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	<title>Arquivos Empreendedorismo - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Empreendedorismo - Portal Contexto</title>
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		<title>Além do aluguel de 5 anos: como o imóvel comercial está virando a ‘nuvem’ das empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 21:16:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Startup]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descompasso entre prazos rígidos do setor imobiliário e a agilidade das marcas impulsiona modelo de uso temporário; formato já movimenta mercado bilionário global e consolida nova lógica de ocupação no Brasil O tradicional contrato de aluguel comercial com duração de cinco anos e processos burocráticos está com os dias contados para uma parcela crescente das [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 data-path-to-node="1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-13120 aligncenter" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/apartamentos.jpg?resize=750%2C500&#038;ssl=1" alt="" width="750" height="500" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/apartamentos.jpg?w=750&amp;ssl=1 750w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/apartamentos.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></h1>
<h3 style="text-align: center;" data-path-to-node="2"><i data-path-to-node="2" data-index-in-node="0">Descompasso entre prazos rígidos do setor imobiliário e a agilidade das marcas impulsiona modelo de uso temporário; formato já movimenta mercado bilionário global e consolida nova lógica de ocupação no Brasil</i></h3>
<p data-path-to-node="4">O tradicional contrato de aluguel comercial com duração de cinco anos e processos burocráticos está com os dias contados para uma parcela crescente das empresas brasileiras. Impulsionadas pela transformação do varejo e pelo avanço do <i data-path-to-node="4" data-index-in-node="234">e-commerce</i>, marcas de diferentes portes vêm mudando drasticamente a forma de ocupar cidades: em vez da permanência definitiva, a regra agora é a presença temporária e estratégica.</p>
<p data-path-to-node="5">A mudança reflete um dilema atual do mercado. Enquanto o comércio eletrônico brasileiro atingiu a marca de aproximadamente R$ 235 bilhões movimentados em 2025, o ponto físico perdeu a função exclusiva de balcão de vendas. Hoje, o imóvel funciona como uma ferramenta multifuncional de experiência, <i data-path-to-node="5" data-index-in-node="297">branding</i>, relacionamento e geração de demanda.</p>
<p data-path-to-node="6">Exemplos dessa guinada não faltam no mercado. Grandes conglomerados globais como a Inditex, proprietária da Zara, reestruturaram a operação no Brasil para focar em menos unidades, porém maiores e hiperconectadas ao ecossistema digital. No caminho inverso, gigantes nacionais como o Magazine Luiza voltaram a expandir redes físicas em 2026 para reforçar sua presença <i data-path-to-node="6" data-index-in-node="368">omnichannel</i>.</p>
<p data-path-to-node="7">Apesar de parecerem opostas, ambas as decisões convergem para o mesmo diagnóstico: o espaço físico precisa cumprir uma função clara, no momento certo.</p>
<h4 data-path-to-node="8"><strong>A lógica da “nuvem” aplicada ao tijolo</strong></h4>
<p data-path-to-node="9">Para os especialistas, o modelo de negócios do setor imobiliário tradicional — estruturado sob contratos rígidos e de longo prazo — criou um descompasso com a velocidade exigida pelo varejo moderno.</p>
<p data-path-to-node="10">É o que aponta Fernando Marques, fundador da <i data-path-to-node="10" data-index-in-node="45">startup</i> Popupster. Segundo o executivo, o valor dos espaços comerciais migrate progressivamente da posse fixa para a facilidade de acesso flexível.</p>
<p data-path-to-node="11,0">&#8220;O mercado já entendeu que a presença física continua sendo importante. O que mudou foi a forma como ela é utilizada. Em muitos casos, as empresas não querem um ponto comercial para os próximos cinco anos. Elas precisam de um espaço por alguns dias ou semanas para lançar um produto, gravar uma campanha, realizar um evento ou testar um mercado&#8221;, explica Marques.</p>
<p data-path-to-node="12">Na avaliação do fundador, o imóvel passa a operar no mesmo formato de contratação sob demanda popularizado pela tecnologia (<i data-path-to-node="12" data-index-in-node="124">Software as a Service</i> e computação em nuvem), além de setores como mobilidade urbana e escritórios compartilhados. O cardápio de usabilidade também se ampliou: lançamentos, gravações audiovisuais, <i data-path-to-node="12" data-index-in-node="321">showrooms</i>, ativações de marcas, feiras corporativas e experiências gastronômicas pontuais agora disputam metros quadrados que antes passavam meses vazios à espera de um inquilino definitivo.</p>
<h4 data-path-to-node="13"><strong>Fenômeno bilionário e atração de investimento</strong></h4>
<p data-path-to-node="14">O apetite do público por formatos dinâmicos ajuda a explicar a força do conceito. Globalmente, as estimativas projetam que o mercado de varejo temporário (<i data-path-to-node="14" data-index-in-node="155">pop-up stores</i>) ultrapasse os US$ 95 bilhões até o final de 2026.</p>
<p data-path-to-node="15">No cenário local, ações pontuais de marcas globais reforçam o engajamento desse modelo. A gigante do <i data-path-to-node="15" data-index-in-node="101">fast-fashion</i> Shein atraiu cerca de 100 mil visitantes em três anos de operações temporárias pelo Brasil, enquanto marcas esportivas como a FILA usam o formato para ativações focadas em grandes eventos de nicho.</p>
<p data-path-to-node="16">Essa lacuna entre a demanda por flexibilidade e a oferta engessada abriu espaço para novos modelos de intermediação tecnológica. Criada em 2025 para conectar proprietários a ocupantes temporários, a <i data-path-to-node="16" data-index-in-node="199">proptech</i> Popupster acumula R$ 1,5 milhão em propostas comerciais movimentadas sem captar investimento externo, mantendo R$ 1,2 milhão em negociações ativas. A base já reúne mais de 300 espaços mapeados em 15 estados e supera 4 mil usuários cadastrados.</p>
<p data-path-to-node="17">Para o setor, os dados indicam um caminho sem volta para a arquitetura urbana e comercial do país: a migração cultural de um mercado historicamente pautado na propriedade para uma economia moldada pelo acesso.</p>
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		<title>Setembro Amarelo: práticas para construir ambientes de trabalho mais seguros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 20:17:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Fique Bem]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mês de setembro é marcado pela campanha Setembro Amarelo, dedicada à conscientização sobre saúde mental e prevenção ao suicídio . No ambiente corporativo, a campanha ganha uma dimensão que vai além das ações pontuais: coloca em discussão a capacidade das empresas de construir relações de trabalho mais saudáveis e ambientes em que pedir ajuda não [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="ds-markdown-paragraph"><span class=""><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-8041 aligncenter" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/SETEMBROAMARELO.jpg?resize=279%2C180&#038;ssl=1" alt="" width="279" height="180" /></p>
<p>O mês de setembro é marcado pela campanha Setembro Amarelo, dedicada à conscientização sobre saúde mental e prevenção ao suicídio </span><span class="">. No ambiente corporativo, a campanha ganha uma dimensão que vai além das ações pontuais: coloca em discussão a capacidade das empresas de construir relações de trabalho mais saudáveis e ambientes em que pedir ajuda não seja visto como sinal de fragilidade.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Os números ajudam a dimensionar o desafio. A Organização Mundial da Saúde estima que a depressão e a ansiedade resultem na perda de cerca de 12 bilhões de dias de trabalho por ano em todo o mundo </span><span class="">. No Brasil, a proporção de profissionais que afirmam já ter solicitado afastamento por questões de saúde mental passou de 15% em 2023 para 20,1% em 2025. O levantamento também mostra um descompasso entre discurso e prática: apenas 28,2% dos entrevistados afirmam se sentir confortáveis para falar sobre saúde mental no trabalho.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Para Aliesh Farias, psicóloga e CEO da Carpediem RH, a resposta passa menos por ações pontuais e mais pela maneira como a organização conduz sua rotina. Ela afirma que o Setembro Amarelo é um importante momento para ampliar essa conversa, mas o acolhimento precisa acontecer diariamente. Empresas que colocam as pessoas no centro das decisões constroem relações mais saudáveis, fortalecem a cultura organizacional e colhem melhores resultados. Segurança emocional não é um benefício, mas um dos pilares de organizações sustentáveis.</p>
<p></span></p>
<p><strong>1. Desenvolva líderes preparados para acolher</strong></p>
<p>A liderança tem papel central na construção de um ambiente psicologicamente seguro. Gestores preparados para ouvir, reconhecer mudanças de comportamento e encaminhar situações que exigem ajuda especializada conseguem estabelecer relações de maior confiança com suas equipes.</p>
<p>“O colaborador dificilmente procura ajuda se não sente confiança na liderança”, explica Aliesh. “O líder precisa ser alguém que escuta sem julgamento, acolhe as dificuldades e sabe encaminhar a pessoa para o suporte adequado quando necessário”, completa.</p>
<p>Isso não significa transformar gestores em psicólogos, mas prepará-los para reconhecer sinais de alerta, conduzir conversas difíceis e saber quando uma situação precisa ser encaminhada para profissionais especializados.</p>
<p><strong>2. Incentive uma comunicação aberta e respeitosa</strong></p>
<p>A segurança emocional também passa pela possibilidade de falar. Reuniões em que apenas o gestor se manifesta, ambientes em que erros são tratados com punição ou equipes que evitam discordar por medo de consequências tendem a dificultar a identificação precoce de problemas.</p>
<p>Criar espaços para que profissionais compartilhem dúvidas, sugestões e preocupações ajuda a fortalecer o senso de pertencimento. Também permite que desconfortos sejam discutidos antes de se transformarem em conflitos maiores.</p>
<p>“Quando o colaborador percebe que pode discordar, fazer perguntas ou admitir uma dificuldade sem colocar sua posição em risco, a comunicação tende a ser mais transparente e a colaboração entre as equipes pode ganhar força”, afirma.</p>
<p><strong>3. Equilibre produtividade e bem-estar</strong></p>
<p>Metas e resultados continuam sendo parte essencial da dinâmica empresarial, mas alta performance não deve ser confundida com excesso de trabalho.</p>
<p>Distribuição adequada das demandas, prioridades claras, respeito aos períodos de descanso e maior previsibilidade da rotina são alguns dos fatores que podem contribuir para uma relação mais sustentável com o trabalho.</p>
<p>Para Aliesh, empresas que cuidam da saúde mental precisam olhar também para a própria organização do trabalho. “Produtividade sustentável depende de equilíbrio, organização e respeito aos limites das pessoas”, afirma.</p>
<p>A discussão ganha especial importância em um momento em que o adoecimento mental tem impacto crescente sobre o mercado de trabalho. Levantamento da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT), com base em dados do INSS, mostra que os afastamentos relacionados a transtornos mentais vêm crescendo no Brasil. Entre 2023 e 2025, os registros de burnout analisados pela entidade passaram de 1.760 para 6.985, um aumento de quase quatro vezes no período.</p>
<p><strong>4. Invista em um programa permanente de saúde mental</strong></p>
<p>Campanhas de conscientização podem ajudar a abrir o diálogo, mas não substituem políticas permanentes.</p>
<p>A CEO da Carpediem RH lembra que a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a promoção da saúde mental no trabalho deve envolver intervenções organizacionais, treinamento de gestores e trabalhadores e medidas de prevenção, e não apenas ações individuais.</p>
<p>“Programas de apoio psicológico, iniciativas de educação sobre saúde mental, capacitação de lideranças e canais de escuta são algumas das possibilidades”, indica Aliesh.</p>
<p>O mais importante, segundo a especialista, é que essas ações não fiquem restritas a períodos específicos do calendário. “O Setembro Amarelo é um importante momento de conscientização, mas a saúde mental precisa ser tratada durante todo o ano. O acolhimento deve fazer parte da cultura organizacional e estar presente nas decisões e práticas do dia a dia”, diz a especialista.</p>
<p><strong>5. Monitore o clima organizacional</strong></p>
<p>Não basta criar canais de escuta: é preciso saber o que está acontecendo dentro das equipes.</p>
<p>Pesquisas de clima, conversas periódicas, avaliações de liderança e outros mecanismos de escuta podem ajudar a identificar sinais de desgaste, conflitos e insatisfação antes que eles evoluam para problemas mais graves.</p>
<p>O Setembro Amarelo, nesse sentido, pode ser menos um ponto de chegada e mais uma oportunidade para as empresas avaliarem o que acontece nos outros onze meses do ano. “Ouvindo os colaboradores de forma contínua, a empresa consegue agir antes que pequenos desconfortos se transformem em crises. Prevenção sempre será mais eficaz do que agir apenas quando o problema já está instalado”, afirma Aliesh.</p>
<p>Mais do que uma questão relacionada a benefícios ou iniciativas de recursos humanos, a saúde mental passou a fazer parte da discussão sobre a própria sustentabilidade das organizações. A forma como uma empresa organiza o trabalho, prepara suas lideranças e estabelece relações com seus colaboradores pode influenciar não apenas o bem-estar das equipes, mas também sua capacidade de reter talentos, manter produtividade e construir uma cultura de confiança.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class=""> </span></p>
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		<title>ES: Mucane recebe Dia dos Países Africanos com programação dedicada ao Quênia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 22:41:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento gratuito será realizado neste sábado, em Vitória, com gastronomia, palestras, oficinas de dança, música e afroempreendedorismo O Museu Capixaba do Negro “Verônica da Pas” (Mucane), em Vitória, recebe neste sábado (22), das 11h às 22h, a 6ª edição do Dia dos Países Africanos. Desta vez, a programação será dedicada ao Quênia, reunindo gastronomia, música, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_49047" aria-describedby="caption-attachment-49047" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-49047" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/normal%402x.jpg?resize=700%2C466&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="466" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/normal%402x.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/normal%402x.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-49047" class="wp-caption-text">Evento é idealizado pelo chef e produtor cultural congolês Rikler Makabu Sekelembe.</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">Evento gratuito será realizado neste sábado, em Vitória, com gastronomia, palestras, oficinas de dança, música e afroempreendedorismo</h3>
<p>O Museu Capixaba do Negro “Verônica da Pas” (Mucane), em Vitória, recebe neste sábado (22), das 11h às 22h, a 6ª edição do Dia dos Países Africanos. Desta vez, a programação será dedicada ao Quênia, reunindo gastronomia, música, dança, conhecimento, empreendedorismo e memória.</p>
<p>O evento é idealizado pelo chef e produtor cultural congolês <strong>Rikler Makabu Sekelembe</strong>, responsável pela Chez Kimberly Food. A proposta é aproximar o público brasileiro da diversidade cultural do continente africano.</p>
<p>A cada edição, um país africano é colocado no centro da programação, com destaque para histórias, expressões artísticas, sabores e modos de vida. Em Vitória, o encontro ganha significado especial ao ocupar o Mucane, espaço dedicado à preservação da memória e à valorização da cultura negra.</p>
<h3>Gastronomia terá pratos do Quênia e de outras regiões africanas</h3>
<p>A gastronomia será um dos principais eixos da programação. O público poderá conhecer e degustar preparações tradicionais do Quênia e de outras regiões africanas.</p>
<p>Entre os destaques estão o Arroz de Pilau, preparado com carne bovina, especiarias e servido com banana-da-terra; o Viazi Karai, comida de rua da costa queniana feita com batata e massa temperada com cardamomo, canela e pimenta-preta; e o Mandazi, bolinho frito adocicado bastante conhecido no Quênia.</p>
<p>Também estarão no cardápio os Bolinhos Mágicos, de frango ou peixe, inspirados na culinária popular congolesa, e o Mbwnge na Mwamba, preparado com feijão-fradinho, molho de amendoim e leite de coco, com opções de carne bovina ou vegana.</p>
<p>Além de Rikler, os pratos contarão com os conhecimentos da queniana <strong>Rhoda Mutisya</strong>, que vive no Brasil e vai compartilhar técnicas e tradições culinárias aprendidas em família.</p>
<blockquote><p>“Mais do que alimentar, a culinária será uma forma de contar histórias. Cada tempero, ingrediente e preparo abre uma porta para compreender culturas que, embora separadas pelo Atlântico, mantêm vínculos profundos com a formação brasileira”, afirma Rikler.</p></blockquote>
<h3>Palestras abordam cultura, ancestralidade e identidade</h3>
<p>Das 13h às 16h, o público poderá participar de uma rodada de palestras sobre história, cultura, gastronomia e contribuições do Quênia e do continente africano.</p>
<p>A gastrônoma, professora e pesquisadora capixaba <strong>Kenya Souza</strong> conduzirá a conversa “África no Prato: sabores do Quênia e a herança da culinária africana na cozinha brasileira”.</p>
<p>Na sequência, a historiadora e pesquisadora das relações étnico-raciais <strong>Leonor Araújo</strong> abordará o tema “Quênia: história, cultura e a ancestralidade que nos une”, com participação de Rhoda Mutisya.</p>
<p>A produtora cultural e integrante da Associação das Bandas de Congo de Guarapari, <strong>Raquel Aparecida</strong>, falará sobre “Raízes africanas e a identidade capixaba: manifestações populares”. A mediação será feita pela jornalista, pesquisadora e graduanda Gabriela Maia.</p>
<h3>Oficinas de dança e música africana</h3>
<p>A dança também terá destaque na programação, com oficinas em dois horários: das 12h às 13h e das 17h às 18h.</p>
<p>A oficina de twerk será conduzida por <strong>Makapon Pur</strong>i, artista da modalidade. A atividade apresenta o twerk como uma dança construída e fortalecida por comunidades negras, especialmente no sul dos Estados Unidos, em diálogo com saberes de matrizes africanas.</p>
<p>Também haverá oficina com o Grupo de Dança Afro Negraô, ministrada pelo bailarino, coreógrafo, professor e pesquisador em dança <strong>Gil Mendes</strong>.</p>
<p>Durante toda a programação e nos intervalos das oficinas, o som ficará por conta do DJ Kernel, de origem congolesa e angolana. Ele levará ao Mucane sonoridades da cena africana, com destaque para a música queniana. O baile segue até 21h.</p>
<h3>Afroempreendedores participam da programação</h3>
<p>A celebração também abrirá espaço para a produção autoral capixaba. Cinco afroempreendedores apresentarão trabalhos como telas com pinturas africanas em acrílico, roupas, acessórios com tecidos e estampas ligadas à ancestralidade, canecas, ecobags e squeezes.</p>
<p>Para o coordenador do Mucane, <strong>Luiz Claudio dos Santos Pereira</strong>, receber o evento reafirma o papel do museu como espaço de encontro entre Brasil e África.</p>
<blockquote><p>“A iniciativa amplia o sentido do encontro ao valorizar não apenas manifestações artísticas, mas também quem transforma identidade, criatividade e memória em trabalho e oportunidade. Para o Mucane, receber todo esse evento significa reafirmar seu papel como espaço vivo de encontro entre Brasil e África”, declara.</p></blockquote>
<p>Segundo ele, a união entre gastronomia, música, dança, conhecimento e produção cultural fortalece os vínculos entre ancestralidade e contemporaneidade.</p>
<p>O evento será realizado no térreo e no pátio do Mucane. O espaço conta com banheiros adaptados e rampa de acesso ao hall. A entrada é gratuita.</p>
<p>Serviço</p>
<p>6º Dia dos Países Africanos — edição Quênia<br />
Data: sábado, 22 de agosto<br />
Horário: das 11h às 22h<br />
Local: Museu Capixaba do Negro “Verônica da Pas” (Mucane)<br />
Endereço: Avenida República, nº 121, Centro Histórico de Vitória<br />
Programação: gastronomia, palestras, oficinas de dança, música e exposição de produtos de afroempreendedores<br />
Informações: (27) 3222-4560<br />
Entrada: gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Crédito para carros de aplicativo e táxis tem teto elevado para R$ 200 mil</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/credito-para-carros-de-aplicativo-e-taxis-tem-teto-elevado-para-r-200-mil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=credito-para-carros-de-aplicativo-e-taxis-tem-teto-elevado-para-r-200-mil</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 22:10:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova regra do Programa Move Brasil também amplia os modelos híbridos elegíveis para financiamento O Programa Move Brasil, Táxi e Aplicativos ampliou o limite de financiamento para veículos novos e passou a incluir novas configurações de carros híbridos entre os modelos elegíveis. A mudança foi oficializada com a publicação de uma portaria conjunta dos Ministérios [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_49044" aria-describedby="caption-attachment-49044" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-49044" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/984485-taxistas-uber-9500.webp?resize=1020%2C611&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="611" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/984485-taxistas-uber-9500.webp?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/984485-taxistas-uber-9500.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/984485-taxistas-uber-9500.webp?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/984485-taxistas-uber-9500.webp?w=1170&amp;ssl=1 1170w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-49044" class="wp-caption-text">Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">Nova regra do Programa Move Brasil também amplia os modelos híbridos elegíveis para financiamento</h3>
<p>O Programa Move Brasil, Táxi e Aplicativos ampliou o limite de financiamento para veículos novos e passou a incluir novas configurações de carros híbridos entre os modelos elegíveis.</p>
<p>A mudança foi oficializada com a publicação de uma portaria conjunta dos Ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e da Fazenda, em edição extraordinária do Diário Oficial da União (DOU).</p>
<p>Com a nova regra, o teto do valor do veículo passou de R$ 150 mil para R$ 200 mil, considerando o preço registrado na nota fiscal. A medida amplia o número de modelos que podem ser financiados por motoristas de aplicativo e taxistas cadastrados no programa.</p>
<h3>Novo teto amplia mercado elegível</h3>
<p>Com a elevação do limite, o governo estima que o critério econômico do programa passe a alcançar cerca de 88% do mercado brasileiro de veículos, ante aproximadamente 63% anteriormente.</p>
<p>A estimativa considera dados de emplacamentos da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) de 2025.</p>
<p>Na prática, a mudança aumenta a variedade de veículos disponíveis aos beneficiários, incluindo modelos de categorias superiores de conforto.</p>
<h3>Programa passa a incluir mais tipos de híbridos</h3>
<p>A nova portaria também ampliou a lista de veículos híbridos que podem participar do programa.</p>
<p>Agora, são contemplados modelos que combinam motor elétrico com motor a combustão movido a álcool, gasolina ou álcool e gasolina.</p>
<p>A medida mantém os critérios de sustentabilidade e eficiência energética estabelecidos pelo programa.</p>
<p>Dados do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) de 2026 indicam que veículos híbridos podem apresentar redução média próxima de 24% no consumo energético em comparação com versões convencionais equivalentes.</p>
<h3>Programa prevê até R$ 30 bilhões em crédito</h3>
<p>Em vigor desde 27 de julho, o Move Brasil prevê até R$ 30 bilhões em crédito para a aquisição de veículos novos por motoristas de aplicativo e taxistas.</p>
<p>A ampliação ocorre enquanto o governo avalia mudanças para aumentar a participação dos bancos privados nas operações de financiamento.</p>
<p>Na noite de quarta-feira (19), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a equipe econômica estudava ajustes no programa. Segundo ele, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal têm demonstrado maior disposição para conceder financiamentos, enquanto as instituições privadas apresentam menor participação.</p>
<h3>Adesão ainda está abaixo da expectativa</h3>
<p>De acordo com Durigan, a adesão ao programa está abaixo da expectativa inicial do governo, embora o volume de operações já seja considerado relevante.</p>
<p>O ministro afirmou que o governo pretende avaliar formas de ampliar o interesse das instituições privadas e aumentar o número de financiamentos.</p>
<blockquote><p>“O que a gente tem visto é uma participação maior dos bancos públicos, do Banco do Brasil e da Caixa, com menos apetite por parte dos bancos privados. Nós estamos sempre em contato para entender por que, mesmo com a garantia do governo, não tem tido a adesão que a gente inicialmente esperava”, disse Durigan, após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p></blockquote>
<p>Com o novo teto de R$ 200 mil e a ampliação das categorias de veículos híbridos, o governo busca aumentar as opções disponíveis aos motoristas e, ao mesmo tempo, trabalha em ajustes para elevar a participação das instituições privadas no programa.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sinais de maturidade: como saber se a startup está pronta para escalar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 20:01:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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<figure id="attachment_48809" aria-describedby="caption-attachment-48809" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-48809" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/pexels-tima-miroshnichenko-6914070-1.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/pexels-tima-miroshnichenko-6914070-1.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/pexels-tima-miroshnichenko-6914070-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/pexels-tima-miroshnichenko-6914070-1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/pexels-tima-miroshnichenko-6914070-1.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48809" class="wp-caption-text">Foto: Pexels</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O ecossistema de startups brasileiro vive um momento de consolidação. Dados do Observatório Sebrae Startups e da ABStartups mostram que, embora o número de empresas inovadoras cresça, o caminho para a escala sustentável ainda é um desafio para a maioria. Estatísticas revelam que 56,56% das startups ainda não faturam </span><span class=""> e apenas 15,4% alcançam a etapa de escala </span><span class="">, evidenciando que transformar uma ideia promissora em um negócio de alto crescimento é uma realidade para poucos.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Para Paulo Humaitá, fundador e CEO da Bluefields, que já acelerou mais de 300 startups, o problema raramente é a falta de capital ou oportunidades. Na prática, a principal dificuldade é a falta de clareza sobre o próprio negócio. O mercado valoriza cada vez mais a qualidade dos fundamentos e a capacidade de execução do founder, não apenas o potencial da ideia.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A partir dessa experiência, Humaitá elenca quatro sinais que indicam que uma startup está preparada para crescer de forma estruturada.</span></p>
<h4><strong><span class="">Founder que vende antes de ter o produto pronto</span></strong></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Existe uma crença perigosa entre founders: esperar o produto ficar perfeito para começar a vender. O problema é que esse momento raramente chega. Startups maduras invertem essa lógica e validam a demanda antes mesmo de concluir a solução. Três pré-vendas realizadas antes do lançamento dizem mais sobre o potencial de um negócio do que qualquer apresentação para investidores. Essa abordagem, que coloca a validação de mercado antes do desenvolvimento do produto, é um dos pilares da metodologia de startup enxuta, que prioriza ciclos rápidos de teste e feedback </span><span class="">.</span></p>
<h4><strong><span class="">Founder que já pivotou e não tem vergonha disso</span></strong></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Pivotar significa mudar a direção do negócio com base em evidências: trocar o público-alvo, reformular o produto ou abandonar um modelo que não funciona. É a evidência de que o founder está ouvindo o mercado mais do que está apegado à própria ideia. Startups que alcançam escala raramente são as que acertaram de primeira. São aquelas que erraram rápido, aprenderam com os erros e mudaram de direção antes de ficar sem fôlego. Quem nunca pivotou, com certeza, ainda não testou seu negócio o suficiente.</span></p>
<h4><strong><span class="">Clareza sobre quem é o cliente</span></strong></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Se a resposta do founder sobre quem compra seu produto demora mais de trinta segundos ou vem carregada de &#8220;depende&#8221;, o negócio ainda não está pronto para escalar. Clareza sobre o cliente é a base de qualquer estratégia de crescimento. Canal de vendas, precificação, contratações e desenvolvimento de produto: tudo começa com a compreensão exata de quem tem o problema que a startup resolve e por que essa pessoa está disposta a pagar por isso. Esse alinhamento é o que se busca com o chamado product market fit, o ponto de convergência entre o que foi planejado e as necessidades do mercado </span><span class="">.</span></p>
<h4><strong><span class="">Execução antes da captação</span></strong></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O sinal mais claro de que uma startup está pronta para escalar não está no pitch deck nem na rodada de investimento. Startups maduras não ficam esperando o próximo edital, o próximo investidor ou o próximo evento para agir. Elas executam com os recursos que têm e usam cada conversa com investidores ou clientes para acelerar algo que já está em andamento, e não para iniciar aquilo que deveria ter começado meses antes. Nesse contexto, a disciplina financeira e a capacidade de demonstrar eficiência operacional e métricas consistentes são diferenciais competitivos fundamentais </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Depois de anos acelerando negócios, a conclusão de Humaitá é direta: a maioria das startups não quebra por crescer rápido demais. Quebra por nunca ter aprendido a jogar o jogo: vender, testar, pivotar e executar. Quem domina isso escala. Quem não domina, não chega a ter esse problema.</span></p>
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		<title>BNDES e IBP firmam acordo para conectar startups do setor de energia a grandes empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 21:24:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Startup]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48768" aria-describedby="caption-attachment-48768" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-48768" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/GettyImages-2141587517-1.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/GettyImages-2141587517-1.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/GettyImages-2141587517-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/GettyImages-2141587517-1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/GettyImages-2141587517-1.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/GettyImages-2141587517-1.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48768" class="wp-caption-text">Foto: Getty Images</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio de sua subsidiária BNDESPAR, e o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) celebraram um acordo de cooperação técnica para fortalecer o ecossistema de inovação no Brasil. A parceria, que integra a estratégia de ampliação das frentes do programa BNDES Garagem, tem como foco conectar startups, empresas e especialistas do setor de energia para impulsionar a transição energética e a descarbonização </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A cooperação permitirá que startups apoiadas pelo BNDES Garagem tenham acesso a demandas concretas da indústria de petróleo, gás e biocombustíveis, abrindo caminho para a validação de soluções, troca com especialistas e interação com potenciais clientes. Em contrapartida, as empresas do setor energético poderão acessar inovações, novas tecnologias e modelos de negócio desenvolvidos por essas startups, contribuindo para a transformação digital e a eficiência operacional </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O acordo terá vigência inicial de 24 meses, podendo ser prorrogado por até 60 meses, e não envolve transferência de recursos financeiros entre as instituições, sendo baseado em cooperação institucional e desenvolvimento conjunto de iniciativas.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou que a iniciativa cria condições para maior interação entre startups e agentes do setor de energia, contribuindo para o desenvolvimento de soluções alinhadas aos desafios tecnológicos e ambientais do país </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Para o IBP, a parceria reforça seu papel como elo entre empresas, governo e sociedade, promovendo inovação para desafios reais do setor. O instituto, que reúne mais de 200 empresas associadas e coordena o hub de inovação iUP, tem atuação em pautas como transição energética, hidrogênio de baixo carbono e captura de carbono. O presidente do IBP, Roberto Ardenghy, afirmou que a parceria está alinhada com o papel do instituto de conectar empresas, startups, centros de pesquisa e investidores para acelerar o desenvolvimento tecnológico e apoiar a transição energética </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">BNDES Garagem: aceleração de impacto</span></strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O BNDES Garagem é o programa de aceleração de startups de impacto do Sistema BNDES, lançado em 2018, que atua como plataforma de apoio ao empreendedorismo inovador, oferecendo mentorias, capacitação e conexão com investidores </span><span class="">. Na atual edição, o programa prioriza soluções voltadas a desafios socioambientais, tendo como temáticas prioritárias a economia verde e descarbonização, além da economia azul. O BNDES Garagem também conta com mecanismos que fomentam a diversidade regional e social, incentivando a participação de empreendedores de todo o país </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A BNDESPAR, por sua vez, é a subsidiária integral do BNDES responsável por operações de capitalização e investimento em empresas, contribuindo para o fortalecimento do mercado de capitais e o desenvolvimento econômico e social </span><span class="">. Em 2025, a BNDESPAR retomou investimentos diretos com R$ 114 milhões no Grupo Santa Clara, empresa de bioinsumos, como parte de sua estratégia de apoio à economia verde e à inovação</span></p>
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		<title>O paradoxo das vagas vazias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 19:04:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contexto]]></category>
		<category><![CDATA[Contexto Econômico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nunca foi tão difícil contratar em um país com tão poucos desempregados. Enquanto a taxa de desocupação brasileira permanece em torno de 5,8%, um dos menores patamares da série recente do IBGE, 81% dos empregadores afirmam não conseguir preencher suas vagas, segundo a Pesquisa de Escassez de Talentos 2025, do ManpowerGroup. O problema deixou de [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48742" aria-describedby="caption-attachment-48742" style="width: 352px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-48742" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/020-Thai-769s-Marion.jpg?resize=352%2C234&#038;ssl=1" alt="" width="352" height="234" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/020-Thai-769s-Marion.jpg?resize=1024%2C681&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/020-Thai-769s-Marion.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/020-Thai-769s-Marion.jpg?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/020-Thai-769s-Marion.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="(max-width: 352px) 100vw, 352px" /><figcaption id="caption-attachment-48742" class="wp-caption-text">Thais Marion. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<div>
<p>Nunca foi tão difícil contratar em um país com tão poucos desempregados. Enquanto a taxa de desocupação brasileira permanece em torno de 5,8%, um dos menores patamares da série recente do IBGE, 81% dos empregadores afirmam não conseguir preencher suas vagas, segundo a Pesquisa de Escassez de Talentos 2025, do ManpowerGroup. O problema deixou de ser a falta de trabalhadores e passou a ser o descompasso entre as competências que o mercado exige e aquelas disponíveis.</p>
<p>Essa transformação ocorre em velocidade inédita. A Inteligência Artificial, a digitalização e a automação estão redefinindo funções, criando novas ocupações e tornando outras rapidamente obsoletas. O Barômetro de Empregos de IA 2025, da PwC, mostra que a demanda por competências relacionadas à inteligência artificial quadruplicou no Brasil em apenas três anos.</p>
<p>Ao mesmo tempo, as chamadas soft skills — conjunto de habilidades humanas como comunicação, pensamento crítico, ética, colaboração e resolução de problemas — tornaram-se diferenciais estratégicos cada vez mais valorizados, mas também cada vez mais escassos.</p>
<p>Outro movimento ajuda a explicar esse cenário. Em busca de maior autonomia, muitos trabalhadores migraram para a informalidade ou para o trabalho mediado por plataformas digitais. Embora essa modalidade ofereça flexibilidade, ela também traz insegurança e menor proteção social.</p>
<p>Lindsey Cameron, professora e pesquisadora da Wharton School, da Universidade da Pensilvânia, em seus estudos sobre o trabalho mediado por plataformas digitais, demonstra que a autonomia prometida por esse modelo frequentemente convive com novas formas de controle e instabilidade, levando muitos profissionais a buscar novamente vínculos formais.</p>
<p>Nesse contexto, o diploma continua importante, mas já não é suficiente. Empresas valorizam cada vez mais profissionais capazes de aprender, desaprender e reaprender ao longo da carreira. O Fórum Econômico Mundial destaca a adaptabilidade entre as competências mais importantes para os próximos anos, reforçando que o aprendizado contínuo deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade.</p>
<p>Talvez o maior desafio do mercado brasileiro não seja criar novas vagas, mas preparar pessoas para ocupá-las. Isso exige um compromisso conjunto entre universidades, empresas e trabalhadores com a aprendizagem contínua.</p>
<p>A pergunta que fica é: estamos investindo apenas em um diploma ou na capacidade de continuar aprendendo durante toda a carreira? Afinal, já não existem profissões, cargos ou carreiras verdadeiramente estáticas. Em um mercado que muda continuamente, aprender deixou de ser uma etapa da vida para se tornar a principal condição de empregabilidade.</p>
<p><strong><br />
<em>Thaís Marion Cordeiro</em></strong><em> é graduada em administração, especialista em Gestão de Recursos Humanos e Desenvolvimento de Equipes e Professora no Centro Universitário Internacional – UNINTER</em></p>
</div>
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		<title>Aplicativo social Reapp Mobi lança versão com comunidades, editais e certificações para fortalecer terceiro setor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 18:42:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A socialtech Reapp Mobi anunciou uma atualização significativa de sua plataforma, incorporando funcionalidades que prometem reorganizar o ecossistema do investimento social privado no Brasil. A nova versão do aplicativo reúne, em um único ambiente, ferramentas para gestão de projetos, publicação de editais, certificações, criação de comunidades e acompanhamento de indicadores de impacto, conectando Organizações da [...]</p>
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<figure id="attachment_48722" aria-describedby="caption-attachment-48722" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-48722" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/unnamed-11.jpg?resize=300%2C648&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="648" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/unnamed-11.jpg?w=300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/unnamed-11.jpg?resize=139%2C300&amp;ssl=1 139w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-48722" class="wp-caption-text">Imagem: Divulgação</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A socialtech Reapp Mobi anunciou uma atualização significativa de sua plataforma, incorporando funcionalidades que prometem reorganizar o ecossistema do investimento social privado no Brasil. A nova versão do aplicativo reúne, em um único ambiente, ferramentas para gestão de projetos, publicação de editais, certificações, criação de comunidades e acompanhamento de indicadores de impacto, conectando Organizações da Sociedade Civil (OSCs), investidores, certificadoras, empresas, doadores e voluntários.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Criada para reduzir as barreiras entre quem desenvolve projetos sociais e quem investe neles, a Reapp funciona como uma rede social coletiva entre projetos, organizações e doadores. O diretor-executivo da Reapp Mobi, Jovemar Júnior, afirma que a proposta é proporcionar a interação entre organizações e investidores em um único canal, consolidando resultados, relacionamento e evidências de forma otimizada.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A plataforma permite que cada usuário inicie sua experiência com um perfil pessoal, a partir do qual pode conhecer organizações, acompanhar projetos e, em breve, realizar doações ou se candidatar a oportunidades de voluntariado. Dessa conta, é possível criar e administrar perfis institucionais — de OSCs, certificadoras ou investidores sociais privados — cada um com funcionalidades específicas para sua atuação no ecossistema.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">As OSCs podem cadastrar projetos, publicar atualizações, participar de comunidades temáticas, concorrer a editais e buscar certificações. Para criar um perfil institucional, as organizações passam por um processo de validação, com envio de documentos como CNPJ, estatuto e ata, garantindo maior confiabilidade às informações. Já as certificadoras conseguem criar processos de avaliação personalizados por meio de um construtor de formulários, analisar candidaturas, conceder certificações e publicar editais. Quando aprovadas, as OSCs recebem um selo de verificação exibido em seu perfil, semelhante às contas verificadas nas redes sociais.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Resultados em tempo real e novas funcionalidades</span></strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Um dos principais avanços da atualização é a geração automática de inteligência a partir dos dados registrados pelas próprias organizações. As informações alimentadas na plataforma são transformadas em relatórios, dashboards e painéis de acompanhamento, permitindo que investidores monitorem a execução dos projetos, indicadores de impacto e resultados alcançados em tempo real.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Outro destaque é a criação de comunidades, espaços organizados por temas ou territórios (como cultura, esporte, reciclagem ou regiões específicas) que aproximam organizações com interesses em comum e estimulam a troca de experiências, o compartilhamento de conhecimento, debates e a construção de redes de colaboração. Nesta primeira etapa, os perfis das organizações também passam a contar com os botões &#8220;Quero doar&#8221; e &#8220;Quero ser voluntário&#8221;, que direcionam o usuário diretamente para contato com a instituição. O diretor executivo adianta que, em breve, a plataforma terá um checkout integrado para realizar doações diretamente.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Tecnologia criada no Maranhão</span></strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A Reapp nasceu em 2021, no Maranhão, a partir da percepção do publicitário Jovemar Junior de que muitas organizações desenvolvem projetos de grande impacto, mas encontram dificuldades para apresentar informações de forma estruturada aos financiadores. Lançado em 2025, o aplicativo foi desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e a Universidade de Lancaster, no Reino Unido, dentro do programa Digital Good Network. O processo de criação contou com a participação de 18 organizações sociais de São Luís (MA), que colaboraram na construção das funcionalidades da plataforma.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Com interface inspirada nas redes sociais, a Reapp já contribuiu para o apoio a mais de 25 projetos sociais, auxiliou na destinação de mais de R$ 4,5 milhões para OSCs e impactou mais de 19 mil pessoas em diferentes regiões do país. A iniciativa também está alinhada ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 17 da ONU, que incentiva parcerias para a promoção do desenvolvimento sustentável.</span></p>
</div>
<p>Mais informações sobre a plataforma e o aplicativo estão disponíveis em @reappmobi e <a href="https://app.reappmobi.org/login" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://app.reappmobi.org/login&amp;source=gmail&amp;ust=1784918374404000&amp;usg=AOvVaw3ZakgklolBZI5WEMwAFQzz">https://app.reappmobi.org/<wbr />login</a>.</p>
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		<title>Codejobs acelera expansão global e chega a três continentes com plano de atingir 1 milhão de usuários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 20:40:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Codejobs, startup brasileira de recrutamento tecnológico apoiada pelo fundo Kleiner Perkins, deu um passo decisivo em sua estratégia de internacionalização. A plataforma, que conecta desenvolvedores a vagas remotas em empresas dos Estados Unidos, iniciou operações no Reino Unido, México e Austrália, e já planeja desembarcar na África do Sul, Colômbia e Uruguai ainda neste [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48649" aria-describedby="caption-attachment-48649" style="width: 762px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-48649" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Jose-Francisco-cofundador-e-Claudio-Vinicius-fundador-da-CodeJobs-.jpg?resize=762%2C609&#038;ssl=1" alt="" width="762" height="609" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Jose-Francisco-cofundador-e-Claudio-Vinicius-fundador-da-CodeJobs-.jpg?resize=1024%2C818&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Jose-Francisco-cofundador-e-Claudio-Vinicius-fundador-da-CodeJobs-.jpg?resize=300%2C240&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Jose-Francisco-cofundador-e-Claudio-Vinicius-fundador-da-CodeJobs-.jpg?resize=768%2C614&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Jose-Francisco-cofundador-e-Claudio-Vinicius-fundador-da-CodeJobs-.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="(max-width: 762px) 100vw, 762px" /><figcaption id="caption-attachment-48649" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A Codejobs, startup brasileira de recrutamento tecnológico apoiada pelo fundo Kleiner Perkins, deu um passo decisivo em sua estratégia de internacionalização. A plataforma, que conecta desenvolvedores a vagas remotas em empresas dos Estados Unidos, iniciou operações no Reino Unido, México e Austrália, e já planeja desembarcar na África do Sul, Colômbia e Uruguai ainda neste ano.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A escolha dos primeiros mercados foi estratégica. Reino Unido, México e Austrália concentram um alto número de desenvolvedores plenos e seniores interessados em oportunidades remotas para companhias americanas, sem a necessidade de deixar seus países. Em apenas 15 dias de operação na Cidade do México, a plataforma conquistou 450 novos usuários. No Reino Unido e na Austrália, a média foi de 250 novos cadastros na primeira semana, o que, segundo o CEO Cláudio Vinícius, confirma a demanda consistente por esse modelo de conexão entre talentos e empresas globais.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A expansão é impulsionada pela rodada de US$ </span><span class="katex"><span class="katex-mathml">40 milhões (</span><span class="katex-html" aria-hidden="true"><span class="base"><span class="mord mathnormal">cerc</span><span class="mord mathnormal">a </span><span class="mord mathnormal">d</span><span class="mord mathnormal">e </span><span class="mord mathnormal">R$</span></span></span></span><span class=""> 230 milhões) liderada pela Kleiner Perkins, um dos mais tradicionais fundos de venture capital do Vale do Silício. A startup optou por contratar equipes locais em cada novo país, em vez de realizar aportes de capital, para entender as particularidades de cada mercado e oferecer uma experiência mais eficiente tanto para os profissionais quanto para as empresas.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Em menos de um ano, a Codejobs já superou a marca de 58 mil assinantes, sendo 70% brasileiros. A plataforma viabilizou 126 contratações para gigantes como Uber, Airbnb e Capgemini. O modelo de negócios é duplo: candidatos pagam planos de assinatura para acessar as vagas, enquanto empresas contratam pacotes personalizados para divulgação e recrutamento.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O faturamento mensal da empresa já gira em torno de US$ 195 mil. Os recursos captados estão sendo direcionados para ampliar a infraestrutura tecnológica, acelerar o desenvolvimento de soluções baseadas em inteligência artificial e fortalecer a presença internacional. A meta é alcançar 1 milhão de usuários cadastrados até o fim de 2027, consolidando a Codejobs como uma plataforma global de recrutamento para o setor de tecnologia.</span></p>
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		<title>Consultor da Netflix defende neurodiversidade como vantagem competitiva para empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 20:28:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda empreendedora]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48591" aria-describedby="caption-attachment-48591" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-48591" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/GHS-blog-feature-image-article-21-neurodivergent-corporate-culture.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/GHS-blog-feature-image-article-21-neurodivergent-corporate-culture.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/GHS-blog-feature-image-article-21-neurodivergent-corporate-culture.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/GHS-blog-feature-image-article-21-neurodivergent-corporate-culture.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/GHS-blog-feature-image-article-21-neurodivergent-corporate-culture.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48591" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O que antes era visto como uma questão de responsabilidade social tornou-se, para muitas organizações ao redor do mundo, um fator estratégico de inovação e competitividade. A afirmação é do Dr. Kerry Magro, uma das principais referências internacionais em neurodiversidade, consultor da série &#8220;Love on the Spectrum U.S.&#8221; da Netflix e palestrante de gigantes como JP Morgan Chase, TD Bank e S&amp;P Global </span><span class="">. Magro estará pela primeira vez no Brasil no dia 11 de agosto, em evento online promovido pelo Instituto Cintia Chiarelli </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A mudança de perspectiva reflete a crescente compreensão de que equipes compostas por pessoas com diferentes formas de processamento de informação tendem a produzir soluções mais criativas e a tomar decisões mais assertivas </span><span class="">. Para Cintia Chiarelli, fundadora do instituto que traz o especialista ao país, a maior barreira para a inclusão profissional de pessoas autistas não está na capacidade desses profissionais, mas na dificuldade das organizações em compreender diferentes formas de comunicação e interação. &#8220;O mercado ainda perde excelentes profissionais porque continua buscando perfis muito parecidos entre si. A inovação nasce justamente da diversidade de perspectivas&#8221;, afirma </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Diagnosticado com autismo aos quatro anos, Kerry Magro não falava até os dois anos e meio e só começou a formar frases completas aos sete anos </span><span class="">. Sua trajetória pessoal é um dos argumentos mais poderosos de sua mensagem: hoje, ele é doutor em Educação, autor best-seller e já realizou mais de 1.400 palestras em diferentes países, incluindo apresentações no TEDx e no Google </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Apesar dos avanços, especialistas alertam que ainda há um longo caminho para transformar conscientização em aceitação. Dados do CDC indicam que uma em cada 31 crianças é identificada dentro do espectro autista, o que reforça a necessidade de ampliar o debate sobre o futuro dessas pessoas </span><span class="">. No entanto, as discussões sobre autismo ainda se concentram excessivamente na infância, deixando lacunas sobre temas como vida adulta, empregabilidade e autonomia </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Chiarelli, que promove o evento, ressalta que o Brasil precisa avançar nessa agenda. &#8220;Quando falamos sobre autismo, muitas pessoas pensam imediatamente em infância ou educação. Mas existe uma enorme discussão sobre vida adulta, empregabilidade e autonomia que ainda recebe pouca atenção. Precisamos preparar nossas empresas para reconhecer competências antes de enxergar limitações&#8221;, defende </span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O evento &#8220;Amor ao Espectro Autista&#8221; será realizado de forma online, com tradução simultânea para o português, e é destinado a familiares, profissionais da saúde, educadores, gestores e todos os interessados em compreender como a neurodiversidade pode transformar pessoas, organizações e a sociedade. As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo WhatsApp (43) 99611-5476.</span></p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Evento:</strong> Amor ao Espectro Autista</p>
<p><strong>Data:</strong> 11 de agosto de 2026</p>
<p><strong>Horário:</strong> 20h</p>
<p><strong>Formato:</strong> Online, via Zoom</p>
<p><strong>Participação:</strong> Dr. Kerry Magro</p>
<p><strong>Tradução simultânea:</strong> Sim</p>
<p><strong>Inscrições: </strong>R$ 150</p>
<p><strong>Informações e inscrições</strong><br />
WhatsApp: (43) 99611-5476</p>
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