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	<title>Arquivos Vacina Covid-19 - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Vacina Covid-19 - Portal Contexto</title>
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		<title>Tecnologia da Fiocruz garantiu o sucesso da produção de vacina contra a Covid-19 no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2023 16:42:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Habilidade de negociação da Fiocruz com diferentes atores políticos é um dos fatores de sucesso da parceria do laboratório Bio-Manguinhos com a AstraZeneca A capacidade tecnológica do laboratório e a adaptação de processos de regulação da Anvisa também garantiram a transferência de tecnologia O aprendizado na produção da vacina contra a Covid-19 pode contribuir para [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_13020" aria-describedby="caption-attachment-13020" style="width: 770px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-13020 size-full" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/vacina_de_oxford_astrazeneca_2701214156_1.jpg?resize=770%2C513&#038;ssl=1" alt="fiocruz" width="770" height="513" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/vacina_de_oxford_astrazeneca_2701214156_1.jpg?w=770&amp;ssl=1 770w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/vacina_de_oxford_astrazeneca_2701214156_1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/vacina_de_oxford_astrazeneca_2701214156_1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 770px) 100vw, 770px" /><figcaption id="caption-attachment-13020" class="wp-caption-text">Créditos: Thiago Rego/Agência Brasil</figcaption></figure>
<div class="highlights">
<ul>
<li aria-level="1">
<h3><em>Habilidade de negociação da Fiocruz com diferentes atores políticos é um dos fatores de sucesso da parceria do laboratório Bio-Manguinhos com a AstraZeneca</em></h3>
</li>
<li aria-level="1">
<h3><em>A capacidade tecnológica do laboratório e a adaptação de processos de regulação da Anvisa também garantiram a transferência de tecnologia</em></h3>
</li>
<li aria-level="1">
<h3><em>O aprendizado na produção da vacina contra a Covid-19 pode contribuir para o desenvolvimento de outros imunizantes</em></h3>
</li>
</ul>
</div>
<div class="entry-content">
<p>A capacidade produtiva do <strong>laboratório Bio-Manguinhos</strong> e a habilidade política da <strong>Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)</strong> para firmar acordos de transferência de tecnologia estão entre os motivos para o sucesso da parceria entre a farmacêutica AstraZeneca e o laboratório brasileiro na produção de <a href="https://portalcontexto.com.br/?s=fiocruz+covid+19">vacina contra a Covid-19</a>. A constatação está em artigo publicado nesta quarta (8) na revista “Research Policy” com autoria de pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) e da London School of Economics.</p>
<p>Os autores realizaram um estudo de caso baseado em pesquisa qualitativa. Além da análise de documentos e arquivos e de visitas à Fiocruz, os pesquisadores entrevistaram 11 informantes-chave da instituição. A coleta de dados mais intensa ocorreu de junho de 2021 a março de 2022, e a validação adicional de informações ocorreu até agosto de 2022.</p>
<p>A pesquisa explica que a experiência de Bio-Manguinhos foi bem-sucedida por três fatores: ação política, capacidade tecnológica e flexibilidade regulatória. No primeiro caso, a concorrência política entre o Governo Federal e o Governo de São Paulo em meados de 2020 para a produção da primeira vacina brasileira abriu uma janela de oportunidade para a Fiocruz, que também demonstrou habilidade para negociar com diferentes atores políticos, como Congresso, Judiciário, instituições de controle e filantropos.</p>
<p>A tecnologia do laboratório foi decisiva para o interesse da AstraZeneca na parceria, diz o artigo. “A experiência e know-how com a cultura de células em biorreatores e purificação de proteínas foi crucial para que Bio-Manguinhos conseguisse simplificar os protocolos de produção – dada a urgência de produzir o imunizante no auge da pandemia de Covid-19 e diante de interrupções nas cadeias globais”, explica Elize Massard da Fonseca, uma das autoras do artigo. A pesquisadora da FGV EAESP explica que, no curto prazo, o conhecimento adquirido no processo pode contribuir para o desenvolvimento de vacina que responda a novas variantes da Covid-19. A longo prazo, pode fomentar o desenvolvimento de mais produtos biomédicos, como imunizantes para outras doenças.</p>
<p>O artigo também aponta a contribuição da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para acelerar e facilitar o processo de produção das vacinas. “A Agência rapidamente adaptou seus procedimentos e diretrizes para realização de ensaios clínicos e de produção. Isso permitiu que desafios inesperados fossem prontamente resolvidos”, cita Fonseca. A autora ressalta que o diálogo constante com o setor regulador é um dos aprendizados que a atuação da Anvisa pode deixar de legado para outros países.</p>
<p>Os autores enfatizam a contribuição do artigo para o debate internacional sobre o compartilhamento de conhecimento pelas iniciativas de transferência de tecnologia e sobre como essas parcerias funcionam na prática. “O mecanismo de encomenda tecnológica, modelo de contrato adotado por Bio-Manguinhos, garantiu acesso a uma tecnologia inovadora, porém ainda não disponível no mercado. O trajeto percorrido pela Fiocruz pode incentivar (e servir de modelo) para outros contratos de inovação orientada por missão”, completa Fonseca.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://abori.com.br/?utm_medium=publisherLink&amp;utm_source=publisher&amp;utm_campaign=releases&amp;utm_content=https://abori.com.br/economia-e-administracao/tecnologia-da-fiocruz-garantiu-o-sucesso-da-producao-de-vacina-contra-a-covid-19-no-brasil/">Agência Bori</a></em></p>
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		<title>Covid-19: Brasil passa a marca de 340 milhões de doses aplicadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 17:43:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministério da Saúde comemora o andamento da campanha de vacinação contra a covid-19 Um ano após o início da vacinação contra a covid-19 no país, o Ministério da Saúde anunciou hoje (18) que o Brasil ultrapassou a marca de 340 milhões de doses aplicadas. Nas últimas 24 horas, a Campanha de Vacinação pelo país vacinou mais [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_24418" aria-describedby="caption-attachment-24418" style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-24418" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/01/d2b3a935-376b-46bf-8632-980b07742e55.jpeg?resize=768%2C354&#038;ssl=1" alt="covid-19" width="768" height="354" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/01/d2b3a935-376b-46bf-8632-980b07742e55.jpeg?w=768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/01/d2b3a935-376b-46bf-8632-980b07742e55.jpeg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption id="caption-attachment-24418" class="wp-caption-text">Foto: Mike Sena</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em>Ministério da Saúde comemora o andamento da campanha de vacinação contra a covid-19</em></h3>
<p>Um ano após o<a href="https://portalcontexto.com.br/enfermeira-de-sp-e-primeira-a-ser-vacinada-no-pais/"> início da vacinação</a> contra a covid-19 no país, o Ministério da Saúde anunciou hoje (18) que o Brasil ultrapassou a marca de 340 milhões de doses aplicadas. Nas últimas 24 horas, a Campanha de Vacinação pelo país vacinou mais de 3 milhões de pessoas.</p>
<p>Com isso, de acordo com dados do Ministério da Saúde, país conta com 74,1% da população acima de 12 anos completamente vacinada. A pasta também anunciou a distribuição de mais de <a href="https://twitter.com/minsaude/status/1483458694268530691?ref_src=twsrc%5Egoogle%7Ctwcamp%5Eserp%7Ctwgr%5Etweet">400 milhões de doses</a> aos estados e Distrito Federal.</p>
<p>Marcelo Queiroga, ministro da Saúde, avalia que “nossa campanha tornou-se uma das mais bem sucedidas do mundo e o Brasil ocupa a 4ª posição entre todos os países. Hoje, o Sistema Único de Saúde está muito mais preparado para dar as respostas que a sociedade espera dele. Estes são os resultados dos investimentos do Governo Federal”.</p>
<h4><strong>Vacinação Infantil</strong></h4>
<p>Os estados e o Distrito Federal já começaram a vacinar as crianças de 5 a 11 anos de idade. O Ministério da Saúde aguarda para a próxima segunda-feira (24) o recebimento de mais um lote da vacina pediátrica da Pfizer. A nova remessa deverá ter 1,8 milhão de doses.</p>
<p>Até então, a pasta já distribuiu 2,4 milhões de doses para os estados e DF.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>País atinge 80% da população alvo vacinada com duas doses contra Covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Dec 2021 19:28:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 143 milhões de brasileiros concluíram o ciclo vacinal, representando 80% da população alvo da campanha nacional  Nesta terça-feira (28), o Ministério da Saúde anunciou que a campanha de vacinação contra a Covid-19 atingiu a marca de 80% da população alvo vacinada com duas doses do imunizante.  De acordo com os números da pasta, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_23810" aria-describedby="caption-attachment-23810" style="width: 768px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-23810" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/12/INTERNA-foto-Sandro-Araujo-24.jpg?resize=768%2C512&#038;ssl=1" alt="intervalo" width="768" height="512" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/12/INTERNA-foto-Sandro-Araujo-24.jpg?w=768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/12/INTERNA-foto-Sandro-Araujo-24.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption id="caption-attachment-23810" class="wp-caption-text">Foto: Sando Araújo, Agência Saúde DF</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">Mais de 143 milhões de brasileiros concluíram o ciclo vacinal, representando 80% da população alvo da campanha nacional </span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta terça-feira (28), o Ministério da Saúde anunciou que a campanha de vacinação contra a Covid-19 atingiu a marca de 80% da população alvo vacinada com duas doses do imunizante. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com os números da pasta, mais de 143 milhões de brasileiros concluíram o ciclo vacinal. Ao todo, 177 milhões de brasileiros acima de 12 anos podem receber as doses de vacina contra a covid-19.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além das duas doses, os brasileiros acima de 18 anos terão acesso a dose de reforço. A D3 poderá ser feita quatro meses após a aplicação da segunda dose.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ministro Marcelo Queiroga comemorou a marca: &#8220;O</span><span style="font-weight: 400;"> Brasil conseguiu, por meio de uma estratégia diversificada na aquisição de vacinas, ter um número de doses suficientes para avançar com uma dose de reforço para a população adulta. Cada marca atingida pela maior campanha de vacinação da história do país mostra a importância do planejamento realizado pelo Governo Federal”.</span></p>
<h4><strong>Vacinação em crianças</strong></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A <a href="https://portalcontexto.com.br/anvisa-autoriza-vacinacao-contra-covid-19-em-criancas/">Agência Nacional de Vigilância Sanitária</a> autorizou a vacinação contra a covid-19 para crianças de 5 a 11 anos. No entanto, o Ministério da Saúde abriu uma consulta pública, e os interessados podem enviar as contribuições até o dia 2 de janeiro pelo link: <a href="https://www.gov.br/participamaisbrasil/opine">https://www.gov.br/participamaisbrasil/opine</a></span></p>
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		<title>DF bate marca de 80% na cobertura vacinal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Dec 2021 11:25:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No total, foram aplicadas mais de 2 milhões de doses e com isso, a cobertura vacinal da população vacinável chega a 80% Segundo as informações da Secretaria de Saúde, o Distrito Federal ultrapassou a marca de 2 milhões de pessoas vacinadas com a segunda dose do imunizante contra a covid-19. Dessa forma, a cobertura vacinal, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_23629" aria-describedby="caption-attachment-23629" style="width: 534px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-23629" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Fotos-Breno-EsakiAgencia-Saude-DF-29.jpeg?resize=534%2C356&#038;ssl=1" alt="cobertura" width="534" height="356" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Fotos-Breno-EsakiAgencia-Saude-DF-29.jpeg?w=840&amp;ssl=1 840w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Fotos-Breno-EsakiAgencia-Saude-DF-29.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Fotos-Breno-EsakiAgencia-Saude-DF-29.jpeg?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 534px) 100vw, 534px" /><figcaption id="caption-attachment-23629" class="wp-caption-text">Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">No total, foram aplicadas mais de 2 milhões de doses e com isso, a cobertura vacinal da população vacinável chega a 80%</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo as informações da Secretaria de Saúde, o Distrito Federal ultrapassou a marca de 2 milhões de pessoas vacinadas com a segunda dose do imunizante contra a covid-19. Dessa forma, a cobertura vacinal, considerando a população vacinável acima de 12 anos ou mais, chega a 80,01%.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já foram aplicadas ao todo 2.004.679 doses das vacinas contra a covid-19, mas o secretário de Saúde, Manoel Pafiadache, visa o avanço da campanha no DF. “É relevante, mas queremos mais. Queremos avançar para que a gente chegue sempre o máximo possível perto de 100%”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No DF, cerca de 200 mil pessoas não voltaram para receber a segunda dose, lembrando que o intervalo seria de 28 dias para a CoronaVac e de 56 dias para os imunizantes da Astrazeneca e Pfizer/BioNTech.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Secretaria de Saúde ainda estima que 20% da população do DF entre 30 e 39 anos ainda não receberam a D1. “Se vacinar é um ato de cidadania. E nós percebemos que ter a vacinação em dia é o que temos de melhor para prevenir os riscos, principalmente, no agravamento dos casos, das internações, da morbimortalidade”, afirmou o secretário adjunto de Assistência à Saúde, Fernando Erick Damasceno.</span></p>
<h4><strong>Números da vacinação</strong></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Até segunda-feira (13), o DF aplicou um total de 4.618.735 vacinas, sendo 2.296.168 de primeiras doses, 2.004.679 de segundas doses, 58.374 doses únicas, 249.673 doses de reforço e 9.841 doses adicionais (aplicadas 28 dias após a segunda dose em imunossuprimidos graves). Até o momento, 91,32% da população vacinável, estimada em 2.578.418 pessoas, recebeu a primeira dose ou dose única. A dose de reforço, aplicada cinco meses após a conclusão do ciclo vacinal, já chegou a 10,05% dos brasilienses.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><em><span style="font-weight: 400;">*Com informações da Agência Brasília</span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/df-bate-marca-de-80-na-cobertura-vacinal/">DF bate marca de 80% na cobertura vacinal</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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		<title>Terceira dose da vacina contra covid-19 deverá começar por idosos</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/terceira-dose-da-vacina-contra-covid-19-devera-comecar-por-idosos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=terceira-dose-da-vacina-contra-covid-19-devera-comecar-por-idosos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Aug 2021 20:15:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina Covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Países e laboratórios já pesquisam a possibilidade de aplicar a terceira dose para enfrentar as novas variantes do vírus As novas variantes do coronavírus motivam laboratórios e países a pesquisar sobre a possibilidade de aplicar a terceira dose de reforço. No Chile, os idosos já começaram a receber a dose adicional e no Brasil, Marcelo [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_13020" aria-describedby="caption-attachment-13020" style="width: 462px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-13020" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/vacina_de_oxford_astrazeneca_2701214156_1.jpg?resize=462%2C308&#038;ssl=1" alt="terceira" width="462" height="308" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/vacina_de_oxford_astrazeneca_2701214156_1.jpg?w=770&amp;ssl=1 770w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/vacina_de_oxford_astrazeneca_2701214156_1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/vacina_de_oxford_astrazeneca_2701214156_1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 462px) 100vw, 462px" /><figcaption id="caption-attachment-13020" class="wp-caption-text">Foto: Thiago Rego/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><em>Países e laboratórios já pesquisam a possibilidade de aplicar a terceira dose para enfrentar as novas variantes do vírus</em></span></h3>
<p>As novas variantes do coronavírus motivam laboratórios e países a pesquisar sobre a possibilidade de aplicar a terceira dose de reforço. No Chile, os idosos já começaram a receber a dose adicional e no Brasil, Marcelo Queiroga, ministro da Saúde, confirmou que idosos e profissionais de saúde serão os primeiros a receber a nova dose.<br />
<span style="font-weight: 400;">A informação foi dada durante entrevista à imprensa nesta quarta-feira, e o chefe da pasta reafirmou que ainda são necessários mais dados científicos para que o Ministério da Saúde possa coordenar a nova aplicação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Planejamos, no momento que tivermos todos os dados científicos e tivermos o número de doses suficiente disponível, já orientar um reforço da vacinação. Isso vale para todos os imunizantes”, disse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">urante a entrevista, Queiroga voltou a falar sobre a distribuição de vacinas entre todas as unidades da Federação. O Ministério da Saúde dispõe de um levantamento que tem por base a quantidade de vacinas enviadas desde o começo da campanha para cada estado e a estimativa da população vacinável, ou seja, das pessoas acima de 18 anos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O Ministério da Saúde, em momento nenhum, mudou a metodologia. A diferença é que temos que obedecer um princípio maior, que rege toda a gestão do SUS [Sistema Único de Saúde], que se chama equidade. Ela tem que ser sempre buscada e preservada. O Ministério da Saúde tem a obrigação de olhar para todos os brasileiros da mesma forma, independentemente da unidade federativa”, disse a secretária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde, Rosana Leite de Melo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta semana, a Pfizer/BioNTech solicitou às autoridades de saúde americanas para realizar a aplicação da terceira dose da vacina contra a covid-19 nos Estados Unidos.</span></p>
<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>
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		<title>Informação é o melhor remédio contra os efeitos colaterais da vacina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jul 2021 17:06:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[#saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina Covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vacina sem medo! Confira as recomentações dos especialistas em caso de efeitos colaterais ao imunizante contra a Covid-19 Não precisa pesquisar muito para encontrar na Internet ou no grupo da família depoimentos sobre os efeitos colaterais da vacina contra a Covid-19. No entanto, a informação segue como o melhor remédio contra os mitos criados em [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_19006" aria-describedby="caption-attachment-19006" style="width: 518px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-19006" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Especialistas-recomendam-que-a-populacao-nao-tema-a-vacina-e-explicam-o-que-fazer-em-caso-de-reacoes.jpg?resize=518%2C345&#038;ssl=1" alt="efeitos" width="518" height="345" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Especialistas-recomendam-que-a-populacao-nao-tema-a-vacina-e-explicam-o-que-fazer-em-caso-de-reacoes.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Especialistas-recomendam-que-a-populacao-nao-tema-a-vacina-e-explicam-o-que-fazer-em-caso-de-reacoes.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 518px) 100vw, 518px" /><figcaption id="caption-attachment-19006" class="wp-caption-text">Não precisa temer, especialistas esclarecem os medos em torno da vacina contra covid-19. Foto: divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em>Vacina <a href="https://portalcontexto.com.br/recusa-de-vacina-pode-ser-justa-causa/">sem medo</a>! Confira as recomentações dos especialistas em caso de efeitos colaterais ao imunizante contra a Covid-19</em></h3>
<p>Não precisa pesquisar muito para encontrar na Internet ou no grupo da família depoimentos sobre os efeitos colaterais da vacina contra a Covid-19. No entanto, a informação segue como o melhor remédio contra os mitos criados em torno da imunização e das possíveis reações. Especialistas lembram que qualquer imunizante pode gerar um efeito colateral, mas existem recomendações caso isso ocorra.</p>
<p>“No caso das vacinas contra a Covid-19, as dores de cabeça e perda de apetite são reações comuns. Existem relatos de complicações mais específicas, como a formação de trombos, mas não foi comprovado que tenham realmente sido desencadeadas pelas vacinas. E, mesmo que tenham sido, foram em uma incidência baixíssima”, explica Josiele Baranovski, gerente do Instituto <span class="il">da</span> <span class="il">Vacina</span> de Curitiba.</p>
<p>Sendo assim, os especialistas pontuam que as reações &#8211; a qualquer imunizante &#8211; se dividem em leves, moderadas e graves. As leves são bem conhecidas, dor no local da aplicação ou ainda vermelhidão e inchaço. Já as moderadas incluem cansaço, febre, dor no corpo, semelhante a um resfriado. Por último, as graves, como choque anafiláticos, são raras de acontecer, mas não são exclusividade das vacinas desenvolvidas contra a Covid-19, podem acontecer com qualquer imunizante ou medicamento.</p>
<p>“As reações às vacinas <span class="il">da</span> Covid-19 não são diferentes das outras. Na maioria das vezes basta repouso, aumento de ingestão de líquidos e compressas locais com água em temperatura ambiente por período não maior do que 24 a 48 horas. Analgésicos e antitérmicos podem ser empregados, com orientação médica, quando necessário. Se os sintomas persistirem é preciso buscar atendimento especializado”, explica a médica Maria Teresa Resnauer Taques, do Plunes Centro Médico, de Curitiba.</p>
<p>Para os especialistas, a esmagadora maioria das reações às vacinas contra a Covid-19 são leves ou moderadas, ocorrendo dentro de 24 a 48 horas, e desaparecendo no máximo em três dias. “Nos casos que não seguem essa evolução é recomendado procurar orientação médica para maior segurança”, alerta Josiele.</p>
<p>Outro mito que precisa ser desmentido com relação à vacina, como alerta os especialistas, é: a reação ao imunizante não está relacionada a eficâcia do processo. A proteção esperada acontece independente de causar ou não efeitos colaterais.</p>
<h4><strong>Vacina é a melhor prevenção</strong></h4>
<p>Os especialistas do Instituto da Vacina defendem a vacinação, pois entendem que os benefícios são maiores do que os riscos e os possíveis efeitos colaterais. Não há nenhum tratamento específico para a Covid-19, até então, os métodos preventivos são o uso de máscara, higienização das mãos e a vacina.</p>
<p>Como se observa em outros países, como Estados Unidos e Reino Unido, a vacinação em massa vem sendo uma estratégia importante para reduzir a transmissão do vírus. Medos e mitos infundados não devem servir de desculpa para abrir mão desse recurso inestimável. O risco de quem prefere não tomar o imunizante é sempre muito maior que o de quem toma”, frisa Josiele.</p>
<h4><strong>Números da vacinação no Brasil e no mundo</strong></h4>
<p>Nesta quarta-feira (14), o Ministério da Saúde anunciou para hoje (15) a chegada de um novo lote de 1 milhão de doses da vacina Astrazeneca/Oxford via consórcio Covax Facility. Ontem, o país recebeu ainda mais 800 mil doses da CoronaVac e 924 mil da Pfizer.</p>
<p>Ainda de acordo com os números da pasta, o Brasil já aplicou 118.886.610 milhões de doses, destas, 86.582.711 são referentes a primeira dose e 32.303.899 da segunda dose ou vacina de dose única.</p>
<p>Segundo a <a href="https://coronavirus.jhu.edu/vaccines/international">universidade Johns Hopkins</a>, a China lidera o ranking de doses aplicadas com mais 1,4 bilhões. Em segundo lugar, aparece a Índia com mais de 391 milhões. Os americanos estão em terceiro (mais de 335 milhões), mas tem 48,78% da população vacinada. Na lista, o Brasil aparece em quarto, mas tem apenas 15,30% da população totalmente vacinada.</p>
<p>Ao olhar os países com a população que já recebeu duas doses ou está totalmente vacinada, quem lidera o ranking é Malta (70,41%), seguido de Seychelles (69,79%) e a Islândia (68,27%). O Chile, representando a América do Sul, aparece em sétimo, com 60,35% da população totalmente vacinada.</p>
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		<title>Anvisa recusa pedido de importação da Sputnik V</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2021 15:50:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Sputnik V]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina Covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cinco diretores da agência rejeitaram a importação da vacina russa Por unanimidade, cinco diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recusaram a importação e o uso da vacina Sputnik V contra a covid-19. Nove estados brasileiros haviam solicitado a autorização para a compra da vacina, no entanto, o imunizante produzido pelo Instituto Gamaleya, da [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_16590" aria-describedby="caption-attachment-16590" style="width: 762px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-16590" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/avion4.jpg?resize=762%2C508&#038;ssl=1" alt="" width="762" height="508" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/avion4.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/avion4.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/avion4.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/avion4.jpg?resize=1536%2C1025&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/avion4.jpg?w=1940&amp;ssl=1 1940w" sizes="(max-width: 762px) 100vw, 762px" /><figcaption id="caption-attachment-16590" class="wp-caption-text">Não vai ser dessa vez que essa imagem será registrada no Brasil. Chegada da Sputnik V na Argentina. Foto: Casa Rosada/Fotos Públicas</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><strong>Cinco diretores da agência rejeitaram a importação da vacina russa</strong></h3>
<p>Por unanimidade, cinco diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recusaram a importação e o uso da vacina Sputnik V contra a covid-19. Nove estados brasileiros haviam solicitado a autorização para a compra da vacina, no entanto, o imunizante produzido pelo Instituto Gamaleya, da Rússia, não foi considerado seguro.</p>
<p><a href="https://twitter.com/sputnikvaccine">Em bom português e pelo Twitter</a>, a decisão da Anvisa foi rebatida pelos russos, que defenderam que houve interferência dos americanos para impedir que o Brasil fechasse a compra &#8220;Os atrasos da Anvisa na aprovação do Sputnik V são, infelizmente, de natureza política e não têm nada a ver com acesso à informação ou ciência.&#8221;</p>
<p>A <a href="https://portalcontexto.com.br/russia-anuncia-primeira-vacina-contra-a-covid-19/">Sputnik V</a> foi a primeira vacina registrada no mundo contra a covid-19. Segundo o laboratório, a taxa de eficácia é de 91,6%. Mais de 60 países já autorizaram o uso do imunizante, incluindo a Argentina, que deverá iniciar em breve a produção local da vacina. De acordo com o <a href="https://ourworldindata.org/covid-vaccinations">site Our World in Data</a>, até 26 de abril de 2021, 14,03% da população (mais de 6,3 milhões de pessoas) teria recebido pelo menos uma dose da Sputnik V.</p>
<p>Ainda pelas redes sociais, o Instituto Gamaleya lembrou da divulgação de um relatório pelo Departamento de Saúde dos Estados Unidos, &#8220;em seu relatório anual de 2020 há vários meses declarou publicamente que o adido de saúde dos Estados Unidos “persuadiu o Brasil a rejeitar a vacina russa COVID-19”.</p>
<h4><strong>Decisão da Anvisa</strong></h4>
<p>O relator do pedido foi o diretor Alex Machado Campos que apontou que o imunizante pode trazer riscos à saúde. Ele ainda indicou falhas e pendências na documentação apresentadas pelo laboratório. O diretor ainda afirmou que <span style="font-size: 14.4px;">a decisão foi baseada em pareceres técnicos de três gerências da Anvisa.</p>
<p>&#8220;Para os pleitos ora em deliberação, o relatório técnico da avaliação da autoridade sanitária ainda não foi apresentado, os aspectos lacunosos não foram supridos, conforme as apresentações técnicas. Portanto, diante de todo o exposto, verifica-se que os pleitos em análise não atendem, neste momento, às disposições da Lei 14.124 e da Resolução da Diretoria Colegiada 476, de 2021, razão pela qual eu voto pela não autorização dos pedidos de importação e distribuição da vacina Sputnik V solicitados pelos estados que já relacionamos&#8221;, disse.<br />
</span></p>
<p>Gustavo Mendes, gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, trouxe mais um argumento contra a segurança da vacina. Ele argumentou que os lotes avaliados indicaram a presença de adenovírus com capacidade de reprodução no composto da vacina.</p>
<p>A Sputnik V usa como vetor um adenovírus, assim, o coronavírus é inserido no adenovírus, que ao ser injetado em seres humanos provoca a resposta imune. Quando o adenovírus é utilizado para a fabricação de uma vacina, é preciso que ele seja neutralizado para não causar viroses e danos no organismo. No entanto, não foi isto que aconteceu nos lotes analisados pela Anvisa.</p>
<p>Mendes explica: &#8220;um dos pontos críticos, cruciais, foi a presença de adenovírus replicante na vacina. Isso significa que o vírus, que deve ser utilizado apenas para carregar o material genético do coronavírus para as células humanas e promover a resposta imune, ele mesmo se replica. Isso é uma não conformidade grave&#8221;, disse Mendes. &#8220;Esse adenovírus replicante foi detectado em todos os lotes apresentados da vacina Sputnik&#8221;.</p>
<p>Outro ponto levantado pelos diretores foi a falta de documentos e em um outro parecer, a <span style="font-size: 14.4px;">gerente-geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária da Anvisa, Suzie Marie Gomes, afirmou não ter </span>de informações conclusivas sobre eventos adversos de curto, médio e longo prazos decorrentes do uso da vacina, o que prejudica a avaliação do produto. &#8220;Eu chamo a atenção também para que a ausência de dados também é informação. A ausência de comprovação é considerada uma evidência, e uma evidência forte, sobretudo quando temos uma estimativa de população exposta ao risco que beira os 15 milhões de cidadãos&#8221;, afirmou.</p>
<p><a href="https://twitter.com/sputnikvaccine/status/1386791193044996101">Por outro lado</a>, segundo o laboratório: &#8220;a Sputnik V compartilhou com a Anvisa todas as informações e documentações necessárias, muito mais do que o utilizado para homologar a Sputnik V em 61 países. Esperamos que a ciência, e não a pressão de outro país, seja usada para a tomada de decisão&#8221;.</p>
<p><em>*Com informações da Agência Brasil.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Vacina da UFPR: testes em humanos podem começar no próximo semestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2021 21:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais barata e usando biopolímeros, a vacina da UFPR contra a covid-19 pode estar disponível em 2022  A Universidade Federal do Paraná (UFPR) confirma que a vacina contra a covid-19 desenvolvida pela instituição está em fase pré-clínica e espera que os testes clínicos, realizados em humanos, comecem em seis meses. O anúncio foi feito em [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_16561" aria-describedby="caption-attachment-16561" style="width: 939px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-16561" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/thumbnail.jpg?resize=939%2C528&#038;ssl=1" alt="vacina" width="939" height="528" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/thumbnail.jpg?w=939&amp;ssl=1 939w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/thumbnail.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/thumbnail.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 939px) 100vw, 939px" /><figcaption id="caption-attachment-16561" class="wp-caption-text">Foto: Marcos Solivan/Sucom UFPR</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><strong>Mais barata e usando biopolímeros, a vacina da UFPR contra a covid-19 pode estar disponível em 2022 </strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://portalcontexto.com.br/vacina-contra-covid-19-da-ufpr-se-mostra-eficaz-em-duas-doses/"><span style="font-weight: 400;">Universidade Federal do Paraná </span></a><span style="font-weight: 400;">(UFPR) confirma que a vacina contra a covid-19 desenvolvida pela instituição está em fase pré-clínica e espera que os testes clínicos, realizados em humanos, comecem em seis meses. O anúncio foi feito em uma coletiva de imprensa realizada na tarde desta segunda-feira (26).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dependendo dos resultados dos testes pré-clínico e clínico, o imunizante, que usa insumos nacionais e biopolímeros, pode estar disponível para a população no próximo ano. </span></p>
<h4><b>As vantagens da vacina paranaense</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com os pesquisadores, o imunizante apresenta diversas vantagens: grande potencial para ativar o sistema imune, baixo custo, independência tecnológica e versatilidade, pois a vacina poderá ter uma versão em spray nasal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores da <a href="https://www.ufpr.br/portalufpr/">UFPR</a> se mostra promissora, isto porque os primeiros testes indicam que o imunizante apresentou “o nível (da vacina) é igual ou superior a vacina da Astrazeneca”, disse o professor Ricardo Marcelo Fonseca, reitor da instituição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os professores Emanuel Maltempi de Souza e Marcelo Müller dos Santos estimam que as doses possam custar entre R$ 5 a R$ 10, os valores contemplam os custos dos insumos para a fabricação das doses. Eles ainda falaram que há uma dificuldade em comparar os custos com outros laboratórios, mas entendem que o imunizante do Paraná apresenta um valor muito menor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os docentes explicaram que todos os insumos utilizados para a fabricação da vacina podem ser produzidos no próprio estado do Paraná, assim, evitaria-se a dependência de outros países, pois não haveria a necessidade de importação do Insumo Farmacêutico Ativo. “Seríamos completamente autossuficientes&#8221;, afirma o professor Souza. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A vacina poderá ter uma versão spray e assim, poderá ser aplicada via nasal. Esse formato contribui para a imunização local, pois segundo os pesquisadores, essa forma reduz a possibilidade de transmissão e o vírus que entra pelo organismo pelas vias respiratórias, e como as pesquisas mais recentes indicam, a transmissão se dá majoritariamente por aerossóis ou por partículas no ar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Se nós tivermos uma proteção nas vias respiratórias, isso impede que o vírus se dissemine no organismo&#8221;, explica Souza.</span></p>
<h4><b>Investimentos na pesquisa</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o prosseguimento da pesquisa, a UFPR já conta com um convênio com o governo do estado do Paraná. O investimento prevê o aporte de R$ 995 mil por meio da Unidade Gestora do Fundo Paraná (UGF), vinculada à Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SETI), sendo R$ 700 mil para compra de equipamentos e custeio da pesquisa e R$ 295 mil para pagamento de bolsas para pesquisadores em pós-doutorado. Em contrapartida, a UFPR investirá R$ 35 mil na solução. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a instituição, o total do investimento viabiliza a conclusão dos testes pré-clínicos, previstos para ocorrer nos próximos meses. </span><span style="font-weight: 400;">“É só com investimento em ciência e tecnologia que podemos chegar a resultados. Estamos otimistas e esperançosos”, afirmou o superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, Aldo Nelson Bona.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pesquisa conta com o financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), no valor de R$ 230 mil. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, durante a coletiva, os pesquisadores se mostraram preocupados com o corte recente feito pelo Palácio do Planalto, que pode atrasar o desenvolvimento das vacinas brasileiras. Sobre esse assunto, o superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, Aldo Nelson Bona destacou a necessidade das parcerias para manter o investimento nas pesquisas e lamentou o veto de 200 milhões no orçamento para pesquisas de vacinas no Ministério de Ciência e Tecnologia.</span></p>
<h4><b>Tecnologia utilizada</b></h4>
<figure id="attachment_16562" aria-describedby="caption-attachment-16562" style="width: 353px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-16562" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/thumbnail-1.jpg?resize=353%2C528&#038;ssl=1" alt="vacina" width="353" height="528" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/thumbnail-1.jpg?w=353&amp;ssl=1 353w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/thumbnail-1.jpg?resize=201%2C300&amp;ssl=1 201w" sizes="(max-width: 353px) 100vw, 353px" /><figcaption id="caption-attachment-16562" class="wp-caption-text">Foto: Marcos Solivan/Sucom UFPR</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Diferente das vacinas atuais contra a covid-19, a da UFPR utiliza biopolímero e a proteína sintética. O professor Emanuel explica que os polímeros produzidos por bactérias já eram estudados para uso na medicina, mas como plásticos, então, “notamos que algumas proteínas são capazes de se ligar ao plástico”, disse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com isso, os pesquisadores colocaram a proteína na superfície do biopolímero. Assim, não é necessário o uso do coronavírus e a proteína utilizada é produzida pela bactéria Escherichia coli.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com Souza, essa configuração de nanopartículas induz o organismo a uma resposta eficaz. &#8220;O corpo tende a reconhecer a partícula, desmontá-la, pegar as partes que são sensíveis e fazer anticorpos contra elas. Por isso, é importante que estejam nesse formato&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para quem possa achar estranho o uso de um plástico, o professor reforça que o polímero utilizado é biodegradável e biocompatível, ou seja, não tem efeitos tóxicos no organismo, conforme explica o professor. &#8220;Se injetamos esse material em uma pessoa, não se espera nenhuma resposta. Agora, se recobrirmos com as proteínas do vírus, teremos uma resposta só contra essas proteínas&#8221;.</span></p>
<h4><b>Fases da pesquisa</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente, os pesquisadores dependem de três ensaios para avançar para os testes clínicos. O primeiro deles é o de neutralização, em que se busca verificar por quanto tempo o nível de anticorpos permanece alto no organismo dos animais. Além disso, é necessário comprovar se esses anticorpos são capazes de bloquear a infecção pelo vírus, o chamado efeito neutralizante. &#8220;O que estamos vendo agora é quanto tempo </span><span style="font-weight: 400;">dura essa resposta, para determinar se os efeitos da vacina são transitórios ou duradouros&#8221;, explica o professor da UFPR.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ensaio seguinte será o de proteção animal, em que se verificará qual é a melhor dose da vacina para proteger o organismo. Para isso, os animais, vacinados ou não, serão expostos ao vírus vivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, o teste toxicológico verificará se diferentes concentrações da vacina poderão trazer efeitos colaterais ao animal de forma global, tais como febre, danos ao sistema hepático ou renal. Só com o ensaio toxicológico concluído é que será possível solicitar à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a autorização para o início dos ensaios clínicos.</span></p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/vacina-da-ufpr-testes-em-humanos-podem-comecar-no-proximo-semestre/">Vacina da UFPR: testes em humanos podem começar no próximo semestre</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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		<title>ButanVac: a vacina brasileira contra a covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2021 13:29:30 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_15498" aria-describedby="caption-attachment-15498" style="width: 708px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-15498" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/03/51073426561_467afdd546_k.jpg?resize=708%2C472&#038;ssl=1" alt="butanvac" width="708" height="472" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/03/51073426561_467afdd546_k.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/03/51073426561_467afdd546_k.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/03/51073426561_467afdd546_k.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/03/51073426561_467afdd546_k.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/03/51073426561_467afdd546_k.jpg?w=2048&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 708px) 100vw, 708px" /><figcaption id="caption-attachment-15498" class="wp-caption-text">ButanVac, a vacina 100% brasileira contra a covid-19. Foto: Governo do Estado de São Paulo</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><strong>A ButanVac será a primeira vacina 100% brasileira contra a covid-19. Início dos testes pode acontecer já em abril</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma boa notícia para começar o dia. Nesta sexta-feira (26), o governador de São Paulo, João Doria, confirmou que o Instituto Butantan está desenvolvendo uma vacina brasileira contra a covid-19. A ButanVac aguarda autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o início dos ensaios clínicos das fases 1 e 2, que podem acontecer já em abril.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o Butantan, a vacina será integralmente produzida por aqui e sem a necessidade da importação do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA), que vem sendo um entrave para a produção dos imunizantes no país. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A vacina já passou pela primeira fase de testes realizada com animais e, de acordo com o instituto, se mostrou bastante promissora. A próxima etapa será a realização dos estudos clínicos em humanos. A produção-piloto do composto já foi concluída para a aplicação em voluntários.</span></p>
<h4><b>Produção da nova Vacina</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O Instituto Butantan utilizará tecnologia própria da fábrica de vacinas contra a gripe para produzir a ButanVac. As cepas deverão ser cultivadas em ovos de galinha, que gera doses de vacinas inativadas e o imunizante será feito com fragmentos de vírus mortos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ricardo Palacios, diretor médico de pesquisa clínica do Instituto Butantan, aposta no sucesso da nova vacina e disse que:  “temos tecnologia para isso, e sabemos também que vacinas inativadas são eficazes contra a Covid-19”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O instituto é o parceiro da Sinovac no país, laboratório responsável pela CoronaVac, e, de acordo com Dimas Covas, diretor do Butantan, o desenvolvimento do novo imunizante é uma forma de aproveitar o conhecimento adquirido. A parceria continua e o cronograma de entrega dos insumos para a produção de novas vacinas está mantido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Covas ainda aproveitou para destacar a importância de ampliar a produção de vacinas no país. “ Em razão do panorama global, abrimos o leque de opções para oferecer aos governos mais uma forma de contribuir no controle da pandemia no país e no mundo”, disse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confiante, o diretor do Butantan acredita que a ButanVac poderá ser entregue ainda neste ano. “Após o final da produção da vacina contra Influenza, em maio, poderemos iniciar imediatamente a produção da Butanvac. Atualmente, nossa fábrica envasa a Influenza e a CoronaVac. Estamos em pleno vapor”, afirma Dimas Covas.</span></p>
<h4><b>Tecnologia da Vacina</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A ButanVac utilizará um vetor viral com a proteína Spike do coronavírus de forma íntegra. O vetor será o vírus da Doença de Newcastle, que afeta aves e não causa sintomas em humanos. Assim, o vírus se desenvolve em ovos embrionados e a produção seguirá o processo já conhecido por ser utilizado na vacina da gripe. </span><br />
<span style="font-weight: 400;">A vacina será de vírus inativado, o que facilita a estabilidade e confere maior segurança para o imunizante. </span></p>
<p><b>Soro do Butantan</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na quarta-feira (24), a Anvisa autorizou o Butantan a realizar pesquisas em humanos com o soro hiperimune anti-Sars-CoV-2. A autorização da agência ainda depende da entrega de informações complementares para o início dos estudos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a Anvisa, como será a primeira vez que o soro será testado em humanos, a agência realizou uma avaliação criteriosa dos aspectos técnicos e de segurança do produto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Butantan acredita que o soro tem um potencial para evitar o agravamento de sintomas e curar os pacientes com covid-19.  </span></p>
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		<title>Covid-19: SBOC defende a vacinação de pacientes oncológicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2021 21:50:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[#imunização]]></category>
		<category><![CDATA[#SBOC]]></category>
		<category><![CDATA[Dúvidas sobre a vacina]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina Covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pode ou não pode vacinar? Entidade responde às principais dúvidas das pessoas com câncer e defende a imunização A vacina contra o coronavírus já é uma realidade, mas muitas pessoas ainda se perguntam se podem ou não ser imunizadas. Para esclarecer as dúvidas, em especial, dos pacientes oncológicos, a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_12369" aria-describedby="caption-attachment-12369" style="width: 658px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-12369" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/cccc3808_400e0a27e5_o-1.jpg?resize=658%2C418&#038;ssl=1" alt="" width="658" height="418" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/cccc3808_400e0a27e5_o-1.jpg?w=658&amp;ssl=1 658w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/cccc3808_400e0a27e5_o-1.jpg?resize=300%2C191&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 658px) 100vw, 658px" /><figcaption id="caption-attachment-12369" class="wp-caption-text">Mônica Calazans foi a primeira brasileira a ser vacinada contra a Covid-19. Muitas pessoas ainda se perguntam: todos podem se vacinar? Foto: Govesp/Fotos Públicas</figcaption></figure>
<h4><strong>Pode ou não pode vacinar? Entidade responde às principais dúvidas das pessoas com câncer e defende a imunização</strong></h4>
<p>A vacina contra o coronavírus já é uma realidade, mas muitas pessoas ainda se perguntam se podem ou não ser imunizadas. Para esclarecer as dúvidas, em especial, dos pacientes oncológicos, a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) preparou um documento e lembra que as <a href="https://portalcontexto.com.br/anvisa-autoriza-uso-emergencial-de-vacinas/">vacinas aprovadas no Brasil</a> são eficazes e imprescindíveis para a proteção daqueles que vivem com câncer e no combate à pandemia de forma geral.</p>
<p>“Temos o intuito de esclarecer questões e recomendar condutas baseadas em evidências científicas.  Queremos ainda fazer um alerta para a necessidade da cooperação de todos, profissionais de saúde e população em geral, para que a vacinação aconteça por completo. Todos nós temos um papel decisivo no combate dessa crise, seja na vacinação, seja cumprindo os protocolos de segurança”, afirmou a presidente da SBOC, a Dra. Clarissa Mathias.</p>
<h4>A entidade disponibilizou em seu <a href="https://sboc.org.br/guias-e-infograficos/item/2145-covid-19-vacinacao-de-pacientes-oncologicos">site um documento</a> com as principais dúvidas que pacientes com câncer e médicos podem ter.</p>
<p><strong>Veja algumas perguntas:</strong></p>
<p><strong>Por que vacinar pacientes oncológicos contra a COVID-19?</strong></h4>
<p><em>Pessoas com câncer foram classificadas como grupo de risco para complicações da COVID-19. Estudos mostraram maior gravidade da infecção em pacientes oncológicos, com mortalidade variando de 6 a 61%, com risco de óbito por volta de 26%, muito acima do que na população geral (2 a 3%)¹. Portanto, o intuito da vacinação é diminuir a morbidade e mortalidade da COVID-19 nos pacientes oncológicos<sup>4</sup>.</em></p>
<p>De acordo com o Dr. Sandro Cavallero, diretor da SBOC e coordenador do Comitê de Tumores do Sistema Nervoso Central, há vários riscos envolvidos entre a associação do câncer e do novo coronavírus. “Além do impacto mais severo, a infecção pelo Sars-CoV-2 pode ter desdobramentos também no cuidado oncológico, levando a atrasos em exames diagnósticos, de triagem, tratamentos e monitoramento da doença, podendo levar a consequências devastadoras”, alerta.</p>
<p>Apesar de o grupo não ter sido incluído em estudos clínicos, as evidências de dados clínicos de outras vacinas apontam que o malefício de não vacinar é significantemente maior, dada a mortalidade associada ao vírus nessa população, do que àqueles associados a potenciais reações vacinais. “É importante lembrar que as vacinas contra COVID-19 aprovadas no Brasil são definitivamente seguras. A única vacina contraindicada para pacientes imunossuprimidos, ou seja, quando a eficácia do sistema imunológico é reduzida, é a vacina de Oxford, por conter vírus vivo. De qualquer forma, é imprescindível a avaliação médica individual de cada paciente quanto a possíveis restrições à vacinação”, afirma.</p>
<h4><strong>As vacinas contra a COVID-19 são eficazes em pacientes oncológicos?</strong></h4>
<p><em>A princípio, sim. Dados de vacinação em pacientes oncológicos em outros contextos, como influenza, doença pneumocócica e herpes, sugerem haver um efeito protetor<sup>5</sup>.</em></p>
<p>“A vacinação contra <em>influenza</em>, reduziu hospitalizações relacionadas à doença, interrupção de quimioterapia ou risco de morte”, explica Dr. Sandro. Baseados nesses dados e de outras vacinas, associado à interpretação dos mecanismos de ação das vacinas contra a COVID-19 (com agentes não vivos), pressupõe-se que a eficácia e a segurança da vacinação contra o Sars-CoV-2 seja similar à população geral. “A eficácia pode variar em diversos contextos, como tipo de tumor, extensão da doença, tratamento imunossupressor, entre outros. Entretanto, os benefícios da vacinação parecem ultrapassar substancialmente e significativamente os riscos”, complementa.</p>
<h4><strong>Pacientes com história prévia de COVID-19 ou que já possuam anticorpos devem ser vacinados?</strong></h4>
<p><em>Sim. Alguns pacientes já infectados por Sars-CoV-2 foram incluídos em estudos clínicos e mostraram melhorar a resposta imune sem nenhum acréscimo à toxidade da vacina.</em></p>
<h4>A Dra. Ignez Braghiroli, diretora da SBOC e coordenadora do Comitê de Tumores Gastrointestinais, explica que não existe garantia de que a presença de anticorpos seja sinal de proteção futura. “Até o momento, não existe experiência suficiente relacionando a já existência deles no organismo com a proteção futura, e a duração da imunidade não está claramente estabelecida. O teste sorológico antes da vacinação não é recomendado, assim como não é utilizado para guiar o momento da vacinação<sup>”</sup>, completa.</p>
<p><strong>Quem se vacinou ainda precisa usar máscara e seguir o distanciamento social?</strong></h4>
<p><em>Sim. Mesmo após a aprovação das vacinas e o início da vacinação no Brasil, temos um longo período até toda a população estar vacinada.</em></p>
<p>“Não podemos deixar de lado os protocolos de segurança: mantenha o isolamento social, caso precise sair utilize a máscara correta cobrindo boca e nariz, desinfete objetos e roupas quando voltar para casa, lave as mãos e os punhos com bastante frequência, e utilize o álcool em gel”, conclui Dra. Ignez.</p>
<p>&nbsp;</p>
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