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Vacaria (RS) sedia abertura oficial da Safra Brasileira da Maçã 2026 em evento nacional

Foto: RASIP

Vacaria (RS) recebeu a Abertura Oficial da Safra Brasileira da Maçã 2026, realizada no pomar Cantina, da Rasip Agro, unidade de negócios da RAR Agro & Indústria. O evento, promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Maçã (ABPM), marcou simbolicamente o início da colheita no país e reuniu autoridades dos âmbitos federal, estadual e municipal, além de representantes do setor produtivo, entidades de pesquisa e lideranças da fruticultura nacional.

Para a safra de 2026, a Rasip Agro projeta uma colheita de aproximadamente 55 mil toneladas de maçãs, volume cerca de 30% superior ao registrado em 2025. A empresa possui 1,5 mil hectares de pomares em Vacaria e mantém uma estratégia voltada à diversificação de mercados, com exportações para países como Índia, Irlanda, Inglaterra, Holanda, Portugal, Rússia e Bangladesh, além da ampliação de negócios no Oriente Médio e a abertura de novos mercados, como Malásia, Indonésia e Taiwan.

Durante a cerimônia, o presidente executivo da RAR Agro & Indústria, Sergio Martins Barbosa, ressaltou a importância da cultura da maçã para o agronegócio brasileiro e para o desenvolvimento regional.
“A abertura da safra representa planejamento, trabalho coletivo, inovação e a força de um setor que movimenta economias locais, gera empregos e entrega alimentos de qualidade ao consumidor. A maçã é uma cultura estratégica, que integra tecnologia, ciência, logística e uma cadeia produtiva altamente organizada”, afirmou.

O executivo também destacou o cenário positivo da safra 2026, após anos marcados por desafios climáticos. “As condições deste ciclo foram mais próximas da normalidade produtiva, refletindo-se em frutas de excelente qualidade, bom sabor e alto potencial de conservação, o que fortalece a competitividade da maçã brasileira”, completou.

Representando o Governo do Estado do Rio Grande do Sul, o secretário adjunto da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Márcio Madalena, enfatizou o papel econômico e simbólico da cultura para o estado.
“A maçã é motivo de orgulho nacional e gaúcho. Ela impulsionou o desenvolvimento econômico dos Campos de Cima da Serra e se destaca pela alta qualidade sanitária. Todo setor precisa de liderança, e o setor da maçã deve muito a Raul Anselmo Randon, um dos visionários que acreditou nessa cultura desde o início”, declarou.

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