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	<title>Arquivos Reforma tributária - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Reforma tributária - Portal Contexto</title>
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		<title>Frente Parlamentar debate os impactos da reforma tributária na educação</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Sep 2023 11:15:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os parlamentares da FPeduQ se reuniram nesta quarta-feira (30) para debater como a reforma tributária irá impactar a educação no país Os Impactos da Reforma Tributária na Educação Particular. Com essa temática, a Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ) discutiu na manhã desta quarta-feira (30) o futuro do setor responsável [...]</p>
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<h3 style="text-align: center;"><em>Os parlamentares da FPeduQ se reuniram nesta quarta-feira (30) para debater como a reforma tributária irá impactar a educação no país</em></h3>
<div>
<p>Os Impactos da Reforma Tributária na Educação Particular. Com essa temática, a Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ) discutiu na manhã desta quarta-feira (30) o futuro do setor responsável diretamente pela geração de milhares de empregos e pela promoção da educação de qualidade. O restaurante do Senado Federal recebeu a presença dos deputados federais Eduardo Bismarck (PDT-CE), Socorro Néri (PP-AC), Reginaldo Lopes (PT-MG), Ismael dos Santos (PSD-SC),  dos senadores Izalci Lucas (PSDB-DF) e Mauro Carvalho Júnior (União Brasil-MT), integrantes da Frente, do Diretor de Programa da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Rodrigo Orair, além de especialistas da área.</p>
<p>O presidente da FPeduQ, deputado federal Eduardo Bismarck (PDT-CE) foi o responsável pela mediação do debate. O parlamentar destacou o trabalho realizado pela Frente, citando as conquistas obtidas na votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 45/2019) na Câmara dos Deputados.</p>
<p>&#8220;Nós conseguimos um redutor de 60% da alíquota incidente no setor, porém, me preocupa que outros setores possam afetar a fixação dessa taxa, por isso, continuaremos monitorando a situação da PEC no Senado com objetivo de manter as conquistas que obtivemos na Câmara&#8221;, revelou.</p>
<p>De acordo com levantamento realizado pela FPeduQ, o redutor de 60% inserido na PEC garante que não haverá aumento de impostos para os alunos, seguindo as melhores práticas internacionais, bem como inserir o Prouni na Constituição e manter a alíquota zero dos livros didáticos.</p>
<p>Rodrigo Orair informou que grande parte dos pleitos da FPeduQ serão preservados. &#8220;O Redutor deve ser de 60% em relação à padrão. A maior dúvida é sobre qual seria a alíquota &#8211; ideia é que seja em torno de 25% a padrão, sendo a do setor 10%, então, se for 10% é viável&#8221;, explicou.</p>
<p>&#8220;A ideia do governo Lula é migrar para um sistema mais justo e transparente&#8221;, complementou Orair.</p>
<p><strong>Importância da FPeduQ</strong></p>
<p>O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) frisou a importância da criação da FPeduQ como forma de fortalecer o movimento e evitar retrocessos que possam impactar diretamente na vida e no bolso de milhares de brasileiros.</p>
<p>“Essa é uma área que foi muito perseguida no passado e foram anos de luta para poder ocupar esse espaço. Ao invés de termos incentivos, é o contrário – no Brasil, a educação privada sofre com tributação muito alta. Por isso, vamos à luta, pois a Frente em Brasília tem condições de barrar projetos que possam prejudicar o setor”, frisou.</p>
<p>Eduardo Bismarck informou que vai se dedicar nos próximos dias à montagem da agenda legislativa que norteia temas importantes envolvendo a educação particular. &#8220;Iremos fazer um encontro com os parlamentares, ouvindo as sugestões de escolas e universidades particulares para definirmos quais temas estarão incluídos na nossa agenda legislativa considerada prioritária no Congresso Nacional. A Frente é suprapartidária e estamos aqui para trabalharmos unidos para aprovarmos as pautas relevantes&#8221;, comentou.</p>
</div>
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		<title>Senadores debatem pontos críticos da reforma tributária</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Aug 2023 12:10:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O texto da reforma tributária ainda gera polêmica e discussão entre os legisladores O texto da reforma tributária ainda envolve pontos críticos e precisam ser debatidos pelos senadores por impactar diretamente na economia e na da vida dos brasileiros. Um dos pontos delicados da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/2019 é a ausência no [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_35230" aria-describedby="caption-attachment-35230" style="width: 1020px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-35230" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/08/LUCAS-EM-BRASILIA.jpg?resize=1020%2C679&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/08/LUCAS-EM-BRASILIA.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/08/LUCAS-EM-BRASILIA.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/08/LUCAS-EM-BRASILIA.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/08/LUCAS-EM-BRASILIA.jpg?resize=1536%2C1023&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/08/LUCAS-EM-BRASILIA.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-35230" class="wp-caption-text">Plenário do Senado. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em>O texto da reforma tributária ainda gera polêmica e discussão entre os legisladores</em></h3>
<p>O texto da reforma tributária ainda envolve pontos críticos e precisam ser debatidos pelos senadores por impactar diretamente na economia e na da vida dos brasileiros.</p>
<p>Um dos pontos delicados da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/2019 é a ausência no texto da permissão para tomada de créditos de IVA (Imposto sobre Valor Agregado) quanto à folha de salários, o que deve impactar brutalmente o setor de serviços e todos os que têm uso intensivo de mão-de-obra. Além disso, as empresas enquadradas no Simples Nacional também devem sofrer com a não possibilidade de créditos integrais de IVA. Outro tema também complexo e deve ser amplamente debatido é o Imposto Seletivo, um “substituto do IPI” para desestimular o consumo de produtos e serviços prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.</p>
<p>Aliás, para o advogado tributarista Lucas Ribeiro, CEO da ROIT, empresa de inovação e inteligência artificial especializada na área tributária, e professor da Faculdade Brasileira de Tributação, que tem acompanhado de perto, em Brasília, as discussões, o Imposto Seletivo tem merecido menos atenção do que deveria. “É um tributo sem limitações, e que poderá ser implementado logo após a aprovação da reforma”.</p>
<p>“O Imposto Seletivo vai incidir sobre produtos e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Mas, como disse o senador Oriovisto Guimarães [Podemos-PR], quem vai dizer se o ovo, por exemplo, faz bem ou mal à saúde, para ser taxado? Quem vai determinar se os carros estão gerando muitas mortes e por isso se deve tributá-los mais?”.</p>
<p>Sobre os efeitos da reforma às empresas enquadradas no Simples Nacional, Ribeiro considera que boa parte das 5 milhões nesse regime “serão prejudicadas, por diversas razões”. Da mesma forma, as mais de 3 milhões enquadradas no regime Lucro Presumido, que sofrerão com aumento na carga tributária.</p>
<p>O especialista explica: “As empresas do Lucro Presumido saem da cumulatividade de PIS e COFINS a 3,65% de alíquota total, para a provável alíquota de 25% do novo Imposto de Valor Agregado, o IVA, o qual consiste no Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS). Ainda que gere créditos, provocará uma necessidade de mudança abrupta na gestão do tributo, afinal, essas empresas passarão a operar como operam hoje as empresas no regime Lucro Real”.</p>
<p>Outro aspecto citado por Lucas Ribeiro é a falta de clareza sobre o momento de arrecadação dos novos tributos (IBS e CBS), que será objeto de Lei Complementar. “A mudança da sistemática tributária poderá provocar também maior necessidade de caixa para as empresas, aumentando o custo financeiro e não apenas tributário”.</p>
<p>Diante desse cenário de incertezas, o advogado tributarista elenca outros resultados impactantes. “Perda de competitividade, sem gerar créditos integrais de IBS e CBS, para adquirentes pessoas jurídicas, potencial aumento da sonegação fiscal na venda de empresas do Simples para pessoas físicas e potencial aumento de ‘pejotização’, uma vez que será mais vantajoso comprar qualquer coisa na PJ [Pessoa Jurídica] (com créditos) do que na PF [Pessoa Física], com tributação cheia.”</p>
<p><strong>Setor de TI e inovação</strong></p>
<p>Ribeiro, que já foi presidente da Assespro-PR, entidade que representa no Paraná o setor de tecnologia, também lamenta a ausência no texto de uma “condição mais favorável para empresas e setores que beneficiam o meio ambiente e a inovação tecnológica”.</p>
<p>O texto aumenta em até 189% o imposto para software e tecnologia em geral. Ainda, as alíquotas médias pagas pelas empresas do setor, atualmente de 2 a 5% (ISS) e 3,65% (PIS/Cofins), passarão para uma referência de 25% de IBS e CBS.</p>
<p>Segundo o especialista, “não há cálculos para determinação transparente e legítima dos impactos da reforma e a verdadeira alíquota necessária para neutralidade, ou seja, para que não haja aumento da carga tributária total do Brasil”. Ribeiro entende que a PEC 46/2022, cuja autoria é encabeçada pelo senador Oriovisto Guimarães, é a que melhor trata da simplificação tributária, objetivo essencial de uma reforma na área.</p>
<p><strong>Dados e efeitos</strong></p>
<p>A senadora Margareth Buzetti (PSD-MT), que participa do grupo de trabalho da reforma tributária, espera ter dados censitários para apurar os efeitos da reforma tributária para cada empresa e cada setor, o que é possível utilizando tecnologia e inteligência artificial.</p>
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		<title>Como a Reforma Tributária mudará a vida do brasileiro?</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Aug 2023 11:15:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Especialista lista as mudanças que a reforma tributária trará para a vida do brasileiro Após a aprovação na Câmara dos Deputados, será a vez, dos senadores apreciarem a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/2019, que trata da reforma tributária. O texto tem como propósito modernizar e simplificar o modelo tributário no país. No entanto, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2049" aria-describedby="caption-attachment-2049" style="width: 1020px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-2049" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/02/calculator-mei.jpg?resize=1020%2C601&#038;ssl=1" alt="simples" width="1020" height="601" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/02/calculator-mei.jpg?resize=1024%2C603&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/02/calculator-mei.jpg?resize=300%2C177&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/02/calculator-mei.jpg?resize=768%2C452&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/02/calculator-mei.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-2049" class="wp-caption-text">Foto: Steve Buissinne/ Pixabay</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em>Especialista lista as mudanças que a reforma tributária trará para a vida do brasileiro</em></h3>
<p>Após a aprovação na Câmara dos Deputados, será a vez, dos senadores apreciarem a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/2019, que trata da <a href="https://portalcontexto.com.br/?s=tribut%C3%A1ria">reforma tributária.</a> O texto tem como propósito modernizar e simplificar o modelo tributário no país.</p>
<p>No entanto, de que forma a reforma tributária mudará a vida do brasileiro de forma efetiva?</p>
<p>Para nos ajudar com a responder, Alexandre Mazza, advogado especialista em direito tributário, listou 5 mudanças significativas e que impactarão a vida da população em geral. Confira:</p>
<ol>
<li><strong><em>Cash back</em> para famílias de menor renda</strong> – aqueles que se enquadrarem nos requisitos estipulados pelo Governo como público de menor renda, terá parte do pagamento gasto em produtos devolvido, o que torna mais barata e acessível a compra para as famílias de baixa renda;</li>
<li><strong>Isenção de ICMS em produtos da cesta básica</strong> &#8211; o que deve gerar uma economia de cerca de 10% em itens indispensáveis na mesa;</li>
<li><strong>Redução da alíquota de medicamentos e dispositivos médicos </strong>&#8211; medicamentos e dispositivos médicos terão alíquota reduzida em 50%, o que gera cerca de 8% de economia no valor final de medicamentos e itens médicos em geral;</li>
<li><strong>Imposto destacado na Nota Fiscal</strong> – o valor do tributo pago virá separado na nota fiscal, assim como acontece nos EUA. Ou seja, ao comprar um produto, o consumidor terá identificado na nota fiscal quanto está sendo pago em tributos separadamente, facilitando o entendimento do custo total em carga tributária;</li>
<li><strong>Isenção de impostos para doações à ONGs</strong> &#8211; não haverá mais imposto sobre doação em relação a transmissões e doações que favoreçam instituições sem fins lucrativos.</li>
</ol>
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		<title>Apressar votação da Reforma Tributária é um cheque em branco para o poder executivo, afirma especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jul 2023 16:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eduardo Araújo explica que as alterações nas regras fiscais deixam muitos pontos em branco quanto à transparência de pontos importantes do modelo fiscal A votação da proposta da reforma tributária deve ocorrer até o final desta semana, é o que afirmou o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), nesta segunda-feira (3/7). A decisão [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_24878" aria-describedby="caption-attachment-24878" style="width: 1020px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-24878" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0.jpg?resize=1020%2C611&#038;ssl=1" alt="selic, tributárias, americanas" width="1020" height="611" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-24878" class="wp-caption-text">Foto: Marcello Casal/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em>Eduardo Araújo explica que as alterações nas regras fiscais deixam muitos pontos em branco quanto à transparência de pontos importantes do modelo fiscal</em></h3>
<p>A votação da proposta da<a href="https://portalcontexto.com.br/?s=reforma+tribut%C3%A1ria"><strong> reforma tributária</strong></a> deve ocorrer até o final desta semana, é o que afirmou o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), nesta segunda-feira (3/7). A decisão foi tomada no último domingo (2/7), durante reunião com congressistas, que também definiram como prioridade o projeto do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais) e o novo marco fiscal. O especialista tributário e CEO da Tax All Consultoria Tributária, Eduardo Araújo, vê com preocupação a pressa para votar o texto.</p>
<p>“É preocupante, pois estamos falando de reformar boa parte do sistema tributário. O Brasil precisa de uma reforma tributária, mas é importante debater o tema. Não trazer os textos complementares da proposta para apressar essa votação é um cheque em branco para o poder executivo deliberar sobre matérias tributárias”, afirma o especialista.</p>
<p>Além do texto da reforma, estão em pauta a aprovação das alterações do projeto do arcabouço fiscal e do projeto de Lei que trata do retorno do Voto de qualidade dos julgamentos do Carf (Conselho de Administração de Recursos Fiscais). Segundo Eduardo Araújo, os três pontos em discussão têm impactos tributários negativos para a população e podem representar aumento de arrecadação.</p>
<p>“Com a retomada do Voto de qualidade, que foi extinguido em 2020, o Congresso favorece à Fazenda o poder de desempate nos julgamentos do Carf. Essa é uma medida para acelerar a aprovação da reforma. Tudo está vinculado ao arcabouço fiscal, que não representa uma proposta concreta de redução de gastos do poder público, por políticas de governança. Na realidade, ele trava os gastos com um percentual da arrecadação, logo, quanto mais se arrecada, mais está liberado para gastar” explica o diretor da Tax All.</p>
<p>O especialista explica que as alterações nas regras fiscais têm gerado preocupações para algumas atividades econômicas, já que a medida pode afetar a competitividade das empresas, por meio da alta nas taxas tributárias. Segundo Eduardo, é preciso que o governo promova um debate maior com estes setores e dê mais transparência às informações sobre possíveis mudanças na tributação.</p>
<p>“Falta o governo apresentar os dados de estudos e assumir um compromisso com esses dados, rebatendo esses estudos e demonstrando com informações o que diz o portal da Reforma de que não haverá aumento da carga tributária. Porque, levar o Imposto Sobre Serviços (ISS) para um regime não cumulativo diferente do que é hoje, ou também levar empresas hoje que são do regime lucro presumido para pagamento de PIS/COFINS para um regime não cumulativo sem estudos e dados técnicos, deixa este contribuinte às escuras”, destacou.</p>
<p>Para Eduardo Araújo, um dos desafios para tornar a reforma tributária mais eficiente é proporcionar um diálogo maior com a população e com as entidades representativas dos setores do comércio, serviços, indústrias, agronegócios, entre outros, por meio de audiências públicas. Além disso, é preciso mostrar os pontos negativos e positivos para a sociedade.</p>
<p>Uma das principais mudanças proporcionadas pela reforma é a unificação de impostos e a simplificação do sistema tributário. Com a criação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), os diversos impostos indiretos que incidiam sobre as empresas de serviços foram consolidados em um único tributo. Para o governo, essa unificação tem como objetivo simplificar o pagamento de impostos, reduzir a burocracia, aumentar a transparência no sistema fiscal e a formalização das empresas.</p>
<p>Atualmente, temos mais de 443 mil normas tributárias publicadas e, a cada dia, são mais de 46 entendimentos ou alterações, seja na esfera estadual, municipal ou federal. Segundo Eduardo Araújo, é impossível, hoje, que uma empresa nacional esteja 100% atualizada de todas as matérias tributárias. “Hoje, o Brasil tem um passivo tributário em discussão, seja no CARF ou na justiça, que passa de 3 trilhões de reais; isso demonstra que se estamos discutindo em matérias tributárias quase 1⁄3 do PIB do Brasil, algo está errado. A grande quantidade de normas, a falta de segurança jurídica, é um dos pontos de maior problema”, finaliza.</p>
<p><strong>Tributação de Dividendos</strong></p>
<p>O Congresso Nacional ainda tramita três Projetos de Lei (PL) que normatizam a “Tributação de Dividendos”, tema bastante comentado quando se fala em reforma tributária. Um dos projetos prevê a tributação de 15% sobre os valores de dividendos pagos a pessoas físicas ou jurídicas. O segundo reduz para 10% o referido tributo, não alcançando as empresas optantes pelo regime Simples Nacional.</p>
<p>Já o terceiro, exclui a dedução do IR e CSLL dos valores pagos a título de Juros Sobre Capital próprio. Ele determina, também, a tributação dos dividendos na alíquota do IRPF de 20%. Para dividendos pagos por empresas do regime Simples Nacional, prevê-se uma faixa de isenção de R$20 mil por contribuinte, em contrapartida cria-se o benefício de redução da alíquota do IRPJ de 15% para 10% para empresas do Lucro Presumido e Lucro Real.</p>
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		<title>Reforma Tributária requer mais debate antes de votação</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jun 2023 12:16:08 +0000</pubDate>
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<h3 style="text-align: center;"><i>Para advogado especialista em Direito Tributário, votação é necessária, mas precisa de mais discussão com a sociedade e as entidades empresariais</i></h3>
<div>
<p>De que forma a <strong>Reforma Tributária</strong> vai impactar o meu negócio? A dúvida é bastante comum entre empresários. Para o advogado especialista em Direito Tributário, <strong>Leonardo de Paola</strong>, do De Paola &amp; Panasolo Sociedade de Advogados, a resposta é que a mudança tende a trazer benefícios: um sistema tributário menos complexo e com mais segurança fiscal e jurídica para o contribuinte.</p>
<p>“Se aprovada, a reforma reduz o custo Brasil, de <em>compliance</em> tributário. É importante frisarmos que, embora o peso da carga tributária provavelmente não mude, esse custo de observância das regras tende a cair. E ele é muito significativo para as empresas, porque envolve contratação de profissionais para apuração e recolhimento de tributos, manutenção de sistemas complexos de controle, entre outras despesas.  Além disso, a complexidade atual traz grande insegurança para o contribuinte, que fica sujeito a normas complexas, cuja interpretação e aplicação varia de acordo com os agentes e órgãos fiscalizadores envolvidos. A reforma vai gerar simplicidade e menos espaço para evasão fiscal”, afirma o especialista.</p>
<p>A medida prevê a unificação dos tributos sobre o consumo — PIS, Cofins, IPI, ICMS e imposto sobre serviços &#8211; ISS – em um único Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), ou no máximo em dois, caso se adote o regime dual de incidência: IBS federal (PIS + COFINS + IPI) e IBS estadual/municipal (ICMS + ISS). Também define que o novo imposto não será cumulativo, isto é, que todo o valor pago em uma etapa anterior da cadeia passa a ser descontado na seguinte. Além disso, o IBS abrangerá toda a competência hoje distribuída entre União, Estados e os mais de cinco mil municípios brasileiros.</p>
<p>“Isso tem a indiscutível virtude de simplificar consideravelmente o sistema tributário. Ao invés do empresário se deparar com 27 legislações estaduais diferentes de ICMS, com legislações federais do PIS/Cofins e do IPI, e mais de 5 mil leis distintas referentes ao ISS, ele vai ter no máximo uma ou duas leis diferentes para cumprir e observar”, ressalta Leonardo.</p>
<p>Na Câmara Federal, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45 poderá ser votada na primeira semana de julho, antes do recesso parlamentar, de acordo com o relator do projeto na Casa, deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PL-AL).  O cenário, contudo, acende um alerta.</p>
<p>“Acho criticável essa urgência em votar um tema tão complexo antes do recesso. O relator sequer apresentou o substitutivo geral, o qual ainda está sendo negociado com os estados. Foram apenas expostas, em reunião que trouxe as conclusões de grupo de trabalho focado na matéria, ideias gerais do que poderá ser contemplado nesse substitutivo. É um assunto muito sério, de grande impacto para toda a nação e que, por isso, precisa envolver mais os diversos setores da sociedade brasileira, por meio das entidades que os representam, a fim de que possam ser expostas dúvidas, críticas e sugestões e ajustes”, aponta Leonardo de Paola.</p>
<p>Para o advogado, ter um debate ampliado minimiza a possibilidade de erros na proposta, além de garantir que a reforma seja a mais racional e justa possível e, também, a menos prejudicial, no sentido de que não haja perdedores e ganhadores.</p>
<h4><strong>Mas algum setor pode ser mais prejudicado?</strong></h4>
<p>De acordo com Leonardo de Paola, um ponto que demanda atenção na proposta é que, de fato, alguns setores da economia podem acabar mais beneficiados que outros com a mudança.</p>
<p>“Para dar um exemplo, isso poderá acontecer, porque, com a substituição de uma multiplicidade de regimes tributários por um único, que terá critérios uniformes, contribuintes do setor de serviços, que vêm recolhendo ISS, passarão a recolher IBS, e, a depender da alíquota estabelecida, poderão sofrer significativo aumento na sua carga tributária”, explica.</p>
<p>Segundo o especialista, a reforma não tem o objetivo de alterar a carga tributária, mas serão necessários mecanismos para a migração dos regimes.</p>
<p>“A dificuldade é conseguir estabelecer algumas diferenças de alíquota que propiciem a migração para o novo regime sem aumento da carga tributária. A reforma não pode ter ganhadores e perdedores. Tem que ser um jogo de ganha-ganha”, afirma.</p>
<h4><strong>Fim da “guerra fiscal”: como ficam os incentivos?</strong></h4>
<p>Se aprovada, a reforma também deve acabar com a guerra fiscal, como é chamada a disputa entre os Estados para atrair empresas de segmentos estratégicos por meio de alíquotas reduzidas de ICMS. A afirmação foi feita pelo secretário extraordinário do Ministério da Fazenda para a reforma tributária, Bernard Appy.</p>
<p>A mudança no cálculo do imposto estadual, inclusive, é um dos principais desafios apontados pelo advogado especialista no teor da tramitação da proposta.</p>
<p>“Uma das dificuldades para que a reforma passe consiste na negociação desse ajuste compensatório entre os Estados, porque, com a mudança do local de tributação nas operações interestaduais, que passará a ser exclusivamente o destino (atualmente, o tributo é compartilhado entre origem e destino), haverá, sim, perdas para alguns estados e ganhos para outros. Daí as difíceis tratativas em torno da criação de um fundo compensatório, ao qual a União terá que contribuir”, explica.</p>
<p>Mas é importante lembrar: incentivos já existentes não serão impactados pela reforma, sendo preservados e mantidos pelo prazo previamente acordado.</p>
<p>Para o advogado, a reforma vai impedir concessões arbitrárias e ajudar na livre concorrência. Ele ainda esclarece que incentivos poderão ser dados, mas de forma controlada e com o objetivo de garantir o desenvolvimento equilibrado e estruturado entre as regiões do país.</p>
<p>“O mais racional e justo em matéria de tributação é que todos se sujeitem a cargas similares, que poderão até ser mais baixas, uma vez que alcançarão mais contribuintes. Quando alguns pagam menos, em decorrência de isenções ou incentivos, outros terão que pagar mais, e aí começa a se criar desigualdade, desequilíbrio, e isso fere a livre concorrência. Se um tem incentivo e outro não, a concorrência fica prejudicada. Com a mudança, você preserva a livre concorrência, já que todos terão a mesma carga tributária independentemente de onde se instalem”, ressalta.</p>
<h4><strong>A Reforma Tributária</strong></h4>
<p>Atualmente, o Brasil conta com duas propostas de reforma do sistema tributário em andamento: a PEC 45, da Câmara Federal e mais avançada, e a PEC 110, em tramitação no Senado Federal.</p>
<p>“Provavelmente a PEC 110 será abandonada. Mas a PEC 45, que está na Câmara, vai passar por significativas mudanças, de acordo com as conclusões divulgadas pelo Grupo de Trabalho que analisou a matéria. Vai, sim, haver aperfeiçoamento do texto, o qual deverá apropriar-se de algumas das ideias que nortearam a PEC 110”, explica.</p>
<p>Com uma possível votação próxima no calendário, o especialista também orienta empresários no sentido de que não é preciso se desesperar. Toda a mudança no sistema tributário vai passar um período de transição.</p>
<p>“Empresários podem ficar tranquilos. Está previsto um período de transição de cerca de uma década. O que vai acontecer é que, durante esse tempo, a tributação de acordo com o regime atual vai caindo, enquanto a do novo regime vai aumentando. Não haverá nada repentino, será uma mudança gradual, sem surpresas ou apagões&#8221;, conclui.</p>
</div>
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		<title>Depois do arcabouço fiscal, mercado espera pela reforma tributária</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 12:15:00 +0000</pubDate>
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<h3 style="text-align: center;"><i>Empresas e negócios do setor de serviços, como o de saúde, se somam à preocupação de prefeitos sobre a unificação do ISS, municipal, a outros quatro tributos, com substituição por um imposto federal; especialista comenta</i></h3>
<div><center></p>
<p style="text-align: left;">Os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), já assumiram compromisso em fazer tramitar com agilidade e amplo apoio o projeto de lei complementar do governo federal que institui o chamado <strong>“arcabouço fiscal”</strong>. As novas regras visam a garantir o controle dos gastos públicos. O mercado, que recebeu bem a proposta, espera agora por um outro passo: o da <a href="https://portalcontexto.com.br/?s=reforma+tributaria">reforma tributária</a>.</p>
<p style="text-align: left;">O estabelecimento de um novo sistema de cobrança de tributos é visto como fundamental para enfrentar o chamado “custo Brasil” e, com isso, estimular investimentos. Especialistas e profissionais que cuidam da gestão contábil, fiscal e financeira das empresas são os que vivenciam no dia a dia a complexidade do regime tributário brasileiro e mais anseiam pela simplificação e desoneração de tal regime.</p>
<p style="text-align: left;">“O sistema é tão complexo, tão repleto de ordenamentos, de sucessivas normativas que, não bastasse a carga tributária ser elevada, muitas vezes os contribuintes, em especial empresas, acabam pagando mais do que deveriam, pela dificuldade de compreender o conjunto de regras e aplicá-las de forma adequada a cada ramo de negócio, a cada cenário tributário”, observa a administradora Júlia Lázaro, CEO e fundadora da <a href="https://www.mitfokus.com.br/">Mitfokus Soluções Financeiras</a>, especializada em atender a área médica.</p>
<p style="text-align: left;">Aliás, serviços e negócios na área de saúde estão entre os que mais devem ser impactados pela reforma, a julgar pela que está em tramitação – e o novo governo adiantou que pretende aproveitar duas propostas já bastante discutidas pelo Legislativo. Ocorre que as modificações por ora previstas vão mexer em um tributo inerente ao setor, o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (o ISSQN), ISS, municipal.</p>
<p style="text-align: left;">As duas propostas de emenda constitucional (PECs 45/2019 e 110/2019) que deverão continuar como base para as discussões em torno da reforma tributária preveem o fim do ISS. Este e outros quatro tributos (PIS, Cofins, IPI e ICMS) serão substituídos pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). “É uma simplificação considerável e benéfica. Mas, para algumas atividades em serviço, como as da área médica e de saúde, ainda há dúvidas sobre como ficará a carga tributária, com receio de que haja aumento”, informa Júlia Lázaro.</p>
<p style="text-align: left;">Ocorre que, por ser municipal, o ISS tem alíquotas diversas, conforme regramento de cada município. Com a unificação deste aos outros quatro tributos, e a consequente criação do IBS, haverá uma unificação linear. Para a especialista, os próximos meses serão decisivos: as discussões no Congresso e a tramitação devem se intensificar e precisam ser acompanhadas de perto.</p>
<p style="text-align: left;">Em evento da Confederação Nacional dos Municípios em 28 de março, a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, disse que os prefeitos “não devem se preocupar com a unificação dos tributos”, argumentando que não significará redução na arrecadação para as prefeituras. Por sua vez, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, explicou que o governo pretende estabelecer uma “regra suave” de transição, de 20 anos.</p>
<p style="text-align: left;">O deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), designado como relator da reforma tributária, afirma que obteve dos presidentes da Câmara e do Senado o empenho de que as propostas sejam votadas neste ano. Ainda, que as discussões levem em conta as especificidades dos regimes tributários municipais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p></center></div>
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		<title>Novo Governo, mas problemas antigos</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2023 09:15:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje temos uma agenda de debates que se concentrou na política fiscal que olha essencialmente para a solvência governamental no longo prazo. Da mesma forma, ou com mesma intensidade, há forte rejeição a uma política econômica intervencionista no sentido de se revelar uma agenda de escolhas políticas. O que está na pauta é uma direção [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_32642" aria-describedby="caption-attachment-32642" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-32642" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/CRISTINA-HELENA-MELLO_NOVAPR_008-modified-1-1.jpg?resize=300%2C450&#038;ssl=1" alt="política" width="300" height="450" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/CRISTINA-HELENA-MELLO_NOVAPR_008-modified-1-1.jpg?resize=683%2C1024&amp;ssl=1 683w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/CRISTINA-HELENA-MELLO_NOVAPR_008-modified-1-1.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/CRISTINA-HELENA-MELLO_NOVAPR_008-modified-1-1.jpg?resize=768%2C1152&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/CRISTINA-HELENA-MELLO_NOVAPR_008-modified-1-1.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-32642" class="wp-caption-text">Professora Cristina Helena Mello. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p><span style="font-size: 14.4px;">Hoje temos uma agenda de debates que se concentrou na <strong>política fiscal</strong> que olha essencialmente para a solvência governamental no longo prazo. Da mesma forma, ou com mesma intensidade, há forte rejeição a uma<strong> política econômica intervencionista</strong> no sentido de se revelar uma agenda de escolhas políticas. O que está na pauta é uma direção aos investidores que tem compromisso com o curto prazo.</span></p>
<div>
<p>Mas, é em torno destes medos e da necessidade de criar um compromisso propositivo, inclusivo e indutor de crescimento econômico que se desenvolve o desenho da proposta de medidas de política econômica.</p>
<p>Aparentemente há clareza do papel da indústria e sua importância na agenda de transformação do contexto econômico. A indústria possui complexidade produtiva, grau de monopólio, fortes transbordamentos que impactam na atividade agrícola, da indústria extrativa como fornecedores e no setor de serviços complexos do qual é demanda significativa.</p>
<p>Está em curso um redesenho das cadeias globais de valor pós pandemia, que inclui regionalização das cadeias produtivas e re-industrialização de economias maduras, como a americana. Essa percepção aparece na agenda anunciada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, acerca da retomada das relações comerciais latino-americanas. Mas, na compreensão desta economista, erra ao propor uma moeda única. Mesmo que seja um objetivo a longo prazo.</p>
<p>Moeda única no modelo europeu representa importante restrição de política econômica, no caso a cambial. E reduz as possibilidades de ajuste canalizando-as para o mercado de trabalho como recurso de maior competitividade e exportação. É verdade que a unificação monetária permitiu uma intensificação do comércio entre países europeus. Porém, havia anteriormente um sólido esforço na pauta de compromissos mútuos e uma limitação conhecida como “serpente no túnel”, que restringia possibilidades de recurso à política cambial para atingir objetivos de crescimento econômico, controle inflacionário e outros.</p>
<p>Não é o caso latino-americano. Agrega-se a esta preocupação um mercado de trabalho “uberizado”, com um número expressivo de trabalhadores informais que não contribuem para a previdência, uma desigualdade na capacitação (problema da educação e da educação técnica), uma demanda por um “salário emocional” que aparece após a pandemia, e uma apatia que emerge do relato de gestores como diagnóstico de uma mudança comportamental após a pandemia.</p>
<p>Desta forma, deveríamos olhar mais estrategicamente para o que chamamos de “economia de plataforma” ou plataformização das relações de produção, trabalho e consumo. As plataformas são um importante recurso para superar limites geográficos e produzir uma integração de mercados. Para isso, é necessário trabalhar barreiras linguísticas, como meios de pagamento, logística e na importância de se trabalhar a Marca País.</p>
<p>Esta é uma ação que deveria anteceder a proposta de integração monetária. Não há “bala de prata”. As plataformas ampliam o mercado e redesenham a estrutura produtiva. Pouco ou nada se fez e não aparece no compromisso do governo para uma inserção produtiva internacional com regulamentação digital. Não se trata apenas da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Trata-se de educação para o letramento digital e midiático, regras que permitam o surgimento de novos negócios digitais com segurança jurídica etc.</p>
<p>Enquanto não desenhamos um planejamento da mudança na estrutura produtiva, com uma significativa alteração na inserção internacional, a retomada do crescimento econômico segue apoiada fortemente na recuperação do consumo e ações de mitigação da desigualdade e direcionadas à redução da miséria. O uso das instituições em favor da oferta de crédito e incentivos fiscais no curto prazo, com diálogo e articulação para uma proposta de crescimento da renda e do emprego, pode possibilitar uma melhora no resultado, porém, não substantivo.</p>
<p>A <a href="https://portalcontexto.com.br/?s=reforma+tributaria">reforma tributária</a> é a chave para isso. Permitirá criar condições para um maior equilíbrio das forças produtivas regionais, aumento na competitividade, redução do tempo dedicado à gestão tributária e um possível deslocamento de tempo dedicado à produção. Também, possivelmente, uma redução de preços e, portanto, diminuição de desigualdades.</p>
<p>Mas, já não basta. É preciso entender as transformações mundiais que se apresentam e ter um projeto claro de futuro. Um projeto que já deveria ter sido forjado, se não no período dos debates que antecederam as eleições, ao menos no período de transição. Assim, esperamos que nos próximos meses a preocupação com os primeiros cem dias de governo seja reduzida e um projeto consistente de longo prazo seja apresentado.</p>
<p><strong>Cristina Helena Pinto de Mello</strong> é professora de Economia e diretora da Área de Sucesso Docente e Discente da <a href="https://www.espm.br/">ESPM</a>. Doutora e Mestre em Economia de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas.</p>
<p><strong>Contexto Livre</strong> é uma coluna rotativa, de assuntos diversos escrita por pessoas bacanas que tenham algo legal e inspirador pra compartilhar.</p>
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		<title>PL na Câmara debate reforma tributária</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2023 11:15:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>PL 178/2021 na pauta da Câmara dos Deputados é conhecido como minirreforma tributária  O Projeto de Lei nº 178/2021, intitulado de &#8220;minirreforma tributária&#8221; e que tramita, atualmente, na Câmara dos Deputados, abre espaço para uma reforma tributária no país. A proposta visa simplificar o cumprimento e reduzir os custos das obrigações tributárias acessórias para os [...]</p>
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<h3 style="text-align: center;"><em>PL 178/2021 na pauta da Câmara dos Deputados é conhecido como minirreforma tributária </em></h3>
<p>O Projeto de Lei nº 178/2021, intitulado de <strong>&#8220;minirreforma tributária&#8221;</strong> e que tramita, atualmente, na Câmara dos Deputados, abre espaço para uma <a href="https://portalcontexto.com.br/reforma-tributaria-saiba-o-que-muda-para-pessoas-e-empresas/">reforma tributária</a> no país. A proposta visa simplificar o cumprimento e reduzir os custos das obrigações tributárias acessórias para os Contribuintes.</p>
<div>
<p>Além disso, o texto institui o Estatuto Nacional de Simplificação de Obrigações Tributárias Acessórias e cria a Nota Fiscal Brasil Eletrônica (NFB-e), padronizada em todo o país para contemplar operações com produtos e as prestações de serviços, substituindo vários documentos fiscais, principalmente os que são exigidos no nível municipal.</p>
<p>A expectativa é que as mudanças reduzam o tempo que as empresas gastam para apurar e pagar os tributos. Além disso, há projeção que a proposta reduza o custo dessas operações para as empresas em até R$ 181 bilhões por ano.</p>
<p>&#8220;A aprovação do projeto com certeza foi importante, é o primeiro passo em relação a uma maior racionalidade do sistema, que de fato precisa ser simplificado. No Brasil, as empresas ainda perdem muito tempo com o cumprimento de obrigações acessórias, horas essas que poderiam ser direcionadas a aumentar a produtividade, a eficiência e a competitividade das empresas. Mas esse projeto ainda precisa ser aprovado pelo Senado, onde pode sofrer alterações&#8221;, comenta o advogado e sócio da <a href="https://www.fonteles.com.br/">Fonteles &amp; Associados</a>, Rafael Cruz.</p>
<p><strong>Carga tributária no país</strong></p>
<p>O Brasil é um dos países que mais paga tributos no mundo. Estudo do Banco Mundial observou que as empresas brasileiras gastam, em média, entre 1.483 e 1.501 horas por ano para preparar, declarar e pagar tributos, o maior tempo se comparado a outros países. Nos países ricos que fazem parte da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), da qual o Brasil deseja participar, o tempo cai para 155 horas.</p>
</div>
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		<title>Reforma Tributária: saiba o que muda para pessoas e empresas</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2021 15:37:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reforma Tributária ainda aguarda deliberação no Congresso Nacional, mas confira as principais mudanças no Imposto de Renda Pouco mais de 300 dias depois da apresentação da primeira fase da Reforma Tributária, que propôs alterações no PIS e Cofins, o Poder Executivo deu sequência à proposta de mudanças no sistema tributário e apresentou, no final de [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_18783" aria-describedby="caption-attachment-18783" style="width: 598px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-18783" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/calculator-1680905-1920.jpg?resize=598%2C399&#038;ssl=1" alt="tributária" width="598" height="399" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/calculator-1680905-1920.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/calculator-1680905-1920.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/calculator-1680905-1920.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/calculator-1680905-1920.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/calculator-1680905-1920.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="(max-width: 598px) 100vw, 598px" /><figcaption id="caption-attachment-18783" class="wp-caption-text">Foto: Pixabay</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em>Reforma Tributária ainda aguarda deliberação no Congresso Nacional, mas confira as principais <a href="https://portalcontexto.com.br/reforma-tributaria-setor-de-laticinios-esta-unido-e-mobilizado-para-debater-os-impactos-em-sua-cadeia-produtiva12/">mudanças</a> no Imposto de Renda</em></h3>
<p>Pouco mais de 300 dias depois da apresentação da primeira fase da <a href="https://portalcontexto.com.br/a-reforma-tributaria-e-o-preco-na-prateleira/">Reforma Tributária</a>, que propôs alterações no PIS e Cofins, o Poder Executivo deu sequência à proposta de mudanças no sistema tributário e apresentou, no final de junho, a segunda fase, que reformula o Imposto de Renda. Essa reformulação, segundo a grande maioria dos tributaristas, pode representar um ligeiro aumento na carga tributária.</p>
<p>&#8220;Essa segunda fase é bem preocupante para empresários e contribuintes com maior renda&#8221;, avalia Marco Aurélio Pitta, gerente de controladoria e contabilidade do Grupo Positivo e coordenador de programas de MBA nas áreas Tributária, Contabilidade e Controladoria da <a href="https://universidade.up.edu.br/">Universidade Positivo</a>.</p>
<p>Entre as principais mudanças para as empresas, Pitta destaca:</p>
<ul>
<li aria-level="1"><strong>O fim da dedução do Juros sobre Capital Próprio (JCP):</strong> segundo a Receita Federal, o fato de haver mais opções de crédito para empresas nos tempos atuais reduz a dependência de obtenção de recursos junto aos sócios.</li>
<li aria-level="1"><strong>A extinção do Lucro Real Anual:</strong> atualmente, as empresas nesse regime podem fazer antecipações mensais baseadas na Receita (se esta for menor que o lucro fiscal daquele período), deixando uma boa parcela para pagar somente no ano seguinte. Segundo a proposta, haverá somente a opção trimestral.</li>
<li aria-level="1"><strong>O fim do lucro presumido para alguns segmentos:</strong> administradora de bens e exploração de direitos patrimoniais de autor ou imagem serão obrigadas a adotar o lucro real.</li>
<li aria-level="1"><strong>Fim da dedução do “Goodwill” (rentabilidade futura):</strong> perde-se a possibilidade de dedução a partir de 2023, o que, segundo Pitta, pode gerar desestímulo de operações de fusões e aquisições (M&amp;As).</li>
<li aria-level="1"><strong>A redução da alíquota de Imposto de Renda:</strong> a alíquota atual de 15% é reduzida em cinco pontos percentuais até 2023.</li>
</ul>
<p>Já para as pessoas contribuintes, as principais mudanças levantadas pelo especialista são:</p>
<ul>
<li aria-level="1"><strong>Atualização da tabela progressiva de Imposto de Renda:</strong> atualmente, estão isentos do Imposto de Renda pessoas físicas com renda mensal até R$ 1.903,98. Com a proposta, passaria a ser isento apenas rendimentos acima de R$ 2.500,00.</li>
<li aria-level="1"><strong>Desconto simplificado:</strong> restrição para contribuintes que auferirem renda anual inferior a R$ 40 mil.</li>
<li aria-level="1"><strong>Atualização do valor de imóveis:</strong> possibilidade de reavaliar imóveis adquiridos até 31/12/2020, recolhendo 5% de imposto por essa atualização.</li>
<li aria-level="1"><strong>Tributação de dividendos:</strong> isento desde 1996, o Brasil é um dos poucos países que não tributa esse tipo de rendimento. A proposta é tributar em 20%, com exceção de dividendos recebidos de empresas no regime tributário do Simples, que teria isenção limitada a R$ 20 mil mensais. Em caso de paraísos fiscais, a tributação será de 30%.</li>
</ul>
<p>Na avaliação de Pitta, a atualização da tabela de Imposto de Renda e a possibilidade de atualização dos imóveis para as pessoas físicas foram pontos positivos dessa proposta, buscando maior equidade tributária. &#8220;Mas outros temas parecem um verdadeiro pacote de maldades, principalmente para as empresas. A redução da alíquota de Imposto de Renda para as pessoas jurídicas em cinco pontos percentuais não será o suficiente e vai gerar aumento de carga tributária para as organizações&#8221;, afirma.</p>
<p>Simulações demonstram aumento de mais de nove pontos percentuais para organizações que distribuírem totalmente seus lucros. Por outro lado, uma vez que parte dos lucros sejam reinvestidos na empresa, em um exemplo de 25% de distribuição, haveria redução da carga tributária em 1,4 ponto percentual. &#8220;Diante das polêmicas, o caminho de reforma parece estar longe, mas já é um primeiro passo. Passaremos por várias discussões dessa proposta no Congresso. A aposta é que, no final das contas, prevaleça o bom senso – e que não tenhamos aumento de carga tributária, mais uma vez&#8221;, conclui.</p>
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		<title>Webinar debate os efeitos reforma tributária para as empresas</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2021 15:44:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda empreendedora]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Focaccia, Amaral e Lamonica Advogados (FAS Advogados) realiza no próximo dia 06 de julho (terça-feira), às 17 horas, um evento para discutir a Reforma Tributária, com foco, principalmente, nos efeitos econômicos e práticos para as empresas. Para debater o tema, o escritório reúne o ex-presidente do Banco Central e atual sócio-diretor da Tendências Consultoria Integrada, Gustavo Loyola; a head da área Tributária do [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-18678 alignleft" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/unnamed-17.jpg?resize=300%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="450" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/unnamed-17.jpg?w=300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/unnamed-17.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O <strong>Focaccia, Amaral e Lamonica Advogados (FAS Advogados)</strong> realiza no próximo dia <strong>06 de julho (terça-feira)</strong>, <strong>às 17 horas</strong>, um evento para discutir a Reforma Tributária, com foco, principalmente, nos efeitos econômicos e práticos para as empresas. Para debater o tema, o escritório reúne o <strong>ex-presidente do Banco Central</strong> e atual sócio-diretor da Tendências Consultoria Integrada, <strong>Gustavo Loyola</strong>; a <strong>head da área Tributária do FAS Advogados</strong>, <strong>Juliana Porchat</strong>; e da <strong>sócia do FAS Advogados </strong>e especialista no tema, <strong>Rafaela Franceschetto</strong>. As inscrições para o evento podem ser realizadas por meio do link: <a href="https://is.gd/reformatributaria" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://is.gd/reformatributaria&amp;source=gmail&amp;ust=1625585953091000&amp;usg=AFQjCNHeysis0rNQJj0UNvxpW0q3HAmT_g">https://is.gd/<wbr />reformatributaria</a>.</p>
<p>“A entrega da segunda fase da proposta da Reforma Tributária do atual governo federal vem trazendo algumas divergências e questionamentos em relação ao aumento da carga de impostos para empresas e outros nichos. Por isso, este evento, com a participação de uma autoridade no tema, como o Gustavo Loyola, será uma oportunidade muito valiosa de avaliar os impactos práticos desta reforma”, pontua Rafaela Franceschetto.</p>
<p>Juliana Porchat complementa que “outros pontos que o webinar pretende discutir são as medidas controversas desta proposta; tais como, correção da tabela, imposto para dividendos e taxação de investimentos; e como poderão ter consequências aos empresários“.</p>
<p>Durante o evento, os participantes terão a oportunidade de interagir com os especialistas por meio do envio de perguntas, que serão respondidas ao final do webinar.</p>
<p><strong>Reforma Tributária &#8211; Efeitos Econômicos e Práticos para as empresas</strong></p>
<p><strong>Data &#8211;</strong> 06 de julho (terça-feira)<br />
<strong>Horário &#8211; </strong>17 horas<br />
<strong>Inscrições pelo link: </strong><a href="https://is.gd/reformatributaria" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://is.gd/reformatributaria&amp;source=gmail&amp;ust=1625585953091000&amp;usg=AFQjCNHeysis0rNQJj0UNvxpW0q3HAmT_g">https://is.gd/<wbr />reformatributaria</a></p>
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