caption-attachment-47920" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-47920" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-10.06.15-1024x683.jpeg?resize=1020%2C680" alt="" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-10.06.15.jpeg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-10.06.15.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-10.06.15.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-10.06.15.jpeg?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47920" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<h3 class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: center;"><em><span class="">A neurologista cooperada da Unimed Goiânia, Dra. Roussiane Gaioso, destaca que colecionar e trocar figurinhas ativa funções cognitivas em crianças e adultos, além de fortalecer vínculos sociais e proporcionar sensação de bem estar</span></em></h3>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O álbum oficial da Copa do Mundo de 2026 tem mobilizado crianças, adultos e colecionadores em todo o país. Somente em maio, a versão brochura vendeu mais de 125 mil exemplares e liderou o ranking nacional de publicações mais comercializadas, segundo levantamento da PublishNews em parceria com a Nielsen, empresas especializadas no monitoramento do mercado editorial e de consumo. Ao todo, são 980 figurinhas para completar o álbum das 48 seleções participantes do torneio. Além do entretenimento e da paixão pelo futebol, a atividade também desperta a atenção da neurociência. Isso porque, durante o processo de colecionar, organizar e trocar figurinhas, o cérebro é estimulado em diferentes frentes cognitivas e sociais.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Segundo a neurologista cooperada da Unimed Goiânia, Dra. Roussiane Gaioso, a prática funciona como um exercício mental especialmente importante para as crianças. A cada página preenchida, a criança exercita atenção, organização, memória visual e até operações matemáticas simples, como calcular quantas figurinhas faltam ou avaliar quais podem ser trocadas, explica.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A especialista destaca ainda que o hábito contribui para o desenvolvimento de habilidades sociais em um contexto marcado pelo excesso de telas e pelas interações digitais. As trocas de figurinhas incentivam o contato presencial e ajudam as crianças a desenvolver comunicação, negociação, paciência e convivência em grupo. São experiências importantes para o desenvolvimento emocional e social, ressalta.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Embora tradicionalmente associada ao público infantil, a prática também pode trazer benefícios emocionais e cognitivos para os adultos. O álbum também pode ser extremamente positivo porque ativa a memória afetiva e proporciona momentos de relaxamento e prazer fora das demandas do trabalho e da rotina, afirma Dra. Roussiane Gaioso.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A neurologista lembra que o cérebro responde positivamente aos pequenos desafios e recompensas envolvidos na atividade. Completar páginas, encontrar figurinhas raras ou avançar no álbum gera sensação de prazer e estimula a liberação de dopamina, neurotransmissor ligado à motivação e à sensação de satisfação. O álbum da Copa vai muito além do futebol: é estímulo cognitivo, conexão social e construção de memórias, conclui.</span></p>
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		<title>Exame de sangue para identificar Alzheimer avança e pode transformar diagnóstico da doença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 19:57:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em evento promovido pelo Hospital Moinhos de Vento, pesquisador referência mundial em biomarcadores afirmou que testes sanguíneos para Alzheimer já alcançam 95% de precisão diagnóstica A possibilidade de diagnosticar o Alzheimer por meio de um exame de sangue vem ganhando força nos principais centros de pesquisa do mundo. Os avanços mais recentes nessa área foram [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47872" aria-describedby="caption-attachment-47872" style="width: 747px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-47872" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/pexels-karola-g-6629369-1024x683.jpg?resize=747%2C498" alt="" width="747" height="498" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/pexels-karola-g-6629369.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/pexels-karola-g-6629369.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/pexels-karola-g-6629369.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/pexels-karola-g-6629369.jpg?w=1279&amp;ssl=1 1279w" sizes="(max-width: 747px) 100vw, 747px" /><figcaption id="caption-attachment-47872" class="wp-caption-text">Foto: Pexels</figcaption></figure>
<h3 class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: center;"><em><span class="">Em evento promovido pelo Hospital Moinhos de Vento, pesquisador referência mundial em biomarcadores afirmou que testes sanguíneos para Alzheimer já alcançam 95% de precisão diagnóstica</span></em></h3>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A possibilidade de diagnosticar o Alzheimer por meio de um exame de sangue vem ganhando força nos principais centros de pesquisa do mundo. Os avanços mais recentes nessa área foram apresentados pelo pesquisador sueco Kaj Blennow durante o Clinical Research Summit 2026, promovido pelo Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Considerado um dos principais especialistas do mundo em biomarcadores para doenças neurodegenerativas, Blennow mostrou pesquisas voltadas ao uso de exames de sangue na identificação precoce do Alzheimer. A proposta é ampliar o acesso ao diagnóstico e reduzir a dependência de métodos caros, como o PET scan cerebral, e de procedimentos invasivos, como a coleta de líquido cefalorraquidiano por punção lombar.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Segundo o pesquisador, os novos testes medem proteínas associadas às alterações cerebrais características do Alzheimer, especialmente biomarcadores relacionados à proteína tau. Ele explicou que a fosfo-tau, em especial a p-tau217, tem um excelente desempenho para detectar Alzheimer em fases precoces, pois se correlaciona muito bem com as alterações observadas no cérebro.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Os estudos apresentados durante o evento mostram que a combinação desses biomarcadores sanguíneos já alcança cerca de 95% de precisão para confirmar ou excluir a presença da doença em pacientes com declínio cognitivo, especialmente quando aplicada a estratégia de classificação por grupos de risco. Blennow afirmou que o resultado é promissor e que a comunidade científica está se aproximando de um cenário em que um exame de sangue poderá auxiliar de forma muito confiável o diagnóstico clínico do Alzheimer.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Blennow destacou, no entanto, que a estratégia não deve ser utilizada inicialmente como rastreamento em massa da população. O foco, segundo ele, será apoiar a investigação de pessoas que já procuram atendimento médico por sintomas como lapsos de memória ou dificuldades cognitivas. O pesquisador deixou claro que o objetivo não é testar indiscriminadamente pessoas saudáveis, mas ajudar pacientes que já chegam preocupados aos serviços de saúde.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Além da precisão diagnóstica, os pesquisadores enxergam nos exames de sangue uma possibilidade concreta de ampliar o acesso ao diagnóstico precoce, especialmente em serviços de atenção primária e regiões sem infraestrutura avançada de imagem. Durante a apresentação, Blennow também apresentou resultados de estudos com coleta capilar por gota de sangue seca, tecnologia semelhante à utilizada em testes rápidos. A proposta é permitir futuramente análises mais simples, inclusive em locais remotos.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Apesar do avanço, o pesquisador ponderou que os testes ainda passarão por etapas de validação antes de serem incorporados de forma ampla à rotina clínica. Ele concluiu que os resultados são muito promissores, mas que ainda levará algum tempo até que esses exames estejam amplamente disponíveis para toda a população.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Os biomarcadores para Alzheimer ganharam relevância internacional nos últimos anos diante do crescimento de terapias capazes de retardar a progressão da doença em estágios iniciais. Por isso, identificar precocemente os pacientes tende a se tornar uma etapa central no manejo clínico da enfermidade. Para Kaj Blennow, os exames de sangue representam um dos caminhos mais promissores para tornar esse diagnóstico mais acessível, rápido e preciso nos próximos anos.</span></p>
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		<title>Hepatite silenciosa pode levar anos para dar sinais; saiba como se prevenir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 20:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A hepatite é uma inflamação do fígado que, na maioria das vezes, não apresenta sintomas imediatos. Em especial os tipos B e C podem permanecer ocultos por anos, enquanto causam danos progressivos ao órgão. Quando não tratada, a doença pode evoluir para fibrose hepática, cirrose, insuficiência no fígado, hemorragia digestiva e até câncer. Dados do [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_44644" aria-describedby="caption-attachment-44644" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-44644" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/10/pexels-cottonbro-7579827.jpg?resize=1020%2C679&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/10/pexels-cottonbro-7579827.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/10/pexels-cottonbro-7579827.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/10/pexels-cottonbro-7579827.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/10/pexels-cottonbro-7579827.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-44644" class="wp-caption-text">Foto: Pexels</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A hepatite é uma inflamação do fígado que, na maioria das vezes, não apresenta sintomas imediatos. Em especial os tipos B e C podem permanecer ocultos por anos, enquanto causam danos progressivos ao órgão. Quando não tratada, a doença pode evoluir para fibrose hepática, cirrose, insuficiência no fígado, hemorragia digestiva e até câncer.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Dados do Ministério da Saúde indicam que 826 mil pessoas vivem com a doença no Brasil. Em 2024, os casos de hepatite A tiveram um aumento de 54,5% no país. A informação foi divulgada pela própria pasta.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O médico clínico geral Flávio Denari, da rede AmorSaúde, explica que a hepatite pode ter diferentes causas. A origem mais comum são os vírus, que geram os tipos A, B, C, D e E. Mas a doença também pode ser provocada pelo consumo excessivo de álcool, por reações do sistema imunológico contra o próprio fígado, por uso abusivo de medicamentos ou pela ingestão de substâncias tóxicas.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Denari ressalta que o diagnóstico precoce faz grande diferença. Como muitos pacientes demoram a apresentar queixas, exames de sangue periódicos são fundamentais, especialmente para quem tem fatores de risco.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Tipos de hepatite e formas de transmissão</span></strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A hepatite A é transmitida por água ou alimentos contaminados e pela falta de higiene. Costuma ser aguda, e os sintomas como febre, cansaço, dor abdominal e olhos amarelados aparecem em até 50 dias. Raramente se torna crônica.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A hepatite B pode ser transmitida por sangue, relações sexuais desprotegidas e da mãe para o bebê no parto. Tem potencial para se tornar crônica e geralmente não causa sintomas iniciais.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A hepatite C é transmitida principalmente por contato com sangue contaminado, incluindo compartilhamento de seringas, uso de materiais perfurocortantes ou procedimentos sem esterilização adequada. Também é silenciosa e frequentemente se cronifica.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A hepatite D só ocorre em pessoas que já têm hepatite B, pois depende desse vírus para infectar. Os sintomas costumam surgir rapidamente.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A hepatite E, semelhante à A, é transmitida por água e alimentos contaminados, com quadro geralmente agudo. É pouco frequente no Brasil.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Sinais de alerta e prevenção</span></strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O médico alerta que sintomas como dor no lado direito do abdômen, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras podem indicar hepatite. No entanto, a melhor forma de detectar a doença ainda é por meio de exames laboratoriais.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Para prevenção, algumas medidas são eficazes. Existem vacinas para hepatite A e B, que também protegem indiretamente contra o tipo D. O uso de preservativo em todas as relações sexuais ajuda a evitar os tipos B e C. Não compartilhar materiais cortantes, como agulhas, seringas, alicates de unha, lâminas de barbear e escovas de dente, é outra recomendação importante. Além disso, higienizar alimentos, consumir água filtrada e cozinhar bem carnes e verduras reduz o risco de infecção pelos tipos A e E.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Tratamento varia conforme o tipo da doença</span></strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Nas hepatites não virais, o tratamento consiste em eliminar a causa da inflamação. Isso pode significar parar de ingerir bebidas alcoólicas, ajustar medicamentos ou usar imunossupressores quando o próprio corpo ataca o fígado.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Para os casos virais, as condutas são distintas. As hepatites A e E exigem repouso, hidratação e acompanhamento médico. Para o tipo C, existem tratamentos orais com antivirais que alcançam taxas de cura superiores a 95%. Já a hepatite B pode demandar antivirais em casos crônicos, com excelente controle, embora nem sempre haja cura definitiva. O tipo D tem tratamento mais complexo e deve ser conduzido por especialista.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Em qualquer situação, o médico recomenda suspender o consumo de álcool, não se automedicar e manter uma alimentação equilibrada, rica em verduras, frutas e proteínas magras, para evitar o avanço da doença.</span></p>
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		<title>CLDF aprova Eliane Souza de Abreu para presidência do IgesDF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 11:51:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou nesta terça-feira (12) o nome de Eliane Souza de Abreu para a presidência do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Enfermeira e gestora da saúde pública, ela assume o comando do instituto responsável pela administração do Hospital de Base, Hospital Regional de Santa [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47762" aria-describedby="caption-attachment-47762" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-47762 size-large" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/55266125351_85b25f98c4_o_1-1.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="presidente do IgesDF" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/55266125351_85b25f98c4_o_1-1.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/55266125351_85b25f98c4_o_1-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/55266125351_85b25f98c4_o_1-1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/55266125351_85b25f98c4_o_1-1.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/55266125351_85b25f98c4_o_1-1.jpg?w=2048&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47762" class="wp-caption-text">Não se faz gestão apenas atrás de uma mesa ou dentro de um gabinete. É nas unidades que vamos entender o que precisa ser aprimorado e o que deve ser corrigido”, destacou a nova presidente do IgesDF. Foto: divulgação Agência Brasília. </figcaption></figure>
<p>A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou nesta terça-feira (12) o nome de <strong>Eliane Souza de Abreu</strong> para a <span style="background-color: #ffff00;">presidência do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)</span>. Enfermeira e gestora da saúde pública, ela assume o comando do instituto responsável pela administração do Hospital de Base, Hospital Regional de Santa Maria, Hospital Cidade do Sol e 13 unidades de pronto atendimento (UPAs).</p>
<h3>Aprovação ocorreu após audiência pública</h3>
<p>A indicação feita pela governadora <strong>Celina Leão</strong> foi aprovada em plenário após audiência pública realizada pela Comissão de Saúde da CLDF. Durante a sabatina, parlamentares questionaram a futura presidente sobre assistência à população, continuidade administrativa, valorização das equipes e estratégias para aprimorar os serviços de saúde.</p>
<h3>Nova presidente defende gestão próxima das unidades</h3>
<p>Durante a audiência, Eliane afirmou que pretende adotar uma<span style="background-color: #ffff00;"> gestão baseada em governança clínica, presença constante nas unidades e fortalecimento das equipes assistenciais.</span></p>
<blockquote><p>“A minha gestão será marcada por fazer o que precisa ser feito. Parece simples, mas a saúde pública exige fortalecimento permanente”, declarou.</p></blockquote>
<p>Ela também destacou a importância de acompanhar de perto a rotina hospitalar.</p>
<blockquote><p>“Não se faz gestão apenas atrás de uma mesa ou dentro de um gabinete. É nas unidades que vamos entender o que precisa ser aprimorado e o que deve ser corrigido”, afirmou.</p></blockquote>
<h3>Experiência em hospitais e UTIs</h3>
<p>Com 14 anos de experiência na área da saúde, Eliane Souza de Abreu atuou na gestão do Hospital Regional de Santa Maria e possui trajetória ligada à administração hospitalar e unidades de terapia intensiva.</p>
<p>Ela é mestranda em Gestão da Saúde, possui MBA em Liderança, Inovação e Gestão 4.0 e certificações em excelência operacional e gestão hospitalar.</p>
<p>Ao longo da carreira, trabalhou com implantação de indicadores de qualidade, governança clínica e melhoria de processos voltados à eficiência operacional e segurança do paciente.</p>
<h3>Gestão terá foco em equipes e assistência</h3>
<p>A nova presidente ressaltou que pretende fortalecer a comunicação interna e valorizar os profissionais da saúde.</p>
<blockquote><p>“A gente não pode avançar nos processos de gestão e esquecer que quem entrega os resultados são as pessoas”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Após a aprovação, Eliane declarou que assume o cargo com foco no fortalecimento da assistência e na construção de soluções sustentáveis para a saúde pública do DF.</p>
<blockquote><p>“A saúde pública exige coragem, compromisso e capacidade de transformação. É com esse propósito que iniciamos este novo ciclo”, concluiu.</p></blockquote>
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		<title>Asma: seu filho pode ter e você não saber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 20:18:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No mês do Mundial da Asma especialistas chamam a atenção para o impacto das estações mais frias no controle da doença. Tosse persistente, chiado no peito e cansaço durante atividades simples, como brincar, não devem ser encarados como algo comum na infância e tendem a se intensificar em períodos de queda de temperatura. Isso ocorre [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47641" aria-describedby="caption-attachment-47641" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-47641" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/6yUmOkRGN3MzM6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6cDM2cTM1kTN4IjOnVGcq5ydvxmYkdDN4ETM3MTN2UDZ1kjNyQzY5QjN1UWN5QWO1UzYwYkMlUzYwYkMlcTN1cjMGJTJ4kTNzYTM3QzMz8VL1ETLf9VLwITLfpTM.jpg?resize=800%2C533&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="533" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/6yUmOkRGN3MzM6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6cDM2cTM1kTN4IjOnVGcq5ydvxmYkdDN4ETM3MTN2UDZ1kjNyQzY5QjN1UWN5QWO1UzYwYkMlUzYwYkMlcTN1cjMGJTJ4kTNzYTM3QzMz8VL1ETLf9VLwITLfpTM.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/6yUmOkRGN3MzM6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6cDM2cTM1kTN4IjOnVGcq5ydvxmYkdDN4ETM3MTN2UDZ1kjNyQzY5QjN1UWN5QWO1UzYwYkMlUzYwYkMlcTN1cjMGJTJ4kTNzYTM3QzMz8VL1ETLf9VLwITLfpTM.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/6yUmOkRGN3MzM6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6cDM2cTM1kTN4IjOnVGcq5ydvxmYkdDN4ETM3MTN2UDZ1kjNyQzY5QjN1UWN5QWO1UzYwYkMlUzYwYkMlcTN1cjMGJTJ4kTNzYTM3QzMz8VL1ETLf9VLwITLfpTM.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-47641" class="wp-caption-text">Foto: Freepik</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph">No mês do Mundial da Asma especialistas chamam a atenção para o impacto das estações mais frias no controle da doença. Tosse persistente, chiado no peito e cansaço durante atividades simples, como brincar, não devem ser encarados como algo comum na infância e tendem a se intensificar em períodos de queda de temperatura. Isso ocorre porque o frio, o ar seco e a maior permanência em ambientes fechados favorecem o surgimento de crises e agravam quadros já existentes.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">De acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, a asma afeta cerca de 20 milhões de brasileiros, entre crianças e adultos. Desse total, aproximadamente 5% apresentam formas mais graves da doença, que exigem acompanhamento contínuo e maior atenção, especialmente durante os dias mais frios.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A pneumologista pediátrica Patrícia Barreto, do Hospital Vitória, que faz parte da Rede Américas, afirma que os sintomas costumam ser confundidos com quadros virais. Os sinais mais comuns de asma em crianças pequenas são chiado no peito, tosse persistente principalmente à noite ou ao acordar, falta de ar e cansaço ao brincar ou mamar. Um ponto chave é que a asma é recorrente e variável, com períodos de melhora e piora muitas vezes associados a gatilhos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Segundo a médica, a repetição dos sintomas é um indicativo importante. Resfriados têm duração limitada. Na asma, os sintomas voltam várias vezes ou persistem. Quando a tosse é frequente, principalmente à noite, é preciso investigar. Fatores ambientais também contribuem para o agravamento das crises. A poluição irrita as vias aéreas, enquanto o mofo e a umidade favorecem a formação de processos alérgicos. As mudanças climáticas ainda intensificam a circulação de vírus e a concentração de poluentes.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Além das mudanças climáticas, os principais gatilhos podem ser provocados por poeira, ácaros, vírus respiratórios, mofo, pelos de animais e poluição. Geralmente, é a combinação desses fatores que desencadeia as crises.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A coordenadora da Pediatria do Complexo Hospitalar de Niterói (CHN), Christine Tamar, destaca a relação direta entre asma e alergias. Ela afirma que asma e alergias estão intimamente ligadas, e muitas crianças têm asma alérgica, desencadeada por uma resposta exagerada do organismo a substâncias comuns do ambiente. Rinite alérgica, dermatite atópica e alergias alimentares podem fazer parte da chamada marcha atópica, que aumenta o risco de desenvolver asma ao longo da infância. A especialista ressalta que o controle da doença depende de medidas contínuas. A gestão ambiental, o uso correto das medicações e o acompanhamento médico regular são fundamentais para manter a asma controlada.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Sem tratamento adequado, a doença pode evoluir. A asma fora de controle pode levar a crises mais graves, idas à emergência, internações e prejuízo na qualidade de vida. Em casos extremos, há risco de vida. Apesar de não ter cura, a doença pode ser administrada. A asma pode ser muito bem controlada, permitindo que a criança leve uma vida normal. Em alguns casos, os sintomas diminuem com o crescimento, mas isso varia de acordo com cada paciente.</p>
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