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	<title>Arquivos Empreendedorismo - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Empreendedorismo - Portal Contexto</title>
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		<title>Innova Summit 2026 abre inscrições e reúne especialistas em inovação e empreendedorismo no DF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raquel Paternostro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 14:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda empreendedora]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) abriu nesta segunda-feira (27) as inscrições para o Innova Summit 2026, evento que será realizado entre 12 e 14 de maio, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, reunindo especialistas em inovação, tecnologia e empreendedorismo. Evento aposta em soluções práticas e conexão de mercado Promovido [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47510" aria-describedby="caption-attachment-47510" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-47510" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3d6a30a5-5c2a-4fc6-85dc-33503a1c4d20-2-1.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3d6a30a5-5c2a-4fc6-85dc-33503a1c4d20-2-1.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3d6a30a5-5c2a-4fc6-85dc-33503a1c4d20-2-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3d6a30a5-5c2a-4fc6-85dc-33503a1c4d20-2-1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3d6a30a5-5c2a-4fc6-85dc-33503a1c4d20-2-1.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3d6a30a5-5c2a-4fc6-85dc-33503a1c4d20-2-1.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3d6a30a5-5c2a-4fc6-85dc-33503a1c4d20-2-1.jpg?w=3060&amp;ssl=1 3060w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47510" class="wp-caption-text">A nova edição será realizada entre 12 e 14 de maio, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, com a proposta de fortalecer ainda mais o ecossistema de negócios e apresentar soluções práticas para o mercado | Fotos: Divulgação/Ei Produção Vídeos</figcaption></figure>
<p>A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) abriu nesta segunda-feira (27) as inscrições para o Innova Summit 2026, evento que será realizado entre 12 e 14 de maio, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, reunindo especialistas em inovação, tecnologia e empreendedorismo.</p>
<h3>Evento aposta em soluções práticas e conexão de mercado</h3>
<p>Promovido em parceria com o Instituto Conecta Brasil e a Fundação de Apoio à Pesquisa do DF (FAPDF), o encontro tem como objetivo fortalecer o ecossistema de negócios e apresentar soluções aplicáveis ao mercado.</p>
<p>A proposta da nova edição é ampliar o foco em resultados práticos, com menos teoria e mais execução, atendendo à demanda do público registrada nas edições anteriores.</p>
<h3>Edição anterior reuniu mais de 50 mil participantes</h3>
<p>Em 2025, o evento registrou crescimento de 53% e reuniu mais de 50 mil pessoas, consolidando-se como referência nacional no setor.</p>
<p>A programação contou com a participação de mais de 200 empreendedores e startups, abordando temas como inteligência artificial, sustentabilidade, negócios digitais, criptoativos e impacto social.</p>
<h3>Palestrantes confirmados para 2026</h3>
<p>A edição de 2026 já tem nomes confirmados, como Flávio Augusto, Thiago Nigro, Camila Farani, Pablo Marçal, Felipe Titto, Carol Paifer, Leandro Karnal, Martha Gabriel, Rony Meisler e João Apolinário, além de outros especialistas que ainda serão anunciados.</p>
<h3>Programação inclui palestras e trilhas temáticas</h3>
<p>Ao longo de três dias, o Innova Summit contará com mais de 180 palestras distribuídas em cinco palcos e nove trilhas de conteúdo, com foco em metodologias aplicáveis, cases reais e ferramentas práticas.</p>
<p>A expectativa é reunir um público composto por executivos, líderes e empreendedores, ampliando a troca de experiências e oportunidades de negócios.</p>
<h3>Evento fortalece inovação no DF</h3>
<p>Para o governo do Distrito Federal, o evento contribui para o desenvolvimento tecnológico, a geração de empregos e o incentivo ao empreendedorismo.</p>
<p>A iniciativa também reforça o posicionamento de Brasília como polo estratégico de inovação, aproximando governo, empresas, startups e investidores.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Culpa não muda comportamento — só paralisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 18:48:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contexto]]></category>
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		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As pessoas já conhecem as causas e os efeitos, muitas vezes catastróficos, das mudanças climáticas. Ainda assim, a distância entre consciência e ação continua é enorme. Sabemos cada vez mais, mas não mudamos na mesma proporção. Por quê? Porque, quando o futuro é apresentado apenas como ameaça e o presente somente como culpa, o resultado [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47491" aria-describedby="caption-attachment-47491" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-47491" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/6xUmOzIGZ1MDO6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6ATN1ETO4EDOxEjOnVGcq5ydvxGOmlTOhFTY4E2N3IWM0MmN4gTM5MmZ3cjNzUmM2EzNhZkMlEzNhZkMlkzM1ADNGJTJ2YjNygzN3kDOz8VL1ETLf9VLwITLfpDO-683x1024.jpg?resize=350%2C525" alt="" width="350" height="525" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/6xUmOzIGZ1MDO6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6ATN1ETO4EDOxEjOnVGcq5ydvxGOmlTOhFTY4E2N3IWM0MmN4gTM5MmZ3cjNzUmM2EzNhZkMlEzNhZkMlkzM1ADNGJTJ2YjNygzN3kDOz8VL1ETLf9VLwITLfpDO.jpg?resize=683%2C1024&amp;ssl=1 683w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/6xUmOzIGZ1MDO6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6ATN1ETO4EDOxEjOnVGcq5ydvxGOmlTOhFTY4E2N3IWM0MmN4gTM5MmZ3cjNzUmM2EzNhZkMlEzNhZkMlkzM1ADNGJTJ2YjNygzN3kDOz8VL1ETLf9VLwITLfpDO.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/6xUmOzIGZ1MDO6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6ATN1ETO4EDOxEjOnVGcq5ydvxGOmlTOhFTY4E2N3IWM0MmN4gTM5MmZ3cjNzUmM2EzNhZkMlEzNhZkMlkzM1ADNGJTJ2YjNygzN3kDOz8VL1ETLf9VLwITLfpDO.jpg?resize=768%2C1151&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/6xUmOzIGZ1MDO6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6ATN1ETO4EDOxEjOnVGcq5ydvxGOmlTOhFTY4E2N3IWM0MmN4gTM5MmZ3cjNzUmM2EzNhZkMlEzNhZkMlkzM1ADNGJTJ2YjNygzN3kDOz8VL1ETLf9VLwITLfpDO.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /><figcaption id="caption-attachment-47491" class="wp-caption-text">Claudia Pires. Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p>As pessoas já conhecem as causas e os efeitos, muitas vezes catastróficos, das mudanças climáticas. Ainda assim, a distância entre consciência e ação continua é enorme. Sabemos cada vez mais, mas não mudamos na mesma proporção. Por quê? Porque, quando o futuro é apresentado apenas como ameaça e o presente somente como culpa, o resultado tende a ser defesa emocional, e não mobilização.</p>
<p>Explico: não faltam campanhas baseadas em medo e pressão moral. Elas até podem chamar atenção no curto prazo, gerando um choque inicial. Mas, se a pessoa não enxerga um caminho viável para agir, a tendência é o afastamento, a negação, a procrastinação ou uma tentativa rápida de aliviar a consciência com uma ação isolada.</p>
<p>E no caso de problemas complexos, uma única atitude quase nunca resolve. Não basta fazer uma escolha &#8220;certa&#8221; e seguir em frente. É preciso repetir comportamentos, revisar hábitos, sustentar decisões e, muitas vezes, continuar agindo mesmo sem recompensa imediata. Quando a resposta emocional é só culpa, o mais comum é a pessoa fazer algo pontual para se sentir melhor, e depois se desconectar do problema. Em vez de engajamento contínuo, temos alívio momentâneo.</p>
<p>Isso ajuda a explicar por que a ansiedade climática cresce sem necessariamente produzir mais mudança prática. Muita gente sente preocupação real com o futuro, mas também sente impotência. E impotência não mobiliza; desgasta. Quando o indivíduo percebe o tamanho do problema, mas não vê claramente o que fazer, nem sente que sua ação tem efeito concreto, o sentimento predominante deixa de ser responsabilidade e vira paralisia.</p>
<p>É por isso que incentivo costuma funcionar melhor do que punição moral. Quando uma pessoa percebe que consegue participar, acompanhar seu impacto, receber retorno e construir um hábito aos poucos, a chance de continuidade aumenta muito. Pequenas vitórias têm um papel enorme. Elas ajudam a trocar a lógica da culpa pela lógica da capacidade. Em vez de &#8220;eu deveria ter feito antes&#8221;, a pessoa passa a pensar: &#8220;eu consigo fazer parte disso&#8221;.</p>
<p>No caso da agenda climática e ambiental, esse ponto é central. Durante muito tempo, comunicamos esses temas como uma lista de renúncias: consumir menos, abrir mão, restringir, evitar, reduzir, cortar. Tudo isso é importante, claro. Mas, do ponto de vista comportamental, o excesso de mensagens baseadas em perda pode produzir exaustão.</p>
<p>Isso não significa adotar um tom ingênuo ou negar a gravidade da situação. O desafio é outro: comunicar urgência sem produzir desistência. Mostrar a dimensão do problema sem anular a percepção de agente. Trocar a ideia de que o indivíduo está sempre em falta pela percepção de que ele pode, sim, participar de soluções concretas — especialmente quando essas soluções são bem desenhadas, acessíveis e reforçadas ao longo do tempo.</p>
<p>Essa lógica vale para o clima, mas também para saúde, consumo, educação financeira e políticas públicas em geral. Em todos esses campos, há uma tentação recorrente de acreditar que constrangimento gera mudança. Na prática, o que gera mudança é arquitetura de decisão: facilitar o comportamento desejado, reduzir atrito, dar visibilidade ao progresso e criar mecanismos de reconhecimento.</p>
<p>No fundo, mudar comportamento não é só convencer. É construir condições para que a mudança aconteça e se sustente. E isso exige mais do que alerta. Exige desenho, continuidade e inteligência emocional.<br />
Se quisermos transformar preocupação em ação, precisamos parar de apostar apenas na culpa como linguagem. Culpa pesa, progresso move. E, em problemas complexos como os que enfrentamos hoje, ninguém avança quando se sente apenas culpado. As pessoas avançam quando percebem que podem agir, que sua ação faz sentido e que vale a pena continuar.</p>
<p><strong>Cláudia Pires </strong>é CEO e fundadora da SO+MA. Com uma carreira consolidada nas áreas de estratégia de negócios, marketing e sustentabilidade, tornou-se empreendedora de impacto social em 2014, criando a primeira greentech brasileira dedicada a promover a economia circular na prática por meio da ciência do comportamento e da tecnologia</p>
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		<title>Cidades inteligentes avançam no Brasil, mas ainda são exceção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 20:39:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contexto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O debate sobre cidades inteligentes tem ganhado cada vez mais espaço no Brasil, impulsionado pelo crescimento urbano, pela pressão por serviços mais eficientes e pelo avanço das tecnologias digitais. Ainda assim, é precipitado afirmar que o país, como um todo, já pode ser considerado um território de cidades inteligentes. Com mais de 5.500 municípios a [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47444" aria-describedby="caption-attachment-47444" style="width: 355px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-47444" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/beto-marcelino-1024x1024.jpg?resize=355%2C355" alt="" width="355" height="355" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/beto-marcelino.jpg?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/beto-marcelino.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/beto-marcelino.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/beto-marcelino.jpg?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/beto-marcelino.jpg?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 355px) 100vw, 355px" /><figcaption id="caption-attachment-47444" class="wp-caption-text">Beto Marcelino. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>O debate sobre cidades inteligentes tem ganhado cada vez mais espaço no Brasil, impulsionado pelo crescimento urbano, pela pressão por serviços mais eficientes e pelo avanço das tecnologias digitais. Ainda assim, é precipitado afirmar que o país, como um todo, já pode ser considerado um território de cidades inteligentes. Com mais de 5.500 municípios a maioria com menos de 50 mil habitantes e muitos com até 10 mil, o nosso país apresenta uma realidade desigual, em que o acesso à inovação e a capacidade de implementação de soluções urbanas variam significativamente.</p>
<p>Por outro lado, algumas cidades já despontam como exceções e vêm consolidando avanços consistentes. São Paulo, a maior cidade do hemisfério sul, é um exemplo claro de como a complexidade urbana exige respostas contínuas. Iniciativas como o Smart Sampa mostram como o uso de monitoramento e tecnologia pode apoiar ações de segurança e gestão. Na mesma linha, capitais como Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre e Rio de Janeiro já operam com centros de monitoramento que acompanham, em tempo real, questões como mobilidade, segurança e serviços urbanos. O Centro de Operações Rio é um caso emblemático desse modelo integrado. Além delas, cidades como Vitória, Cuiabá e Goiânia também vêm adotando projetos relevantes, indicando que, ainda que de forma desigual, esse movimento está em expansão.</p>
<p>É importante destacar que o conceito de cidades inteligentes vai muito além da tecnologia. No Brasil, ele já está incorporado às políticas públicas, especialmente a partir de diretrizes do Ministério das Cidades, que reconhecem a transformação digital urbana como vetor de desenvolvimento. Na prática, isso significa que o avanço das cidades passa por planejamento, regulação e definição de prioridades. A tecnologia entra como ferramenta para melhorar mobilidade, segurança, educação, infraestrutura e qualidade de vida — e não como um fim em si mesma.</p>
<p>Esse caminho segue uma lógica semelhante à observada em cidades da Europa e da Ásia, hoje referências globais no tema. Antes de adotarem soluções altamente tecnológicas, esses centros estruturaram políticas públicas, criaram ambientes regulatórios favoráveis e fortaleceram seus ecossistemas de inovação. No Brasil, esse movimento começa a ganhar força com o avanço das chamadas govtechs — startups e empresas que desenvolvem soluções voltadas ao setor público. Esse modelo amplia o papel do governo, que deixa de ser o único provedor e passa a atuar como articulador de um ecossistema mais dinâmico.</p>
<p>Cidades como Curitiba e Florianópolis já demonstram como essa estratégia pode gerar resultados. Ao investir em hubs de inovação, coworkings públicos, centros de pesquisa e distritos tecnológicos, muitas vezes com apoio de recursos públicos, essas cidades estimulam o desenvolvimento de soluções locais, valorizam talentos regionais e criam alternativas mais eficientes para a gestão. Trata-se de um ciclo virtuoso, em que o poder público não apenas resolve problemas urbanos, mas também fomenta desenvolvimento econômico e geração de renda.</p>
<p>Na prática, o conceito de cidades inteligentes já se traduz em iniciativas concretas. Curitiba, por exemplo, utiliza sistemas que centralizam dados em tempo real para otimizar serviços como transporte público, semaforização e coleta de lixo. Florianópolis aposta no uso de dados para monitorar turismo, atividade econômica e serviços urbanos, aumentando a eficiência da gestão e reduzindo desperdícios. Recife também se destaca ao integrar tecnologia e políticas públicas para identificar demandas da população, como falta de creches, leitos hospitalares ou infraestrutura. Nesses casos, a tecnologia atua como meio para qualificar a tomada de decisão.</p>
<p>Além das soluções digitais, há também iniciativas de caráter social que fazem parte desse conceito. Programas de hortas urbanas monitoradas, ações de reciclagem com benefícios para a população e projetos voltados à segurança alimentar mostram que cidades inteligentes também são aquelas que promovem inclusão e bem-estar. Com o avanço da inteligência artificial, muitas prefeituras já oferecem aplicativos que permitem ao cidadão acessar serviços públicos de forma mais simples, reduzindo burocracias e aproximando a gestão da população.</p>
<p>Entre os principais desafios urbanos, a mobilidade segue como um dos mais críticos e, ao mesmo tempo, um dos que mais se beneficiam de soluções inteligentes. A integração entre modais, como metrô, ônibus e sistemas rápidos de transporte, já contribui para melhorar o deslocamento nas grandes cidades. Em São Paulo, políticas como o rodízio de veículos e incentivos a carros elétricos também impactam diretamente o trânsito e a qualidade do ar. Paralelamente, cresce o incentivo a modelos de vida mais próximos do local de trabalho, reduzindo a necessidade de longos deslocamentos e seus impactos no dia a dia.</p>
<p>A tecnologia também avança na gestão do tráfego. Sistemas de semaforização inteligente, que ajustam o tempo dos sinais conforme o fluxo de veículos, já estão em teste em cidades como Curitiba e Foz do Iguaçu, contribuindo para melhorar a fluidez. Aplicativos de mobilidade e rotas alternativas ajudam a distribuir melhor o trânsito, enquanto investimentos em iluminação pública, monitoramento e infraestrutura tornam o transporte público mais seguro e atrativo — fatores essenciais para ampliar sua utilização.</p>
<p>No fim, o conceito de cidades inteligentes está diretamente ligado à qualidade de vida. Reduzir o tempo no trânsito, aumentar a segurança e melhorar o acesso a serviços são fatores que impactam diretamente o bem-estar da população. O Brasil ainda tem um longo caminho pela frente, mas os avanços já observados indicam que há um movimento consistente em curso, especialmente nas grandes cidades e regiões metropolitanas.</p>
<p>Mais do que adotar novas tecnologias, o desafio está em integrá-las a políticas públicas eficazes e colocar o cidadão no centro das decisões. As cidades que têm conseguido avançar são justamente aquelas que entendem essa lógica e investem de forma estratégica em inovação, dados e governança. O futuro urbano no país não será definido apenas pelas ferramentas disponíveis, mas pela forma como elas serão utilizadas para transformar, de fato, a vida das pessoas.<br />
<strong>Beto Marcelino </strong>é presidente do conselho e sócio-fundador do iCities</p>
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		<title>Setor de cafés especiais do Brasil espera receber US$ 17,5 mi após feira na Austrália</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 18:05:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A participação de empresas brasileiras do setor de cafés especiais na Melbourne International Coffee Expo (MICE) 2026, realizada na Austrália, pode render US$ 17,520 milhões em negócios. Por meio do projeto Brazil. The Coffee Nation, realizado pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_16179" aria-describedby="caption-attachment-16179" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-16179" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Dia-do-cafe-1--1024x576.jpg?resize=1020%2C574" alt="café" width="1020" height="574" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Dia-do-cafe-1-.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Dia-do-cafe-1-.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Dia-do-cafe-1-.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Dia-do-cafe-1-.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-16179" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph">A participação de empresas brasileiras do setor de cafés especiais na Melbourne International Coffee Expo (MICE) 2026, realizada na Austrália, pode render US$ 17,520 milhões em negócios. Por meio do projeto Brazil. The Coffee Nation, realizado pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), oito empresários do país realizaram, entre 26 e 28 de março, 280 contatos comerciais no evento. Eles fecharam US$ 1,170 milhão presencialmente e projetam mais US$ 16,350 milhões nos próximos 12 meses.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Segundo o diretor executivo da BSCA, Vinicius Estrela, a MICE, considerada a principal feira de cafés especiais da Oceania, é uma importante plataforma de conexão comercial na região. O evento reúne produtores de diversas origens globais com compradores importantes da Austrália, Nova Zelândia e países do Sul da Ásia, como Indonésia e Filipinas, o que contribui para ampliar as oportunidades de negócios e fortalecer o posicionamento dos cafés especiais brasileiros nesse mercado.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Estrela explicou que a presença dos empresários do Brazil. The Coffee Nation na MICE 2026 contribuiu para a aproximação com importadores e parceiros locais, além de abrir novas frentes de atuação, como o desenvolvimento de rodadas de negócios integradas entre Austrália e Nova Zelândia. O interesse de compradores internacionais em participar de missões ao Brasil e a valorização de cafés de maior pontuação evidenciam o potencial de expansão e diversificação da oferta nacional naquela região.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Outro destaque do mercado australiano na comunidade mundial dos cafés especiais é a forte presença em competições internacionais. Baristas do país são reconhecidos por excelência técnica e consistência, o que os coloca com frequência entre os melhores nos campeonatos internacionais do setor. Para o diretor executivo da BSCA, esse desempenho reforça o alto nível de profissionalização australiano em cafés especiais e demonstra a exigência por qualidade desse mercado, consolidando a Austrália como um parceiro estratégico e altamente qualificado para os cafés especiais do Brasil.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Estrela concluiu que a Austrália tem se consolidado como um ponto estratégico para a atuação brasileira na Oceania. É um mercado exigente em qualidade e no qual o Brasil tem importante participação. Observa-se um interesse crescente de compradores em se aproximar das origens produtoras brasileiras, o que abre espaço para aprofundar relações comerciais e ampliar a presença dos cafés especiais brasileiros nesse mercado e nos países vizinhos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O projeto setorial Brazil. The Coffee Nation, realizado pela BSCA em parceria com a ApexBrasil, tem como foco a promoção comercial dos cafés especiais do Brasil no mercado internacional. Suas ações incluem estratégias de visibilidade, qualificação e acesso a novos mercados. A iniciativa constrói uma identidade global para o Brasil como referência em cafés especiais, destacando qualidade, diversidade, rastreabilidade e compromisso com a sustentabilidade, em observância a rígidas normas de direito social e ambiental.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Entre os objetivos do projeto atual, com vigência até agosto de 2027, estão ampliar a participação internacional dos cafés especiais brasileiros, com atenção às variedades canéfora (robusta e conilon) e arábica de alta qualidade, aos cafés produzidos por mulheres e à equidade de gênero na cadeia do café especial no Brasil, além de certificações de qualidade e sustentabilidade, e qualificação técnica e promoção em feiras internacionais.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">As iniciativas do Brazil. The Coffee Nation têm a intenção de consolidar o Brasil como líder global em cafés especiais, impulsionar as exportações de cafés crus e industrializados especiais, promover a diversidade da produção nacional, fortalecer a imagem do Brasil como origem confiável e de qualidade e gerar oportunidades para produtores de diferentes perfis. O projeto atual tem como mercados alvo Estados Unidos, Japão, China, Coreia do Sul, Emirados Árabes, França, Austrália, entre outros, para os cafés crus especiais, e Canadá, Chile, China e Estados Unidos para os produtos da indústria de torrefação e moagem.</p>
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		<title>Seus funcionários alimentam o ChatGPT com dados sigilosos, e proibir não vai resolver</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 19:50:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contexto]]></category>
		<category><![CDATA[Contexto Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47291" aria-describedby="caption-attachment-47291" style="width: 385px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-47291" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Marcelo-Cereto2-IT-Solutions-e-Data-AI.jpg?resize=385%2C513&#038;ssl=1" alt="" width="385" height="513" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Marcelo-Cereto2-IT-Solutions-e-Data-AI.jpg?resize=768%2C1024&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Marcelo-Cereto2-IT-Solutions-e-Data-AI.jpg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Marcelo-Cereto2-IT-Solutions-e-Data-AI.jpg?w=900&amp;ssl=1 900w" sizes="(max-width: 385px) 100vw, 385px" /><figcaption id="caption-attachment-47291" class="wp-caption-text">Marcelo Cereto. Foto: divulgação</figcaption></figure>
<div>
<p><span style="font-size: 14.4px;">O número não deixa margem para dúvida: a empresa média registra 223 incidentes de violação de políticas de dados relacionados à inteligência artificial generativa por mês. É o que revela o mais recente Cloud and Threat Report da Netskope, publicado em janeiro deste ano com base em telemetria de milhões de usuários corporativos ao redor do mundo. O dado mais perturbador, porém, não é o volume, mas sim é a velocidade: esses incidentes mais que dobraram em relação ao ano anterior. No Brasil, onde a adoção de IA em empresas saltou de 20% para 51% em apenas doze meses, o fenômeno já tem nome e dimensão própria: shadow AI.</span></p>
<div>
<p>O mecanismo é simples e quase universal. O funcionário tem uma tarefa: redigir um relatório, revisar um contrato, depurar um código, resumir as notas de uma reunião, e encontra nos sistemas internos uma experiência lenta, truncada, sem inteligência. No mesmo navegador, o ChatGPT está a dois cliques de distância, responde em segundos e entrega resultados que impressionam. Ele não hesita. Cola o texto, sobe o documento, digita o prompt. O dado saiu do perímetro corporativo, mas a tarefa foi feita. Para a empresa, é um incidente de segurança que provavelmente nunca será registrado.</p>
</div>
<div>
<p>Uma pesquisa realizada pela Harmonic Security, e divulgada em janeiro passado, detalhou o que exatamente vai para esses prompts: dados jurídicos e financeiros (30,8% dos casos), informações de clientes (27,8%), dados pessoais de titulares (14,9%), registros de funcionários (14,3%) e código-fonte sensível (10,1%). Desses dados, 79% fluem para o ChatGPT, sendo 21% para a versão gratuita, na qual os prompts podem ser retidos para treinamento do modelo.</p>
</div>
<div>
<p>O Microsoft/LinkedIn Work Trend Index, que ouviu mais de 31 mil profissionais em 31 países incluindo o Brasil, mostrou que 75% dos trabalhadores do conhecimento já usam IA generativa no trabalho, e 78% deles trazem suas próprias ferramentas, sem aprovação da TI. A mesma pesquisa calculou que 68% dos profissionais se sentem sobrecarregados pelo volume de trabalho.</p>
</div>
<div>
<p>Para o executivo brasileiro, o peso regulatório dessa dinâmica não pode ser subestimado. Quando um funcionário insere dados pessoais de clientes em uma ferramenta de IA pública, configuram-se simultaneamente a transmissão a terceiro, a potencial transferência internacional de dados e o descumprimento do princípio de segurança previsto no Art. 46 da LGPD. A responsabilidade, nos termos do Art. 42, recai sobre o controlador, no caso a empresa. Não importa que tenha sido iniciativa individual de um empregado. A ANPD, que em 2025 foi elevada ao status de autarquia especial com poderes ampliados de fiscalização, já demonstrou disposição para agir: bloqueou preventivamente o uso de dados pessoais para treinamento de IA por uma das maiores plataformas sociais do mundo e investiga, no Brasil, a responsabilidade de outra empresa global por vazamento de dados de usuários de ferramenta de IA. As sanções administrativas podem chegar a 2% do faturamento anual, limitadas a R$ 50 milhões por infração por incidente.</p>
</div>
<div>
<p>O quadro se agrava quando se observa o que o IBM Cost of Data Breach Report 2025 apurou em 600 organizações globais: violações originadas em shadow AI custam, em média, US$ 670 mil a mais que os demais incidentes – US$ 4,63 milhões versus US$ 3,96 milhões. E 97% das organizações que sofreram violações em modelos ou aplicações de IA relataram ausência de controles de acesso adequados.</p>
</div>
<div>
<p><strong>Proibir não resolve o problema</strong></p>
</div>
<div>
<p>Em muitos casos, a resposta instintiva de gestores de TI e segurança é a proibição. Bloqueio de domínios, políticas de uso aceitável mais restritivas, punições disciplinares. O problema é que os dados mostram que essa abordagem não funciona, e às vezes piora a situação.</p>
</div>
<div>
<p>O Cisco 2024 Data Privacy Benchmark Study, conduzido com 2.600 profissionais de segurança e privacidade em 12 países, revelou que 27% das organizações baniram totalmente ferramentas de IA generativa. Ainda assim, 48% dos funcionários dessas mesmas empresas admitiram ter inserido informações não públicas nessas ferramentas. O Gartner projeta que, até 2027, 75% dos funcionários adquirirão, modificarão ou criarão tecnologia fora do campo de visão da TI corporativa.</p>
</div>
<div>
<p>A saída começa por um diagnóstico transparente: se os funcionários usam ferramentas não autorizadas, é porque as ferramentas autorizadas não entregam o mesmo resultado. A resposta, portanto, não é tirar o acesso, mas sim oferecer algo melhor. E &#8220;melhor&#8221;, neste contexto, significa uma IA que conhece os dados da empresa, responde com a profundidade do conhecimento interno e opera sem que nenhuma informação sensível saia do perímetro corporativo.</p>
</div>
<div>
<p>A arquitetura que torna isso viável em escala é o RAG (Retrieval-Augmented Generation). Em vez de confiar apenas no conhecimento geral do modelo de linguagem, o RAG conecta o modelo à base documental da própria empresa: contratos, manuais, bases de conhecimento, histórico de projetos, políticas internas.</p>
</div>
<div>
<p>Quando o usuário faz uma pergunta, o sistema recupera os trechos mais relevantes desse acervo e os passa como contexto ao modelo, que gera uma resposta fundamentada nos dados reais da organização. O dado nunca é enviado a servidores externos, e o processamento ocorre dentro do ambiente controlado, seja em nuvem privada, seja em infraestrutura on-premise. O mercado de RAG corporativo, que já superava US$ 1,9 bilhão em 2025, deve se aproximar de US$ 10 bilhões até o final da década.</p>
</div>
<div>
<p>Esse modelo técnico precisa ser complementado por uma camada de DLP (Data Loss Prevention), integrada diretamente ao fluxo de uso de IA. As soluções mais avançadas hoje inspecionam prompts em tempo real, antes que o dado chegue a qualquer modelo externo, alertando o usuário ou bloqueando a transmissão quando detectam padrões de risco: CPFs, dados financeiros, propriedade intelectual, credenciais de acesso.</p>
</div>
<div>
<p>Plataformas de segurança de rede já rastreiam mais de 1.500 aplicações de IA generativa e oferecem coaching em tempo real que redireciona o funcionário para ferramentas aprovadas. A taxa de detecção dessas soluções de nova geração supera 90%, contra 5% a 25% dos sistemas DLP legados baseados em expressões regulares.</p>
</div>
<div>
<p>A adoção controlada de IA, com ferramentas aprovadas, arquitetura segura e DLP integrado, reduz o uso não autorizado em até 89%, segundo estudos setoriais recentes. O número não é surpresa para quem entende a lógica do comportamento humano: as pessoas buscam o caminho mais fácil para realizar uma tarefa. Quando a empresa oferece uma IA interna que é mais precisa, mais contextualizada e mais segura do que a alternativa pública, o funcionário não tem motivo para sair do ambiente controlado.</p>
</div>
<div>
<p>O risco de shadow AI não é, no fundo, um problema de tecnologia. É um problema de governança que se manifesta como risco tecnológico, regulatório e financeiro ao mesmo tempo. Para o C-level brasileiro, a pergunta que precisa ser respondida agora não é se os funcionários estão usando IA generativa fora dos canais autorizados – a resposta para isso já existe e é praticamente universal. A pergunta que importa é outra: a empresa está oferecendo uma alternativa à altura? Enquanto essa resposta for não, os 223 incidentes mensais continuarão sendo, na maioria das organizações, completamente invisíveis.</p>
<p><em><strong>Marcelo Cereto</strong> é Head da Selbetti Data &amp; AI Solutions</em></p>
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		<title>Startup do DF lidera desafio internacional e conecta pesquisadores à inovação tecnológica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Mar 2026 12:54:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda empreendedora]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Parque Tecnológico de Brasília (Biotic) sediou mais uma etapa do programa internacional Leaders in Innovation Fellowships (LIF Global), reunindo jovens pesquisadores brasileiros em torno de um desafio tecnológico baseado em solução desenvolvida por uma startup do Distrito Federal. Programa internacional impulsiona inovação A startup brasiliense Polus foi escolhida para representar o Brasil no programa, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47086" aria-describedby="caption-attachment-47086" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-47086" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/27.3.-Foto-Divulgacao-Biotic.jpg?resize=1020%2C574&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="574" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/27.3.-Foto-Divulgacao-Biotic.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/27.3.-Foto-Divulgacao-Biotic.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/27.3.-Foto-Divulgacao-Biotic.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/27.3.-Foto-Divulgacao-Biotic.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/27.3.-Foto-Divulgacao-Biotic.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47086" class="wp-caption-text">Startup do DF lidera desafio internacional e conecta pesquisadores brasileiros à inovação tecnológica no programa LIF Global. Foto: divulgação Biotic</figcaption></figure>
<p>O Parque Tecnológico de Brasília (Biotic) sediou mais uma etapa do programa internacional Leaders in Innovation Fellowships (LIF Global), reunindo jovens pesquisadores brasileiros em torno de um desafio tecnológico baseado em solução desenvolvida por uma startup do Distrito Federal.</p>
<h3>Programa internacional impulsiona inovação</h3>
<p>A startup brasiliense Polus foi escolhida para representar o Brasil no programa, por indicação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Especializada em soluções inteligentes para gestão de sistemas de refrigeração industrial, a empresa integra uma rede global que conecta ciência, empreendedorismo e mercado.</p>
<p>Criado pela Royal Academy of Engineering, do Reino Unido, o LIF Global tem duração de cerca de sete meses e oferece treinamentos, mentorias e conexões internacionais. A etapa final ocorre no Reino Unido, onde os projetos são apresentados a investidores e especialistas. No Brasil, o programa conta com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).</p>
<h3>Desafio tecnológico aproxima pesquisa e mercado</h3>
<p>Durante a atividade no Biotic, pesquisadores selecionados pelo CNPq analisaram dados reais da operação da Polus para identificar ineficiências em sistemas de refrigeração, considerados uma das principais fontes de custo energético da indústria.</p>
<p>A iniciativa promoveu a aplicação prática do conhecimento científico e incentivou a criação de soluções com potencial de impacto no mercado.</p>
<h3>Ecossistema de inovação no DF</h3>
<p>Antes do desafio, os participantes conheceram o ecossistema de inovação do Distrito Federal, incluindo startups formadas por jovens empreendedores no Biotic.</p>
<p>Fundada por ex-alunos da Universidade de Brasília (UnB), a Polus evoluiu de uma solução inicial de medição de energia para uma empresa que utiliza inteligência artificial para controlar e otimizar centenas de câmaras frias em 15 estados brasileiros.</p>
<h3>Conexões internacionais e novas oportunidades</h3>
<p>O programa prevê novas etapas, incluindo a apresentação de projetos dos pesquisadores a representantes da Embaixada Britânica e do CNPq, antes da fase internacional.</p>
<p>Voltado a projetos em estágio inicial, o LIF Global busca acelerar o desenvolvimento de soluções ao conectar pesquisadores a problemas reais e oportunidades globais.</p>
<p>O Biotic reforça, com a iniciativa, seu papel como polo estratégico de inovação, promovendo a integração entre ciência, mercado e governo e ampliando a projeção internacional de soluções desenvolvidas no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mercado de pizzarias cresce 10,29% no Brasil em 2025 e ultrapassa 40 mil estabelecimentos, revela Apubra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 19:46:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o estudo anual do Mercado de Pizzarias, realizado pela Associação Pizzarias Unidas do Brasil (Apubra), o setor apresenta um ritmo crescente de expansão. O levantamento aponta um aumento de 6,26% no número de novas unidades em 2025, o que representa a abertura de 4.109 estabelecimentos no ano. O segmento registrou crescimento de [...]</p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/mercado-de-pizzarias-cresce-1029-no-brasil-em-2025-e-ultrapassa-40-mil-estabelecimentos-revela-apubra/">Mercado de pizzarias cresce 10,29% no Brasil em 2025 e ultrapassa 40 mil estabelecimentos, revela Apubra</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_6234" aria-describedby="caption-attachment-6234" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-6234" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/07/pizza-3007395_1280.jpg?resize=1020%2C679&#038;ssl=1" alt="pizza" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/07/pizza-3007395_1280.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/07/pizza-3007395_1280.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/07/pizza-3007395_1280.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/07/pizza-3007395_1280.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-6234" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph">De acordo com o estudo anual do Mercado de Pizzarias, realizado pela Associação Pizzarias Unidas do Brasil (Apubra), o setor apresenta um ritmo crescente de expansão. O levantamento aponta um aumento de 6,26% no número de novas unidades em 2025, o que representa a abertura de 4.109 estabelecimentos no ano. O segmento registrou crescimento de 10,29% no índice geral de pizzarias ativas em relação ao mesmo período de 2024, totalizando 40.332 pizzarias em operação.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A análise metodológica do estudo considerou estabelecimentos dos portes ME, EPP e LTDA ativos no país no último ano, o que simboliza 89% do mercado. A categoria de microempreendedores individuais (MEIs) não foi incluída na análise. O relatório também mostra que foram registrados 43,8% menos fechamentos do que em 2024, com 2.969 pizzarias inativas, encerradas ou em situação irregular na Receita Federal. Esse é o menor índice registrado em dez anos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Para Gustavo Cardamoni, presidente da Apubra, os resultados da quinta edição do levantamento indicam um mercado com crescimento consistente e redução significativa nos fechamentos, o que sinaliza maior maturidade e capacidade de adaptação dos novos espaços. Ele afirma que o setor de pizzarias firmou seu patamar de desenvolvimento consistente a partir de uma expansão consolidada em todo o Brasil. Esse movimento prioriza a gestão profissionalizada, a capacitação de colaboradores e o avanço das unidades fora das capitais. A melhora na organização operacional, a busca por padronização de processos e o fortalecimento do consumo em cidades médias e pequenas ajudam a sustentar esse cenário, indicando um mercado mais estruturado e com bases sólidas para o crescimento nos próximos anos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Com 40.332 pizzarias em situação regular em todo o território nacional em 2025, a região Sudeste segue em destaque, concentrando 50% dos estabelecimentos do país. Em seguida aparecem as regiões Sul, com 20%, Nordeste, com 17%, Centro Oeste, com 9%, e Norte, com 4%.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Diante do cenário de expansão nacional, as regiões Norte e Nordeste somam 21% dos estabelecimentos ativos no país. A ascensão dessas localidades é evidenciada pelo crescimento percentual acumulado de pizzarias no estado de Roraima, que foi de 31,08%, com 97 estabelecimentos em 2025, 23 a mais do que no ano anterior. Em seguida aparecem Alagoas, com 17,24%, Acre, com 16,90%, Paraíba, com 16,62%, e Maranhão, com 15,60%. Cardamoni reforça que essa macroárea segue em franca expansão devido ao olhar atento dos empreendedores, especialmente em relação ao fornecimento local e regional, soluções logísticas e modelos de negócios adaptados. A descentralização do mercado possibilita o crescimento no número de unidades nessas regiões. Os novos hábitos de consumo, alinhados a empresários ávidos por impulsionar o setor de food service, abrem espaço para uma expansão consistente especialmente no Norte e no Nordeste, regiões que ainda apresentam amplo potencial de desenvolvimento e oportunidades reais para novos negócios.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">As capitais brasileiras concentram 33,04% das pizzarias ativas do país, com 13.329 estabelecimentos em funcionamento até dezembro de 2025. A liderança entre os municípios permanece com a cidade de São Paulo, que detém 12,14% das unidades, totalizando 4.896 estabelecimentos, o que perpetua seu título de Capital Nacional da Pizza. Na sequência aparecem Rio de Janeiro, com 3,45% e 1.393 pizzarias, Brasília, com 2,26% e 911, Curitiba, com 1,92% e 775, e Fortaleza, com 1,68% e 679. Apesar do crescimento nas grandes metrópoles, Cardamoni destaca que o interior também mantém um papel relevante nesse cenário, com forte presença de estabelecimentos e consumidores que continuam movimentando e impulsionando o segmento.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Pela primeira vez, o estudo Mercado de Pizzarias apresentou um panorama de zoneamento da distribuição de unidades ativas em 2025 na cidade de São Paulo. A região que mais concentra pizzarias em funcionamento no município é a Zona Leste, com 31,2%. Em seguida aparecem a Zona Sul, com 25,9%, a Zona Oeste, com 19,9%, a Zona Norte, com 15,3%, e a região central, com 7,7%.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Cardamoni explica que São Paulo é uma megalópole e cada área da cidade evidencia uma cultura e um comportamento específico em relação ao hábito de comer pizza. O levantamento segue a proporção de densidade demográfica do município, ou seja, quanto mais populosa a região, maior o índice de unidades. A Zona Leste lidera por ter mais de 4 milhões de habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Esse recorte, segundo ele, ajuda empresários e investidores a compreender melhor a dinâmica do consumo na capital, identificando oportunidades estratégicas para expansão e fortalecimento do setor em diferentes regiões da cidade.</p>
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		<title>Acelerar negócios não é o mesmo que acelerar impacto: o ecossistema começa a perceber isso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 13:55:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contexto]]></category>
		<category><![CDATA[Contexto Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Startups recebem frequentes homenagens pelo empreendedorismo inovador e pelas soluções funcionais que oferecem a diversos setores, o que as faz crescer em ritmo acelerado. Atualmente, startups têm papel decisivo na renovação econômica, mas talvez a pergunta mais relevante hoje não seja quantas empresas como essas estamos criando, e sim quais estamos construindo. Durante anos, acelerar [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_46914" aria-describedby="caption-attachment-46914" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-46914" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/unnamed-36.jpg?resize=300%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="450" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/unnamed-36.jpg?w=300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/unnamed-36.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-46914" class="wp-caption-text">Paulo Humaitá. Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p>Startups recebem frequentes homenagens pelo empreendedorismo inovador e pelas soluções funcionais que oferecem a diversos setores, o que as faz crescer em ritmo acelerado. Atualmente, startups têm papel decisivo na renovação econômica, mas talvez a pergunta mais relevante hoje não seja quantas empresas como essas estamos criando, e sim quais estamos construindo.</p>
<p>Durante anos, acelerar negócios foi praticamente sinônimo de crescimento rápido: mais receita, mais clientes, mais participação de mercado. Tração e escala tornaram-se as métricas dominantes para validar modelos e atrair investimento. À medida que o ecossistema amadurece, porém, fica evidente que crescer rapidamente não equivale necessariamente a transformar realidades. Vemos ganhar espaço a discussão sobre a qualidade desse crescimento.</p>
<p>Esse deslocamento já começa a se refletir na alocação de capital. O mercado global de investimentos de impacto deve saltar de cerca de US$ 631 bilhões em 2025 para aproximadamente US$ 1,28 trilhão até 2029, impulsionado por agendas como transição energética, equidade social e economia circular, segundo relatório da <a href="https://www.giiresearch.com/report/tbrc1675862-impact-investing-global-market-report.html" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.giiresearch.com/report/tbrc1675862-impact-investing-global-market-report.html&amp;source=gmail&amp;ust=1774050772230000&amp;usg=AOvVaw1DHusdFGKe-NXV0293fxh1">The Business Research Company</a>. Os números indicam que a pergunta mudou: não basta mais crescer rápido, é preciso crescer para quê.</p>
<p>Acelerar negócios é sobre expansão. Acelerar impacto é sobre transformação. Nesse contexto, estamos falando de gerar valor sustentável para a sociedade, para o mercado e para os ecossistemas em que a empresa atua, por meio de soluções para problemas estruturais e fortalecimento de cadeias produtivas. Essa abordagem exige decisões que nem sempre maximizam resultados imediatos. Nem toda estratégia que impressiona investidores contribui para a resiliência de um setor ou para o desenvolvimento de longo prazo, embora ambos também sejam importantes para manutenção do negócio.</p>
<p>Quando orientada apenas por diferenciação competitiva, a inovação pode produzir avanços pontuais. Quando orientada por impacto, torna-se instrumento de construção de mercados mais sólidos e sustentáveis. Não se trata de uma agenda idealista, mas estratégica, especialmente diante de projeções que indicam crescimento anual próximo de 20% no setor de investimentos de impacto ao longo da próxima década, segundo estudo da<a href="https://www.globenewswire.com/news-release/2026/02/06/3233913/0/en/Impact-Investing-Business-Research-Report-2026-1-540-Billion-Opportunities-Trends-Competitive-Landscape-Strategies-and-Forecasts-2020-2025-2025-2030F-2035F.html" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.globenewswire.com/news-release/2026/02/06/3233913/0/en/Impact-Investing-Business-Research-Report-2026-1-540-Billion-Opportunities-Trends-Competitive-Landscape-Strategies-and-Forecasts-2020-2025-2025-2030F-2035F.html&amp;source=gmail&amp;ust=1774050772230000&amp;usg=AOvVaw3__s-YIKHNq5wFdXgE6jWR"> Precedence Research</a>.</p>
<p>Por isso, empresas que integram impacto à sua lógica de negócio tendem a desenvolver relações mais consistentes com clientes, parceiros e reguladores, reduzir riscos reputacionais e atrair talentos que buscam propósito aliado a desempenho. Em um ambiente econômico volátil, essas características aumentam as chances de longevidade.</p>
<p>Existe uma máxima conhecida no universo dos negócios de impacto: sem sustentabilidade financeira, não há missão possível. Mas impacto que não se sustenta economicamente não escala também, não se perpetua e não transforma. Dessa maneira, o verdadeiro desafio, portanto, não é escolher entre lucro e propósito, mas compreender como integrá-los de forma consistente. Talvez esse seja o principal sinal de maturidade do ecossistema de inovação: sair da lógica do crescimento pelo crescimento e avançar para a lógica da relevância de longo prazo. Em vez de perguntar apenas “quão rápido podemos crescer?”, passa-se a perguntar “que legado estamos construindo enquanto crescemos?”.</p>
<p>Celebrar startups é importante. Celebrar startups que fortalecem mercados e geram valor duradouro é ainda mais. Acelerar negócios pode criar empresas bem-sucedidas, mas acelerar impacto cria organizações que permanecem relevantes, e são essas que, no fim das contas, transformam não apenas setores econômicos, mas a própria sociedade.</p>
<p><strong>Paulo Humaitá</strong> é Fundador e CEO da Bluefields.</p>
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		<title>Cinco estratégias fortalecem o protagonismo feminino no crescimento de startups SaaS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 00:12:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Startup]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lideranças femininas ganham espaço no ecossistema de inovação e mostram como visão comercial e gestão estruturada ajudam empresas de software a crescer e escalar A presença feminina no comando das startups brasileiras tem avançado, mas ainda há um longo caminho a percorrer. Levantamento do Sebrae Startups aponta que 31% das empresas de base tecnológica no [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_46902" aria-describedby="caption-attachment-46902" style="width: 494px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-46902" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG-3786-1.jpg?resize=494%2C741&#038;ssl=1" alt="" width="494" height="741" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG-3786-1.jpg?resize=683%2C1024&amp;ssl=1 683w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG-3786-1.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG-3786-1.jpg?resize=768%2C1152&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG-3786-1.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w" sizes="(max-width: 494px) 100vw, 494px" /><figcaption id="caption-attachment-46902" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph">Lideranças femininas ganham espaço no ecossistema de inovação e mostram como visão comercial e gestão estruturada ajudam empresas de software a crescer e escalar</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A presença feminina no comando das startups brasileiras tem avançado, mas ainda há um longo caminho a percorrer. Levantamento do Sebrae Startups aponta que 31% das empresas de base tecnológica no país contam com mulheres em posições de liderança. No entanto, quando se trata de fundação, o percentual cai para 8,65% de startups criadas exclusivamente por empreendedoras.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Os dados evidenciam o crescimento da participação feminina no ecossistema de inovação, mas também revelam o potencial para ampliar a presença das mulheres nas decisões estratégicas das empresas de tecnologia. Em um setor marcado pela rápida transformação digital, as startups que operam no modelo SaaS (software como serviço) têm se destacado justamente por abrir espaço para novas lideranças e perspectivas diferenciadas de gestão.</p>
<h4><strong>Visão estratégica e consistência</strong></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph">Marilucia Silva Pertile, cofundadora da Start Growth, venture capital especializada em aceleração de startups de tecnologia, e mentora de negócios SaaS com trajetória consolidada em liderança comercial, acompanha de perto essa transformação. Para ela, a presença feminina em cargos de decisão tem contribuído para uma abordagem mais estruturada sobre crescimento e gestão dentro das startups.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">&#8220;Quando mulheres assumem posições estratégicas, a discussão sobre crescimento tende a considerar não apenas velocidade, mas também consistência. Estrutura comercial, retenção de clientes e gestão de pessoas passam a ganhar mais peso na estratégia&#8221;, afirma.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O ambiente das startups SaaS exige exatamente esse tipo de visão integrada. Empresas que operam com receita recorrente dependem da retenção de clientes e precisam estruturar processos comerciais claros para crescer de forma previsível. Segundo Marilucia, esse cenário abre espaço para profissionais que conciliam capacidade analítica, liderança de equipes e estratégia de negócios.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">&#8220;Startups SaaS precisam dominar métricas, entender profundamente o cliente e construir processos comerciais sólidos&#8221;, diz a mentora.</p>
<h4><strong>Cultura organizacional e diversidade</strong></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph">Além de ampliar a diversidade nas decisões, a presença feminina também influencia diretamente a cultura das empresas. Equipes mais diversas tendem a construir ambientes mais colaborativos e mais atentos às necessidades do mercado. Para a executiva, essa diversidade ajuda as startups a compreender melhor seus próprios clientes e a desenvolver soluções mais alinhadas com a realidade do usuário.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Ainda assim, o avanço das mulheres no setor de tecnologia depende de mudanças estruturais dentro do próprio ecossistema de inovação. Ampliar o acesso a mentorias, redes profissionais e oportunidades de liderança é um passo importante para acelerar essa transformação.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">&#8220;Existe muito talento feminino preparado para atuar em tecnologia e inovação. O desafio é garantir que essas profissionais tenham espaço para participar das decisões e construir empresas de alto crescimento&#8221;, destaca Marilucia.</p>
<h4><strong>Cinco caminhos para o protagonismo feminino</strong></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph">A experiência no acompanhamento de fundadores e equipes permitiu à especialista identificar práticas que ajudam mulheres a conquistar espaço em posições estratégicas dentro de startups de tecnologia. São elas:</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Investir em formação estratégica</strong> – Conhecimento em vendas, métricas de crescimento e gestão de negócios amplia a capacidade de atuação em empresas de tecnologia.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Participar do ecossistema de inovação</strong> – Eventos, programas de aceleração e comunidades de startups ajudam a construir rede de contatos e abrir novas oportunidades.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Buscar mentoria especializada</strong> – A troca com profissionais experientes pode acelerar o desenvolvimento de carreira e a compreensão do funcionamento do mercado.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Desenvolver visão comercial do negócio</strong> – Entender como a empresa gera receita e como escalar vendas é um diferencial relevante dentro das startups SaaS.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Construir autoridade profissional</strong> – Participar de debates do setor, compartilhar conhecimento e assumir posições de liderança fortalece o posicionamento dentro do ecossistema.</p>
<h4><strong>Diversidade como fator de competitividade</strong></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph">Na avaliação da mentora, a tendência é que a presença feminina nas decisões estratégicas das startups continue crescendo nos próximos anos. Mais do que uma pauta de representatividade, a diversidade se consolida como um fator de competitividade para empresas que buscam inovar e escalar em mercados cada vez mais disputados.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">&#8220;Quanto mais diversidade de perspectivas existir dentro das equipes, maior tende a ser a capacidade de adaptação e inovação&#8221;, conclui Marilucia Silva Pertile.</p>
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		<title>Healthtech brasileira que utiliza IA para combater o câncer está entre as 10 startups selecionadas pelo Aurora Tech Award 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 21:55:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Startup]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Aurora Tech Award 2026, premiação global da inDrive voltada a mulheres fundadoras de empresas de tecnologia, anunciou as 10 finalistas que participarão da etapa decisiva em Santiago, no Chile. Entre elas, está a startup OncoAI, fundada pela brasileira Mariana Zuliani. As selecionadas concorrerão a financiamento não dilutivo, ou seja, sem que as fundadoras precisem [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_46893" aria-describedby="caption-attachment-46893" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-46893" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/pexels-n-voitkevich-6532373.jpg?resize=1020%2C679&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/pexels-n-voitkevich-6532373.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/pexels-n-voitkevich-6532373.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/pexels-n-voitkevich-6532373.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/pexels-n-voitkevich-6532373.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-46893" class="wp-caption-text">Foto: Pexels</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph">O Aurora Tech Award 2026, premiação global da inDrive voltada a mulheres fundadoras de empresas de tecnologia, anunciou as 10 finalistas que participarão da etapa decisiva em Santiago, no Chile. Entre elas, está a startup OncoAI, fundada pela brasileira Mariana Zuliani. As selecionadas concorrerão a financiamento não dilutivo, ou seja, sem que as fundadoras precisem ceder participação acionária de suas empresas, e terão acesso à rede global de investidores parceiros da iniciativa, que é voltada ao fortalecimento de negócios liderados por mulheres em mercados emergentes.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Representando o Brasil na competição, Mariana, Doutora em Ciências da Saúde pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, comanda a healthtech que desenvolveu uma plataforma de inteligência artificial capaz de auxiliar oncologistas e instituições de saúde a prever a recorrência do câncer e aprimorar decisões terapêuticas. A tecnologia contribui para melhores diagnósticos clínicos e para a redução de intervenções desnecessárias.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Ao todo, foram 3.400 inscrições de 127 países, um recorde para o prêmio, que evidencia o avanço do empreendedorismo feminino nessas regiões. Neste ano, 80% das finalistas são da América Latina, com representantes da Colômbia, Chile, Brasil, México e Panamá. As startups atuam em áreas como inteligência artificial, fintech, healthtech, sustentabilidade e agritech, estão em estágios iniciais de operação e foram selecionadas com o apoio de mais de 40 fundos internacionais de venture capital parceiros da iniciativa.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Arsen Tomsky, CEO e fundador da inDrive, analisa o amadurecimento da premiação. Este ano podemos perceber o quanto o Aurora Tech Award cresceu, especialmente na América Latina, onde oito das startups desta edição estão sediadas. Este top 10 prova que não é preciso escolher entre impacto e retorno financeiro. Essas fundadoras estão construindo empresas sólidas, com modelo comercial robusto, para resolver problemas reais e locais em diferentes setores. Isso se conecta diretamente ao propósito da inDrive de combater as injustiças e impactar positivamente o planeta ao mesmo tempo.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Transformando acesso em oportunidade para mulheres na tecnologia</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A presença de mulheres à frente de startups com potencial de escala global vem crescendo de forma consistente, mas a alocação de capital ainda não acompanha esse movimento na mesma proporção. Diante desse cenário, o Aurora Tech Award busca reduzir a distância entre participação e acesso a capital. A iniciativa combina financiamento com suporte estratégico, conexões qualificadas e visibilidade internacional, oferecendo às finalistas ferramentas concretas para acelerar o crescimento e ampliar o impacto de seus negócios nos mercados em que atuam.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">As finalistas do prêmio da inDrive passam a contar com um pacote de apoio voltado à aceleração de seus negócios, recebendo capital, com financiamento não dilutivo para as três startups vencedoras; conexão, com indicações para a rede parceira da Aurora, composta por 40 fundos de venture capital, com matching por região, setor e estágio, além de feedback estruturado de investidores; comunidade, com integração a uma rede global de fundadoras que atuam em mercados emergentes, com programação exclusiva e apoio de especialistas; e plataforma, com oportunidade de apresentar a startup a investidores e a um júri especializado na etapa final, que culmina no anúncio das vencedoras de 2026.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Seleção conduzida por investidores experientes</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O processo de escolha das finalistas do Aurora Tech Award é feito em múltiplas etapas e combina análise independente de investidores com critérios de execução próprios da premiação, desenvolvidos em parceria com operadores e especialistas do setor.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A rede da Aurora, formada por mais de 40 fundos de venture capital na América Latina, Oriente Médio, Norte da África, África Subsaariana e Sul da Ásia, avalia cada startup de acordo com seu setor, estágio e alinhamento estratégico, atribui notas e indica quais fundadoras despertam maior interesse para conexões e mentorias, garantindo que as selecionadas recebam orientação qualificada e oportunidades concretas de crescimento.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Isabella Ghassemi-Smith, líder do Aurora Tech Award, destaca que o objetivo vai além do reconhecimento. Nosso propósito é garantir que fundadoras excepcionais que já demonstram tração em mercados emergentes tenham a visibilidade, o acesso a investidores e o capital que merecem. Criamos um processo de seleção rigoroso para assegurar que nossas finalistas tenham a validação de investidores, estejam prontas para captar recursos e preparadas para transformar seus setores com ideias ousadas. Este top 10 envia um sinal claro ao mercado: estas são as fundadoras que merecem atenção.</p>
<p><strong>Confira as 10 finalistas do Aurora Tech Award 2026:</strong></p>
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<li aria-setsize="-1"><strong>Adeola Ayoola, </strong><a href="https://famasi.africa/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://famasi.africa/&amp;source=gmail&amp;ust=1773953501120000&amp;usg=AOvVaw1N-PITOI8cCj-671B_lL3G"><strong>Famasi</strong></a><strong> </strong>(<wbr />Nigeria) – Plataforma que ajuda farmácias a gerenciar operações e visualizar estoques em tempo real. <em>Seed-stage/Estágio-<wbr />inicial</em></li>
</ul>
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<li aria-setsize="-1"><strong>Adriana Gonzalez, </strong><a href="https://www.soytizo.com/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.soytizo.com/&amp;source=gmail&amp;ust=1773953501120000&amp;usg=AOvVaw392vFfRaIiohsFV-zjHrRm"><strong>tizo</strong></a><strong> </strong>(Panamá) – Plataforma de mensagens com IA que permite a consumidores sem acesso a serviços bancários e pequenos comerciantes comprarem e vender online. <em>Seed-stage/Estágio-<wbr />inicial</em></li>
</ul>
<ul>
<li aria-setsize="-1"><strong>Angela Acosta, </strong><a href="https://www.moradocolombia.com/?srsltid=AfmBOoo-xSHZcJ_oUbIulwtnCbngbzOT84nkKWqlyh0KjOjfTZyWn1VC" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.moradocolombia.com/?srsltid%3DAfmBOoo-xSHZcJ_oUbIulwtnCbngbzOT84nkKWqlyh0KjOjfTZyWn1VC&amp;source=gmail&amp;ust=1773953501120000&amp;usg=AOvVaw2qebZtdobOL2f5BhiBysCL"><strong>Morado</strong></a><strong> </strong>(<wbr />Colômbia) – Fintech que oferece acesso rápido e justo a crédito para mulheres empreendedoras do setor de beleza. S<em>eed-stage/Estágio-inicial</em></li>
</ul>
<ul>
<li aria-setsize="-1"><strong>Catalina Isaza, </strong><a href="https://innmetec.com/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://innmetec.com/&amp;source=gmail&amp;ust=1773953501120000&amp;usg=AOvVaw3mjA_Bfqivq_cBO4LsqrWk"><strong>Innmetec</strong></a><strong> </strong>(<wbr />Colômbia) – Medtech que desenvolve implantes cirúrgicos personalizados e ferramentas de planejamento pré-operatório com impressão 3D. <em>Seed-stage/Estágio-inicial</em><wbr /></li>
</ul>
<ul>
<li aria-setsize="-1"><strong>Estefanía Abello, </strong><a href="https://mutaworld.com/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://mutaworld.com/&amp;source=gmail&amp;ust=1773953501120000&amp;usg=AOvVaw2YIFKznr2c5qtgSIeXPcuo"><strong>Muta</strong></a><strong> </strong>(<wbr />Colômbia) – Plataforma de sustentabilidade que digitaliza a cadeia de valor da reciclagem, garantindo rastreabilidade e eficiência operacional. <em>Seed-stage/<wbr />Estágio-inicial</em></li>
</ul>
<ul>
<li aria-setsize="-1"><strong>Maria Kawas, </strong><a href="https://domestikco.com/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://domestikco.com/&amp;source=gmail&amp;ust=1773953501120000&amp;usg=AOvVaw2J8QCzFCKfkyMyqBh65R4A"><strong>DomestikCo</strong></a><strong> </strong>(<wbr />Chile) – Software de RH que formaliza o trabalho doméstico, automatizando contratos, folha de pagamento e conformidade trabalhista. <em>Pre-seed/Estágio <wbr />pré-inicial</em></li>
</ul>
<ul>
<li aria-setsize="-1"><strong>Mariana Zuliani, </strong><a href="https://oncoai.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://oncoai.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1773953501120000&amp;usg=AOvVaw0SArPWBf0tv7F3m55jRFP_"><strong>OncoAI</strong></a><strong> </strong>(Brasil) – Healthtech que oferece uma plataforma de inteligência artificial para prever a recorrência do câncer e otimizar decisões de tratamento, promovendo melhores desfechos clínicos e reduzindo intervenções desnecessárias. <em>Pre-seed/<wbr />Estágio pré-inicial</em></li>
</ul>
<ul>
<li aria-setsize="-1"><strong>Mercedes Bidart, </strong><a href="https://quipu.com.co/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://quipu.com.co/&amp;source=gmail&amp;ust=1773953501120000&amp;usg=AOvVaw3iBW29juN-0Arg9GvEFrby"><strong>Quipu</strong></a><strong> </strong>(Colômbia) – Fintech que desenvolve análise de crédito alternativa para trabalhadores informais, garantindo acesso justo a capital. <em>Seed-stage/Estágio-<wbr />inicial</em></li>
</ul>
<ul>
<li aria-setsize="-1"><strong>Patricia Florencia, </strong><a href="https://www.pilou.io/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.pilou.io/&amp;source=gmail&amp;ust=1773953501120000&amp;usg=AOvVaw2z7uf0oGdpmiWGuK9c_hXn"><strong>Pilou</strong></a><strong> </strong>(<wbr />México) –Wealthtech com IA que apoia latino-americanos, especialmente mulheres, na gestão de patrimônio e tomada de decisões financeiras. <em>Pre-seed/Estágio <wbr />pré-inicial</em></li>
</ul>
<ul>
<li aria-setsize="-1"><strong>Penny Musengi, </strong><a href="https://www.pesira.io/en" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.pesira.io/en&amp;source=gmail&amp;ust=1773953501120000&amp;usg=AOvVaw0ctfp-uyX3M5zjLWhlM7Z2"><strong>Pesira Technologies</strong></a><strong> </strong>(Quênia) – Plataforma agtech que conecta agricultores, empresas e provedores de serviços financeiros, promovendo inclusão digital e crescimento das cadeias de suprimento. <em>Seed-stage/<wbr />Estágio-inicial</em></li>
</ul>
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