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	<title>Arquivos Trabalhadores - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Trabalhadores - Portal Contexto</title>
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		<title>Cidadãos que contestaram suspensão do auxílio emergencial receberão o benefício</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Tobias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2021 18:46:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Portaria publicada ontem (26) aprova o pagamento do auxílio para 196 mil trabalhadores Para quem não tinha esperança de conseguir o auxílio emergencial novamente. o Governo Federal anunciou que pagará amanhã (28) mais de R$ 248 milhões do benefício para 196 mil pessoas. A portaria do Ministério da Cidadania foi publicada ontem (26) no Diário [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_12383" aria-describedby="caption-attachment-12383" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-12383" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/21_07_2020_app_auxilio_emergencial-2.jpg?resize=700%2C419&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="419" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/21_07_2020_app_auxilio_emergencial-2.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/21_07_2020_app_auxilio_emergencial-2.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/21_07_2020_app_auxilio_emergencial-2.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/21_07_2020_app_auxilio_emergencial-2.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-12383" class="wp-caption-text">Créditos: Marcelo Camargo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em>Portaria publicada ontem (26) aprova o pagamento do auxílio para 196 mil trabalhadores</em></h3>
<p>Para quem não tinha esperança de conseguir o auxílio emergencial novamente. o Governo Federal anunciou que pagará amanhã (28) mais de R$ 248 milhões do benefício para 196 mil pessoas. A portaria do Ministério da Cidadania foi publicada ontem (26) no Diário Oficial da União, após o resultado da análise das contestações e revisões decorrentes de atualizações de dados governamentais.</p>
<p>Cerca de 191 mil pessoas que questionaram a suspensão do auxílio no <em>site</em> da<a href="https://consultaauxilio.dataprev.gov.br/consulta/"> Dataprev</a>, receberão de uma só vez todas as parcelas a que têm direito. Outras 5 mil pessoas que tiveram os pagamentos reavaliados em janeiro de 2021 também serão beneficiadas.</p>
<p>Segundo as informações do ministério, das 196 mil pessoas, 8,3 mil receberão a segunda, a terceira, a quarta e a quinta parcela do auxílio emergencial. Outras 40,9 mil pessoas terão direito somente as três últimas parcelas. Um terceiro grupo de 68,1 mil cidadãos receberá a quarta e a quinta parcela. Por último, 78,3 mil vão embolsar somente a quinta parcela.</p>
<p>Os recursos serão depositados na poupança social digital da Caixa e já estarão disponíveis no dia 28, tanto para movimentação por meio do aplicativo Caixa Tem, quanto para saques e transferências para outros bancos.</p>
<h4><strong>Compras virtuais</strong></h4>
<p>Por meio do aplicativo Caixa Tem é possível fazer compras na internet e nas maquininhas em diversos estabelecimentos comerciais, por meio do cartão de débito virtual e QR Code. Quem recebeu o benefício, também pode pagar boletos e contas, como água e telefone, pelo próprio aplicativo ou nas casas lotéricas, e transferir os recursos sem o pagamento de tarifas.</p>
<p>Para o saque em espécie, é preciso se cadastrar no aplicativo Caixa Tem, selecionar a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”.</p>
<p>Depois, o trabalhador deve inserir a senha para visualizar o código de saque na tela do celular, com validade de uma hora. Esse código deve ser utilizado para a retirada do dinheiro, que pode ser feita nas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui ou mesmo nas agências.</p>
<p>*Com informações da Agência Brasil.</p>
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		<title>IBGE: informalidade atinge 41,6% dos trabalhadores no país em 2019</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Tobias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2020 11:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>População preta ou parda estava mais inserida em cenário de informalidade &#160; A informalidade no mercado de trabalho atingia 41,6% dos trabalhadores do país em 2019, ou 39,3 milhões de pessoas. Entre pessoas ocupadas sem instrução ou com o ensino fundamental incompleto, a proporção de informais era de 62,4%, mas de apenas 21,9% entre aquelas [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="row" style="text-align: center;"><em>População preta ou parda estava mais inserida em cenário de informalidade</em><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone wp-image-9742" style="font-size: 14.4px;" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/vendedor_de_agua.jpg?resize=800%2C479&#038;ssl=1" alt="Informalidade" width="800" height="479" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/vendedor_de_agua.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/vendedor_de_agua.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/vendedor_de_agua.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/vendedor_de_agua.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>A informalidade no mercado de trabalho atingia 41,6% dos<a href="https://portalcontexto.com.br/decimo-terceiro-salario-deve-inserir-r-208-bilhoes-na-economia/"> trabalhadores do país em 2019</a>, ou 39,3 milhões de pessoas. Entre pessoas ocupadas sem instrução ou com o ensino fundamental incompleto, a proporção de informais era de 62,4%, mas de apenas 21,9% entre aquelas com ensino superior completo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?w=1020&#038;ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?w=1020&#038;ssl=1" /></p>
<p><a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/29431-sintese-de-indicadores-sociais-em-2019-proporcao-de-pobres-cai-para-24-7-e-extrema-pobreza-se-mantem-em-6-5-da-populacao">As informações constam da Síntese de Indicadores Sociais</a>, divulgada ontem (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>A população preta ou parda (47,4%) estava mais inserida na informalidade em todas as unidades da Federação, quando comparada à população branca (34,5%).</p>
<p>As atividades que mais concentraram pessoas em ocupações informais, no ano passado, foram serviços domésticos (72,5%), agropecuária (67,2%) e construção (64,5%). Segundo o IBGE, desde 2014, em decorrência do desaquecimento do mercado de trabalho, houve ampliação relativa das ocupações informais, com destaque para transporte, armazenagem e correio, alojamento e alimentação e construção.</p>
<p>Em 2019, a proporção de trabalhadores em ocupações informais alcançou 61,6% na Região Norte e 56,9% no Nordeste. Por outro lado, as regiões Sudeste e Sul, apresentaram proporções de, respectivamente, 34,9% e 29,1%.</p>
<h4><strong>Desigualdade de renda</strong></h4>
<figure id="attachment_9743" aria-describedby="caption-attachment-9743" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-9743" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/camelo.jpg?resize=800%2C479&#038;ssl=1" alt="Informalidade" width="800" height="479" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/camelo.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/camelo.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/camelo.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/camelo.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-9743" class="wp-caption-text">Créditos: Arquivo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>O índice de Gini (0,543) caiu em relação a 2018 (0,545), mas ficou superior a 2015, ano que teve o indicador mais baixo da série, com 0,524. O país é o nono mais desigual do mundo segundo o Banco Mundial. O índice é usado para medir a desigualdade social , em que zero corresponde a uma completa igualdade na renda e 1 corresponde a uma completa desigualdade.</p>
<p>A Região Sul é a que tem a menor desigualdade de renda, com 0,467. O Nordeste teve a maior desigualdade, com 0,559, e aumentou em relação a 2018, enquanto as outras regiões tiveram queda em comparação ao ano anterior.</p>
<p>Em 2019, a parcela de 10% de pessoas com menores rendimentos domiciliares <em>per capita</em> recebia 0,8% do total da renda do país. À metade da população brasileira correspondiam 15,6% dos rendimentos observados, cabendo aos 10% com maiores rendimentos 42,9% do total da renda.</p>
<p>Os 10% com maiores rendimentos são compostos por 70,6% da população branca. Os 10% com menores rendimentos são compostos por 77% da população preta ou parda.</p>
<p>Entre os 10% com menores rendimentos, o rendimento domiciliar <em>per capita</em> médio em 2019 foi de R$ 112. Entre os 10% com maiores rendimentos, o rendimento domiciliar <em>per capita</em> médio no ano passado foi de R$ 3.443.</p>
<h4><strong>Pobreza</strong></h4>
<figure id="attachment_9744" aria-describedby="caption-attachment-9744" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-9744" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/pobreza.jpg?resize=800%2C479&#038;ssl=1" alt="Informalidade" width="800" height="479" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/pobreza.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/pobreza.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/pobreza.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/pobreza.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-9744" class="wp-caption-text">Créditos: Arquivo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>De 2018 para 2019, a pobreza (rendimento domiciliar<em> per capita</em> até R$ 436) caiu de 25,3% para 24,7% das pessoas. Já a extrema pobreza (rendimento domiciliar<em> per capita</em> até R$ 151) se manteve em 6,5% da população, em 2018 e em 2019, afetando mais da metade dos nordestinos e 39,8% das mulheres pretas ou pardas. Entre 2012 e 2019, houve aumento de 13,5% na extrema pobreza.</p>
<p>Segundo a analista do IBGE Barbara Soares, o país tem bolsões de extrema pobreza que não conseguem acessar as instituições para solicitar benefícios sociais como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).</p>
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