<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos #ONU - Portal Contexto</title>
	<atom:link href="http://portalcontexto.com.br/tag/onu/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://portalcontexto.com.br/tag/onu/</link>
	<description>-</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Feb 2023 13:47:22 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.5</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/cropped-favicon.png?fit=32%2C32</url>
	<title>Arquivos #ONU - Portal Contexto</title>
	<link>http://portalcontexto.com.br/tag/onu/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">176145177</site>	<item>
		<title>Líderes africanos se unem para erradicar a AIDS em crianças</title>
		<link>http://portalcontexto.com.br/lideres-africanos-se-unem-para-erradicar-a-aids-em-criancas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lideres-africanos-se-unem-para-erradicar-a-aids-em-criancas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2023 13:43:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#internacional]]></category>
		<category><![CDATA[#ONU]]></category>
		<category><![CDATA[oms]]></category>
		<category><![CDATA[Unaids]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalcontexto.com.br/?p=32305</guid>

					<description><![CDATA[<p>O compromisso entre os líderes é erradicar a AIDS em crianças até 2030 Ministros e representantes de doze países africanos se comprometeram e traçaram seus planos para acabar com a AIDS em crianças até 2030. Parceiros internacionais definiram como apoiariam os países no cumprimento desses planos, que foram divulgados na primeira reunião ministerial da  Aliança Global [...]</p>
<p>O post <a href="http://portalcontexto.com.br/lideres-africanos-se-unem-para-erradicar-a-aids-em-criancas/">Líderes africanos se unem para erradicar a AIDS em crianças</a> apareceu primeiro em <a href="http://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_32306" aria-describedby="caption-attachment-32306" style="width: 1020px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-32306" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/unaids-tanzania-visit-128-min.tmb-1920v-1024x683.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="AIDS" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/unaids-tanzania-visit-128-min.tmb-1920v.jpg?resize=1024%2C683 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/unaids-tanzania-visit-128-min.tmb-1920v.jpg?resize=300%2C200 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/unaids-tanzania-visit-128-min.tmb-1920v.jpg?resize=768%2C512 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/unaids-tanzania-visit-128-min.tmb-1920v.jpg?resize=1536%2C1024 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/unaids-tanzania-visit-128-min.tmb-1920v.jpg?w=1920 1920w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-32306" class="wp-caption-text">Foto: Unaids</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em>O compromisso entre os líderes é erradicar a AIDS em crianças até 2030</em></h3>
<p><span>Ministros e representantes de doze países africanos se comprometeram e traçaram seus planos para acabar com a<a href="https://portalcontexto.com.br/nova-alianca-global-quer-erradicar-a-aids-em-criancas-ate-2030/"><strong> AIDS</strong> em crianças até 2030</a>. Parceiros internacionais definiram como apoiariam os países no cumprimento desses planos, que foram divulgados na primeira reunião ministerial da  </span><a href="https://worldhealthorganization.cmail20.com/t/d-l-zihddx-ilhhzakk-r/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span>Aliança Global para acabar com a AIDS em crianças</span></a><span> .</span></p>
<p><span>A reunião organizada pela Tanzânia marca um passo adiante na ação para garantir que todas as crianças com HIV tenham acesso ao tratamento que salva vidas e que as mães vivendo com HIV tenham bebês livres do HIV. A Aliança trabalhará para impulsionar o progresso nos próximos sete anos, para garantir que a meta de 2030 seja cumprida.</span></p>
<p><span>Atualmente, em todo o mundo, uma criança morre de causas relacionadas à AIDS a cada cinco minutos.</span></p>
<p><span>Apenas metade (52%) das crianças que vivem com HIV estão em tratamento para salvar vidas, muito atrás dos adultos, dos quais três quartos (76%) estão recebendo antirretrovirais.</span></p>
<p><span>Em 2021, 160.000 crianças adquiriram o HIV recentemente. As crianças representaram 15% de todas as mortes relacionadas à AIDS, apesar do fato de que apenas 4% do número total de pessoas vivendo com HIV são crianças. </span></p>
<p><span>Em parceria com redes de pessoas vivendo com HIV e líderes comunitários, os ministros apresentaram seus planos de ação para ajudar a encontrar e fornecer testes a mais mulheres grávidas e vinculá-las aos cuidados. Os planos também envolvem encontrar e cuidar de bebês e crianças vivendo com HIV.</span></p>
<p><span>A  </span><a href="https://worldhealthorganization.cmail20.com/t/d-l-zihddx-ilhhzakk-y/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span>Declaração de Dar-es-Salaam</span></a><span>  sobre o fim da AIDS em crianças foi endossada por unanimidade.</span></p>
<p><span>O vice-presidente da Tanzânia, Philip Mpango, disse: “A Tanzânia mostrou seu engajamento político, agora precisamos nos comprometer a avançar como um todo coletivo. Todos nós, em nossas capacidades, devemos ter um papel a desempenhar para acabar com a AIDS em crianças. A Aliança Global é a direção certa e não devemos permanecer complacentes. 2030 está à nossa porta.”</span></p>
<p><span>A primeira-dama da Namíbia, Monica Geingos, concordou. “Esta reunião de líderes está se unindo em um voto solene – e um plano de ação claro – para acabar com a AIDS em crianças de uma vez por todas”, disse ela. “Não há prioridade maior do que esta.”</span></p>
<p><span>Doze países com alta carga de HIV aderiram à aliança na primeira fase: Angola, Camarões, Costa do Marfim, República Democrática do Congo (RDC), Quênia, Moçambique, Nigéria, África do Sul, República Unida da Tanzânia, Uganda , Zâmbia e Zimbábue.</span></p>
<p><strong>O trabalho será centrado em quatro pilares: </strong></p>
<p><span>1. Testagem precoce e tratamento e cuidados ideais para bebês, crianças e adolescentes;</span></p>
<p><span>2. Fechar a lacuna de tratamento para mulheres grávidas e lactantes vivendo com HIV, para eliminar a transmissão vertical;</span></p>
<p><span>3. Prevenção de novas infecções por HIV entre adolescentes e mulheres grávidas e lactantes; e</span></p>
<p><span>4. Abordar os direitos, a igualdade de gênero e as barreiras sociais e estruturais que dificultam o acesso aos serviços.</span></p>
<p><a href="https://worldhealthorganization.cmail20.com/t/d-l-zihddx-ilhhzakk-j/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span>A UNICEF</span></a><span>  acolheu os compromissos dos líderes e prometeu o seu apoio. “Toda criança tem direito a um futuro saudável e promissor, mas para mais da metade das crianças que vivem com HIV, esse futuro está ameaçado”, disse a Diretora Associada do UNICEF, Anurita Bains. &#8220;Não podemos deixar que as crianças continuem sendo deixadas para trás na resposta global ao HIV e à AIDS. Os governos e parceiros podem contar com a UNICEF para estar presente em todas as etapas. Isso inclui o trabalho para integrar os serviços de HIV nos cuidados primários de saúde e fortalecer a capacidade dos sistemas de saúde locais&#8221;.</span></p>
<p><span>“Esta reunião me deu esperança”, disse Winnie Byanyima, Diretora Executiva do  </span><a href="https://worldhealthorganization.cmail20.com/t/d-l-zihddx-ilhhzakk-t/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span>UNAIDS</span></a><span> . “Uma desigualdade que parte meu coração é aquela contra as crianças que vivem com HIV, e os líderes de hoje estabeleceram seu compromisso com a ação determinada necessária para corrigi-la. Como observaram os líderes, com a ciência que temos hoje, nenhum bebê precisa nascer com HIV ou ser infectado durante a amamentação, e nenhuma criança vivendo com HIV precisa ficar sem tratamento. Os líderes foram claros: eles fecharão a lacuna de tratamento para crianças para salvar a vida de crianças.”</span></p>
<p><a href="https://worldhealthorganization.cmail20.com/t/d-l-zihddx-ilhhzakk-i/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span>A OMS</span></a><span>  estabeleceu seu compromisso com a saúde para todos, não deixando nenhuma criança necessitada de tratamento para o HIV para trás. “Mais de 40 anos desde o surgimento da AIDS, percorremos um longo caminho na prevenção de infecções entre crianças e no aumento do acesso ao tratamento, mas o progresso estagnou”, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS. “A Aliança Global para Acabar com a AIDS em Crianças é uma iniciativa muito necessária para revigorar o progresso. A OMS está empenhada em apoiar os países com liderança técnica e implementação de políticas para concretizar nossa visão compartilhada de acabar com a AIDS em crianças até 2030.” </span></p>
<p><span>Peter Sands, Diretor Executivo do  </span><a href="https://webmail.portalcontexto.com.br/?_task=mail&amp;_caps=pdf%3D1%2Cflash%3D0%2Ctif%3D0&amp;_uid=4055&amp;_mbox=INBOX&amp;_action=show#NOP"><span>Fundo Global</span></a><span>  disse: “Em 2023, nenhuma criança deve nascer com HIV e nenhuma criança deve morrer de uma doença relacionada à AIDS. Vamos aproveitar esta oportunidade de trabalhar em parceria para garantir que os planos de ação aprovados hoje sejam traduzidos em passos concretos e implementados em escala. Juntos, liderados pelas comunidades mais afetadas pelo HIV, sabemos que podemos alcançar resultados notáveis.”</span></p>
<p><span>John Nkengasong, do PEPFAR, coordenador global de AIDS dos EUA, disse que continua confiante <a href="https://worldhealthorganization.cmail20.com/t/d-l-zihddx-ilhhzakk-d/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">. </a>&#8220;Fechar a lacuna para as crianças exigirá foco de laser e um compromisso firme de responsabilizar a nós mesmos, aos governos e a todos os parceiros pelos resultados. Em parceria com a Aliança Global, o PEPFAR se compromete a elevar a agenda infantil de HIV/AIDS ao mais alto nível político dentro e em todos os países para mobilizar o apoio necessário para abordar os direitos, a igualdade de gênero e as barreiras sociais e estruturais que impedem o acesso a serviços de prevenção e tratamento para crianças e suas famílias”.</span></p>
<p><a href="https://worldhealthorganization.cmail20.com/t/d-l-zihddx-ilhhzakk-h/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span>O Presidente e CEO da EGPAF</span></a><span>  , Chip Lyons, disse que os planos compartilhados, se implementados, significariam que as crianças não seriam mais deixadas para trás. “Muitas vezes, os serviços para crianças são deixados de lado quando os orçamentos são apertados ou outros desafios surgem no caminho. Hoje, os líderes africanos endossaram planos detalhados para acabar com a AIDS em crianças – agora é a hora de todos nós nos comprometermos a defender as crianças, para que sejam priorizadas e incluídas na resposta ao HIV.”</span></p>
<p><span>Os delegados enfatizaram a importância de uma abordagem inicial com as partes interessadas locais, nacionais e regionais se apropriando da iniciativa e envolvendo um amplo conjunto de parceiros.</span></p>
<p><span>“Ajudamos a moldar a Aliança Global e garantimos que os direitos humanos, o envolvimento da comunidade e a igualdade de gênero sejam pilares da Aliança”, disse Lilian Mworeko, Diretora Executiva da Comunidade Internacional de Mulheres que Vivem com HIV na África Oriental em nome da  </span><a href="https://worldhealthorganization.cmail20.com/t/d-l-zihddx-ilhhzakk-p/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span>ICW</span></a><span> , Y+ Global e PIB+. “Acreditamos que uma resposta liderada por mulheres é a chave para acabar com a AIDS em crianças.”</span></p>
<p><span>A aliança envolveu o apoio do  </span><a href="https://worldhealthorganization.cmail20.com/t/d-l-zihddx-ilhhzakk-x/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span>Africa REACH</span></a><span>  e de outros diversos parceiros e dá as boas-vindas a todos os países para se juntarem.</span></p>
<p><span>O progresso é possível. Dezesseis países e territórios já foram certificados para  </span><a href="https://worldhealthorganization.cmail20.com/t/d-l-zihddx-ilhhzakk-m/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span>validação da eliminação da transmissão vertical do HIV e/ou sífilis; </span></a><span> Embora o HIV e outras infecções possam passar de mãe para filho durante a gravidez ou durante a amamentação, essa transmissão pode ser interrompida com tratamento imediato do HIV para mulheres grávidas vivendo com HIV ou profilaxia pré-exposição (PrEP) para mães em risco de infecção pelo HIV. .</span></p>
<p><span>No ano passado, Botswana foi o primeiro país africano com alta prevalência de HIV a ser validado como estando no caminho para eliminar a transmissão vertical do HIV, o que significa que o país teve menos de 500 novas infecções por HIV entre bebês por 100.000 nascimentos. A taxa de transmissão vertical no país era de 2% contra 10% há uma década.</span></p>
<p><span>UNAIDS, redes de pessoas vivendo com HIV, UNICEF e OMS, juntamente com parceiros técnicos, PEPFAR e The Global Fund, revelaram a  </span><a href="https://worldhealthorganization.cmail20.com/t/d-l-zihddx-ilhhzakk-c/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span>Aliança Global para acabar com a AIDS em crianças</span></a><span>  em julho de 2022 na conferência sobre AIDS em Montreal, Canadá. Agora, em sua primeira reunião ministerial, os líderes africanos definiram como a Aliança cumprirá a promessa de acabar com a AIDS em crianças até 2030.</span></p>
<p>O post <a href="http://portalcontexto.com.br/lideres-africanos-se-unem-para-erradicar-a-aids-em-criancas/">Líderes africanos se unem para erradicar a AIDS em crianças</a> apareceu primeiro em <a href="http://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">32305</post-id>	</item>
		<item>
		<title>ONU: Desnutrição aguda ameaça a vida de milhões de crianças vulneráveis</title>
		<link>http://portalcontexto.com.br/onu-desnutricao-aguda-ameaca-a-vida-de-milhoes-de-criancas-vulneraveis/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=onu-desnutricao-aguda-ameaca-a-vida-de-milhoes-de-criancas-vulneraveis</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2023 09:15:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#internacional]]></category>
		<category><![CDATA[#ONU]]></category>
		<category><![CDATA[oms]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalcontexto.com.br/?p=31944</guid>

					<description><![CDATA[<p>As agências das Nações Unidas estão pedindo uma ação urgente para proteger as crianças mais vulneráveis ​​nos 15 países mais atingidos por uma crise alimentar e nutricional sem precedentes Conflitos, choques climáticos, os impactos contínuos da Covid-19 e o aumento do custo de vida estão deixando um número crescente de crianças com desnutrição aguda, enquanto [...]</p>
<p>O post <a href="http://portalcontexto.com.br/onu-desnutricao-aguda-ameaca-a-vida-de-milhoes-de-criancas-vulneraveis/">ONU: Desnutrição aguda ameaça a vida de milhões de crianças vulneráveis</a> apareceu primeiro em <a href="http://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_31945" aria-describedby="caption-attachment-31945" style="width: 1020px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-31945" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/01/bowl-6910509_1280-1024x710.jpg?resize=1020%2C707&#038;ssl=1" alt="desnutrição" width="1020" height="707" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/01/bowl-6910509_1280.jpg?resize=1024%2C710 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/01/bowl-6910509_1280.jpg?resize=300%2C208 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/01/bowl-6910509_1280.jpg?resize=768%2C532 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/01/bowl-6910509_1280.jpg?resize=360%2C250 360w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/01/bowl-6910509_1280.jpg?w=1280 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-31945" class="wp-caption-text">Foto: Pixabay</figcaption></figure>
<h3 class="size-14" lang="x-size-14" style="text-align: center;"><em>As agências das Nações Unidas estão pedindo uma ação urgente para proteger as crianças mais vulneráveis ​​nos 15 países mais atingidos por uma crise alimentar e nutricional sem precedentes</em></h3>
<p class="size-14" lang="x-size-14">Conflitos, choques climáticos, os impactos contínuos da Covid-19 e o aumento do custo de vida estão deixando um número crescente de crianças com desnutrição aguda, enquanto os principais serviços de saúde, nutrição e outros serviços vitais estão se tornando menos acessíveis. Atualmente, mais de 30 milhões de crianças nos 15 países mais afetados sofrem de definhamento – ou <strong>desnutrição aguda</strong> – e 8 milhões dessas crianças estão severamente definhadas, a forma mais letal de desnutrição. Esta é uma grande ameaça à vida das crianças e à sua saúde e desenvolvimento a longo prazo, cujos impactos são sentidos pelos indivíduos, suas comunidades e seus países.</p>
<p>Em resposta, cinco agências da <strong>Organização das Nações Unidas (ONU)</strong> &#8211; a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a Agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o Programa Alimentar Mundial (PMA) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) &#8211; estão pedindo um progresso acelerado no  <a href="https://worldhealthorganization.cmail19.com/t/d-l-ztuhdo-ilhhzakk-r/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Plano de Ação Global sobre Definhamento Infantil</a> . Visa prevenir, detectar e tratar a desnutrição aguda entre crianças nos países mais afetados, que são Afeganistão, Burkina Faso, Chade, República Democrática do Congo, Etiópia, Haiti, Quênia, Madagascar, Mali, Níger, Nigéria, Somália , Sudão do Sul, Sudão e Iêmen.</p>
<p>O  Plano de Ação Global  aborda a necessidade de uma abordagem multissetorial e destaca ações prioritárias em nutrição materno-infantil por meio dos sistemas de alimentação, saúde, água e saneamento e proteção social. Em resposta às necessidades crescentes, as agências da ONU identificaram  <a href="https://worldhealthorganization.cmail19.com/t/d-l-ztuhdo-ilhhzakk-y/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cinco ações prioritárias</a>  que serão eficazes no combate à desnutrição aguda em países afetados por conflitos e desastres naturais e em emergências humanitárias. A ampliação dessas ações como um pacote coordenado será fundamental para prevenir e tratar a desnutrição aguda em crianças e evitar uma trágica perda de vidas.</p>
<p>As agências da ONU pedem uma ação decisiva e oportuna para evitar que esta crise se torne uma tragédia para as crianças mais vulneráveis ​​do mundo. Todas as agências pedem maiores investimentos em apoio a uma resposta coordenada da ONU que atenda às necessidades sem precedentes desta crise crescente, antes que seja tarde demais.</p>
<p>“É provável que essa situação se deteriore ainda mais em 2023”, disse  <strong>QU Dongyu</strong> ,  diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação . “Devemos garantir a  disponibilidade, acessibilidade e acessibilidade de dietas  saudáveis ​​para crianças pequenas, meninas e mulheres grávidas e lactantes. Precisamos de ação urgente agora  para salvar vidas e  combater as causas profundas da desnutrição aguda, trabalhando juntos  em todos os setores.” Qu disse.</p>
<p>“O sistema da ONU está respondendo como um a esta crise e o Plano de Ação Global da ONU sobre Definhamento Infantil é nosso esforço conjunto para prevenir, detectar e tratar o emaciamento globalmente. No ACNUR, estamos trabalhando duro para melhorar a análise e o direcionamento para garantir que alcancemos as crianças que correm maior risco, incluindo deslocados internos e populações refugiadas”. <strong>Filippo Grandi</strong> , Alto Comissário, Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR)</p>
<p>“As crises em cascata de hoje estão deixando milhões de crianças perdidas e dificultando o acesso a serviços essenciais. Definhamento é doloroso para a criança e, em casos graves, pode levar à morte ou danos permanentes ao crescimento e desenvolvimento da criança. Podemos e devemos reverter essa crise nutricional por meio de soluções comprovadas para prevenir, detectar e tratar precocemente a emaciação infantil. ” <strong>Catherine Russell, </strong> Diretora Executiva, Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF)</p>
<p>“Mais de 30 milhões de crianças sofrem de desnutrição aguda nos 15 países mais afetados, por isso devemos agir agora e devemos agir juntos. É fundamental que colaboremos para fortalecer as redes de segurança social e assistência alimentar para garantir que Alimentos Nutritivos Especializados estejam disponíveis para mulheres e crianças que mais precisam deles.” <strong>David Beasley</strong> , Diretor Executivo, Programa Alimentar Mundial (PMA)</p>
<p>“A crise global de alimentos também é uma crise de saúde e um ciclo vicioso: a desnutrição leva à doença e a doença leva à desnutrição ” , disse  <strong>o Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus</strong> , diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS). “Apoio urgente é necessário agora nos países mais atingidos para proteger a vida e a saúde das crianças, incluindo a garantia de acesso crítico a alimentos saudáveis ​​e serviços de nutrição, especialmente para mulheres e crianças .”</p>
<p>O post <a href="http://portalcontexto.com.br/onu-desnutricao-aguda-ameaca-a-vida-de-milhoes-de-criancas-vulneraveis/">ONU: Desnutrição aguda ameaça a vida de milhões de crianças vulneráveis</a> apareceu primeiro em <a href="http://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">31944</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Mortalidade infantil ainda preocupa a OMS</title>
		<link>http://portalcontexto.com.br/mortalidade-infantil-ainda-preocupa-a-oms/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=mortalidade-infantil-ainda-preocupa-a-oms</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2023 09:15:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#internacional]]></category>
		<category><![CDATA[#ONU]]></category>
		<category><![CDATA[oms]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalcontexto.com.br/?p=31884</guid>

					<description><![CDATA[<p>Relatório da ONU revela que uma criança ou jovem morreu uma vez a cada 4,4 segundos em 2021  Estima-se que 5 milhões de crianças morreram antes de seu quinto aniversário e outros 2,1 milhões de crianças e jovens entre 5 e 24 anos perderam a vida em 2021, de acordo com as últimas estimativas divulgadas [...]</p>
<p>O post <a href="http://portalcontexto.com.br/mortalidade-infantil-ainda-preocupa-a-oms/">Mortalidade infantil ainda preocupa a OMS</a> apareceu primeiro em <a href="http://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_31885" aria-describedby="caption-attachment-31885" style="width: 1020px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-31885" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/01/boy-1139042_1280-1024x682.jpg?resize=1020%2C679&#038;ssl=1" alt="mortalidade" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/01/boy-1139042_1280.jpg?resize=1024%2C682 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/01/boy-1139042_1280.jpg?resize=300%2C200 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/01/boy-1139042_1280.jpg?resize=768%2C512 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/01/boy-1139042_1280.jpg?w=1280 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-31885" class="wp-caption-text">Foto: Pixabay</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">Relatório da ONU revela que uma criança ou jovem morreu uma vez a cada 4,4 segundos em 2021</span></em></h3>
<p><span> Estima-se que 5 milhões de crianças morreram antes de seu quinto aniversário e outros 2,1 milhões de crianças e jovens entre 5 e 24 anos perderam a vida em 2021, de acordo com as últimas estimativas divulgadas pelo <strong>Grupo Interinstitucional das Nações Unidas para Estimativa da Mortalidade Infantil (UN IGME)</strong>.</span></p>
<p><span>Em um relatório separado também divulgado hoje, o grupo descobriu que 1,9 milhão de bebês nasceram mortos durante o mesmo período. Tragicamente, muitas dessas mortes poderiam ter sido evitadas com acesso equitativo e cuidados de saúde maternos, neonatais, adolescentes e infantis de alta qualidade.</span></p>
<p><span>“Todos os dias, muitos pais enfrentam o trauma de perder seus filhos, às vezes antes mesmo de sua primeira respiração”, disse Vidhya Ganesh, Diretor da Divisão de Análise de Dados, Planejamento e Monitoramento do UNICEF. “Essa tragédia generalizada e evitável nunca deve ser aceita como inevitável. O progresso é possível com uma vontade política mais forte e investimento direcionado no acesso equitativo aos cuidados de saúde primários para todas as mulheres e crianças.”</span></p>
<p><span>Os relatórios mostram alguns resultados positivos com um menor risco de morte em todas as idades globalmente desde 2000. A taxa global de mortalidade de menores de cinco anos caiu 50% desde o início do século, enquanto as taxas de mortalidade em crianças mais velhas e jovens caíram 36 por cento. por cento, e a taxa de natimortos diminuiu em 35 por cento. Isso pode ser atribuído a mais investimentos no fortalecimento dos sistemas primários de saúde para beneficiar mulheres, crianças e jovens.</span></p>
<p><span>No entanto, os ganhos diminuíram significativamente desde 2010, e 54 países não atingirão a meta dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para a mortalidade de menores de cinco anos. Se não forem tomadas medidas rápidas para melhorar os serviços de saúde, alertam as agências, quase 59 milhões de crianças e jovens morrerão antes de 2030 e quase 16 milhões de bebês serão perdidos devido a natimortos.</span></p>
<p><span>“É extremamente injusto que as chances de sobrevivência de uma criança possam ser moldadas apenas por seu local de nascimento, e que existam desigualdades tão grandes em seu acesso a serviços de saúde que salvam vidas”, disse o Dr. Saúde do Adolescente e Envelhecimento na Organização Mundial da Saúde (OMS). “Crianças em todos os lugares precisam de sistemas de saúde primários fortes que atendam às suas necessidades e às de suas famílias, para que – não importa onde nasçam – tenham o melhor começo e esperança para o futuro.”</span></p>
<p><span>As crianças continuam a enfrentar chances de sobrevivência extremamente diferenciadas com base em onde nasceram, com a África subsaariana e o sul da Ásia arcando com o fardo mais pesado, mostram os relatórios. Embora a África subsaariana tenha apenas 29% dos nascidos vivos no mundo, a região foi responsável por 56% de todas as mortes de menores de cinco anos em 2021, e o sul da Ásia por 26% do total. As crianças nascidas na África subsaariana estão sujeitas ao maior risco de morte infantil do mundo – 15 vezes maior do que o risco de crianças na Europa e na América do Norte.</span></p>
<p><span>As mães nessas duas regiões também suportam a perda dolorosa de bebês para natimortos em uma taxa excepcional, com 77% de todos os natimortos em 2021 ocorrendo na África subsaariana e no sul da Ásia. Quase metade de todos os natimortos aconteceu na África subsaariana. O risco de uma mulher ter um bebê natimorto na África subsaariana é sete vezes mais provável do que na Europa e na América do Norte.</span></p>
<p><span>“Por trás desses números estão milhões de crianças e famílias a quem são negados seus direitos básicos à saúde”, disse Juan Pablo Uribe, Diretor Global de Saúde, Nutrição e População do Banco Mundial e Diretor do Mecanismo de Financiamento Global. “Precisamos de vontade política e liderança para o financiamento sustentado da atenção primária à saúde, que é um dos melhores investimentos que os países e parceiros de desenvolvimento podem fazer.”</span></p>
<p><span>O acesso e a disponibilidade de cuidados de saúde de qualidade continuam a ser uma questão de vida ou morte para as crianças em todo o mundo. A maioria das mortes de crianças ocorre nos primeiros cinco anos, das quais metade ocorre no primeiro mês de vida. Para esses bebês mais jovens, o parto prematuro e as complicações durante o trabalho de parto são as principais causas de morte. Da mesma forma, mais de 40% dos natimortos ocorrem durante o trabalho de parto – a maioria dos quais é evitável quando as mulheres têm acesso a cuidados de qualidade durante a gravidez e o parto. Para as crianças que sobrevivem após os primeiros 28 dias, doenças infecciosas como pneumonia, diarreia e malária representam a maior ameaça.</span></p>
<p><span>Embora a Covid-19 não tenha aumentado diretamente a mortalidade infantil – com as crianças enfrentando uma probabilidade menor de morrer da doença do que os adultos – a pandemia pode ter aumentado os riscos futuros para sua sobrevivência. Em particular, os relatórios destacam as preocupações com as interrupções nas campanhas de vacinação, nos serviços de nutrição e no acesso à atenção primária à saúde, que podem comprometer sua saúde e bem-estar por muitos anos. Além disso, a pandemia alimentou o </span><a href="https://worldhealthorganization.cmail19.com/t/d-l-zthmkt-ilhhzakk-r/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span>maior retrocesso contínuo nas vacinações em três décadas</span></a><span> , colocando os recém-nascidos e crianças mais vulneráveis ​​em maior risco de morrer de doenças evitáveis.</span></p>
<p><span>Os relatórios também observam lacunas nos dados, que podem minar criticamente o impacto de políticas e programas destinados a melhorar a sobrevivência e o bem-estar da infância.</span></p>
<p><span>“As novas estimativas destacam o notável progresso global desde 2000 na redução da mortalidade entre crianças menores de 5 anos”, disse John Wilmoth, diretor da Divisão de População do UN DESA. “Apesar desse sucesso, é necessário mais trabalho para abordar as grandes diferenças persistentes na sobrevivência infantil entre países e regiões, especialmente na África subsaariana. Somente melhorando o acesso a cuidados de saúde de qualidade, especialmente na época do parto, seremos capazes de reduzir essas desigualdades e acabar com as mortes evitáveis ​​de recém-nascidos e crianças em todo o mundo”.</span></p>
<p>O post <a href="http://portalcontexto.com.br/mortalidade-infantil-ainda-preocupa-a-oms/">Mortalidade infantil ainda preocupa a OMS</a> apareceu primeiro em <a href="http://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">31884</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Deslocamento global atinge novo recorde, diz ONU</title>
		<link>http://portalcontexto.com.br/deslocamento-global-atinge-novo-recorde-diz-onu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=deslocamento-global-atinge-novo-recorde-diz-onu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2022 09:15:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#ACNUR]]></category>
		<category><![CDATA[#internacional]]></category>
		<category><![CDATA[#ONU]]></category>
		<category><![CDATA[#refugiados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalcontexto.com.br/?p=28022</guid>

					<description><![CDATA[<p>Apesar de alguns sinais de progresso, a velocidade e a escala do deslocamento forçado estão além das soluções para pessoas refugiadas O número de pessoas forçadas a deixar suas casas tem crescido ano após ano durante a última década e se encontra no nível mais alto desde que começou a ser registrado, consolidando uma tendência [...]</p>
<p>O post <a href="http://portalcontexto.com.br/deslocamento-global-atinge-novo-recorde-diz-onu/">Deslocamento global atinge novo recorde, diz ONU</a> apareceu primeiro em <a href="http://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_28023" aria-describedby="caption-attachment-28023" style="width: 709px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-28023" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Captura-de-Tela-2022-06-15-a-768s-21.20.50-1024x640.jpg?resize=709%2C443&#038;ssl=1" alt="deslocamentos" width="709" height="443" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Captura-de-Tela-2022-06-15-a-768s-21.20.50.jpg?resize=1024%2C640 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Captura-de-Tela-2022-06-15-a-768s-21.20.50.jpg?resize=300%2C188 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Captura-de-Tela-2022-06-15-a-768s-21.20.50.jpg?resize=768%2C480 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Captura-de-Tela-2022-06-15-a-768s-21.20.50.jpg?w=1472 1472w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /><figcaption id="caption-attachment-28023" class="wp-caption-text">Milhares de famílias foram deslocadas devido às recentes secas nas regiões somalis da Etiópia. Foto: Divulgação/ACNUR</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><i>Apesar de alguns sinais de progresso, a velocidade e a escala do deslocamento forçado estão além das soluções para pessoas refugiadas</i></h3>
<div>
<p>O número de pessoas forçadas a deixar suas casas tem crescido ano após ano durante a última década e se encontra no nível mais alto desde que começou a ser registrado, consolidando uma tendência que só pode ser revertida por um novo e combinado esforço em favor da paz, disse a <strong>Agência das Nações Unidas (ONU) para Refugiados (<a href="https://www.acnur.org/">ACNUR</a>).</strong></p>
<p>Ao final de 2021, o número de pessoas deslocadas por guerras, violência, perseguições e abusos de direitos humanos chegou a 89,3 milhões (um crescimento de 8% em relação ao ano anterior e bem mais que o dobro verificado há 10 anos), de acordo com o relatório “Tendências Globais”, uma publicação estatística anual do ACNUR.</p>
<p>Desde então, a invasão da <a href="https://portalcontexto.com.br/ucrania-mais-de-7-milhoes-de-pessoas-deixaram-o-pais/">Ucrânia pela Rússia</a> – que causou a mais veloz e uma das maiores crises de deslocamento forçado de pessoas desde a Segunda Guerra Mundial – e outras emergências humanitárias, da África ao Afeganistão e além, elevaram este número para a marca dramática de 100 milhões.</p>
<p>“Os números subiram em todos os anos da última década”, disse o Alto Comissário da ONU para Refugiados, Filippo Grandi. “Ou a comunidade internacional se une para enfrentar esta tragédia humana, resolver conflitos e encontrar soluções duráveis, ou esta tendência terrível continuará”, completou.</p>
<p>O último ano foi notável em relação ao número de conflitos que se intensificaram e outros que surgiram: 23 países, com uma população combinada de 850 milhões de pessoas, enfrentaram conflitos de intensidade média ou alta, de acordo com o Banco Mundial.</p>
<p>Enquanto isso, a escassez de comida, a inflação e a crise climática estão aumentando a privação das pessoas e exigindo uma maior resposta humanitária no momento em que as projeções de financiamento para muitas dessas situações se apresentam sombrias.</p>
<p>Em 2021, o número de pessoas refugiadas cresceu para 27,1 milhões. Chegadas aumentaram significativamente em Uganda, Chade e Sudão – entre outros países. A maioria destas pessoas, uma vez mais, é acolhida por países vizinhos com poucos recursos. O número de solicitantes do reconhecimento da condição de refugiado chegou a 4,6 milhões (um crescimento de 11%).</p>
<p>O ano anterior também verificou o 15º crescimento anual consecutivo no número de pessoas deslocadas dentro de seus próprios países, que chegou a 53,2 milhões. O aumento foi motivado por violência crescente ou conflitos em diferentes lugares, como Mianmar. O conflito em Tigray e em outras regiões da Etiópia levou a um deslocamento de milhões de pessoas dentro do país. Insurgentes no Sahel causaram novas ondas de deslocamento forçado, particularmente em Burquina Faso e no Chade.</p>
<p>A velocidade e o volume do deslocamento têm superado a disponibilidade de soluções para as pessoas deslocadas – como retorno ao país de origem, reassentamento e integração local. Ainda assim, o relatório “Tendências Globais” traz alguns sinais de esperança. O número de retornos entre pessoas refugiadas e deslocadas internamente cresceu em 2021, retornando aos níveis anteriores à pandemia de COVID-19, com a repatriação voluntária subindo 71% &#8211; embora os números totais ainda sejam modestos.</p>
<p>“Enquanto testemunhamos novas e terríveis situações de refugiados simultâneas às já existentes que permanecem ativas e sem solução, também verificamos exemplos de países e comunidades trabalhando juntos para encontrar soluções às pessoas deslocadas”, adicionou Grandi. “Isto tem acontecido em lugares específicos – como a cooperação regional para a repatriação de costa-marfinenses – e essas importantes decisões precisam se replicadas e aumentadas em todos os lugares”, completou o Alto Comissário.</p>
<p>Na região das Américas, também há exemplos de boas práticas. “De todas as pessoas refugiadas e deslocadas à força, cerca de 20% delas estão nas Américas”, disse Jose Samaniego, diretor do escritório regional do ACNUR para a região. “Os esforços dos países desta região para regularizar, oferecer proteção e integrar localmente estas pessoas são exemplos de solidariedade que requerem um maior apoio da comunidade internacional”, completou o diretor.</p>
<p>E embora o número de pessoas apátridas tenham crescido discretamente em 2021, cerca de 81.200 delas adquiriam nacionalidade ou a confirmaram, configurando a maior redução de casos de apatridia desde que o ACNUR iniciou a campanha #IBelong (#EuPertenço) em 2014.</p>
</div>
<p>O post <a href="http://portalcontexto.com.br/deslocamento-global-atinge-novo-recorde-diz-onu/">Deslocamento global atinge novo recorde, diz ONU</a> apareceu primeiro em <a href="http://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">28022</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Em julho, Brasil assume a presidência do Conselho de Segurança da ONU</title>
		<link>http://portalcontexto.com.br/em-julho-brasil-assume-a-presidencia-do-conselho-de-seguranca-da-onu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=em-julho-brasil-assume-a-presidencia-do-conselho-de-seguranca-da-onu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2022 16:33:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#internacional]]></category>
		<category><![CDATA[#ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho de Segurança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalcontexto.com.br/?p=27568</guid>

					<description><![CDATA[<p>A presidência do Conselho de Segurança é exercida mensalmente por um Estado membro e em julho, o Brasil ocupará o posto Em 2022 e 2023, o Brasil ocupará assento não permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU). Em julho, o país assumirá a presidência, um posto rotativo, sendo exercido mensalmente por um Estado [...]</p>
<p>O post <a href="http://portalcontexto.com.br/em-julho-brasil-assume-a-presidencia-do-conselho-de-seguranca-da-onu/">Em julho, Brasil assume a presidência do Conselho de Segurança da ONU</a> apareceu primeiro em <a href="http://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_27569" aria-describedby="caption-attachment-27569" style="width: 698px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-27569" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/UN7938049-1024x683.jpg?resize=698%2C465&#038;ssl=1" alt="conselho de segurança" width="698" height="465" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/UN7938049.jpg?resize=1024%2C683 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/UN7938049.jpg?resize=300%2C200 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/UN7938049.jpg?resize=768%2C512 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/UN7938049.jpg?w=1200 1200w" sizes="(max-width: 698px) 100vw, 698px" /><figcaption id="caption-attachment-27569" class="wp-caption-text">Foto: UN Photo/Manuel Elías</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">A presidência do Conselho de Segurança é exercida mensalmente por um Estado membro e em julho, o Brasil ocupará o posto</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2022 e 2023, o Brasil ocupará assento não permanente no <strong>Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU)</strong>. Em julho, o país assumirá a presidência, um posto rotativo, sendo exercido mensalmente por um Estado membro, seguindo a ordem alfabética.</span></p>
<p><a href="https://twitter.com/ItamaratyGovBr/status/1532030355468951554"><span style="font-weight: 400;">Pelas redes sociais</span></a><span style="font-weight: 400;">, o Ministério das Relações Exteriores desejou sucesso a Albânia, que assume o posto neste mês de junho. “A presidência do Conselho de Segurança é exercida mensalmente por um estado membro, seguindo a ordem alfabética em inglês de seus nomes. Em junho, a Albânia</span><a href="https://twitter.com/AlbanianDiplo"><span style="font-weight: 400;"> @AlbanianDiplo</span></a><span style="font-weight: 400;"> assume a função. O Brasil deseja sucesso à presidência albanesa.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Conselho de Segurança conta com 15 membros, sendo cinco permanentes com o poder de veto (China, Estados Unidos, Rússia, Reino Unido e França) os outros dez são eleitos para mandatos bianuais.<br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">O Brasil foi eleito com 181 votos de 190 possíveis em junho de 2021, durante a 75a. Assembleia Geral das Nações Unidas.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Trata-se da 11ª eleição do Brasil para o CSNU, um feito igualado apenas pelo Japão. A participação frequente no CSNU está em consonância com a ambição brasileira histórica de ocupar assento permanente naquele órgão e com a disposição de contribuir ativamente para a paz e segurança internacional, que se reflete, entre outras iniciativas, em 70 anos de contribuições a missões de paz da ONU.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o <a href="https://portalcontexto.com.br/itamaraty-pede-suspensao-do-conflito-na-ucrania/"><strong>Itamaraty</strong>,</a> o mandato brasileiro defenderá do papel do CSNU na prevenção </span><span style="font-weight: 400;">e resolução de ameaças à paz e à segurança internacionais, seguindo os principios estabelecidos na a Carta das Nações Unidas. E terá como prioridades: “Prevenir e Pacificar”; “Manutenção Eficiente da Paz”; “Resposta Humanitária e Promoção dos Direitos Humanos”; “Avanço da Agenda de Mulheres, Paz e Segurança”; “Coordenação com a Comissão de Consolidação da Paz”; “Articulação com Organizações Regionais”; e “Por um Conselho de Segurança Mais Representativo e Eficaz”.  </span><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p>O post <a href="http://portalcontexto.com.br/em-julho-brasil-assume-a-presidencia-do-conselho-de-seguranca-da-onu/">Em julho, Brasil assume a presidência do Conselho de Segurança da ONU</a> apareceu primeiro em <a href="http://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">27568</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Alto Comissário da ONU pede fim da guerra na Ucrânia</title>
		<link>http://portalcontexto.com.br/alto-comissario-da-onu-pede-fim-da-guerra-na-ucrania/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=alto-comissario-da-onu-pede-fim-da-guerra-na-ucrania</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2022 20:44:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#ACNUR]]></category>
		<category><![CDATA[#internacional]]></category>
		<category><![CDATA[#ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalcontexto.com.br/?p=26212</guid>

					<description><![CDATA[<p>A guerra na Ucrânia continua e mais de 10 milhões de pessoas foram deslocadas, segundo a ONU Em visita à Ucrânia pela primeira desde o início da invasão Russa, o Alto Comissário das Nações Unidas para Refugiados, Filippo Grandi, apelou pelo fim imediato da guerra e ainda pediu para que a comunidade internacional auxilie os [...]</p>
<p>O post <a href="http://portalcontexto.com.br/alto-comissario-da-onu-pede-fim-da-guerra-na-ucrania/">Alto Comissário da ONU pede fim da guerra na Ucrânia</a> apareceu primeiro em <a href="http://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_26213" aria-describedby="caption-attachment-26213" style="width: 1020px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-26213 size-large" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Web-capture-1-4-2022-101819-www.unhcr_.org_-1024x569.jpg?resize=1020%2C567&#038;ssl=1" alt="guerra" width="1020" height="567" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Web-capture-1-4-2022-101819-www.unhcr_.org_.jpg?resize=1024%2C569 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Web-capture-1-4-2022-101819-www.unhcr_.org_.jpg?resize=300%2C167 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Web-capture-1-4-2022-101819-www.unhcr_.org_.jpg?resize=768%2C427 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Web-capture-1-4-2022-101819-www.unhcr_.org_.jpg?w=1437 1437w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-26213" class="wp-caption-text">Alto Comissário da ONU para Refugiados, Filippo Grandi, conhece família deslocada dentro da Ucrânia devido à guerra. Foto: ACNUR/Alex St Denis</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">A guerra na Ucrânia continua e mais de 10 milhões de pessoas foram deslocadas, segundo a ONU</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em visita à Ucrânia pela primeira desde o início da <a href="https://portalcontexto.com.br/invasao-na-ucrania-completa-um-mes/">invasão Russa</a>, </span><span style="font-weight: 400;">o Alto Comissário das <a href="https://www.acnur.org/portugues/">Nações Unidas para Refugiados</a>, Filippo Grandi, apelou pelo fim imediato da guerra e ainda pediu para que a comunidade internacional auxilie os milhões de civis atingidos pelo conflito. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A velocidade do deslocamento, juntamente com o enorme número de pessoas afetadas, é sem precedentes na memória recente da Europa”, disse Grandi, concluindo a visita.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estima-se que mais de 10,5 milhões de pessoas foram deslocadas, ou seja tiveram que sair de casa ou sair do país, os refugiados representam cerca de um quarto da população da Ucrânia. A ACNUR estima que 13 milhões de pessoas necessitam urgentemente de assistência humanitária em todo o país. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Falei com mulheres, com crianças, que foram gravemente afetadas por esta guerra”, acrescentou ele. “Forçadas a fugir de níveis extraordinários de violência, abandonaram suas casas e muitas vezes suas famílias, o que as deixou chocadas e traumatizadas. As necessidades de proteção e humanitárias são enormes e continuam crescendo. E, embora extremamente urgente, a ajuda humanitária por si só não pode dar a eles o que realmente precisam – que é paz”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após reuniões oficiais, o Alto Comissário pontuou: “Estou profundamente impressionado com a liderança e a resposta humanitária, em todos os níveis de governo do país, bem como com a abnegação e a resistência do povo ucraniano, que está recebendo milhões de seus compatriotas deslocados”.   </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com Grandi, o programa da ACNUR já está sendo implementado para atender 360 mil pessoas durante, um período inicial, de três para complementar o programa de assistência social do governo da Ucrânia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, para responder à demanda toda ajuda é necessária neste momento. “O apoio e a solidariedade demonstrados até agora por doadores, países vizinhos e indivíduos de todo o mundo têm sido notáveis”, disse ele. “Mas as necessidades aqui na Ucrânia estão crescendo e a comunidade internacional deve continuar apoiando as pessoas ucranianas em necessidade”, finalizou. </span></p>
<p>O post <a href="http://portalcontexto.com.br/alto-comissario-da-onu-pede-fim-da-guerra-na-ucrania/">Alto Comissário da ONU pede fim da guerra na Ucrânia</a> apareceu primeiro em <a href="http://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">26212</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Comitê Brasileiro da FIL /IDF lidera mobilização nacional em projeto da ONU que pretende resolver os problemas da alimentação mundial</title>
		<link>http://portalcontexto.com.br/comite-brasileiro-da-fil-idf-lidera-mobilizacao-nacional-em-projeto-da-onu-que-pretende-resolver-os-problemas-da-alimentacao-mundial/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=comite-brasileiro-da-fil-idf-lidera-mobilizacao-nacional-em-projeto-da-onu-que-pretende-resolver-os-problemas-da-alimentacao-mundial</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Raquel Paternostro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Aug 2021 11:53:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#contexto]]></category>
		<category><![CDATA[#ctxt]]></category>
		<category><![CDATA[#ONU]]></category>
		<category><![CDATA[FIL / IDF]]></category>
		<category><![CDATA[Food Systems Summit]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalcontexto.com.br/?p=20057</guid>

					<description><![CDATA[<p>O &#8220;Food Systems Summit&#8221; é o evento da ONU que pretende atacar os problemas alimentares no mundo, como a fome, a desnutrição, a segurança alimentar e a sustentabilidade na produção. &#160; Na última quarta-feira, dia 11 de agosto, a Diretoria Técnica-Científica e a Coordenação do Comitê Brasileiro da Federação Internacional do Leite (CB FIL/IDF) reuniram-se [...]</p>
<p>O post <a href="http://portalcontexto.com.br/comite-brasileiro-da-fil-idf-lidera-mobilizacao-nacional-em-projeto-da-onu-que-pretende-resolver-os-problemas-da-alimentacao-mundial/">Comitê Brasileiro da FIL /IDF lidera mobilização nacional em projeto da ONU que pretende resolver os problemas da alimentação mundial</a> apareceu primeiro em <a href="http://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter wp-image-20062 size-full" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Food-Systems-Summit-2021-2.jpg?resize=567%2C255&#038;ssl=1" alt="" width="567" height="255" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Food-Systems-Summit-2021-2.jpg?w=567 567w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Food-Systems-Summit-2021-2.jpg?resize=300%2C135 300w" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" /></h3>
<h3 style="text-align: center;"><em>O &#8220;Food Systems Summit&#8221; é o evento da ONU que pretende atacar os problemas alimentares no mundo, como a fome, a desnutrição, a segurança alimentar e a sustentabilidade na produção.</em></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na última quarta-feira, dia 11 de agosto, a Diretoria Técnica-Científica e a Coordenação do Comitê Brasileiro da Federação Internacional do Leite (CB FIL/IDF) reuniram-se para discutir as estratégias de mobilização do setor lácteo brasileiro e organizar os trabalhos segundo as cinco linhas de ação estabelecidas pela ONU, a saber:</p>
<p>1-      Garantir o acesso à alimentos seguros e nutritivos para todos;</p>
<p>2-      Mudança para padrões de consumo sustentáveis;</p>
<p>3-      Estimular a produção favorável a natureza;</p>
<p>4-      Promover meios de subsistências equitativos;</p>
<p>5-      Construir resiliência a vulnerabilidades, choques e tensões;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O trabalho está sendo desenvolvido com muita dedicação pelos Coordenadores dos Subcomitês do CB FIL/IDF, que estão seguindo as diretrizes do Conselho Deliberativo e da Diretoria do CB-FIL/IDF e contribuindo com informações técnicas e soluções criativas. O encontro culminante da Cúpula FoodSystems Summit acontecerá em Nova York em setembro de 2021<a href="http://webtv.un.org/search/ant%C3%B3nio-guterres-un-secretary-general-for-launch-of-world-food-week-2020/6199989971001/?term=&amp;lan=english&amp;page=2" target="_blank" rel="noopener">,</a> em conjunto com a Assembleia Geral da ONU.</p>
<p><strong>Guillaume Tessier</strong>, Secretário Executivo do  CB FIL/IDF,  esclarece que o setor lácteo tem muito a contribuir para a proposição de soluções para mitigar os problemas alimentares do mundo.</p>
<p>Tessier explica que o objetivo do evento é “apresentar soluções baseadas em evidências científicas para a transformação positiva dos sistemas alimentares de todo o mundo”.</p>
<p><strong>Marcelo Bonnet</strong>, Diretor Técnico-Cientifico do CB FIL/IDF, destaca a importância do leite enquanto “alimento de alto teor nutritivo, de baixo custo relativo e de importante papel socioeconômico. O setor lácteo promove empregos e nutrição, sendo fundamental ainda para a contenção do êxodo rural”.</p>
<p>O<a href="https://portalcontexto.com.br/federacao-internacional-do-leite-coloca-o-brasil-na-trilha-da-producao-sustentavel-da-pecuaria-leiteira/"> Comitê Brasileiro FIL/ID</a>F é formado por renomados e experientes membros. Ele é composto por equipes multidisciplinares e geograficamente diversificadas de pesquisadores, acadêmicos, produtores e os mais diversos profissionais ligados diretamente à cadeia produtiva do leite, ou que dão suporte ao segmento. Todos estão trabalhando de forma intensa e vibrante para levar ao &#8220;<a href="https://www.un.org/en/food-systems-summit">Food Systems Summit</a>&#8221; soluções viáveis e inovadoras para enfrentamento dos grandes desafios na alimentação mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>A relação da FIL/IDF com a ONU</strong></h3>
<p>Em 1963, a FIL/ IDF orientou as bases e diretivas para a fundação do Codex alimentarius – FAO /OMS, organização internacional que produz diretrizes em consenso para promover a qualidade, segurança e integridade dos alimentos, além de práticas justas para o comércio de alimentos. Assim, o Codex alimentarius produz um amplo conjunto de padrões reconhecidos internacionalmente, além de códigos de conduta, orientações e outras recomendações relativas a alimentos, produção de alimentos e segurança alimentar.</p>
<p>Desde então, a FIL/IDF possui assento consultivo na FAO (Organização para Alimentação e Agricultura), e também na OMS (Organização Mundial da Saúde), além de atuar dinamicamente no próprio Codex. As organizações, vinculadas à ONU, lideram os esforços internacionais de erradicação da fome e da insegurança alimentar, entre outros temas de interesse mundial prioritário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>A palavra do presidente</strong></h3>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter wp-image-20058 size-full" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-07-28-at-10.03.37.jpeg?resize=1020%2C565&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="565" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-07-28-at-10.03.37.jpeg?w=1024 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-07-28-at-10.03.37.jpeg?resize=300%2C166 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-07-28-at-10.03.37.jpeg?resize=768%2C425 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /></p>
<p>Durante seu discurso na pré-cúpula (&#8220;Pre-Summit&#8221;), que ocorreu em Roma no mês passado, o Presidente da FIL/IDF, Piercristiano Brazzale, que é membro do CB FIL/IDF, destacou a importância do leite na merenda escolar. “Os programas de leite escolar são uma oportunidade valiosa para impactar positivamente o desenvolvimento infantil”, enfatizou Brazzale.</p>
<p>Essa posição oportuniza o fortalecimento dos programas públicos e privados nacionais que têm o leite e seus derivados como os pilares em nutrição humana de excelência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* conteúdo desenvolvido em parceria com o <a href="http://www.terraviva.com.br/">www.terraviva.com.br</a></p>
<p>O post <a href="http://portalcontexto.com.br/comite-brasileiro-da-fil-idf-lidera-mobilizacao-nacional-em-projeto-da-onu-que-pretende-resolver-os-problemas-da-alimentacao-mundial/">Comitê Brasileiro da FIL /IDF lidera mobilização nacional em projeto da ONU que pretende resolver os problemas da alimentação mundial</a> apareceu primeiro em <a href="http://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">20057</post-id>	</item>
		<item>
		<title>EUA volta a se candidatar para o conselho de direitos humanos da ONU</title>
		<link>http://portalcontexto.com.br/eua-volta-a-se-candidatar-para-o-conselho-de-direitos-humanos-da-onu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=eua-volta-a-se-candidatar-para-o-conselho-de-direitos-humanos-da-onu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Tobias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2021 19:37:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#ConselhodaOnu]]></category>
		<category><![CDATA[#EstadosUnidos]]></category>
		<category><![CDATA[#internacional]]></category>
		<category><![CDATA[#NaçõesUnidas]]></category>
		<category><![CDATA[#ONU]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalcontexto.com.br/?p=13983</guid>

					<description><![CDATA[<p>País não participava das decisões desde 2018, quando a então embaixadora norte-americana, Nikki Haley, anunciou a saída do grupo Na tentativa de reverter algumas decisões comandadas pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o chefe da diplomacia norte-americana, Antony Blinken anunciou hoje (24) que concorrerá a um assento no Conselho de Direitos Humanos da Organização [...]</p>
<p>O post <a href="http://portalcontexto.com.br/eua-volta-a-se-candidatar-para-o-conselho-de-direitos-humanos-da-onu/">EUA volta a se candidatar para o conselho de direitos humanos da ONU</a> apareceu primeiro em <a href="http://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_13985" aria-describedby="caption-attachment-13985" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-13985" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/50355908971_cca7cf3225_k.jpg?resize=700%2C467&#038;ssl=1" alt="Conselho" width="700" height="467" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/50355908971_cca7cf3225_k.jpg?w=2048 2048w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/50355908971_cca7cf3225_k.jpg?resize=300%2C200 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/50355908971_cca7cf3225_k.jpg?resize=1024%2C683 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/50355908971_cca7cf3225_k.jpg?resize=768%2C512 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/50355908971_cca7cf3225_k.jpg?resize=1536%2C1024 1536w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-13985" class="wp-caption-text">Créditos: Jean Marc Ferré/Fotos Públicas</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em>País não participava das decisões desde 2018, quando a então embaixadora norte-americana, Nikki Haley, anunciou a saída do grupo</em></h3>
<p>Na tentativa de reverter algumas decisões comandadas pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o chefe da diplomacia norte-americana, Antony Blinken anunciou hoje (24) que concorrerá a um assento no Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p>&#8220;Tenho o prazer de anunciar que os Estados Unidos vão concorrer a um assento no Conselho de Direitos Humanos para o mandato 2022-2024&#8221;, afirmou Blinken, durante videoconferência feita na organização. &#8220;Pedimos humildemente que todos os Estados-membros das Nações Unidas apoiem o nosso desejo de voltar a ocupar um lugar nessa instituição&#8221;, Pontuou.</p>
<p>Em junho de 2018, Trump divulgou que iria abandonar o conselho. A então embaixadora norte-americana na Organização das Nações Unidas, Nikky Haley, acusou o órgão de hipocrisia e de prejudicar as relações internacional com Israel. &#8220;Ao fazê-lo, quero deixar bem claro que este passo não é um recuo em relação aos nossos compromissos com os direitos humanos&#8221;, disse haley, em 2018.</p>
<h4><strong>Contramão</strong></h4>
<figure id="attachment_13984" aria-describedby="caption-attachment-13984" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-13984" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/50908506878_5ae33ca704_k.jpg?resize=700%2C467&#038;ssl=1" alt="Conselho" width="700" height="467" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/50908506878_5ae33ca704_k.jpg?w=2048 2048w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/50908506878_5ae33ca704_k.jpg?resize=300%2C200 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/50908506878_5ae33ca704_k.jpg?resize=1024%2C683 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/50908506878_5ae33ca704_k.jpg?resize=768%2C512 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/02/50908506878_5ae33ca704_k.jpg?resize=1536%2C1024 1536w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-13984" class="wp-caption-text">Créditos: Departamento de Estado por Ron Przysucha/Fotos Públicas</figcaption></figure>
<p>Blinken ressaltou o papel dos Estados Unidos na lutas dos direitos humanos. &#8220;Os Estados Unidos colocam a democracia e os direitos humanos no centro de sua política externa, porque são essenciais para a paz e a estabilidade&#8221;, justificou Blinken.</p>
<p>&#8220;Esta ligação está enraizada na nossa própria experiência de uma democracia imperfeita e, muitas vezes, aquém dos nossos próprios ideais, mas que tenta sempre tornar-nos um país mais unido, mais respeitoso e mais livre&#8221;, adiantou em declarações que contrastam com a posição seguida pelo seu antecessor, Mike Pompeo.</p>
<h4><strong>Reformas</strong></h4>
<p>Mesmo com interesse de voltar a assumir papel de liderança no conselho, o chefe da diplomacia afirmou sobre alguns funcionamentos do grupo que precisam ser repensados. &#8220;Encorajamos o Conselho de Direitos Humanos a examinar a forma como funciona, incluindo a atenção desproporcional dada a Israel&#8221;, alertou, sugerindo que o tratamento dado a Israel e a aos territórios palestinos seja como os de qualquer outro país.</p>
<p>Nos últimos anos, países como China, Rússia, Venezuela, Cuba, Camarões e Filipinas foram criticados pela forma como tratam os cidadãos de suas respectivas nações. Blinken foi firme e disse que países sem um bom histórico de direitos humanos não deveriam ser membros do conselho.</p>
<p>A Rússia foi o principal alvo do diplomata, que comentou sobre a oposição nacional que vai contra os ideais difundidos pelo presidente Vladimir Putin. Antony citou o ativista opositor do Kremlin, Alexei Navalny, preso político por ser acusado de espionagem.</p>
<p>O representante norte-americano pelos Negócios Estrangeiros lembrou que a partir do momento em que os Estados Unidos condenaram o <a href="https://portalcontexto.com.br/militares-detem-chefes-de-governo-e-assumem-controle-de-myanmar/">golpe de Estado em Myanmar</a>, o país já deveria ter voltado a ocupar lugar no conselho.</p>
<h4><strong>O conselho</strong></h4>
<p>O Conselho de Direitos Humanos é o órgão criado pelos Estados-Membros da ONU com o objetivo de reforçar a promoção e a proteção dos direitos humanos em todo o planeta. Substitui a Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas. Possui 47 membros de pleno direito, eleitos pela maioria dos Estados da Assembleia Geral da ONU para um mandato de três anos, enquanto os países restantes mantêm estatuto de observadores.</p>
<p>*Com informações da Agência Brasil</p>
<p>O post <a href="http://portalcontexto.com.br/eua-volta-a-se-candidatar-para-o-conselho-de-direitos-humanos-da-onu/">EUA volta a se candidatar para o conselho de direitos humanos da ONU</a> apareceu primeiro em <a href="http://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">13983</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Fundo de emergência: ONU recebe mais de US$ 370 milhões para 2021</title>
		<link>http://portalcontexto.com.br/fundo-de-emergencia-onu-recebe-mais-de-us-370-milhoes-para-2021/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fundo-de-emergencia-onu-recebe-mais-de-us-370-milhoes-para-2021</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2020 23:57:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[#covid19]]></category>
		<category><![CDATA[#internacional]]></category>
		<category><![CDATA[#ONU]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalcontexto.com.br/?p=10612</guid>

					<description><![CDATA[<p>O dinheiro arrecadado tem o objetivo de ajudar a população em meio às crises humanitárias Nesta quarta-feira (9), a Organização das Nações Unidas (ONU) veio a público e informou que já recebeu mais de US $370 milhões (cerca de 305 milhões de euros) para o Fundo de Emergência, com intuito de ajudar a responder a [...]</p>
<p>O post <a href="http://portalcontexto.com.br/fundo-de-emergencia-onu-recebe-mais-de-us-370-milhoes-para-2021/">Fundo de emergência: ONU recebe mais de US$ 370 milhões para 2021</a> apareceu primeiro em <a href="http://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center"><strong>O dinheiro arrecadado tem o objetivo de ajudar a população em meio às crises humanitárias</strong></h4>
<figure id="attachment_10614" aria-describedby="caption-attachment-10614" style="width: 1170px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-10614" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/465887-guterres-625x415-1.jpg?resize=1020%2C610&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="610" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/465887-guterres-625x415-1.jpg?w=1170 1170w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/465887-guterres-625x415-1.jpg?resize=300%2C179 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/465887-guterres-625x415-1.jpg?resize=1024%2C613 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/465887-guterres-625x415-1.jpg?resize=768%2C459 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-10614" class="wp-caption-text">Crédito: ONU/Jean-Marc Ferré</figcaption></figure>
<h4><span style="font-weight: 400">Nesta quarta-feira (9), a Organização das Nações Unidas (ONU) veio a público e informou que já recebeu mais de US $370 milhões (cerca de 305 milhões de euros) para o Fundo de Emergência, com intuito de ajudar a responder a crises humanitárias.</span></h4>
<h4><span style="font-weight: 400">No decorrer do encontro por vídeoconferência, mais de 50 doadores prometeram contribuir para o Fundo Central de Resposta a Emergências da ONU, acrescentou a Organização em comunicado. </span><span style="font-weight: 400">&#8220;Esse fundo é uma das formas mais rápidas de ajudar as pessoas em crises súbitas&#8221; e &#8220;aqueles que não estão na linha da frente do radar global&#8221;, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres.</span></h4>
<h4><span style="font-weight: 400">Segundo Mark Lowcock, secretário-geral adjunto das Nações Unidas para Assuntos Humanitários, desde a sua origem em 2005, o fundo vem colaborando com os necessitados. &#8220;[O fundo] ajudou este ano milhões de pessoas a terem comida, cuidados, abrigo e proteção&#8221;. </span><span style="font-weight: 400">Só neste ano, o Fundo de Emergência da ONU favoreceu 65 milhões de pessoas em 52 países e territórios, com um valor total de mais de US $900 milhões.</span></h4>
<h4><span style="font-weight: 400">A verba  foi usada no combate à pandemia do novo coronavírus e outras doenças, em conflitos ou catástrofes naturais (secas, terramotos, furacões) ou para evitar a fome, conforme disse a nota. </span><span style="font-weight: 400">Vale ressaltar que a conferência de doadores para o Fundo de Emergência foi realizada dias depois das Nações Unidas divulgarem um prognóstico das necessidades humanitárias em 2021, de US $35 bilhões, que deverão servir para atender a 160 milhões de pessoas.</span></h4>
<p>*Com informações de Agência Brasil</p>
<p>O post <a href="http://portalcontexto.com.br/fundo-de-emergencia-onu-recebe-mais-de-us-370-milhoes-para-2021/">Fundo de emergência: ONU recebe mais de US$ 370 milhões para 2021</a> apareceu primeiro em <a href="http://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">10612</post-id>	</item>
		<item>
		<title>A maconha não está mais na lista de drogas consideradas mais perigosas</title>
		<link>http://portalcontexto.com.br/a-maconha-nao-esta-mais-na-lista-de-drogas-consideradas-mais-perigosas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-maconha-nao-esta-mais-na-lista-de-drogas-consideradas-mais-perigosas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2020 10:34:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#cannabis]]></category>
		<category><![CDATA[#internacional]]></category>
		<category><![CDATA[#maconha]]></category>
		<category><![CDATA[#ONU]]></category>
		<category><![CDATA[#saúde]]></category>
		<category><![CDATA[oms]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalcontexto.com.br/?p=10376</guid>

					<description><![CDATA[<p>A decisão foi de uma comissão da ONU, mas ela não interfere nas autoridade dos países em relação as regras e leis de cada um sobre a droga Na última quarta-feira (2), a Comissão de Drogas Narcóticas das Nações Unidas validou a reclassificação da maconha e da resina derivada da cannabis para um nível que [...]</p>
<p>O post <a href="http://portalcontexto.com.br/a-maconha-nao-esta-mais-na-lista-de-drogas-consideradas-mais-perigosas/">A maconha não está mais na lista de drogas consideradas mais perigosas</a> apareceu primeiro em <a href="http://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><em><strong>A decisão foi de uma comissão da ONU, mas ela não interfere nas autoridade dos países em relação as regras e leis de cada um sobre a droga</strong></em></p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10378" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Laranja-e-Marrom-Foto-Geometrica-Conscientizacao-sobre-Cancer-de-Mama_Outubro-Rosa-Post-para-Facebook-1.jpg?resize=1020%2C855&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="855" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Laranja-e-Marrom-Foto-Geometrica-Conscientizacao-sobre-Cancer-de-Mama_Outubro-Rosa-Post-para-Facebook-1.jpg?w=1410 1410w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Laranja-e-Marrom-Foto-Geometrica-Conscientizacao-sobre-Cancer-de-Mama_Outubro-Rosa-Post-para-Facebook-1.jpg?resize=300%2C251 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Laranja-e-Marrom-Foto-Geometrica-Conscientizacao-sobre-Cancer-de-Mama_Outubro-Rosa-Post-para-Facebook-1.jpg?resize=1024%2C858 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Laranja-e-Marrom-Foto-Geometrica-Conscientizacao-sobre-Cancer-de-Mama_Outubro-Rosa-Post-para-Facebook-1.jpg?resize=768%2C644 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /></p>
<h4><span style="font-weight: 400">Na última quarta-feira (2), a <strong>Comissão de Drogas Narcóticas das Nações Unidas</strong> validou a reclassificação da maconha e da resina derivada da cannabis para um nível que inclui substâncias consideradas menos perigosas segundo a <strong>Organização Mundial da Saúde (OMS)</strong>.</span></h4>
<h4><span style="font-weight: 400">Contudo, a novidade não tira muda as políticas e leis adotadas em cada país sobre a <strong>maconha</strong> e seus derivados. Ou seja, na prática, a decisão da comissão não altera o dever atribuídos às nações de estabelecerem o controle contra a multiplicação da droga. </span></h4>
<h4><span style="font-weight: 400">E o que essa determinação mudou? A partir de agora, a maconha não faz mais parte da lista de substâncias consideradas &#8220;particularmente suscetíveis a abusos e à produção de efeitos danosos&#8221; e &#8220;sem capacidade de produzir vantagens terapêuticas&#8221;.</span></h4>
<h4><span style="font-weight: 400">Com isso, a maconha abandona a lista de drogas mais perigosas. Até ontem ela estava posicionada junto a substâncias bem mais fortes, como a heroína. <strong>A mudança proporcionou que a cannabis fosse encaminhada para a relação que contém entorpecentes com menos potencial danoso e que requerem controle, a mesma categoria que a morfina está enquadrada.</strong></span></h4>
<h4><span style="font-weight: 400">Vale lembrar que a sentença acompanha a recomendação da própria OMS e teve aprovação de 27 países. Entretanto, outros 25 foram oposição, e uma parte da representação se absteve. As delegações também recusaram outras sugestões como a retirada de todas as listas de alguns componentes da cannabis.</span></h4>
<h4><strong>A legalização ao redor do planeta</strong></h4>
<h4><span style="font-weight: 400">O uso recreativo da maconha é permitido em países como o Uruguai, a Holanda, o Canadá e, mais recentemente, a Geórgia. Em alguns estados dos EUA a legalização também já foi aprovada. O próximo país a entrar nesta lista deve ser o México. O Senado aprovou a legalização da maconha para fins medicinais e uso recreativo no mês passado.</span></h4>
<p>O post <a href="http://portalcontexto.com.br/a-maconha-nao-esta-mais-na-lista-de-drogas-consideradas-mais-perigosas/">A maconha não está mais na lista de drogas consideradas mais perigosas</a> apareceu primeiro em <a href="http://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">10376</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
