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	<title>Arquivos Empreendedorismo - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Empreendedorismo - Portal Contexto</title>
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		<title>Startup naPorta supera 7 milhões de entregas e consolida logística em áreas periféricas de Rio e São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 21:30:22 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48205" aria-describedby="caption-attachment-48205" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-48205" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC04096.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC04096.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC04096.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC04096.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC04096.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC04096.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC04096.jpg?w=3060&amp;ssl=1 3060w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48205" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Em apenas cinco anos, a startup brasileira naPorta saiu de uma operação modesta de 300 pacotes por dia para a marca de 21 mil entregas diárias, acumulando mais de 7 milhões de remessas realizadas no período. O dado, divulgado pela própria empresa, acompanha uma expansão agressiva em territórios historicamente negligenciados pelos grandes operadores logísticos, especialmente nas periferias do Rio de Janeiro e de São Paulo. Mais impressionante que o volume é o índice de sinistro registrado: apenas 0,002% sobre o total de operações, um número que desafia a percepção comum de que áreas complexas apresentam riscos operacionais intransponíveis.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Criada justamente para atuar onde as gigantes do setor encontram barreiras, a naPorta iniciou suas atividades em pequenos territórios, enfrentando inicialmente a desconfiança do mercado. Aos poucos, porém, a empresa provou que é possível conciliar escala, segurança e eficiência mesmo em bairros com infraestrutura precária e alta densidade populacional. Hoje, sua malha logística cobre dezenas de localidades que antes eram evitadas ou atendidas com prazos muito superiores ao padrão do mercado.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">No Rio de Janeiro, a operação foi ampliada para bairros como Bangu, Campo Grande, Realengo, Paciência, Santa Cruz, Guaratiba, Sepetiba, Recreio dos Bandeirantes, Vargem Grande e Vargem Pequena, além de regiões como Cosmos, Camorim, Cavalcanti, Benfica, São Cristóvão e Caju. A companhia também ultrapassou as fronteiras da capital, chegando a São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Em São Paulo, a presença se estende do Centro e Vila Clementino até Vila Prudente e Alphaville Empresarial, com ramificações para Osasco e Cotia. Em todas essas áreas, a startup já opera com o modelo same day delivery, ou entrega no mesmo dia, algo que até pouco tempo era considerado inviável para essas regiões.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O cofundador e COO da naPorta, Leonardo Medeiros, atribui o sucesso a uma abordagem que vai além da simples distribuição de mercadorias. Ele explica que a empresa investiu tempo e recursos para entender as dinâmicas locais, mapear rotas alternativas, treinar equipes e estabelecer relações de confiança com os moradores e comerciantes. Essa imersão permitiu desenhar uma operação ágil e resiliente, capaz de absorver imprevistos sem comprometer o nível de serviço. O resultado é uma taxa de sinistro extremamente baixa, que contraria o estigma de que periferia é sinônimo de insegurança logística.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Outro fator que diferencia a naPorta é o impacto social direto de seu modelo de negócios. A empresa mantém atualmente mais de 300 entregadores parceiros ativos por mês, todos moradores das próprias comunidades atendidas. Com ganhos médios na casa dos R$ 10 mil mensais, esses profissionais não apenas viabilizam a operação como também se tornam agentes de transformação econômica local, injetando renda e circulação de recursos em bairros que muitas vezes carecem de oportunidades formais de trabalho.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O crescimento acelerado da startup sinaliza uma mudança de paradigma no setor logístico brasileiro. Durante anos, a narrativa dominante foi a de que determinados territórios eram de difícil acesso, perigosos ou pouco rentáveis para investimentos em infraestrutura de entregas. A naPorta, no entanto, demonstrou que com inteligência operacional, tecnologia de roteirização e parcerias locais é possível não apenas operar, mas escalar com sustentabilidade. Segundo Medeiros, o que muitos enxergam como risco é, na verdade, uma oportunidade mal compreendida. A demanda reprimida nessas regiões é imensa, e os consumidores estão ávidos por serviços que antes só estavam disponíveis para quem morava em bairros nobres ou centrais.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A marca de 7 milhões de entregas, alcançada em junho de 2026, é um marco que consolida a trajetória da startup e abre caminho para novas frentes de expansão. A empresa já estuda a possibilidade de levar seu modelo para outras capitais brasileiras com características semelhantes, além de ampliar o portfólio de serviços para incluir coleta de produtos e logística reversa. O que começa como uma solução de nicho para periferias pode se tornar um novo padrão para o setor, mostrando que a logística eficiente não precisa ser elitizada e que é possível, sim, entregar no mesmo dia em qualquer lugar da cidade.</span></p>
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		<title>Marcas brasileiras de moda praia e resort presentes na Miami Swim Week 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 20:37:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um grupo formado por 46 marcas brasileiras participou de uma série de eventos integrados à Miami Swim Week 2026, nos Estados Unidos, e obteve resultados expressivos. O volume de negócios realizados durante a ação ultrapassa US$ 1,65 milhão, e a expectativa de faturamento para os próximos 12 meses  é de aproximadamente US$ 4,7 milhões. Juntas, as [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48179" aria-describedby="caption-attachment-48179" style="width: 982px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-48179" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/8AOlpzMyM2NmVjOyJmLt92Yu8Gd4VGdu92YsFGdy9GcAF2czlmchxmO5YzM3QTO5YDOzozZlBnauc3bsdDM3ImMjNGN5ImYxYjNlNDMwUmZkNjNmZGNkV2YlZWOGJTJlZWOGJTJ3AjM4EjRyUSMxAjMx8VL1ETLf9VLwITLfpTM.jpg?resize=982%2C655&#038;ssl=1" alt="" width="982" height="655" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/8AOlpzMyM2NmVjOyJmLt92Yu8Gd4VGdu92YsFGdy9GcAF2czlmchxmO5YzM3QTO5YDOzozZlBnauc3bsdDM3ImMjNGN5ImYxYjNlNDMwUmZkNjNmZGNkV2YlZWOGJTJlZWOGJTJ3AjM4EjRyUSMxAjMx8VL1ETLf9VLwITLfpTM.jpg?w=982&amp;ssl=1 982w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/8AOlpzMyM2NmVjOyJmLt92Yu8Gd4VGdu92YsFGdy9GcAF2czlmchxmO5YzM3QTO5YDOzozZlBnauc3bsdDM3ImMjNGN5ImYxYjNlNDMwUmZkNjNmZGNkV2YlZWOGJTJlZWOGJTJ3AjM4EjRyUSMxAjMx8VL1ETLf9VLwITLfpTM.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/8AOlpzMyM2NmVjOyJmLt92Yu8Gd4VGdu92YsFGdy9GcAF2czlmchxmO5YzM3QTO5YDOzozZlBnauc3bsdDM3ImMjNGN5ImYxYjNlNDMwUmZkNjNmZGNkV2YlZWOGJTJlZWOGJTJ3AjM4EjRyUSMxAjMx8VL1ETLf9VLwITLfpTM.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 982px) 100vw, 982px" /><figcaption id="caption-attachment-48179" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Um grupo formado por 46 marcas brasileiras participou de uma série de eventos integrados à Miami Swim Week 2026, nos Estados Unidos, e obteve resultados expressivos. O volume de negócios realizados durante a ação ultrapassa US$ </span><span class="katex"><span class="katex-mathml">1,65 milhão, e a expectativa de faturamento para os próximos 12 meses  é de aproximadamente </span><span class="katex-html" aria-hidden="true"><span class="base"><span class="mord mathnormal">U</span><span class="mord mathnormal">S$</span></span></span></span><span class=""> 4,7 milhões. Juntas, as empresas realizaram mais de 1,5 mil contatos com compradores e representantes do mercado internacional.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Do total de marcas, 21 receberam apoio do Texbrasil, programa de internacionalização da indústria têxtil e de moda brasileira, fruto de uma parceria entre a Abit, Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção, e a Apex Brasil, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos. Dessas 21, 18 apresentaram suas coleções na Swim Show, feira considerada uma das mais tradicionais e relevantes do segmento de moda praia no mundo. O evento ocorreu entre 30 de maio e 1º de junho, no Miami Beach Convention Center. As marcas expositoras foram Akera, Constantinopla, Das Meninas, Falésia Carioca, Ga-Ha, Guilff, Guria Beachwear, Jungle Society, Karla Vivian, Kopsch, Lybethras, MOS Beachwear, Nidas, Planet Sea, Rio de Sol, Rygy, Silvia Schaefer e Zillê Rio.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Simultaneamente à SwimShow e no mesmo local, duas outras empresas brasileiras fizeram sua estreia na Curve Miami, também contando com o suporte do Texbrasil: Mari M e Plié. Outra ação inédita marcou a edição deste ano. Pela primeira vez, a Colombiamoda Miami abriu espaço para marcas de outros países, e o Brasil foi representado pela Borana. Esse evento aconteceu no Throw Social, entre os dias 27 e 29 de maio.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O conjunto de marcas apoiadas pelo Texbrasil registrou 467 contatos, com negócios concretizados da ordem de US</span><span class="katex"><span class="katex-mathml">426,5mileumaprojec\ca~odeUS</span><span class="katex-html" aria-hidden="true"><span class="base"><span class="mord">426</span><span class="mpunct">,</span><span class="mord">5</span><span class="mord mathnormal">mi</span><span class="mord mathnormal">l</span><span class="mord mathnormal">e</span><span class="mord mathnormal">u</span><span class="mord mathnormal">ma</span><span class="mord mathnormal">p</span><span class="mord mathnormal">ro</span><span class="mord mathnormal">j</span><span class="mord mathnormal">e</span><span class="mord accent"><span class="vlist-t vlist-t2"><span class="vlist-r"><span class="vlist"><span class="mord mathnormal">c</span><span class="accent-body"><span class="mord">\c</span></span></span><span class="vlist-s">​</span></span></span></span><span class="mord accent"><span class="vlist-t"><span class="vlist-r"><span class="vlist"><span class="mord mathnormal">a</span><span class="accent-body"><span class="mord">~</span></span></span></span></span></span><span class="mord mathnormal">o</span><span class="mord mathnormal">d</span><span class="mord mathnormal">e</span><span class="mord mathnormal">U</span><span class="mord mathnormal">S</span></span></span></span><span class=""> 2,03 milhões para os próximos 12 meses. A gerente de Promoção Comercial da Abit, Adriana D´Agostini, destacou a performance brasileira. Ela afirmou que a moda praia do Brasil teve destaque pela alta qualidade dos produtos, pela criatividade que traduz a identidade do país e por um padrão de excelência reconhecido internacionalmente. Segundo Adriana, esses atributos reforçaram a competitividade das marcas nacionais e consolidaram o Brasil como referência global no segmento.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">As outras 25 empresas da delegação brasileira em Miami estiveram na Cabana Show, apoiadas pelo Fashion Label Brasil, programa de internacionalização da moda brasileira de valor agregado. Essa iniciativa foi criada pela ABEST, Associação Brasileira de Estilistas, em parceria com a Apex Brasil. As marcas participantes foram Água de Coco, Catarina Mina, Cecília Prado, Cristina Sabatini, Despi, Dress To, Empress, Gapaz, La Sirène, Lavish, Lenny, Lis Fiaschi, Maria Pavan, Melissa, Naked, Osklen, Patbo, Serpui, Sinesia Karol, Sophia Hegg, Ventura Eyewear, Vix, Waiwai, Yukio e Zoew.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A gestora de Projetos Internacionais da ABEST, Aurea Yamashita, comentou o desempenho. Ela disse que a moda resort brasileira tem se destacado no mercado internacional pela combinação única entre criatividade, qualidade e autenticidade. Aurea acrescentou que as coleções apresentadas pelas marcas nacionais refletem não apenas o estilo de vida brasileiro, mas também um forte compromisso com a sustentabilidade, a valorização do trabalho artesanal e das técnicas handmade, elementos cada vez mais apreciados por compradores e consumidores globais.</span></p>
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		<title>Plataforma global de live shopping Jamble escolhe o Brasil como mercado prioritário e atinge R$ 4 milhões em abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 21:43:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Startup]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Focada em colecionáveis, startup francesa combina entretenimento e e-commerce para redefinir a confiança em vendas ao vivo no país; empresa já registrou um crescimento de 300% A Jamble, marketplace de live shopping voltado para comunidades e colecionáveis, anuncia seu lançamento oficial no Brasil, posicionando o país como seu principal mercado global. Apoiada pela Y Combinator, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47923" aria-describedby="caption-attachment-47923" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-47923" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG-6775-1024x949.jpg?resize=1020%2C945" alt="" width="1020" height="945" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG-6775.jpg?resize=1024%2C949&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG-6775.jpg?resize=300%2C278&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG-6775.jpg?resize=768%2C712&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG-6775.jpg?w=1036&amp;ssl=1 1036w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47923" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<h3 class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: center;"><em><span class="">Focada em colecionáveis, startup francesa combina entretenimento e e-commerce para redefinir a confiança em vendas ao vivo no país; empresa já registrou um crescimento de 300%</span></em></h3>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A Jamble, marketplace de live shopping voltado para comunidades e colecionáveis, anuncia seu lançamento oficial no Brasil, posicionando o país como seu principal mercado global. Apoiada pela Y Combinator, a aceleradora de startups mais famosa dos Estados Unidos, a startup francesa se torna a primeira plataforma de live shopping no Brasil dedicada exclusivamente a colecionáveis.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A plataforma apresenta um formato interativo no qual vendedores realizam transmissões ao vivo, enquanto compradores participam de ofertas em tempo real diretamente pelo aplicativo. Diferentemente de plataformas em que o vídeo ao vivo é apenas um recurso complementar, a Jamble foi construída desde o início com uma abordagem centrada na comunidade. Disponível para iOS e Android, a experiência inclui vídeos em tempo real, ofertas ao vivo, ações interativas entre usuários e um funcionamento voltado para o engajamento, transformando cada sessão em um evento dinâmico e altamente engajador.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O formato já transformou o comércio na Ásia, e vemos um forte potencial para uma mudança semelhante no Brasil. Estamos lançando com foco em categorias de alto engajamento, como Pokémon TCG, Magic: The Gathering, diecast collectibles e jogos retrô, segmentos em que interação e confiança são fundamentais. Nosso objetivo é criar uma experiência que vá além da transação, unindo entretenimento e comércio de forma relevante para essas comunidades, afirma Aymar Dumoulin, cofundador da Jamble.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Desde o início de sua operação local, no fim de 2025, a empresa vem registrando crescimento acelerado. Em abril de 2026, a plataforma atingiu R$ 4 milhões em GMV (Gross Merchandise Volume ou volume bruto de mercadorias), multiplicando por 8 o volume dos últimos 5 meses. Além disso, no mês passado, a Jamble processou acima de 50.000 transações, um crescimento de 300% em 5 meses.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A reação dos colecionadores brasileiros tem sido muito positiva. Em poucos meses de operação no país, a Jamble já acumula mais de 3.000 compradores ativos e conta com mais de 400 vendedores, que, em alguns casos, estão registrando o dobro de vendas a cada mês. Os dados mostram que a startup francesa está satisfazendo uma demanda do público brasileiro por um marketplace de referência e especializado para a compra e venda de produtos colecionáveis.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Em um setor no qual a autenticidade é essencial, a Jamble estabelece a segurança como um de seus principais diferenciais. Confiança é a nossa moeda, afirma Jeremy Gozlan, cofundador e CTO da startup. Diferentemente de plataformas abertas e impessoais, contamos com um rigoroso processo de aprovação de vendedores. Cada criador é avaliado antes de iniciar transmissões, garantindo uma experiência segura e legítima para a comunidade, reforça.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A infraestrutura de pagamentos também reforça essa credibilidade. Ao utilizar o PIX como principal método, a plataforma assegura transações instantâneas e rastreáveis.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Embora tenha sede em Paris, a empresa mantém um hub estratégico em São Paulo. No início deste ano, os cofundadores Aymar Dumoulin e Louis de Jenlis estiveram no Brasil, visitando Rio de Janeiro e São Paulo para se aprofundar no ecossistema local.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O Brasil não é apenas mais um mercado para nós. É o mercado neste momento. A cultura social e o apetite por conteúdo ao vivo são únicos. Estamos construindo uma infraestrutura que permite que entusiastas transformem sua paixão em um negócio real, conclui Dumoulin.</span></p>
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		<title>AI Experience Awards 2026 abre inscrições para startups de inteligência artificial em todo o país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raquel Paternostro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 13:59:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda empreendedora]]></category>
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		<category><![CDATA[Startup]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para o AI Experience Awards 2026, premiação nacional que vai reconhecer startups brasileiras que desenvolvem soluções inovadoras com inteligência artificial. A iniciativa integra a programação oficial do AI Experience 2026, um dos principais eventos estratégicos sobre IA do país, e busca destacar empresas que já aplicam tecnologia em projetos com impacto [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47896" aria-describedby="caption-attachment-47896" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-47896" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-18.35.05-2.jpeg?resize=1020%2C679&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-18.35.05-2.jpeg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-18.35.05-2.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-18.35.05-2.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-18.35.05-2.jpeg?resize=1536%2C1023&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-18.35.05-2.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47896" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p>Estão abertas as inscrições para o AI Experience Awards 2026, premiação nacional que vai reconhecer startups brasileiras que desenvolvem soluções inovadoras com inteligência artificial. A iniciativa integra a programação oficial do AI Experience 2026, um dos principais eventos estratégicos sobre IA do país, e busca destacar empresas que já aplicam tecnologia em projetos com impacto real em diferentes setores da economia.</p>
<h3>Premiação quer destacar startups que já usam IA na prática</h3>
<p>O prêmio é voltado para startups que utilizam inteligência artificial em áreas como saúde, educação, agronegócio, finanças, segurança, sustentabilidade, varejo, infraestrutura e serviços públicos.</p>
<p>A proposta é reconhecer empresas que transformaram a IA em ferramenta concreta para resolver problemas e gerar resultados mensuráveis.</p>
<p>Mais do que uma competição, o AI Experience Awards se apresenta como uma vitrine nacional para startups que buscam ampliar visibilidade, fortalecer reputação e criar conexões estratégicas no mercado de inovação.</p>
<h3>Startups terão contato com investidores e grandes empresas</h3>
<p>Segundo a organização, os vencedores serão apresentados diante de um público formado por executivos, investidores, representantes do governo, especialistas em transformação digital e grandes empresas de tecnologia.</p>
<p>Os participantes também terão oportunidade de ampliar networking e validar suas soluções junto a lideranças do setor.</p>
<p>Os vencedores receberão um troféu oficial durante o AI Experience 2026, reforçando a autoridade institucional das marcas no ecossistema de tecnologia e inovação.</p>
<h3>Evento reunirá big techs e especialistas em IA</h3>
<p>O AI Experience 2026 contará com representantes de empresas globais como Microsoft, Google e AWS, além de especialistas ligados a temas como inteligência artificial aplicada, infraestrutura digital, segurança cibernética e criptografia pós-quântica.</p>
<p>A organização destaca que o evento se consolidou como espaço de influência e tomada de decisão sobre o futuro tecnológico do país.</p>
<p>Inscrições são gratuitas</p>
<p>As inscrições para o AI Experience Awards 2026 são gratuitas e possuem vagas limitadas.</p>
<h3>Serviço</h3>
<p>AI Experience Awards 2026<br />
📌 Inscrições para startups:<br />
<a href="https://forms.gle/fbZDHJ6QNktiyEMN8">https://forms.gle/fbZDHJ6QNktiyEMN8</a></p>
<p>AI Experience 2026<br />
📅 Data: 2 e 3 de junho de 2026<br />
📍 Local: Instituto Serzedello Corrêa (TCU), Brasília</p>
<p>🎟️ Ingressos:<br />
<a href="https://www.sympla.com.br/evento/ai-experience-2026/3376235">https://www.sympla.com.br/evento/ai-experience-2026/3376235</a></p>
<p>📱 Instagram oficial:<br />
<a href="https://www.instagram.com/ai.experience.evento/">https://www.instagram.com/ai.experience.evento/</a></p>
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		<title>Projeto de empreendedorismo da Horse Powertrain impulsiona negócios locais e transforma histórias no Paraná</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 20:36:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa realizada em parceria com a Paresi fortalece comunidades de São José dos Pinhais, amplia oportunidades para mulheres e incentiva a criação de novos negócios O futuro pode nascer da persistência de um sonho antigo ou da coragem de mudar de rota. Foi assim com Ana Patricia dos Santos Colaço, 46 anos, e Sibelle Melo, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47788" aria-describedby="caption-attachment-47788" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-47788" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/0MTZ6cDN1kTO3ojci5SbvNmLvRHelRnbvNGbhRncvBHQhN3cpJXYspjN3QTMzQzM3UjOnVGcq5ydvx2NmZWY0kjZ1ATYhdjMjN2N2I2NxEWN1MzYxcTNxADOjZkMlADOjZkMlIDN1YTMGJTJ1EDMx8VL1ETLf9VLwITLfpzM.jpg?resize=800%2C534&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="534" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/0MTZ6cDN1kTO3ojci5SbvNmLvRHelRnbvNGbhRncvBHQhN3cpJXYspjN3QTMzQzM3UjOnVGcq5ydvx2NmZWY0kjZ1ATYhdjMjN2N2I2NxEWN1MzYxcTNxADOjZkMlADOjZkMlIDN1YTMGJTJ1EDMx8VL1ETLf9VLwITLfpzM.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/0MTZ6cDN1kTO3ojci5SbvNmLvRHelRnbvNGbhRncvBHQhN3cpJXYspjN3QTMzQzM3UjOnVGcq5ydvx2NmZWY0kjZ1ATYhdjMjN2N2I2NxEWN1MzYxcTNxADOjZkMlADOjZkMlIDN1YTMGJTJ1EDMx8VL1ETLf9VLwITLfpzM.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/0MTZ6cDN1kTO3ojci5SbvNmLvRHelRnbvNGbhRncvBHQhN3cpJXYspjN3QTMzQzM3UjOnVGcq5ydvx2NmZWY0kjZ1ATYhdjMjN2N2I2NxEWN1MzYxcTNxADOjZkMlADOjZkMlIDN1YTMGJTJ1EDMx8VL1ETLf9VLwITLfpzM.jpg?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-47788" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<h3 class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: center;"><em><span class="">Iniciativa realizada em parceria com a Paresi fortalece comunidades de São José dos Pinhais, amplia oportunidades para mulheres e incentiva a criação de novos negócios</span></em></h3>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O futuro pode nascer da persistência de um sonho antigo ou da coragem de mudar de rota. Foi assim com Ana Patricia dos Santos Colaço, 46 anos, e Sibelle Melo, 40, que encontraram no curso de empreendedorismo da Horse Powertrain, empresa global de tecnologias automotivas especializada em soluções de baixa emissão, uma oportunidade para desenvolver seus negócios e ampliar perspectivas profissionais. Realizado em parceria com a Paresi, o projeto integra as iniciativas sociais da companhia voltadas ao desenvolvimento das comunidades do entorno da fábrica da empresa, em São José dos Pinhais (PR).</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Patricia, ou Paty Colaço como é conhecida, encontrou no projeto a chance de retomar uma trajetória interrompida. Artesã desde sempre, ela conciliou por muitos anos a jornada de trabalho CLT com a produção de peças em feltro para complementar a renda. Após incentivo do marido, decidiu se dedicar integralmente ao negócio e à loja online. Porém, um acidente interrompeu sua jornada de empreendedorismo. Em 2018, Paty caiu da escada e quebrou a mão direita, precisando passar por cirurgias para inserir uma placa de titânio na região. Depois do acidente, ficou quase um ano entre tala ortopédica e fisioterapia, sem conseguir trabalhar. Desanimada, voltou para a jornada CLT e deixou o negócio de lado.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A grande reviravolta aconteceu quando uma amiga comentou sobre o curso da Horse. &#8220;O projeto chegou na minha vida para me dar coragem de retomar meu caminho na arte. Através dele, adquiri conhecimentos de precificação para os meus produtos e, o mais importante, pude entender que empreender e ser dona do próprio negócio é possível&#8221;, compartilha Paty.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Sibelle também cruzou com o empreendedorismo através de uma mudança na sua rotina familiar. Ela trabalhava em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e os turnos alternados aos do marido permitiam que o casal cuidasse do filho pequeno. Quando as escalas deixaram de bater, precisou sair do trabalho e encontrou na atuação como consultora de consórcios uma forma de gerar renda compatível com a dinâmica da casa. &#8220;Meu sonho sempre foi passar em concurso público e ter estabilidade financeira. Nunca tive pretensão de ter CNPJ ou abrir negócio, mas como surgiu a oportunidade, eu agarrei&#8221;, revela.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Para ela, um dos pontos mais marcantes do projeto foi perceber que outras mulheres viviam desafios parecidos aos seus, conciliando família, trabalho e aspirações pessoais. &#8220;Alguns pontos discutidos durante as trilhas eu já tinha tido contato antes, mas a forma como foi apresentada, a partir da perspectiva e realidade de mulheres que acumulam outros desafios e responsabilidades, fez muito sentido para mim&#8221;, afirma.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A primeira edição do projeto foi realizada em 2025 e beneficiou 40 moradores da comunidade da Roseira de São Sebastião. Em 2026, o curso foi realizado na comunidade do Rio Pequeno e teve um recorte exclusivo para a participação de mulheres, motivado pelo interesse em empreender identificado nas oficinas de empoderamento feminino promovidas pela Horse no último ano.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Entre os resultados da primeira edição, destaca-se o crescimento de aproximadamente 31,52% no faturamento e 120% na base de clientes após a participação no projeto, além do aumento no grau de autoconfiança e no fortalecimento das competências empreendedoras. Cleverson Rabito, diretor de operações da Horse no Brasil, reforça o propósito da iniciativa. &#8220;Todo o investimento e cuidado dedicado ao projeto faz parte do nosso compromisso global de ser um agente transformador, indo além do desenvolvimento de tecnologias sustentáveis, mas promovendo transformação e impacto social&#8221;, finaliza o executivo.</span></p>
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		<title>Innova Summit 2026 abre inscrições e reúne especialistas em inovação e empreendedorismo no DF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raquel Paternostro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 14:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda empreendedora]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) abriu nesta segunda-feira (27) as inscrições para o Innova Summit 2026, evento que será realizado entre 12 e 14 de maio, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, reunindo especialistas em inovação, tecnologia e empreendedorismo. Evento aposta em soluções práticas e conexão de mercado Promovido [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47510" aria-describedby="caption-attachment-47510" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-47510" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3d6a30a5-5c2a-4fc6-85dc-33503a1c4d20-2-1.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3d6a30a5-5c2a-4fc6-85dc-33503a1c4d20-2-1.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3d6a30a5-5c2a-4fc6-85dc-33503a1c4d20-2-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3d6a30a5-5c2a-4fc6-85dc-33503a1c4d20-2-1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3d6a30a5-5c2a-4fc6-85dc-33503a1c4d20-2-1.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3d6a30a5-5c2a-4fc6-85dc-33503a1c4d20-2-1.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3d6a30a5-5c2a-4fc6-85dc-33503a1c4d20-2-1.jpg?w=3060&amp;ssl=1 3060w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47510" class="wp-caption-text">A nova edição será realizada entre 12 e 14 de maio, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, com a proposta de fortalecer ainda mais o ecossistema de negócios e apresentar soluções práticas para o mercado | Fotos: Divulgação/Ei Produção Vídeos</figcaption></figure>
<p>A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) abriu nesta segunda-feira (27) as inscrições para o Innova Summit 2026, evento que será realizado entre 12 e 14 de maio, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, reunindo especialistas em inovação, tecnologia e empreendedorismo.</p>
<h3>Evento aposta em soluções práticas e conexão de mercado</h3>
<p>Promovido em parceria com o Instituto Conecta Brasil e a Fundação de Apoio à Pesquisa do DF (FAPDF), o encontro tem como objetivo fortalecer o ecossistema de negócios e apresentar soluções aplicáveis ao mercado.</p>
<p>A proposta da nova edição é ampliar o foco em resultados práticos, com menos teoria e mais execução, atendendo à demanda do público registrada nas edições anteriores.</p>
<h3>Edição anterior reuniu mais de 50 mil participantes</h3>
<p>Em 2025, o evento registrou crescimento de 53% e reuniu mais de 50 mil pessoas, consolidando-se como referência nacional no setor.</p>
<p>A programação contou com a participação de mais de 200 empreendedores e startups, abordando temas como inteligência artificial, sustentabilidade, negócios digitais, criptoativos e impacto social.</p>
<h3>Palestrantes confirmados para 2026</h3>
<p>A edição de 2026 já tem nomes confirmados, como Flávio Augusto, Thiago Nigro, Camila Farani, Pablo Marçal, Felipe Titto, Carol Paifer, Leandro Karnal, Martha Gabriel, Rony Meisler e João Apolinário, além de outros especialistas que ainda serão anunciados.</p>
<h3>Programação inclui palestras e trilhas temáticas</h3>
<p>Ao longo de três dias, o Innova Summit contará com mais de 180 palestras distribuídas em cinco palcos e nove trilhas de conteúdo, com foco em metodologias aplicáveis, cases reais e ferramentas práticas.</p>
<p>A expectativa é reunir um público composto por executivos, líderes e empreendedores, ampliando a troca de experiências e oportunidades de negócios.</p>
<h3>Evento fortalece inovação no DF</h3>
<p>Para o governo do Distrito Federal, o evento contribui para o desenvolvimento tecnológico, a geração de empregos e o incentivo ao empreendedorismo.</p>
<p>A iniciativa também reforça o posicionamento de Brasília como polo estratégico de inovação, aproximando governo, empresas, startups e investidores.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Culpa não muda comportamento — só paralisa</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/culpa-nao-muda-comportamento-so-paralisa/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=culpa-nao-muda-comportamento-so-paralisa</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 18:48:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contexto]]></category>
		<category><![CDATA[Contexto Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As pessoas já conhecem as causas e os efeitos, muitas vezes catastróficos, das mudanças climáticas. Ainda assim, a distância entre consciência e ação continua é enorme. Sabemos cada vez mais, mas não mudamos na mesma proporção. Por quê? Porque, quando o futuro é apresentado apenas como ameaça e o presente somente como culpa, o resultado [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47491" aria-describedby="caption-attachment-47491" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-47491" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/6xUmOzIGZ1MDO6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6ATN1ETO4EDOxEjOnVGcq5ydvxGOmlTOhFTY4E2N3IWM0MmN4gTM5MmZ3cjNzUmM2EzNhZkMlEzNhZkMlkzM1ADNGJTJ2YjNygzN3kDOz8VL1ETLf9VLwITLfpDO-683x1024.jpg?resize=350%2C525" alt="" width="350" height="525" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/6xUmOzIGZ1MDO6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6ATN1ETO4EDOxEjOnVGcq5ydvxGOmlTOhFTY4E2N3IWM0MmN4gTM5MmZ3cjNzUmM2EzNhZkMlEzNhZkMlkzM1ADNGJTJ2YjNygzN3kDOz8VL1ETLf9VLwITLfpDO.jpg?resize=683%2C1024&amp;ssl=1 683w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/6xUmOzIGZ1MDO6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6ATN1ETO4EDOxEjOnVGcq5ydvxGOmlTOhFTY4E2N3IWM0MmN4gTM5MmZ3cjNzUmM2EzNhZkMlEzNhZkMlkzM1ADNGJTJ2YjNygzN3kDOz8VL1ETLf9VLwITLfpDO.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/6xUmOzIGZ1MDO6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6ATN1ETO4EDOxEjOnVGcq5ydvxGOmlTOhFTY4E2N3IWM0MmN4gTM5MmZ3cjNzUmM2EzNhZkMlEzNhZkMlkzM1ADNGJTJ2YjNygzN3kDOz8VL1ETLf9VLwITLfpDO.jpg?resize=768%2C1151&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/6xUmOzIGZ1MDO6InYu02bj5yb0hXZ052bjxWY0J3bwBUYzNXayFGb6ATN1ETO4EDOxEjOnVGcq5ydvxGOmlTOhFTY4E2N3IWM0MmN4gTM5MmZ3cjNzUmM2EzNhZkMlEzNhZkMlkzM1ADNGJTJ2YjNygzN3kDOz8VL1ETLf9VLwITLfpDO.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /><figcaption id="caption-attachment-47491" class="wp-caption-text">Claudia Pires. Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p>As pessoas já conhecem as causas e os efeitos, muitas vezes catastróficos, das mudanças climáticas. Ainda assim, a distância entre consciência e ação continua é enorme. Sabemos cada vez mais, mas não mudamos na mesma proporção. Por quê? Porque, quando o futuro é apresentado apenas como ameaça e o presente somente como culpa, o resultado tende a ser defesa emocional, e não mobilização.</p>
<p>Explico: não faltam campanhas baseadas em medo e pressão moral. Elas até podem chamar atenção no curto prazo, gerando um choque inicial. Mas, se a pessoa não enxerga um caminho viável para agir, a tendência é o afastamento, a negação, a procrastinação ou uma tentativa rápida de aliviar a consciência com uma ação isolada.</p>
<p>E no caso de problemas complexos, uma única atitude quase nunca resolve. Não basta fazer uma escolha &#8220;certa&#8221; e seguir em frente. É preciso repetir comportamentos, revisar hábitos, sustentar decisões e, muitas vezes, continuar agindo mesmo sem recompensa imediata. Quando a resposta emocional é só culpa, o mais comum é a pessoa fazer algo pontual para se sentir melhor, e depois se desconectar do problema. Em vez de engajamento contínuo, temos alívio momentâneo.</p>
<p>Isso ajuda a explicar por que a ansiedade climática cresce sem necessariamente produzir mais mudança prática. Muita gente sente preocupação real com o futuro, mas também sente impotência. E impotência não mobiliza; desgasta. Quando o indivíduo percebe o tamanho do problema, mas não vê claramente o que fazer, nem sente que sua ação tem efeito concreto, o sentimento predominante deixa de ser responsabilidade e vira paralisia.</p>
<p>É por isso que incentivo costuma funcionar melhor do que punição moral. Quando uma pessoa percebe que consegue participar, acompanhar seu impacto, receber retorno e construir um hábito aos poucos, a chance de continuidade aumenta muito. Pequenas vitórias têm um papel enorme. Elas ajudam a trocar a lógica da culpa pela lógica da capacidade. Em vez de &#8220;eu deveria ter feito antes&#8221;, a pessoa passa a pensar: &#8220;eu consigo fazer parte disso&#8221;.</p>
<p>No caso da agenda climática e ambiental, esse ponto é central. Durante muito tempo, comunicamos esses temas como uma lista de renúncias: consumir menos, abrir mão, restringir, evitar, reduzir, cortar. Tudo isso é importante, claro. Mas, do ponto de vista comportamental, o excesso de mensagens baseadas em perda pode produzir exaustão.</p>
<p>Isso não significa adotar um tom ingênuo ou negar a gravidade da situação. O desafio é outro: comunicar urgência sem produzir desistência. Mostrar a dimensão do problema sem anular a percepção de agente. Trocar a ideia de que o indivíduo está sempre em falta pela percepção de que ele pode, sim, participar de soluções concretas — especialmente quando essas soluções são bem desenhadas, acessíveis e reforçadas ao longo do tempo.</p>
<p>Essa lógica vale para o clima, mas também para saúde, consumo, educação financeira e políticas públicas em geral. Em todos esses campos, há uma tentação recorrente de acreditar que constrangimento gera mudança. Na prática, o que gera mudança é arquitetura de decisão: facilitar o comportamento desejado, reduzir atrito, dar visibilidade ao progresso e criar mecanismos de reconhecimento.</p>
<p>No fundo, mudar comportamento não é só convencer. É construir condições para que a mudança aconteça e se sustente. E isso exige mais do que alerta. Exige desenho, continuidade e inteligência emocional.<br />
Se quisermos transformar preocupação em ação, precisamos parar de apostar apenas na culpa como linguagem. Culpa pesa, progresso move. E, em problemas complexos como os que enfrentamos hoje, ninguém avança quando se sente apenas culpado. As pessoas avançam quando percebem que podem agir, que sua ação faz sentido e que vale a pena continuar.</p>
<p><strong>Cláudia Pires </strong>é CEO e fundadora da SO+MA. Com uma carreira consolidada nas áreas de estratégia de negócios, marketing e sustentabilidade, tornou-se empreendedora de impacto social em 2014, criando a primeira greentech brasileira dedicada a promover a economia circular na prática por meio da ciência do comportamento e da tecnologia</p>
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		<title>Cidades inteligentes avançam no Brasil, mas ainda são exceção</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 20:39:01 +0000</pubDate>
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<p>O debate sobre cidades inteligentes tem ganhado cada vez mais espaço no Brasil, impulsionado pelo crescimento urbano, pela pressão por serviços mais eficientes e pelo avanço das tecnologias digitais. Ainda assim, é precipitado afirmar que o país, como um todo, já pode ser considerado um território de cidades inteligentes. Com mais de 5.500 municípios a maioria com menos de 50 mil habitantes e muitos com até 10 mil, o nosso país apresenta uma realidade desigual, em que o acesso à inovação e a capacidade de implementação de soluções urbanas variam significativamente.</p>
<p>Por outro lado, algumas cidades já despontam como exceções e vêm consolidando avanços consistentes. São Paulo, a maior cidade do hemisfério sul, é um exemplo claro de como a complexidade urbana exige respostas contínuas. Iniciativas como o Smart Sampa mostram como o uso de monitoramento e tecnologia pode apoiar ações de segurança e gestão. Na mesma linha, capitais como Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre e Rio de Janeiro já operam com centros de monitoramento que acompanham, em tempo real, questões como mobilidade, segurança e serviços urbanos. O Centro de Operações Rio é um caso emblemático desse modelo integrado. Além delas, cidades como Vitória, Cuiabá e Goiânia também vêm adotando projetos relevantes, indicando que, ainda que de forma desigual, esse movimento está em expansão.</p>
<p>É importante destacar que o conceito de cidades inteligentes vai muito além da tecnologia. No Brasil, ele já está incorporado às políticas públicas, especialmente a partir de diretrizes do Ministério das Cidades, que reconhecem a transformação digital urbana como vetor de desenvolvimento. Na prática, isso significa que o avanço das cidades passa por planejamento, regulação e definição de prioridades. A tecnologia entra como ferramenta para melhorar mobilidade, segurança, educação, infraestrutura e qualidade de vida — e não como um fim em si mesma.</p>
<p>Esse caminho segue uma lógica semelhante à observada em cidades da Europa e da Ásia, hoje referências globais no tema. Antes de adotarem soluções altamente tecnológicas, esses centros estruturaram políticas públicas, criaram ambientes regulatórios favoráveis e fortaleceram seus ecossistemas de inovação. No Brasil, esse movimento começa a ganhar força com o avanço das chamadas govtechs — startups e empresas que desenvolvem soluções voltadas ao setor público. Esse modelo amplia o papel do governo, que deixa de ser o único provedor e passa a atuar como articulador de um ecossistema mais dinâmico.</p>
<p>Cidades como Curitiba e Florianópolis já demonstram como essa estratégia pode gerar resultados. Ao investir em hubs de inovação, coworkings públicos, centros de pesquisa e distritos tecnológicos, muitas vezes com apoio de recursos públicos, essas cidades estimulam o desenvolvimento de soluções locais, valorizam talentos regionais e criam alternativas mais eficientes para a gestão. Trata-se de um ciclo virtuoso, em que o poder público não apenas resolve problemas urbanos, mas também fomenta desenvolvimento econômico e geração de renda.</p>
<p>Na prática, o conceito de cidades inteligentes já se traduz em iniciativas concretas. Curitiba, por exemplo, utiliza sistemas que centralizam dados em tempo real para otimizar serviços como transporte público, semaforização e coleta de lixo. Florianópolis aposta no uso de dados para monitorar turismo, atividade econômica e serviços urbanos, aumentando a eficiência da gestão e reduzindo desperdícios. Recife também se destaca ao integrar tecnologia e políticas públicas para identificar demandas da população, como falta de creches, leitos hospitalares ou infraestrutura. Nesses casos, a tecnologia atua como meio para qualificar a tomada de decisão.</p>
<p>Além das soluções digitais, há também iniciativas de caráter social que fazem parte desse conceito. Programas de hortas urbanas monitoradas, ações de reciclagem com benefícios para a população e projetos voltados à segurança alimentar mostram que cidades inteligentes também são aquelas que promovem inclusão e bem-estar. Com o avanço da inteligência artificial, muitas prefeituras já oferecem aplicativos que permitem ao cidadão acessar serviços públicos de forma mais simples, reduzindo burocracias e aproximando a gestão da população.</p>
<p>Entre os principais desafios urbanos, a mobilidade segue como um dos mais críticos e, ao mesmo tempo, um dos que mais se beneficiam de soluções inteligentes. A integração entre modais, como metrô, ônibus e sistemas rápidos de transporte, já contribui para melhorar o deslocamento nas grandes cidades. Em São Paulo, políticas como o rodízio de veículos e incentivos a carros elétricos também impactam diretamente o trânsito e a qualidade do ar. Paralelamente, cresce o incentivo a modelos de vida mais próximos do local de trabalho, reduzindo a necessidade de longos deslocamentos e seus impactos no dia a dia.</p>
<p>A tecnologia também avança na gestão do tráfego. Sistemas de semaforização inteligente, que ajustam o tempo dos sinais conforme o fluxo de veículos, já estão em teste em cidades como Curitiba e Foz do Iguaçu, contribuindo para melhorar a fluidez. Aplicativos de mobilidade e rotas alternativas ajudam a distribuir melhor o trânsito, enquanto investimentos em iluminação pública, monitoramento e infraestrutura tornam o transporte público mais seguro e atrativo — fatores essenciais para ampliar sua utilização.</p>
<p>No fim, o conceito de cidades inteligentes está diretamente ligado à qualidade de vida. Reduzir o tempo no trânsito, aumentar a segurança e melhorar o acesso a serviços são fatores que impactam diretamente o bem-estar da população. O Brasil ainda tem um longo caminho pela frente, mas os avanços já observados indicam que há um movimento consistente em curso, especialmente nas grandes cidades e regiões metropolitanas.</p>
<p>Mais do que adotar novas tecnologias, o desafio está em integrá-las a políticas públicas eficazes e colocar o cidadão no centro das decisões. As cidades que têm conseguido avançar são justamente aquelas que entendem essa lógica e investem de forma estratégica em inovação, dados e governança. O futuro urbano no país não será definido apenas pelas ferramentas disponíveis, mas pela forma como elas serão utilizadas para transformar, de fato, a vida das pessoas.<br />
<strong>Beto Marcelino </strong>é presidente do conselho e sócio-fundador do iCities</p>
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		<title>Setor de cafés especiais do Brasil espera receber US$ 17,5 mi após feira na Austrália</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 18:05:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_16179" aria-describedby="caption-attachment-16179" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-16179" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Dia-do-cafe-1--1024x576.jpg?resize=1020%2C574" alt="café" width="1020" height="574" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Dia-do-cafe-1-.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Dia-do-cafe-1-.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Dia-do-cafe-1-.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Dia-do-cafe-1-.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-16179" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph">A participação de empresas brasileiras do setor de cafés especiais na Melbourne International Coffee Expo (MICE) 2026, realizada na Austrália, pode render US$ 17,520 milhões em negócios. Por meio do projeto Brazil. The Coffee Nation, realizado pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), oito empresários do país realizaram, entre 26 e 28 de março, 280 contatos comerciais no evento. Eles fecharam US$ 1,170 milhão presencialmente e projetam mais US$ 16,350 milhões nos próximos 12 meses.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Segundo o diretor executivo da BSCA, Vinicius Estrela, a MICE, considerada a principal feira de cafés especiais da Oceania, é uma importante plataforma de conexão comercial na região. O evento reúne produtores de diversas origens globais com compradores importantes da Austrália, Nova Zelândia e países do Sul da Ásia, como Indonésia e Filipinas, o que contribui para ampliar as oportunidades de negócios e fortalecer o posicionamento dos cafés especiais brasileiros nesse mercado.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Estrela explicou que a presença dos empresários do Brazil. The Coffee Nation na MICE 2026 contribuiu para a aproximação com importadores e parceiros locais, além de abrir novas frentes de atuação, como o desenvolvimento de rodadas de negócios integradas entre Austrália e Nova Zelândia. O interesse de compradores internacionais em participar de missões ao Brasil e a valorização de cafés de maior pontuação evidenciam o potencial de expansão e diversificação da oferta nacional naquela região.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Outro destaque do mercado australiano na comunidade mundial dos cafés especiais é a forte presença em competições internacionais. Baristas do país são reconhecidos por excelência técnica e consistência, o que os coloca com frequência entre os melhores nos campeonatos internacionais do setor. Para o diretor executivo da BSCA, esse desempenho reforça o alto nível de profissionalização australiano em cafés especiais e demonstra a exigência por qualidade desse mercado, consolidando a Austrália como um parceiro estratégico e altamente qualificado para os cafés especiais do Brasil.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Estrela concluiu que a Austrália tem se consolidado como um ponto estratégico para a atuação brasileira na Oceania. É um mercado exigente em qualidade e no qual o Brasil tem importante participação. Observa-se um interesse crescente de compradores em se aproximar das origens produtoras brasileiras, o que abre espaço para aprofundar relações comerciais e ampliar a presença dos cafés especiais brasileiros nesse mercado e nos países vizinhos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O projeto setorial Brazil. The Coffee Nation, realizado pela BSCA em parceria com a ApexBrasil, tem como foco a promoção comercial dos cafés especiais do Brasil no mercado internacional. Suas ações incluem estratégias de visibilidade, qualificação e acesso a novos mercados. A iniciativa constrói uma identidade global para o Brasil como referência em cafés especiais, destacando qualidade, diversidade, rastreabilidade e compromisso com a sustentabilidade, em observância a rígidas normas de direito social e ambiental.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Entre os objetivos do projeto atual, com vigência até agosto de 2027, estão ampliar a participação internacional dos cafés especiais brasileiros, com atenção às variedades canéfora (robusta e conilon) e arábica de alta qualidade, aos cafés produzidos por mulheres e à equidade de gênero na cadeia do café especial no Brasil, além de certificações de qualidade e sustentabilidade, e qualificação técnica e promoção em feiras internacionais.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">As iniciativas do Brazil. The Coffee Nation têm a intenção de consolidar o Brasil como líder global em cafés especiais, impulsionar as exportações de cafés crus e industrializados especiais, promover a diversidade da produção nacional, fortalecer a imagem do Brasil como origem confiável e de qualidade e gerar oportunidades para produtores de diferentes perfis. O projeto atual tem como mercados alvo Estados Unidos, Japão, China, Coreia do Sul, Emirados Árabes, França, Austrália, entre outros, para os cafés crus especiais, e Canadá, Chile, China e Estados Unidos para os produtos da indústria de torrefação e moagem.</p>
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		<title>Seus funcionários alimentam o ChatGPT com dados sigilosos, e proibir não vai resolver</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 19:50:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contexto]]></category>
		<category><![CDATA[Contexto Livre]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47291" aria-describedby="caption-attachment-47291" style="width: 385px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-47291" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Marcelo-Cereto2-IT-Solutions-e-Data-AI.jpg?resize=385%2C513&#038;ssl=1" alt="" width="385" height="513" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Marcelo-Cereto2-IT-Solutions-e-Data-AI.jpg?resize=768%2C1024&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Marcelo-Cereto2-IT-Solutions-e-Data-AI.jpg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Marcelo-Cereto2-IT-Solutions-e-Data-AI.jpg?w=900&amp;ssl=1 900w" sizes="(max-width: 385px) 100vw, 385px" /><figcaption id="caption-attachment-47291" class="wp-caption-text">Marcelo Cereto. Foto: divulgação</figcaption></figure>
<div>
<p><span style="font-size: 14.4px;">O número não deixa margem para dúvida: a empresa média registra 223 incidentes de violação de políticas de dados relacionados à inteligência artificial generativa por mês. É o que revela o mais recente Cloud and Threat Report da Netskope, publicado em janeiro deste ano com base em telemetria de milhões de usuários corporativos ao redor do mundo. O dado mais perturbador, porém, não é o volume, mas sim é a velocidade: esses incidentes mais que dobraram em relação ao ano anterior. No Brasil, onde a adoção de IA em empresas saltou de 20% para 51% em apenas doze meses, o fenômeno já tem nome e dimensão própria: shadow AI.</span></p>
<div>
<p>O mecanismo é simples e quase universal. O funcionário tem uma tarefa: redigir um relatório, revisar um contrato, depurar um código, resumir as notas de uma reunião, e encontra nos sistemas internos uma experiência lenta, truncada, sem inteligência. No mesmo navegador, o ChatGPT está a dois cliques de distância, responde em segundos e entrega resultados que impressionam. Ele não hesita. Cola o texto, sobe o documento, digita o prompt. O dado saiu do perímetro corporativo, mas a tarefa foi feita. Para a empresa, é um incidente de segurança que provavelmente nunca será registrado.</p>
</div>
<div>
<p>Uma pesquisa realizada pela Harmonic Security, e divulgada em janeiro passado, detalhou o que exatamente vai para esses prompts: dados jurídicos e financeiros (30,8% dos casos), informações de clientes (27,8%), dados pessoais de titulares (14,9%), registros de funcionários (14,3%) e código-fonte sensível (10,1%). Desses dados, 79% fluem para o ChatGPT, sendo 21% para a versão gratuita, na qual os prompts podem ser retidos para treinamento do modelo.</p>
</div>
<div>
<p>O Microsoft/LinkedIn Work Trend Index, que ouviu mais de 31 mil profissionais em 31 países incluindo o Brasil, mostrou que 75% dos trabalhadores do conhecimento já usam IA generativa no trabalho, e 78% deles trazem suas próprias ferramentas, sem aprovação da TI. A mesma pesquisa calculou que 68% dos profissionais se sentem sobrecarregados pelo volume de trabalho.</p>
</div>
<div>
<p>Para o executivo brasileiro, o peso regulatório dessa dinâmica não pode ser subestimado. Quando um funcionário insere dados pessoais de clientes em uma ferramenta de IA pública, configuram-se simultaneamente a transmissão a terceiro, a potencial transferência internacional de dados e o descumprimento do princípio de segurança previsto no Art. 46 da LGPD. A responsabilidade, nos termos do Art. 42, recai sobre o controlador, no caso a empresa. Não importa que tenha sido iniciativa individual de um empregado. A ANPD, que em 2025 foi elevada ao status de autarquia especial com poderes ampliados de fiscalização, já demonstrou disposição para agir: bloqueou preventivamente o uso de dados pessoais para treinamento de IA por uma das maiores plataformas sociais do mundo e investiga, no Brasil, a responsabilidade de outra empresa global por vazamento de dados de usuários de ferramenta de IA. As sanções administrativas podem chegar a 2% do faturamento anual, limitadas a R$ 50 milhões por infração por incidente.</p>
</div>
<div>
<p>O quadro se agrava quando se observa o que o IBM Cost of Data Breach Report 2025 apurou em 600 organizações globais: violações originadas em shadow AI custam, em média, US$ 670 mil a mais que os demais incidentes – US$ 4,63 milhões versus US$ 3,96 milhões. E 97% das organizações que sofreram violações em modelos ou aplicações de IA relataram ausência de controles de acesso adequados.</p>
</div>
<div>
<p><strong>Proibir não resolve o problema</strong></p>
</div>
<div>
<p>Em muitos casos, a resposta instintiva de gestores de TI e segurança é a proibição. Bloqueio de domínios, políticas de uso aceitável mais restritivas, punições disciplinares. O problema é que os dados mostram que essa abordagem não funciona, e às vezes piora a situação.</p>
</div>
<div>
<p>O Cisco 2024 Data Privacy Benchmark Study, conduzido com 2.600 profissionais de segurança e privacidade em 12 países, revelou que 27% das organizações baniram totalmente ferramentas de IA generativa. Ainda assim, 48% dos funcionários dessas mesmas empresas admitiram ter inserido informações não públicas nessas ferramentas. O Gartner projeta que, até 2027, 75% dos funcionários adquirirão, modificarão ou criarão tecnologia fora do campo de visão da TI corporativa.</p>
</div>
<div>
<p>A saída começa por um diagnóstico transparente: se os funcionários usam ferramentas não autorizadas, é porque as ferramentas autorizadas não entregam o mesmo resultado. A resposta, portanto, não é tirar o acesso, mas sim oferecer algo melhor. E &#8220;melhor&#8221;, neste contexto, significa uma IA que conhece os dados da empresa, responde com a profundidade do conhecimento interno e opera sem que nenhuma informação sensível saia do perímetro corporativo.</p>
</div>
<div>
<p>A arquitetura que torna isso viável em escala é o RAG (Retrieval-Augmented Generation). Em vez de confiar apenas no conhecimento geral do modelo de linguagem, o RAG conecta o modelo à base documental da própria empresa: contratos, manuais, bases de conhecimento, histórico de projetos, políticas internas.</p>
</div>
<div>
<p>Quando o usuário faz uma pergunta, o sistema recupera os trechos mais relevantes desse acervo e os passa como contexto ao modelo, que gera uma resposta fundamentada nos dados reais da organização. O dado nunca é enviado a servidores externos, e o processamento ocorre dentro do ambiente controlado, seja em nuvem privada, seja em infraestrutura on-premise. O mercado de RAG corporativo, que já superava US$ 1,9 bilhão em 2025, deve se aproximar de US$ 10 bilhões até o final da década.</p>
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<p>Esse modelo técnico precisa ser complementado por uma camada de DLP (Data Loss Prevention), integrada diretamente ao fluxo de uso de IA. As soluções mais avançadas hoje inspecionam prompts em tempo real, antes que o dado chegue a qualquer modelo externo, alertando o usuário ou bloqueando a transmissão quando detectam padrões de risco: CPFs, dados financeiros, propriedade intelectual, credenciais de acesso.</p>
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<p>Plataformas de segurança de rede já rastreiam mais de 1.500 aplicações de IA generativa e oferecem coaching em tempo real que redireciona o funcionário para ferramentas aprovadas. A taxa de detecção dessas soluções de nova geração supera 90%, contra 5% a 25% dos sistemas DLP legados baseados em expressões regulares.</p>
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<p>A adoção controlada de IA, com ferramentas aprovadas, arquitetura segura e DLP integrado, reduz o uso não autorizado em até 89%, segundo estudos setoriais recentes. O número não é surpresa para quem entende a lógica do comportamento humano: as pessoas buscam o caminho mais fácil para realizar uma tarefa. Quando a empresa oferece uma IA interna que é mais precisa, mais contextualizada e mais segura do que a alternativa pública, o funcionário não tem motivo para sair do ambiente controlado.</p>
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<p>O risco de shadow AI não é, no fundo, um problema de tecnologia. É um problema de governança que se manifesta como risco tecnológico, regulatório e financeiro ao mesmo tempo. Para o C-level brasileiro, a pergunta que precisa ser respondida agora não é se os funcionários estão usando IA generativa fora dos canais autorizados – a resposta para isso já existe e é praticamente universal. A pergunta que importa é outra: a empresa está oferecendo uma alternativa à altura? Enquanto essa resposta for não, os 223 incidentes mensais continuarão sendo, na maioria das organizações, completamente invisíveis.</p>
<p><em><strong>Marcelo Cereto</strong> é Head da Selbetti Data &amp; AI Solutions</em></p>
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